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Nota de falecimento

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Pessoal,

Minha avó faleceu esta manhã e eu ficarei alguns dias afastada da Internet.

Cancelei todos os agendamentos aqui ou no canal em respeito ao momento. Também não conseguirei responder os comentários.

Agradeço a todos o carinho e as mensagens. Em breve eu volto.

Obrigada.

Thais

O que é o meu trabalho? Como ganho dinheiro?

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Existem essas dúvidas sobre quem trabalha com conteúdo na Internet.

Também existem casos e casos. Existem pessoas que trabalham (e têm sua remuneração) apenas pelo conteúdo. Isso acontece através de patrocinadores, posts pagos e outras ações publicitárias, que envolvem participar de eventos, postar muito no Insta Stories, gravar vídeos e outros conteúdos desse tipo.

No meu caso, o conteúdo em si nunca trouxe meu faturamento principal. Eu costumo mais recusar ações comerciais relacionadas a conteúdo que aceitar e trazer para cá coisas que não tenham absolutamente nada a ver com o blog. Ainda hoje, anúncios como o AdSense do Google rendem muito pouco. Jamais daria para me sustentar ou manter a minha empresa.

O que eu observo, na maioria das pessoas que trabalha com conteúdo, é que o que fazemos proporciona que a gente trabalhe compartilhando conteúdo – simples assim. O nosso trabalho fora do blog, fora do canal no YouTube, é o que sustenta o conteúdo.

E meu trabalho fora do blog é o seguinte:

GTD

A Call Daniel é a franquia brasileira do método GTD, que foi criado por um norte-americano chamado David Allen (que hoje mora na Holanda), e é o método que eu uso para me organizar.

Comecei a trabalhar com o Daniel em 2013 através de uma consultoria de marketing digital, e no ano seguinte aceitei o convite para trabalhar como professora do método GTD em empresas e cursos abertos, para pessoas físicas. Daí vinha a minha remuneração principal na época.

Hoje, meu trabalho com o GTD (remunerado) se baseia nas seguintes responsabilidades:

  • Capacitação de instrutores e vendedores
  • Organizar e ministrar turmas abertas (os cursos presenciais) – agenda
  • Traduzir materiais

Ainda participo de projetos esparsos e estou investindo (= pagando do meu bolso) em uma certificação de coaching que me permitirá ter isso como serviço daqui a alguns meses, ensinando as pessoas pessoalmente e individualmente a usarem o método GTD.

Vida Organizada

O Vida Organizada nasceu como um blog, mas hoje é mais do que isso. Hoje a empresa se baseia nas seguintes responsabilidades (que trazem remuneração):

  • Cursos online – todos os cursos
  • Consultoria de organização
  • Mentoria para profissionais da área de organização
  • Venda de livros
  • Conteúdo pago
  • Eventos e palestras

Ou seja, são diversas fontes de renda que constituem um todo saudável e em crescimento, que me permite contratar pessoas e fazer investimentos cada vez mais focados tanto em termos de dinheiro quanto de tempo.

Um ponto importante de diferenciação foi ter identificado que, com o GTD, sou a especialista e, com o Vida Organizada, sou a gestora. Esse ponto foi fundamental, pois me permitiu visualizar o que eu deveria delegar e o que deveria ficar comigo, o que impacta diretamente na maneira como eu aloco os meus esforços diariamente.

Muitos leitores que acompanham o blog não conseguem imaginar de onde vem a remuneração dos seus blogueiros favoritos, então espero que este post possa mostrar pelo menos um pouco do que é o meu trabalho. A grande verdade é que quem trabalha com conteúdo o faz por amor ao negócio mesmo.

Qualquer dúvida que você tiver, por favor, poste nos comentários. Obrigada!

Eu não sei se estou conseguindo trabalhar de manhã

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Acredito que uma das principais vantagens de ter a minha empresa é construir a minha própria rotina.

E eu gosto de acordar cedo. De verdade. Mas também acredito na reformatação constante.

Ultimamente, com todos os acontecimentos com relação ao tratamento da minha avó (ela teve um problema bem grave nos últimos dias e está internada fazendo hemodiálise), eu tenho me permitido dormir mais tarde e acordar mais tarde.

Vejam: eu era uma pessoa que começava a trabalhar por volta das 7h15. Nas últimas semanas, tenho tido compromissos até tarde. É comum ficar o dia todo no hospital e voltar para casa tarde. Com isso, comecei a trabalhar até mais tarde, ou fazer outra coisas e ir dormir tarde. Minha única regra do sono é dormir horas suficientes. O ideal são 7,5h. Em dias excepcionais, consigo dormir menos, mas não é sustentável mesmo a curto prazo. É coisa para fazer menos de duas vezes por semana (isso já me sobrecarrega).

Tenho tentado aceitar esse novo ritmo como uma fase, mas pegando leve comigo mesma. E se não for? E se for um “novo horário”? E quem disse que, se for, precisa ser pra sempre?

Ter o próprio trabalho significa se conceder permissão o tempo todo e ficar numa boa com isso.

Dormir 8 horas por noite, acordar descansada, trabalhar o que tem que ser trabalhado no dia, dormir em um horário confortável. Check!

Sinceramente, ainda não me acostumei com esse novo horário. Mas estou aprendendo a aceitá-lo.

A gente trabalha durante quase 20 anos das 8h às 18h e acha que esse é o “modelo certo” para o resto da vida. Não precisa ser.

Rapidinhas da minha alimentação atualmente

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Estou cheia de rapidinhas esta semana. Talvez eu devesse aproveitar para escrever haikai.

Alimentos que têm sido o meu foco atualmente:

  • Proteínas magras (peixes e frango, basicamente, mas mais peixe).
  • Saladas em todas as refeições (geralmente almoço e janta são salada + proteína).
  • Massas, apenas para curtir o dolce far niente (bruschetta em uma noite X da semana, pizza com uma amiga).
  • Substituir industrializados. Industrializados, só em último último caso.
  • Chás quentinhos ao longo do dia.
  • Café, apenas de manhã.
  • Não ir para a parte de prateleiras do mercado (fico só na parte da feira).
  • Lanches, só frutas. Não tem nada mais fácil que carregar que peras, bananas e maçãs. Melhor que qualquer coisa industrializada.
  • Fazer comida em casa. Me envolver com a comida faz eu prestar mais atenção em tudo o que eu como.

Faz mais de um ano que eu fiz a cirurgia bariátrica e só agora eu aprendi a comer “bem” (ou do jeito que eu considero bom). Reeducação mental é demorada, e eu não consegui fazer sentindo fome o tempo todo. Ter o estômago menor me ajudou a comer corretamente, e considero uma decisão acertada.

5 coisas básicas que influenciam MUITO na minha produtividade

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1. Um bom colchão

Se eu não dormir bem, meu dia seguinte estará acabado.

2. Um bom chuveiro

Quando tudo der errado, tome um banho.

3. Um calendário confiável

Se você pode tirar, não deve estar no calendário.

4. Uma roupa confortável (e sapatos!)

Se machuca, você não deve usar. Já temos coisas suficientes para nos preocuparmos.

5. Um copo de água gelada

Cura até dor de cabeça.

Boa semana. 🙂

O futuro do trabalho

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O servidor do blog esteve em manutenção durante a semana passada inteira. Não conseguíamos acessar nem criar novos posts. Agradeço a compreensão.

No dia 4 de maio realizei no YouTube uma LIVE especial de 30 mil inscritos no canal (obrigada!) sobre o futuro do trabalho. Eu venho estudando esse tema há bastante tempo e reuní um monte de dados e pesquisas mais recentes para poder dar meus pitcacos sobre o assunto.

Apesar de ser um assunto com potencial enorme de exploração, a LIVE durou uma hora e você conferir abaixo ou clicando aqui.

Comecei a LIVE falando sobre o mercado de trabalho hoje e no mundo. Trouxe um relatório que foi publicado dia 30 de abril deste ano pela Organização Mundial do Trabalho (OIT). Esse relatório nos diz, por exemplo, que 61% da população do mundo (mais de 2 bilhões de pessoas) atuam na eonomia informal, ou seja, em trabalhos sem contrato.

No Brasil, com o desemprego batendo as 13 milhões de pessoas este ano, cada vez mais temos visto pessoas aumentando esse cenário, buscando bicos, freelances ou trabalhos intermitentes (só trabalha quando tem demanda, e só recebe quando trabalha).

Seguem algumas tendências que eu reuní e que falo mais a respeito na LIVE:

  • Termos como: precarização, flexibilização, temporários, terceirizados, empreendedorismo, intra-empreendedorismo se tornarão cada vez mais frequentes.
  • Intensificação da sobrecarga. Afinal, em uma equipe de 20 pessoas, se 12 forem despedidas, as 8 restantes assumirão o trabalho das que saíram. E “terão que dar conta” se quiserem manter o emprego.
  • Cada vez mais veremos a redução do trabalhador operário de fábrica, devido ao avanço da tecnologia.
  • No entanto, não acredito no “fim do trabalho” “porque um robô pode roubar o meu trabalho”, porque sempre existirão trabalhos – eles apenas vão mudar. Algumas profissões podem sim deixar de existir, mas trabalho sempre haverá.
  • Aumento no número de serviços. As pessoas não têm mais tempo, e contratarão cada vez mais outras pessoas para realizarem serviços de todos os tipos.
  • Cada vez mais jovens (sem experiência) e idosos serão excluídos do mercado de trabalho. Em alguns países, os imigrantes já têm assumido há algum tempo postos de trabalho considerados menos qualificados.
  • Por incrível que pareça, ainda existem alguns países no mundo que exploram o trabalho infantil, e esta é uma realidade que é difícil de lidar. Vivemos em um sistema que busca obter cada vez mais lucro (e menos gastos com mão de obra).
  • O aumento do trabalho feminino, que já é uma realidade há anos. Isso impacta na disponibilidade dos homens para trabalhar fora e também na escolha por uma família ter filhos ou não.
  • Também veremos cada vez mais o aumento do terceiro setor e trabalho voluntário.
  • O trabalho está ficando cada vez mais transnacionalizado e internacionalizado. A empresa é da Inglaterra mas tem profissionais atuando em diversos países, por exemplo.
  • Ou seja, cada vez mais comum será o trabalho em estilo home-office, que traz algumas características como diminuição de gastos da empresa que contrata, além de uma individualização das pessoas (que, por trabalharem sozinhas, não poderão se organizar para reivindicar direitos, por exemplo, além de também aumentarem a possibilidade de problemas psicológicos, como a depressão).
  • Isso nos leva à tendência do enfraquecimento dos sindicatos. Os movimentos capitalistas são friamente calculados. rs
  • Sobre o avanço da tecnologia, ouviremos cada vez mais falar em: robótica, nanotecnologia, Internet das coisas, inteligência artificial e engenharia espacial.
  • Cal Newport, autor do livro “Deep Work”, diz que teremos dois tipos de profissionais nessa nova realidade da robótica: o especialista em sua função (que será sempre requisitados e consultado, especialmente para trabalhar na configuração das máquinas) e o profissional que sabe se relacionar e se comunicar (para facilitar a comunicação entre máquinas e pessoas).
  • David Allen (autor do método GTD) diz que, independente de você trabalhar na Terra ou em Marte, você sempre lidará com ideias, então vale a pena implementar um método para lidar com elas, pois isso te ajudará em todas as frentes.
  • Economia criativa também será cada vez mais alimentada. As pessoas cada vez mais querem trabalhar com aquilo que elas gostam e que demandam criação própria.
  • Os trabalho apoiados em tecnologia também terão cada vez mais espaço: ideias, aplicativos, volume invisível de informações.
  • A pequena produção também é uma tendência. Isso nascerá do empreendedorismo e do fato de as pessoas terem ficado desempregadas, mas tendo conhecimento para começar a produzir.
  • A destruição da natureza também já vem de décadas, mas cada vez mais o tema entrará em pauta se a gente quiser manter o planeta que vivemos hoje. Logo, iniciativas nesse sentido terão seu espaço.

No vídeo eu relato as minhas diversas fontes para as tendências acima e explico um pouco mais cada uma delas, além de dar a minha opinião, que é: não, o trabalho não vai acabar, mas vai mudar. Como não temos como saber o futuro, o que meu coração me diz é que devemos sempre ficar atentos às mudanças do nosso setor e fazer o que consideramos mais certo e coerentes com quem nós somos.

Novo Gmail

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O Google lançou na semana passada um redesenho do Gmail, sua ferramenta para gerenciamento de e-mails.

Já testei e tenho gostado das mudanças. Gravei um vídeo demonstrando e fazendo comentários. Você pode conferir abaixo ou clicando aqui.

E você, gostou das mudanças?

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