Categoria(s) do post: Diário da Thais

Às vezes tenho a impressão que meu ano novo começa em julho todo ano.

Vendo os meus julhos anteriores, percebo que é sempre uma época do ano em que renasço de alguma maneira.

Já o primeiro semestre costuma ser bem mais melancólico. Enfim, percepções sobre a vida.

Todo último dia do mês eu gosto de fazer um apanhado de como foi o mês que está terminando para mim, tanto pessoal quanto profissionalmente. Quem for novo aqui no blog pode gostar de saber que faço isso mensalmente. É uma boa oportunidade de rever projetos concluídos, projetos adiados, iniciativas diversas e acontecimentos.

Pergunta 1 da revisão: estou terminando este mês mais feliz que o final do mês anterior?

Sim, definitivamente, mas ainda me considero no processo para ficar 100% bem. Comentei em outro post sobre isso, nos últimos dias.

Pergunta 2 da revisão: como foi o mês de julho do ano passado, em comparação?

Parece que faz 84 anos. A situação da empresa era outra, meus objetivos eram outros. Certamente hoje me sinto mais envelhecida, em todos os aspectos, comparando com julho do ano passado.

Pergunta 3 da revisão: quais livros eu concluí nesse último mês?

Faço esse registro pelo Skoob, se quiser me adicionar. Até o momento da escrita deste post eu li 72 livros em 2022

O livro da Luisa Motta, do Larica Vegana, é super bem escrito e trata do veganismo como escolha política. Maravilhoso.

O livro da Nancy Fraser é legal, mas mais um compilado e não um aprofundamento de algo, apesar de ter trazido boas reflexões sobre o que se chama de “progressismo” hoje.

Li a nova versão do livro do Astrojildo sobre a formação do PCB e considero uma boa leitura de história do Brasil para quem se interesse pela política brasileira.

O livro de educação corporativa é MUITO BOM, referência mesmo.

O livro sobre limites internos eu li porque ganhei de um amigo, mas eu confesso que não consigo mais dar conta de livro de mindset que foca em aspectos superficiais.

Vivendo sóbrio é um livro muito, muito legal para quem parou de beber e quer se manter sóbrio por toda a vida. Também se tornou um livro de referência pra mim, porque tem muitas questões para a vida mesmo.

O de metodologias ativas é ok mas mais acadêmico do que prático.

O que eu não posso deixar de fazer hoje traz uma premissa legal associada ao “única coisa” mas é mais um livro de homem que consegue alta performance porque tem uma esposa em casa.

O livro do Nikki Sixx é incrível como todos os outros. Eu amo esse cara. 🙂

Pergunta 4 da revisão: como foi o meu mês em relação a cada área da minha vida?

  • Saúde: COVID, dor de cabeça e letargia pós-COVID deram o tom. Fiz várias consultas médicas e exames. Meu dente quebrou comendo uma castanha e tive que ir correndo no dentista, o que foi bom porque ele deu uma geral.
  • Estudos: li e estudei bastante. Estou engajada e animada para o segundo semestre.
  • Emocional: bem. É isso. <3 Trabalhando nas minhas questões e respeitando o processo.
  • Trabalho: me estruturando melhor com as minhas áreas de atuação profissional.
  • Finanças: não ter ficado bem no primeiro semestre impactou diretamente no nosso faturamento porque, se eu não estiver bem, não consigo fazer lives e outros conteúdos assim, e não consigo me dedicar tanto aos projetos, então tudo caminha mais devagar. Mas não tinha como ter sido de outro jeito.
  • Contribuição: fiz bastante coisa bacana este mês. Doações, trabalho voluntário em ONG, trabalho com uma OS, militância. Então foi um bom mês com relação a essa área.
  • Família: Paul tocando piano tem sido incrível – ele tem muito talento pra isso. Restante tá tudo bem, dentro do normal.
  • Social: como eu venho comentando nos últimos meses, me sinto bastante satisfeita com as coisas desta área no momento. Não estou saindo nem vendo ninguém pessoalmente, e considero isso uma vitória nos tempos que estamos vivendo. Converso com as minhas amigas via mensagens e tenho buscado equilibrar reuniões de trabalho para que não me sobrecarreguem. Fiz algumas viagens a trabalho e elas foram ok.
  • Lazer: aquarela, pintura a lápis, música, filmes e séries estão indo bem por aqui. Lazer está bem!
  • Espiritualidade: focada no meu caminho.
  • Plenitude: aprendendo muito sobre mim.

Pergunta 5 da revisão: avaliando o mês como um todo, que nota você daria para sua satisfação de modo geral com relação a ele, de 1 a 10?

Eu daria um 8. As dificuldades aconteceram mas enfrentei de uma maneira legal.

Espero que seu mês de julho tenha sido bom. Se quiser, compartilha comigo nos comentários? Obrigada.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Lazer, Curtindo a casa

Eu li a maioria dos livros clássicos da literatura entre a minha adolescência e os meus 30 anos de idade. Hoje em dia, minhas leituras se concentram mais nos assuntos que estudo para o Doutorado e para o meu trabalho – fico mais na área das Ciências humanas mesmo. Me tornei um pouco mais criteriosa para leituras de ficção porque já sei do que gosto e do que não gosto. Eu gosto muito de literatura fantástica, por exemplo. Gosto de literatura brasileira e em português (Clarice, Pessoa, Florbela Espanca), obviamente. E gosto de literatura russa. Eles têm uma melancolia com o cotidiano que eu me identifico muito e gosto de ler, além da escrita e condução da narrativa incríveis. O primeiro livro que li de literatura russa foi – como o foi para a maioria das pessoas que gostam – “Crime e Castigo” do Dostoiévski. Eu lembro do momento de vida que eu estava vivendo na época em que li o livro. Toda a construção da narrativa e do personagem que o D. faz é muito envolvente!

Recentemente, eu fiquei com vontade de ler um livro dele que nunca tinha lido (“O duplo”), e pensei: “por que não leio todos na ordem em que foram publicados?”. E assim nasceu o novo projeto, que é para a vida (chamo de projeto pela simpatia ao tema, e não porque vou finalizar em um ano, como usamos a nomenclatura aqui no blog para falar sobre projetos). Vou começar relendo o “Gente pobre”, que é sensacional e eu li há uns oito anos, e vou adquirindo os livros aos poucos pela Editora 34, para ter a coleção na minha biblioteca mesmo.

“Ah, Thais, mas como você organiza esse projeto?”

Eu não trato com muito rigor não, especialmente porque faço por prazer e não por obrigação. Vou controlando a minha biblioteca através do Skoob e pretendo ler um de cada vez, na ordem, mesmo releituras. Você pode me acompanhar por lá, se quiser.

Confira aqui a bibliografia do D. se tiver interesse também.

Tenho um livro de apoio da Ed. Todavia chamado “Como ler os russos” que vou manter por perto para consulta.

Como faço com todo livro, pretendo fazer minhas anotações e capturar insights. Talvez, com o tempo, eu queira montar uma lista de referência no Notion, para “controle”. Quem sabe? Mas eu quis compartilhar aqui com você porque sei que esse tipo de projeto de vida pode gerar dúvidas e quero mostrar como nem tudo o que a gente faz na vida precisa de controle, sabe? Relax, refocus.

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Não sei se é a crise da meia idade (tenho 40 anos), se é um efeito “pós” pandemia, se é inferno astral, se é auto sabotagem, se é um intuito real, mas o fato é que preciso assumir: estou passando por uma crise existencial! Sem perspectiva, sem conseguir tomar decisões importantes, que impactam no curto e longo prazo, por não saber exatamente o que eu quero mesmo daqui em diante. Eu me dei um tempo para ver se melhorava mas, como o tempo não ajudou muito, fui para uma medida de emergência aqui que foi revisar com amor e carinho os meus objetivos de médio prazo para a vida. Eu fiz isso quando a minha avó faleceu em 2018 e o chão abriu aos meus pés, me deixando totalmente sem saber o que fazer da vida naquele momento, e me ajudou muito a ficar mais centrada e ir recuperando o meu foco aos poucos.

Para isso, eu criei um mapa no Mind Meister chamado “objetivos de médio prazo”. Em primeiro lugar, fiz aquela reflexão da linha do tempo de 100 anos da minha vida, que me ajuda a resgatar a perspectiva de onde estou e para onde estou indo. Com base nela, consigo me localizar novamente na era da vida que estou vivendo. Essa era da vida tem dois aspectos importantes para mim: a década de vida que estou vivendo (dos 40 aos 50) e o ciclo de 9 anos da numerologia (estou entrando no ano 4 desse ciclo).

Entre os 40 e os 50 anos, eu tomei para mim que é hora de trabalhar e construir as bases para criar establidade e colher os frutos mais a partir dos 50 anos. Eu preciso lembrar disso e ter perspectiva. Tudo o que está acontecendo no momento é temporário. É meio que um último fôlego de período com mais atividades na vida porque ainda estou na fase de construção com a empresa, o Doutorado, a adolescência do Paul, meu estilo de vida. Preciso aprender a me manter resiliente e ter essa perspectiva me ajuda a ter foco, sinceramente. Só de resgatar essa reflexão isso já me ajudou um pouco. Ter essa perspectiva também a ajuda a repensar algumas atividades que talvez estejam apenas ocupando espaço sem propósito na vida, a fim de tirá-las. Para ir para esse nível mais operacional da análise dos projetos, a construção e a revisão desse mapa são fundamentais.

Aí eu destrincho um pouco mais o que devo fazer nessa fase:

O lance da numerologia é sempre pensar: o que eu estou construindo hoje para colher lá no ano 8 e encerrar no ano 9? Essa pergunta também ajuda no ajuste de foco. Nem tudo o que eu estou fazendo hoje eu quero colher lá na frente! Então será que faz sentido manter isso? E mais: que outras construções são importantes mas são etapas que quero finalizar até o ano 9? Isso dá perspectiva de trabalho.

Com base no cenário atual (destrinchado ali em cima), eu defino os objetivos. Hoje eu tenho 9. Não vou compartilhar porque gosto de guardar para mim essa parte, mas basicamente são definições mais concretos do cenário atual. Por exemplo: no desenvolvimento da tese, no Doutorado, está assim:

Aplico o mesmo raciocínio com os outros objetivos.

Tudo isso eu ensino no módulo de Planejamento de Vida no curso do Método Vida Organizada, para quem quiser aprender mais como fazer, além do que estou mostrando aqui.

Depois da definição desse planejamento de médio prazo, encontro os recortes do que quero no curto prazo, até chegar na operacionalização dos projetos.

Só para concluir, no galho “Ideias”, dentro do mapa, eu coloco coisas que considero legais mas que ainda não tenho muita certeza, para refletir a cada revisão do mapa. Aliás, essa revisão eu faço quando sinto essa necessidade como a atual, ou a cada seis meses, pelo menos. Revisar uma vez por ano pode ser ainda melhor, porque o distanciamento entre uma revisão e outra ajuda com a clareza que você desenvolve nesse meio tempo até mesmo vivenciando as coisas da vida e gerando novas experiências, percepções e conhecimentos.

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Categoria(s) do post: Home-office, Diário da Thais, Dicas de produtividade

Uma boa prática que implemento há alguns anos sempre que possível.

Nem sempre é possível, então não se cobre caso não dê para fazer integralmente. Mas deixe como princípio, boa prática, para buscar sempre.

A ideia é não agendar compromissos e reuniões na sexta-feira. Consultas médicas, agendamentos externos, como exames, cursos, aulas, reuniões. Por quê?

Porque, de modo geral, sexta é o dia universal de resolução de pendências. Todo mundo quer resolver as pendências da semana antes do final de semana como se o mundo fosse acabar amanhã. Esse senso desnecessário de emergência me deixa bastante irritada mas o Budismo e a terapia me ajudam nessa parte. Por outro lado, preciso lidar com isso de maneira prática.

Quando deixo a sexta-feira livre, tenho tempo para não apenas atender esses imprevistos e resolução de pendências dos outros como eu mesma consigo resolver coisas minhas que ficaram da semana. Se eu não tiver pendências, cuido dos meus planejamentos, faço revisões ou estudo (cursos online, aulas, materiais).

No Vida Organizada, sexta é dia de fazer home-office. Aliás, nós trabalhamos em home-office de modo geral. O coworking funciona como espaço opcional, que vamos conforme a necessidade ou vontade de trabalhar fora de casa. Isso também faz com quem a gente evite pegar esse trânsito de SP na sexta, que costuma ser um pouco mais caótico que o normal. Além do tempo perdido, é cansativo pra cabeça e pro corpo.

Outra coisa para evitar fazer na sexta-feira: lotar a caixa de entrada dos outros no final da tarde. Seja com mensagens, seja com e-mails. Se for o melhor momento para você responder e-mails, agende para chegarem na segunda-feira de manhã (tanto no Outlook quanto no Gmail é possível fazer). No What’sApp e similares, apenas responda as mensagens dos outros que realmente não podem esperar. Não fique mandando perguntas. De modo geral, todo mundo está ocupado na sexta à tarde.

Mais uma vez: nem sempre será possível. Mas, sempre que for, você não se arrependerá de tê-lo feito. 😉

Planejando a próxima semana, veja se consegue deixar a sexta sem agendamentos Às vezes você até consegue negociar a data com alguém que tenha marcado uma reunião. Que tal pelo menos tentar?

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Categoria(s) do post: Diário da Thais, Carreira, Estudos

Doutorado: 4 semestre (fim do segundo ano) – presencial

Licenciatura em Ciências Sociais: 3 semestre (início do segundo ano) – EAD

Bacharelado em História: 1 semestre (início do primeiro ano) – EAD

Eu basicamente crio um projeto para cada semestre / curso.

Dentro dessa nota, que está na minha lista de projetos, junto com todos os outros, eu vou fazer o controle de tudo o que preciso desse projeto, para revisar semanalmente ou sempre que houver necessidade.

A primeira coisa que coloco de informação são os dados básicos das disciplinas – dia, horário, professor, ementa, bibliografia. Depois, eu reviso os livros para ver: 1) o que eu tenho, 2) o que já li, 3) o que preciso ler, 4) o que preciso comprar, 5) o que não pretendo comprar (posso pegar na biblioteca).

Tem uma maneira de fazer isso usando databases e filtros? Tem, mas fiquei com preguiça. O importante é a informação funcionar, e assim funciona para mim.

Antes eu costumava organizar os livros por disciplina, pra facilitar a acessibilidade. Mas não deu tão certo porque existem livros que serão usados em mais de uma disciplina, então o critério de organização precisa ser outro. Se a minha biblioteca estiver organizada, encontro o livro com facilidade.

A saber: hoje está organizada por assunto > agrupados pelo sobrenome do autor.

“Thais, você lê os livros antes de as aulas começarem?”

Depende. Alguns sim. Outros já até li, e só reviso. Mas hoje em dia eu sinceramente espero as indicações dos professores e vou lendo conforme o solicitado, para as aulas e trabalhos. Ah, e nem sempre rola ler o livro inteiro. Muitas vezes, o professor solicita a leitura só do capítulo 2, por exemplo. Se não der tempo, leio apenas o capítulo 2 e não o livro inteiro. Se der e for interessante para a minha pesquisa no momento, eu leio o livro inteiro. Vale lembrar que o curso é uma contagem regressiva para a defesa da tese, e não um clube de leituras.

Aliás, as disciplinas do Doutorado neste semestre são todas opcionais para mim. Já cumpri todos os créditos necessários. Isso significa que, se eu não puder assistir a aula em um determinado dia ou não conseguir fazer alguma leitura, tá tudo certo. O foco do Doutorado no momento é a tese.

Eu sempre me pergunto, por sinal, como aquela disciplina vai auxiliar na minha tese, que é a clareza sobre o propósito de fazê-la. No caso da disciplina que está aberta na imagem acima, eu acredito que as reflexões tanto sobre hegemonia quanto sobre ações individuais serão importantes para a minha tese – referencial teórico para ela. Logo, meu foco é buscar essa referência. Isso guia até mesmo o trabalho de conclusão da disciplina.

Bão, feito tudo isso, basta revisar o projeto toda semana e ir definindo os compromissos e ações para colocar na agenda e na lista de afazeres.

No planejamento semanal, vejo as aulas, as leituras de cada aula e o que preciso fazer para cada uma delas, sem perder de vista o grande foco do semestre para cada um dos cursos. Isso ajuda a estabelecer prioridades ao escolher a execução das tarefas.

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Categoria(s) do post: Diário da Thais, Tecnologia, Dicas de produtividade

Um dos motivos de ter aceito esse novo trabalho com uma empresa grande é voltar a ter a experiência de desafios de produtividade com a experiência que eu tenho hoje com relação a isso. (para quem não está sabendo, em resumo, estou conciliando com o Vida Organizada, ok?)

Um dos desafios é o de ter uma agenda minha padrão (usando o Google) mas, para empresa, ter que usar uma agenda diferente (Outlook) que sofre modificações diariamente porque ficam agendando reuniões com você no seu tempo livre.

Muitas alunas minhas passam por isso então vou compartilhar aqui o que sempre recomendei e o que eu aplico hoje na prática pra testar e compartilhar a minha experiência.

Primeira coisa: defina qual será a sua agenda padrão

Não dá para consultar duas, três agendas, para saber o que tem para o dia, a semana etc.

Então veja: por mais que você tenha a agenda da empresa, escolha qual você usará para ser a sua agenda padrão para revisar diariamente.

Eu até poderia usar a agenda da empresa, no Outlook, como padrão, pois a empresa não restringe esse uso (consulte a política da empresa que você trabalha). No entanto, eu PREFIRO a agenda do Google e as configurações que faço lá. Portanto, a minha escolha foi manter a minha agenda padrão na agenda do Google. ✅

Segunda coisa: não recomendo sincronizar

Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

Eu não insiro a minha agenda do Google dentro do Outlook nem insiro a do Outlook dentro da do Google, sincronizando ferramentas. Acho que isso confunde pra caramba e pode correr o risco de deletar coisa sem querer.

Prefiro manter separadas, mas fica a critério de cada um.

Como conciliar as duas então? Veja a seguir.

Terceira coisa: sim, vai ter que duplicar, mas faz parte

Faça o planejamento semanal atualizando a sua agenda padrão com os compromissos que estão na(s) outra agenda(s).

Diariamente, faça as atualizações necessárias que surgirem.

Se alguém me envia um convite para uma reunião que entra na agenda do Outlook, eu simplesmente crio manualmente o mesmo compromisso na minha agenda padrão.

Isso é bom porque consigo fazer o MEU controle do compromisso, nomeando do jeito que quero, inserindo observações etc. que muitas vezes não quero colocar no compromisso original, que outras pessoas podem visualizar.

Sim, dá um trabalhinho a mais mas faz parte do trabalho, entende? Não é algo que atrapalha. Espero que o post ajude quem passa por isso também.

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Categoria(s) do post: Diário da Thais

Deu certo!

O que eu fiz:

  • Cancelei reuniões e outros compromissos que poderiam ser em outra data;
  • Aproveitei um dia sem Internet para trabalhar offline (e adiei três reuniões que eu tinha no dia);
  • Deixei de participar de alguns encontros online que eu tinha planejado de noite para poder descansar mais;
  • Dormi na viagem bate e volta que fiz na quinta para Brasília! Nunca durmo em viagens e cochilei nas duas. Foi ótimo!
  • Em vez de ir fazer um exame que marquei para de manhã muito cedo em um dia, cancelei e agendei para outro dia mais tarde.
  • Trabalhei em casa todos os dias para dormir mais e ter uma manhã mais tranquila.
  • Não comi “besteiras” para me nutrir bem e não ter problemas estomacais ao longo da semana.
  • Só café descafeinado depois do almoço (só tomo café de manhã agora).

Não dá para organizar tralha. Reduza as atividades que puder. É isso.

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Categoria(s) do post: Novidades

Resolvi organizar um webinar para trazer todas as minhas novidades em termos de organização dos estudos: rotina, produção acadêmica, Zettelkasten, como estou usando o Obsidian, universidade pessoal e muito mais. Espero conseguir falar tudo o que eu quero em até 2 horas (hehe), mas talvez passe um pouco! Então reserve aí na sua agenda: dia 6 de agosto, sábado, às 10h da manhã (horário de Brasília). Será ao vivo no YouTube mas, se você se inscrever, além de receber lembretes e informações, você também receberá o certificado de participação e um mapa mental com o resumo do webinar. Alunos não precisam se cadastrar pois todo esse material já estará dentro da plataforma do Acampamento – nossa Comunidade de Práticas.

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Categoria(s) do post: Arquivos, Ferramentas de organização, Tiago Forte

A leitura do livro do Tiago me motivou a testar o modelo dele de arquivamento.

Confesso que ainda me pego confusa às vezes com o que entra em Áreas e o que entra em Referências, mas está ficando cada vez mais claro. A saber:

  • Projetos: auto-explicativo. Onde ficam os projetos.
  • Áreas: áreas da vida. Tudo o que for necessário para manter as áreas rodando bem, como checklists e informações.
  • Referências: assuntos que você tem em andamento na sua vida e precisa ter acesso mais facilmente.
  • Arquivo: tudo o que já aconteceu e você não usa mais, mas não quer deletar porque pode precisar em algum momento.

Estou organizando em todas as ferramentas de armazenamento essa mesma estrutura. No Notion, está assim:

O esquema de ícones é o esquema que aprendi com a Marie Poulin. Realmente é o modelo que mais gosto de usar e já me adaptei.

Eu gosto de trabalhar todos os dias um pouquinho na minha organização de arquivos, porque de fato é uma manutenção constante. Sempre tem coisa pra destralhar, melhorar, renomear etc.

Esse post é simples apenas para compartilhar como fiz. Caso queira aprender mais sobre o sistema PARA, consulte os materiais do Tiago Forte. E, se tiver alguma dúvida sobre como eu organizo essa parte, deixe um comentário se quiser. 😉

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Categoria(s) do post: Diário da Thais, Dicas de produtividade, Ambiente de trabalho

Eu sei, eu sei. É muito coisa de liberalóide faria limer.

Eu achava uma besteira.

Eu achava caro (ainda acho).

Mas eu sou uma pessoa que bebe bastante chá e café e eu gosto de beber devagar. Com isso, meu café ou chá sempre fica frio muito rápido na caneca. Pode parecer uma besteira, mas para mim não é, e eu achei que valeria a pena investir num copo térmico de alta performance (kkk) porque eu usaria MUITO, todos os dias.

Bem, eu comprei aquele modelo Tumblr, da linha Everyday, pelo Mercado Livre mesmo. E gente, desde que chegou, virou meu item preferido por aqui. Uso todos os dias para café e chá e ele mantém o líquido quente por HORAS.

“Ai Thais, não era só usar uma garrafa térmica?”

Não, porque ela é enorme. O propósito desse copo é ser pequeno mesmo (cabem uns 350ml) e portátil, de modo que eu leve comigo na mochila, em viagens e use no dia a dia em casa mesmo.

Em resumo: basicamente ele até já se pagou de tanto que eu uso. Considerei uma boa compra.

Se você tem uma mente crítica e analítica, pode curtir essa análise completa. A história da marca Stanley é muito interessante – as garrafas térmicas foram criadas para manter os líquidos mais tempo aquecidos para os soldados no front da II Guerra.

Se você acha essa compra uma besteira, não precisa me dizer não. Basta você não comprar. 😉

Caso você tenha alguma dúvida que eu possa esclarecer sobre o copo, me deixe um comentário. 🙂

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Categoria(s) do post: Tecnologia

Quando você seleciona a visualização semanal na agenda do Google, aparece a semana atual.

Existe um truque que você pode fazer para mostrar os próximos 7 dias. Ou seja, em vez de mostrar de seg a dom, ou de dom a sáb da semana corrente, o Google pode te mostrar de hoje (ter) até qua que vem e assim por diante, diariamente.

Isso permite que você tenha uma visualização 7 dias à frente para se planejar e entender como estão os seus próximos dias caso precise mudar ou repriorizar alguma atividade.

Veja a seguir como fazer:

  1. Acesse agenda.google.com
  2. Clique na engrenagem para Configurações
  3. Desça a página até Opções de Visualização
  4. No campo Definir visualização personalizada, selecione 7 dias
  5. Volte para a agenda e clique na letra X do seu teclado

Essa configuração deve ser feita pelo computador, mas você consegue visualizar no aplicativo do celular alterando as configurações de visualização da agenda, escolhendo a visualização personalizada.

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Lazer, Estudos

Você pode acompanhar o meu perfil no Skoob caso queira saber minhas leituras em andamento, quando concluo algum livro em tempo real ou escrevo uma resenha. Costumo manter o meu perfil sempre atualizado.

Até o presente momento em que escrevo este post, eu li 72 livros em 2022, o que eu sinceramente considero um absurdo rs. Eu não tenho mais metas de leitura porque eu acho que confere uma pressão que eu não preciso ter mas, na minha cabeça, ler 52 livros por ano (um por semana) é uma boa média, e ler 100 livros no ano é uma meta incrível que acredito nunca ter alcançado (eu comecei a “trackear” as leituras só depois de adulta e, na adolescência, chegava a ler um livro por dia). Ter lido mais de 70 livros na primeira metade do ano me soa quase como inacreditável, mas o fato é que eu realmente entrei em um ritmo legal de leituras, que não me sobrecarrega e que é prazeroso.

Releituras: A coragem de ser imperfeito, Tudo o que importa.

Livros que mais gostei: O milagre da manhã para empreendedores, Aprendendo a proteger suas senhas, Veganismo descomplicado, Necropolítica, A mente de Adolf Hitler.

Dificilmente eu dou menos de duas estrelas para um livro, a não ser que eu tenha detestado a leitura ou considerá-la um desserviço de modo geral. Os livros que coloco com três estrelas são os livros que considerei medianos, mas de maneira alguma ruins. Quatro estrelas são os livros que gostei, mas que por algum motivo não achei “perfeitos” ou “referência”, como os livros citados acima.

Você tem o hábito de registrar as suas leituras? Como você faz? Se tiver perfil no Skoob e quiser me adicionar, fique à vontade. Obrigada!

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