Categoria(s) do post: Diário da Thais

Todo final de mês eu gosto de publicar um post no blog contando como foi o meu mês por aqui, tanto vida pessoal quanto vida profissional. A ideia é poder fazer um apanhado e compartilhar com vocês um pouco mais da minha rotina.

Outubro foi um mês bastante intenso porque participei de diversos eventos e também iniciei uma série de novos projetos na empresa, então para mim ele foi um mês de “respira e vai” lá no começo, e agora está no fim. Eu vivi intensamente esse último mês mesmo. Vou contar como foi.

Lá no início, eu já tinha decidido que o tema central do nosso calendário editorial seria Produtividade Compassiva. Por quê? Basicamente, porque eu estou estudando, pesquisando, para desenvolver esse termo com cuidado e respaldo, mas vi que várias pessoas (que geralmente já são conhecidas por copiarem o meu conteúdo) estavam se apropriando dele. E, sinceramente, gente, eu não sou “apegada” às coisas (o Budismo me ensinou isso), mas foram dois pontos: 1) achei sacanagem, e fraude acadêmica é um assunto muito sério, e se eu comentei que estou desenvolvendo, alguém vir e se apropriar disso é muito feio sim, e 2) já que “remediado está”, então deixa eu explicar melhor de onde surgiu o termo, porque se alguém for copiar, que pelo menos saiba como o termo surgiu e por que ele é usado, em vez de desapropriar a origem dele, que vem do Budismo.

Este é um trabalho de uma vida inteira. Ao escolhê-lo para desenvolver a minha tese, o que eu quero é construir toda uma trajetória na “segunda metade” da minha vida, seguindo o exemplo, talvez, do que a Brené Brown fez com o trabalho acadêmico dela que foi para o público em geral, assim como outros professores e pesquisadores que eu admiro. Eu fiz o caminho inverno – comecei no blog e fui para a academia. Mas estou apaixonada por esse processo e é muito brochante ver quando alguém pega uma ideia da sua vida e quer se apropriar dela antes mesmo de ter sido definida. Na real eu nem entendo muito por que alguém faria isso. Ou sim, enfim.

O fato é que, em outubro, também foi aniversário do Vida Organizada (14 anos este ano). E, para comemorar, quis fazer algumas ações. Uma delas foi a Semana da Produtividade Compassiva – uma semana com 4 aulas e 4 lives adicionais, de apoio, onde eu busquei ensinar como você pode associar a produtividade pessoal ao conceito de compassividade, tornando a sua rotina mais tranquila através da organização.

Outro projeto bacana que fizemos este mês foi uma série de 15 lives sobre as principais dificuldades da organização. Em setembro, fiz uma pesquisa no Instagram, perguntando para o pessoal; o que vocês gostariam que eu abordasse? Eu percebi que os temas citados sempre eram dificuldades com relação ao processo pessoal de organização! Então foi bacana concluir esse projeto.

E também, ao final do mês, abrimos a Turma 5 do meu curso online do Método Vida Organizada, em uma edição com muitas novidades e a implementação de recursos bacanas nesta e em todas as outras turmas que estão em andamento. Sou muito grata a todos que participaram e se tornaram alunos.

O meu mês foi cheio desde a primeira semana. Gravações, sessões com clientes, encontros do Grupo de Pesquisa, reuniões, processos novos sendo implementados, equipe, lives, eventos – ufa! Passou! Mas foi intenso!

O Seminário Acadêmico que eu apresentei foi o 6o Seminário de Comunicação e Política na Sociedade do Espetáculo, onde apresentei uma parte da minha dissertação sobre “What’sApp 24/7, ansiedade e precarização do trabalho”. O Seminário não será disponibilizado gravado e a minha própria pesquisa, assim que publicado, eu divulgarei aqui (ainda não foi). Eu gosto muito desse grupo de pesquisa e ele tem reuniões periódicas, geralmente a cada três semanas, e eu espero continuar participando dele mesmo estando em outro GP por conta do Doutorado (quando entrar).

Outro evento que participei foi o POB Brasil – Personal Organizer Brasil, o maior evento do setor. Junto com o José Luiz da Cunha (fundador da OZ) e a Tamara Myles (uma linda, e autora de um livro muito bacana chamado “Produtividade Máxima”) discutimos em um painel sobre “produtividade egoísta” – quando os seus limites de produtividade pessoal prejudicam a produtividade do outro. O painel na verdade rendeu boas discussões e eu aprendi muito a partir dele. Eu não saberia dizer se é possível comprar as palestras do evento após a sua realização, mas você pode contatar os organizadores no site do evento para perguntar, se quiser.

Aí, na sequência, tive meus dois grandes eventos do Vida Organizada no mês.

Bom, eu acho que vale a pena comentar sobre um tema que norteou bastante as coisas por aqui, que foi o meu planejamento para o Doutorado. Os processos seletivos que eu gostaria de participar foram abertos em outubro, então eu foquei bastante na conclusão do meu pré-projeto, revisá-lo, fazer leituras e pesquisas adicionais, levantar os documentos necessários (pedir em secretaria, aquela coisa). Foi um ponto alto do mês porque eu me senti bastante orgulhosa de mim mesma pelo pré-projeto que desenhei e, só de me imaginar fazendo essa pesquisa nos próximos quatro anos, fiquei muito feliz.

Saúde, bem. Melhor que setembro. Ainda não fiz os exames – farei entre novembro e dezembro.

Estudos, como falei, voltados ao Doutorado e ao Seminário. Estudei bastante para a minha mentoria de marketing também.

Equilíbrio emocional, indo. Comecei a me consultar com um médico novo e iniciei um novo tratamento também. Psicoterapia continua (acho essencial).

Senso de propósito e legado mais forte do que nunca. Feliz com esse trabalho.

Finanças, um pouco mais tranquila, feliz com um objetivo alcançado, e considerando que essa seja a minha área de foco no ano que vem. Eu aprendi demais nos últimos anos sobre esse assunto, especialmente de um ano para cá. Cresci enormemente, internamente.

Contribuição com o mundo, me sinto doando a mim mesma o tempo todo.

Família, tudo bem. Saudades da minha mãe. Frustrada por não poder vê-la mais vezes. Marido está bem. Paul está passando dos limites com as telinha, para mim, mas este mês a gente conseguiu melhorar um pouco isso.

Amigos, continuam mais ou menos na mesma, trocando mensagens virtuais, em tempos de pandemia. Social, levando em conta contatos profissionais também, sigo não dando muito conta. É muito contato, muita gente, e eu sou introvertida, não me sinto bem respondendo e falando com todo mundo ao mesmo tempo. Mas sigamos.

Espiritualidade, plenitude e lazer estão presentes.

Como era um mês duro, com muitas atividades, eu priorizei o meu descanso nas horas vagas. Foi muito acertado. Não ficou doente e tive falta de ar mais grave só uma vez (no meio de uma live). Me sinto melhor.

Quero tirar uma semana off em novembro para descansar a mente um pouco, e farei o possível para que isso aconteça. Um dos pontos altos de outubro foi que algumas pessoas começaram a trabalhar comigo e vão ajudar demais em todas as frentes do VO, mas isso é assunto para outros posts futuros, porque tem bastante coisa legal a dizer a respeito disso.

Outubro foi muito bom para mim em diversos aspectos, mas desde o início sabia que seria um mês volumoso e ocupado, o que sempre me tira da zona de conforto, pois prefiro tempos mais tranquilos. No entanto, passou! Acabou! E agora vem um mês que eu acredito que seja mais tranquilo. E isso é maravilhoso.

E o seu mês de outubro, como foi?

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Novidades

Oi pessoal. Hoje é absolutamente o último dia para se inscrever no meu curso online do Método Vida Organizada. Estou postando este aviso final porque sempre, sempre aparece alguém que não viu, por isso trago todas as possibilidades de lembretes até o fechamento. Peço desculpas se estiver sendo chata nessa divulgação esta semana, mas agradeço a compreensão sobre esse ser o meu trabalho e a necessidade de divulgá-lo. <3

Clique aqui para se inscrever antes das 23h59

Caso você ainda tenha dúvidas sobre o curso, alguns pontos que podem te ajudar a considerar fazê-lo:

  • Eu tenho plena ciência de que todo mundo está sem tempo e se inscreveu em muitos cursos, por isso o programa do MVO é desenhado para ser leve e concluído de acordo com o ritmo de cada um.
  • Ao se matricular no curso, você receberá uma planilha de controle pessoal para ir registrando onde está no curso e seus próximos passos. Se estiver com dificuldade em algum módulo, você pode selecionar a opção “preciso de ajuda” e entraremos em contato com você imediatamente para poder te ajudar e orientar.
  • O curso tem aulas gravadas, disponibilizadas em módulos, mas muitas aulas ao vivo também, que ficam todas gravadas caso você não consiga participar ao vivo.
  • Todo mês, temos dois workshops ao vivo sobre ferramentas, para aprender “do zero” mesmo a usar, pois sabemos que muitos usuários têm dificuldades com tecnologia ou mesmo os que já usam não conhecem todos os recursos de cada uma. Em novembro, teremos, por exemplo, um workshop de Notion e uma Masterclass de Mapas Mentais com a Liz Kimura (única certificada pelo Tony Buzan no Brasil).
  • O workshop de Planejamento de Vida, que era um workshop presencial meu de oito horas, virou agora um dos principais módulos do curso, pois ele conversa com todo o programa restante.
  • Temos módulos-base, chamados assim porque representam os fundamentos e as configurações básicas que você precisa fazer em todas as ferramentas e ambientes: trabalho, e-mails, mensagens, listas, agenda, pastas, arquivos e muito mais.
  • Temos um módulo de organização para cada área da vida: finanças, saúde, família, estudos etc. Todo o conteúdo modular vai entrando semanalmente. Para você ter uma ideia, liberando assim, toda semana, essa parte do curso vai até fevereiro.
  • Você tem três anos de acesso total ao curso, quando pode assistir e reassistir as aulas quantas vezes quiser. E 1 ano de suporte, apoio com a planilha de navegação, acesso a todas as atualizações de turmas futuras no curso, 2 workshops mensais de ferramentas, plantão de dúvidas e muito mais.
  • Vários cursos meus gravados que entram como módulos bônus do curso, como organização de finanças (com quatro horas de duração), organização dos estudos (com três horas de duração), entre outros.
  • Um grupo exclusivo do Telegram para todos os alunos da sua turma.
  • E aqui vai um bônus especial: entre novembro e dezembro, teremos uma Mentoria “pocket” de um mês com foco no Planejamento 2021. A primeira aula será HOJE, aberta no YouTube, e depois fechada apenas aos alunos.

Com certeza existem várias outras coisas legais que poderia colocar aqui, mas penso que só o que postei acima talvez já seja suficiente para mostrar como o programa é muito completo e vai te ajudar a ter benefícios imediatos para uma rotina tranquila através da organização.

Eu definitivamente não tenha a intenção de abrir outra turma este ano, então aproveite esses últimos dois meses do ano para fazer seu planejamento 2021 e iniciar seu processo de organização. Vamos juntas/os?

Clique aqui para se inscrever antes das 23h59

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Imprensa, Novidades

Tem tanta coisa acontecendo esta semana, mas eu não poderia deixar de falar sobre isso: ontem foi o aniversário do blog Vida Organizada! Em 28 de outubro de 2006, eu fiz a primeira postagem no blog, ainda no Blogspot, para compartilhar algumas dicas de organização para o final do ano. Eu já estava envolvida com o assunto organização, apaixonada, e resolvi começar a compartilhar essas dicas em um blog.

Nunca imaginei que esse blog daria o tom da minha vida dali em diante. Da paixão, surgiu o interesse em me aprofundar, para criar conteúdo com responsabilidade, respaldo naquilo que estava compartilhando. Cada vez mais, isso foi se misturando com as minhas experiências pessoais, e o VO foi desenvolvendo sua própria voz.

2020 tem sido um ano difícil para todo mundo, e para mim também, mas eu não posso deixar de reconhecer tantas coisas boas que aconteceram com o VO nesse último ano. Pela primeira vez, eu entrei em um ano completamente focada nesse trabalho. Meu lema foi: “confie mais no seu próprio trabalho!”. Nunca isso teria sido tão mais acertado. Apesar de amar, respeitar e honrar métodos e técnicas de terceiros, com três livros publicados, um mestrado e mais de uma década de experiência, eu percebi que tinha algo de valor sendo desenvolvido aqui também. Começar a focar nisso abriu uma nova perspectiva, e a mágica acontece.

Muito obrigada a todos vocês que acompanham esse trabalho por aqui. Eu chego nesse aniversário do blog com um sentimento de plenitude e sendo de propósito muito fortes. A única coisa que espero é continuar podendo fazer esse trabalho. OBRIGADA por estar aqui. Você faz parte disso.

Categoria(s) do post: Saúde

O que eu sempre compartilho com vocês é sobre a possibilidade de personalizar a rotina diariamente, de acordo com as necessidades pessoais no dia e. de tempos em tempos, de acordo com as circunstâncias (por exemplo: um bebê recém-nascido em casa, uma transição de carreira, ou até mesmo uma mudança de fuso horário).

Nas últimas três semanas, eu venho estado envolvida em vários eventos que aconteceram e que ainda estão em andamento: um seminário acadêmico, o maior evento do setor (Personal Organizer Brasil), onde participei em uma mesa e assisti as palestras, a Semana da Produtividade Compassiva, um curso de uma semana gratuito que ministrei todos os dias ao vivo na semana passada, e esta semana estamos fazendo o onboarding da Turma 5 do curso online do Método Vida Organizada, que sempre demanda muitos esforços em conjunto, dedicação plena aos alunos e uma aula inaugural que acontecerá sábado.

Por mais que eu adore acordar em determinado horário todos os dias (antes do nascer do sol), eu sei que esse horário de acordar faz com que eu fique com sono e cansada mais cedo também. Costumo encerrar meu dia de trabalho por volta das 17h ou 18h, normalmente. O que acontece é que, com essa rotina de cursos e eventos, muitas aulas acontecem no final da tarde ou à noite, então eu senti que precisaria fazer reajustes temporários no meu sono para ficar bem nessas semanas. A palavra-chave da decisão está no temporário. Eu sei que mudar totalmente não me deixa bem. Minha energia muda completamente quando eu durmo e acordo mais tarde. Ok, eu fico descansada, consigo ministrar minhas aulas com qualidade no final da tarde, tudo certo. Mas tem que ser durante um tempo pré-determinado, senão bagunça bastante o meu metabolismo e o corpo começa a dar sinais de que está sentindo a mudança.

Toda decisão que afeta a rotina tem seus prós e seus contras. O grande parâmetro de decisão, ao meu ver, é o propósito. Neste momento, meu propósito era passar essas três semanas bem, atendendo meus alunos bem, sem ter consequências de cansaço e sobrecarga na minha saúde. Por isso, tirei todas as atividades que não precisavam estar neste momento, mudei meu horário um pouco, mas me mantive restrita em todo o resto: alimentação, atividade física, meditação etc. Continuo dormindo boas horas de sono toda noite (entre 7 e 8 horas), mas em horários diferentes (indo dormir entre 23h e meia-noite e acordando 7 ou 8 horas depois).

Dá pra fazer isso, sabendo que é um ajuste temporário, e que depois eu vou voltar para o horário de sono que sei que funciona melhor para mim.

Como você se relaciona com sua rotina e sono? Para você é algo abstrato ainda ou você já consegue fazer esses manejos? Conta aqui nos comentários, se quiser. 😉

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Criatividade, Ferramentas de organização, Novidades

Sou uma grande fã de mapas mentais e, desde que fiz o curso com a Liz Kimura, ano passado, isso me ajudou demais a ter uma visão diferente do potencial desse sistema para absolutamente tudo. Saí do curso com vontade de usar mapa mental para absolutamente todas as coisas. E também entendi por que vale a pena muitas vezes fazer o mapa no papel, por mais que o digital pareça mais “prático” – porque o mapa mental mexe com os “dois lados” do cérebro, e nos ajuda a desdobrar o nosso raciocínio e elaborar conexões dentro do conteúdo desenhado. Fora que meu lado #turmadopapel sempre fica feliz quando eu uso canetinhas coloridas e desenhos para me expressar, pois já uso muitas ferramentas digitais para fins de organização.

Os mapas mentais podem ser usados tanto para a vida pessoal quanto para a vida profissional. No trabalho, você pode usar para:

  • notas de reuniões
  • planejar as ações da semana ou de um projeto
  • notas de treinamentos
  • desenhar uma apresentação
  • planejar uma reunião
  • planejar conversas
  • definir suas responsabilidades e escopo de trabalho
  • planejar um novo empreendimento

Em nível pessoal, os mapas podem ser usados para:

  • planejar a rotina pessoal
  • planejar as refeições da semana
  • fazer um levantamento de finanças
  • tomar decisões
  • organizar uma viagem
  • compra de presentes de Natal
  • refletir sobre as áreas da vida
  • fazer o planejamento anual
  • planejar compras diversas
  • planejar uma reforma em casa
  • notas de aulas
  • fazer resumo de livros
  • buscar soluções para problemas
  • mapear os alimentos sugeridos pela nutricionista

Para ser bem sincera, esses são apenas alguns exemplos, pois os usos dos mapas mentais são infinitos.

Para quem for meu aluno no curso do Método Vida Organizada, em novembro teremos um workshop ministrado pela Liz especialmente para os alunos (de todas as turmas em andamento) sobre mapas mentais e organização pessoal. Hoje nós faremos uma live no YouTube onde ela fará uma introdução ao tema.

Se você quiser, ainda dá tempo de se inscrever no curso. As inscrições serão encerradas na sexta-feira. Obrigada!

Categoria(s) do post: Novidades

Estão abertas as inscrições para a Turma 5 do Método Vida Organizada, o programa 100% de organização que te ajuda a ter uma rotina tranquila.

Essas vagas foram abertas agora excepcionalmente para abrigar os remanescentes da turma de agosto, que não conseguiram se inscrever porque encerramos as vagas em poucos dias.

Apesar de ser um curso online e parecer que não há limite de vagas, nós temos um limite nosso do que podemos atender, pois o curso oferece suporte e um montão de coisas personalizadas aos alunos, então precisamos ter esse limite sim de vagas e, portanto, as inscrições ficam poucos dias abertas.

As inscrições se abrem oficialmente nesta segunda-feira, dia 26 de outubro, às 8h, e se encerram na sexta, 30 de outubro, às 23h59, a não ser que as vagas se encerrem antes (avisarei com antecedência se isso estiver prestes a acontecer – fique de olho no blog e nas redes sociais do VO!).

O nosso curso é pautado em desenvolver uma rotina tranquila, associada a uma mente tranquila. Esse é o nosso foco.

Você terá 3 anos de acesso ao curso desde o momento da sua compra, podendo assistir e reassistir as aulas quantas vezes quiser.

Durante 1 ano, você terá atualizações no curso e acesso a diversos conteúdos adicionais, como por exemplo: atualizações nos módulos, aulas ao vivo, workshops de ferramentas, plantão de dúvidas, suporte às suas dúvidas, navegação, fórum e tutoria.

Alunos das turmas de 2020, 2019 e 2018 que quiserem migrar de uma turma para outra, podem fazer isso pagando apenas uma taxa de atualização. Contatem atendimentovidaorganizada@gmail.com para saber como fazer. Alunos de anos anteriores não entram nesta iniciativa porque o curso é totalmente outro, então nesse caso compensa a inscrição regular mesmo.

Conteúdo programático

Módulos BASE Fundamentos + Setup Básico + Planejamento de Vida

Módulos das Áreas da Vida Finanças, Saúde, Estudos, Emocional, Lazer, Espiritualidade etc. Vida, Casa e Trabalho

Módulos de Workshops Google Agenda, Todoist, Evernote, Trello Masterclass da Liz Kimura de Mapas Mentais (nov)

Plantão de Dúvidas

Bônus adicionais

Grupo da sua turma no Telegram

Nosso curso tem muitas novidades a partir desta turma e o valor sofrerá um reajuste. No entanto, para sermos justos com quem não conseguiu se inscrever na última turma, nós estamos mantendo o valor antigo do curso para quem se inscrever nesta segunda-feira apenas. Então não perca, tá bem?

Depois disso, inscrições normais até sexta, a não ser que se encerrem as vagas.

Confira aqui todo o programa do curso, em detalhes, informações sobre valores e o link para inscrição. Obrigada!

Categoria(s) do post: Linkagem

A linkagem de domingo é uma coletânea de links. Vocês sempre me pedem para compartilhar os canais que acompanho, os blogs que leio, e esta é a minha maneira de fazer isso.  São posts que eu li, vídeo que vi e gostei durante a semana anterior. Os assuntos não necessariamente têm a ver com organização, mas definitivamente sempre são relacionados ao blog.

Espero que você tenha uma boa semana. 🙂

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: GTD™, Tecnologia, Novidades

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Hoje eu estava ministrando um workshop de Trello para os meus alunos e, ao navegar pelos modelos / templates, me deparei com esse modelo da foto (Método GTD no Trello), atribuído a mim, com meu nome e minha foto.

Entrei no quadro para ver se ele tinha sido criado baseado em alguma postagem minha do Vida Organizada e o quadro tem várias coisas nada a ver, coisa de pomodoro misturada com GTD, enfim.

NÃO fui eu que criei esse quadro, não tem boas práticas de GTD nele, e não autorizei o meu nome e a minha imagem nesse modelo.

Nada contra, e inclusive me coloco à disposição do Trello para montar esse quadro, se eles quiserem. Mas é complicado criarem um quadro que não tenha boas práticas de GTD e ainda atribuírem a mim, como se eu o tivesse criado.

Fica aqui a nota de esclarecimento para que vocês saibam, caso acessem esse quadro. Obrigada.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Armazenamento, Roupas

Ah, o que a quarentena faz com as nossas pobres mentes! XD

Eu gosto de usar a técnica do armário-cápsula para organizar o meu guarda-roupa. A adaptação que faço é criar uma cápsula de peças para um período de tempo em que ela faça sentido para mim – não necessariamente por estação, mas uso as estações como direcionamento.

No início de setembro, eu reorganizei o meu armário para esse período entre estações. Setembro é um mês esquisito em São Paulo, porque temos dias muito quentes, assim como dias frios, e chove muito ou o tempo fica super seco durante uma semana. Então foi um armário de transição mesmo.

No entanto, com a entrada de outubro, o “friozão” se tornou menos frequente e eu percebi que poderia guardar as blusas mais grossas de lã, lavando, mandando cobertor mais grosso para a lavanderia e dando adeus definitivamente para o inverno. Isso me deu vontade de reorganizar o guarda-roupa novamente, e decidi dar a ele o tema de “1 mês em Paris”. rs

Não, é óbvio que eu não vou viajar. Mas eu quis cortar a minha franja de novo e, inspirada pela série na Netflix (“Emily em Paris”), tudo estava me deixando com vontade de pensar em um armário-cápsula de transição para o verão com essa temática. Então lá fui eu no último domingo reorganizar as coisas e manter as peças que fossem coesas nessa temática. É uma maneira de exercitar a criatividade. Eu me divirto.

Escolhi duas cores neutras escuras (preto e marinho) e duas cores neutras claras (branco e bege). Como cores de destaque, escolhi o azul “bic” e o amarelo. Tudo o que não se encaixasse nesses tons eu guardei em outra parte do guarda-roupa, com uma ou duas exceções (por exemplo, uma camiseta listrada marrom que dá para ver na gaveta acima).

Sobre as peças:

  • Calças essencialmente jeans, tirando uma de alfaiataria preta e uma pantacourt bege. Uma minissaia de couro (fake) preta, porque é a única minissaia que tenho. Dois vestidos de malha pretos e um vestido florido longo que adoro. Uma bermuda jeans com laço e uma bermuda de linho bege. Essas foram as partes de baixo.
  • Mantive suéteres pretos, bege, marinho e branco. E um listrado preto e branco.
  • Camisas, apenas duas: uma branca e uma jeans.
  • De casacos: um trench bege, uma jaqueta jeans e um blazer preto.
  • Algumas blusinhas estão penduradas – blusas que não considero camisetas, pois são de algum tecido mais molinho ou são regatas.
  • Na gaveta, estão, da esquerda para a direita: os suéteres, camisetas listradas (em seu esplendor nesse tema de armário!), camisetas lisas, camisetas estampadas e camisetas de manga longa. Acabam sendo o que eu mais uso no dia a dia.

Nas outras duas gavetas do armário, uma é para lingeries e outra para pijamas e roupas de ginástica.

As calças jeans, tenho tipos diferentes: uma pantalona, uma skinny, uma pantacourt e uma reta, mais clara. Também tem uma de sarja branca e outra preta.

Chamei esse armário de “1 mês na França” porque é o que eu levaria se fosse passar um mês lá. Só podemos sonhar no momento, então que a França venha até mim. <3

Eu acredito que esse armário se mantenha por mais ou menos um mês mesmo, antes da chegada do verão e de um calor mais intenso.

Categoria(s) do post: Contribuição com o mundo, Vida Organizada

Eu recém finalizei o meu pré-projeto de doutorado (primeira versão) e achei que seria interessante publicar um post contando como nasceu o desenvolvimento do termo “produtividade compassiva”. Digo que foi a primeira versão do pré-projeto porque eu vou submetê-lo a processos seletivos pela primeira vez, então terei um feedback sobre ele, podendo fazer ajustes para novos processos a partir do ano que vem ou alinhamentos a partir do momento em que ele seja aceito em algum programa e eu inicie o doutorado em 2021.

“Compaixão” é um termo que está na moda. Se você fizer uma busca sobre o termo no site da Amazon, por exemplo, aparecerão milhares de resultados. Eu considero excelente que estejamos vivendo em uma época em que as pessoas estejam interessadas em sentimentos de compaixão. Acredito demais que o mundo precise disso. O foco que eu trago, no entanto, no desenho desse termo, vem do Budismo. Não, não é necessário ser budista para ter compaixão, mas foi de onde nasceu o meu intuito para desenvolver essa abordagem.

Existe um termo budista para a mente de compaixão. O termo é bodichitta. Quando nos identificamos com o sofrimento do outro, essa é a descoberta da bodichitta. Em sânscrito, bodichitta significa “coração nobre ou desperto”, o que significa que é algo inerente a todos os seres e que despertamos para essa dor quando recebemos toda a dor do mundo e deixamos que ela toque o nosso coração. A dor então se transforma em compaixão.

A primeira nobre verdade no Budismo é: existe sofrimento. Quando nos protegemos dos sofrimentos, não estamos necessariamente sendo bondosos com nós mesmos. Estamos com medo, endurecidos, muitas vezes alienados. Nos separamos do todo. Nos fechamos. Nós temos uma couraça, e a compaixão penetra nessa couraça. Porque, quando encontramos algo precioso, alegre, feliz, queremos compartilhar essa riqueza, e não usá-la para nos distanciarmos. Trata-se de um amor universal.

O despertar espiritual é frequentemente descrito e comparado a subir uma montanha para, lá do alto, meditar e alcançar a iluminação (a analogia do monge no alto da montanha). E bem, essa é uma imagem muito bonita, mas o fato é que, quando subimos a montanha – e a subida pode ser uma jornada necessária, além de sofrida – nós deixamos para trás tudo e todos. Deixamos nosso chefe ansioso, nossa irmã com depressão, o amigo com vícios, a amiga com câncer. Nenhum sofrimento é aliviado a partir de nossa jornada ou fuga pessoal. Eles continuam existindo. Por isso, quando se fala em bodichitta, em mente de compaixão, a analogia real é a jornada da descida, não a da subida apenas. A subida é importante porque, alcançando a libertação, nos libertando dos sofrimentos, aprendemos como fazer, mas não faz sentido guardar isso só para a gente. Ajudamos os outros a se libertarem de seus sofrimentos também. E sim, leva tempo. Leva muitas vidas. É um caminho.

No meu pré-projeto, o recorte da pesquisa de campo serão os praticantes budistas vivendo, se relacionando e trabalhando no mundo ocidental – em especial o Brasil. E aí poderemos tensionar essa mente de compaixão na prática, na vida real. Eu sei que existem outras pessoas que não são budistas e que também sentem compaixão. Existem até pesquisas relacionadas aos profissionais de saúde (enfermeiros, por exemplo). Meu problema de pesquisa então será: como um profissional que desenvolve essencialmente uma mente com foco em compaixão, construída a partir de bases fortes como valores atrelados a um caminho religioso de disciplina moral, como o Budismo Mahayana, estabelece limites de comunicação com foco em uma produtividade pessoal? E ainda: é possível o desenvolvimento de uma produtividade compassiva ainda dentro do capitalismo, que seja menos agressiva ao trabalhador?

Trazendo para a parte prática, que estamos trabalhando nesta Semana, envolve desenvolver decisões e habilidades internas, referentes a nós mesmos, para depois ensinarmos e levarmos essas habilidades externamente, para as pessoas com as quais convivemos. Trata-se de uma abordagem compassiva e não violenta de trato com os demais, mesmo a gente vivendo em um mundo com potencial caótico, especialmente com relação ao excesso de trabalho, preocupações e informações.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Estudos

Vocês sabem que eu gosto de compartilhar com vocês tudo o que estou fazendo na minha vida e que de alguma maneira esteja relacionada a organização, produtividade, e possa te ajudar de alguma maneira, se você tiver questões parecidas. Evito falar sobre situações que ainda não vivenciei – a não ser que traga especialistas que possam ajudar com determinadas questões em meu lugar.

Pois bem. Estou nessa etapa de finalização da primeira versão do pré-projeto para submetê-los a alguns processos seletivos este ano, para ingresso em janeiro 2021. Eu escrevi um post anterior contando um pouco sobre o meu planejamento para o doutorado como um todo. Quando eu terminei o mestrado, confesso que não esperava ter essa empolgação para um doutorado logo na sequência, pois os meus dois anos do mestrado foram super difíceis (o primeiro com a morte da minha avó e o segundo com um problema de saúde). No entanto, tive uma espécie de epifania sobre o que gostaria de levar para a tese e, com esse “chamado”, não consegui nem me conter direito. Comecei a ler muita coisa, pesquisar, conversar com meu professor orientador do mestrado (que iluminou demaaaais as minhas ideias), e aí pesquisar as linhas de pesquisa das universidades e os professores pesquisadores para poder escolher para qual lado eu iria.

Bom, eu vou trazer algumas atualizações desde o último post em que falei sobre o assunto então.

  • Com relação à área de atuação. Eu tinha decidido que ficaria no campo da Comunicação, e esse plano continua, mas desenhando o pré-projeto vi que ele se encontraria também nas Ciências Sociais. Logo, em um dos processos seletivos, eu o submeti para Ciências Sociais, pois se encaixava mais na linha da universidade e também na pesquisa da professora que escolhi como orientadora. Vamos deixar o destino decidir.
  • Com relação à universidade, apesar de ter uma preferência, muitos de vocês me escreveram sobre tentar uma universidade pública, e eu resolvi tentar também, porque “vai que”. Então estou no processo seletivo de uma universidade pública também.
  • Com relação ao investimento, eu montei uma reserva que me permitisse fazer o primeiro ano do doutorado com tranquilidade e, então, ir assim, aos poucos. Pensar no montante chegava a me dar ansiedade.

Lá no post que fiz em maio eu comentei que tinha entrado em contato com a universidade e que a professora coordenadora do curso foi super legal comigo e me orientou a:

  • focar em elaborar um bom projeto de pesquisa porque ele vai ajudar não apenas na aprovação como depois para requisição de uma bolsa;
  • explorar o corpo docente para escolher um possível orientador e vá trocando ideias com ele nesse meio tempo, para ele até te ajudar com o pré-projeto.

E foi o que eu fiz! Foquei nas leituras, anotei todas as ideias e insights que tive sobre o pré-projeto ao longo do tempo, e também fui pesquisando os professores, universidades e linhas de pesquisa para entender “como cada universidade pensa” e ver como meu projeto se encaixaria no que cada uma delas propunha.

Esse período também foi importante para entender melhor o cronograma do doutorado. Por exemplo, o primeiro ano será bastante dedicado às disciplinas (eu achei que elas seriam espaçadas nos quatro anos do curso). Então isso me ajuda a planejar como será a relação entre doutorado e trabalho e que parte da minha pesquisa vou iniciar nesse primeiro ano.

Eu estou em um momento da vida muito dedicada ao meu trabalho, pois finamente “me encontrei” em todas as frentes dele. E o doutorado se encaixa no que eu estou fazendo.

Eu atualizei o meu mapa mental, na parte da visão, no modelo de planejamento natural, tirando as especificidades de campo, pois já não sei se a pesquisa será desenvolvida necessariamente no campo da Comunição.

Aí eu também atualizei o mapa mental com um galho para o pré-projeto e inseri as informações principais por ali, pois isso me permite ter um referencial do doutorado como um todo em um só lugar.

Revisando então os passos que eu tinha colocado como seguintes no post que escrevi em maio:

  • Trabalhar no pré-projeto, até mesmo para entender se eu já tenho clareza sobre o tema que quero pesquisar. Estou justamente nesse momento, então vai ser incrível trabalhar nesse documento, leve o tempo que for. Como eu falei, não me interesso apenas em ter as coisas prontas, mas em curtir o processo para concluí-las; ✓ feito
  • Analisar o corpo docente, ler sobre os professores, artigos publicados, para chegar a alguns nomes que poderiam ser meus orientadores; ✓ feito
  • Conversar com meu professor orientador do mestrado para insights e orientações adicionais, conforme apropriado. ✓ feito

Os próximos passos do momento são:

  • Fazer a prova do processo seletivo da universidade pública;
  • Concluir a inscrição em um terceiro processo seletivo;
  • Participar das entrevistas.

O amadurecimento que eu tive entre a entrada no mestrado e onde estou agora é visível para mim. Só o fato de eu conseguir elaborar um projeto de pesquisa com clareza, ter descoberto o que quero desenvolver na tese, descrever uma metodologia, me imaginar fazendo a pesquisa nos próximos quatro anos, enfim… tudo isso já me deixou muito feliz pois vi progresso na minha trajetória acadêmica. O que eu espero neste momento é “sentir” como é o processo, colocar meu pré-projeto à prova, receber feedback e, se não passar, pegar esses aprendizados para re-elaborar para os processos seguintes. Se eu passar, me sinto preparada em termos de agenda para abrigar essa nova iniciativa que é uma visão de mais de quatro anos. Estou feliz.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Ambiente de trabalho, Armazenamento

Ter uma biblioteca em casa é um hobby fascinante.

Eu amo os meus livros. Amo cuidar deles e constantemente buscar novas maneiras de interagir e brincar com a sua disposição.

Organizar por ordem cronológica, por autor ou por assunto é o que normalmente se faz. E é como faço. Mas, de vez em quando, tenho vontade de testar novas configurações.

Esta semana, em comemoração à Semana da Produtividade Compassiva, para deixar o cenário das aulas mais “festivo”, eu resolvi organizar as minhas estantes novamente pelas cores das lombadas dos livros.

Tenho duas estantes, então uma está com os livros coloridos e a outra com os livros em preto e branco.

Eu tenho livros em outros lugares da casa também: cozinha, sala, meu quarto e no quarto do filhote. Essas estante estão no meu escritório em casa (vulgo home-office).

É claro que organizar por assunto torna a busca mais fácil, mas dá para ter uma ordem mesmo organizando por cores. Nas cores em questão, eu agrupo os livros pelos temas, então não fica tão difícil assim encontrar o que eu procuro. Além do que, eu ADORO procurar os livros. Lembre-se o que disse no início: a biblioteca não é apenas funcional – ela é um hobby, para mim. Amo demais ter os livros e cuidar deles. Me pego várias vezes apenas refletindo olhando os títulos na estante.

Esse tipo de coisa torna a minha vida mais feliz. <3 Gosto de compartilhar.