Categoria(s) do post: Casa, Limpeza, Áreas da Vida
Imagem: http://sitmeanssit.com
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Algumas dicas simples específicas para o inverno com relação à limpeza da casa:

  • Dê atenção especial aos tapetes. Muita umidade e poeira podem aumentar o número de ácaros.
  • Mantenha as toalhas secas. Quando tomar banho, em vez de deixar no banheiro, pendure a toalha no varal.
  • Se possível, tire o pó dos móveis e passe o aspirador diariamente. Se não, pelo menos uma vez por semana.
  • Limpe os vidros para aproveitar melhor a luz natural.
  • Mantenhas as lâmpadas limpas. Lâmpadas sujas queimam mais rápido e, no inverno, a tendência é usarmos mais, por escurecer mais cedo e ficarmos mais tempo em casa.
  • Organize sua rotina de lavanderia, que muda com a demora maior da secagem das roupas.
  • Separe um canto do guarda-roupa para pendurar os casacos que não estão lavados nem sujos.
  • Faça uma limpeza completa na despensa.
  • Mantenha a roupa de cama quente em local de fácil acesso.
  • Limpe os equipamentos eletrônicos para evitar acúmulo de pó, especialmente em computadores.
  • Abra as janelas diariamente para ventilar e aproveitar o sol.
  • Se possível, instale uma torneira com água quente para facilitar as rotinas de limpeza, especialmente lavar a louça.
  • Se tiver pessoas alérgicas na sua família, vale a pena enrolar e guardar os tapetes dos quartos durante a estação.
  • Limpe e guarde bichinhos de pelúcia, caso seu filho seja alérgico. Evite o que puder, que junte pó.
  • Mantenha o chuveiro limpo e fique de olho na resistência.
  • Renove o estoque de velas em casa, caso falte luz.

E você, costuma fazer algo especial relacionado à limpeza da sua casa no inverno?

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Casa, Roupas, Áreas da Vida
Imagem: Organized Interiors.com
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Lavar roupas faz parte da rotina e deve ser uma atividade organizada, especialmente em famílias grandes. Independente do número de pessoas na sua casa, é legal ter um sistema, então este post traz algumas respostas às dúvidas mais comuns para ajudá-lo a fazer isso.

Com que frequência você lava a roupa?

Lavo quando há uma quantidade suficiente de roupas de um mesmo tipo para encher a máquina. No geral, é uma frequência de dois em dois dias. Também não tem como ser menos do que isso porque elas demoram a secar no varal. No verão, dá para lavar mais vezes, pois as roupas secam mais rápido. Quem tem lavadora e secadora pode lavar todos os dias, se tiver uma família grande.

Outras pessoas participam da rotina de lavanderia?

Sim. Meu marido coloca as roupas para lavar e meu filho guarda as roupas sujas no cesto que fica no banheiro com essa finalidade. Meu marido também costuma estender as roupas e passar junto comigo, quando há necessidade. Eu fico com a parte de tirar manchas e guardar depois de secas.

Você planeja a lavagem de roupas?

Minimamente. Já cheguei a fazer um cronograma, que era mais ou menos assim:[list]

  • Roupas brancas
  • Roupas coloridas
  • Roupas escuras
  • Roupas delicadas
  • Toalhas
  • Roupa de cama

[/list]Porém, não geramos tanta demanda assim. No geral, lavamos nossas roupas todas juntas, de acordo com a cor. Uniformes do filhote são lavados juntos com camisetas minhas, por exemplo, sem problemas. Já sei se tenho roupas que mancham ou não e, se não mancham, eu lavo as coloridas junto com as escuras.

Como gosto de trocar as toalhas duas vezes por semana e a roupa de cama pelo menos uma vez, uma vez por semana é o suficiente para lavar esse tipo de peça. Com isso, lavamos de 2 a 3 cargas de roupas semanalmente.

Você separa as roupas por cores?

Como comentei acima, somente as claras das mais escuras, quando há necessidade.

Você lava alguma coisa fora (em lavanderia)?

Sim. Nossa máquina é pequena (7kg) e não dá para lavar tudo dentro dela, como edredons queen-size. Assim, semestralmente levo uma carga de roupas para a lavanderia.

Algumas peças de roupa eu também prefiro lavar na lavanderia para não estragarem, como blazers e trench-coats.

Que produtos você usa para lavar roupas?

Gosto de variar as marcas para ir testando. Não gosto de sabão em pó – prefiro líquido. Amaciante, mudo a cada mês para ter aromas diferentes. Uso alvejante somente quando necessário e, para manchas, além dos truques caseiros, gosto bastante de Vanish.

Qual sua rotina de passar roupas?

Procuro comprar roupas que não precisam ser passadas. Tenho algumas calças, camisas e vestidos que precisam ser passados, mas são raros. Quando tem necessidade, junto todas as peças que preciso passar e passo. Não tenho uma rotina fixa para isso, mas acontece cerca de uma vez por mês no máximo. Não perco tempo passando roupas que não têm essa necessidade, como toalhas. Pode ficar lindo, mas eu vivo no mundo real, não no ideal.

Como você mantém a máquina de lavar limpa?

Uma vez por mês, faço uma limpeza com água quente e vinagre, que remove todos os resíduos minerais de dentro da máquina. Os compartimentos de sabão, alvejante e amaciante também são limpos dessa forma – jogo água quente com vinagre e, depois, finalizo com um pano de limpeza. Limpo da mesma maneira por fora. Não uso capa na máquina porque não acho prático.

Como posso simplificar minha rotina de lavanderia?

O foco é em ter roupas limpas para todas as ocasiões dos próximos dias (eu calculo sempre duas semanas). Como meu filho precisa do uniforme da escola limpinho, isso é prioridade. Antes, quando eu trabalhava fora todos os dias, tinha uma demanda maior por roupas variadas para sair. Hoje, consigo usar mais roupas do meu armário, variando as peças e lavando somente uma vez por semana de maneira suficiente.

Por isso, meu conselho para você simplificar a sua rotina de lavanderia é identificar as necessidades da sua casa. Se você mora sozinho, obviamente terá uma necessidade diferente de quem tem sete filhos e ainda mora com os sogros idosos. Não há regras – apenas observação das próprias necessidades e adequação da rotina.

Quem puder ter uma máquina lava e seca, eu recomendo, pela praticidade.

Tenha também um cesto para colocar a roupa suja. É uma dica básica, mas que ajuda a manter tudo centralizado em um único lugar e possibilita a participação das crianças nesse processo.

Você tem mais alguma dúvida sobre a rotina de lavanderia? Poste nos comentários!

Categoria(s) do post: Áreas da Vida

Muito obrigada a todos que curtiram, comentaram e compartilharam o post sobre o lançamento do livro Vida Organizada!

Respondi algumas perguntas via comentários, mas percebi que seria melhor publicar aqui no blog, já que muitos leitores têm as mesmas dúvidas.

“O livro já está sendo vendido?”

Não. O lançamento ocorrerá na Bienal, no dia 23 de agosto.

“Você estará na Bienal?”

Sim. Nos dias 23 e 24 haverá tarde de autógrafos e eu poderei conhecer todos vocês.

“Ele será vendido pela Internet?”

Após o lançamento, ele vai ser vendido nas principais livrarias, o que inclui as lojas virtuais dessas livrarias (Cultura, Saraiva, Submarino etc).

“Ele terá versão em e-book?”

Sim.

“Será vendido em outros países?”

Não tenho essa informação por enquanto, mas divulgarei assim que souber. Creio que dependa da aquisição pelas lojas locais. Se a loja que você costuma comprar tem livros da Editora Gente, então é provável que o livro chegue até você!

“Haverá sessão de autógrafos em outras cidades?”

Não tenho essa informação por enquanto, mas vocês podem escrever e pedir à editora. Não sei como funciona, mas eles devem levar em consideração os pedidos.

Mais uma vez, muito obrigada! Ver vocês felizes por essa conquista me deixa muito comovida. Eu só tenho a agradecer pelo carinho de cada um.

Categoria(s) do post: Casa, Áreas da Vida

Eu estava pesquisando algumas ideias de brincadeiras para fazer com o filhote durante as suas férias e encontrei um artigo muito legal do Buzzfeed com um montão delas. Resolvi compartilhar as minhas preferidas aqui. Quem não vai viajar ou quer ter ideias para aproveitar os dias em que estiver em casa pode gostar também:

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A ideia aqui é usar fita adesiva para criar estradinhas por toda a casa. Elas são fáceis de tirar e diversão garantida até para os adultos (eu já me imagino brincando com meu filho fazendo isso).
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Aqui a ideia é bem parecida, mas simulando um enorme jogo de tabuleiro! Que tal usar o jogo preferido do seu filho como modelo para criar algo em tamanho natural? Serve para amarelinha também.
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Outra atividade divertida e que pode ser feita em varandas, quintais ou até mesmo na rua. Use giz para criar alvos grandes, com pontos, e esponjas molhadas para fazer a “bomba”. Deixe seus filhos se divertirem vendo quem consegue ganhar.
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Essa é uma atividade para quem tem espaço livre em casa: pendurar um grande lençol, recortando alguns buracos antes, que valem pontos. O objetivo é brincar de tiro ao alvo com qualquer objeto.
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Entretenha seu bebê com esse brinquedo ridiculamente simples: cole um rolo vazio de papel toalha na parede com fitas adesivas e use pequenos objetos para ele passar por dentro e dar risada quando saírem rolando do outro lado!
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Se não puder acampar de verdade, que tal montar acampamento na sala? Aproveite para brincar muito, ler histórias e ver filmes. Essa é uma brincadeira clássica que praticamente todas as crianças adoram, e é muito simples.
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Outra brincadeira barata e fácil de fazer que rende horas de entretenimento é amarrar um novelo inteiro de lã em um cômodo ou corredor e brincar de quem consegue passar sem encostar.
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Uma boa brincadeira para estimular o aprendizado de cores e formas é criar caminhos que levem a algum tipo de tesouro. Seja criativo aqui!
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Essa brincadeira é ridícula de tão simples também, mas garante boas risadas: corrida de pipoca! Basta estourar pipocas e deixar as crianças assoprando com canudos. Quem chegar primeiro pode escolher o filme do dia, eba!
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Use bexigas e pratos descartáveis para criar o ping-pong mais simples e divertido do mundo.
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Se tiver plástico-bolha sobrando em casa, crie um caminho divertido para seus filhos passarem e se divertirem. Especialmente para bebês que engatinham, pode ser uma atividade que o ajuda a descobrir novas texturas.

Mesmo sem ter muito dinheiro para gastar, dá para se divertir! Basta ter criatividade e boa-vontade.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Casa, Mudanças, Áreas da Vida
Imagem: Doing it wright
Imagem: Doing it wright

Estamos nos preparando para fazer a nossa terceira mudança em três anos. Não vou dizer que não estou contente com isso, pois estamos planejando a volta para a nossa cidade, onde vivem a nossa família e amigos. Porém, mudar de casa sempre é um processo cansativo. Se a gente não se planejar direitinho, a tendência é enlouquecermos, pois há muito a ser feito. Resolvi reunir então neste post algumas dicas para mudar sem perder a sanidade, e espero que ajudem quem esteja passando por esse momento também:

Comece a planejar o quanto antes

Nós mesmos não temos urgência na mudança – apenas sabemos que ela precisa ser feita o quanto antes. Felizmente, não há prazos. Mesmo assim, é importante começar a se planejar o quanto antes para que a transição seja suave para todos os envolvidos. Quem tem crianças em idade escolar precisa ficar atento ao ano letivo, por exemplo. Ou seja: sabendo que deverá haver uma mudança, já comece a pensar a respeito. Transforme-a em um projeto onde você guardará ideias e tomará providências.

Antigamente, eu costumava montar um fichário especialmente para guardar o que fosse relacionado à mudança. Hoje, é muito mais comum utilizar o Evernote, o que recomendo. Além de manter tudo sempre à mão em qualquer dispositivo que você tenha, também é fácil de compartilhar com outras pessoas, se precisar. Você também pode manter checklists e lembretes na ferramenta.

Quando você decidir a data da mudança, planeje-se na sua agenda também, inserindo prazos de tarefas que deve executar até 6 meses antes, 3 meses, 1 mês, 15 dias, 1 semana, 1 dia e assim por diante.

Destralhe, destralhe, destralhe

Eu contei recentemente, e tenho quase 650 livros. 650, amigos. Amo meus livros, mas a cada mudança que eu faço, é um martírio. Eles são o único peso extra que me permito em mudanças, então a responsabilidade pelo resto aumenta. É inadmissível a gente abrir uma caixa na casa nova e descartar algo que estava dentro. Logo, é importante fazer essa seleção antes de se mudar – muito provavelmente até mesmo antes de começar a encaixotar seus pertences. Se deixarmos para decidir enquanto encaixotamos, a tendência é colocar tudo dentro da caixa porque é mais fácil fazer isso que decidir dar outro fim ao objeto. Portanto, antes mesmo de começar a empacotar tudo, destralhe.

Há muitos objetos que podem ser doados ou até mesmo vendidos. Hoje, com tantas opções de canais online para isso (OLX, Bom Negócio, o próprio Facebook), é bobeira ficar com coisas em casa que já não sirvam mais para a gente. Quem não quiser vender pode ajudar alguém fazendo uma doação, pois sempre tem alguém que precisa de algo que a gente não use mais.

Além de diminuir a quantidade de coisas que precisarão ser encaixotadas, você se liberta. É libertador viver com o que for necessário ou amamos muito, sem tralhas.

Peça ajuda

Se alguém se oferecer para ajudar, aceite. Se for possível, peça. Mesmo que você contrate uma empresa para carregar as caixas e transportar seus pertences, sempre é necessário ter alguém para ficar com os cachorros, os filhos, abrir a porta na residência nova, trazer comida ou apenas dar uma animada na gente.

Divida uma grande mudança em tarefas menores

Sempre que a gente pensa em mudança, admita: o estômago dá uma embrulhada, os olhos se contraem, a cabeça dói. Mesmo eu que sou organizada acho o processo todo de mudar muito complicado e que demanda muito esforço e dedicação de tempo. Portanto, uma boa dica é diluir as tarefas ao máximo que você puder. Precisa encaixotar seus pertences? Vá fazendo aos poucos, com os itens que usa menos. Isso vale para todo o resto. Já veja que serviços podem adiantar a instalação na casa nova, o que já pode ir cancelando, as mudanças de endereço que precisará fazer, entre outras atividades.

É muito importante, ao longo do processo de mudança, a gente ter um tempo pra gente mesmo, pra descansar e continuar com nossas atividades normais. Não dá para viver em função da mudança e estar sempre exausto por conta dela. Assim, quando tiver um tempinho, destralhe um pouco ali, encaixote algumas coisas que já são quantidade suficiente para fechar uma caixa, e assim vai.

Encaixote pensando na arrumação depois

Isso sempre deu muito certo comigo e é uma dica que eu passo adiante: seja organizado ao encaixotar seus pertences. Guarde o que realmente quiser levar (destralhando antes) e faça uma lista do que tem dentro de cada caixa. Além disso, procure deixar juntos os itens que precisam ser usados no mesmo cômodo. A maneira que uso para organizar minhas caixas é organizando por cômodo (Cozinha 1, Cozinha 2 etc) pois, assim, quando a mudança for feita, as caixas já ficarão no seu cômodo certo, facilitando a arrumação.

Outra dica que costumo dar é a de montar uma “caixa de sobrevivência”, com os itens que serão utilizados assim que chegar na casa nova. Papel higiênico, papel toalha, uma muda de roupas para cada um da família, shampoo, sabonete, toalhas, esponja, detergente, pente, chinelos, panos de limpeza e tudo o mais que você achar imprescindível ter logo à mão assim que chegar. Isso é legal porque, chegando com as caixas, você já abre essa primeira e tem todas as necessidades básicas da família atendidas. Não precisa ficar procurando pela caixa do banheiro onde estão o papel e o sabonete, por exemplo. Para mim, sempre funcionou muito bem fazer dessa forma.

Essas dicas acima são simples, mas podem ajudar muito a manter sua sanidade durante a mudança, e eu sinceramente espero que isso aconteça.

E você, tem alguma dica para passar pelo processo de mudança sem ficar muito cansado ou traumatizado? Compartilhe nos comentários!

Categoria(s) do post: Criatividade, Áreas da Vida

Eu acredito que ir para a cama em um estado alegre e tranquilo seja muito importante para a qualidade do nosso sono e um despertar melhor. Como meu principal instrumento de trabalho é a minha criatividade, preciso cuidar dela para ficar sempre bem, disposta e com ideias. Identifiquei três hábitos que eu tenho antes de ir dormir e resolvi compartilhar com vocês.

1. Meditar

Meditar para mim já é um hábito diário, mas a meditação feita antes de dormir tem um poder tranquilizante enorme em mim. Geralmente medito sobre temas diversos que desejo incorporar na minha vida (exemplo: ter mais paciência), começando com uma meditação simples respiratória, totalizando uns 25 minutos. Isso é o suficiente para mudar meu estado mental e me preparar para descansar.

2. Ler

Esse assunto é controverso, pois algumas pessoas dizem que perdem o sono se lerem algum livro interessante, ou ficam com a mente agitada. Acho que tudo depende do teor do livro. Gosto de ler livros inspiradores antes de dormir, que me propiciem o estado comentado ali em cima. Portanto, costumo deixar para essa hora minhas leituras sobre budismo ou desenvolvimento pessoal. Não leio livros técnicos ou sobre produtividade porque me dão vontade de levantar e escrever a respeito. Recomendo então a leitura de livros leves e que tragam um bom estado de tranquilidade já na cama, antes de dormir. Uma luminária com luz minimamente forte é o suficiente.

3. Pensar nas coisas boas que vivi no dia

Gosto de sempre recapitular o dia que eu tive e em que sentido ele foi inspirador, me trazendo aprendizados. O que me deixou feliz? O que eu mais gostei de fazer? O que eu quero fazer de diferente de amanhã em diante? Eu costumo fazer isso já deitada, com a luz apagada e os olhos fechados. Essa rápida “viagem” leva meus pensamentos para longe, mas me deixa em um bom estado contemplativo, que me leva aos sonhos.

E você, tem alguns rituais mentais antes de dormir? Compartilhe nos comentários!

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Casa, Comida, Áreas da Vida
Imagem: Scoop.it
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Em primeiro lugar, para quem está chegando agora, é importante saber o que é planejar o menu semanal e sua importância para a organização do dia a dia.

[quote class=”laranja”]Planejar o menu semanal significa definir os sete pratos que você vai preparar na semana seguinte, podendo fazer as compras certas no mercado, sem faltar nada nem desperdiçar. Também garante que você não perca tempo todos os dias decidindo o que preparar para a família, ou esquecendo de descongelar uma carne, por exemplo. Não é para ser uma coisa rígida. Você pode estipular um prato para cada dia ou determinar sete pratos, e escolher todos os dias qual fará desta vez.[/quote]

Você pode ler mais orientações sobre como montar um menu semanal em um post anterior.

Qual a vantagem de adequar o menu semanal à estação do ano que estamos vivendo? O aproveitamento dos alimentos – porque compramos o que está mais barato e em abundância, além de trazer mais conforto para a família, ingerindo os alimentos que dão mais energia e nos deixam mais felizes, pois têm a ver com o que estamos vivendo.

No inverno, é natural que a gente coma mais refeições quentinhas e o que chamamos de “confortáveis”. Para isso, podemos fazer substituições. Em vez de salada de batatas, podemos fazer purê. Em vez de salada de verduras, podemos comer legumes refogados. As opções são inúmeras.

Vamos ver primeiro os alimentos que estão mais abundantes nesta época (junho, julho e agosto, no Brasil)*:[columns num=”2″][col]

    • fruta do conde
    • jaca
    • mixirica/tangerina
    • carambola
    • jabuticaba
    • maçã fuji
    • caju
    • kiwi
    • limão galego
    • morango
    • laranja lima
    • batata-doce
    • cará
    • chuchu
    • gengibre
    • inhame
    • mandioca
    • mandioquinha
    • agrião
    • brócolis[/col][col]
    • cenoura
    • erva doce
    • milho verde
    • nabo
    • rabanete
    • berinjela
    • cogumelos
    • almeirão
    • escarola
    • louro
    • rúcula
    • salsa
    • ervilha
    • alho-poró
    • chicória
    • coentro
    • couve manteiga
    • couve-flor
    • espinafre
    • mostarda
    • repolho[/col]

[/columns]Apenas de olhar a lista acima, já dá para ter um monte de ideias para fazer de comida, não é mesmo? A ideia é justamente essa: adaptar o que já costumamos fazer em nossa rotina, inserindo alimentos novos.

Os métodos de cozimento também podem variar. Em vez de comer alimentos frios ou crus, pensamos mais em assados, cozidos, ensopados. O objetivo no inverno é aquecer e ter mais energia. Portanto, nossa alimentação deve refletir esses objetivos. Ao preparar seu menu semanal, procure levar em conta os alimentos da estação e esses métodos de cozimento que favoreçam o conforto. São pequenas mudanças que fazem grande diferença em nossos dias e na disposição da nossa família.

Algumas sugestões para o seu menu semanal:

Tipos de refeições que combinam com o inverno:

  • massas
  • raízes
  • purês
  • sopas
  • cremes
  • geléias
  • risotos
  • assados
  • refogados
  • suflês
  • compotas
  • tortas

Com base nessas informações, você pode montar seu menu semanal de forma criativa e sem alterar radicalmente a rotina da família.

Ao longo do inverno, postarei aqui no Vida Organizada uma série de posts com sugestões de receitas que reflitam o que escrevi aqui hoje. Caso você tenha alguma sugestão de receita que seja a cara do inverno, por favor, indique nos comentários! Obrigada!

* Fonte: Revista Teste Saúde (2009)

Categoria(s) do post: GTD™

Recebo quase que diariamente essa pergunta através de comentários no blog, no Instagram e no Facebook, então resolvi escrever este post para responder a todos que tenham essa mesma dúvida.

Sinto desapontá-los, mas não tem muito segredo. =/ Eu sempre gostei de ler. Quando eu era criança, eu dava chilique em frente de banca e livraria, para entrar, ao contrário da maioria das crianças que faz isso na frente das lojas de brinquedo. Cresci com muitos livros em casa e minha avó sempre me incentivou muito. Com isso, não me lembro exatamente quando começou o hábito forte de ler, mas entrei na adolescência já lendo bastante. Eu adorava ler os livros paradidáticos da escola e li todos (e outros) no ano de vestibular. Sou daquelas que está sempre com um livro na bolsa e deixa de comprar lanche na rua para comprar um livro novo (parafraseando a Carrie, de Sex and the city, “eu apenas achei que me alimentaria mais”).

Meu passeio preferido sempre foi ir em sebos (lojas de livros usados) e me perder pelas prateleiras até ficar com dor no pescoço, por olhar as lombadas. Meu critério de escolha de shopping é pelo número de livrarias que há nele. É o que eu mais gosto de fazer. Me considero bibliófila – gosto de caçar edições antigas de livros clássicos; ler, quando possível, no idioma original; dar de presente uma edição mais velha só porque foi lançada uma edição deluxe com uma capa maravilhosa… essa sou eu.

Já vendi, doei e dei de presente MUITOS livros. Hoje, tenho 604 em casa e mais alguns na casa da minha avó, totalizando uns 650 livros. Se eu nunca tivesse me desfeito dos livros que eu já dei, doei ou vendi, é provável que eu tivesse por volta de 1000 ou 1200 livros hoje. Quando eu comprar meu primeiro imóvel, pretendo encontrar uma solução muito bacana para todos os meus livros – com bastante espaço para que a coleção possa crescer como eu gosto, pois ainda tenho muito a ler e colecionar.

Poucas coisas me deixam mais feliz do que comprar livros novos. Novos na minha coleção, porque adoro edições antigas. Me deleito ao encontrar em um sebo a primeira edição de algum livro que eu goste muito, especialmente os mais antigos. Costumo dizer que faço compra de mês na Livraria Cultura porque, além de adorar livros antigos, acho divertidíssimo conferir os lançamentos.

As pessoas acham absurdo eu ler e guardar os livros, mas meus livros não ficam empoeirados. Eu AMO meus livros, entendem? Estou sempre pegando, folheando, lendo trechos que marquei, comentei. Uso muito como referência, também. Costumo guardar livros que me sejam úteis ou de grande apego sentimental. Tenho uma edição (a 10ª) de “Os Sertões” que data de 1927 e era do meu bisavô – minha única herança dele. Como eu poderia me desfazer de algo assim? Meus livros, além de minha paixão, são o meu tesouro. Tenho muitas edições raras e livros que marcaram épocas da minha vida, assim como livros que eu espero o momento certo para ler. Porque sim, eu acredito que a gente tenha épocas certas da vida para ler determinados livros, e toda a experiência pode ser prejudicada se eles forem lidos fora do tempo. Assim como há livros que me proporcionaram um tipo de sentimento quando li pela primeira vez, há dez anos, e vão me fazer sentir de outra maneira, relendo agora.

Estou contando tudo isso para contextualizar a minha relação com os livros, porque toda essa paixão direciona a coisa de ler bastante e rápido (ou mais devagar).

Quando eu comecei a namorar o meu marido, algumas pessoas me chamavam de “a menina que lê”, porque era só isso o que eu fazia, sempre. Enquanto todo mundo via TV, eu estava lendo. Fila no banco? Lendo. Intervalo da escola? Lendo. Ponto de ônibus? Lendo. E assim vem até hoje. Leio em todas as janelas de tempo que tenho ao longo do dia, além de simplesmente adorar, quando tenho um tempinho de folga, me acomodar na cama ou no sofá e investir meu tempo na leitura da vez.

Já tive metas de leitura (“hoje vou ler 100 páginas” ou “hoje vou ler um capítulo de cada um dos três livros que eu estou lendo”) e acho que é uma tática que funciona bem, se você não se estressar com isso. Como para mim é um hobby, é algo que me anima. Deve ser o mesmo que os esportistas sentem ao estipularem correr 10km por dia, por exemplo.

Uma mania que tenho é a de ler vários livros ao mesmo tempo. Por experiência própria, isso só funciona para mim se forem livros de não-ficção. Para livros de ficção, prefiro ler um de cada vez até acabar, para não misturar enredos e confundir personagens.

Alguns livros eu leio mais rápido; outros, mais devagar. Tem livros que termino em duas horas e outros que demoro mais de dois meses. Depende do tipo de leitura, da minha vontade de ler aquele assunto, da necessidade de ler e reler, entre muitos outros fatores. Costumo usar alguns acessórios para facilitar a minha leitura, como marcadores transparentes de página, post-its e canetas marca-texto. Alguns livros eu tenho dó de marcar (especialmente edições deluxe), mas a maioria eu encaro como instrumento de trabalho e faço muitas anotações, pois elas me ajudam em consultas posteriores (que acontecem sempre).

Também tenho um Kindle, que levo especialmente em viagens. No Kindle, baixo livros que só quero ler, sem precisar comprar e manter, ou importados que custam muito caro no Brasil. Assim como também tenho alguns livros que gosto de ter sempre comigo, como o livro do GTD, para consulta. Mas sou e sempre vou ser apaixonada por livros de papel – essas coisinhas mágicas que nos levam para outra dimensão apenas com o cheiro das páginas. Aliás, adoro cheirar livros e acho que isso deveria ser uma profissão. Toda vez que compro um livro novo, meu ritual inclui levar o livro até o nariz, fechar os olhos e inspirar. Já até reconheço a editora pelo cheiro das páginas (meu preferido são os da Companhia das Letras).

Sobre ler rápido ou não, foi como eu falei: depende da leitura. Livro de auto-ajuda, desenvolvimento profissional, leitura mais fácil, dá para ler mais rápido porque não é complexo. Agora, pega um Bakhtin da vida, ou qualquer livro de semiótica ou estoicismo e tenta ler rápido! Isso acaba com a experiência! Cada livro é de um jeito e deve ser tratado como tal. Não tenho pressa para ler. Se leio rápido, é porque a leitura flui assim. Se leio devagar, é porque vou estudando, saboreando cada palavra, relendo, fazendo anotações. Tem muita coisa envolvida que somente a leitura. E já deixei muitos livros de lado porque percebi que teria que ler uns outros dois antes como referência. Faz parte da experiência de ler e de curtir os livros.

Tudo isso pode parecer besteira para quem não tem o mesmo gosto por livros que eu e tantas pessoas temos. Mas tudo bem. O que eu gosto só precisa fazer sentido para mim.

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Minha estante, que organizei ontem. Ela fica na sala, mas há livros no aparador, perto da cozinha, no quarto e na minha mesa de trabalho. É comum, para quem gosta de ler, ter livros por toda a casa. E, se querem saber, eu adoro isso!
Categoria(s) do post: Feng Shui, Áreas da Vida

Convidei a querida Wanice Bon’ávígo para voltar a participar do blog falando um pouco mais sobre feng shui. Ela respondeu algumas perguntas que eu enviei para ela e eis aqui o resultado. Espero que vocês gostem tanto quanto eu.

Por que amamos tanto o feng shui? O que ele pode fazer pela nossa casa e pela nossa vida?

Quem conhece o feng shui o adota para sempre. Essa ciência nasceu na China antiga, há aproximadamente 3 mil anos e busca integrar o homem ao espaço onde ele vive. Então, as pessoas se apaixonam mesmo pelo feng shui, porque ao aplicá-lo corretamente em suas casas, locais de trabalho, à vida enfim, percebem uma abertura em vários setores, sobretudo àqueles emperrados, mal resolvidos, indefinidos. Uma melhora na saúde, novas oportunidades surgindo, um ajuste no trabalho, benfeitorias, sentimos de fato mudanças perceptíveis, mas tudo isso são os meios concedidos pelo feng shui, pois a sua real finalidade é fazer com que cada um de nós possa expressar o seu melhor.

O feng shui faz com que o fluxo das energias esteja a favor e isso conta muito!

200614-bagua

Na prática, utilizamos um gabarito chamado BAGUÁ (ou Ba-guá), um octógono, que sobreposto à planta-baixa do terreno ou da área construída, nos mostra de forma tangível cada um dos “guás” ou setores da nossa vida. Por exemplo, se você tem uma área deficitária no guá da CRIATIVIDADE, que também responde pelos FILHOS, pode tanto ter problemas para criar em geral: alternativas, textos, etc,. como para engravidar… eu mesma já vivenciei uma situação assim em minha família e por diversas vezes nas consultorias. Interessante? Isso é só um exemplo do que o ambiente pode representar no nosso dia-a-dia. Leia mais neste post no blog da Wanice.

Cada uma dessas áreas da casa está associada a um dos 5 elementos da medicina chinesa (água, madeira, fogo, terra e metal) e num projeto de feng shui são equilibradas basicamente através de cores, formas e posicionamento de móveis, plantas, cristais e objetos decorativos. Às vezes estamos descuidando de uma parte da nossa casa ou não dando a devida atenção a ela, o que gera desequilíbrio e traz bloqueios, dificuldades naquele “guá” (setor) ao qual ela pertence. Então, sentimos que aquela energia não está presente em nossa vida ou não da forma como gostaríamos. Ao aplicarmos o feng shui saberemos o porquê. E teremos a oportunidade de melhorar o nosso espaço e consequentemente a nossa vida.

Muitas pessoas pensam que feng shui é mover os objetos, pendurar quadros e inserir elementos específicos na decoração. Esse é um mito? O que o feng shui é de verdade?

Thais, para compreendermos bem o papel do feng shui em nossas vidas, precisamos nos reportar à filosofia taoista, que considera que toda a nossa existência se baseia numa tríade: CÉU – HOMEM – TERRA.

Quando falamos em CÉU, falamos daquilo que trazemos ao nascer: nossas características, a saúde herdada, habilidades, talentos, assim como nossas dificuldades, desafios, obstáculos que precisamos transpor. Por isso é muito importante um estudo NUMEROLÓGICO ou astrológico, pois temos um diagnóstico preciso do que trazemos em nossa bagagem natal. É possível também conhecer os melhores períodos da nossa vida para determinados setores – isso a Numerologia orienta com muita propriedade.

O segundo pilar compete ao HOMEM, seu livre arbítrio, aquilo que alimentamos em nossa caminhada, onde colocamos nossa energia, de que forma usamos o nosso tempo, nos aperfeiçoamos, atribuímos um real significado à nossa passagem pelo planeta, enfim, eu acredito que essa segunda influência tenha a ver com evolução de consciência, pois envolve liberdade e responsabilidade e é também onde podemos realizar mais mudanças.

A terceira influência, a TERRA, diz respeito ao AMBIENTE em que vivemos. É aí, justamente que entra o FENG SHUI. O ambiente natural que escolhemos para viver (tecnicamente chamamos de “entorno”), bem como a área construída, precisa ser favorável, para que possamos receber o melhor, seja em termos de saúde, trabalho, finanças, amor, espiritualidade, família, amigos e viagens, criatividade e filhos, enfim, todas as energias que nos permeiam e nos trazem a merecida realização. Muitas vezes temos tudo para a ao sonhada “prosperidade”, mas vivemos num ambiente que nos “sabota”. Aplicar o feng shui em nossa casa ou ambiente de trabalho traz melhorias significativas para nossa vida.

Imagem: Graça e Saber
Imagem: Graça e Saber

Como vemos esses 3 pilares interagem por todo o tempo, nos sustentam e precisam estar em harmonia, equilíbrio. Acho fantástico o feng shui, pois ele consegue corrigir, neutralizar energias maléficas que contribuem para o nosso insucesso e ao mesmo tempo estimular, ativar energias positivas que vão nos levar à plenitude, à realização de nossos objetivos. E isso envolve mais que reposicionar móveis, aplicar cores, talismãs ou objetos decorativos. As construções sofrem influência de tudo que foi falado, pensado, sentido, enfim, as paredes têm memória e muitas vezes precisamos reprogramá-las, entendendo que há casas que prejudicam pessoas e pessoas que prejudicam casas. Aí entra a nossa responsabilidade! A qualidade do entorno também influencia muito na vida dos moradores: morar perto de cemitérios, hospitais, delegacias, torres de transmissão e outros inimigos é também um fator determinante para adoecer o ambiente. Aí entra o feng shui, suas proteções, limpezas energéticas, (cada uma com sua indicação), a melhor posição para os móveis, cores favoráveis, etc.

Viver num espaço sagrado permite-nos manifestar todo o nosso potencial.

Qual a relação entre o feng shui e a organização da casa? Uma casa limpa e organizada facilita o papel do feng shui?

Arrumação, limpeza, organização, destralhamento da casa são aspectos fundamentais para a boa circulação de energias positivas e impedimento para que a energia negativa se estabeleça. É uma questão de atitude. (Veja este post no blog sobre destralhamento da casa e sua relação com o feng shui)

O efeito da desordem ou acúmulo de objetos em certos pontos de um ambiente tem efeitos incríveis. Conhecendo-se os guás da casa, de acordo com o Baguá, vamos ver que a desordem, bagunça, sujeira, quando posicionadas em um deles, são representadas na vida dos moradores como  bloqueios, instabilidade, transtornos naquela área com a qual o guá se relaciona. Até mesmo os móveis muito grandes ou atrás de portas, no meio de corredores, em locais onde se tornam empecilhos para o fluxo do CH’I (ENERGIA VITAL) podem explicar porque a vida das pessoas emperra. É preciso deixar o Ch’i fluir!  E sempre atrair o bom ch’i, de saúde, de vitalidade, para que possa nutrir o nosso lar. Um ambiente limpo, organizado, livre de lixos físicos e energéticos é condição básica para que se fixe o feng shui.

Imagem: Fresh Home
Imagem: Fresh Home

Nossa casa é um organismo vivo onde tudo precisa funcionar bem e cumprir sua função. Vazamentos, aparelhos quebrados, lâmpadas queimadas, objetos sem uso, poeira, portas e janelas emperradas constituem  pontos de doença no nosso espaço, por isso em muitas culturas o feng shui é tratado como “medicina do ambiente”. Analisar o que acontece com uma casa, nos conta o que possivelmente está acontecendo ou para acontecer com seus moradores – á a metafísica da casa.

Olhar para o seu redor e encontrar tudo bagunçado, desorganizado é olhar para dentro de si e encontrar o mesmo, afinal, o que está dentro, está fora…Ou uma frase que eu gosto muito do Mestre Lin Yun, idealizador do Feng Shui do Chapéu Preto:

[quote class=”lilas”]“QUANTO MAIS PRÓXIMO DE VOCÊ ESTIVER UMA PARTE DO AMBIENTE, MAIOR É O IMPACTO QUE ELA TEM SOBRE SEU CHI.”[/quote]

A  verdadeira essência do Feng Shui é acumular o bom ch’i (energia positiva), sem permitir que ele fique estagnado;  talvez por isso os fengshuistas defendam tanto a ideia do “menos é mais” (less is more) – feng shui é uma filosofia de vida, é processo, é amor.

Gosto muito de um post que falo de Leonardo Boff (adoro) e suas considerações sobre feng shui.

Muito obrigada, Wanice, pelas suas considerações sempre preciosas! Espero que os leitores tenham gostado também. Quem quiser ler mais informações sobre feng shui, pode acessar o blog da Wanice e ler os maravilhosos textos que ela posta diariamente sobre o assunto. Vale a pena.

Obrigada por tudo, pessoal.

Categoria(s) do post: Áreas da Vida

Olá pessoal! Espero que estejam tendo um bom feriado! Hoje vim convidar vocês a seguirem o novo canal do blog no YouTube, que vocês podem conferir clicando aqui!

Aproveitei para gravar um vídeo respondendo a TAG: Espelho, espelho meu, com 16 respostas aleatórias sobre mim.

Estou muito contente com a inauguração desse novo canal porque é um espaço onde poderei postar muitos vídeos sobre assuntos relacionados ao blog ou não. Um cantinho meu mesmo. Espero que gostem dessa nova fase, do novo canal e o sigam para conferir as novidades que vêm por aí.

Obrigada!

Categoria(s) do post: Áreas da Vida

Como comentei em alguns posts anteriores, estou começando a trabalhar por conta própria e, assim, uma das providências que precisei tomar foi formalizar a abertura da minha empresa. Com isso, existe toda uma sorte de novas coisas que precisam ser organizadas – o que eu adoro – mas, sem experiência, pode ser bastante difícil descobrir sozinha como fazer tudo certo, especialmente a parte financeira do negócio. Afinal, é muito comum se perder com tantas contas, regras e burocracias novas.

O primeiro passo foi falar com um contador, que me explicou direitinho os planos que existem para abertura de empresa (microempreendedor individual, micro e pequena empresa etc). No momento, optei pelo MEI (microempreendedor individual). O processo foi bem simples e pode ser feito pela Internet pela pessoa comum. Você escolhe as categorias que tenham mais a ver com o seu negócio, envia o formulário e, então, basta imprimir as guias de pagamento. Fica por volta de 40 reais por mês e, com isso, você consegue gerar nota fiscal eletrônica, tem um CNPJ próprio e pode formalizar uma série de outras coisas, além das vantagens (convênio médico familiar mais barato, por ter CNPJ, por exemplo).

Eu percebi que, para gerenciar tudo sozinha, seria complicado. É a primeira vez que abro uma empresa e toco um negócio próprio. Sem experiência, fiquei com bastante medo de me enrolar nas contas e não conseguir organizar direito as partes administrativa e financeira. Afinal, eu trabalho com a criatividade! Se eu me enrolar com o lado burocrático da coisa, pode ser que eu não consiga me dedicar tão bem àquilo que faço de melhor.

Foi então que eu conheci o site ContaAzul, um sistema de gestão de empresas online. Com ele você controla seu financeiro, suas vendas, seu estoque e emite nota fiscal eletrônica sem complicação e a um preço justo. Sinceramente, eu sou bastante organizada, mas o sistema foi a_descoberta do ano para mim.

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Veja tudo o que essa fantástica ferramenta gerencia para quem tem um negócio:

[list]- Contas a pagar e a receber
– Receitas e despesas
– Conciliação bancária
– Fluxo de caixa online
– Contas bancárias
– Planos de contas
– Controle de inventário e compras
– Emissão de nota fiscal de entrada
– Gerenciamento de produtos, transportadoras e fornecedores
– Controle de vendas
– Propostas comerciais
– Vendedores e comissões
– Emissão de boletos
– Controle de clientes
– Relatórios de todos os tipos (inclusive DRE)
– Rankings de produtos e clientes[/list]

Tudo isso com garantia de segurança dos dados.

Eu recebi um contato deles para testar a ferramenta para o blog e ela já é a melhor descoberta do ano para mim. Organiza tudo aquilo que eu estava com dificuldade, por não ter experiência, e funciona bem até mesmo para quem já tem mais anos de estrada (recomendei para conhecidos que são empreendedores e todos disseram que é uma ferramenta completa e bem fácil de usar).

Como sei que o blog tem muitos leitores e leitoras empreendedores, achei que seria uma boa fazer uma ação com a empresa, a fim de experimentar melhor o produto e trazer um pouco dessa experiência para vocês. Logo, este é o primeiro de uma série de posts que mostrarão como é o dia a dia de uso da ContaAzul, como ela pode ser útil para quem tem empresa, usos, sugestões e muito mais.

Quem estiver curioso e quiser começar a testar antes mesmo dos próximos posts, pode acessar o site ou baixar o aplicativo (disponível para todas as plataformas abaixo), que tem uma versão trial gratuita para testes.

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Achei muito bom que tenha versão tanto para iOS quanto para Android, pois uso os dois sistemas em tablets. Ajuda bastante no quesito mobilidade, porque nem sempre estamos com nossos computadores por perto quando precisamos acessar ou mostrar alguma informação para algum cliente ou outra pessoa. E, sinceramente, quanto mais eu puder ficar longe de planilhas, melhor!

Acessem também o blog da Conta Azul, que tem um montão de dicas e novidades sobre a ferramenta e o dia a dia de quem é empreendedor.

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Categoria(s) do post: Casa, Viagens, Áreas da Vida
Imagem: http://anatomiche.tumblr.com/
Imagem: http://anatomiche.tumblr.com

Viajar é uma delícia, mas muitas pessoas acabam ficando entediadas depois de ficar muito tempo no trajeto, especialmente se estiverem viajando de carro. Para evitar a falta de conversa e os fones de ouvido individuais o tempo inteiro, fiz uma lista de assuntos que podem ser divertidos de se discutir, especialmente com adolescentes. Enjoy. <3[list]

  1. Se você pudesse viajar para qualquer lugar no mundo, para onde você iria e por quê?
  2. Quem é a pessoa, viva ou morta, que você mais gostaria de conversar?
  3. Quais são os seus três filmes preferidos e que você já viu diversas vezes?
  4. Qual sua matéria preferida na escola? E a que você mais detesta?
  5. Qual o melhor professor e por quê?
  6. Se você tivesse que escolher hoje uma profissão para ser, qual você escolheria?
  7. Quem é a pessoa que mais te inspira e por quê?
  8. Onde você se vê daqui a cinco anos?
  9. Se você pudesse ter somente uma rede social, qual você teria?
  10. Qual seu doce preferido? E comida salgada?
  11. Se você pudesse escolher, moraria na praia, na cidade ou no campo?
  12. Qual programa de TV você mais gosta? E qual é aquele que você tem mais vergonha de gostar?
  13. Se você achasse R$100 no bolso da sua calça, o que você faria? E se você achasse R$1.000?
  14. Qual a coisa que você fez até hoje que mais te deu orgulho?
  15. Do que você mais tem medo?
  16. Você acha que você se parece mais com a sua mãe ou com o seu pai?
  17. Quando foi o seu primeiro beijo?
  18. Você prefere ler um livro ou uma revista? Qual seu livro preferido? E a revista que você mais gosta?
  19. Qual sua música preferida?
  20. O que você mais gosta em você?
  21. Existe alguma coisa sobre você que você gostaria que todo mundo soubesse, mas ninguém sabe?
  22. Se você pudesse mudar algo em você, o que você mudaria?
  23. Se você fosse sair de casa para sempre com só uma mochila nas costas, o que você levaria?[/list]

Eu adoro fazer viagens mais curtas aos finais de semana e frequentemente as minhas sobrinhas estão conosco (elas são adolescentes), então fiquei pensando em perguntinhas legais de se fazer ao longo da viagem para conhecê-las melhor e dar a chance de conversarem com a gente. Espero que vocês gostem também.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.