Categoria(s) do post: Diário da Thais

Todo último dia do mês eu gosto de escrever um post compartilhando como foi o último mês para mim, no geral. Como escrevi no post do resumo de março, não foi fácil completar um ano de pandemia mas, em abril, algumas coisas que comentei naquele post melhoraram, como a relação do Paul com as aulas e o astral do meu marido. Paul voltou a estudar de manhã e isso foi muito bom porque ele dorme mais cedo (e isso impacta na minha rotina de sono também) e consegue aproveitar a tarde para brincar (tudo online) com seus amigos e primo. Meu marido também conseguiu organizar melhor a sua rotina de trabalho trabalhando ao lado do Paul de manhã, e isso influenciou no bem-estar dele. Aos poucos, todo mundo aqui em casa está entendendo como o ritmo circadiano faz diferença na rotina e, bem devagar, mas sempre em frente, a rotina da família vai se formatando.

Ainda sobre família, em abril o Paul completou 11 anos de idade. Nem dá para acreditar. O tema da festa foi, claro, Hogwarts, com direito a cartinha e tudo. Estávamos só nós três em casa e o restante da família participou via What’sApp. Nós encomendamos docinhos, salgadinhos e o bolo e cantamos parabéns. Foi gostoso. Inicialmente eu achei que ele fosse ficar chateado por ter sido o segundo aniversário dele comemorado em uma pandemia, mas todos nós estamos um pouco mais resignados com a situação.

Sobre o restante da família, é importante falar sobre a vacina. Meus sogros já foram vacinados, mas minha mãe ainda não. A previsão para a idade dela é maio. Estou com bastante expectativa.

Stanley e Sebastian fizeram a cirurgia de castração, o que me deixou super preocupada. Sebastian ficou ótimo, mas o Stanley teve uma complicaçãozinha pós-cirúrgica (seroma) e está com dificuldades para comer. A veterinária está acompanhando ele de perto. Infelizmente ele tem que ficar com o cone porque fica o tempo todo querendo mexer na feridinha costurada, e isso pode levar a uma infecção.

Falando um pouco sobre mim. Ontem, na minha consulta médica, eu ouvi algo que precisava e que vai me ajudar a analisar todas as áreas da vida e objetivos de uma outra maneira. Meu médico me disse: “a sua vida está mudando”. Mesmo em uma pandemia, tem muitas mudanças acontecendo na minha vida nesse momento, me levando para cenários diferentes que eu não vivi antes, e isso pode gerar uma certa ansiedade. Para quem não sabe, tenho TAG (Transtorno de Ansiedade Generalizada). Por isso, ele vai alterar a minha medicação, e vamos ver como será. Sempre fico com um mix de emoções ao alterar uma medicação de uso contínuo, pois ela pode fazer muito bem assim como pode ter vários efeitos colaterais estranhos. Mas vamos que vamos.

No começo do mês, quis mudar um pouco meu visual e pintei o cabelo de marsala. A tinta que estou usando é esta aqui. Ao final do mês, criei coragem e cortei meu cabelo mais curto eu mesma em casa. Vi alguns vídeos na Internet, me animei e cortei. Eu não sou muito apegada a cabelo. Errou, cresce de novo.

Eu não estou com a auto-estima muito alta este mês, então foi bom ter feito algo assim por mim.

Outra mudança de abril foi que iniciei os treinos em casa com um personal trainer. Eu nunca tinha feito isso mas, depois de um ano em casa, eu estava sentindo falta e também notando que eu estava ficando letárgica, retendo mais líquido que o normal e ganhando peso. Então começamos dia 29/3 na verdade, mas eu considero que foi uma coisa muito presente em abril. Estou gostando muito de treinar. Por enquanto fazemos 3x por semana (e nos outros dias eu faço yoga em casa), mas a ideia é passar para todo dia em dois meses.

Em termos de trabalho, tudo indo muito bem. Iniciamos a Turma 7 do curso online do Método Vida Organizada, realizamos o workshop online de Planejamento de Vida para essa turma e algumas turmas anteriores, trabalhamos no projeto de gamificação do curso, estamos revisando e regravando aulas do curso, e em abril também tivemos uma nova aquisição para a equipe, que é a querida Ana Luisa, que basicamente será a guardiã do trabalho do Vida Organizada, trabalhando como uma coordenadora de operações. Ela está tirando de mim toda a carga de trabalho que não seja essencialmente criar conteúdo e gravar aulas, de modo que eu consiga me dedicar mais a isso e trabalhar melhor.

O Doutorado segue com as aulas e, em março, fiz uma apresentação para o Grupo de Pesquisa da Cásper e iniciamos as atividades com o novo Grupo de Pesquisa da PUC. Estou feliz. <3

Uma das coisas que eu mais gosto no mês de abril é essa luz amarelada à tarde, tanto nos dias quentes quanto nos dias mais frios. É a minha época do ano preferida.

Espero que você esteja bem e que seu mês de abril tenha sido legal. Se quiser contar um pouco como foi, deixe aqui nos comentários, por gentileza. Obrigada por estar aqui!

Categoria(s) do post: Saúde, Hábitos, Ayurveda

O café é simbólico para a produtividade.

Originário da Etiópia, existe a “lenda” de que um pastor percebeu como suas ovelhas ficavam agitadas ao comer as folhas de café, e ele mesmo passou a “testar”. Viu que sentia uma vivacidade maior. Um monge da região ficou sabendo e passou a usar o café para resistir ao sono enquanto fazia suas orações. A expansão se deu pela Arábia (tanto que o café era chamado de “vinho da Arábia” na época). Em 1570, chegou à Europa, em Veneza (Itália), em 1652 na Inglaterra e em 1672 na França, onde foi aberta a primeira “casa de café”. Foram os franceses os responsáveis pela cultura de colocar açúcar no café. Hoje, o café é a bebida preparada mais consumida do mundo. (informações tiradas da Wikipedia)

Com a chegada da Revolução Industrial, em suas diversas fases, parecia quase impossível cumprir turnos de noite sem o consumo de estimulantes como o café. Não é à toa que as empresas oferecem cafezinho para os funcionários – é para mantê-los despertos e trabalhando. Antes disso, os ciclos de trabalho eram associados ao ciclo do sol (o ritmo circadiano). Podendo ter trabalhadores no turno da noite, as fábricas nunca paravam, e assim os proprietários obtinham mais lucro. Não demorou muito para a bebida se tornar um padrão no trabalho. E, até hoje, é associada ao foco, à produtividade, ao bom trabalho etc.

Você já fez a experiência de ficar sem tomar café se você era acostumado a beber todos os dias? A sonolência é absurda e ficar com dor de cabeça é comum, quase que como em um processo de abstinência. Você não quer ficar com sono, então volta a beber café. Eu já passei por esse ciclo e acredito que muitas pessoas já tenham passado também.

Quando comecei a estudar Ayurveda, percebi que o consumo de cafeína não é muito indicado para o meu biotipo, pois pode agravar alguns sintomas de desequilíbrio no corpo, como crises de ansiedade. Não apenas a cafeína, mas estimulantes de modo geral. E veja, o problema não é o café, mas o uso que se faz dele, o tipo de café que se toma, em que momento, e como seu corpo reage a isso. Tem um vídeo ótimo do dr. Robert a respeito (legendado).

Então, o que eu penso é que preciso, neste momento, quebrar essa rotina de beber café diariamente como um hábito. Não é que não vá tomar café nunca mais, mas não será uma coisa diária, não pensada, como se meu corpo precisasse todos os dias da mesma substância. Ayurveda é sobre isso.

Para deixar um hábito, preciso de um plano de ação, que é:

Hábito que quero deixar de ter
Tomar café todos os dias

O que pode estar me atrapalhando?
Sono errado (dormir mal de vez em quando)
Beber pouca água
Ter café disponível em casa
Não ter outras opções de bebidas em casa

O que posso fazer de concreto para implementar?
Garantir quantidade de horas de sono bem dormidas à noite
Beber 3 litros de água por dia
Substituir por chá
Valorizar mais o momento quando for beber um café ocasionalmente

Pretendo fazer alguns testes e ficar um tempo SEM café para ver como o meu corpo reage. O grande problema é ele virar hábito e válvula de escape, porque a causa do problema tem que ser tratada, e não usar o artifício mais fácil e rápido.

Categoria(s) do post: Rotinas, Propósito, Liderança

Continuando a série que iniciei há alguns dias fazendo uma revisão das diversas áreas da minha vida no momento, para compartilhar sobre a minha rotina, hoje querer falar sobre como está a área relacionada a carreira, propósito e trabalho de modo geral.

Como vocês sabem, todo mês eu gosto de revisar as minhas responsabilidades para garantir que eu esteja me dedicando ao que realmente gostaria ou preciso me dedicar. Mas, outro dia, postei no Twitter:

Esse é um grande paradoxo da pandemia: apesar de todo o caos e tristeza que estamos vivendo, a empresa cresceu, prosperou, assim como aconteceu com outros profissionais, mas a gente nem se dá ao luxo de ficar feliz ou comemorar, porque não é apropriado. Mas o fato é temos muuuuuita demanda por conta do momento que estamos vivendo, e o Vida Organizada passou de uma pessoa (eu) com sua assistente pessoal para atendimento, para uma equipe com sete pessoas, sem contar os prestadores de serviços. Meu lema para 2021 é “cresça com responsabilidade” justamente porque, quando se fala em contratação, você está falando em vidas, e você se torna responsável pela vida daquelas pessoas, pelo sustento da família delas, a qualidade de vida e tudo o mais. Eu me sinto mais experiente para o papel de liderança agora do que eu era em 2018, pelo menos.

Nosso trabalho hoje se resume a:

  • Criação de conteúdo gratuito, que para mim é tão importante quanto a parte educacional. Não é menos importante só porque é gratuita. Faz parte de uma narrativa e ajuda pessoas do mesmo jeito. Então a dedicação ao blog, ao youTube, ao Instagram, ao Telegram e ao Facebook faz parte deste trabalho, assim como a organização de eventos online de tempos em tempos, encapsulando temas.
  • O curso do Método Vida Organizada. Cada vez mais temos focado em centralizar os outros cursos dentro dele e, especialmente este ano, estamos revisando as aulas, regravando, fazendo novos workshops etc, além de trazer elementos de gamificação para aumentar o engajamento. Tem sido empolgante trabalhar nesse material diariamente.

Existem outras atividades pontuais, que são exceções, e outras que estão em conversação, como as atividades relacionadas ao GTD e meus próximos livros. Tudo se trata de priorização, repriorização, retomar, incubar e assim vamos indo de acordo com os objetivos.

Minha rotina de trabalho se divide basicamente em: trabalho concentrado pela manhã e trabalho “aberto ao mundo” de tarde (reuniões, lives, gravações). Todos os dias são assim, exceto quando tenho aulas do Doutorado, eventos, encontros dos grupos de pesquisa da faculdade etc. Vale dizer que o próprio Doutorado é um investimento e tanto na minha carreira e nesse trabalho com o MVO.

Estou trabalhando em casa, mas temos um escritório externo onde posso ir quando preciso gravar ou realizar alguns trabalhos. Em fevereiro e março não fui nenhuma vez para lá por conta do agravamento da pandemia, mas pretendo voltar a ter uma rotina de maior frequência em maio, até para sair um pouco de casa. Como vou e volto a pé e não tenho contato com ninguém, dá para fazer tomando todos os cuidados de verdade.

Nunca gostei tanto do meu trabalho e acho que estamos vivendo o nosso melhor momento em todos os sentidos. Senso de propósito muito forte, pessoas incríveis apoiando este trabalho, ideias boas sendo implementadas e uma rotina tranquila acima de tudo. Na medida do possível, mediante tudo que tem acontecido, me sinto feliz, realizada e com o senso de que estamos construindo um legado bom. É isso.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Rotinas, Dicas de produtividade, Plenitude & Felicidade

Já faz alguns anos que eu tenho implementado essa técnica e ela funciona muito bem. Trata-se de definir um foco para a semana que está começando.

Esse foco pode ser associado a algum evento importante, um projeto que esteja tomando sua atenção no momento, uma data, uma aula, uma entrega, mas também pode ser relacionado a aspectos mais sutis da nossa existência, como um sentimento, um hábito, ou apenas descansar mais.

Papo sério: nesse mundo que a gente vive hoje, com tantas distrações e potencial para sobrecarga de atividades, toda ajuda que a gente puder ter sobre foco é útil. Vale testar!

Conseguir alcançar objetivos ou concluir projetos importantes não é algo que “acontece”. Depende do foco que damos a essas atividades. E o foco é uma escolha.

No dia a dia, o mais comum é vivermos em formato reativo, apenas reagindo às demandas que chegam até nós. É mais fácil viver assim, porque basta abrir a caixa de e-mails ou de mensagens e voilá – tem um montão de coisas pra gente fazer sem que tenha que pensar a respeito de como alocar tempo no dia.

O problema disso tudo é que deixamos as coisas realmente importantes para nós para fazermos “quando der tempo” ou, se tiverem um prazo, quando se tornarem urgentes. Aí é aquela correria pra entregar de qualquer jeito só pra finalizar a tempo, gerando frustração, pois todo o resto das atividades teve que continuar sendo feito de qualquer maneira.

Quando a gente eleva um pouco a visão e consegue enxergar por cima da rotina, aos poucos vai desenvolvendo um senso melhor do que é importante. E não me entenda errado: não estou falando mal da rotina. A rotina é o pé na estrada. Eu amo a rotina e a possibilidade de personalização às necessidades atuais. Mas o fato é que, ficando só na rotina, a gente perde de vista a curva maior da vida, a famosa “curva do transatlântico”, que são aqueles movimentos que fazemos e que levam mais tempo. Visualizar o fim de cada curva é o que nos ajuda a ter uma rotina mais significativa e a fazer escolhas mais assertivas.

Tem dia que você acorda bem. Tem diz que você acorda meio pra baixo e pode ser uma boa revisitar seus valores, suas afirmações pessoais, enfim, referências de quem você é e que você está construindo aos poucos. E, quando você planeja a sua semana, levando em conta tudo o que tem para fazer, e decide que o foco dela será o assunto X, você está dando um recado para você mesma/o: “olha, sei que a rotina é complicada, mas não perca de vista o que é importante esta semana”. Basicamente isso.

Para operacionalizar, você pode escrever em um post-it, na parte de cima da sua agenda de papel, usar marca-texto, ou deixar como “compromisso do dia inteiro” na agenda digital de segunda a sexta, ou até domingo. Tudo isso deve ajudar a ver aquele foco diariamente. Então você pode usar para tomar decisões todos os dias com relação à alocação do seu tempo. Essa atividade faz parte do meu foco da semana? Precisa ser feita agora ou eu posso focar em outra coisa mais importante no momento? E assim vai, diariamente.

Espero que essa técnica possa ser útil para você também. Se você a utilizar, se importaria de comentar aqui embaixo seus resultados e percepções? Muito obrigada!

Categoria(s) do post: Tecnologia, Dicas de produtividade, Propósito

Li no livro “Game Changers”, do Dave Asprey, uma dica que implementei e que quero compartilhar com vocês, especialmente para essa segunda-feira.

A ideia é programar o alarme do seu celular para tocar três vezes ao longo do dia (eu coloquei apenas uma) com os seus valores como título do alarme. A ideia é apenas reforçar a pessoa que você é ou quer se tornar.

Achei bem simples e, se alarme não fosse uma coisa tão chatinha, eu até recomendaria para outras coisas, como afirmações pessoais, por exemplo. Talvez, durante algum tempo, seja uma boa ideia. Então espero que seja uma dica útil para você nessa segunda-feira.

Existe algo – não precisa necessariamente ser um valor seu – que você acharia útil ser lembrada/o todos os dias?

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Estudos

Muitas pessoas têm me pedido para falar mais sobre os cursos que estou fazendo no momento, então pensei que seria útil escrever um post a respeito.

  • Em primeiro lugar, e principalmente, o Doutorado, que é na verdade Visão, horizonte 4, objetivo de médio prazo. Para o Doutorado, no momento estou cursando duas disciplinas neste semestre: Fundamentos da Sociologia e Desafios das Políticas de Proteção Social (Sociologia do Trabalho). Cada uma delas é um projeto e demanda trabalhos e relatórios de entrega no final do semestre.
  • Para ajudar com o Doutorado, especialmente a prova de proficiência em um terceiro idioma, estou fazendo um curso de francês online – Francês Ativo com a profa. Elisa. Estou adorando.
  • Também relacionado ao Doutorado estou fazendo o curso de Zen Budismo e a Sociedade do Cansaço, pela Casa do Saber, com o tradutor dos livros do Byung Chul Han no Brasil, e tem sido muito enriquecedor porque tem tudo a ver com a minha tese.
  • Curso “Planejando a minha pesquisa”, com a Dra. Priscila Dourado. Me inscrevi recentemente.
  • Curso “Mendeley, fichamentos e referências” no Udemy, com o Prof. Hercules Santos.
  • E, sem ser sobre o Doutorado, o curso do Paulo Cuenca, “O Super Poder”, que é sobre marketing de conteúdo com foco no Instagram.

Esses cursos têm aulas ao vivo e outras gravadas, e me organizo para assistir semanalmente. As do Doutorado têm prioridade (dois dias na semana, além das leituras), e o restante assisto um pouco diariamente, variando de uma aula de 20 minutos e um bloco de tempo de três horas, se eu quiser. Não tenho horários fixos para estudar. Meu tempo é livre. Estudos todos os dias, e escolho diariamente o que faz mais sentido estudar de acordo com o que preciso ou quero fazer.

Tenho pensado bem sobre cada curso que estou me inscrevendo porque a prioridade é o Doutorado em si, mas cursos que me ajudem com ele são prioritários também. Eu sempre faço um curso relacionado ao meu trabalho para me manter atualizada. E é isso. 🙂

Categoria(s) do post: Diário da Thais

Não foi fácil completar um ano de pandemia.

Em março, quando isso aconteceu, bateu FORTE aqui na gente.

Paul não aguentava mais as aulas online, e tinha acabado de começar em fevereiro.

Meu marido, músico, saiu oficialmente da banda, e obviamente sente falta. São os amigos dele.

Minha mãe mora em outra cidade, sozinha, e tem um comércio. Minha preocupação triplica.

Continuo fazendo terapia e tomando medicação, em conjunto com alternativas mais naturais, manipuladas.

Medito, minha alimentação é minha terapia também (preparar os alimentos), tenho dormido mais e tendo mais momentos de lazer.

Mas não está fácil para ninguém.

Tenho me permitido aceitar quando estou triste, pois é normal nesse momento. Só não me forço nem fico achando que “deprimi” ou algo maior. É só tristeza, aquele dia.

Quando meu marido ou o nosso filho acordam em dias difíceis, dou o espaço deles.

Tenho procurado ficar mais com o Paul sem fazer nada. Só sentada ou deitada ao lado dele conversando, vendo filme, vídeo, jogando vídeo-game.

Os cachorros são absolutamente TUDO no meu humor nesse isolamento social. Além da minha família, obviamente, eles são a grande alegria da vida. Amo estar com eles. É muito amor envolvido.

A coisa que eu mais sinto falta é de passear em meio à natureza. De ter um quintalzinho em casa, com um pedacinho de verde bem simples, uma árvorezinha, um espaço para tomar sol.

Não sinto falta de coisas que fazia apenas pela facilidade que a rotina apressada anteriormente proporcionava. Almoçar no shopping, comprar alguma coisa só porque estava ali, pegar trânsito. Essas coisas me parecem tão distantes.

Desses passeios “de consumo”, sinto falta de ir à livraria. Olhar as estantes sem pressa, sentar, tomar um café. Conversar com alguém que estivesse ali comigo. Andar a pé. Sentir o vento batendo no rosto SEM MÁSCARA.

Eu sei que tem muita gente que continuou fazendo todas essas coisas mesmo durante a pandemia. Não foi o meu caso.

Sei que vai passar, e sei que precisamos viver o que temos hoje, tentando não sofrer tanto por estarmos em casa.

Mas a grande verdade é que ainda não sabemos o que isso vai nos custar a longo prazo, psicologicamente falando.

Como sempre, eu busco fortalecer a minha mente, pois sei que, mesmo nos momentos piores, é ela que está lá comigo, como uma melhor amiga que só eu conheço.

O restante é puro amor. E isso completa o que a mente cria.

Como você está, querido leitor ou leitora? Compartilha aqui, se quiser. <3 Obrigada por acompanhar este espaço na web.

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Estudos, Universidade Pessoal

Dando continuidade à série de posts que iniciei ontem sobre como eu reorganizo a minha rotina em todas as áreas da vida, de tempos em tempos, e em especial a cada estação, quando faz sentido, quero compartilhar essas atualizações com vocês pois, afinal, este é um blog onde escrevo sobre a minha vida, a fim de inspirar vocês a se organizarem também. Se estiverem gostando dessa ideia, posso fazer de forma recorrente.

Doutorado

Como vocês podem imaginar, o grande eixo principal de estudos da minha vida no momento é o Doutorado, que também me ajuda a direcionar estudos para o nosso trabalho com o Vida Organizada, pois muita coisa que aprendo e pesquiso posso trazer para o trabalho também.

O primeiro ano do Doutorado é bem volumoso porque é quando você está pegando o ritmo, tem que cumprir os créditos das disciplinas, tem muita coisa se ajustando ainda, sabe. Então tenho buscado construir uma rotina organizada que me permita realmente focar no que for prioridade. Tenho aulas duas vezes por semana, além dos encontros dos grupos de pesquisa, que acontecem duas vezes por mês (cada um, participo de dois). Curso duas disciplinas. Tenho dois trabalhos em andamento para artigos e seminários. E tenho alguns cursos que estou fazendo para me ajudar no Doutorado também, como: francês, Mendeley, escrita acadêmica e um sobre o Byung Chul-Han. Além da escrita da minha tese.

O que eu tenho buscado priorizar são as leituras e a escrita diariamente. Mesmo que eu não me sinta “inspirada” para escrever, me forço a estar ali disponível para isso, revisando o que escrevi, tomando notas, e muitas vezes sai um parágrafo ou outro. Ao longo do dia, anoto insights e ideias no meu bloquinho de notas.

As leituras do Doutorado se dividem entre:

  • leituras para a tese
  • leituras complementares interessantes
  • leituras para cada uma das disciplinas
  • leituras para os grupos de pesquisa
  • leitura para a produção de artigos e trabalhos

Todos os dias eu estudo em horários variados. De manhã, quando acordo. Um pouco depois do almoço. De noite, se não estiver tão cansada ou fazendo alguma atividade em família.

Universidade pessoal

Sinceramente, nos tempos do Mestrado eu não tinha muita coisa na universidade pessoal porque o que estava mandando ali era o curso do próprio Mestrado, e o mesmo acontece agora com o Doutorado. Para eu estudar algo “fora” do Mestrado, precisa ser muito essencial e necessário. No momento, são três assuntos: metodologia de pesquisa, francês e marketing digital / empreendedorismo (pelo meu trabalho).

O modo de organizar é o mesmo de sempre: eu estudo todos os dias e alterno as leituras. Se eu quiser me dedicar hoje mais ao francês, da próxima vez que for estudar eu mudo o assunto e estudo marketing ou metodologia. Sem microgerenciamento, apenas uma organização leve para não ficar demais em um assunto e abandonar os outros durante muito tempo.

Alguns pontos relevantes para comentar:

  • Faço as anotações de aulas e cursos de modo geral no commonplace book;
  • O diário de pesquisa é um caderno onde faço minhas escritas para a tese, descrevo insights, trago fichamentos relacionados, notas das minhas reuniões com a orientadora etc;
  • Alterno as leituras dos diversos projetos – livros que levam mais tempo, capítulos pontuais etc;
  • Leio todos os dias, mas nunca contei as horas – simplesmente faz parte da rotina;
  • Tenho o projeto de 12 livros de finanças para 2021, que tenho mantido (resenhas no YouTube);

Vocês não perguntaram, mas eu tranquei o curso de formação em Ayurveda. Me inscrevi nesse curso antes da pandemia para ter um hobby, conhecer pessoas novas e fazer um curso presencial que me permitisse cozinhar, mexer com plantas etc. Mantive os estudos durante um ano e foi ótimo, mas eu ainda quero viver a experiência completa. Então pretendo voltar quando estivermos todos vacinados. O bom é que consigo focar no Doutorado.

Se vocês tiverem alguma dúvida sobre esse processo, deixem aqui embaixo. 😉 Obrigada!

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Saúde, Ayurveda

Eu sou uma pessoa de biotipo vata-pitta (bem mais vata) para o Ayurveda e por isso consigo perceber meu corpo e adaptar bem toda a minha rotina a partir da mudança de clima e das estações.

Não apenas nas estações, mas a mudança que o ciclo menstrual traz para mim, especialmente desde que parei de tomar pílula anticoncepcional (há um ano) e agora fica mais natural entender meu ciclo e o impacto dele no meu corpo.

Eu moro em São Paulo então tudo o que vou escrever aqui diz respeito à minha realidade, ok? O Ayurveda é justamente isso: se conhecer e adaptar à SUA realidade. 😉

Sono

Além da rotina regular de acordar e dormir no mesmo horário em média, e procurar dormir mais cedo (antes das 23h), estou dormindo MAIS. Mais horas mesmo. Eu fico bem com sete horas e meio de sono mas, no frio, às vezes preciso de nove horas para acordar bem. Sinto também maior necessidade de descanso, não sono, necessariamente, então veio alternando várias atividades ao longo do dia com esses períodos de descanso. Preciso apenas me monitorar para não dormir fora de hora, porque isso prejudica bastante mais sono à noite e me faz ganhar peso também.

Alimentação

Eu pedi muito delivery no mês de março porque eu estava em uma situação de DESÂNIMO enorme. Isso fez diferença na minha saúde. Como eu tenho algumas alergias e intolerâncias, qualquer contaminação cruzada me faz muito mal, e a melhor maneira de editar isso é eu preparando a minha própria comida. O que dificulta muito é a coisa de eu não ir à feira, ao mercado, ao empório de produtos a granel. Mas eu pretendo melhorar essa parte – já comecei em abril, na realidade. Estou cozinhando mais.

Eu também priorizo alimentos cremosos, suculentos, molhados, como sopas, caldos, pratos com molhos, purês, massas, risoto, alimentos molinhos (tipo abobrinha refogada) etc. Alimentos sempre quentes, nunca frios (mesmo verduras eu preparo na panela). Refeições sempre em horários regulares, claro, sendo o almoço a principal refeição do dia.

Não posso deixar de falar sobre a água – sempre quente ou em temperatura ambiente. Nada de líquidos gelados. Tenho até uma programação de chás.

Atividade física

Como estou em meio a um projeto de seis meses com um personal trainer, esse é meu foco e não vou mudar, mas geralmente no outono eu costumo pegar mais leve e fazer caminhadas e yoga apenas. Desta vez, estou alternando três dias da semana com hit aeróbico e, nos outros dias, faço yoga. Agora pretendo retomar caminhadas ao ar livre também porque sinto muita falta, e gosto de fazer atividade física sempre pela manhã, para “acordar”. A manhã é um momento meu, introspectivo, em que gosto de alternar atividades de autocuidado com estudos e trabalho concentrado.

Roupas

Eu evito ficar em correntes de ar e vivo me aquecendo porque faz muita diferença em como me sinto. Sou friorenta! Enquanto escrevo este post, está 16 graus em SP e eu estou com meia-calça, calça de lã, camiseta de manga comprida, suéter de lã turtle neck e colete kkk só falta realmente um touca, que não estou usando porque acabei de tomar banho e meus cabelos estão molhados. Mas o fato é que eu preciso sempre estar com meinha, pashmina no pescoço, touca, robe por cima do pijama, uma mantinha sempre me acompanhando nas leituras, dormindo com o cobertor quentinho e a cama forrada com uma colcha de veludo. Isso me mantém bem e aquecida.

No próximo final de semana vou reorganizar o meu guarda-roupa para deixar apenas as roupas de frio e confortáveis disponíveis, guardando o resto em lugares menos acessíveis. Vai ser o armário-cápsula do frio.

Autocuidado

Minha pele tem a tendência a ficar muito ressecada a todo momento, ainda mais no tempo seco e frio de São Paulo, então é manteiga de cacau nos lábios ao longo do dia, muita água ingerida para hidratar por dentro, cremes mais pesados (tipo manteigas corporais), oleação com óleo de gergelim antes de entrar no banho, massagem nos pés antes de dormir etc. Eu também limpo as narinas usando o lota (foto abaixo) quando me sinto congestionada, porque tenho sinusite, além de massagens no rosto para aliviar a formação de muco.

Outro toque que vale a pena comentar aqui é sobre a meditação. Eu costumo meditar regularmente, mas no frio algo acontece que me deixa ainda mais introspectiva para fazê-lo. Eu quero retomar minha programação com o centro budista, que acabou ficando um pouco de lado nos últimos meses, especialmente depois do começo do doutorado, e acredito que isso vá me ajudar a ficar bem.

Não pretendo fazer nenhum exame ou consulta médica presencialmente nesse momento por conta da pandemia, mas eu precisava muuuuuito ir ao dentista. Paciência. Os atendimentos médicos que podem ser feitos online eu continuo fazendo, incluindo a terapia.

Quero compartilhar com vocês como reorganizo a minha rotina em todas as áreas da vida de acordo com as circunstâncias, e este post foi o primeiro. Se vocês gostarem, posso fazer sobre as outras áreas também.

Categoria(s) do post: Finanças

Vou compartilhando aos poucos, à medida que for concluindo, alguns projetos relacionados às finanças que tenho feito este ano. Hoje gostaria de comentar sobre a mudança que fiz referente à reserva de emergência.

A reserva de emergência não é um dinheiro para você rentabilizar apenas, e sim ter facilidade de resgate, liquidez imediata, justamente para casos de emergência.

Ao colocar o dinheiro da reserva de emergência em um fundo de investimentos, mesmo que seja o Tesouro SELIC, eu era a única responsável por ele. Meu marido não tem facilidade com finanças e, se algo acontecer comigo, todo fundo de investimento é bloqueado e só pode ser acessado por via judicial ou após a conclusão do inventário. Não é o que queremos para um fundo de emergência.

O ideal, para nós, seria colocar esse fundo de emergência em um investimento em uma conta corrente conjunta. Como não tenho interesse nem disponibilidade de ir ao banco fechar uma conta para abrir outra e pagar mais taxas, eu tenho uma conta em um banco do Governo (prefiro não dizer qual é por motivos de segurança) onde deixo o fundo emergência, e meu marido tem acesso a essa conta. Se algo acontecer, ele consegue resgatar o dinheiro. Esse investimento está dividido em: fundos, poupança e LCI.

Vale dizer que não estou dizendo que é a melhor opção do mercado, mas a escolha que fizemos aqui com base em diversos fatores.

São duas as fases do fundo de emergência, para mim.

A primeira é ter um valor investido para alguma emergência do dia a dia, tipo: quebrou a geladeira e precisa de outra pra ontem, alguma consulta médica ou exame que o convênio não cobre e é urgente, algum falecimento na família, situações do tipo. Eu tinha em mente o valor de 15 mil reais para esse tipo de coisa. Alcançado esse valor, eu comecei a ter uma segunda meta.

A segunda meta é ir colocando dinheiro até termos 6 meses de despesas pessoas pagas. Mais uma vez: o propósito dessa conta é ter liquidez e resgate imediato em caso de emergência. Não rentabilidade. Isso eu busco em outras aplicações. Então agora meu objetivo é, mensalmente, endereçar uma parte do que ganho para esse fundo, de modo que possamos ter essa tranquilidade com relação a qualquer tipo de emergência que acontecer.

Claro que pretendo falar em posts futuros como tenho feito com outros investimentos. 🙂 Vou avisando vocês.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Carreira, Saúde, Plenitude & Felicidade

A nossa gravidez foi planejada, mas eu sei que não é com todo mundo que é planejada.

De qualquer maneira, estava planejada até o final da gravidez. Eu não contava com os problemas que tive, e que me tomaram a atenção mesmo depois do nascimento do filhote.

Tive pré-eclâmpsia, e isso me deixou de repouso do sétimo mês em diante na gravidez e, depois, muito mal, precisando me cuidar para não ter eclâmpsia (que mata muitas mães no parto e no pós).

Atrele a isso o fato de que, por eu ter parado de trabalhar, meu marido tinha que ter dois trabalhos e quase não ficava em casa.

Precisei me mudar provisoriamente para a casa da minha sogra, que definitivamente não tinha estrutura para isso (nós ficamos no quarto dela e ela dormiu na sala! pensem nisso). Ela cuidou de mim durante o primeiro mês, até eu não ter mais perigo de eclâmpsia e conseguir me movimentar com o filhote sozinha em casa.

Eu sei que muitas mães não podem ter essa pausa e precisam voltar a trabalhar antes do que seria o ideal. Estou contando como foi a nossa experiência.

Com um mês de vida, voltamos para a nossa casa, morando com a minha avó. Ela ainda trabalhava fora na época, mas já me ajudava de noite para ficar com o Paul para eu tomar banho, preparar as coisinhas dele, limpar etc. Ela também me ajudou com a comida.

Eu li os livros da Tracy Hogg e sempre respeitei muito as necessidades do bebê e era quase que “obcecada” com o bem-estar dele. Se estava dormindo o suficiente, se estava mamando o suficiente, se não estava se agitando demais. Essa era a minha rotina na época. Era a prioridade.

Por volta dos três meses de idade dele, eu já me sentia melhor de saúde física, mas estava bastante chateada, caracterizando uma depressão pós parto diagnosticada posteriormente. Foi bastante difícil, mas depois de alguns meses eu fui melhorando. Não fiz tratamento na época. Não tínhamos dinheiro nem disponibilidade (eu não tinha como sair de casa para ser atendida a não ser que o levasse e isso estava fora de cogitação por “n” motivos).

Com seis meses, a alimentação sólida passou a ser introduzida e eu lembro que, nessa época, nossa rotina começou a mudar porque ele passou a dormir mais à noite, por não acordar com fome. Aí que comecei a começar a descansar de verdade e a naturalmente começar a fazer outras atividades, como escrever no blog, pensar na vida, fazer mais coisas em casa. Antes disso, minha dedicação era total a ele e ao meu sono. Eu sabia que, dormindo bem, eu ficaria bem, ele ficaria bem, enfim.

Com quase um ano de idade, voltei a trabalhar fora e, para isso, meu marido saiu de um dos trabalhos e ficou com o que tinha o horário flexível, de modo que ele pudesse ficar com o filhote enquanto eu trabalhava fora em horário comercial. Nós também conversamos e eu resolvi fazer minha pós-graduação aos sábados, pois era o dia que meu marido poderia ficar mais com ele, poderia ir na casa da mãe dele, da minha mãe, enfim, dava pra passear com ele enquanto eu estudava. Nunca foi fácil. Foi bem difícil, na real. Mas eu fiz aquilo porque me sentia defasada profissionalmente e queria começar a dar aulas (eu deveria ter feito um mestrado, mas a pós lato sensu já me animou bastante por que passei a fazer palestras, o que me ajudou com a didática e a oratória).

Com pouco mais de um ano, recebi uma proposta de trabalho para trabalhar no interior e, antes de saber se eu ficaria no emprego ou não, em vez de mudarmos para a outra cidade, eu ia e voltava todos os dias de ônibus fretado. Acordava antes de o Paul acordar e chegava quando ele já estava dormindo, na maioria das vezes. Por quase seis meses, antes de mudarmos.

Eu só consegui retomar qualquer tipo de projeto quando meu marido ficou em casa, mantendo apenas o outro trabalho, e quando o filhote cresceu um pouco mais. À medida que ele foi crescendo, tendo mais autonomia e interesses, indo para a escola, eu pude encaixar outras atividades. Além disso, tudo é questão de perspectiva. “Não consigo fazer o mestrado agora, mas quando ele crescer eu faço”. E entre o fim da minha pós e o início do mestrado foram quase seis anos. Eu esperei. Faz parte!

Não sei se vivemos em um mundo muito imediatista, se a gente não consegue enxergar em perspectiva quando pariu um filho, mas o fato é que não adianta querer ter uma rotina que simplesmente não rola se você tem um bebê recém nascido em casa, não tem ninguém junto com você como rede de apoio etc. Pare de se comparar. Pare de se cobrar. Foque em ficar bem, em seu filho ficar bem. Isso já é TANTO. Todo o resto, se não for de extrema necessidade, pode esperar, e tá tudo certo, viu? A vida é curta mas nem tanto assim. Justamente por isso, APROVEITE o momento que está vivendo agora.

Espero ter ajudado. <3 Sei que é difícil. Sinta-se abraçada/o.

Categoria(s) do post: Rotinas, Tecnologia

Como organizar e-mails? Algumas dicas práticas:

Leia todos os dias.

Não fique com ele aberto: entre de tempos e tempos e leia os novos.

Quando ler um e-mail, já direcione corretamente. Se demanda ação, põe na pastinha de ação. Se e arquivo, arquiva na pasta com a palavra chave.

Delete o lixo e spam.

Se for para outra pessoa fazer, encaminhe com a orientação e aloque na pasta de aguardando.

Quando ficar ausente, use resposta automática de férias explicando a ausência.

Quando e-mails acumularem, jogue todos na pasta revisar com calma para ler aos pouquinhos. Trate os novos normalmente.

Mantenha na entrada apenas o que não foi lido.

Evite ter o retrabalho de ler o e-mail duas vezes! Leu uma, já define o que fazer com ele.

Você tem alguma dúvida específica? Poste aqui!

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.