Categoria(s) do post: Linkagem

A linkagem de domingo é uma coletânea de posts que eu li e gostei durante a semana anterior. Os assuntos não necessariamente têm a ver com organização, mas definitivamente sempre são relacionados ao blog.

Eu sempre comento em todos os canais, mas vale a pena reforçar: a linkagem de domingo acontece quando tenho uma quantidade legal de links para compartilhar. Quando não tenho, o post não é publicado. 😉 Foi o que aconteceu na semana passada e eu sempre recebo mensagens me perguntando sobre o post, mas eu compartilho apenas quando acho relevante e não apenas “para postar”.

  • Por estar estudando Ayurveda, eu recebo muitas mensagens de leitores do blog perguntando para que serve o curso e como é o modo de atuação. Este vídeo do Mateus explica o que é um terapeuta ayurvédico e, na verdade, como você pode aplicar seus conhecimentos de Ayurveda em qualquer profissão que você tenha.
  • Ainda sobre esse tema, um vídeo muito bacana do Erick Schulz sobre como conciliar o veganismo com o Ayurveda.
  • Fui entrevistada pelo pessoal da minha faculdade sobre o processo do mestrado e a entrevista foi publicada esta semana no site deles. Fiquei muito feliz!
  • Como vocês provavelmente sabem, adoro o canal do Nando Reis no YouTube e acompanho regularmente. Na semana passada o pai dele faleceu e ele publicou um vídeo muito emocionante falando sobre “falta”. Recomendo a todos.
  • Acho que esse vídeo nem é tão recente, mas eu só vi esta semana. Um vídeo bem humorado feito pelo Lucas Rangel sobre a maratona de fazer comprar, chegar em casa e higienizar tudo durante a quarentena. Em tempos tão sombrios, é bom dar risada desses pequenos dramas do cotidiano.
  • Bom artigo sobre como os óleos essenciais e os florais podem ajudar a reduzir o estresse e a ansiedade durante a quarentena.

Espero que você esteja com boa saúde e que tenha uma boa semana.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Diário da Thais

Todo último dia do mês eu gosto de fazer um apanhado de como foi o mês que está terminando para mim, tanto pessoal quanto profissionalmente. Quem for novo aqui no blog pode gostar de saber que faço isso mensalmente. É uma boa oportunidade de rever projetos concluídos, projetos adiados, iniciativas diversas e acontecimentos. Você também pode fazer uma versão sua, se quiser, para guardar de recordação.

Especialmente nesse momento de quarentena, fazer um acompanhamento diário de todos os dias do meu mês no Bullet Journal tem sido bastante especial porque me permite pensar sobre cada dia da maneira como merece: um dia a mais de vida, um dia que merece ser bem vivido. Caso você queira saber como faço esse acompanhamento, eu explico em alguns vídeos no meu canal que são chamados de “plan with me”. Você pode verificar lá.

Acho que maio foi o mês mais difícil do ano até aqui, para mim, especialmente dentro da quarentena. Tive dias bastante difíceis e, por isso, voltei a fazer terapia. Eu estou há quase três meses em quarentena total (nem sei se posso continuar chamando de quarentena). Saí apenas três vezes para ir ao mercado (a pé) e umas quatro vezes para “passear” de carro e ver a rua. Não sinto vontade de sair, exatamente, é estranho. Mas, quando me lembro de algo que costumava fazer antes, fico bastante nostálgica. Tipo passear na livraria. Aí vejo como essas coisas me fazem falta. No entanto, estar segura em casa e, acima de tudo, dentro do imenso privilégio que é poder estar em casa enquanto outras pessoas são obrigadas a sair para trabalhar, me faz sentir esse paradoxo de emoções.

Vendo o meu mood tracker do mês, no Bullet Journal, ficou claro que metade do mês eu passei relativamente bem, mas a outra metade foi bem difícil, com dias em que me senti mais chateada ou desanimada. Não quero expôr tanto a minha intimidade aqui, mas eu passei por um processo muito difícil nos últimos anos que culminou em janeiro agora, e eu ainda estou absorvendo os efeitos dele. Me impactou de uma maneira muito forte e estou aprendendo a lidar com isso (a terapia tem ajudado enormemente, junto com as práticas do Budismo). Desculpem não poder abrir mais. Talvez no futuro eu consiga falar melhor a respeito.

Os meses de abril e maio também tiveram projetos profissionais que demandaram muito de mim – uma semana de curso ao vivo, com aulas todos os dias. Depois, uma série de um mês de LIVEs diárias, mesmo aos finais de semana e feriados. Na sequência, uma vivência online de Feng Shui com a minha amiga Wanice e, em paralelo, os meus cursos online acontecendo, além da criação de conteúdo diária em todos os canais. É meu trabalho e amo o que faço, mas fazer muitas aulas ao vivo e LIVEs acabaram me extenuando num momento que acho importante olhar para dentro e respeitar mais a minha natureza intuitiva. Por ser uma pessoa introspectiva, eu me reenergizo quando fico mais “na minha”, então a partir da segunda quinzena de maio eu precisei dar uma segurada em alguns projetos e focar mais em ficar bem. Tenho aceito alguns poucos convites de LIVEs e entrevistas de amigos, mas priorizado meus alunos do curso regular e agora a turma nova do curso de Feng Shui, que faço com a Wan.

Falando ainda sobre projetos profissionais, maio foi um mês bom. Começou a Turma 3 do meu curso, a turma de outono, como chamo carinhosamente. É um pessoal muito engajado e, por isso, grande parte do meu dia é dedicado ao suporte aos alunos, nos fóruns das aulas, assim como a gravação das aulas e revisão / produção de materiais. Estamos atualmente no módulo de organização da casa e, em paralelo, já estou trabalhando no próximo, que é de organização do trabalho. Fiz algumas modificações na ordem dos módulos para atender o pessoal que está de quarentena e trabalhando em casa.

O curso de Feng Shui e Organização da Casa, que faço em parceria com a Wan, também fechou uma nova turma, que começou no dia 18, e eu estou trabalhando tanto nas boas-vindas dos novos alunos como também nos meus módulos, que entram nas próximas semanas.

Em aula com a Wan 🙂

O blog passou por alguns problemas este mês, mas mesmo assim a produção de posts diária continuou firme e forte. O sistema teve uma atualização, como é normal, mas essa atualização gerou uma incompatibilidade com o layout. O pessoal do suporte levou vários dias para identificar o problema e depois consertá-lo. Foi mais uma semana de observação para entender o que estava gerando erros. Aí mais mudanças. Finalizamos exatamente nesta última semana de maio as observações e apenas agora poderemos começar a mexer no layout que, conforme você deve ter visto na página inicial, está em andamento (e leva um tempo). Peço paciência, por favor, nesse período, até estabilizarmos tudo.

Como estou dando uma folga das minhas LIVEs, organizei a minha agenda para poder participar de LIVEs de amigos, sempre tomando o cuidado de não me sobrecarregar. As LIVEs geralmente acontecem no Instagram e, depois, ficam gravadas no meu canal no YouTube. Vou subindo os vídeos lá aos poucos, respeitando o calendário editorial proposto. Aliás, espero de verdade que esses vídeos estejam sendo úteis para vocês. Temos nos esforçado para postar pelo menos um vídeo novo por dia, vídeos mais curtos, e de duas a três vezes por semana vídeos maiores, gerando uma média de 10 vídeos por semana no canal.

O canal no Telegram continua com áudios diariamente, apesar de maio ter sido um mês difícil. Ainda estou trabalhando na consistência desse projeto, mas ele segue firme e forte. Este mês também andamos com a produção do podcast, e não vejo a hora de lançá-lo e poder avisar vocês. 😉

Falando um pouquinho sobre as coisas em nível pessoal.

Em termos de saúde, é minha prioridade. Como comentei, voltei a fazer terapia (o que foi ótimo) e, em paralelo, tenho implementado com sucesso várias práticas de Ayurveda conforme recomendações da minha terapeuta. Esse processo iniciou em abril e ao longo do mês de maio fui incorporando aos poucos. Ainda faltam coisas, mas está sendo um processo muito legal porque minha saúde física melhorou demais, o que sempre é importante em tempos de pandemia. Além disso, estou focando em questões hormonais, tirando o anticoncepcional e indo para uma linha mais natural de cuidados ginecológicos, o que tem sido excelente. Sempre tive uma conexão muito forte com os ritmos da natureza, então alinhar os meus ciclos com a lua e as estações tem sido algo muito especial para mim.

Minha prática de yoga está ótima, especialmente nos dias mais frios, porque me anima a tomar banho depois (rs). A boa prática de yoga é praticar até ficar suada, então é assim que eu faço. Costumo praticar pela manhã, ao final do dia e, às vezes, antes de dormir. Meu marido de vez em quando pratica junto comigo, o que sempre é um momento legal pra gente. O Paul tenta de vez em quando. 🙂

Falando sobre o Paul, ele teve férias escolares agora em maio. De modo geral, estou insatisfeita com a escola porque eles não me parecem ter um plano para o EAD. Ficam só adiando as coisas. As aulas voltam agora em junho já com uma nova programação e eu estou sendo paciente e dando tempo a eles para que se organizem, mas dependendo de como for é provável que a gente comece a pesquisar uma nova escola para o Paul ir ano que vem. Ele está no quinto ano, um ano importante, de transição, e não quero que ele fique defasado. Enfim, vamos aguardar e observar.

Desde abril ele está com uma alergia no olho, que já pensamos ser conjuntivite, mas depois se mostrou ser uma alergia mesmo. Tivemos várias consultas com a oftalmologista pediátrica (online) e ela foi acompanhando. Só recentemente melhorou. Ainda bem que não tivemos que ir até nenhum hospital.

Commonplace Book

Aliás, mal saí de casa este mês. Fui uma vez ao mercado, na Liberdade – meu marido me deixou de carro na porta, entrei, comprei rapidamente as coisas, peguei o folheto sobre as orientações de entrega e voltei pra casa. Outra saímos de carro para dar uma olhada na cidade (sem sair do carro). Enfim, eu não me sinto mal por ficar em casa – me sinto privilegiada. Mas é claro que ver as notícias e o número de mortos aumentando, além do desgoverno total que é simplesmente incapaz de gerar um sentimento de paz na população quando mais precisamos, tudo isso mexe com a cabeça. Por esse motivo, ali pela metade do mês eu tomei a decisão de não ler mais notícias. Quando algo muito extraordinário acontece, alguém sempre me conta. Mudou bastante a minha saúde mental depois que fiz isso.

Tenho mergulhado nos estudos, que é a minha atividade reconfortante. Nunca li tanto na vida, e tenho feito leituras bacanas, profundas, que complementam muito o meu trabalho e a minha vida como um todo. Maio foi um mês em que eu pensei muito na possibilidade de iniciar um doutorado no segundo semestre, mas optei por esperar. Já tenho em mente o tema que quero desenvolver na minha tese mas me falta clareza. Vou buscá-la ao longo desses próximos meses. Como já comentei algumas vezes, não tenho exatamente pressa para fazer o doutorado mas, assim que eu tiver certeza do tema, me conheço e sei que vou querer iniciar o quanto antes.

Estou fazendo um curso de formação em Ayurveda, para me tornar terapeuta. No momento, não tenho em vista “largar tudo” para trabalhar apenas com o Ayurveda – eu vejo o curso como um complemento ao que faço hoje. Para ensinar sobre rotinas, quero ter respaldo técnico, científico e um pouco holístico também, porque é como eu me identifico com as coisas. Mas nunca se sabe o dia de amanhã e a vida vai surgindo à medida que a gente vai vivendo e construindo ideias.

Uma vontade que tem batido forte nessa quarentena é a vontade de morar em uma casa legal na serra, com amplo espaço externo e uma vista para as árvores ou montanhas. Um monte de cachorros correndo pelo quintal e uma horta para cuidar. Por isso, tenho tentado incorporar alguns desses elementos dentro da minha própria casa hoje, pois o prazer é mais imediato e não depende de burocracias externas (vou comentar em posts futuros). Não pretendemos sair da casa onde moramos, que fica em um bairro legal, arborizado e, querendo ou não, da janela do meu escritório consigo ver o Pico do Jaraguá no horizonte, o que me garante um pôr-do-sol legal. Simplesmente não é o momento de mudanças drásticas e estou ok com isso, mas quem sabe mais adiante? (meu marido é absolutamente cosmopolita e não quer sair da cidade de modo algum)

Sobre a família. Minha mãe está bem de saúde. Ninguém na família, até onde a gente sabe, pegou o corona. Um pai de um amigo meu veio a falecer porque precisou fazer uma cirurgia de emergência e foi contaminado no hospital. Penso que cada vez mais teremos conhecidos indo embora, o que é muito triste.

Preciso registrar que finalmente consegui acertar meu sono nessa quarentena, o que muda completamente a minha rotina. Sinto-me bem disposta e consigo fazer todas as coisas que quero fazer. Estou tomando vitaminas novas e acertei o grau da melatonina, o que faz toda a diferença. Também voltei a tomar os meus Florais de Bach, que eu nem sei bem por que eu tinha parado.

Outra coisa que fizemos foi um encontro virtual com os meus amigos de infância, foi bem legal! De modo geral, tenho buscado fazer algo divertido todos os dias, o que ajuda demais a se manter relativamente bem durante esses dias. Paul e eu estamos maratonando uma série na Netflix chamada “Aucademia” (rsrs) e também assistindo os filmes da Marvel em sequência. Marido e eu estou estamos finalizando a maratona de “The Office” (eu já tinha assistido mas ele não, e tem sido muito legal reassistir). Aproveitei a Geek Week da Amazon para comprar alguns livros de fantasia, meu gênero preferido. Então posso dizer que termino esse mês muito melhor do que como o comecei e como ele foi se desenrolando.

Também teve um festival budista de primavera, lá na Inglaterra, que pela primeira vez foi transmitido virtualmente. Me senti muito privilegiada por poder participar, pois sempre quis ir para lá participar de algum evento assim.

Espero que o mês de junho possa ser melhor para todos nós.

Categoria(s) do post: Casa, Novidades

Entre os meses de abril e maio eu fiz uma série de LIVEs diárias (foram 28 no total), todos os dias, às 17h, lá no meu canal no YouTube. O propósito era batermos um papo todos os dias no mesmo horário para ficarmos bem durante a pandemia, para quem estivesse de quarentena. Confesso que a série foi muito importante para mim, pois eu ansiava a chegada do horário todos os dias, mesmo aos finais de semana e feriados. Foi um projeto que adorei fazer, pois me manteve bem nesses dias todos.

De modo geral, falamos sobre organização, sobre a casa, sobre a vivência e a convivência em tempos de quarentena. Se você não conseguiu acompanhar, sem problemas, pois você pode conferir todas na playlist correspondente lá no meu canal.

Se ainda não estiver inscrito/a, aproveite para se inscrever. <3 Obrigada!

Se você conseguiu acompanhar a série, comente aqui embaixo, se quiser, dizendo o que achou dela! Foi útil para você? Espero que sim!

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Comida, Rotinas, Ayurveda

Existem algumas perguntas que eu recebo com muita frequência, então, sempre que eu identificar alguma assim, vou criar um post com a resposta, pois pode ser a dúvida de outras pessoas também e me ajuda a dar a referência em caso de a pergunta aparecer novamente.

Resposta rápida: não, não segue. A explicação vem abaixo.

Ayurveda é a ciência da vida indiana. Uma abordagem indiana da medicina. Nós estamos inseridos na medicina ocidental, o que inclui também o papel de nutrólogos e nutricionistas. Não tenho a pretensão sequer de dizer que quero saber mais do que eles. Mas eu preciso dizer que sigo uma abordagem diferente para a alimentação, que é um conceito de saúde integrada. Ou seja, não é exatamente uma dieta que eu sigo, ou uma comida com mais ou menos calorias que deixo de comer. É uma abordagem com perspectiva na longevidade. E um entendimento de que saúde envolve um mix de coisas.

Dentro do Ayurveda, o tratamento da saúde não tem como não ser individual. Logo, mesmo que meu marido e nosso filho seguissem a mesma linha, nossa alimentação teria variações, pois cada pessoa tem necessidades diferentes que são resolvidas com a alimentação. Cada pessoa tem um biotipo e a alimentação deve ser guiada em benefício individual. Claro que existem recomendações gerais, e é o que seguimos.

Além do fator Ayurveda, tem a questão de eu ser vegana. Meu marido é simpático à causa, é ovolactovegetariano a maior parte do tempo (come carne tipo uma vez por mês), mas nosso filho come carne (compramos só orgânicos). Já expliquei em outro post como costumo organizar a nossa alimentação atualmente mas, de modo geral, eles aproveitam a maior parte do que eu cozinho para mim, e apenas complementam com outras coisas, ou meu marido prepara uma refeição diferente. Por exemplo, se eu preparar arroz, ou uma massa, ou legumes no forno – eles comem isso normalmente, e apenas complementamos com outros alimentos, a gosto. Vale dizer que sempre foi meu marido que cozinhou em casa e eu passei a preparar minhas refeições quando me tornei vegana.

Eu estou em um momento de transição na minha saúde com várias questões. Faz três anos que fiz a cirurgia de redução do estômago, e só agora meu corpo estabilizou. Foi o que me deu a liberdade de me tornar vegetariana há um ano, e a integrar as práticas de Ayurveda para o resto da vida. No momento, tenho uma terapeuta de Ayurveda que está me orientando e estamos no meio de vários processos por aqui, especialmente hormonais, e a alimentação complementa muito. Sim, ainda pretendo falar mais sobre isso em outros posts. 😉

Então não, a minha família não segue a minha dieta, pois o que cada um deve comer deve atender suas necessidades individuais, gostos, necessidades de saúde, projetos pessoais, princípios, enfim, uma série de questões.

Não posso deixar de expressar minha preocupação em receber esse tipo de pergunta porque geralmente não vejo a mesma sendo colocada em perfis de homens que trabalham com produtividade, então fica meu convite a perguntar para eles também como é a alimentação da família. Isso não é responsabilidade apenas da mulher. Dentro do meu papel aqui, vejo-me obrigada a comentar a questão do gênero, pois ela é um pilar fundamental quando a gente fala de sobrecarga principalmente nas atividades domésticas. Por que perguntar esse tipo de coisa apenas às mulheres? Fica o questionamento.

Categoria(s) do post: Comida, Receitas

Seguindo por aqui na pegada de fazer receitas com base em cremes, caldos e purês durante a lua nova, hoje preparei uma sopa de inhame com espinafre e especiarias. Ela fica pronta bem rapidinho, vou contar como faço.

Ingredientes

  • 4 inhames
  • espinafre a gosto
  • 2 cebolas pequenas
  • 3 dentes de alho
  • 1/2 alho poró
  • azeite
  • sal a gosto
  • pimenta do reino a gosto
  • cúrcuma a gosto
  • cominho a gosto

Modo de preparo

Descasquei, cortei em cubos e coloquei para cozinhar 4 inhames em água e sal.

Enquanto cozinhava, eu piquei 2 cebolas pequenas, 3 dentes de alho e meio alho-poró.

Na panela em que ia preparar a sopa, aqueci um pouco de azeite e coloquei: cúrcuma, pimenta do reino e gengibre. Aí joguei a cebola, o alho, o alho poró e o espinafre (a gosto).

O inhame cozinha muito rápido então nesse meio tempo ele já tava molinho. Escorri a água e acrescentei o inhame à outra panela, junto com os demais ingredientes. Amassei o inhame como se fosse para fazer um purê (para ele se desfazer, sabe?) e dei uma misturada em tudo até “borbulhar”.

Nesse momento, fui colocando água. Coloco a olho mesmo, sentindo o ponto que eu quero. Deixei cozinhar um pouco e testei o sal: pus um pouco mais, um pouco a mais de pimenta do reino e cominho em pó (bem pouco, só pra dar um sustinho mesmo).

Mexi durante uns 5 minutos e estava pronta. Minha intenção era bater pra virar um creme, mas quis deixar com pedaços nessa refeição. Ficou bem boa!

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Resenhas

Mais um livro da série “boas leituras para o período de quarentena”. Tenho lido alguns livros (e relido outros) que eu acredito que possam ajudar nesse momento que estamos vivendo e, conforme apropriado, compartilho em formato de resenha aqui no blog. O outro livro que recomendei recentemente nesta série foi o livro “Mais forte do que nunca”, da Brené Brown.

É um bom livro para o momento porque te ajuda a organizar seu tempo, sua rotina, através da reflexão sobre hábitos que constróem a vida que você quer viver. Estar em quarentena nos proporciona esse olhar interno para implementar hábitos que talvez antes não conseguíssemos, como regular o sono, se alimentar de maneira mais saudável e ler mais.

Entender sobre a implementação de bons hábitos e como se livrar daqueles que são ruins é uma questão crítica para a gente gerar esse autocuidado hoje em dia, especialmente se você for uma pessoa que sempre acaba procrastinando ou sentindo que precisa melhorar sua organização diária.

Eu tinha iniciado a leitura desse livro em inglês quando ele foi lançado, em formato e-book. Mas, em 219, a editora Alta Books o publicou em português aqui no Brasil, então resolvi comprar para ler diretamente na versão em português.

Tenho diversos amigos e conhecidos que sempre me recomendavam a leitura desse livro. Quando eu li, eu entendi. Ele é muito a pegada do Vida Organizada. Diferente do livro do Charles Duhigg (“O Poder do Hábito”), aqui temos um autor que passou por desafios na vida e, com eles, tirou um aprendizado que acabou virando um livro depois. Ele é palestrante, o Charles jornalista. Então isso diz muito sobre a “pegada” de cada um dos livros.

O conceito que o James traz sobre hábitos está muito vinculado ao que eu ensino sobre ter uma vida organizada. É, acima de tudo, uma questão de viver uma vida coerente com os nossos valores, com quem nós somos. E, segundo ele, o que faz essa vida existir é a construção de bons hábitos que nos levarão até esse estado.

James descreve a palavra “hábito” como “uma rotina ou prática executada regularmente” ou “uma resposta automática para uma situação específica”. Ambas as definições são complexas e resumem o livro, pois ele discorre, ao longo dos capítulos, como implementar hábitos e fazê-los de maneira consistente, quase que como automaticamente.

Sinceramente, a ciência sobre hábitos já é conhecida. Existe um esqueleto que envolve estímulo, resposta e esforço, proposto por Skinner na década de 1930 e revivido pelo Charles em “O Poder do Hábito”. Aliás, muitos leitores me pediram para comparar ambos os livros. Entendo o pedido, mas gente, autores geram livros completamente diferentes, mesmo que sobre o mesmo assunto. O que você precisa saber é o quanto você se interessa pelo tema para saber se vai ler mais de um livro a respeito. Ambos livros são bons e eu diria que se complementam. O do Charles tem um tom de reportagem, é um pouco mais acadêmico, mas essencial para estudar hábitos. O do James é uma pegada mais auto-ajuda, mais prático.

Muito, mas muito mesmo do que ele fala no livro está alinhado com o que eu ensino aqui no Vida Organizada. Por exemplo, a coisa de a rotina ser construída diariamente e feita de consistência, não de horários ou microgerenciamentos. E que sair da rotina uma vez e encarar como uma exceção e voltar é uma coisa – outra coisa é deixar a corrente quebrar de vez. Ele também insiste em um ponto que considero essencial: o de que temos mais facilidade de incorporar hábitos que digam respeito a quem somos de verdade. Não adianta você querer incorporar um hábito porque acha que ele é certo mas não tem motivação suficiente para iniciá-lo.

Outro ponto que ele traz e que eu dei um gritinho quando li foi o fato de enfatizar o processo e não metas, prazos ou trackers de modo geral. Tudo isso tende a cair no microgerenciamento. Processos, sistemas, consistência, resultados. Isso é o que importa.

Claro que essas ferramentas citadas podem ser úteis, mas você deve usá-las com consciência.

O grande lance dos “hábitos atômicos” é que não se trata de algo grande que simplesmente acontece, mas a soma de pequenos esforços que, juntos, funcionam como juros compostos. São práticas e rotinas regulares que são pequenas e fáceis de se fazer e que geram um poder incrível. É o que ele propõe com o livro.

Em termos de logística e organização do material, achei o livro muito bem estruturado, como um passo a passo mesmo. Ele traz os fundamentos, depois vai ensinando como implementar um novo hábito, como construir um bom ambiente para os seus hábitos prosperarem, fala sobre autocontrole, sobre como tornar um hábito atrativo, fácil, como acabar com maus hábitos, além de técnicas gerais para facilitar (ter um parceiro de hábitos, por exemplo).

É um excelente livro para ler durante a quarentena porque você pode aproveitar esse tempo em casa para incorporar novos hábitos bons que sempre quis e abandonar hábitos ruins que muitas vezes estavam vinculados a situações exteriores, como beber ou fumar com os amigos no bar, por exemplo.

Eu sinceramente considero um livro essencial para quem se interessa por produtividade. um livro que você vai ler, vai aprender, vai aplicar e também deve consultar sempre.

Veja mais sobre o livro na sua página na Amazon. Se você comprar usando este link, você ainda ajuda o blog a ganhar uma pequena comissão, o que nos ajuda a manter este conteúdo gratuito para todo mundo. 😉

Categoria(s) do post: Estudos, Ayurveda, Universidade Pessoal

Desde que comecei a estudar Ayurveda de maneira mais “oficial”, sempre recebo comentários de vocês nas diversas redes sociais perguntando que curso estou fazendo e como estou estudando, então o post de hoje é para esclarecer essas dúvidas.

Meu interesse com o Ayurveda nasceu há pouco mais de um ano, quando li o livro “Mude de horário, mude de vida”, que foi publicado recentemente no Brasil com o título “Mude seus horários, mude sua vida”, pela Ed. Sextante.

A partir dali, fui me interessando pelo assunto e acompanhando vários profissionais que são especialistas nesse assunto pela Internet: Mateus do Vida Veda, a Laura Pires, a Márcia de Lucca, o Erick do Naradeva Shala, entre outros.

Comecei também a ler livros e ir montando uma biblioteca relacionada, que até mostrei aqui, em um vídeo e post sobre o assunto. De modo geral, estou sempre lendo algum livro sobre Ayurveda e vou fazendo minhas anotações de aprendizados no commonplace book e juntando referências no Evernote.

Em fevereiro, eu me matriculei em um curso de formação pela Escola de Ayurveda. Conversei com muitas pessoas, pesquisei e pensei demais antes de me decidir por eles. É um curso de três anos, com muito material e estudo e aulas um final de semana por mês. Infelizmente, o curso começava em abril e, com a pandemia, está suspenso. Mas ainda quero fazer, pois meu objetivo é me especializar em dinacharya, a rotina diária do Ayurveda (que tem a ver com o que eu já faço hoje).

Agora, eu cheguei no ponto mais importante deste post, que eu queria compartilhar. Após ter entrado no curso e depois de ter lido tantos livros, eu cheguei em um modelo de estudo que, para mim, parece o mais significativo para o Ayurveda, dentro das condições que tenho hoje (não estou fazendo faculdade de medicina na Índia, por exemplo), que é o estudo dos samhitas. Os samhitas são os livros clássicos do Ayurveda. Eles são verdadeiros tratados. Eu os recebi como parte do material do curso de formação (não achei para comprar) e venho estudando por eles desde então.

Todos os dias, basicamente, eu estudo um pouco. Faço sempre revisões quando estou com meu commonplace book por perto. Estudo, leio, vejo vídeos. Como costumo dizer, o que direciona a forma de estudar é a definição do propósito. No meu caso, estou me formando como terapeuta ayurvédica. Esse curso, que tem três anos, é o primeiro de uma formação extensa que ainda pretendo fazer, talvez até em alguns cursos na Índia futuramente (não sei o que vai ser do mundo depois dessa pandemia, se vou querer fazer viagens longas novamente etc).

Com base nesse propósito, quero me aprofundar com cursos e estudando os samhitas. Mas se eu quisesse apenas incorporar na minha vida, eu estudaria por livros, faria consultas com uma terapeuta ayurvédica, estudando questões pontuais que ela me passasse, veria vídeos ou faria um curso online. Então depende muito do seu propósito mesmo estudando esse assunto.

Categoria(s) do post: Saúde, Ayurveda

Alguns anos atrás eu publiquei aqui no blog um texto sobre o hábito de tomar água morna com limão pela manhã e até hoje eu recebo comentários lá, pois acredito que as pessoas cheguem através de buscas no Google sobre esse assunto. Agora que estou estudando mais Ayurveda e me aprofundando, achei que seria importante escrever novamente sobre esse assunto até mesmo para atualizar aquele material.

É muito importante começar dizendo que o que importa sobre o Ayurveda é você se observar, se conhecer e trazer soluções personalizadas para a sua vida, que impactarão a sua saúde em um nível mais abrangente. Não é por que é indicado tomar água morna com limão durante algum tempo, ou alguma vez, que você deve fazer isso pelo resto da sua vida. Esse vídeo do Matheus com a Laura no canal do Vida Veda no YouTube traz uma explicação rápida e clara sobre essa prática.

Eu quis fazer este post porque, hoje, acordei e tomei água morna com meio limão e uma lasquinha de gengibre. Tenho tomado TODOS OS DIAS? Não. Por que tomei HOJE? Porque hoje acordei com o estômago meio esquisito. Ontem comi algo que não me fez muito bem, dormi um pouco enjoada, e hoje de manhã achei que eu precisava cuidar melhor do meu agni (fogo digestivo), além de estar com a sinusite “atacada” porque entrou uma frente fria em São Paulo. Logo, beber água morna de manhã em jejum, com meio limão e um pouco de gengibre, faria bem para o meu estômago e também fortaleceria a imunidade no dia de hoje para mim. Também ajuda a eliminar toxinas.

Como sou dosha vata, colocar um pouco de sal torna a bebida salgada e ameniza os efeitos desse dosha também, que sempre ficam agravados em épocas mais frias. (Doshas são biotipos. Leia mais sobre esse assunto aqui.)

Beber todos os dias nem faz bem! Acaba com o esmalte dos dentes, pode irritar o estômago e dar azia, em vez de ajudar! Por isso é muito importante que você se conheça e que conte com bons profissionais da área da saúde para te orientar caso a caso. Não saia implementando mudanças na sua alimentação sem consultar especialistas, tá bem?

Eu faço acompanhamento profissional. Tenho meu médico gastro, que me acompanha há anos, nutricionista e terapeuta ayurvédica. Além de estudar em um curso de formação de Ayurveda e me aprofundar muito. Mesmo assim, mesmo com esse estudo, eu sigo recomendações médicas porque tenho a humildade de entender que eles sabem infinitamente mais do que eu. Mas quem está aqui no dia a dia comigo sou eu mesma. Logo, preciso me observar e me conhecer, entender os sinais que o corpo me manda e respeitá-los.

Não apenas a água morna com limão, mas tudo aquilo que você ler como boa recomendação na Internet deve ser visto e enquadrado na sua situação personalizada particular. Essa é a melhor maneira (a meu ver) de cuidar da saúde, pois deixa a gente mais próximo da gente mesmo – uma conexão natural que pode ter se perdido com o passar dos anos.

Categoria(s) do post: Imprensa, Novidades
Badge que você poderá encontrar nas minhas redes sociais e aqui no blog sobre o novo programa

Em 2015, eu fui convidada a ser embaixadora do Todoist, a ferramenta gerenciadora de listas que costumo recomendar a todos os meus alunos e leitores do blog. Naquela época, eles tinham um programa voltado para brasileiros e foi uma boa “era”, pois várias iniciativas bacanas surgiram daquela ocasião.

Não lembro exatamente quando comecei a usar a ferramenta – creio que entre 2013 e 2014. De lá para cá, fui alternando seu uso com testes de outras, até mesmo porque, pelo meu trabalho, considero importante realizar tais testes. Há algum tempo, enjoei um pouco da carinha dela, e testei outras (Omnifocus, Trello), mas sempre com vontade de voltar porque, ao dar aulas, sempre foi a minha recomendação aos alunos. Por quê? Porque considero, sinceramente, hoje a melhor ferramenta de gerenciamento de listas do mercado. Sei que é complicado usar o adjetivo “melhor”, mas, dentro do uso que faço e recomendo, considero sim, em termos de simplicidade visual, uso intuitivo e completude de recursos.

Nesses últimos anos, meu envolvimento com o Todoist proporcionou o desenho de um curso online da ferramenta (que, já aviso, terá nova versão em breve) e também o envolvimento com o guia de configuração do GTD™ da David Allen Company, em que colaborei amplamente.

O programa de embaixadores não é remunerado nem nada desse tipo. É apenas um espaço onde usuários da ferramenta que trabalhem com sua disseminação (como no meu caso, com cursos e criação de conteúdo relacionado) possam interagir, trocar ideias, saber das novidades antes, testar recursos, enfim, um canal mais próximo com os desenvolvedores mesmo. Isso também me permite uma liberdade maior para a criação de conteúdos, cursos, workshops, palestras, eventos, meetups, enfim, tudo o que for relacionado. É possível que surjam cupons promocionais de desconto, que sempre compartilharei com vocês. Novamente fui convidada a fazer parte e, achando que era um bom momento para isso, eu aceitei.

Com essa parceria, a ideia é ajudar vocês a usarem de forma cada vez melhor a ferramenta, com dicas e técnicas para aplicação. Já tem muito, muito conteúdo aqui no blog, no youTube e nos meus outros canais produzido nesses últimos anos sobre o Todoist. Eu estou justamente revisando todos eles para planejar os próximos, e posso dizer que vêm boas novidades por aí. Espero que gostem da novidade. <3

Categoria(s) do post: GTD™, Rotinas, Ferramentas de organização

O gerenciar do dia não deve ser desvinculado de um gerenciar maior, referente à semana, ao mês etc. Mas, se você fizer apenas isso todos os dias, já estará muito mais organizado que a maioria das pessoas. E já vai trazer muito mais clareza e tranquilidade para a sua rotina.

Trata-se de ter duas ferramentas para gerenciar o seu dia a dia: uma agenda e uma lista de afazeres. Elas devem ficar fisicamente separadas porque o que entra em uma é diferente do que entra em outra. Logo, não vejo sentido em “sincronizar” ferramentas, de modo que o que você coloca no Todoist entra na agenda do Google, por exemplo, porque você só está duplicando informações. Se prefere ter tudo em um só lugar, use só uma ferramenta. Se vai usar duas, é porque existe um propósito para isso, e o propósito que defendo é que são naturezas diferentes as dessas coisas que entram em uma e em outra ferramenta.

Com base no que aprendi no método GTD™, o que entra na agenda é o que deve ser feito em um dia ou horário específico. Não apenas ações e atividades, mas informações também. Logo, sua agenda deve trazer essa natureza de informações. Você deve ter a habilidade de olhar a sua agenda todos os dias e ter a certeza de que o que está ali são coisas que você precisa fazer ou saber no dia em questão, e não “apenas desejáveis”.

Se você olha para o seu dia de hoje na agenda e se depara com coisas a fazer ou informações que não precisam estar atreladas a este dia especificamente, isso gera uma perturbação cognitiva sem você nem perceber. No fundo, você sabe que tem algo errado. com o tempo, deixa de confiar nas informações que tem ali.

(O exemplo acima é fictício e foi feito antes da quarentena, apenas para ilustrar. Fique em casa!)

É muito diferente de você inserir lembretes e recadinhos para você mesmo, tais como: “daqui a duas semanas vence a assinatura do seu clube de milhas – você pretende mantê-lo?”. Isso é completamente diferente de inserir uma ação lá dizendo “cancelar clube de milhas”, porque se você não sabe se quer ou não quer cancelar ou, se sabe, poderia fazer isso em qualquer outro momento ATÉ aquele dia, e não naquele dia exatamente, e essa outra diferenciação é importante porque pode ser que no dia você não consiga fazer, mas essa ação estando em uma lista de afazeres com prazo permitiria que você fizesse ANTES, quando tivesse tempo.

Ou seja,

Se você tem que saber ou fazer em um dia ou horário específico, entra na agenda;
Se você tem que fazer o quanto antes, com ou sem prazo, entra em uma lista de afazeres em outra ferramenta.

As duas ferramentas que uso hoje para isso são: Google Agenda e Todoist. Mas você pode usar as ferramentas que preferir. Não recomendo usar apenas uma para centralizar tudo, justamente porque separar o que tem naturezas diferentes faz diferença no foco que você vai dar.

Todos os dias, eu trabalho no que está na minha agenda, com ou sem horário (coisas que estão na parte de cima e coisas que estão nos horários). É minha prioridade e, de modo geral, busco fazer todas elas antes do almoço – a não ser, obviamente, compromissos em horários à tarde e à noite.

Ao longo do dia, executando ações, vou trabalhando em paralelo com a minha lista de afazeres. Por exemplo, se tenho que acessar o Internet Banking para pagar uma conta de vence hoje (está na agenda), eu tenho uma lista no meu Todoist chamada “Internet Banking” onde posso ter listadas outras ações que posso fazer quando estiver naquele ambiente. Desse modo, vou executando ações diversas sem que elas se tornem urgentes ou eu tenha que fazer porque chegou um prazo – antecipo muita coisa. O nome disso é contexto e também veio do GTD™, apesar de ser uma boa prática de produtividade como um todo, mesmo sem dar esse nome. Trata-se de agrupar tarefas semelhantes, que você pode fazer quando determinadas condições estiverem reunidas. No Internet Banking, andando pela casa, ao computador, com o celular em mãos, conversando com o marido etc.

A lista de afazeres deve refletir a sua rotina, os seus contextos diários, para funcionar apropriadamente.

É claro que essas duas ferramentas não resumem todo o seu sistema de organização, mas elas são as duas únicas coisas que você tem que acessar e focar no seu dia a dia para fazer o que precisa ser feito. Nelas, você pode ter direcionamentos para outras atividades de organização e planejamento, como por exemplo “planejar a minha semana” todo domingo na agenda ou “processar meus e-mails” todos os dias na lista de afazeres. Este post serviu para mostrar o seguinte: está começando a se organizar? Esse é o arroz com feijão. Comece por aqui e vá refinando sua rotina, implementando outras coisas aos poucos, mas esta é a base.

Categoria(s) do post: Saúde, Ayurveda, Veganismo

Muitos leitores me perguntam o que eu costumo comer no café-da-manhã sendo vegana.

Depende muito do dia e da época do ano. Não costumo me alimentar logo que acordo, pois uma das coisas mais importantes no Ayurveda (que eu sigo) é respeitar seu corpo e comer apenas quando sente fome. Então geralmente acordo, faço várias coisinhas (já comentei aqui sobre a minha rotina), o que inclui yoga, por exemplo, que é um exercício físico que acaba estimulando a minha fome. Aí me sinto pronta para comer. 🙂

Toda semana eu preparo algum tipo de “pastinha” que eu uso em várias refeições. Geralmente é hommus de grão de bico, mas às vezes faço com feijão também. Costumo fazer em uma quantidade legal que dure a semana inteira, aí geralmente passo uma quantidade generosa no pão e como. Esse é um café-da-manhã bastante proteico e substancioso para mim. O pão que costumo comprar é o integral de 12 grãos da Pullman.

Em dias mais frios, eu costumo fazer alguma refeição quente (que sempre prefiro). Adoro cozinhar frutas com alguma especiaria, como banana com canela ou maçã com ghee (vegetal, obviamente). Pêssegos e peras também são ótimos. Eu costumo consumir as frutas da estação.

Outro tipo de comida que eu gosto quando está frio são mingaus, sopas e “canjinhas”. Pode ser um mingau de cereais (aveia, painço etc). A sopa é basicamente como se fosse um chá, mas salgado. 🙂 Coloco gengibre, cúrcuma, um pouco de arroz ou macarrão de lamen, tofu, algum vegetal (acelga, repolho, couve). O kanji é uma canja sem o frango, apenas com arroz (geralmente uso o basmati, pelo aroma), cúrcuma e gengibre. Às vezes coloco uma cenoura também.

Outra receita é o tofu mexido, mas em tempos de quarentena eu economizo o tofu para fazer meu lamen rsrs

Quando não estou com taaanta fome ou não estou a fim de cozinhar, eu como uma fruta simplesmente, tipo uma banana. É o suficiente.

Costumo fazer sucos, o que também depende da minha vontade no dia. Tem dias que bato no liquidificador e faço laranja com beterraba ou suco verde com couve, mas tem dias que faço um simples suco de laranja ou limão. Ou apenas bebo um chá.

É claro que tenho dias mais preguiçosos e nostálgicos em que eu como um pão na chapa com azeite (e um pouco de salsinha), mas de modo geral eu prefiro comer algo que tenha mais nutrientes para aproveitar bem cada refeição.

Apesar de existirem substitutos para leite, manteiga, queijo etc, depois que eu me tornei vegana eu raramente comi essas coisas na versão vegetariana. De modo geral, aproveitei a oportunidade para ser mais criativa nas minhas refeições e me alimentar melhor e de forma mais saudável. O Ayurveda também ajudou nessa parte.

Categoria(s) do post: Novidades, Feng Shui

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