Categoria(s) do post: Diário da Thais

Neste post de hoje eu vou contar um pouquinho como foi o meu mês de maio, tanto pessoal quanto profissionalmente.

Bom, acho que vocês já devem saber que o tema principal que norteou o meu mês de maio foram os cuidados com a minha avó. Toda a família se mobilizou em detrimento disso. Infelizmente, ela veio a falecer no dia 21 de maio. Com o acontecido, deixei 95% da minha vida de lado para apoiá-la e estar por perto, e na última semana do mês eu dediquei ao meu estado de luto e retornei às minhas atividades bem aos pouquinhos, porque percebi que me distrair seria melhor.

Se você estiver se perguntando se eu estou bem, eu estou bem. Obrigada pela preocupação. Tenho recebido muitas mensagens de leitores e leitoras super queridos, e só tenho a agradecer. Na medida do possível está tudo bem. Ainda tenho momentos de tristeza, mas consigo lidar bem com a morte, de maneira geral. A vida continua.

Em termos de trabalho, em detrimento da Copa, me organizei para trazer a maioria dos meus eventos para maio, então precisei conciliar a situação da minha avó com essa agenda mais cheia. Foi difícil, mas já passou. Consegui cumprir todos os compromissos.

Não tenho (realmente) muito o que escrever. Comentei sobre o meu mês no vídeo abaixo, que você pode conferir aqui ou ver no YouTube.

Obrigada e até junho. <3

Categoria(s) do post: Áreas da Vida

Observação: Os conceitos e práticas citados neste post foram inspirados no GTD (um método de produtividade que uso há mais de 12 anos, criado por um norte-americano chamado David Allen). A base do método GTD é um livro publicado no Brasil com o título “A arte de fazer acontecer” (David Allen). Você também pode conferir a agenda de cursos, se quiser. O conceito de “horizontes de foco” funciona como se dividíssimos a nossa vida em “camadas”, de modo que possamos gerenciar cada uma delas de maneira diferente (especialmente no que diz respeito ao foco).


O mapa de visão para mim é um dos mais importantes porque mostra o estilo de vida que eu estou construindo para mim. O que quero que aconteça até o final da vida. E ter trabalhado esse mapa esta semana foi fundamental porque muitas coisas que eu tinha nele estavam previstas para acontecer só lá na frente. Com a morte da minha avó, muitos elementos vieram para mais perto, então essa reanálise foi totalmente necessária.

Com relação a estilo de vida (life style), eu insiro elementos que já consigo enxergar e que quero para mim, como morar fora um tempo (talvez no pós-doc?), desenvolver um estilo de vida ativo e saudável para preparar o meu corpo para a velhice, viver sempre uma vida culturalmente rica e outros desse tipo. Como eu falei, são construções. Não se tratam de objetivos “smartificados”, mas de cenários.

Em trabalho (work), eu tenho elementos como “construir um estilo de trabalho que me permita trabalhar em qualquer lugar do mundo”, “construir uma empresa com legado para pelo menos 50 anos”, “me aposentar como professora” e outros desse tipo. É bem interessante porque pensar sobre esses cenários me ajuda a ver se o que eu estou investindo meu tempo hoje tem a ver, colabora para isso que eu quero. Me ajuda a ter uma vida mais focada e em encontrar significado naquilo que realmente precisa.

Em segurança da casa e da família (home & family safety), eu tenho basicamente os cuidados com a nossa casa e os cuidados com os membros da família. Garantir que tenha um patrimônio para o Paul, que eu proporcione a melhor educação possível para ele, que meu marido e eu possamos envelhecer bem, cuidar dos nossos pais. Nada de muito extraordinário.

Em prosperidade e propriedades (wealthe & property), eu insiro elementos que quero ter, como comprar um terreno nas montanhas, um valor X em investimentos, investimentos para a aposentadoria e independência financeira e outros relacionados.

Já tive esse mapa mais detalhado e complicado, dividido por áreas e especificado para caramba um plano para cada um dos elementos. Hoje, para mim, basta revisar cada um dos itens e refletir: o que tenho feito, hoje, para alcançar esse objetivo mais de médio ou longo prazo? Muito provavelmente isso vai gerar alguns projetos, e os projetos entram no meu sistema.

Se você quiser saber mais sobre GTD, consulte nossa agenda de cursos. Obrigada.

Amanhã eu entrarei com o resumo do mês no blog e, na semana que vem, continuarei com os mapas.

Categoria(s) do post: Diário da Thais, GTD™, Planejamentos

Observação: Os conceitos e práticas citados neste post foram inspirados no GTD (um método de produtividade que uso há mais de 12 anos, criado por um norte-americano chamado David Allen). A base do método GTD é um livro publicado no Brasil com o título “A arte de fazer acontecer” (David Allen). Você também pode conferir a agenda de cursos, se quiser. O conceito de “horizontes de foco” funciona como se dividíssimos a nossa vida em “camadas”, de modo que possamos gerenciar cada uma delas de maneira diferente (especialmente no que diz respeito ao foco).


Este mapa deve ser revisado sempre que eu preciso tomar grandes decisões. Ou, no mínimo, uma vez por ano. Sinceramente, eu reviso sempre que sinto necessidade de me reconectar comigo mesma e, é claro, em processo de tomadas de decisão.

Revisar este horizonte significa ter muita clareza do seu papel no mundo. Não é algo que se constrói de uma só ve. Na verdade, à medida que você vai vivendo e se conhecendo vai descobrindo novas informações sobre você, e a ideia é ter onde armazenar e revisar essas informações.

Por exemplo, o exercício da missão pessoal foi algo que fiz no meu curso de coaching, em 2016. Descobrindo-a, inseri nesse horizonte. O mesmo vale para valores, princípios, o “quem é a Thais”, quem me inspira e todos os outros tópicos.

Esse mapa é útil inclusive para decidir o que realmente deve estar em pauta na minha vida, no sentido de projetos e áreas em andamento. Ele pode parecer mais abstrato, mas não é. Sua utilização é essencialmente prática e inspiradora.

Se você quiser saber mais sobre GTD, consulte nossa agenda de cursos. Obrigada.

Categoria(s) do post: Diário da Thais, GTD™

Espero que este post fique como referência para todo mundo que esteja passando por fases de reajustes ou queira colocar a vida em ordem, porque aqui eu mostro como eu faço de acordo com o GTD (um método de produtividade que uso há mais de 12 anos, criado por um norte-americano chamado David Allen).

No sábado eu mostrei que estava voltando aos eixos depois da morte da minha avó, pensando na vida e tendo clareza sobre as minhas “coisas”. Esse é o melhor tipo de trabalho que posso fazer nesses momentos, pois colocar as coisas em ordem em horizontes mais elevados me ajuda a puxar essa clareza para o presente e saber falar “não” para aquilo que não tem nada a ver ou incubar aquilo que pode esperar.

A base do método GTD é um livro publicado no Brasil com o título “A arte de fazer acontecer” (David Allen). Você também pode conferir a agenda de cursos, se quiser.

Tudo começou com a criação de um mapa chamado “Thais’ World” (mundo da Thais). Todos os mapas mostrados aqui foram feitos em um programa chamado Mind Meister. A ideia desse mapa é ter um panorama atual do meu mundo e prioridades de maneira geral. Tem um vídeo na casa do David, filmado pelo Daniel, que vai entrar em breve no YouTube, em que o David mostra que tem esse mapa. Ele não ensina isso em nenhum material do GTD (por enquanto – tem um curso novo vindo aí em setembro), mas eu entendi que é um panorama, simples assim. Então recheei com itens que ele usa e outros meus, a saber:

  • 5 prioridades para 2018 (leia mais sobre isso aqui)
  • Objetivo bem definido (inspirado nas ideias do Napoleon Hill)
  • Manutenção / Rotinas (onde vou inserir o que preciso checar regularmente)
  • Upcoming (coisas a seguir – tipo férias escolares, copa, viagens)
  • Projetos-chave (que estou trabalhando no momento)
  • Mapas dos horizontes (links para os mapas dos outros horizontes do GTD)

Cabe aqui uma breve explicação dos horizontes de foco do GTD. O David “divide o gerenciamento da nossa vida em camadas”:

De maneira geral, térreo e horizonte 1 podem ser organizados em formato de lista – é o mais comum. Não que os outros não possam também. Podem. Na verdade, você pode usar o formato que quiser… até colagens. Mas então eu voltei a organizar os horizontes de 2 a 5 em mapas mentais, que sempre foi o formato que me agradou mais, e há algum tempo eu vinha tentando organizar de outras formas (listas, textos, notas no Evernote). O formato de mapa mental me deixa mais satisfeita, então voltei.

Horizonte 2:

Durante aaaaanos usei dois mapas separados para as minhas áreas de foco pessoal e as responsabilidades no trabalho. Desta vez, quis fazer um único mapa, onde tudo relacionado ao trabalho está em “work”.

Horizonte 3:

O horizonte 3 contém metas e objetivos de curto prazo – o que eu quero que seja verdade em até dois anos? Essa separação por “áreas” foi intuitiva – criei à medida que fui trabalhando no mapa. Me sinto bastante satisfeita com ela, porque mostra as principais áreas em que tenho esses objetivos bem definidos. Já falei em outros posts, mas vejo os objetivos, mais do que “metas” ou “smartificação” das coisas, como cenários. O que eu quero e estou configurando para a minha vida – o que eu quero “estar colhendo” daqui a dois anos. Tudo isso me ajuda a identificar projetos que precisam estar em andamento agora.

Horizonte 4:

Horizonte 4 é a construção do estilo de vida que quero para mim. No centro, coloquei um desenho que fiz no ano passado e que ainda traz alguns elementos que gosto muito (outros mudaram!). Este mapa foi um dos mais importantes de trabalhar porque muita coisa que eu tinha na minha visão anterior estava relacionada à morte da minha avó, o que eu previa mas, sinceramente, não pelos próximos cinco anos. Então muita coisa que estava nesse mapa veio para mais recente, e essa reformulação toda foi fundamental para eu ficar tranquila sobre para onde estou caminhando.

Horizonte 5:

Esse eu já tinha mostrado no post de sábado. Reflete quem eu sou, meus valores, princípios, afirmações pessoais e outros aspectos que me inspirem.

Vale a pena dizer que os mapas estão em inglês porque estou em uma imersão no idioma para aperfeiçoá-lo.

Nos próximos dias, vou compartilhar com vocês um pouco mais sobre esses mapas (pretendo detalhar). Por hora, o que eles me permitiram fazer nesse final de semana foi analisar, com calma e afetividade, os projetos que devem estar em andamento para que eu alcance os objetivos que eu tenho. E isso é algo impagável que só a organização faz por você.

Categoria(s) do post: Diário da Thais

Eu aprendi com o David Allen: revise seu propósito e seus princípios quando precisar tomar grandes decisões.

Neste sábado de manhã (e, na verdade, vindo de um movimento que começou no meio da semana), eu resolvi revisar o meu horizonte 5 montando novamente um mapa mental com ele. Estou novamente na fase dos mapas mentais. Acho que mostram melhor todas as coisas. Então montei meu mapa do horizonte 5 de novo:

A ferramenta usada é a de sempre (Mind Meister).

Passei todas as informações do meu Evernote para ela (todas as informações deste horizonte). Me fez muito bem colocar uma música no fone de ouvido, beber um chá quentinho e trabalhar nesse mapa. Me permitiu pensar, refletir sobre quem eu sou, e para onde as coisas vão.

Minha semana não foi fácil, mas de certa maneira, meus últimos meses não têm sido. Toda essa questão com a minha avó impactou demais a minha vida, e de toda a família, especialmente a do meu tio. Jamais serei egoísta de pensar que impactou só a minha. Toda a família próxima sentiu demais, e todos se envolveram, ajudaram. Estamos naquela fase de fazer inventário e cuidar dos pertences dela. A organização ajuda em ambos, o que é excelente. Sempre me dei bem com a parte prática (GTD). A meditação me ensinou a lidar com a parte emocional. E, nessa última semana, tenho me reconectado demais com todas essas coisas.

Mantive os compromissos que me deixariam bem e feliz. Dei aula, encontrei pessoas queridas. Isso me ajudou a ver as coisas de outra perspectiva. Quer dizer: por que não fazemos disso o nosso dia a dia? Fazer o que nos faz feliz e encontrar as pessoas que nos fazem bem?

Reconectar com o meu propósito me fez ver tudo, tudo de uma perspectiva mais ampla. Me fez olhar para mim, olhar para dentro de verdade, e entender que eu tenho que ser mais gentil comigo mesma em todos os aspectos. Voltar para dentro ao tomar decisões importantes.

Por isso, este é o primeiro post com a tag “Ano pessoal 9”. Acho que vai ser interessante tagear os posts nesse sentido. Acompanhem.

“Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo…”

Categoria(s) do post: Blog

Existem essas dúvidas sobre quem trabalha com conteúdo na Internet.

Também existem casos e casos. Existem pessoas que trabalham (e têm sua remuneração) apenas pelo conteúdo. Isso acontece através de patrocinadores, posts pagos e outras ações publicitárias, que envolvem participar de eventos, postar muito no Insta Stories, gravar vídeos e outros conteúdos desse tipo.

No meu caso, o conteúdo em si nunca trouxe meu faturamento principal. Eu costumo mais recusar ações comerciais relacionadas a conteúdo que aceitar e trazer para cá coisas que não tenham absolutamente nada a ver com o blog. Ainda hoje, anúncios como o AdSense do Google rendem muito pouco. Jamais daria para me sustentar ou manter a minha empresa.

O que eu observo, na maioria das pessoas que trabalha com conteúdo, é que o que fazemos proporciona que a gente trabalhe compartilhando conteúdo – simples assim. O nosso trabalho fora do blog, fora do canal no YouTube, é o que sustenta o conteúdo.

E meu trabalho fora do blog é o seguinte:

GTD

A Call Daniel é a franquia brasileira do método GTD, que foi criado por um norte-americano chamado David Allen (que hoje mora na Holanda), e é o método que eu uso para me organizar.

Comecei a trabalhar com o Daniel em 2013 através de uma consultoria de marketing digital, e no ano seguinte aceitei o convite para trabalhar como professora do método GTD em empresas e cursos abertos, para pessoas físicas. Daí vinha a minha remuneração principal na época.

Hoje, meu trabalho com o GTD (remunerado) se baseia nas seguintes responsabilidades:

  • Capacitação de instrutores e vendedores
  • Organizar e ministrar turmas abertas (os cursos presenciais) – agenda
  • Traduzir materiais

Ainda participo de projetos esparsos e estou investindo (= pagando do meu bolso) em uma certificação de coaching que me permitirá ter isso como serviço daqui a alguns meses, ensinando as pessoas pessoalmente e individualmente a usarem o método GTD.

Vida Organizada

O Vida Organizada nasceu como um blog, mas hoje é mais do que isso. Hoje a empresa se baseia nas seguintes responsabilidades (que trazem remuneração):

  • Cursos online – todos os cursos
  • Consultoria de organização
  • Mentoria para profissionais da área de organização
  • Venda de livros
  • Conteúdo pago
  • Eventos e palestras

Ou seja, são diversas fontes de renda que constituem um todo saudável e em crescimento, que me permite contratar pessoas e fazer investimentos cada vez mais focados tanto em termos de dinheiro quanto de tempo.

Um ponto importante de diferenciação foi ter identificado que, com o GTD, sou a especialista e, com o Vida Organizada, sou a gestora. Esse ponto foi fundamental, pois me permitiu visualizar o que eu deveria delegar e o que deveria ficar comigo, o que impacta diretamente na maneira como eu aloco os meus esforços diariamente.

Muitos leitores que acompanham o blog não conseguem imaginar de onde vem a remuneração dos seus blogueiros favoritos, então espero que este post possa mostrar pelo menos um pouco do que é o meu trabalho. A grande verdade é que quem trabalha com conteúdo o faz por amor ao negócio mesmo.

Qualquer dúvida que você tiver, por favor, poste nos comentários. Obrigada!

Categoria(s) do post: Empreendedorismo

Acredito que uma das principais vantagens de ter a minha empresa é construir a minha própria rotina.

E eu gosto de acordar cedo. De verdade. Mas também acredito na reformatação constante.

Ultimamente, com todos os acontecimentos com relação ao tratamento da minha avó (ela teve um problema bem grave nos últimos dias e está internada fazendo hemodiálise), eu tenho me permitido dormir mais tarde e acordar mais tarde.

Vejam: eu era uma pessoa que começava a trabalhar por volta das 7h15. Nas últimas semanas, tenho tido compromissos até tarde. É comum ficar o dia todo no hospital e voltar para casa tarde. Com isso, comecei a trabalhar até mais tarde, ou fazer outra coisas e ir dormir tarde. Minha única regra do sono é dormir horas suficientes. O ideal são 7,5h. Em dias excepcionais, consigo dormir menos, mas não é sustentável mesmo a curto prazo. É coisa para fazer menos de duas vezes por semana (isso já me sobrecarrega).

Tenho tentado aceitar esse novo ritmo como uma fase, mas pegando leve comigo mesma. E se não for? E se for um “novo horário”? E quem disse que, se for, precisa ser pra sempre?

Ter o próprio trabalho significa se conceder permissão o tempo todo e ficar numa boa com isso.

Dormir 8 horas por noite, acordar descansada, trabalhar o que tem que ser trabalhado no dia, dormir em um horário confortável. Check!

Sinceramente, ainda não me acostumei com esse novo horário. Mas estou aprendendo a aceitá-lo.

A gente trabalha durante quase 20 anos das 8h às 18h e acha que esse é o “modelo certo” para o resto da vida. Não precisa ser.

Categoria(s) do post: Saúde

Estou cheia de rapidinhas esta semana. Talvez eu devesse aproveitar para escrever haikai.

Alimentos que têm sido o meu foco atualmente:

  • Proteínas magras (peixes e frango, basicamente, mas mais peixe).
  • Saladas em todas as refeições (geralmente almoço e janta são salada + proteína).
  • Massas, apenas para curtir o dolce far niente (bruschetta em uma noite X da semana, pizza com uma amiga).
  • Substituir industrializados. Industrializados, só em último último caso.
  • Chás quentinhos ao longo do dia.
  • Café, apenas de manhã.
  • Não ir para a parte de prateleiras do mercado (fico só na parte da feira).
  • Lanches, só frutas. Não tem nada mais fácil que carregar que peras, bananas e maçãs. Melhor que qualquer coisa industrializada.
  • Fazer comida em casa. Me envolver com a comida faz eu prestar mais atenção em tudo o que eu como.

Faz mais de um ano que eu fiz a cirurgia bariátrica e só agora eu aprendi a comer “bem” (ou do jeito que eu considero bom). Reeducação mental é demorada, e eu não consegui fazer sentindo fome o tempo todo. Ter o estômago menor me ajudou a comer corretamente, e considero uma decisão acertada.

Categoria(s) do post: Dicas de produtividade

1. Um bom colchão

Se eu não dormir bem, meu dia seguinte estará acabado.

2. Um bom chuveiro

Quando tudo der errado, tome um banho.

3. Um calendário confiável

Se você pode tirar, não deve estar no calendário.

4. Uma roupa confortável (e sapatos!)

Se machuca, você não deve usar. Já temos coisas suficientes para nos preocuparmos.

5. Um copo de água gelada

Cura até dor de cabeça.

Boa semana. 🙂

Categoria(s) do post: Carreira

O servidor do blog esteve em manutenção durante a semana passada inteira. Não conseguíamos acessar nem criar novos posts. Agradeço a compreensão.

No dia 4 de maio realizei no YouTube uma LIVE especial de 30 mil inscritos no canal (obrigada!) sobre o futuro do trabalho. Eu venho estudando esse tema há bastante tempo e reuní um monte de dados e pesquisas mais recentes para poder dar meus pitcacos sobre o assunto.

Apesar de ser um assunto com potencial enorme de exploração, a LIVE durou uma hora e você conferir abaixo ou clicando aqui.

Comecei a LIVE falando sobre o mercado de trabalho hoje e no mundo. Trouxe um relatório que foi publicado dia 30 de abril deste ano pela Organização Mundial do Trabalho (OIT). Esse relatório nos diz, por exemplo, que 61% da população do mundo (mais de 2 bilhões de pessoas) atuam na eonomia informal, ou seja, em trabalhos sem contrato.

No Brasil, com o desemprego batendo as 13 milhões de pessoas este ano, cada vez mais temos visto pessoas aumentando esse cenário, buscando bicos, freelances ou trabalhos intermitentes (só trabalha quando tem demanda, e só recebe quando trabalha).

Seguem algumas tendências que eu reuní e que falo mais a respeito na LIVE:

  • Termos como: precarização, flexibilização, temporários, terceirizados, empreendedorismo, intra-empreendedorismo se tornarão cada vez mais frequentes.
  • Intensificação da sobrecarga. Afinal, em uma equipe de 20 pessoas, se 12 forem despedidas, as 8 restantes assumirão o trabalho das que saíram. E “terão que dar conta” se quiserem manter o emprego.
  • Cada vez mais veremos a redução do trabalhador operário de fábrica, devido ao avanço da tecnologia.
  • No entanto, não acredito no “fim do trabalho” “porque um robô pode roubar o meu trabalho”, porque sempre existirão trabalhos – eles apenas vão mudar. Algumas profissões podem sim deixar de existir, mas trabalho sempre haverá.
  • Aumento no número de serviços. As pessoas não têm mais tempo, e contratarão cada vez mais outras pessoas para realizarem serviços de todos os tipos.
  • Cada vez mais jovens (sem experiência) e idosos serão excluídos do mercado de trabalho. Em alguns países, os imigrantes já têm assumido há algum tempo postos de trabalho considerados menos qualificados.
  • Por incrível que pareça, ainda existem alguns países no mundo que exploram o trabalho infantil, e esta é uma realidade que é difícil de lidar. Vivemos em um sistema que busca obter cada vez mais lucro (e menos gastos com mão de obra).
  • O aumento do trabalho feminino, que já é uma realidade há anos. Isso impacta na disponibilidade dos homens para trabalhar fora e também na escolha por uma família ter filhos ou não.
  • Também veremos cada vez mais o aumento do terceiro setor e trabalho voluntário.
  • O trabalho está ficando cada vez mais transnacionalizado e internacionalizado. A empresa é da Inglaterra mas tem profissionais atuando em diversos países, por exemplo.
  • Ou seja, cada vez mais comum será o trabalho em estilo home-office, que traz algumas características como diminuição de gastos da empresa que contrata, além de uma individualização das pessoas (que, por trabalharem sozinhas, não poderão se organizar para reivindicar direitos, por exemplo, além de também aumentarem a possibilidade de problemas psicológicos, como a depressão).
  • Isso nos leva à tendência do enfraquecimento dos sindicatos. Os movimentos capitalistas são friamente calculados. rs
  • Sobre o avanço da tecnologia, ouviremos cada vez mais falar em: robótica, nanotecnologia, Internet das coisas, inteligência artificial e engenharia espacial.
  • Cal Newport, autor do livro “Deep Work”, diz que teremos dois tipos de profissionais nessa nova realidade da robótica: o especialista em sua função (que será sempre requisitados e consultado, especialmente para trabalhar na configuração das máquinas) e o profissional que sabe se relacionar e se comunicar (para facilitar a comunicação entre máquinas e pessoas).
  • David Allen (autor do método GTD) diz que, independente de você trabalhar na Terra ou em Marte, você sempre lidará com ideias, então vale a pena implementar um método para lidar com elas, pois isso te ajudará em todas as frentes.
  • Economia criativa também será cada vez mais alimentada. As pessoas cada vez mais querem trabalhar com aquilo que elas gostam e que demandam criação própria.
  • Os trabalho apoiados em tecnologia também terão cada vez mais espaço: ideias, aplicativos, volume invisível de informações.
  • A pequena produção também é uma tendência. Isso nascerá do empreendedorismo e do fato de as pessoas terem ficado desempregadas, mas tendo conhecimento para começar a produzir.
  • A destruição da natureza também já vem de décadas, mas cada vez mais o tema entrará em pauta se a gente quiser manter o planeta que vivemos hoje. Logo, iniciativas nesse sentido terão seu espaço.

No vídeo eu relato as minhas diversas fontes para as tendências acima e explico um pouco mais cada uma delas, além de dar a minha opinião, que é: não, o trabalho não vai acabar, mas vai mudar. Como não temos como saber o futuro, o que meu coração me diz é que devemos sempre ficar atentos às mudanças do nosso setor e fazer o que consideramos mais certo e coerentes com quem nós somos.