Categoria(s) do post: Finanças, Rotinas

O céu é o limite, não é mesmo? Mas como saber o melhor que posso fazer com o orçamento que tenho para direcionar meus gastos? Esta é a pergunta que mais recebemos das nossas leitoras em nosso serviço de consultoria. Para ajudar você nessa tarefa, levantamos os custos médios de tudo o que envolve este dia tão especial. E, pensando em facilitar ainda mais sua vida, criamos três opções diferentes para 200 convidados. Confira!

Simples / R$ 5.500,00

A partir de R$ 5.500,00 você pode fazer um casamento simples. Isso significa casar na igreja, vestida de noiva, e receber para um bolo no salão da própria igreja ou no de seu prédio. Lembre-se, na falta de um orçamento mais folgado, o que conta é o bom gosto e a criatividade. Com paciência e planejamento dá para descobrir e negociar coisas muito boas. Que tal fazer um almoço ou um jantar na casa dos seus pais apenas para as famílias e os padrinhos após a cerimônia? Outra opção é casar pela manhã e depois oferecer aos convidados um café da manhã, brunch, sem bebidas alcóolicas que encarecem a festa. Outra opção interessante é montar uma recepção com serviço americano (buffet) para os amigos mais íntimos com frios, saladas, sopas e quiches, com vinho branco nacional, refrigerantes e cervejas.

Produzida / R$ 40.000,00

Com um orçamento iniciando em torno de R$ 34 mil reais dá para fazer uma belíssima festa com direito a flores, um tenor, três músicos e outras coisinhas que fazem parte do sonho de qualquer noiva. Um coquetel para todos os convidados pode ser bem gostoso. Outra opção é convidar um número menor de pessoas, família, amigos íntimos e padrinhos e oferecer um jantar especial.

Super Produzida / R$ 120.000,00

A partir de R$ 100 mil reais, você pode dar asas à sua imaginação e colocar suas fantasias de infância para fora. Use do bom senso, é claro, para não ficar over. Abuse do requinte. Na igreja entram flores em abundância e uma orquestra completa. Nada mal, não? O local da festa fica a sua escolha: pode ser uma belíssima casa, um salão de um museu (muito em moda atualmente)ou um buffet para festas.

 

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Casa, Finanças, Saúde

Você conhece alguém que tenha se mudado para uma cidade no interior porque queria melhorar a qualidade de vida? Ou alguém que tenha optado por um trabalho de meio período, mesmo ganhando menos, somente para ter mais tempo para os filhos?

Todos nós conhecemos alguém assim. Muitas pessoas hoje em dia estão mais preocupadas com a sua qualidade de vida do que com o dinheiro. As crises de estresse do dia-a-dia ajudaram as pessoas a se decidirem.

Um componente desse estresse é o dinheiro (ou a falta dele). E o que causa tal estresse é justamente o gasto desnecessário. Comprar coisas tornou-se um hábito cultural, quase natural, e muitas vezes acabamos comprando ou gastando sem pensar muito.

Por exemplo: Você usa todas as suas roupas? Todas as suas jóias? Todas as suas canetas? Pois é. É possível sim viver com menos, basta concentrar-se no essencial. Seguem algumas dicas para ajudá-la(o).

1. Aproveite o horário comercial na TV para fazer alguma coisa mais útil, ao invés de ficar jogada(o) no sofá esperando a volta do seu programa favorito. A propaganda é feita para persuadí-la(o) a adquirir tal produto. Não assista! Mesmo o hábito de assistir a canais exclusivamente sobre vendas gera em seu subconsciente uma necessidade de consumo que não deveria existir. Em média, os comerciais duram de 30 segundos a três minutos. Nesse intervalo de tempo você pode realizar diversas atividades, como recolher os pratos que ficaram jogados na sala depois do lanche, arrumar a sua cama ou mesmo fazer um leitinho quente e gostoso no frio.

2. Habitue-se a comprar somente o que for estritamente necessário. E não adianta dizer que você “não sabe” o que é necessário. Uma calça jeans (se você tem três) não é necessária, a não ser que você trabalhe em uma mina e calça jeans seja uniforme obrigatório. Procure adquirir objetos de boa qualidade, que vão durar mais. Não adianta comprar o mais barato se precisar comprar outro no mês que vem. Assim como não adianta comprar o mais caro só por esse motivo e acontecer a mesma coisa… Preço alto, hoje em dia, não significa qualidade.

3. Cuide das coisas que você já têm. Não seja negligente com roupas, copos de vidro, livros e tudo o mais. Imagine que você não tenha nada. Depois, dê valor a tudo o que você tem. Isso também significa reconhecer aquilo que você não usa e doar para alguém que realmente vá precisar.

4. Verifique que coisas você usa eventualmente e passe a alugá-las, ao invés de comprar. Ter CDs e DVDs em casa é bastante interessante, mas você usará sempre ou quer ter somente pelo prazer de ter a posse do objeto? Um DVD custa em média 40,00. Se você assistir ao mesmo filme 5 vezes na vida – o que é bastante – você gastará pouco mais que a metade desse valor. Compensa mais alugar o filme em uma locadora quando tiver vontade. O mesmo vale para CDs. Se você quer ter uma coleção respeitável para quando der uma festa, verifique a possibilidade de pedir emprestados tais CDs, ao invés de acumulá-los na sua estante. O mesmo vale para livros, vestidos de festa, até carros.

5. Aprenda a fazer e a consertar coisas. Muitos problemas do dia-a-dia podem ser resolvidos com o mínimo de conhecimento que a maioria das pessoas não tem por pura falta de vontade de aprender. Isso também traz uma grande economia em dinheiro. Desde consertar o vídeo-cassete até fazer os presentes que você vai dar de Natal.

6. Habitue-se a colecionar folhetos de supermercados – aqueles com os produtos em promoção. Hoje em dia, a maioria dos supermercados abate o preço no caixa e você acaba tendo uma economia gigantesca. O mesmo vale para compras em liquidação – são o melhor negócio, sem dúvida. Quando terminar o inverno, possivelmente você ainda terá em mente o que foi necessário durante os meses anteriores – uma blusa, um cachecol. Todos esses itens estarão em promoção por até a metade do preço, quando o inverno acabar. Essa é a hora certa de comprar. Não tem problema só usar no ano que vem. Possivelmente você usará antes, porque o tempo vai e vem. E isso não vale só para roupas, mas para enfeites de Natal, brinquedos (após o Dia das Crianças), ovos de Páscoa etc.

7. Uma continuação da dica anterior: não compre em épocas de “safra comercial”. Isso inclui o mês de dezembro, duas semanas antes do Dia das Crianças, semana de Dia das Mães e dos Pais, Dia dos Namorados e outros eventos do tipo. Você sempre, sempre pagará mais caro.

8. Quando for comprar roupas, compre peças básicas, que combinam com tudo. Vale muito mais a pena comprar um blazer preto do que um rosa-choque só porque está na moda. Deixe as cores “da moda” para acessórios baratos, que dão um diferencial em qualquer roupa básica, como colares e bijouterias no geral. Mas também não exagere nessas!

9. Evite comprar alimentos prontos. Além de ser muito mais saudável preparar sua própria comida, você acaba gastando muito além do que gastaria com a compra dos ingredientes – e o seu tempo. Além disso, procure pensar na sua saúde. Uma fruta é muito mais barata que um doce industrializado, por exemplo, e muito mais saudável.

10. Comprar produtos em grandes quantidades é uma faca de dois gumes. Pode acarretar uma economia enorme no caso de papéis-higiênicos, por exemplo, que são artigos que sempre serão utilizados, mas comprar 15kg de lingüiça já é exagero. Mesmo que custe quase a mesma quantidade da compra menor, o desperdício não vale a pena. Sempre balanceie as opções.

11. Se você precisa comer fora todos os dias, verifique os restaurantes que oferecem promoções e aproveite-as, sem que isso comprometa a qualidade das suas refeições. Atente para a possibilidade de levar sua comida pronta de casa e esquentar no trabalho. Se você gasta cerca de 10 reais por dia, economizará 200 reais por mês.

12. Não faça da ida a restaurantes um hábito. Muitas pessoas se acostumam a jantar fora toda sexta-feira ou ir a uma lanchonete com os amigos uma vez por semana. Deixe para ocasiões especiais, como o seu aniversário. Comer fora é desperdício de dinheiro na maioria das vezes. E sempre programe as vezes em que você for comer fora, para não fazer isso por impulso.

13. Ao invés de levar seus filhos ao cinema – com direito à lanchonete depois – programe um piquenique. Escolha um local com antecedência.

14. Cultive uma pequena horta em casa. Mesmo para quem mora em apartamento é possível reservar um espaço para vasinhos com manjericão, salsinha, coentro e plantinhas do tipo. Você ganhará um hobbie, fará seus filhos se interessarem por algo novo e ainda economizará com tais temperos!

15. Aproveite as coisas da vida que não precisam de dinheiro para serem realizadas. E existem muitas, viu? Desde abrir a janela de manhã e receber o sol no rosto até um abraço apertado na pessoa que você tanto ama.