Categoria(s) do post: Linkagem

A linkagem de domingo traz indicações de links com temas gerais ou específicos que tenham a ver com o blog, mas vêm de outras fontes.

Bom domingo e boa semana para você. 🙂

Categoria(s) do post: Diário da Thais

Acho que março foi um dos meses mais longos de todos os tempos! Aconteceu tanta coisa no meu último mês!

Bem, o meu mês começou com uma viagem incrível que eu fiz a Portugal para a realização de um curso de GTD™ na cidade de Lisboa. Meus planos eram de ficar durante duas semanas mas, por não estar muito bem de saúde, optei por voltar uma semana antes do programado.

Eu peguei uma virose no final de fevereiro que só agora está melhorando. Estou fazendo outros exames para saber exatamente do que se trata, mas foi um mês bastante focado nisso e que me limitou fisicamente em diversos aspectos.

Eu amei Lisboa. Ainda pretendo fazer um post especificamente sobre a viagem e o curso de GTD™ em Portugal, então deixarei esses detalhes para o post em questão. Mas foi o que aconteceu na primeira semana do mês de março, quando foi carnaval aqui no Brasil.

Voltando ao Brasil, para matar as saudades, nossa família passou o final de semana em um hotel com piscina no interior de São Paulo, em uma cidade que tem termas. Foi pouco tempo, mas foi uma delícia. Conseguimos descansar e o filhote curtiu MUITO. Estamos encerrando nosso verão da melhor maneira possível.

O hotel é daqueles com tudo incluso, almoço e jantar, então sempre acho divertido passar um tempo com a família em um lugar assim.

Eu fiquei com muita saudade do Paul na viagem que fiz para Portugal. Voltei decidida a fazer esse tipo de viagem sempre com eles das próximas vezes. É que, viajando a trabalho, nem sempre é possível.

Na semana seguinte ao meu retorno de Portugal, teve a primeira turma de GTD™ Nível 3 no Brasil, ministrada por mim. Estava ansiosíssima por esse momento – curso novo, script novo, material novo, além da expectativa das pessoas. Por fim, deu tudo certo e o curso foi incrível. Me senti muito confortável ministrando. A turma teve lotação máxima (30 pessoas).

Isso foi no sábado e, na segunda, recebemos a notícia de que o meu tio avô (irmão da minha avó) tinha falecido no interior de São Paulo. Precisei reagendar todos os compromissos e viajamos para o enterro. Fiquei bastante abalada naquela semana e me dei alguns dia de luto para respeitar o momento, o que foi uma decisão acertada.

Outro acontecimento este mês foi ter voltado a fazer terapia. Depois que nos mudamos para o bairro, há um ano e meio, mais ou menos, eu ainda não tinha retomado. Logo que mudamos, fiquei muito envolvida com o lance da saúde da minha avó e, depois da sua morte, eu demorei para ficar bem mentalmente de modo que conseguisse me sentir segura financeiramente para poder voltar a fazer. Este mês, achei que seria necessário, e foi muito acertado. É maravilhoso ter uma pessoa competente que te ouça e te faça refletir sobre o por que dos seus sentimentos. Cresci muito internamente nesse último mês, devido à terapia.

Deletei minha conta no What’sApp. Em abril pretendo falar mais sobre como tem sido ficar sem. Spoiler: maravilhoso.

Este mês eu também consegui passar um final de semana na casa da minha mãe, que mora em outra cidade. Foi divertidíssimo. Passamos um tempo juntas, cantamos no karaokê, passeamos na praia etc. Como ela mora em outra cidade, e devido às nossas agendas, a convivência é complicada – eu, pelo meu trabalho, e ela, que tem comércio. Mas estamos conseguindo nos ver pelo menos uma vez por mês, o que considero sinceramente uma vitória.

O mestrado está caminhando para os finalmentes. Em março, eu deveria ter concluído a minha pesquisa de campo, mas não consegui. Na semana que vem vou conversar com o meu professor orientador para definir os próximos passos. Fiquei felicíssima por ter tido meu trabalho aprovado para o principal evento da área, que é o Seminário de Midiatização que acontecerá em São Leopoldo, em maio. Com isso, eu posso até excluir uma disciplina desse meu semestre, o que estou considerando fazer, se eu ficar muito cansada. Estou levando o mestrado muito da maneira como posso, dentro da minha intensa rotina profissional. Antes feito que o perfeito não feito.

[Tweet “Feito é melhor que o perfeito não feito.”]

Também fiquei super feliz por ter conseguido implementar a checklist de limpeza e arrumação da casa aqui no blog, para quem se cadastrar. Eu queria fazer isso há bastante tempo, e agora está no ar. Aliás, a produção de conteúdo gratuito tem sido o meu foco mais do que nunca. A ideia é ter muito conteúdo gratuito todos os dias, e eu tenho conseguido fazer, e estou aperfeiçoando, para assim organizar melhor a nossa rotina (eu e equipe) de pré-produção, produção e edição/revisão. Esse será um bom foco no mês que vem.

Existem bons projetos em andamento que continuaram em março: mentoria do Vida Organizada, curso Organize-se em 2019 e os outros cursos online. Estamos migrando de plataforma e, com isso, haverá melhorias em todos os cursos. Aguardem. 🙂

Aqui em casa, estamos reformando a garagem. Trocamos o portão, o que foi uma grande conquista (queria fazer isso há anos aqui na casa), e no próximo mês vamos trocar os revestimentos e reformar o piso (que está com uma parte afundando). Coisas que você só descobre quando começa a fazer uma obra, claro.

Vale citar que fomos no show do Paul McCartney em São Paulo também. <3

Outro acontecimento legal nessa última semana foi o GTD happy hour em São Paulo – um encontrinho organizado pelo pessoal no grupo GTD em Português, no Facebook.

Foi um mês bastante introspectivo e de viagem interior. Descobri o ayurveda e estou focada em ter uma saúde mais alinhada com os ritmos da natureza. Tive reflexões profundas este mês sobre a minha vida e o nosso trabalho. Foi um mês muito rico. Espero que você tenha gostado do conteúdo por aqui.

Categoria(s) do post: Livros

Como parte do tema do mês, eu resolvi ler o livro “Dez argumentos para você deletar agora suas redes sociais” (Jaron Lanier), publicado no Brasil pela Ed. Intrínseca. Foi uma excelente leitura pois ele fala não apenas sobre a influência das redes no nosso comportamento (e como podemos “maneirar” no seu uso), mas também sobre a questão dos algoritmos e partes mais técnicas que permeiam as redes sociais e que nós, como usuários (e mercadorias…), precisamos saber.

Resumidamente, os 10 argumentos são:

  1. Você está perdendo o seu livre arbítrio. Os algoritmos procuram entender seus padrões de escolha e de comportamento e filtram os conteúdos para você, direcionando até o seu raciocínio. Se você usa uma rede social de graça, pode ter certeza de que o produto à venda é você e as suas informações para os anunciantes.
  2. Largar as redes sociais é a maneira mais certeira de resistir à insanidade dos nossos tempos. Neste capítulo, o autor apresenta o conceito de “máquina bummer”, que é uma sequência de acontecimentos que muda o nosso comportamento através das redes sociais. Ele pauta este argumento essencialmente nas iscas emocionais que mordemos quando fazemos parte de qualquer rede social.
  3. As redes sociais estão tornando você uma pessoa babaca. Então dando continuidade aos argumentos anteriores, aqui ele fala sobre como as pessoas ficam ansiosas por entrarem em brigas nas redes sociais e como tudo isso é, na verdade, muito bem orquestrado. “Cada um de nós tem um troll interior”, ele diz.
  4. As redes sociais minam a verdade. Se você não estiver vivendo em Marte nos últimos meses, você já deve ter ouvido falar sobre o problema da propagação de fake news pelas redes sociais.
  5. As redes sociais transformam o que você diz em algo sem sentido. Tudo é tirado de contexto.
  6. As redes sociais destróem a sua capacidade de empatia. Da mesma maneira que o que você diz é tirado de contexto, o que os outros dizem também o é, e você pode se ver menos empático apenas julgando as pessoas por esses pequenos recortes do raciocínio dela.
  7. As redes sociais deixam você infeliz. Bem, aqui ele traz alguns estudos que mostram como é importante para os algoritmos serem alimentados por pessoas infelizes, porque pessoas felizes geralmente não passam muito tempo nas redes sociais. As redes precisam de pessoas infelizes alimentando o sistema com informações, então essa tristeza é alimentada. Esse é um capítulo bem pesado.
  8. As redes sociais não querem que você tenha dignidade econômica. O fato de serem redes gratuitas possibilitou que elas crescessem rapidamente. Mas o que sustenta essas empresas é vender as suas informações. E isso faz com que cheguem propagandas de coisas certeiras para você. Você é o produto.
  9. As redes sociais tornam a política impossível. Bem, as redes sociais têm cada vez mais pautado as discussões políticas e as eleições. Conheço pessoas que deixaram o Facebook depois das últimas eleições no Brasil simplesmente porque não aguentaram o ritmo intenso de postagens polarizadas e agressivas.
  10. As redes sociais odeiam a sua alma. Neste último capítulo, o autor faz uma síntese de tudo o que ele disse até então, e termina com a recorrente recomendação: delete suas redes sociais.

Acredito que a leitura seja bastante necessária nessa época em que vivemos. Recomendo.

Categoria(s) do post: Saúde

Neste post eu gostaria de trazer os meus hábitos atuais de alimentação. Já fiz uma pequena introdução no post que fiz da resenha de um livro sobre ayurveda, então o foco deste é na rotina de alimentação mesmo.

Café-da-manhã

Não me alimento logo após acordar. Quando acordo, bebo MUITA água e, ocasionalmente, água morna com meio limão espremido. Faço minha rotina de meditação, exercício etc, e então eu tomo meu café-da-manhã, que geralmente é composto por ovos mexidos, torrada com requeijão, frutas ou iogurte com granola. Eu como em pouco quantidade, então no dia a dia opto por algum desses. Depende do que tenho vontade mesmo.

Lanches ao longo da manhã

Não “como” nada. Procuro beber sucos, se der fome. Se me der MUITA fome, eu como uma fruta ou um iogurte desnatado sem mais nada (granola, por exemplo). Bebo muita água.

Almoço

O almoço é a minha principal refeição do dia. Procuro almoçar sempre ao meio-dia, sem grandes variações de horário para acostumar o meu organismo mesmo. Busco compô-la com a mais enriquecedora combinação de ingredientes possível. Geralmente é uma proteína (ovos, peixes ou aves) + legumes ou verduras + carboidrato (batata, arroz, massa).

Lanches ao longo da tarde

Mesma coisa da manhã, com a diferença que reforço a hidratação com água para oxigenar o cérebro. Parei de tomar café por conta disso (a gente acha que precisa de café para dar aquela acordada mas a água faz isso até melhor).

Jantar

Tenho jantado às 18h. É a minha última refeição do dia, por assim dizer. Já são alimentos leves, como sopas e saladas. No máximo uma proteína, se eu tiver bastante fome.

O pessoal em casa janta mais tarde, mas quando sento com eles para jantar eu bebo um suco, um chá, tomo uma sopa ou no máximo como uma saladinha.

Se vou sair para jantar ou tenho algum evento relacionado, eu continuo jantando em casa e repetindo o que falei acima no restaurante ou evento que eu estiver.

Não sinto muita fome porque meu corpo já se habituou. Caso eu sinta fome, ingiro líquidos ou, como falei, no máximo outra saladinha. Nada que sobrecarregue meu sistema digestivo. A ideia é proporcionar o melhor sono possível mais tarde.

Alguns pontos importantes:

  • não como mais carne vermelha e, para falar a verdade, quase não estou mais comendo carne de modo geral
  • diminuí muito o sal da minha comida
  • evito industrializados e procuro sempre as opções mais naturais para os alimentos
  • prefiro cozinhar em casa a pedir comida, por saber a procedência e também pelo prazeroso ato de cozinhar
  • costumamos sair para jantar uma vez por semana
  • toda refeição para mim é um ritual – gosto de sentar com calma, arrumar o prato, a mesa, sentir o alimento, comer sem pressa
  • claro que vez ou outra saio da rotina e dou uma abusadinha, mas não faço isso com frequência porque o meu corpo sente bastante

Como todo hábito, levou anos para ser implementado. Estou muito satisfeita com essa rotina atual e me sentindo muito bem. 🙂

Como você vê seus hábitos de alimentação hoje em dia? Gostaria de mudar alguma coisa?

Categoria(s) do post: GTD™

Estou muito motivada no momento a estudar os fundamentos do GTD™ de modo que eles se tornem o básico bem feito e sempre a ser aprimorado.

Na página 330 do livro do GTD™ (A arte de fazer acontecer), o David diz o que são os fundamentos bem estabelecidos:

Hoje vamos falar sobre uma das peças mais importantes no processo de organização de qualquer pessoa, use o GTD™ ou não, que é o arquivo de referência.

O arquivo de referência organizado é tão importante que o David diz que ele precisa ser providenciado antes mesmo de você querer começar a usar o método GTD™.

Vamos começar definindo o que é material de referência.

Referência é tudo aquilo que não demanda nenhum tipo de ação, mas que você quer guardar por algum motivo (para consulta, para comprovação etc). Vou fazer a analogia com uma biblioteca de livros já lidos. Você leu aqueles livros, não precisa fazer nada com relação a cada um deles, ou o que aprendeu neles, mas quer mantê-los em sua estante (e não doar ou dar de presente) porque pode ser que, em algum momento da sua vida ou no seu dia a dia de trabalho, você precise consultar informações. Referência é isso. Não demanda ação, mas você pode querer guardar para consultar se necessário, em algum momento.

Não confundir com os itens que você incuba, que são coisas que até demandariam ação (uma viagem a fazer, um projeto a começar) mas não demandam no momento por falta de tempo, dinheiro, recursos ou até clareza. É uma categoria diferente.

Outro bom exemplo para pensar em referência é pensar nos seus documentos. Passaporte, diploma universitário, certificados de cursos que fez – tudo isso é apenas referência. Você mantém guardado porque sim. Porque um dia pode precisar para outras coisas. Porque é importante guardar. Simples assim.

Existem diversas ferramentas que podem ser usadas para organizar o seu material de referência, como você pode imaginar. Vamos fazer uma primeira diferenciação necessária: as ferramentas analógicas (pastas, cadernos, papéis) e as ferramentas digitais (aplicativos, pendrive, HD externo).

Você necessariamente vai ter material de referência em ambos formatos. Enquanto existir passaporte, certidão, documento assinado, dinheiro e cartão de crédito, ainda teremos que manter um arquivo de referência físico para guardar as nossas coisas. Todo o resto pode ser digitalizado (e eu recomendo fortemente que você faça isso, para diminuir o volume). Tudo vai depender do espaço que você tem. Particularmente, mesmo podendo digitalizar, eu prefiro manter algumas coisas em formato de papel, como registros em cadernos ou até mesmo anotações em folhas (dentro de pastas), porque até a maneira como eu escrevi no dia me ajuda a contextualizar melhor aquela anotação. Mas isso é extremamente pessoal.

Para organizar o material de referência impresso, físico, basta usar pastas. Você pode usar pastas de plástico simples, ou até mesmo ter móveis para armazenamento de arquivos. Use o que você tem, o espaço que você tem. Eu já tinha um gaveteiro com 3 gavetas, que hoje uso para essa finalidade. Mas meu marido não tinha, e usa uma caixa com umas 12 pastas suspensas, que são suficientes para ele. No nosso escritório, temos pastas simples de plástico etiquetadas.

Para organizar no digital, existem tantas ferramentas boas! Particularmente, eu prefiro os serviços “na nuvem” em vez de dispositivos físicos (como pendrive, CD ou HD externo), que uso exclusivamente para transferir arquivos de um computador para o outro, quando preciso, para não “gastar Internet”. Mas para armazenamento eu prefiro aplicativos como Evernote, Google Drive e Dropbox. Cada um tem uma funcionalidade diferente. Recomendo um artigo meu anterior onde explico para que eu uso cada um deles, pois pode te dar ideias.

Você pode ter arquivos de referência geral e arquivos de referência específicos. Por exemplo, se você for vendedor e tiver um arquivo de clientes, com o histórico de cada um deles em uma ferramenta como o Salesforce, por exemplo – isso é um exemplo de arquivo de referência específico. De modo geral, o David recomenda arquivos específicos apenas para macro-categorias, e não para tudo. Ele recomenda fortemente o arquivo de referência geral. CASO você precise de um macro-arquivo para algo específico, como nesse caso dos clientes, você pode criar um arquivo separado, simplesmente porque facilita.

Ainda falando sobre boas práticas, seguem mais algumas:

  • Deve ser fácil de criar uma pasta nova para arquivar, deve ser fácil de arquivar algo e deve ser fácil de encontrar. Esse é o bom sistema de arquivamento. Se não tiver essas características, você ainda pode melhorá-lo.
  • Evite usar sub-categorias, ou pastas dentro de pastas. É melhor ter uma única hierarquia com as pastas em ordem alfabética. Assim você consegue visualizar tudo o que tem e não precisa ficar entrando em pasta por pasta para descobrir.

  • Parafraseando meu colega Tadeu Motta, não existe arquivo morto. Seu arquivo deve se manter relevante para você. Vale a pena, de tempos em tempos, revisar o que guardou para fazer uma limpa ou melhorar as informações armazenadas.
  • Pastas por assunto no seu e-mail são uma das melhores fontes de referência. Garanta que não esteja guardando nada que demande ação. Uma dica que gosto de dar é a de salvar anexos de e-mails em outro programa (como Evernote, Dropbox ou Google Drive) para não sobrecarregar o seu programa de e-mail com anexos pesados. Use apenas para e-mails que contenham textos, confirmações etc.
  • O bom de armazenar informações e documentos na nuvem é justamente a facilidade de acessá-los quando você precisa deles. Considere carinhosamente, caso ainda não use. Imagine você resolvendo um problema no cartório da sua região, a atendente te pede algo que você não tem, mas está armazenado a um clique no celular? Facilita pra caramba no dia a dia.

Não existe um sistema de referência perfeito e o mais comum é você ir aperfeiçoando ao longo da sua vida inteira. Comece organizando o que você já acha prioritário manter e, aos poucos, vá organizando o restante e promovendo melhorias.

Como todo o restante dos itens dos fundamentos, da fundação mesmo, no método GTD™, é essencial simplesmente ter e usar, colocar para rodar, porque só assim você verá o que pode melhorar e a importância da categoria.

Categoria(s) do post: Checklists

Querido/a leitor/a,

Eu criei uma checklist de limpeza e arrumação da casa para que você possa baixar, imprimir ou usar em seu computador / celular como referência.

Organização não diz respeito apenas à organização da casa mas, pela nossa experiência, os cuidados domésticos podem sobrecarregar todo o resto. Nossa casa deve nos servir, não o contrário. Por isso, elaboramos essa checklist completa para que você consiga otimizar o seu tempo de cuidados com a casa e tenha tempo para todo o resto.

O QUE VOCÊ ENCONTRARÁ NA CHECKLIST?

  • Checklist de limpeza diária da casa sem sobrecarregar o seu dia a dia
  • Checklist de limpeza semanal
  • Checklist de limpeza mensal
  • Checklist de limpeza sazonal
  • O que fazer em épocas específicas do ano com relação à limpeza da casa
  • Checklist para fazer um faxinão de final de ano

Caso você esteja cadastrado na nossa newsletter, você já deve ter recebido nosso e-mail hoje com o arquivo.

Caso não tenha recebido, por favor, verifique sua caixa de spam para sinalizar o e-mail como “não é spam” ou aguarde até amanhã, pois os robôs podem não ter terminado de enviar todo o lote ainda. 😉 Não é possível enviar individualmente. Outra opção é se cadastrar com um e-mail diferente.

Caso não esteja cadastrado, cadastre-se aqui e receba sua checklist para fazer download.

Espero que goste do presente. <3

Categoria(s) do post: Dicas de produtividade

Sim, eu também tenho dias em que percebo que estou procrastinando algumas atividades. Segue o que eu costumo fazer nessas ocasiões. Quem sabe não te dá algumas ideias?

  1. Eu olho para a minha agenda do dia e a minha lista de tarefas e faço uma análise do que realmente precisa ser feito naquele dia. O “do or die” mesmo. Tudo o que eu puder mudar de dia ou renegociar, eu mudo. Fazer isso não é procrastinar, mas sim gerenciar sua energia e focar no que realmente precisa ser feito. Procrastinar é ter que fazer algo e não fazer.
  2. Foco em uma coisa de cada vez. Se eu tiver 32 coisas para fazer no dia, olhar o montante só vai me deixar aflita. Então escolho uma de todas, a que considero mais importante, e trabalho nela. Depois, escolho outro. E por aí vai até acabar o dia.
  3. Respeito meus limites. Tem dias em que estou sem pique ou cansada, e tá tudo bem. Por isso, quanto antes eu terminar o inadiável, mais tempo livre terei para cuidar de mim ou fazer outras coisas.
  4. Quando preciso trabalhar em algo chato ou demorado, eu marco 25 minutos no timer do celular e trabalho focada naquela atividade. Para me ajudar, eu quebro a tarefa em tarefas menores para ir concluindo e riscando da lista, o que me dá motivação extra.
  5. Se a situação estiver realmente ruim, eu estabeleço alguma espécie de “prêmio” para conseguir concluir algo. Por exemplo: se eu terminar esse relatório até às 16h, vou me dar 15 minutos de vídeos no YouTube. Costuma funcionar!

E você, como costuma lidar com a procrastinação?

Categoria(s) do post: Curtindo a casa

Quando eu comecei este blog, a gente não tinha tantos recursos assim na Internet como temos hoje. Naquela época, eu comprava muitas revistas. Eu ainda adoro revistas. Por mais facilidades que a gente tenha hoje para ler online, nada se compara ao ato de se sentar completamente offline, com uma revista lindamente diagramada em mãos, e ler tranquilamente. Claro que sim, diminuiu a incidência de compras de revistas em formato de papel, mas continuo comprando e lendo. Neste post vou falar um pouco sobre como tem sido a minha rotina atual com relação a isso.

Eu gosto de ler e de me manter informada. Pelo trabalho que eu faço, gosto de ler diariamente notícias do mercado e de atualização do mundo do trabalho. Além disso, tem o fator lazer. Realmente adoro ler para me distrair, e tanto jornais quanto revistas fazem isso.

Jornal

Desde 2015 eu venho lendo a versão online do NY Times todos os dias de manhã. Dou apenas uma geral na página e gosto de ler o resumo do dia, que geralmente traz os acontecimentos mais importantes do ponto de vista deles e algumas sugestões de matérias legais sobre qualidade de vida.

Durante toda a minha vida a minha avó foi assinante do jornal Estado de São Paulo, então sempre tivemos a rotina de leitura matinal dele. Quando fui morar em Campinas, parei com esse hábito, mas confesso que sentia falta. Mais ou menos na metade do ano passado eu resolvi fazer uma nova assinatura de jornal (a Folha, desta vez) e ainda tenho a rotina de ler diariamente. Adoro ler o jornal enquanto estou tomando meu café-da-manhã.

Consigo ler tudo? Não. Geralmente dou uma passada de olho nas notícias de forma mais rápida e separo as matérias que quero ler com mais calma para ler depois. Os jornais são reciclados.

Revistas

Eu sempre comprei muitas revista e confesso que gastava um dinheiro considerável com isso. Via sempre como investimento para o meu trabalho, mas ainda assim me incomodava.

No ano passado eu resolvi assinar o GoRead, que é um aplicativo agregador das principais revistas do mercado brasileiro. Custa uns 20 reais por mês e tem quase todas as revistas: semanais (Veja, Isto é, Carta capital, Cláudia, Você S/A etc). Tem sido ótimo, porque leio essas revistas pelo celular, pelo computador ou pelo tablet e não tenho esses gastos.

Revista em papel eu compro apenas em três situações:

  • Quando vou viajar. Gosto de ter uma ou duas revistas para folhear antes de o avião decolar ou quando estou em uma pousada ou hotel com a minha família, em vez de ficar mexendo no celular.
  • Quando a revista que eu me interesso não tem no GoRead, como é o caso de uma revista de Negócios que eu adoro, mas não tem lá. Não compro todo mês, mas compro sempre que me interesso pelas chamadas de capa.
  • Quando eu prefiro ter a experiência de ler a revista no papel. Tem revistas que são uma verdadeira experiência. O papel é diversificado, as imagens são lindas, e elas acabam virando um material de referência como os livros. Casa Vogue, Adega, Náutica são bons exemplos. De modo geral, a que eu compro com mais frequência é a Adega, mas não é todo mês.

Eu trato as revistas como livros. Leio diariamente.

Gosto de deixar as revistas novas na mesa de centro da sala. Além de ser bonito, me lembro de que tem revista nova para ler. Uma vez lidas, são recicladas.

Vale dizer que costumo digitalizar e enviar para o Evernote as matérias que considero úteis para ter como referência.

Isso foi um pouquinho da minha rotina de leitura de jornais e revistas. Você ainda costuma ler esses materiais? Como é a sua rotina com eles? Deixe um comentário! Obrigada.

Categoria(s) do post: Diário da Thais

A cada fim de trimestre, eu gosto de fazer um balanço pessoal e também compartilhar aqui no blog quais foram os projetos que eu concluí e os objetivos (de curto, médio ou longo prazo) que eu alcancei nesse período. O propósito deste tipo de post é realmente fazer um balanço pessoal do que concluí e alcancei, além de mostrar que, mesmo com uma vida imperfeita e cheia de desafios, com organização a gente consegue fazer as coisas com tranquilidade.

Objetivos alcançados

  • Concluí um objetivo que era de longo prazo (criado em 2014), que era construir um estilo de trabalho que me permitisse trabalhar de qualquer lugar do mundo. Levou anos para que isso fosse desenvolvido (coisas grandes levam tempo), mas finalmente tenho essa configuração hoje e me orgulho muito dela. <3 Também aproveito para dizer que, se você quer isso, continue em frente. Leva tempo, mas não desista, se for isso o que você quer.
  • Alcancei dois objetivos de curto prazo: realizar um curso em outro país (ministrei um curso de GTD™ em Portugal!) e trocar de carro (quitamos o nosso e compramos outro modelo).

A cada estação eu reviso os meus objetivos de curto prazo e foi um prazer fazer isso desta vez. Consegui ter uma visão legal do que quero que seja verdade na minha vida em até dois anos. Acrescentei alguns objetivos bem legais que amadureceram atualmente. Só de pensar no caminho até alcançá-los já sinto motivação suficiente.

Projetos concluídos

Considero projeto tudo aquilo que quero concluir e que leva mais de um passo, em um horizonte de até um ano (esa definição vem do método GTD™). Por isso, projetos vêm e vão com muita agilidade. Não conseguiria listar todos aqui, e alguns são deveras pessoais para compartilhar, mas acredito que o apanhado abaixo já descreva bem como foi o trimestre:

  • Organizar as festas de final de ano com a família
  • Organizar a viagem de férias para a praia em janeiro
  • Organizar o escritório
  • Organizar a entrada da Malu na equipe
  • Concluir o Mês da Organização em janeiro
  • Finalizar as matrículas para o curso Organize-se em 2019
  • Concluir planejamento anual da Call Daniel
  • Concluir 3 artigos acadêmicos para finalizar as disciplinas do segundo semestre do mestrado
  • Desenhar e implementar o workshop de Planejamento de Vida
  • Organizar volta às aulas do Paul
  • Organizar processo para desativar meu What’s App
  • Organizar as minhas volta às aulas e o terceiro semestre do mestrado
  • Organizar viagem de final de semana para o clube com a família
  • Concluir treinamento Anderson para edição de vídeos
  • Organizar encontro de aniversário da minha mãe
  • Concluir contratação de pessoa para vendas com foco em conteúdo
  • Organizar viagem e curso de GTD™ em Portugal
  • Concluir traduções dos materiais do GTD™ Nível 3
  • Esclarecer melhor opção tributária para nova empresa
  • Organizar as turmas de GTD™ níveis 1, 2 e 3 em São Paulo em janeiro, fevereiro e março
  • Concluir planejamento para o segundo trimestre do ano

E pensar que tem gente que só começa o ano depois do Carnaval. 😉

Categoria(s) do post: Tecnologia

O tema do mês de março no blog é ressignificação da tecnologia e, por isso, quero trazer alguns temas que sejam relacionados e que reflitam algumas mudanças que tenho implementado na minha vida (e funcionado muito bem).

Objetivamente, veja a lista abaixo das redes sociais e como tenho lidado com elas:

  • What’sApp: saí
  • Telegram: saí
  • Facebook: apenas para trabalho (divulgação e interação nos grupos)
  • Twitter: mantive porque é a minha rede preferida
  • YouTube: apenas para trabalho
  • Pinterest: mantive para trabalho e por lazer (adoro)
  • Instagram: apenas para trabalho
  • Linkedin: mantenho como currículo e acesso as mensagens semanalmente

No trabalho em si, estamos desenvolvendo algumas estratégias para administrar melhor todos os comentários que recebo. Para quem não trabalha com Internet, pode ser difícil imaginar a dimensão, então vou tentar demonstrar.

Recebo uma média 600 e-mails por dia, sendo que muitos deles são de leitores do blog contando sobre a sua vida e pedindo ajuda. No começo, eu respondia todos. Com o passar do tempo, ficou inviável (eu não faria outra coisa no dia e ainda assim não conseguiria responder todo mundo). O que tenho feito é direcionar a postagens já existentes no blog ou então responder o texto em formato de conteúdo, caso a dúvida possa ajudar outras pessoas. Ainda assim, estamos implementando um novo processo de suporte entre a nossa equipe, e a ideia é que a Malu possa assumir um pouco essas respostas.

No Instagram, eu recebo tantos directs que mal consigo contabilizar. Chuto que seja uma média de 400 por dia. Como as mensagens diretas são muito dinâmicas, elas vão aumentando ao longo do dia. Eu procuro sempre responder nos intervalos, ao longo de um dia de trabalho, mas não consigo responder todas. Ainda estamos pensando em qual seria a melhor maneira de atender quem me contata por ali (aceito sugestões!).

Para o Facebook, estabeleci uma rotina diária (com checklist) para acessar e executar ações específicas. Não fico mais “navegando” no Facebook e inclusive excluí o aplicativo do celular, para acessá-lo apenas quando estiver ao computador. Algumas ações que executo no Facebook são:

  • aprovar membros nos grupos que gerencio
  • aprovar mensagens nos grupos que gerencio
  • interagir nos grupos (posts, respostas)
  • atualizar eventos
  • atualizar as páginas

O fluxo de mensagens de trabalho que chega pelo Facebook será delegado para a Malu também. No meu perfil pessoal, tenho compartilhado apenas coisas positivas (notícias boas, por exemplo), para ir um pouco na contramão de quem só compartilha tragédia e denúncias sobre política. Não que eu esteja ignorando essas outras coisas – é só para gerar um contraponto mesmo.

O Twitter é uma rede que adoro, uso desde sua “inauguração” e, depois que li uma reportagem dizendo que é a rede social preferida pelos escritores (o que eu já tinha constatado antes também), passei a gostar mais ainda. Vejo a minha timeline como uma narrativa. Procuro atualizar com toques e outros comentários que considero relevantes. É a única rede em que misturo pessoal e profissional, como se agregasse tudo. Tenho um Twitter só do Vida Organizada também, onde divulgo posts e publico dicas ocasionais, mas ainda queremos melhorar essa interação (o que está no projeto que comentei acima).

Penso que, como um todo, o simples fato de não acessar as redes no automático já seja um ganho enorme. Não ter mais What’sApp aumentou MUITO o meu dia, em termos de tempo, e me fez repensar a urgência de todas as outras redes. Desligar as telas duas horas antes de dormir é libertador. Tudo isso tem sido muito produtivo.

Qual sua rede social preferida? O que você gostar tanto dela?

Categoria(s) do post: Hábitos

Para quem mora no Brasil, as estações não são tão marcadas. Eu gosto de acompanhar essa transição entre uma e outra mais pelo horizonte de tempo (3 meses) que pelo clima em si (apesar de o clima também influenciar). Neste post eu compartilho então todos os elementos que eu personalizo no meu processo de organização pessoal a cada estação.

Menu semanal

Gosto de personalizar nosso cardápio aqui em casa para trazer sempre alimentos alinhados com a época do ano. Já falei sobre isso e dei dicas sobre como fazer em um post anterior. Agora, que estou me interessando por ayurveda, entendo cada vez mais como adequar minha alimentação ao ritmo das estações, então com a chegada do outono aperfeiçoarei essa prática ainda mais.

Armário-cápsula

Apesar de ter feito o “furacão Marie Kondo” aqui em casa também e ter ficado apenas com as peças que “me trazem alegria”, ainda assim eu gosto da ideia de armário-cápsula para buscar ser mais criativa com as minhas composições. Pretendo trabalhar com armários-cápsulas temporários, mesmo dentro das estações. A ideia é separar algumas peças para usar durante um determinado período de tempo e, quando todas sujarem, eu troco. Vamos ver! Eu também já falei bastante sobre armário-cápsula aqui no blog. Você pode querer ler este post que ensina como fazer.

Revisão do meu sistema

Será que as ferramentas de organização que eu estou utilizando estão me servindo bem? Tenho feito alguns testes de um ano para cá, testando diversas ferramentas, e creio que eu agora estabilize durante algum tempo em alguma delas. Aguarde cenas dos próximos capítulos.

Outono é a minha época preferida do ano! <3

Você costuma aplicar mudanças e alinhamentos sazonais ao seu processo de organização? Conte um pouco da sua experiência nos comentários. Obrigada!

Categoria(s) do post: Áreas da Vida

Já comentei algumas vezes sobre o conceito de “escritório móvel” por aqui. Do meu ponto de vista, mesmo que você trabalhe fixo em um escritório ou em casa, vale a pena ter um setup de trabalho que seja móvel para que você consiga fazer coisas fora do seu local de trabalho – caso você faça viagens profissionais ou queira passar um tempo na cafeteria, por exemplo.

Eis o meu setup atual:

  • Macbook Air (porque é leve) e carregador
  • Sempre levo uma extensão de 3m, adaptador universal e um T de tomada para não monopolizar nenhuma
  • Pasta para agrupar papéis que cheguem até mim (chamo de “entrada”)
  • Caderno para anotações e pelo menos 3 canetas (caso parem de funcionar ou precise emprestar para alguém)
  • Fone de ouvido (para me concentrar)
  • iPhone e carregador

Com esse setup, costumo trabalhar em praticamente qualquer lugar. Se o local não tiver wifi, ou eu trabalho em ações que possa fazer offline (escrever, mexer em planilhas, apresentações) ou conecto com o 3G do celular.

Uso uma mochila para notebook (leve) ou uma pasta executiva e consigo ir para qualquer lugar, quando preciso ou quando quero.

Você pode ter esse setup pronto em casa. Isso é especialmente útil caso você não tenha um home-office e precise trabalhar ou estudar sem um local fixo. Espero que mostrar como eu faço possa ser útil de alguma maneira.

Você já considerou montar um setup assim? Como você faz?