Categoria(s) do post: Diário da Thais

Todo mês eu gosto de fazer uma retrospectiva do que aconteceu na minha vida, como forma de reflexão, e também para compartilhar com vocês um pouco da minha vida pessoal além do Vida Organizada.

Não foi um mês muito fácil. Estou há dois meses com um problema de saúde que ainda não foi diagnosticado. Estou fazendo uma série de exames, e as suspeitas vão de alergia à lactose até possibilidades mais sérias. Tentem imaginar o quadro de uma pessoa que há dois meses quase não consegue sair de casa com medo de “acidentes”, que reforçou as vitaminas devido ao pós-cirurgia bariátrica (eu absorvo menos nutrientes com a alimentação, então qualquer coisinha eu preciso reforçar as vitaminas), me sentindo fraca e sem tanta energia.

Os exames demoram para ser agendados e demoram para ficar prontos. Estou no meio do processo. Lembrem-se que não faço apenas isso da vida, então preciso conciliar os agendamentos com todos os meus compromissos profissionais, que mantive no modo avião, praticamente, por não conseguir abrigar muita coisa. Tudo isso afeta a vida de diversas maneiras, em especial o faturamento da empresa, mas não teria como ser diferente.

Para tornar o desafio maior, meu marido descobriu, logo no início do mês, que estava com dengue. Isso o deixou acamado por vários dias. Além dos meus próprios cuidados de saúde, precisei cuidar dele e da rotina com o filhote. Isso me tomou quase o mês inteiro. Felizmente, quando eu escrevo este post ele já está melhor, ainda que não 100%. Mas já voltamos à nossa rotina habitual.

De todos esses big rocks de abril, muitos tiveram que ser renegociados comigo mesma.

Concluí: exames médicos (em andamento, mas foram o foco), esclarecer como será a minha dissertação do mestrado, organizar o aniversário do Paul (ainda que singelo), definir o novo treinamento da Malu, definir agenda dos workshops presenciais, encontros da mentoria, cursos de GTD em SP e no Rio, voltar para a academia, organizar produção de conteúdo gratuito (em andamento, mas indo bem), finalizar novo contrato do nosso curso in company, resolver questão das salas comerciais, a declaração do IR, organizar viagens de maio (serão várias) e comprar novos pares de óculos.

Não concluí: retornar à auto-escola (totalmente sem condições e nada prioritário no momento), organizar categorias de livros no programa de afiliados (também não foi prioridade), fazer curso de pintura em tela (me inscrevi mas o curso foi cancelado por falta de quórum), publicar o módulo 6 do curso (os alunos pediram para esperar devido ao ritmo do curso), publicar aula 9 do curso de guarda-roupa (esse não aconteceu porque meu marido edita as aulas e ficou doente mesmo), lançar aula de introdução (idem), finalizar migração dos cursos em EAD (em andamento, mas foi em ritmo mais lento devido a todos os acontecimentos no mês), implementar eNotas (precisou ser repriorizado devido a todo o resto), organizar contas no MailChimp (idem, ainda que em andamento), reforma do piso da garagem (totalmente em stand-by devido à situação do meu marido), iniciar projeto musical (sem chance, totalmente não prioridade frente a outras coisas), apresentação para o seminário da Unisinos (ainda finalizando) e organizar minhas contas como PF.

Quando reviso tudo o que fiz, vejo que foi um mês produtivo até, se eu pensar em tudo o que aconteceu. Conseguimos andar com coisas importantes, ainda que algumas tenham ficado de lado ou precisassem ser repriorizadas. Sabe, com a situação que passamos, ainda mais com o meu marido doente, foi um milagre ter conseguido tocar aquelas outras coisas. Mas sem dúvida foi um mês mais devagar que o normal.

Li um livro muito bom, chamado “A arte do silêncio” (em breve entra a resenha aqui no blog), de onde tirei a foto acima. São perguntas que me ajudaram bastante na repriorização das coisas neste mês que está acabando.

Aqui no blog a gente falou sobre reajustes na rotina, o que teve tudo a ver com o meu momento também. Foi um bom mês para repensar minhas práticas diárias e hábitos. Alguns posts que gostei muito de escrever:

Dois desabafos que considerei necessários:

Quando vejo essa lista de posts, concluo que foi um ótimo mês de conteúdos. Os vídeos ficaram um pouco parados devido ao estado do meu marido (que é responsável pela edição), mas os posts foram bons posts, do meu ponto de vista.

Tomei uma decisão importante este mês, que foi resolver antecipar a minha entrada no doutorado, provavelmente ano que vem. Meu orientador me convenceu a continuar o trabalho que estou desenvolvendo no mestrado (não tem por que esperar). Além disso, as últimas declarações do nosso presidente me fizeram ter mais urgência em ingressar em um curso de humanas enquanto eles ainda existirem.

Continuei fazendo terapia, o que foi ótimo.

Quase não trabalhei no escritório este mês. Estamos em reforma, e passamos o mês todo praticamente resolvendo as negociações da nova sala. Finalmente pegamos as chaves, já compramos mesas e cadeiras, e vamos pintar, configurar e decorar a sala ao longo do mês de maio. Não vejo a hora de já poder realizar cursos lá.

O mês de abril foi bastante dedicado a ajustes, de modo geral. Já que eu não estava 100% bem para ficar fazendo estripulias por aí, dediquei meu tempo a configurações necessárias, como o redesenho do nosso contrato de prestação de serviços in company, que era algo que precisávamos fazer já há algum tempo. Foi um mês de revisão de outros contratos e processos como um todo. Existe muita coisa no backstage de qualquer empresa de consultoria que muitas vezes não aparece ao cliente final, e trabalhamos bastante nisso nesse último mês.

O site do Grupo finalmente foi ao ar. Tenho orgulho dele porque sempre a minha família e os meus amigos me perguntam o que eu faço e eu tenho dificuldade de explicar – agora temos um site. 🙂 Eu sei que o que eu faço não pode ser colocado dentro de uma caixinha, mas a caixinha ajuda as pessoas a terem mais clareza sobre o nosso trabalho. Somos uma consultoria de produtividade. Ponto.

Em resumo, foi um mês sofrido, arrastado, mas que consegui levar, mesmo com todos os desafios. Maio e junho serão meses cheios, com muitas viagens, além da reta final no mestrado. O segundo semestre abrirá um mundo de possibilidades novas que eu mal posso esperar. Por hora, me deixa curtir tudo isso que está acontecendo. 🙂

Categoria(s) do post: GTD™, Ferramentas de organização

O título do post é polêmico e trago como uma provocação para usar o post para explicar o que eu quero dizer.

Não uso o método Bullet Journal com fons artísticos, ou seja, desenhando. Uso da maneira mais minimalista possível.

Mesmo assim, eu senti que, conciliar com o método GTD talvez pudesse ser algo desnecessário.

O GTD já trata do gerenciamento das informações e demandam que chegam até nós, trazendo uma alternariva para organizar e, por fim, revisar e executar de acordo com as nossas prioridades. E isso funciona muito bem para mim.

O Bullet Journal é um método diferente, que dá SIM para conciliar com as práticas do método GTD, mas eu acho que não preciso usar os dois.

Nos últimos dias eu fiz um teste, ficando sem o BuJo, e me senti mais livre e produtiva. Eu usei o BuJo para fazer um registro final do dia, à noite, antes de dormir, e senti que assim ele funcionou melhor do que eu usá-lo ao longo do dia para planejar e fazer registros.

Sei que não existe um jeito certo e errado de usar. Que cada um deve adaptar às suas necessidades.

Penso que o método Bullet Journal funcione MUITO BEM para quem nunca teve qualquer contato com nenhum método, e não quer ter uma curva de aprendizado mais longa.

Mas para quem já usa o GTD há tantos anos, como eu, pode ser desnecessário no propósito da organização.

Na última semana tenho usado apenas o meu sistema GTD e dei uma “voada”, no sentido de conseguir agilizar as coisa e ao mesmo tempo me sentir descansada. O Bujo, querendo ou não, traz sempre o ar da “urgência”, do trazer tudo pra hoje (que ainda for relevante). Mais uma vez, enfim – funciona para quem não tem método algum, é simples. Mas, para quem já usa GTD, não sei se ele se faz necessário. É isso. Ele pode ser bom para registros de maneira geral, mas não como um único método que se baste.

Ainda não tenho essa pesquisa 100% concluída para poder afirmar, mas achei que seria importante compartilhar com vocês essas impressões.

O GTD super se basta e, para mim, acaba sendo suficiente. O BuJo funciona como registro, como captura, o que é excelente, mas só. Eles acabam se complementando.

Categoria(s) do post: Linkagem

A linkagem de domingo traz indicações de links com temas gerais ou específicos que tenham a ver com o blog, mas vêm de outras fontes.

Bom domingo e boa semana. <3

Categoria(s) do post: GTD™

Toda vez que faço algum tipo de crítica ao kanban, chovem tantos comentários nas minhas redes sociais! Por isso, resolvi escrever um post para ficar como referência e indicar como resposta sempre que alguém me perguntar: “mas por que essa treta com o kanban?”.

Quero começar dizendo que minha crítica não é “ao kanban” especificamente. Minha crítica é ao conceito (que considero) ultrapassado de produtividade do ponto de vista da exploração (sim, o post é uma paulada – segura aí).

Por que eu me interessei (e continuei apaixonada) pelo GTD? O GTD não é um método de produtividade?

O GTD é um método de produtividade que nasceu da contracultura. David Allen, o autor, fazia faculdade em Berkeley nos anos 1960. Ele foi professor de karatê. Estudou História. Ele entrou no mercado corporativo por acaso, porque simplesmente era bom em enxergar coisas que os outros lá inseridos não viam.

Por ter o viés oriental do karatê, o GTD traz muito da filosofia zen de respeito ao outro e do que hoje se chama de mindfulness. Não se trata de fazer mais, mas de estar presente. De estar apropriadamente engajado com o que você está fazendo. De aproveitar bem o tempo – e, muitas vezes, a maneira mais produtiva de aproveitar o tempo é descansar, relaxar, ficar sem fazer nada, tão importante quanto qualquer outra atividade de “esforço”.

Você sabe de onde nasceu o conceito de produtividade?

Nem precisa ir até Marx e associar produção com consumo (como de fato é e resume tudo). Explicar o que é mais valia e exploração. A gente pode ir no guru dos negócios – Peter Drucker – e dizer que produtividade é a métrica da boa gestão. Uma empresa eficiente é uma empresa produtiva.

As máquinas da primeira e da segunda geração da Revolução Industrial fizeram com que o homem trabalhasse menos? Não. As máquinas fizeram com que o homem tivesse que trabalhar mais para dar conta da velocidade de produção das máquinas. Isso se reflete até hoje, com a velocidade da tecnologia, com o mundo 24/7 que a gente vive.

A produtividade nasceu como uma maneira de medir se tem se feito mais coisas em menos tempo. Gastando menos com o trabalho humano e gerando mais lucro. Isso era o conceito de produtividade.

Em algum momento, a produção se tornou seriada (Ford). Esse modelo evoluiu para outro (Taylor). Até chegar no auge da coisa toda, com o modelo japonês (Toyota), quando chegamos ao conceito de empresa enxuta, cuja uma das práticas é o kanban. O problema não é o kanban. O problema não são os “métodos ágeis”. Minha crítica é ao culto a essas práticas, que representam outra coisa que as pessoas nem desconfiam, nem percebem, e incentivam. Simplesmente não é o que eu faço, porque não é o modelo com o qual eu me identifico. Não está, nem de longe, no mesmo balde que o GTD, porque não é a filosofia que o GTD propõe.

Hoje, a gente tem um capitalismo financeiro que permeia todas as esferas da vida social e do trabalho. Tudo gira em torno da gestão – do Estado ao indivíduo. Se você não for “o gestor”, o empreendedor de si mesmo, você é um fracassado por natureza. Otimizar o tempo e os recursos é fundamental para ter “sucesso”. Se você fracassou no mundo da meritocracia, você apenas não se esforçou o suficiente.

Eu tenho preguiça só de pensar nesse papo, porque para mim a vida é mais do que isso e obviamente as condições das pessoas são deveras mais complexas. E o GTD vai exatamente nessa contramão também.

O GTD não é para quem quer correr mais rápido na rodinha do hamster. Não é para automatizar os processos a ponto de você virar um robô e fazer as coisas no automático. É sobre você viver melhor. Pensar melhor nas suas coisas. Aproveitar melhor a vida.

Flexibilização, terceirização, controle de qualidade, kanban, just in time, kaizen, eliminar desperdícios, cultura de participação, cultura de colaboradores – tudo isso, tão normalizado hoje, apenas representa um estilo de vida nocivo às pessoas e ao planeta que eu estou dizendo “não, obrigado”.

Não estou negando o sistema em que vivemos. Estou buscando uma maneira de trabalhar de forma mais gentil comigo mesma. Com os seres humanos de maneira geral. Sem ficar doente. Sem exploração. Porque todas as palavras bonitinhas descritas no parágrafo anterior apenas representam cada vez mais tendências de precarização do trabalho, de informalidade, de exploração de quem precisa aceitar determinadas condições para simplesmente ter um emprego. Não é “opinião”.

Eu não estou de brincadeira aqui neste mundo, sabe? Não estou aqui para explorar o método da moda e ganhar dinheiro em cima das pessoas. Eu quero fazer diferença, no sentido de minimizar os efeitos que esse sistema opressor tem em cima de todos nós, no planeta, no universo.

Eu me identifiquei com o GTD muito antes de estudar a fundo sobre sociologia do trabalho, ciências cognitivas, midiatização e temas relacionados, porque no fundo sempre foi o lado que eu acreditei mais, mesmo sem ter esse conhecimento.

Você sabe por que o GTD não é unanimidade no mundo corporativo? Porque não é qualquer empresa que quer que o funcionário faça uma análise da vida e descubra que o emprego dele não é legal. Que os valores dele não estão alinhados com a empresa, porque a empresa explora o meio ambiente, por exemplo. Agora, você pode ter certeza que toda empresa que pense sobre isso vai amar o GTD, como é o caso de muitas (porém não tantas, infelizmente, ao redor do mundo).

Assim como tem gente que adora trabalhar 24h por dia, ignorar a saúde e a família em detrimento do trabalho. Cada um com as suas escolhas, que se baseiam em valores.

Eu que não automatizo o meu cérebro, e não incentivo práticas que vão na contramão do que eu acredito.

Não se trata de quem está certo ou errado, e sim de valores e opiniões. 😉

Esses são os meus valores e a minha opinião, e por que eu defendo o GTD.

E sei que me acompanha quem acredita nisso também. Cada um acredita, incentiva e constrói o mundo que quiser.

Você acredita em outro modo de viver, de trabalhar e de fazer as coisas? Tá tudo bem também. So não me obrigue a concordar. Valor a gente não escolhe – a gente tem.

Todas as fotos deste post são imagens do autor do método GTD, David Allen, vivendo a vida da maneira como eu acredito que tem que ser.

Categoria(s) do post: Casa

Organização da casa é um tema que nunca se esgota, não é mesmo? O que eu procuro com o Vida Organizada é tirar um pouco as dicas desse patamar de inatingíveis e trazer mais para a vida real mesmo. O que eu chamo de vida real? É a vida da pessoa que trabalha fora, tem filhos (ou não), mas que tem mil outras coisas para fazer da vida além de pensar em cuidar da casa, mas quer SIM ter uma casa legal, apesar de tudo isso. Ou seja, a história de todos nós. rs

E veja que o que eu disse acima vale para todas as áreas da nossa vida “pessoal”, que muitas vezes acabam sendo negligenciadas: saúde, espiritualidade, hobbies, até família. Neste post, vou focar na organização da casa, apenas porque vocês me pedem muuuuito para falar sobre organização da casa aqui. Mas percebam que eu entendo a organização como um processo integrado, então o que eu explico para a casa pode funcionar para as outras áreas da sua vida (esse pode ser um daqueles momentos “mind blowing” de aprendizados no blog). Na prática, o que eu estou sugerindo para você é: pegue cada post do blog e aplique a outras áreas de sua vida, e não apenas à área citada no post.

Vamos então às minhas TOP dicas de organização da casa, ou aquelas dicas que eu acredito que façam diferença de verdade quando a gente está falando da organização do nosso lar.

Encontrar propósito nas atividades do dia a dia

Limpar o banheiro pode ser chato, mas é necessário. Por que é importante manter o banheiro limpo? Oras, apenas de responder para você mesma/o essa pergunta você já encontrará um ou vários bons propósitos para realizar essa atividade. Esse raciocínio vale para tudo. Se por acaso você encontrar algum propósito que não te motive, questione a frequência daquela atividade ou até mesmo se vale a pena continuar mantendo-a na sua lista de coisas a fazer.

Motivação é uma coisa que a gente tem que buscar todos os dias

Motivação é que nem tomar banho: se a gente fica um dia sem, já não se sente nosso melhor estado. Por isso, faça o necessário para se manter motivado/a diariamente, seja lendo posts aqui no blog ou em outros blogs, vendo vídeos, lendo livros, enfim, encontre o que te deixar motivada/o. Tem que ser diariamente, para a gente não deixar o moral cair.

Tenha uma estação de trabalho só sua em casa

Por mais que você trabalhe fora, vale a pena ter um cantinho seu em casa onde você coloca sua caixa de entrada, sua bolsa, suas canetas, suas pastas. Sabe? Por menor que seja, tenha esse cantinho. Você precisa de uma estação de trabalho para lidar com as finanças, planejar seu menu semanal e outras atividades do tipo.

Não dá para organizar tralha

Geralmente qualquer problema de espaço na verdade se resolve destralhando. Repense suas posses, avalie honestamente o espaço que você tem em casa e 1) otimize esse espaço ou 2) aceite que tenha que ter menos coisas. Se a posse de algo for importante para você, otimize o espaço. Se for irrelevante, vale repensar e destralhar, liberar espaço.

Toda vez que me deparo com algum lugar em casa que esteja ficando meio apertado ou cheio de coisas, sei que preciso destralhar ou repensar outras coisas que eu tenha guardadas.

Setorize a organização

Na cozinha, deixe à mão os utensílios que utiliza diariamente. Guarde mais para cima nos armários o que usa menos. No quarto, mantenha as maquiagens do dia a dia à mão. A gaveta de lingerie é a de cima. No banheiro, tenha uma cestinha para os produtos diários. Na área de serviço, deixe juntos os produtos para lavar roupas. Mantenha as fraldas perto do trocador do bebê. Setorizando a casa de maneira intuitiva, você conseguirá ter um fluxo melhor nas atividades do dia a dia.

Todas as coisas devem ter a sua própria casa

Se algo não tem lugar certo, será que deveria morar com você? Fica aí a pergunta.

Estabelecer um lugar certo para cada coisa garante a arrumação fácil no dia a dia.

Faça a dança dos cômodos

Ao sair de um cômodo, pergunte-se se pode levar algo dali com você que pertence a outro lugar da casa. Essa técnica é mágica!

A casa é responsabilidade de todos

Cada pessoa que mora na casa é responsável pela casa e deve ser responsável pelos seus próprios pertences. Ensinar isso desde cedo aos filhos é muito importante.

Arquivo não tem a ver só com papel

Suas gavetas de roupas são seu inventário de peças que deve ser funcional e prático para o dia a dia. Seus armários da cozinha devem manter os itens que você precisa para facilitar o cozinhar e o servir diariamente. Sua estante de livros deve conter os livros que você pode rpecisar consultar em decorrência da sua vida e do seu trabalho. Brinquedos devem ser armazenados de acordo com a idade da criança. Seu arquivo de documentos deve estar atualizado e fácil de guardar e encontrar as coisas.

Pequenos itens agrupados em caixinhas

Use cestos, caixas, panelinhas de ferro, pratinhos e o que mais quiser como compartimento para organizar miudezas. Nada de deixar coisas pequenas soltas.

Lembre-se sempre: organização tem a ver com coerência. Espero que as dicas acima ajudem você a trazer mais coerência para a organização da sua casa e da sua vida.

Categoria(s) do post: Comida, Rotinas

Uma leitora levantou essa questão e eu acho que vale a pena responder em formato de post, para ajudar outras pessoas.

Algumas coisas que eu fiz para tornar o preparo das refeições mais prazeroso para mim no dia a dia:

  1. Envolver-me mais com a minha alimentação. Entender os alimentos que me fazem melhor. Diminuir os industrializados. Consultar minha nutricionista com frequência. Trazer para o cotidiano os alimentos que me fazem bem e me fazem sentir saudável. Aproveitar os alimentos da estação.
  2. Alinhar a minha alimentação às estações. Puxando o assunto do tópico anterior, por mais que as estações não sejam tão marcadas no Brasil, de qualquer maneira elas afetam as colheitas. Conhecer os alimentos da época me ajuda a buscar receitas que envolvam esses alimentos. Acaba virando um hobby, até. Quanto mais você se alimentar alinhada com a natureza, mais conectada você se sentirá.
  3. Descobrir um estilo. Que tipo de comida você gosta mais? Eu amo a culinária italiana e mediterrânea. Tento trazer esses elementos para o meu dia a dia – pratos, ingredientes, técnicas de preparo. Leio livros, vejo vídeos, faço cursos (inclusive, adoro fazer cursos de culinária de vez em quando!).
  4. Imitar comidas de restaurantes que eu gosto. Você gosta do Outback? Tenho um prato lá que eu amo, que é uma sobrecoxa sem osso grelhada e tomates cereja, que sempre peço com o purê de batata com alho de acompnhamento. Outro dia repliquei em casa e amei! Toda vez que como algo gostoso em algum restaurante, eu tento replicar em casa se não for tão sofisticado.
  5. Ouvir música enquanto cozinho. Eu simplesmente adoro ficar cantando alto (alô, vizinhos) ou simplesmente ouvindo músicas que eu gosto enquanto eu cozinho. Abro um vinho, deixo uma tacinha do lado, e vou cozinhando no meu ritmo. Adoro!
  6. Fazer das refeições um ritual. Arrumo a mesa, uso guardanapos, talheres que eu gosto. Não fico mexendo no celular. Curto o momento. 🙂

Enfim, essas são algumas das coisas que faço para tornar a minha rotina de preparo das refeições mais gostosa.

Categoria(s) do post: Empreendedorismo

O post poderia se chamar:

  • em defesa do empreendedor
  • em defesa do concurseiro

Mas eu escolhi chamá-lo de “em defesa do coaching” porque foi o que me motivou a escrevê-lo.

E o que me motivou foi o fato de que tenho visto que o coaching tem sido “demonizado” ultimamente.

Sim, EU SEI que existem muitas coisas absurdas acontecendo nesse mercado. Pessoas sem qualificação que, depois de uma formação em coaching, acham que são especialistas. Cura para câncer. Coach de bebês. Já vi de tudo.

Meu primeiro ponto é: não é por causa de alguns profissionais assim que precisamos desqualificar o mercado inteiro. Existem sim bons profissionais de coaching e, quando rimos, fazemos piada ou ridicularizamos alguém, isso afeta toda uma classe.

O segundo ponto é que existem charlatães em todas as profissões. Isso não é exclusividade do coaching, mas eu sinto que as pessoas pegam mais no pé de quem é coach do que em qualquer outra atividade profissional.

Eu penso assim: se uma pessoa se dispõe a gastar 8 mil reais em um processo de coaching com um profissional, apenas essa pessoa pode avaliar o trabalho do coach em questão. A escolha foi dela. O dinheiro é dela.

Mas o que mais me incomoda nas críticas a quem é coach na verdade é uma crítica que (aí sim) engloba tanto a questão do coaching, quanto do empreendedorismo ou do cara que é concurseiro.

Parece-me que existe um pacto coletivo de desmerecer a cultura do positivo. Vou explicar melhor.

Existem perfis na Internet que compartilham diariamente informações ridicularizando quem é coach, quem é empreendedor e quem se diz concurseiro.

Outro dia eu postei no meu Twitter que, quando eu era empregada CLT, eu também ironizava e via com maus olhos esses três tipos de pessoas – e olha que eu vivia numa época diferente de hoje, quando essa crítica se tornou mais feroz.

Uma pessoa que trabalha como contratada CLT não sabe o que é viver de maneira autônoma. Depois de alguns anos vivendo assim, eu posso tentar explicar um pouco.

Um profissional que não tem emprego zera o seu salário todos os meses. Ele não sabe se vai ter dinheiro no mês que vem.

Esse cara precisa se manter motivado para ter boas ideias. Se ele explodir em algum momento, ele pode perder um cliente. Se ele não tiver dinheiro, que vem dele estar bem e poder trabalhar, ele não consegue sustentar a si mesmo ou a sua família.

Logo, iniciativas que são chamadas de “empreendedorismo de palco” podem sim ser criticadas, existem pontos relevante nessas críticas, mas essas iniciativas existem porque é uma necessidade do empreendedor se manter motivado porque senão ele desmorona MESMO.

Se o cara quer comprar um curso de marketing digital achando que isso pode ajudá-lo, o que você tem a ver com isso?

Não é fácil ser empreendedor. Não é fácil ser coach. Não é fácil ser concurseiro.

Mas é muito fácil você ser um empregado CLT e criticar quem o seja, e acho esse discurso perigoso porque o que se está fazendo, na verdade, é humilhando uma pessoa que na verdade vive uma situação de precarização do trabalho e já é humilhada por si só, apenas por estar nessa condição que você, como CLT, não está.

Eu me planejei para trabalhar com o que eu gosto, e mesmo assim é difícil. Mas a imensa maioria das pessoas que hoje trabalha empreendendo o faz porque ficou desempregada e precisa se virar. Essa pessoa foi jogada em uma situação que não teve escolha. Tudo o que existe de apoio a ela são os tais vídeos e eventos de “empreendedorismo de palco”. Não existem outros lugares onde ela possa recorrer para aprender como tocar o “seu negócio”.

Tenho um primo que precisa empreender porque senão ele não consegue colocar comida na mesa para os filhos. Ele não gosta dessa situação – preferia ter um emprego CLT. Ele busca se motivar diariamente, publica em suas redes sociais conteúdos que o motivaram, e esse cara é ridicularizado por outras pessoas que não vivem o que ele vive.

Eu também cito o concurseiro nesse balaio porque, na verdade, o que estamos falando é de respeitar a escolha do outro.

O concurseiro frequentemente é visto como um cara preguiçoso que não quer trabalhar (para “só” estudar) e depois “mamar nas tetas do governo”. Só quem estuda para concursos sabe a insegurança que dá você não ser aprovado no concurso que quer e precisa.

Não trago respostas neste post. Só quero levantar o problema e pedir que as pessoas peguem leve.

Por trás da crítica que você faz ao coach, existem profissionais que estão investindo em sua formação e fazendo um bom trabalho. E você está desqualificando todo um mercado. Eu, por exemplo, nem me sinto bem de falar que sou coach, porque virou um estigma. E eu sei que eu sou uma boa profissional. Mas tem gente que vive disso, que é apenas coach, e a pessoa não pode ser ridicularizada porque se dedica a essa atividade, que sinceramente, é tão importante, traz tantos ganhos.

Por trás da crítica que você faz ao empreendedor, existe um cara que precisa se motivar diariamente para conseguir ficar com a cabeça boa e trabalhar, colocar comida na mesa. Ele muito provavelmente é empreendedor porque ficou desempregado, porque hoje temos 13 milhões de desempregados em nosso país, mas as pessoas precisam pagar boletos. Qual é o ponto da sua crítica? O que esse cara está fazendo que te incomoda tanto a ponto de você ficar ridicularizando?

Parece que virou pecado você querer viver um estilo de vida pautado no estado mental positivo. Não é.

Em um mundo onde o negativo prevalece todos os dias, em que sorrir, muitas vezes, é um ato de resistência, eu me levanto sim em defesa de todas essas pessoas.

“Ah Thais, mas o coach de relacionamentos amorosos engana as pessoas.” “O coach X acha que está substituindo um psicólogo.” Mais uma vez: infelizmente, temos isso em todas as áreas. O que está acontecendo é que o coach está sim sendo “pego pra cristo”, e acho que esse discurso de ódio é perigoso.

Enfim, esses foram meus 5 centavos sobre esse assunto, que eu precisava comentar. Acho que os profissionais precisam sim ter um pouco de noção em alguns casos, que todos devem se capacitar mais, mas isso não justifica o teor de ódio das críticas que têm sido feitas.

Categoria(s) do post: Finanças

A organização de qualquer área da vida não precisa ter um momento certo para a gente começar – basta começar de onde está.

Talvez você esteja pensando que já estamos no mês 4 e os seus problemas financeiros continuam os mesmos.

O que eu quero te dizer é que os problemas continuarão a não ser que você comece a fazer algumas coisas a respeito. E não precisa fazer TUDO, o “ideal”, o que deixaria a Natália Arcuri orgulhosa de você. Você pode começar aos poucos, mas comece! É essa a indicação que quero deixar aqui.

A organização das finanças é algo que não sai da minha mente diariamente, assim como a organização da casa, da minha saúde, da minha rotina com o filhote, estudos etc. Todos os dias a gente tem que fazer um pouquinho pelas diversas áreas da nossa vida para que elas não desmoronem. O segredo do sucesso está em descobrir qual é esse mínimo essencial e focar nele durante o dia a dia.

Vamos fazer juntos?

Não tem a ver com planilhas

Pare de pedir e procurar “planilhas para organizar as finanças”. Não tem a ver com planilhas. Tem a ver com uma série de hábitos que você incorpora no dia a dia. Você pode ter grana e nem usar planilhas. Vamos lá.

Metas de finanças

Você tem metas de finanças? Tipo, quero guardar tantos mil reais para a faculdade do meu filho ou quero guardar dinheiro para a viagem dos sonhos? Comece daí.

Quando eu penso nas minhas finanças hoje, eu tenho algumas metas de dívidas (concluir o financiamento do carro, finalizar o inventário), tenho projetos (reformar a garagem, depois reformar o quintal) e tenho investimentos para o futuro (faculdade do filhote, uma viagem grande em família, comprar um terreno etc).

Mas, para a gente saber quanto deve economizar para cada coisa, precisa ter noção de todas essas coisas.

Existem boas ferramentas que podem te ajudar a colocar essas metas no papel, calculando juros, por exemplo. Se você quer ter uma quantia X de dinheiro para sair de casa e ir morar sozinho/a, quanto precisa guardar todo mês? Esse tipo de coisa. Mas tudo começa com a definição da meta, certo?

Orçamento para ficar de pernas para o ar existe? Por que não?

Orçamento do pior cenário

Eu gosto de ajudar as pessoas a lidarem com as suas finanças pensando no pior cenário.

“Se você perder o emprego e não tiver NADA de dinheiro entrando todo mês, que cortes você faria?” Geralmente a gente mantém: aluguel/IPTU/condomínio, luz, água, internet. Depois entram escola dos filhos, convênio de saúde e outros.

Não quero que você perca seu emprego, mas quero que você priorize as suas finanças para identificar 1) o que precisa ser pago mensalmente e 2) o que talvez você possa fazer uns cortes.

Quando estamos em uma situação financeira mais confortável, é comum agregarmos contas que nem percebemos. Assinaturas de aplicativos, jornais, Netflix, YouTube Premium, pay per view, essas coisas. A gente precisa revisar tudo isso de tempos em tempos para ver se ainda fazem sentido.

Eu tenho 5 anos de empresa rodando sem eu ter um emprego em paralelo e ainda mantenho o mesmo pro-labore (salário do empresário) de quando comecei. Revisar o que gasta mensalmente é muito importante. Você precisa conhecer os seus custos básicos mensais para saber o que está agregando e o que está sendo gasto.

Pague suas dívidas

via GIPHY

Viver com dívidas é chato, mas muitas vezes necessário. A gente pode precisar fazer dívidas devido a emergências ou a investimentos em algo que a gente acredita valer a pena (que seja um carro).

Agora, essa dívida deve ser sua prioridade. Não é “passou o cartão e esqueceu”. Foque no pagamento das dívidas e financiamentos, pois quanto antes você concluir, mais dinheiro terá em caixa para outras coisas.

Posso aumentar meu faturamento?

Se você tem um emprego fixo, CLT ou concursado, tem seu salário fixo todo mês, no máximo com uma variação de comissão. Será que tem alguma coisa que você poderia fazer para aumentar esse faturamento? Vender algo, prestar um serviço? Se precisa de uma graninha extra para algum investimento, pode valer a pena um esforço de curto prazo.

Sinceramente, gente, o bem mais valioso hoje é o tempo. Se alguém me oferecesse algum serviço que me fizesse economizar tempo, e essa seja uma necessidade minha, eu pago com gosto. Tipo, ligar na operadora de telefonia para resolver um “pepino”. São coisas que parecem simples mas que fazem a gente perder um tempão. Veja aí como você pode ajudar outras pessoas e ainda ganhar uma graninha.

“Eu poderia estar roubando, mas estou aqui organizando gavetas…”

Economizar nas compras do dia a dia

Existem coisas que a gente compra de determinadas marcas porque o tempo que a gente economiza na decisão do que comprar compensa o preço que a gente paga. E tá tudo bem.

Mas existem produtos que a gente pode pagar mais caro apenas porque nem pensou a respeito. Essa variação pode ser enorme, de preço.

Quando precisar realmente comprar alguma coisa, pesquise. 20 reais que você economize aqui hoje podem fazer diferença amanhã.

Na pior das hipóteses, invista essa quantia, se achar que ela é pouca. Mas esse simples hábito de investir o que economizou vai mudar a sua vida.

Adendo sobre essa economia

Eu sou uma pessoa prática e estou ok com o fato de pagar por alguns serviços para investir meu tempo em outras atividades que façam melhor aproveitamento do meu tempo.

Por exemplo, eu prefiro pagar 30 reais para uma pessoa fazer as minhas unhas que perder 1h de trabalho com isso (1h do meu trabalho vale mais do que 30 reais).

Então é esse tipo de comparação que você precisa fazer.

Porque, por exemplo, se essa 1h que você para para fazer as unhas é seu momento terapêutico de desligar e cuidar de si mesma, não há 30 reais que paguem.

Ressignifique seu dia a dia. 😉

Pagar uma faxineira para limpar a casa pode significar mais tempo livre com o meu filho, que é algo que só eu posso fazer

Use o débito automático com sabedoria

Automatize o que puder mas, se o débito automático de determinada conta já te trouxe problemas, evite.

Isso é uma indireta para você, operadora de telefonia que coloca taxas nada a ver na minha fatura. Estamos de olho!

Comece a investir

Hoje em dia temos TANTA informação desmistificada sobre investimentos! Dá pra começar com 30 reais, que sejam. Pesquise, leia a respeito, assista vídeos, e simplesmente comece. Encare o investimento como uma conta que você paga primeiro. Não espere sobrar para investir.

Score positivo

Faça seu cadastro no Positivo do Serasa. Eles vão te enviar spam todos os dias, e isso é bem chato, mas esse cadastro vai te ajudar a ser considerado um bom pagador em investimentos futuros que você quiser fazer. Vale a pena. (isto NÃO É um publieditorial, mas poderia ser – fica a dica, Serasa! 😉

Delegue coisas para a galera desempregada da família

Sem querer ser chata, mas olha, temos 13 milhões de brasileiros desempregados. Na minha família, acho que 40% está desempregado. Delegue coisas para essas pessoas e pague por “bicos”. Você ajuda e ainda economiza seu tempo.

Repense seu estilo de vida

Seu estilo de vida depende de posses ou de ter uma qualidade de vida legal? É só isso mesmo. Repense. 😉

Organização das finanças envolve um montão de coisas além de planilha e faz parte do dia a dia. A pergunta é: o que você fez pelas suas finanças hoje?

Categoria(s) do post: Curtindo a casa

Eu vejo a casa onde a gente mora como um território sagrado que nos abriga e permite que a gente descanse e conviva com as pessoas que ama. Sei que cuidar da casa “dá trabalho” (e já falei sobre isso aqui antes), mas não podemos fazer com que essa rotina de cuidados seja mais cansativa que legal. Nossa casa deve nos servir, não o contrário. Justamente por isso, elaboramos rotinas que facilitem a vida, de modo que cuidar da casa simplesmente aconteça sem tanto esforço.

Algumas maneiras de amar a sua casa a partir da relação que você tem com a sua rotina de cuidados com ela:

Tornar as tarefas mais agradáveis

A imagem acima representa um costume que eu tenho, que é de colocar chá gelado, suco, água de coco, ou ocasionalmente um vinho, em uma taça, (em vez de um copo comum) para realizar atividades em casa. Pode parecer besteira, mas muda minha relação com a atividade, como se eu estivesse valorizando mais o que eu estou fazendo.

Eu também gosto de colocar músicas que eu gosto de fundo ou até mesmo deixarem vídeos e podcasts rodando enquanto eu realizo alguma atividade. Posso me programar assim: “ah, esse podcast tem 20 minutos. nesse meio tempo, consigo dobrar todas as roupas limpas.” Vira um pomodoro ainda mais intencional e focado.

Inserir pequenos detalhes significativos na decoração

Outro dia meu marido pendurou um bonequinho minúsculo do Star Wars em um cantinho da cozinha. Eu dei um sorriso quando vi. Esse tipo de bobagem deixa a nossa casa com a nossa cara e desperta bons sentimentos.

Também vale a pena a gente curtir os acessórios que servem para cuidar da casa. Por exemplo, comprar panos de prato com estampas que a gente goste. Comprar uma escova sanitária divertida. Essas pequenas coisas podem parecer bobagem, mas fazem muita diferença na maneira como a gente encara a nossa casa no dia a dia. Você se depara com esses detalhes enquanto realiza suas atividades cotidianas e, sem perceber, fica mais feliz.

Aproveitar momentos para fazer um “algo a mais”

Toda vez que eu reviso meus remédios para verificar o que está vencido, eu gosto de analisar se a caixinha onde eu os guardo está ok, se ela precisa de uma limpeza adicional ou outras soluções. Isso também me permite listar os medicamentos que preciso comprar para ter sempre em casa. Esse é apenas um exemplo. O que quero dizer é que, a cada atividade de rotina, podemos fazer um algo mais que traga um pouco mais de organização.

Por exemplo, suponhamos que você esteja na cozinha preparando o jantar. Nesse meio tempo, se você segue a dica da vovó, já deve aproveitar para ir lavando a louça. Agora, como aproveitar ainda melhor esse tempo? Pode ser que você queira revisar o estado das suas colheres de pau, dar uma olhada nos armários, arrumar os potes e suas tampas. Entende? Tudo isso ouvindo música, por exemplo, ou conversando com os outros membros da família que podem estar envolvidos na mesma atividade que você.

Aliás, tarefas domésticas são momentos excelentes de interação, especialmente com os adolescentes. Parece que, quando estão distraídos com a atividade manual em si, eles sentem mais facilidade para se comunicar. Faça o teste. 😉

Destralhar diariamente

Marie Kondo que me perdoe, mas mesmo passando por um processo como o dela, eu acredito sim que o bichinho do destralhar deva nos morder todos os dias. Se deixar, todo dia a gente pode acumular coisas novas. É embalagem que surge, é produto que acaba, é coisa que chega e a gente não sabe direito onde guardar e o que fazer com aquilo ainda. Se todos os dias a gente tiver essa consciência de “só manter o que a gente ama” (usando o critério da Marie como exemplo; você pode ter outros), a chance de a casa se manter sempre legal e do jeito que você gosta é enorme. Mas é sim um esforço diário.

Viva mais na sua casa

Você levou anos para ter a sua casa como ela é hoje. Você deu duro para ter suas conquistas domésticas, sejam quais forem. Meu convite aqui é para você curtir mais a sua casa! Como tornar aquele momento em que você se senta no sofá para assistir um Netflix mais confortável e agradável? Como tornar o ato de cozinhar no dia a dia mais prático e prazeroso? Como tornar a rotina de lavanderia mais fácil? Sabe? São perguntas importantes que só você pode responder, pois entendendo as necessidades logísticas da sua casa e da sua família você poderá pensar em soluções personalizadas.

É incrível a quantidade de problemas que podemos gerar decorrentes da falta de organização. Desde ficarmos doentes, porque só comemos fora ou pedimos delivery, até a falta de atividade física porque nunca temos tempo, ou até mesmo a infelicidade de planos não desenvolvidos. Nossa casa está nesse meio junto com todas as outras atividades e áreas da nossa vida. O que precisamos fazer em casa não é diferente dos nossos compromissos do trabalho, com amigos e família, ou até mesmo com nós mesmos. E, como em todas essas áreas, não dá para a gente fazer tudo. Precisa filtrar, priorizar, entender o que é realmente essencial e fazer esse essencial bem.

Rotina não tem a ver com engessar, tem a ver com fluidez. Sua casa está fluindo bem? O que você acredita que possa fazer para que a rotina flua melhor e de forma mais agradável? Espero que as dicas deste post possam oferecer um caminho.

Categoria(s) do post: Novidades

A linkagem de domingo traz indicações de links com temas gerais ou específicos que tenham a ver com o blog, mas vêm de outras fontes.

Bom domingo de Páscoa e uma ótima semana para você!

Categoria(s) do post: Imprensa

Estarei sábado no Rio para uma turma do método GTD – o método de organização e produtividade que eu utilizo para organizar a vida!

Eu não farei mais viagens a outros estados para realizar cursos, mas algumas pessoas não conseguiram se inscrever no ano passado, então por isso abri está turma e uma em BH excepcionalmente para atender essas pessoas. Depois disso, só farei cursos em São Paulo, na nossa Oficina. ❤️ Se você for do Rio, não deixe de aproveitar essa oportunidade única de aprender sobre o melhor método de produtividade que existe!

Ainda temos poucas vagas e eu não poderia deixar de avisar você. Se você estiver vendo esta mensagem, considere um sinal. 😉

Para se inscrever, escreva diretamente para a Silvia para agilizar o processo: silvia@grupotgo.com.br

Provavelmente encerraremos as vagas nesta segunda-feira, então não deixe para depois!

Bom domingo de Páscoa para você!

Categoria(s) do post: Tecnologia

Frequentemente recebo uma mesma pergunta em todas as minhas redes sociais. Mais ou menos assim:

“Thais, eu tenho muitos arquivos antigos. Muitos e-mails antigos. Hoje eu sei que organização quero fazer, mas esse amontoado de coisas está desorganizada. Como posso lidar? Afinal, são dezenas de milhares de itens. Não tenho tempo de organizar tudo de uma só vez.”

Se identificou? Vamos lá…

A dica que eu vou dar eu aprendi com o David Allen, no método GTD™.

  1. Leve em conta sua vida a partir de hoje.
  2. Crie uma pasta chamada BACKLOG (no seu computador, no seu e-mail, no programa em que você tiver tais arquivos).
  3. Jogue tudo de hoje para trás nessa pasta.
  4. Comece a organizar do jeito que você considera certo a partir de hoje.
  5. Aos poucos, abra a pasta de backlog e processe o que está ali. Muita coisa você vai deletar, outras vai armazenar nas pastas novas. Fica a seu critério.

Não tem milagre na organização e você não precisa organizar as coisas da noite para o dia, pois elas não ficaram desorganizadas do dia para a noite também. Mas você precisa começar em algum momento. Vá aos poucos. Vai dar certo. 😉

E você, tem muitos arquivos desorganizados no seu computador ou no seu e-mail? Que tal implementar essa dica de hoje?