Categoria(s) do post: Diário da Thais

Acho que maio foi o mês mais importante do ano para mim.

Aconteceu tanta coisa! Especialmente aqui dentro, no coração desta que vos fala.

Desta vez, são coisas que não me sinto confortável de compartilhar por aqui. São questões super pessoais, decisões, percepções. Eu sei que vocês ficam curiosos mas, de alguma maneira, com o passar do tempo, essas mudanças vão aparecendo. Mas não serão compartilhadas aqui hoje.

Em 2018, quando a minha avó morreu, eu me senti, de alguma maneira, muito parecida com a maneira como me sinto agora. É uma sensação de perder um pouco a clareza da perspectiva. Não que ela não exista. Existe. Mas eu me sinto desconectada, entendem? Foi assim naquela época e vinha sendo assim ultimamente.

Sem querer entrar muito nos detalhes disso que acabei de comentar, o que quero compartilhar é o meu processo de pensamento para voltar a obter essa clareza. Eu fiz isso na época e refiz agora, e deu muito certo. O grande segredo foi revisar os meus objetivos de médio prazo.

Meus objetivos de médio prazo se referem aos objetivos que tenho e que quero concluir nesta década de vida, ou antes dos 50 anos.

Eles se referem muito mais a cenários que a metas específicas, apesar de alguns deles terem metas.

São 7 objetivos no total e, ao revisá-los, vi como estou tomando decisões que me darão suporte em todos eles, e que estou no caminho certo. O curto prazo, o ano, o hoje pode parecer confuso, com tanta coisa acontecendo, tantos sentimentos, tantos problemas, tantas decisões a serem tomadas. Mas, analisando o cenário macro, tudo o que estou decidindo e fazendo faz muito sentido.

  1. Estruturar um novo estilo de vida para uma velhice tranquila e saudável. Isso vai de saúde a trabalho e finanças. Sinto que estou fazendo isso com toda a estrutura que estou montando em todas as áreas da minha vida.
  2. Proporcionar a melhor educação possível para o Paul. Ele mudou de escola em 2022 e estou muito feliz com essa escolha.
  3. Reformas na casa. Isso me deu um foco enorme agora que estamos decidindo o que vamos reformar, por que, quando e onde. Envolve também questões mais complicadas de resolução de inventário e documentos, que ainda vamos levar um tempo porque envolvem outras pessoas e não apenas eu.
  4. A compra de um imóvel. Sinto a necessidade de comprar um bem imóvel por uma conquista pessoal mesmo, e também para ter uma fonte de renda no futuro, se quiser, dar suporte à nossa vida como um todo e diversas outras razões. Por favor, não quero “dicas” de investimentos aqui. Essa decisão envolve questões que não estão publicadas neste post. O que posso dizer é que, de alguma maneira, esse projeto está caminhando e tenho muito mais clareza sobre ele no momento, com várias possibilidades.
  5. Investimentos rodando. Pode melhorar, mas já evoluiu MUITO. Está andando.
  6. Eu tinha colocado que um objetivo era conhecer a Disney, mas nem considero mais a Disney especificamente, e sim decidirmos juntos quais são nossas viagens dos sonhos que ainda queremos realizar. Tivemos uma conversa sobre isso esta semana e foi bem bacana. De qualquer maneira, não esperamos viajar agora para qualquer lugar, devido à guerra, pandemia e foco em outros projetos aqui no Brasil mesmo. Mas, como falei, há clareza aqui no nosso processo.
  7. Por fim, o Doutorado e a vida acadêmica. Bem, entrei no Doutorado no ano passado, e meu foco é simplesmente finalizá-lo nos próximos anos. O Vida Organizada estar se consolidando como uma universidade corporativa faz parte disso, e foi um processo que começou em outubro do ano passado, é recente! Mas uma baita conquista. Existem processos que preciso sistematizar, mas sinto que o objetivo como um todo está avançando a passos largos.

Fazer essa revisão no fim de maio me deixou bem e tranquila com relação a decisões que venho tomando e que ainda preciso tomar nas próximas semanas, e cada objetivo de médio prazo pode se expressar em objetivos de curto prazo (até 2 anos) que ainda vou refletir a respeito para planejar.

Chego ao final do mês transformada, mas ainda não muito pronta para publicar a respeito. Aguente firme, mas confie. 😉

Categoria(s) do post: Planejamentos, Vida Organizada, Anual

Uma pergunta bastante comum que recebo é sobre como planejar em um cenário de incertezas, como o que estamos vivendo. Quando achamos que estamos voltando ao normal, surge uma nova onda e a possibilidade de fechamentos de novo. A escola do meu filho provavelmente vai voltar a ter aulas virtuais nas próximas semanas, devido ao aumento dos casos. Claro que, estando vacinados, a situação é muito menos precária. Mas ninguém quer ficar doente, especialmente porque ainda não sabemos os efeitos do vírus no longo prazo.

Bem, o fato é que ainda estamos em um momento de incertezas. Será que se eu comprar uma passagem para fazer uma viagem no segundo semestre eu vou conseguir viajar? Será que consigo me planejar para fazer qualquer coisa em qualquer momento ou posso correr o risco de ficar doente e ter que cancelar tudo?

A boa e a má notícia é que não dá pra gente ter essa certeza nunca, nem em tempos considerado “normais”. O que acontece agora é uma situação mais drástica, que nos deixa mais vulneráveis, mas a grande verdade é que não sabemos o dia de amanhã em qualquer momento ou fase de nossas vidas.

Com isso, costumo sempre recomendar o seguinte: planeje aquilo que você tem controle e pense sempre nas alternativas. Por exemplo, eu não consigo saber se poderei fazer uma viagem internacional no ano que vem. No entanto, consigo planejar: se eu puder viajar, será de tal jeito e, se não puder, farei tal coisa. Isso é planejamento. É pensar sobre cenários e circunstâncias e decidir em cima daquilo que você tem controle. Se puder viajar, até quanto tempo antes consegue comprar a passagem? O que pode fazer nesse meio tempo? Se não puder viajar, como será? Você vai passar as férias em outro lugar? A viagem será adiada? Enfim, decisões que você pode tomar com base em critérios pessoais.

Quando eu planejei a minha entrada no Doutorado, considerei fazer o curso em outro estado, que tinha um programa interessante para o que buscava estudar. No entanto, com esse cenário incerto com relação a viagens, caso eu passasse, ficaria numa saia justa. Imagina só se as aulas voltam para os alunos locais e eu não consiga viajar? Enfim, eu arranjaria um problema chato que não precisava existir. Já sabendo também a experiência volumosa que tive com o mestrado, optar por uma instituição mais perto da minha casa foi providencial. São quatro anos. Mesmo sendo apaixonada pela pesquisa e estando muito motivada, no dia a dia isso conta, especialmente eu com o filhote aqui em casa. Resultado? Dito e feito: neste primeiro semestre de 2022, as aulas voltaram presencialmente e, se fosse em outro estado, eu ainda não me sentiria segura para ficar indo e voltando de viagem. Além disso, as passagens (e todo o resto) estão mais caras. Teria sido um tiro no pé.

Eu acredito que sempre vale a pena rever o que foi planejado para o ano e fazer ajustes. Agora que estamos chegando no meio do ano pode ser um bom momento para essa reflexão. Apesar de revisar meus projetos toda semana, eu sei que alguns raciocínios levam mais tempo mesmo, é normal. Então essa reflexão “semestral” me ajuda nesse balanço.

Quando você for planejar o que pretende fazer, procure ter esse olhar e fazer essa separação entre o que você já pode colocar em andamento e aquilo que precisa esperar. Não adianta se preocupar se vai conseguir viajar, se as escolas vão permanecer presencialmente, se o curso vai voltar, se essas não forem coisas que estejam sob o seu controle. Focar no que você tem controle já é bastante coisa. E, para tudo aquilo que é importante e você precisa se planejar de alguma maneira, sugiro que se planeje para as duas situações possíveis.

O que é improdutivo: olhar para todas as situações que você não tem como resolver e dizer que não consegue se planejar porque não sabe como será.

Qual a sua percepção sobre isso? Deixe nos comentários! Obrigada.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Livros

Reli esse livro esta semana. Já tinha lido há alguns anos, em formato de e-book.

Quem me acompanha há mais tempo sabe que eu tenho n ressalvas com os rapazes desse site, o The Minimalists. Tenho uma crítica ácida aqui no blog ao minimalismo – clique aqui para ler, se quiser.

O minimalismo é uma reação ao capitalismo. Mas é uma reação cosmética, que não vai no problema estrutural da coisa toda. Diferente do movimento de simplicidade voluntária, que resgata outro modo de vida e propõe soluções que realmente envolvem mudanças para o planeta e a humanidade, o minimalismo é um movimento muito mais voltado para dentro, quase monástico, uma verdadeira ontologia do homem branco, hetero, norte-americano que, com inúmeros privilégios, pode escolher não ter um emprego em que ganha super bem e, em vez de ter uma casa enorme com muitos bens de consumo, prefere morar em um apartamento menor com menos coisas mais caras. Tá tudo bem. São escolhas pessoais. Certamente já influencia positivamente de alguma maneira. Mas algo de errado não está certo. O livro soa arrogante. Infelizmente, rola uma certa arrogância na maneira como os rapazes disseminam as suas ideias.

Eu tenho particular dificuldade em lidar com o Joshua. Ele é um ótimo escritor, de verdade. Mas o jeito que ele objetifica as mulheres no livro me incomoda bastante. No primeiro capítulo, em que ele fala novamente sobre a relação com a mãe dele… eu acho muito, muito triste. Já o Ryan me parece mais “saudável”, mais pé no chão, mais real, mas mesmo assim algumas coisas contadas no texto soam esquisitas para mim.

Vamos lá: o livro vale a pena? Tem bons trechos. Dá para se inspirar. Mas tem que fazer aquele recorte crítico de sempre – lembrar quem está falando e para quem ele está falando. E devemos sempre nos perguntar: para quem é esse minimalismo?

De qualquer maneira, é óbvio que a essência do minimalismo é incrível. Todos nós deveríamos repensar constantemente o que é essencial e buscar viver com menos, porque “mais” sempre dá mais trabalho. Se você se interessa pelo tema, vale a leitura – até porque eles são a referência mundial hoje no tema. Mas coloque esses óculos críticos para não se frustrar ao fazer comparações.

Clique aqui para saber mais sobre o livro na Amazon.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Vida Organizada

Quanto mais eu vivo, quanto mais eu vivencio nosso arquétipo na montanha, quanto mais eu convivo com alunos e mentorandos, mais eu vou chegando ao desenvolvimento de um novo conceito dentro do Método Vida Organizada que ajuda a gente a entender melhor o que está acontecendo e, principalmente, nossa atitude perante tais acontecimentos.

Exemplo prático.

Aluna: Thais, estou com dificuldade de criar uma checklist para viagens a trabalho.

Thais: Qual o problema?

Aluna: Eu tenho tudo na cabeça. Já sei o que listar – é só sentar e colocar aqui, na folha de papel. Mas aí eu não quero deixar no papel. Quero organizar em um formato mais bonitinho – talvez com um design diferente no Canva, imprimir e mandar plastificar, pra deixar na mala. Só que, para eu fazer isso, eu perco muito tempo no Canva e prefiro contratar um designer para fazer pra mim. Só que não conheço nenhum designer. Mas eu tenho que ter esse contato porque eu tenho um montão de outras checklists e materiais que quero fazer com ele! Ideias eu tenho muitas, mas tá vendo como não consigo executar? Porque dependo de coisas que eu não tenho tempo de direcionar!

Thais: Querida aluna, estou prevendo uma avalanche.

O termo avalanche deriva de “avalance”, uma palavra francesa. O conceito refere-se a uma massa de neve ou de outra matéria que cai de uma certa altura ou sobre outra coisa violentamente.

Avalanches são geralmente geradas quando as diferentes camadas de neve não têm homogeneidade e, portanto, uma camada se move sobre outra. Vento, chuva e mudanças de temperatura podem causar avalanches.

A noção também pode ser usada em um sentido simbólico. Uma avalanche, neste quadro, pode ser uma inundação, uma torrente ou uma inundação de algo: “Desde que apresentou sua nova linha de empréstimos hipotecários, o banco recebeu uma avalanche de consultas”, “A avalanche de aumentos de preços está empobrecendo a população”, “Avalanche de gols: o time local venceu 7 a 4”.

Fonte: Conceito.de

Na organização pessoal, que é o que nos importa aqui, o sentido simbólico é o da sobrecarga causada (na maioria das vezes) pelo perfeccionismo. É aquilo: se eu não tiver as condições perfeitas, nem começo! E a gente contrapõe com a máxima: feito é melhor que o perfeito não feito.

Por pensar no todo, no enorme, na avalanche, você fica com tanto medo que ele te paralisa para dar simplesmente o primeiro passo.

No exemplo da aluna lá em cima, se ela passasse para o papel a checklist que tinha em mente e a usasse na mala, talvez aquilo já fosse suficiente. Ou, se não for, depois ele terá um outro próximo passo que poderia ser formatar de outra maneira ou levar em uma gráfica para que o façam. Mas ela está deixando de implementar uma solução que vai ajudá-la muito toda vez que ela precisar viajar a trabalho. Uma coisa que não precisa postergar, entende?

Se a gente for levar em consideração outro conceito que gosto muito, que é o de melhoria contínua, basta colocar pra rodar uma primeira versão (o mínimo viável) e depois ir melhorando. Mas “desove” esse negócio! Coloque para rodar!

A pergunta que eu te faço ao final desta leitura é: de qual avalanche você está com medo no momento? Será que simplesmente dar um primeiro passo menor não ajudaria você a avançar no que precisa fazer? Qual seria esse primeiro passo?

Me conta aqui se esse post te ajudou. Vou adorar saber. 😉

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Estudos

Eu levei o primeiro ano do Doutorado como se estivesse no Mestrado. Só fazendo aula e lendo.

Não que isso fosse errado. O primeiro ano do Doutorado serve para isso mesmo: preciso cumprir créditos das disciplinas, ler, afinar melhor o recorte da minha pesquisa.

E não dá para apressar isso, o que é um problema, porque o Doutorado, como o Mestrado e outros cursos, tem uma duração pré-determinada. Não importa o que aconteça, em quatro anos você tem que concluir, defender a sua tese. Então claro que pode causar um certo estresse e pressão em cima dessa decisão.

Eu entrei no Doutorado com um foco claro: elaborar uma tese sobre produtividade compassiva. Mas eu não sabia como delinear o recorte de pesquisa. Eu passei o ano de 2021 inteiro atrás desse recorte, investigando possibilidades. Como eu estava cumprindo os créditos das disciplinas, tava tudo bem. Deixei rolar “no plano de fundo” do meu cérebro. Porque é aquilo: conscientemente não pegava o negócio pra pensar todos os dias mas, por saber que preciso trabalhar essa questão, ela fica acontecendo ali na sua cabeça, no inconsciente. Até que de repente parece que as peças se encaixam e eu consigo a solução. Por isso o descanso é tão importante – ele ajuda nessa conexão das sinapses. (recomendação de leitura)

Bem, e o que aconteceu?

Eu tive o imenso privilégio de ser convidada a participar de um grupo de pesquisa das Ciências da Religião lá na universidade e isso tem sido uma experiência absurdamente enriquecedora, pois aprendo muito. E aí eu tive a oportunidade de apresentar o meu projeto de pesquisa na última reunião do grupo, no início de maio, e o feedback foi MONSTRUOSO de bom. Tanto o professor quanto os outros pesquisadores do grupo me deram muitas dicas e orientações e eu fui conversar com a minha professora orientadora sobre elas, e ela amou! Então deixa eu compartilhar com você:

  1. Eles me deram várias sugestões de recorte para a pesquisa de campo e, conversando com a minha professora orientadora, chegamos em dois caminhos possíveis que já afinam o meu foco, com a tendência para um deles que parece mais “fácil” de percorrer. Um dos caminhos seria conversar com líderes de grandes empresas que sejam praticantes do Budismo, pois são pessoas que conseguem direcionar “de cima para baixo” atividades compassivas com relação à equipe. Apesar de ser incrível, esse recorte é um pouco complicado, pois pode levar muito tempo para encontrar tais líderes, fazer as entrevistas etc. Então estamos tendendo para o segundo recorte, que é conversar com centros budistas sobre as demandas que eles recebem das empresas para palestras e treinamentos, especialmente monges mais midiáticos como a Monja Coen, por exemplo. Porque essa pesquisa de campo vai me ajudar a ver como o Budismo traz respostas para problemas corporativos do Ocidente. O problema de pesquisa se tornou então: Por que uma empresa brasileira, de um país majoritariamente cristão, busca orientação no Budismo para os seus trabalhadores? Pesquisar programas de educação corporativa que buscam respostas no Budismo, entrevistar os monges etc. Nossa, isso deu uma clareza tremenda! Então seguiremos por aí.
  2. O professor do grupo de pesquisa de CdaReligião compartilhou comigo uma pasta no Drive com DEZENAS de livros, artigos e e-books que relacionam Budismo ao trabalho e ao capitalismo, e ele me recomendou focar nessas leituras até o meio do ano buscando fazer um “estado da arte” desse material. Conversei com a minha professora orientadora e ela concordou em absoluto, então esse é o meu foco agora.

Vale falar sobre as disciplinas.

Em teoria, eu cumpri já todos os créditos. No entanto, na secretaria, me informaram que seria desejável cursar todas as disciplinas de Fundamentos, por eu não ser formada em Ciências Sociais. Eu já fiz Fundamentos da Sociologia, mas faltam Fundamentos da Antropologia e Fundamentos da Política, que pretendo fazer nos próximos semestres. Aconteceu uma coisa curiosa neste semestre. Eu me inscrevi em uma disciplina que era de Fundamentos da Sociologia com sociólogos contemporâneos, mas o programa acabou sendo semelhante ao da disciplina que fiz no ano passado e tentei mudar para Fundamentos da Política. No entanto, não era possível efetivar a matrícula em outra disciplina depois do início do semestre. O aprendizado que ficou foi: vale a pena se inscrever para todas as disciplinas de interesse e, após o início das aulas, escolher quais eu vou permanecer e quais eu vou sair. Por isso, para o semestre que vem, eu me inscrevi em 5 disciplinas. Não quer dizer que farei todas integralmente, mas que terei essas opções. E uma delas é a de Fundamentos da Antropologia. Se eu conseguir, já faço este ano. Se ficar pesado, tenho até o final do Doutorado para fazer, e tá tudo certo.

Além disso, tem as disciplinas da minha professora orientadora, que quero sempre fazer, todo semestre, para que ela me ajude semanalmente com a minha pesquisa. Ela desenha as disciplinas de acordo com os projetos dos seus orientandos, e isso tem sido uma experiência fantástica para mim – eu adoro narrativas. A disciplina dela do próximo semestre será na verdade uma atividade programada que dura entre dois e três meses, e não o semestre inteiro. Então já será mais leve.

Mas um outro aprendizado que estou tendo é o de buscar fazer disciplinas à noite. De tarde é muito complicado, por conta do trabalho. Quando não tiver muito jeito, ok, mas não é o ideal. Sempre que possível, farei as disciplinas no período da noite.

Em resumo, como está meu segundo ano do Doutorado? Sem dúvida, mais focado. E isso faz toda diferença.

Revisando meu planejamento do ano, aqui está o meu recorte:

  • Fazer as disciplinas da minha professora orientadora
  • Estado da arte com as leituras de budismo e trabalho
  • Definição do recorte da pesquisa de campo e início da pesquisa 🙏🏻
  • Cursar Fundamentos da Antropologia

Eu ainda tenho dúvidas sobre a publicação de artigos. É obrigatório neste momento? Ou apenas desejável? Eu ainda estou sem muita clareza sobre isso, então aceito a ajuda de vocês. <3 Obrigada!

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Categoria(s) do post: Novidades

Ainda temos vagas! Inscrições abertas!

Sábado agora realizaremos uma imersão presencial sobre organização e planejamento de projetos! Não há pré-requisitos para participar! Inscreva-se em vidaorganizada.com/imersao

DATA: 28/05/22
HORÁRIO: 9h-17h
LOCAL: São Paulo Capital, região da Barra Funda / Perdizes (o endereço exato será enviado aos matriculados na imersão)

Venha conosco aprender sobre como tirar seus projetos do papel – desde a identificação dos projetos que existem, planejamento para o ano, trimestres, meses, semanas, até como priorizar, planejar, operacionalizar, delegar, acompanhar, e relacionar todos esses projetos a objetivos de curto, médio e longo prazo.

A imersão acontecerá das 9h às 17h em São Paulo em um sábado, dia 28 de maio de 2022, e tem vagas super limitadas devido ao local físico e o ambiente intimista que queremos criar com um grupo pequeno. Portanto, não deixe para se inscrever depois! Garanta sua vaga hoje mesmo!

Se você for aluno do Método Vida Organizada você tem uma oferta especial para se inscrever! Contate suporte@metodovidaorganizada.com para saber como fazer.

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Quando vai chegando o meio do ano, eu sempre gosto de dar uma revisada em como foi o primeiro semestre, ou como está sendo, para alinhar expectativas e ter perspectiva de como serão os próximos meses.

Uma percepção interessante que eu tive este ano: é recorrente, para mim, ter uma baixa de energia no mês de março. Eu acho que isso ocorre porque, de novembro até fevereiro, é meio que “temporada” aqui no Vida Organizada. A gente trabalha muito, tem muita demanda, porque no final de um ano e no início de outro praticamente todo mundo tá nessa vibe de querer se organizar e planejar o ano novo. Isso me leva a considerar planejar férias para março de 2023 ou, talvez, deixar esse mês sem planejamentos e deadlines, justamente porque estou mais quietinha. Enfim, foi assim nos últimos dois anos. Talvez não queira dizer que seja sempre, porque sei que estamos em uma pandemia e isso influenciou bastante. Mas é algo a se pensar – já deixei anotado para 2023.

Criei essa página no final do planner para anotar tais ideias

Eu fiz então uma revisão do meu planejamento de 2022, para ver se é necessário ajustar alguma coisa.

  • Meu lema continua. Inicialmente eu pensei na questão da resiliência, mas com o passar do tempo fui alinhando meu lema como aquele de lembrar das decisões da vida que me trouxeram até aqui, honrar essas decisões e transformar a minha rotina naquilo que eu quero viver e sei que me faz bem. Tive muitos altos e baixos nos últimos meses – mais baixos que altos, confesso. Mas, de modo geral, HOJE, estou bem. Ainda não 100%, mas bem. Tive que dar um PAUSE em 90% das coisas, mas isso foi absolutamente necessário para eu me recuperar. Sei lá, talvez no inverno eu me sinta mais eu mesma. Isso que é importante de se observar: se conhecer, entender seus ciclos, porque tudo isso apoia os planejamentos. E agora eu estou voltando a ter a minha rotina saudável de sempre com alimentação, yoga, pensamentos positivos. Tem me feito muito bem. Só quero continuar assim, e é isso.
  • A saúde é a minha área de foco e continua sendo. Claro que saúde emocional conta também. Inclusive, está na minha lista de 5 prioridades para o ano. Mas eu acho mais fácil ajustar a saúde física primeiro do que a mental. Me parece que, quando a minha rotina com exercícios, sono, alimentação etc. anda bem, a saúde mental e emocional fica mais fácil. Foi muito acertado escolher saúde para focar este ano.
  • Todas as minhas 5 prioridades estão sendo realmente priorizadas. Acho que este é o ano mais focado em prioridades que eu já vivi, o que é bom.
  • Com relação às prioridades que defini para cada área da minha vida, algumas ideias mudaram – o que é normal. Por exemplo, eu desisti de fazer pilates. Simplesmente não quis gastar dinheiro com isso. Sinto necessidade de voltar a praticar um esporte para “gastar energia” – voltar para o kung fu, talvez. Mas ainda não voltei. Espero fazer isso em julho. Junho é um mês com várias viagens a trabalho e não vou conseguir. Outra coisa que repensei foi o hobby “banda”. O hobby que estou me dedicando mais é a aquarela. Banda mesmo, sinceramente, perdemos a vontade (meu marido e eu). Pelo menos por enquanto. Continuamos nos dedicando à música em casa – ele e o Paul estão praticando piano, eu voltei a compôr, e tem sido gostoso e leve assim, sem precisar ter uma banda, se comprometer com ensaios etc.
  • Uma meta que eu tinha de carreira era fazer um curso com o pessoal do Holacracy One, e concluí isso ainda no primeiro trimestre. Foi bem legal, mas aquietei meu coração com relação à holacracia como produto porque preciso focar em outros projetos dentro do Vida Organizada no momento.

Eu acho, de verdade, que um grande ponto de revisão aqui foi a revisão das minhas responsabilidades profissionais. Já fiz um post sobre isso este mês, em que detalho mais, mas na última semana eu mudei minha cabeça para um montão de coisas e é provável que tenhamos mudanças numa próxima revisão. Eu prometo que contarei mais sobre essa reflexão quando tudo se consolidar melhor, mas foi uma mudança de chave mental importante.

Pra pensar no segundo semestre, é muito importante ver as datas e compromissos já agendados, especialmente no que diz respeito a viagens, o que sempre aloca mais espaço na agenda. De modo geral, para os próximos meses, nós temos:

  • JUN – Formação e capacitação da equipe do MVO / 2 viagens a trabalho / conclusão 1 semestre do Doutorado
  • JUL – Férias 🙏🏻 aproveitando as férias escolares do Paul também
  • AGO – 1 viagem a trabalho / lançamento de um novo projeto do VO / reinício Doutorado
  • SET – Meu aniversário ❤️ / provável viagem com a família
  • OUT – Seminário acadêmico / Eleições 😬
  • NOV – Aqui começa a época de rush do VO / 2 viagens a trabalho / início da Copa / FLIP?
  • DEZ – Bastante trabalho no VO!

Eu revisei os meus objetivos de curto, médio e longo prazo e percebi que a maioria dos objetivos de curto prazo têm a ver com a minha vida profissional, e tá tudo bem que seja assim. É o momento de vida que estou vivendo, de construção. Tenho metas porque preciso ter uma direção de para onde as coisas estão caminhando. Na vida pessoal, tá tudo certo por aqui. Um grande foco é guardar dinheiro – estou comprometida com essa parte. E isso tá fluindo bem.

Os objetivos de médio prazo não mudaram. É isso aí da imagem acima, não tem muito segredo. Como se trata de uma construção maior, de uns 10 ou até 15 anos, tá tudo certo. Eu considero essa uma abordagem compassiva de objetivos. Eu sei o estilo de vida que estou criando para mim. O foco está acertado. Isso me ajuda a ter clareza com as prioridades, de modo geral.

Por fim, vale a pena fazer, depois de olhar tudo isso, uma bela revisão da lista de projetos. Isso porque, depois de revisar o que é realmente prioridade, fica mais fácil olhar para os projetos e pensar: esse sim, esse não, esse pode esperar, esse eu preciso focar, ou até mesmo identificar projetos novos.

Notion

Ah, e vale a pena dizer que, se você for de SP, no sábado que vem a gente vai fazer uma imersão presencial sobre isso, organização de projetos. Não precisa ter conhecimento prévio nem ser aluno do MVO (mas, se você for aluno, tem desconto para você – escreva para o suporte!).

Clique aqui para se inscrever (são poucas vagas)

Enfim, bom momento do ano. Você costuma fazer essa revisão do semestre para pensar no seguinte? Como você faz?

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Categoria(s) do post: Imprensa

Eu tive a oportunidade de participar, esta semana, de uma entrevista na rádio Vibe Mundial no programa do meu amigo Claudiney Prieto, que foi super gentil em me convidar e que incrivelmente conseguimos fazer em meia hora! Porque tínhamos papo para um dia inteiro!

Conversamos sobre como me tornei escritora, falei sobre os meus três livros, um pouco do Vida Organizada, e também trouxe dicas para quem quer se organizar mesmo com esse caos que temos no mundo hoje em dia.

Foi um bate-papo rápido mas que eu gostei bastante, achei que as dicas foram sucintas e diretas, e quis trazer para cá porque acredito que você possa curtir também! 😉

Link para o vídeo

Aproveite para seguir o canal da rádio no YouTube!

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Primeiramente: que frio! 6 graus aqui.

Hoje eu quero compartilhar com vocês uma prática da vida que eu venho me tornando cada vez mais consciente nos últimos anos.

Nem todo mundo gosta de fazer terapia com um psicólogo, por exemplo, ou não gosta das modalidades (como TCC). De maneira alguma estou recomendando que você não busque ajuda profissional! É apenas um comentário sobre frustrações que já ouvi de amigos, familiares e alunos sobre momentos de vida em que não estão a fim de conversar em uma terapia. E vai muito do autoconhecimento também. Enfim, somos todos adultos aqui, não é mesmo, mas atualmente você precisa fazer toda uma justificativa para escrever sobre qualquer coisa na Internet para não ser mal-interpretado.

A prática é:

Eu tenho muitos livros. Compro os livros que tenho interesse em ler de imediato, ler em algum momento ou livros que quero ter como referência, para consulta (especialmente livros de trabalho e para pesquisa acadêmica).

Em cada fase da minha vida, me sinto de algum jeito, como todo mundo. E aí eu instrumentalizo as leituras, de modo que elas me ajudem com o que preciso ler naquele momento. Explico.

Se eu estiver desanimada com o trabalho e a rotina como empreendedora (não é fácil), eu vejo na minha estante os livros que tenho sobre esse tema e que ainda não li, e escolho aquele que parece fazer mais sentido para mim no momento.

Eu faço uma pergunta para o livro, que é: como esse livro pode me ajudar?

Reviso a descrição, a orelha, o sumário, dou uma folheada, e assim já consigo pegar o “tom” do livro. Se eu sentir que ele vai trazer as respostas que eu procuro, eu assumo a leitura. (Nada impede de mudar se eu sentir que não foi a melhor escolha.)

Quando termino a leitura, engatilho outro como se fosse uma narrativa, dando sequência, seguindo os passos acima.

Assim vou construindo uma mentalidade legal dia após dia.

Não sei se consegui explicar com clareza, então se tiver alguma dúvida, deixe um comentário. Obrigada.

Categoria(s) do post: Novidades

COMECE A SE ORGANIZAR!

Se você perdeu o nosso evento gratuito e online que aconteceu há duas semanas, e não ingressou na nossa nova turma do curso Método Vida Organizada, você ainda pode aproveitar esse material com uma oferta especial.

Não apenas as 4 aulas do nosso evento como também algumas aulonas adicionais:

AULA MASTER
Planejamento semanal

WORKSHOPS
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Totalizando mais de 8h de duração.

Se você não se sente preparado/a para ingressar no Método Vida Organizada agora e quer dar um passo antes para iniciar seu processo pessoal de organização, aproveite esta oportunidade: apenas nos próximos dias você poderá se inscrever nessa versão do curso por apenas 12x de 19,19 reais, ou 197 reais à vista. Depois disso, você ainda poderá se inscrever mas com o valor-base de 497 reais. Mais de 50% de desconto! Aproveite!

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

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Tirar essa foto sem maquiagem e levemente descabelada não foi mas poderia ter sido intencional! haha

Essa na foto sou eu segurando o meu diploma do mestrado.

Esse simples pedaço de papel representa um esforço danado para conseguir pagar, frequentar as aulas, cumprir os prazos acadêmicos e conciliar toda essa vida com a rotina de mãe e empresária.

Não foi fácil em nenhum momento.

Cheguei a considerar desistir uma série de vezes. Preciso disso? Não basta estudar em casa? Será que esse dinheiro não me fará falta? Preciso do título de mestre? Etc.

Eu entrei no mestrado completamente crua da vida acadêmica com o propósito de me formar pesquisadora. É claro que foi só o começo. Isso é pra toda a vida.

Concluir o mestrado depois de tudo o que eu passei e pegar esse diploma hoje foi uma conquista muito grande para mim. Representa muita coisa.

Então eu quero compartilhar essa mensagem porque pode ser que você esteja prestes a desistir de algo que vale muito a pena apenas porque você está cansada/o. Descanse, busque o mínimo viável, pense no propósito de por que você começou a fazer aquilo em primeiro lugar.

Existe uma diferença entre um vão e um abismo e a diferença é a ponte que você constrói através de intenção e atitude.

Fique bem. 😘

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Saúde, Plenitude & Felicidade

Algumas vezes, eu sinto que ter uma rotina diária bem validadinha, com checklist, e ir acompanhando todos os dias, é a melhor opção. Tudo isso depende do que preciso no momento. Não sei bem dizer qual exatamente o critério, então acredito que ele seja subjetivo ou até mesmo intuitivo. Mas eu tenho momentos na vida em que prefiro microgerenciar um pouco para garantir que está tudo bem, enquanto em outros momentos eu prefiro deixar as coisas fluirem de maneira mais natural. Terá a ver com a época do ano? Não sei se tem alguma relação, mas passou pela minha mente essa possibilidade.

Hoje, quando acordo, vejo o dia como uma possibilidade de repetir todos aqueles hábitos que me fazem bem. Isso envolve vida, casa e trabalho. Coisas que eu sei que preciso fazer todos os dias para ficar bem. Mais do uma lista para dar o “check”, ou horários, ou metas, ou obrigações, é fazer o que sinto necessidade, em uma sequência que faz mais sentido naquele momento.

Hoje eu acordei e senti que precisava ir mais devagar. Geralmente eu acordo bem disposta na segunda-feira, mas a chegada da frente fria me deixou com a sinusite “atacada” nos últimos dias, o que me deixa menos disposta e também com uma tendência àquela dorzinha de cabeça chata que não é tão forte, mas fica ali, te incomodando, no fundo. Levantei, dei bom dia para a família, interagi com todo mundo, filhote foi para a escola e eu troquei de roupa, peguei meu café e fui escrever. The morning pages. Depois, li um pouco. Um pouco não – bastante. Umas duas horas lendo. Finalizei a releitura do “Tudo o que importa”, dos Minimalists, e foi uma leitura boa para mim neste momento. Acredito na terapia através da leitura. Leio em sequência os livros que acredito que me atenderão melhor no momento, gerando um estado mental e reflexões necessários.

Meditei por cinco minutos. Fiz yoga. Não calculei quanto tempo – simplesmente comecei e fiz a sequência que meu corpo pedia. Isso deu cerca de 20 minutos. Sem meta, entende? Atendendo as necessidades do meu corpo.

Li o jornal. Fiz o clipping, tirando dele matérias que me parecem serem temas interessantes a desenvolver para o Vida Organizada. Planejei algumas coisas para a semana. Disparei algumas mensagens instantâneas pra deixar a galera ir respondendo enquanto me dedico a outras atividades. Planejo o dia de trabalho e de atividades com o meu marido. Estamos mais próximos. Passamos por um período muito difícil, mas as coisas estão sendo ajeitadas por nós.

Decidi cancelar todos os serviços de streaming. Quando vejo tv, assisto YouTube. Quando quero ver algo específico, posso assinar durante um tempo determinado, só para assistir a série que quero, ou posso alugar o filme online. Não tem necessidade de ficar pagando. Já temos a Internet.

Escrevo. É o que uma escritora faz, todos os dias. Tenho assuntos administrativos a resolver, mas esses ficarão para mais tarde. Não pretendo almoçar. Exagerei no final de semana, então hoje vou fazer um jejum maior. O jejum me faz bem. Dá um tempo para o corpo, eu me sinto mais focada. Se sinto fome, como. Mas, muitas vezes, o que parece fome é apenas sede ou tédio. Bebo água, fico bem. Me distraio, faço outras coisas. Quando a gente passa a se observar mais de perto, fica fácil distinguir uma real necessidade daquilo que fazemos por “costume”.

Eu repensei um pouco tudo aquilo que eu tinha planejado para o meu ano de 2002, especialmente com foco na minha saúde (área que escolhi para focar). E lembrei que o propósito de ter escolhido essa área foi justamente o fato de que eu aprendi e implementei tantos hábitos bons nos últimos anos, e de 2021 para cá eu “chutei o balde” com muitos deles. Usei como “desculpa” minhas questões emocionais para justificar voltar a beber refrigerante ou comer algum tipo de porcaria, dormir mais tarde, parar com o yoga, coisas do tipo. Minha vida era tão boa. Os hábitos fizeram falta.

Meu lema para 2022 é: lembre-se do que você construiu e de tudo o que te trouxe até aqui. Isso, para saúde, é muito verdadeiro. E me fez colocar os óculos para uma nova realidade – a realidade de voltar a me observar e a focar nos hábitos bons. Porque a verdadeira rotina construída é exatamente isso: manter o que te faz bem e tirar o que te faz mal, mesmo que leve um tempo. Mais do que uma checklist, a rotina é composta de hábitos. A pergunta a se fazer é: seus hábitos refletem a pessoa que você quer ser ou o estilo de vida que quer viver? Talvez a resposta te ajude a repensar sua rotina e os seus hábitos assim como eu repensei os meus.