Categoria(s) do post: Diário da Thais

Sim, falta pouco mais de um mês para o fim de 2020, esse ano tão desafiador e cheio de aprendizados.

Todo final de mês eu gosto de publicar um post no blog contando como foi o meu mês por aqui, tanto vida pessoal quanto vida profissional. A ideia é poder fazer um apanhado e compartilhar com vocês um pouco mais da minha rotina.

De modo geral, o mês de novembro foi muito mais tranquilo que o mês de outubro, para mim, quando tive uma série de eventos acadêmicos e profissionais. Consegui tirar uma semana de mini-férias para descansar a voz, principalmente, mente, corpo e espírito.

O tema do mês de novembro no Vida Organizada foi planejamento, e ainda continuaremos falando sobre isso entre dezembro e janeiro, pois são os meses em que todos pensam sobre esse assunto e colocam seus projetos em prática. Eu quero ajudar a tirar esses planos do papel. 🙂

Falando um pouco sobre trabalho, o mês de novembro foi marcado pelo início da Turma 5 do MVO e o andamento das outras. Tivemos aulas diversas, um workshop de Notion, uma masterclass de Mapas Mentais com a Liz Kimura e também iniciamos a Mentoria “Pocket” de um mês para o planejamento 2021, com desafios diários. Esse projeto ainda está em andamento.

Também foi o mês em que duas pessoas muito queridas começaram a trabalhar comigo – a Carol e a Dalva – no suporte aos alunos no curso.

Todos os canais do Vida Organizada continuaram com suas atualizações praticamente diárias – blog, YouTube, Instagram, Telegram – e eu fico muito contente por poder conduzir este trabalho.

Trazendo um pouquinho da vida acadêmica, em novembro finalmente depositei a minha dissertação do mestrado e concluí esse objetivo! Agora é só esperar a emissão do diploma.

Eu também me dediquei aos processos seletivos de Doutorado de maneira geral. Me inscrevi em três instituições e estou aguardando o resultado. Infelizmente fui desclassificada de uma delas pois, ao enviar um dos arquivos pelo formulário, ele deu algum problema na conversão e eu recebi um e-mail simplesmente avisando que eu tinha sido desclassificada. Não entraram em contato comigo informando o erro ou pedindo o arquivo em outro formato. Achei injusto mas também acredito na sincronicidade das coisas. Não era para ser, e tá tudo bem.

Como comentei, meu planejamento para ingressar no Doutorado é de até dois anos. Caso eu não passe agora no processo seletivo que eu quero, pegarei os feedbacks dos professores e passarei os próximos meses estudando e formatando melhor o pré-projeto. De qualquer maneira, o que já posso fazer nesse meio tempo é ir estudando e lendo alguns livros que pretendo usar de qualquer maneira, então estou me dedicando a isso. Aproveitei a Festa do Livro da USP e a Black Friday para comprar alguns livros e estou bem abastecida para essa nova fase do Doutorado.

Do lado pessoal, quero dizer que já me sinto totalmente recuperada do COVID-19. Fiquei cerca de três meses com falta de ar e fôlego fraco, além da sensação de exaustão. Tudo isso passou, apesar de a minha energia ainda estar diferente. Quando cai a tarde e inicia a noite eu realmente preciso parar tudo e ir descansar, pois fico mais cansada que o normal. Mas estou achando até bom, porque assim eu organizo o meu metabolismo para descansar à noite mesmo, o que prefiro.

Tive a oportunidade de participar online do Festival Brasileiro de Dharma e isso foi muito abençoado, pois renova o meu estado mental de contentamento, gratidão e compaixão.

Em novembro tive muitos momentos de descanso e de lazer sozinha e com a família. Assistimos filmes, lives juntos, documentários, séries, brincamos de joguinhos diversos. Foi gostoso. Comecei mas ainda não terminei a última temporada de “The Crown”. Tudo segue bem.

Ah! Chegou minha bicicleta (me dei de presente de aniversário), fizemos a mudança do escritório e iniciamos a reforma na garagem! Pretendo falar mais sobre isso em posts futuros aqui no blog.

Estou definitivamente me preparando para a transição para o verão e a época de calor e umidade de acordo com os princípios do Ayurveda e devo compartilhar logo logo esse procedimento por aqui com vocês também.

Feliz por estar viva. Gratidão.

Se quiser, me conta aqui nos comentários como foi o seu mês? Obrigada!

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Anual

Um dos exercícios que recomendo para o planejamento do ano novo é, depois de revisar as suas áreas da vida e o andamento delas ao longo do ano em questão, escolher uma das áreas para focar porque você acredita que, se der atenção a ela (mais do que às outras), ela vai impactar positivamente todas as outras.

Veja, todas as áreas são importantes. No entanto, você não tem como fazer TUDO ao mesmo tempo. A ideia de ter uma área em que você vai dar um foco adicional é poder alocar seus recursos pessoais. Recursos pessoais podem ser: dinheiro, energia, contexto, tempo. Por exemplo, entre um curso e outro, se você só puder fazer um, você pode querer escolher o curso relacionado à área de foco. Não é para “engessar” e OBRIGATORIAMENTE fazer dessa maneira, mas já é uma orientação sobre prioridades que pode te ajudar.

Sequência de exercícios então até aqui:

  1. Fazer uma reflexão sobre como foi cada área da sua vida este ano
  2. Listar o que gostaria de fazer em cada uma das áreas para dar nota 10 de satisfação
  3. Pensando no ano que vem, eleja uma prioridade para cada área
  4. Escolha uma área para dar mais foco

O que fazer com a área que escolheu como foco para o ano:

  • Listar tudo o que eu tenho de “sub-áreas” e responsabilidades dentro dessa área;
  • Revisar minhas listas para ver o que tenho de coisas relacionadas a essa área;
  • Aplicar a técnica da pirâmide da realização (curto, médio e longo prazo);
  • Chegar ao “curtíssimo prazo” = recorte de 1 ano (ex: 2021);
  • Ano (garantir o investimento) > Trimestre (decidir qual o investimento) > Mês (ver vídeos no YT sobre investimentos) > Semana (ver os vídeos da Natália Arcuri) > Dia (ver o vídeo sobre CDB, CDI etc);
  • Estudar! Fazer cursos, ver vídeos, ler livros, conversar com pessoas, contratar consultores…

E o melhor: você não precisa esperar o ano novo chegar para fazer!!!

Pretendo compartilhar com vocês como vou fazer com a minha área escolhida para o ano que vem (finanças) ao longo dos próximos posts.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: GTD™, Vida Organizada, Áreas da Vida

Todo mês eu gosto de fazer uma revisão das áreas da minha vida para garantir que elas estejam em equilíbrio e também identificar pontos de atenção. Eu já tinha feito a revisão deste mês mas, para o planejamento 2021, eu revisei novamente com o foco de construir e atualizar esse mapa para entrar no ano novo com um mapa completinho que represente a minha vida.

Recentemente voltei a usar o Mind Meister (ferramenta online para criação de mapas mentais) para isso porque prefiro a visualização em formato de mapa, além de gostar de manusear a ferramenta.

É sempre muito bom fazer esse acompanhamento. Não há uma só vez que eu revise esse mapa e não tire algum aprendizado dessa revisão, mesmo que esteja tudo em ordem. Me faz lembrar do que é importante.

Sabe, pode parecer repetitivo estar fazendo tantas revisões parecidas ultimamente, mas é justamente esse pouco a pouco que a gente faz diariamente que deixa a gente mais próximo do que é prioridade e permite que a gente consiga olhar para o ano que vem e planejá-lo com mais assertividade.

Minha área de foco para o ano que vem será finanças, então vai ter bastante coisa pra desenvolver dentro dessa área no mapa. 🙂

Esse mapa representa as áreas da minha vida, as “sub-áreas” e as minhas responsabilidades dentro delas. Eu tenho outros mapas correspondentes ao que é chamado de Horizonte 2 dentro do GTD™, como responsabilidades profissionais, e a ideia é ir compartilhando por aqui com vocês sempre que eu fizer novas alterações, como as que mostrei neste post.

Acho que vale a pena finalizar este post respondendo a pergunta que pode surgir: por que você tirou do Notion essa parte do seu sistema e colocou no Mind Meister de novo? Eu gosto muito do Mind Meister como ferramenta, para manusear mesmo, e mesmo que pudesse colocar “dentro” do Notion ou de outra ferramenta, não gosto de ter esse tipo de retrabalho. Acho que, assim como a agenda do Google, é uma ferramenta que sou tão acostumada a usar que acabo sempre voltando a ela quando sinto falta. É bastante pessoal – mais pessoal que técnica mesmo, a escolha.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Diário da Thais

Em 2017, eu li o livro “Ponto de equilíbrio”, e uma das coisas que a autora recomenda e que eu adorei fazer nos últimos anos foi definir 5 prioridades para o ano novo, quando ele estivesse chegando. O post de hoje é para contar como foi a minha relação com as 5 prioridades que estabeleci para 2020.

Prioridade 1
Minha espiritualidade: o caminho do Bodissatva

Ao final de 2019, eu percebi que cerca de 90% das coisas que eu queria atrair mais para a minha vida ou aquelas que eu gostaria de mudar estavam relacionadas ao meu envolvimento com o Budismo. O caminho que eu pratico no Budismo, se levado mais a sério, traria o que eu gostaria de atrair para a minha vida. Esse foi um insight muito importante para mim, e foi quando eu decidi que a espiritualidade seria a minha principal área de foco este ano.

Essa decisão foi bastante acertada porque, quando veio a pandemia, me refugiar no Budismo através de leituras, cursos, podcasts, vídeos, meditação e prática pessoal foram as coisas que mais me ajudaram a passar por tudo de uma forma mais serena.

Prioridade 2:
Minha tranquilidade financeira

A vida de quem empreende não é fácil. É cheia de tensões, inseguranças. Na maioria das vezes, até solitária. Este ano eu entrei em um grupo de mentoria que me ajudou demais a planejar as atividades, além de me dar apoio nas decisões e dúvidas que eu tenho.

Ter entrado em 2020 com a cabeça focada em reduzir custos fixos e buscar operar de maneira simples, sem tantos gastos, foi o que me fez passar pela pandemia com tranquilidade com relação ao meu trabalho. Eu pude ajudar muito mais pessoas por ter tido isso como prioridade.

Prioridade 3:
Trabalho e rotina tranquilos

Gente, vou falar uma coisa para vocês: eu tenho esse trabalho e é um privilégio poder moldar a minha rotina desde que comecei a me dedicar exclusivamente a ele. Mas o fato é que, quando você começa, até o retorno começar a te deixar mais tranquilo, há muita insegurança sobre os caminhos a tomar, onde dedicar o seu tempo e escolhas assim.

Nesses últimos anos, o foco do meu trabalho estava nos cursos presenciais e em fazer viagens pelo Brasil ministrando esses cursos. Por mais que eu gostasse, sair da minha operação aqui tem um custo alto para a minha empresa, para a minha família e até para a minha saúde. Nem consigo acreditar em tudo o que consegui conciliar nos últimos anos, mesmo depois de ter feito a cirurgia bariátrica. Este ano eu estive focada e decidida a dizer NÃO para muito mais coisas, para continuar aqui na minha operação. Sair de casa ou do meu escritório para passar um dia inteiro em uma reunião que não trará um retorno (não apenas financeiro, mas de propósito mesmo) que me faça sentido, simplesmente não é algo que cabe na minha vida. Minha prioridade é ter uma rotina tranquila, simplesmente. Chega de correria. Eu não preciso mais aceitar muitas coisas que antes eu precisava simplesmente para pagar as contas.

Isso foi super acertado e, quando veio a pandemia, acabou reforçando a minha capacidade de dizer não porque não havia a possibilidade de sair ou viajar.

Prioridade 4:
Ayurveda, yoga, saúde integrada

Então, gente. Tudo o que eu sempre relato aqui no blog como parte da minha história – ser publicitária, ter tido vários episódios de estresse que me levaram a querer trabalhar com organização etc etc – tudo isso teve um preço na minha vida, que paguei na última década, praticamente. Estresse, ganho de peso, depressão, alimentação prejudicada por essa rotina desregrada, crises de ansiedade, enfim, muita coisa. Há dois anos e meio, quando fiz a cirurgia bariátrica, isso mudou muita coisa na minha relação com o meu próprio corpo. Eu tive que me obrigar a conhecer melhor o funcionamento do meu metabolismo, pois isso virou questão de vida ou morte. Hoje, eu nem consigo acreditar em todas as mudanças que finalmente consegui implementar na minha saúde depois do início desse processo. Praticar yoga diariamente, meditação, preparar meus próprios alimentos, não consumir industrializados praticamente, ter virado vegana, conhecer a ayurveda… isso virou o único estilo de vida possível de viver e quis continuar com esse foco em 2020 e além.

Muito acertado, apesar de a minha prática de atividade física ter sido um pouco prejudicada com a pandemia. Mesmo assim, continuei praticando yoga em casa.

Prioridade 5:
Minha família, amor, filho, relacionamentos

Vocês podem estranhar isso estar em quinto lugar, mas não tem necessariamente a ver com ordem, mas em estar tão bem que agora é questão apenas de manter. Nos últimos anos, eu precisei me dedicar ao trabalho. Meu marido fez faculdade. Minha mãe estava com outras coisas na vida dela, indo morar em outra cidade, abrindo um negócio. Filhote estava bem na escola e tudo o mais. Eu estou em um momento em que absolutamente tudo o que importa é ficarmos todos bem. Dar apoio à nossa família, acompanhar o Paul de muito perto (pré-adolescência), passar mais tempo com o marido e resgatar o que não fizemos juntos nos últimos anos, cuidar mais da minha mãe (que está ficando idosa), apoiar minhas sobrinhas (que estão em início de carreira), ajudar meus sogros como puder, enfim. Isso porque nem estou me referindo às minhas amigas, cada uma com suas questões e que quero estar presente e dando apoio, além do networking profissional, que vai sendo alimentado. Nossos relacionamentos são tudo. Então, por mais que esteja na prioridade 5, não quer dizer que seja menos importante que o resto, mas que está no mesmo grau de prioridade que todas as outras 4 coisas.

Isso foi muito acertado, ainda mais com a pandemia. Ficamos mais unidos, demos mais atenção à família. Pelo menos nessa parte foi assertivo.

Eu nunca estive tão bem, focada e feliz.

Essas prioridades me trazem uma clareza enorme sobre como deveria ser o meu foco ao longo do ano, todos os dias, momento a momento, e essa é realmente a ideia – usar como princípio para a tomada de decisões.

E você, conseguiu definir 5 prioridades para 2020? Quais foram elas? Deixe nos comentários. Em breve compartilharei minhas prioridades para 2021. Obrigada.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Anual

Após fazer uma revisão das áreas da minha vida em 2020 (uma visão mais abrangente além da revisão que faço todo mês), isso me deu uma noção mais clara do que eu gostaria que fosse prioridade em cada uma delas. Inclusive, se você quiser ver o exercício feito por uma aluna minha, convido você a assistir uma live que fizemos e que ficou gravada no IGTV do Vida Organizada, clicando aqui. Foi um bate-papo interessante e que traz esse mesmo exercício mas pela visão de outra pessoa que não eu, o que pode complementar o seu aprendizado.

Ainda não estamos falando em projetos, objetivos ou outras definições mais específicas. Estamos no terreno do brainstorm.

Você pode definir mais de uma prioridade para cada área, se quiser (não existem regras), mas tentar encontrar apenas uma é um exercício de foco. Não quer dizer que você só tenha uma coisa a fazer naquela área, mas que a que você escolheu é a mais importante no seu momento de vida, pensando nesse recorte de até um ano.

Para mim, serão as seguintes:

  • Saúde: ser um pouco mais rigorosa com a minha rotina diária de alimentação e exercícios.
  • Lazer: assistir mais séries na TV.
  • Estudos: o Doutorado.
  • Carreira: escrita do meu novo livro.
  • Casa: reforma da garagem.
  • Espiritualidade: leitura dos livros da tradição (continuar).
  • Família: ficarmos bem durante a pandemia.
  • Amor: mais momentos diferentes juntos mesmo em quarentena.
  • Contribuição: compartilhar mais para ajudar profissionais.
  • Plenitude: ficar bem, ansiedade sob controle.
  • Finanças: colocar tudo em ordem nessa área

Nem preciso dizer que a área que escolhi dar foco no ano que vem será finanças. 😉 É simplesmente a área que eu sinto que preciso alocar minha atenção no momento. Em posts futuros vou compartilhar o que costumo fazer ao escolher uma área. A título de curiosidade, em 2020 foi espiritualidade.

E você, já refletiu sobre as áreas da vida e suas prioridades para o ano que vem? Deixe um comentário, se quiser.

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Dicas de produtividade, Diário

Em 2018, escrevi pela primeira vez sobre essa ideia em um post, depois da leitura do livro “Os segredos dos grandes artistas” (super recomendado).

Estou em um momento da minha vida em que revisitar essa ideia pareceu apropriado.

Nós aqui em casa entendemos que o cenário de pandemia não mudou em nada e não mudará enquanto não houver uma vacina. Que, de tempos em tempos, todos os países abrirão um pouco o confinamento e, com o aumento dos casos, fechará novamente. Geralmente isso tem acontecido depois do verão, pois as pessoas saem mais de casa e, por consequência, se infectam com mais facilidade. Imagino que no Brasil deva acontecer o mesmo, pois os casos estão aumentando novamente mesmo antes da chegada dessa estação.

Trabalhando em casa, estou reformulando o meu home-office. Ele é um quarto pequeno, mas ainda assim um espaço que considero um privilégio, em que posso deixar minhas estantes e meus livros, e me “refugiar” quando preciso de concentração ou privacidade. No entanto, por estar em casa, com a minha família, e por ter a consciência de que não vivo em uma bolha, sei que não dá para eu ficar trancada ali dentro trabalhando e ignorar a existência da dinâmica da casa. Preciso desenvolver estratégias.

Uma estratégia que já comentei anteriormente foi sobre a decisão de manter o escritório fora de casa. Eu tinha tomado a decisão de entregar a sala, pois a sala que tínhamos era longe de casa, só dava para ir de carro, e atenderia outro modelo de negócios que, com a pandemia, reconfiguramos. Eu achei que bastaria para mim ter espaço em casa mas, a partir do momento que tomei essa decisão, um certo fenômeno aconteceu: fiquei MUITO desanimada. E olha que sou uma pessoa entusiasmada e positiva de modo geral.

Primeiro, porque eu teria que trazer equipamentos e coisas de trabalho para dentro de casa. Não moramos em uma casa pequena, mas ela também não é espaçosa a ponto de guardarmos essas coisas sem um impacto na nossa rotina. A casa ficaria cheia de equipamentos e materiais de trabalho que são essenciais para o que eu faço, mas que fariam uma “mistura” que eu não queria fazer. Queria que a nossa casa continuasse como nosso espaço familiar.

Além disso, o confinamento passou a me fazer mal. Comecei a ter crises de ansiedade. A recomendação médica foi sair de casa todos os dias, que seja um pouco, para não virar pânico. Por isso, conversando com o meu marido, ambos vimos a importância de eu ter um espaço fora de casa, mas que fosse perto, que desse para ir a pé, de modo que eu já fizesse a caminhada do dia e tivesse também um lugar para trabalhar concentrada, quando necessário.

Sobre a família. A essa altura do campeonato, nosso filho está detestando a quarentena. Não aguenta mais as aulas online, acha um saco não poder ver os avós, sair, passear. Do nosso lado, a preocupação é com a agitação mental que vem do excesso de telinhas. E como proibir, se ele faz aula online e se a única interação social que ele tem é com os amigos através da Internet ou do vídeo-game?

Com tudo isso, ele tem ficado entediado muitas vezes ao longo do dia e me interrompido infinitas vezes mais que o normal. Eu vejo isso com muito carinho porque entendo a falta de maturidade emocional dele como criança, e que afinal de contas eu sou a mãe dele ali em casa, que ele quer ficar junto e interagir. Então sempre trago ele para ficar comigo, mas não dá para fazer nada que demande concentração, pois nem um e-mail consigo ler direito porque ele conversa comigo o tempo todo. Logo, eu percebi que precisaria mudar a minha dinâmica de trabalho.

Revisitando a ideia da rotina dos artistas, meu dia atualmente tem sido composto por esses três grandes blocos:

  • Pela manhã, enquanto o filhote tem aulas, eu faço atividades que demandem mais concentração e sejam mais introspectivas – ou seja, sem contato com ninguém. Pego meu café ou chá e trabalho sozinha, concentrada, com a mente ainda descansada. No intervalo do filhote, também paro, fico um pouco com ele, aproveito pra dar uma geral na cozinha, e aí trabalho mais um pouco antes de parar umas 11h ou 11h30 para o almoço. Preparo a comida, almoço com calma.
  • De tarde, “me abro para o mundo”. Se não estiver chovendo, arrumo minha mochila (que já fica meio pronta em casa) e vou andando até o escritório, onde consigo trabalhar também com foco. Em casa, as coisas ficam bem. Filhote fica jogando vídeo-game, faz lição, meu marido fica com ele de boas. Então eu fico tranquila para trabalhar fora e, no final da tarde, encerro definitivamente meu dia de trabalho, voltando para casa, tomando banho, aquela coisa. Se trabalhei em casa à tarde, eu também encerro fechando o computador quando anoitece e faço a mesma coisa – banho, outra roupa, e pronto.
  • De noite, procuro fazer atividades offline – exceto quando tenho alguma atividade de grupo de pesquisa ou de algum curso que estou fazendo ou ministrando. Aproveito para estudar. Também temos um momento em que fazemos algo todos juntos – um jogo, uma série, uma live de alguém que gostamos, cozinhar juntos, um filme, depende. Os meninos ficam SUPER agitados de noite, que é quando a minha bateria começa a querer acabar, então fico com eles mas sou a primeira a se preparar para dormir. Tenho ido dormir um pouco mais tarde ultimamente, mas isso não tem me feito bem, e quero mudar meu horário de volta. Não para dormir às 20h30, porque em casa ficou complicado nesse momento, mas pelo menos estar na cama antes das 22h. Desse modo, o filhote já está acalmando também, lendo um livro, e meu marido dá o suporte ali que precisar, ou muitas vezes o filhote vai dormir no mesmo horário que eu.

De modo geral, todo trabalho que precise essencialmente da minha cabeça é feito pela manhã. Decisões, análises, escrita, gravações. Trabalhos de rotina, que eu não precise pensar tanto (mas ainda preciso, rsrs), faço pela tarde. Outras gravações, responder e-mails, mensagens, resolver coisas de modo geral, arrumar o espaço, atividades mais práticas mesmo. E, de noite, leituras, estudos, revisões offline, planejamentos no papel, mas tudo de modo leve e tranquilo. Nada corrido ou estressante. São contextos.

Dá pra dar conta de tudo? Claro que não, e nem é o objetivo. O objetivo não é fazer tudo, mas sim dizer NÃO a tudo que não seja essencial, de modo que meu trabalho diário seja focado.

Eu trabalho todos os dias um pouco. Prefiro fazer assim a me matar de trabalhar durante a semana para descansar no final de semana. Mesmo porque, faço coisas aos finais de semana. Então prefiro ter uma rotina leve, fácil e tranquila todos os dias, de modo que, quando eu precisar ou quiser descansar, ou ter um dia de folga, ele pode ser na segunda, na quinta ou no domingo, bastando um planejamento assertivo.

Ainda estou fazendo ajustes. Mas só esse entendimento e soma de:

  • meu nível de energia que oscila ao longo do dia
  • a dinâmica da casa e da família
  • as demandas e a construção do meu próprio trabalho
  • as possibilidades e privilégios da vida que eu tenho hoje
  • a rotina que construí pra mim
  • necessidades das pessoas que se relacionam comigo

É fundamental em qualquer reajuste de rotina. Vou compartilhando com vocês por aqui e também no Instagram. Me segue lá, se quiser. 😉

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Anual

Um dos exercícios feitos como revisão deste ano é uma análise sincera do meu nível de satisfação com relação a todas as áreas da minha vida ao longo de 2020.

Foi bastante importante realizar esse exercício porque me fez pensar em todo o ano, e não apenas a análise mês a mês que eu costumo fazer. A imagem acima é do meu commonplace book.

Refletir sobre cada uma das áreas me fez ter uma visão abrangente dentro do contexto da pandemia. Estamos confinados desde março, com pouquíssimas saídas, de fato. Pensar assim: “saúde, como foi em 2020?” e para cada uma das outras áreas foi um exercício muito gostoso.

Plenitude, social, amor, família, finanças, contribuição e propósito foram as áreas em que dei nota máxima de satisfação. Não significa que estão perfeitas (até mesmo porque isso não existe!), mas porque, dadas as circunstâncias, estou satisfeita com o caminhar delas!

Estudo, lazer e espiritualidade estão bem, mas posso melhorar em algumas questões pessoais. Saúde e emocional tiveram as notas mais baixas, o que considero compreensível.

Eu gravei um vídeo que vai entrar em breve no canal explicando melhor cada uma das áreas e como foi a minha relação com cada uma delas ao longo do ano.

Já defini as prioridades para cada uma das áreas em 2021 e também defini uma área para focar no ano novo. Em outro post falarei mais sobre isso.

Quero encorajar você a refletir sobre as áreas da sua vida e como você as avalia ao longo deste ano de 2020. Lembrando que é sobre o nível de satisfação pessoal com relação a cada uma delas, não sobre estarem completas ou algo nesse sentido. Que tal fazer esse exercício? Ele vai ajudar a desenhar o planejamento de 2021.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Anual

O objetivo de publicar um post como este é mostrar que, de modo geral, sou uma pessoa com grande poder de auto-realização, mas a vida pode trazer surpresas inesperadas e renegociar faz parte do jogo. Não se trata de fazer tudo, mas de viver uma vida tranquila e com significado.

Como você pode imaginar, a maioria dos projetos abaixo ficou em suspenso devido à pandemia. São coisas que não consegui fazer ou precisei adiar, mas ainda quero fazer, e encorajo você a fazer esse exercício também.

  • Reforma da garagem. Houve uma reforma na garagem da nossa casa há cerca de 35 ou 40 anos e ela está “afundando”, pois o piso está assentando ou algo assim. Precisamos suspender por conta da pandemia mas ainda precisamos fazer, então provavelmente será um foco aqui na casa em 2021, quando pudermos.
  • Publicação do podcast. Deveria ter publicado no primeiro semestre mas, com a pandemia, precisei priorizar outras atividades.
  • Escrita do meu novo livro sobre estudos. O plano era publicar na Bienal, em agosto deste ano, então com a pandemia tudo foi remanejado. Provavelmente ficará para o ano que vem.
  • Algumas questões financeiras e bancárias que dependiam de visitas presenciais. Nada de urgente, então ficaram em stand-by, mas ainda preciso fazer.
  • Algumas questões de relacionamentos que também demandam conversas olho a olho. Nada de urgente, então ficaram em stand-by, mas ainda preciso fazer.
  • Cursos e certificações que ficaram com questões pendentes e que ainda quero resolver e concluir.

O legal desse exercício é que ele já vai desenhando um pouco algumas prioridades para serem levadas em conta para o planejamento do ano que vem.

Se quiser, compartilhe comigo algum projeto que você não conseguiu ou não quis fazer este ano, mas talvez queira retomar em 2021. Obrigada!

Categoria(s) do post: Anual

O primeiro passo da organização, segundo o método do Vida Organizada, é destralhar. Destralhar significa tirar da sua vida aquilo que não faz mais sentido para você, mantendo o que tem significado. É um exercício constante de reavaliar pensamentos, sentimentos, atividades, projetos e até mesmo situações.

Faz parte desse planejamento para o ano que vem, então, a gente parar para pensar um pouco na vida e ser honesto consigo mesmo sobre o que vale a pena ir com a gente para 2021 e o que vale a pena deixar para trás em 2020.

Esse exercício diz respeito a tudo aquilo que para mim “já deu” e que não quero levar para o ano novo. Quero tomar o último banho do ano dia 31/12 dizendo adeus a todas essas coisas. Por mais que se leve tempo para me desfazer ou me desgrudar delas, mentalmente já faço essa separação, e isso é importante porque muda completamente a maneira de lidar com as coisas, especialmente no que diz respeito ao apego.

O foco está no mindset de saber o que é o certo a ser feito. Onde eu já aloquei recursos demais e não está me trazendo tanto resultado, ou está apenas me desgastando. Tudo porque, quando a gente diz SIM para alguma coisa, já que a gente não pode fazer tudo ao mesmo tempo, acaba dizendo NÃO para outras que talvez fossem mais importantes. Essa análise então é essencial porque, se a gente não fizer, vai continuar alimentando frustrações e o objetivo da vida é ser feliz, certo?

Eu não posso postar tudo em detalhes aqui porque, como você deve imaginar, algumas decisões são muito íntimas e pessoais.

Três delas dizem respeito a escolhas profissionais e parcerias. Tenho um foco claro para o meu negócio e, assim, algumas parcerias, serviços e produtos não fazem mais sentido focar energia e recursos como um todo.

Outra diz respeito a um público que também não é interessante para mim, nesse momento, levar meus esforços de produção. Esse tipo de decisão vem de anos de experiência, testes, resultados, análises. Se tem algo que me orgulho no momento é do meu foco apurado neste momento. Está claro para mim o trabalho que devo fazer.

Um ponto pessoal é sobre relacionamentos. Por eu ser assim essa pessoa organizada, que gosta de fazer planos, é comum eu querer ajudar outras pessoas que, muitas vezes, não querem ser ajudadas. Eu acho que estou fazendo algum bem mas, se a pessoa não está afim, temos duas questões: 1) a pessoa pode se sentir pressionada a fazer algo que ela não queira e 2) eu aloco recursos meus em coisas que eu poderia estar alocando a outras prioridades. Minha decisão é deixar em 2020 essa atitude. Se a pessoa quiser minha ajuda, estarei por aqui. Mas eu não vou ficar tentando consertar o que parece quebrado para mim mas não parece quebrado para os outros. Ponto.

Ainda sobre pessoas, eu este ano (e nos anos anteriores), muitas vezes, fiquei esperando os outros fazerem algumas coisas. Sabe o “dar tempo à pessoa”? Tento pessoal quanto profissionalmente. Funcionava assim: eu tenho algo que precisa ser feito, a pessoa assume a responsabilidade, mas demora demais ou não faz do jeito que eu preciso que seja feito. Eu passei meeeeeses esperando a situação se resolver e, em muitos casos, não se resolveu. Então, para 2021, eu não quero levar esse tipo de expectativa perante coisas que não estejam funcionando. Claro que precisamos dar tempo para que alguns processos se ajeitem, mas muitas deixam claro desde o início que não vão funcionar, então é necessário mudar o quanto antes.

Tudo isso que estou falando diz respeito ao meu bordão do “não é possível organizar tralha”. É todo um trabalho interno para definir o que é tralha para depois efetivamente se livrar dela. É um processo difícil, mas necessário. Aqui em casa eu fiquei com vontade de me livrar de muito mais coisas também. O confinamento da pandemia me deu necessidade de espaço, de respiro, de amplitude. Muitas coisas não passarão por esse destralhamento do que quero deixar em 2020.

É claro que algumas coisas não podem ser simplesmente abandonadas. Leva tempo para a gente se desfazer. Mas a ideia aqui é justamente identificar e dar o primeiro passo. Ter uma vida organizada significa levar uma vida coerente com os seus valores, com o seu propósito, de modo que eles se reflitam em tudo o que você faz. E, aquilo que não tem nada a ver, pode ser interessante a gente reavaliar e ver se vale a pena manter.

Pare então e pense nos seus últimos meses, tanto em nível pessoal quanto profissional.

  • O que você não aguenta mais?
  • Qual é o maior problema da sua vida atualmente?
  • O que tem te causado mais preocupação?
  • Que pessoas você não quer mais que façam parte da sua vida?
  • Que problemas de saúde você não quer mais ter?
  • Que problemas em casa você não aguenta mais?
  • Que problemas no trabalho você não consegue mais suportar?
  • Que projetos não fazem mais sentido?
  • Que processos na sua rotina poderiam ser melhorados?

Tem situações que realmente já deram o que tinham que dar, mas mesmo assim você as suporta, ou carrega, durante ANOS, sem dar o primeiro passo para a mudança. Pode ajudar passar as respostas das perguntas acima para o papel, porque escrever ajuda a refletir. E, com esse papel, analise item a item, perguntando o que seria necessário para tirar aquilo da sua mente. O que você efetivamente pode fazer? Qual sua próxima ação?

Alguns exemplos: projetos que não têm mais nada a ver, sobrecarga no trabalho, abuso moral e físico, desânimo, casa cheia de tralha, amizades duvidosas, saúde se deteriorando, dívidas, problemas de sempre. Nada disso desaparece por acaso. Você precisa ter um plano de ação e o primeiro é identificá-los.

Muita coisa você pode simplesmente fazer imediatamente. Uma amizade que não te faz bem pode simplesmente significar cortar relações com a pessoa. Uma mudança de emprego, no entanto, é algo um pouco mais complexo, mas você precisa começar de algum lugar. Defina a primeira coisa, o primeiro passo, e execute-o. Depois, defina outro passo. E assim vai. O que não dá é para ficar parado(a), esperando se resolver, adiando sua felicidade.

Se você tiver sentimentos que pretende deixar em 2020, pergunte-se o que é suficiente para fazer você deixá-los para trás efetivamente. E deixe que eles fiquem mesmo para trás. Você não precisa pensar duas vezes em uma mesma coisa, a não ser que você goste de pensar naquilo. Existe uma máxima budista que diz: se um problema tem solução, então não precisa se preocupar; se não tem, não precisa se preocupar também (apenas busque a solução).

Pare de adiar a sua felicidade. A organização serve justamente para termos mais qualidade de vida, e a qualidade de vida depende essencialmente da qualidade que você atribui a ela. Não é algo que acontece por acaso. Destralhe sua vida, sua casa, suas contas, seus projetos. Mantenha aquilo que faz sentido, que te deixa feliz, que te dá o sentimento de que a sua vida está seguindo adiante, para onde você quer.

“Ah, mas não é tão simples”. Algumas coisas são, outras não. Mas você precisa começar.

Deixe em 2020 o que “já deu”. Temos algumas semanas para providenciar e ir deixando isso pra trás. 2021 é um novo ano. Aproveite para deixar para trás aquilo que definitivamente não precisa mais estar com você.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Anual

Agradecer pelas coisas que aconteceram em 2020 deve ser um processo cuidadoso. Em um ano em que tantas pessoas morreram, com uma pandemia assustando o mundo, penso que agradecer pelo simples fato de estar viva – e os meus – seja já motivo suficiente para agradecer.

Quem me acompanha há mais tempo sabe como os anos de 2018 e 2019 foram difíceis para mim, em que tive que aprender na marra a me superar, para conseguir ficar bem. Eu entrei em 2020 me sentindo bem, confiante. No entanto, em janeiro sofri uma das maiores decepções da minha vida, que ecoou por meses e, de certa maneira, ainda me afeta.

No entanto, apesar dessas duas coisas, e também por elas, eu tenho muito a agradecer em 2020. Tanto a pandemia quanto essa experiência pessoal tiveram um profundo significado espiritual para mim, que tomei como aprendizados mesmo (mas “aprendizados” será tema de outro futuro post relacionado).

Em 2020, eu agradeço por…

Estar viva.

Ter confiado mais em mim e em meu próprio trabalho.

Agradeço por toda minha família estar bem.

Agradeço pelo meu companheiro de vida estar ao meu lado tanto pessoal quanto profissionalmente. Te amo.

Agradeço por não ter tido um quadro grave de COVID.

Agradeço pela possibilidade de fazer terapia, me consultar com bons médicos e terapeutas.

Por termos um teto que nos abrigue, um cobertor para dormir no frio, um chuveiro quente para tomar banho, um fogão para cozinhar. Ter sempre comida na mesa.

Agradeço por todas as pessoas que me possibilitam realizar este trabalho. Você, que está lendo este texto. Você, que se tornou meu aluno. E todo mundo que trabalha comigo, direta ou indiretamente.

Eu agradeço por todos os meus colegas de sangha, no Budismo, meus médicos, meus professores e mentores.

Agradeço a todos os envolvidos para que eu concluísse a minha dissertação do mestrado. Dos professores na banca ao pessoal da gráfica e da secretaria. Muito obrigada.

Agradeço ao universo por ter descoberto um tema que me desse interesse em pesquisá-lo durante quatro anos em um Doutorado.

Agradeço pela rotina que eu construí. Meu sono. Minha disciplina.

Agradeço pela possibilidade de ter meu próprio escritório.

Às amizades lindas que eu fiz este ano.
A tudo que eu deixei ir porque não me fazia mais feliz.

E você? Pelo que você agradece em 2020?

Categoria(s) do post: Dicas de produtividade, Diário

Eu costumo trabalhar com a agenda do Google aberta em uma aba do navegador, em visualização semanal. Isso me permite ter uma visão do todo, desses sete dias, especialmente em termos de volume.

Poder ter esse volume sempre visível me dá um gatilho sobre existirem coisas que precisarão ser feitas nos próximos dias. Então pode ser que hoje as coisas estejam tranquilas mas, daqui a dois dias, os dias fiquem cheios. Para que eles não me sobrecarreguem, quero ver se eu consigo adiantar alguma atividade, para dar um respiro para os dias que já serão cheios por natureza.

Eu faço isso todos os dias, na segunda metade da tarde (entre 15, 15h30).

É uma dica bastante simples mas que ajuda bastante a olhar a agenda de amanhã e pensar:

  • tudo o que preciso fazer amanhã está listado?
  • tem alguma coisa que NÃO precisa ser feita amanhã e que eu posso mudar?
  • posso adiantar algo?

Essas três perguntas são chave e garantem que a minha semana fique muito mais tranquila e, a minha cabeça, mais ainda. 🙂

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Anual
  1. Quais foram os principais aprendizados deste ano?
  2. Qual foi a melhor coisa que aconteceu?
  3. Qual foi a pior coisa que aconteceu?
  4. Que desafios você enfrentou?
  5. Que oportunidades você teve?
  6. Como está a sua carreira profissional?
  7. Como está a sua saúde?
  8. Como estão os seus estudos?
  9. Como está o seu equilíbrio emocional?
  10. Como está o seu senso de legado?
  11. Como estão as suas finanças?
  12. Como está sua satisfação em termos de contribuição com o mundo?
  13. Como está a sua família?
  14. Como você está em termos de relacionamento amoroso?
  15. Como estão seus relacionamentos, de modo geral?
  16. Como está a sua relação com a espiritualidade?
  17. Como estão seus momentos de lazer, hobbies e criatividade?
  18. Você é feliz?
  19. O que mais te causou “barulho mental” este ano?
  20. Que momentos este ano foram memoráveis?
  21. Que hábitos você implementou ou deixou para trás?
  22. Do que você mais tem orgulho de ter feito este ano?
  23. Você viveu através dos seus valores pessoais?
  24. Qual foi a melhor decisão que você tomou?
  25. Como é a sua versão hoje comparada com a do ano anterior?
  26. Onde você falhou este ano?
  27. O que você deixou para trás?
  28. O que você mudou de ideia?
  29. Se você pudesse ter feito algo diferente, o que seria?
  30. Que conselho você daria para você mesma/o um ano atrás?