Categoria(s) do post: Diário da Thais

Eu gosto de fazer esses resumos e análises mensais porque me permitem ver como eu ando com um monte de coisas em tão pouco tempo, mesmo em condições adversas.

Como eu comentei no post sobre o resumo de outubro, eu não estava me sentindo muito bem de saúde. Ainda estou em processo de exames (tudo no final do ano fica mais lento para agendar) e não me sinto 100%, mas melhorei bastante.

Novembro foi um mês em que precisei deixar de lado tudo aquilo que poderia ser adiado um pouquinho, e ter forças para cumprir compromissos que eu não pude adiar ou cancelar.

Aqui no blog, foi mês especial de planejamento, e publiquei todos os posts relacionados a esse tema. Me sinto muito orgulhosa do calendário editorial do mês, que saiu redondinho. Isso é algo que quero levar para dezembro e para 2018. Aliás, investir tempo em conteúdo é o que me faz feliz. Adoro. (Você pode conferir todos os posts do mês clicando aqui)

Como comentei no início do post, mantive apenas os compromissos inadiáveis, o que se resume, basicamente, a cursos. Por isso, precisei realizar algumas viagens ao longo do mês. Todas elas foram desafios particulares, mas eu me organizei para descansar no pré e no pós viagem, e felizmente deu tudo certo. Mas meu descanso foi 100% prioridade em todas elas.

Em novembro eu fui para:

  • O Rio de Janeiro, na primeira quinzena, para realizar um curso de GTD (Nível 2, com foco em projetos). Eu também aproveitei essa viagem para fazer o meu primeiro piloto da certificação de coaching de GTD que estou tirando, e foi uma ótima experiência.
  • Londrina novamente, na segunda quinzena, para encerrar um ciclo de quatro turmas de GTD que realizei em uma multinacional.

Apesar de serem apenas duas viagens, fiquei fora muitos dias em cada uma delas, então no restante do mês eu procurei ficar em casa e cancelei outras viagens que eu tinha e pude remanejar.

Eu um dos hotéis nas viagens deste mês.

Em termos de trabalho, meu foco foi o curso online Organização para empreendedores, que já está quase acabando (se você ainda não se inscreveu, aproveite!), e as ações da Black Friday no final do mês. Trabalhei o final de semana todo por conta da ação, pois recebo muitos e-mails com dúvidas de vocês, então nesta última semana de novembro prometi a mim mesma que descansaria e pegaria mais leve. Realmente preciso descansar por conta da saúde e peço paciência a todos com relação a respostas a comentários, e-mails e outras atividades. (Até tenho mantido em dia, mas não como o normal)

Já iniciei a produção de conteúdo para o curso online Organize-se em 2018 e estou super feliz com o que estou preparando para ele porque é diferente de tudo o que já fiz. Em breve postarei a grade programática na página do curso (até dia 15/12).

O canal no YouTube teve muitos vídeos este mês e estou organizando uma série de novidades para dezembro e o ano que vem. Se você ainda não acompanha o canal, por favor, me siga lá! Bastante coisa legal vai acontecer e vou divulgar algumas delas nas próximas semanas.

Ainda sobre programação, estou me preparando para as últimas duas turmas de GTD do ano – uma que será sábado agora, em São Paulo, para o Nível 2 (já lotada!), e uma só para Personal Organizers, dia 16/12, também em São Paulo. Se você é Personal e ainda não se inscreveu, corra para aproveitar as últimas vagas!

Além de tudo isso, novembro também foi mês de continuar trabalhando na escrita do meu terceiro livro (sobre trabalho, que será publicado em agosto do ano que vem) e participar do Clube do Livro da Editora Gente para a edição de janeiro. 🙂

Uma coisa importante a se dizer sobre o meu trabalho é que existe um grande volume de coisas que acontecem nos bastidores. Cursos online fechados, reuniões, sessões. Isso acaba tomando grande parte da minha agenda ao longo do mês inteiro e, por mais que não fale sobre eles aqui, eles acontecem.

Um pouquinho sobre a minha vida pessoal. 🙂

Apesar de 2017 ter sido um ano que eu li muito, em termos de volume, eu não terminei efetivamente tantos livros assim. Porém, neste último mês eu dei uma engrenada e finalizei diversas leituras. Tenho tido um ritmo bom desde que implementei uma rotina de dedicar minhas noites livres exclusivamente ao estudo e às leituras. Nada como aperfeiçoar rotinas, não? Você pode ler mais sobre isso em um post que fiz há algum tempo.

Sobre o Todoist, ainda não terminei minha nova configuração nele, por isso ainda não postei. Muitas pessoas me pedem nas redes sociais para compartilhar logo. Fiquem tranquilos que compartilharei assim que a configuração estiver concluída e eu estiver satisfeita com ela. 😉 O que pretendo fazer em dezembro.

Não fiz muitas compras na Black Friday. Tinha apenas uma coisa que eu precisava comprar e deixei para a BF, que foi uma máquina lava e seca (a minha máquina de lavar quebrou em julho e vínhamos lavando a roupa fora desde então), e consegui uma boa promoção para comprá-la. Não comprei muitos livros porque geralmente já compro o que preciso em promoções ocasionais da Amazon, então foram mais uns livrinhos para o pessoal aqui em casa, que eles quiserem.

Me dei de presente um final de semana completamente offline para ir para um parque aquático com a minha família para descansar e me divertir. Foi ÓTIMO. Nem celular eu levei. Eu também estou planejando uns dias de férias antes da virada do ano, pois final de dezembro e janeiro inteiro são os períodos do ano em que eu mais trabalho (afinal, todo mundo quer se organizar no ano novo.). 🙂

Filhote está bem. Mês final de provas, estudando bastante e banguelinha (caiu um dos dentes de cima na semana passada, rs).

Passei o mês estudando bastante também porque, apesar de me planejar para ingressar no mestrado no segundo semestre do ano que vem, quis participar do processo seletivo este ano para entender como funciona a prova e, caso eu não passe, ganho um semestre a mais para estudar, já sabendo como funcionam as regras. Então teve toda a bibliografia obrigatória, revisões e leituras diversas, além da conclusão do pré-projeto.

Eu nem acredito que consegui encontrar um tema que efetivamente fizesse um link entre a minha formação em Comunicação e o que eu faço hoje, mas encontrei e estou muito feliz com isso. Muito feliz mesmo! Sério, foi um projeto que comecei há quase um ano, e foi fundamental ter me dado esse tempo a mais para pensar, estudar e pesquisar e definir com clareza, em vez de entregar qualquer tema só para começar logo o mestrado e depois ficar ajustando.

Também foi um mês que me reconectei mais com a minha avó. Uma das melhores coisas de ter mudado para mais perto dela é essa convivência diária, que não tenho desde que era adolescente e morei com ela. Minha avó está velhinha e precisa tanto de cuidados quanto de atenção. Me deixa muito contente poder estar mais perto e vê-la mais vezes, conversar, ouvir sobre as novelas que ela acompanha e outras aventuras da terceira idade. Fora que, para o Paul, essa convivência é maravilhosa. Enfim, mais uma conquista deste ano que me deixa muito feliz e com o coração quentinho. Estou chegando neste final de ano bem satisfeita com o ano que eu tive. Ainda vou falar mais sobre isso no mês que vem mas, de modo geral, foi um ano incrível em termos de aprendizados e maturidade.

Categoria(s) do post: Estudos

Um dos assuntos que os leitores do blog mais me pedem para escrever a respeito é sobre o estudo do Inglês. Hoje eu gostaria de falar sobre uma das coisas que mais me ajudaram a aperfeiçoar o idioma – na verdade, o principal drive de todo o estudo, que foi me preparar para falar inglês em viagens.

Meu estudo do inglês era muito incipiente até eu ouvir da minha gestora (na época) que eu faria uma viagem para fazer um curso de 10 dias nos Estados Unidos. Eu considerava meu inglês intermediário – aquele que me fazia conseguir ler de uma maneira razoável (sempre com um dicionário ao lado, mas entendendo o contexto geral), ouvir e entender cerca de 60 a 70% do que eu ouvia, mas nunca tendo precisado efetivamente conversar em inglês com outras pessoas em uma situação real, no dia a dia. Foi então que comecei a me preparar.

Me inscrevi em um curso online onde eu treinaria basicamente conversação. O ideal realmente teria sido dedicar mais tempo de estudo à gramática e a leituras, mas não consegui conciliar tanto assim na época. E isso fez MUITA falta.

Eu fui sozinha para os Estados Unidos. Minha primeira vez fora do país, sem nenhum conhecido por perto. E só então você descobre como faz falta saber alguns diálogos básicos que serão aqueles que você mais vai usar.

Por exemplo, uma dificuldade que tive foi em controlar meu nervosismo no aeroporto, ao passar pela imigração norte-americana, e conseguir responder tudo apropriadamente, sem engasgar (tanto) e encontrando as palavras corretas. Foi a parte que fiquei mais ansiosa, mas felizmente deu tudo certo.

Depois, ao longo da viagem, você não pode ficar trancada em um quarto de hotel (né!). Então, para pegar um táxi, fazer check-in no hotel, sair, pedir seu jantar em um restaurante, fazer compras, ou mesmo interagir com as pessoas de qualquer maneira, você precisa saber algumas coisas que são bem básicas mesmo. Eu acho que meu principal “erro” (entre aspas, porque eu não sabia, simplesmente) na época foi não ter treinado meu inglês para essas situações específicas, pois sei que isso teria me ajudado muito.

Se eu tivesse tido a oportunidade de fazer um curso de inglês enxuto e voltado exclusivamente para viagens, teria me ajudado DEMAIS. Não teria pensado duas vezes. Por isso, se você estiver planejando uma viagem, você pode gostar de conhecer o Curso de Inglês Para Viagem do Júnior Silveira – um curso que serve justamente para preparar o aluno para enfrentar as situações mais comuns que ele encontrará em suas viagens, tais como:

  • Aeroporto, imigração, alfândega, como encontrar seu terminal, como despachar malas, como fazer perguntas e respondê-las para autoridades internacionais.
  • Táxi, Uber e meios de transporte de maneira geral, para evitar confusões em seus trajetos e conseguir comunicar onde vai sem maiores transtornos.
  • Restaurantes, lanches, bebidas: como pedir, conversar, conhecer as opções.
  • Compras: como negociar, pedir troco, perguntar a forma de pagamento, o preço, enfim, muitas opções aqui!

É um curso composto com vídeo-aulas com exercícios de áudio e apostilas em PDF para que os alunos estudem depois de cada aula. E o mais legal: o curso é totalmente gratuito e ficará disponível no YouTube.

Entre os dias 4 e 8 de dezembro serão postadas aulas diariamente no canal do Júnior Silveira no YouTube

Se você estiver prestes a viajar ou planejando uma viagem para o ano que vem, aproveite esse final de ano para adiantar seus estudos e treinar o idioma. Quanto mais você conseguir treinar e estudar antes de ir, melhor.

Alie qualquer curso com o uso diário da língua em situações cotidianas como: lendo notícias em inglês, mexendo em aplicativos, vendo filmes sem legenda e traduzindo letras de música e você certamente vai se preparar com muita qualidade não apenas para a sua próxima viagem, mas para ter o inglês fluente em muito pouco tempo.

Categoria(s) do post: Áreas da Vida

Você colocar o papel para ser puxado pela frente ou por trás (encostado na parede)?

Pode parecer um assunto besta, mas já rendeu discussões por aqui! Talvez por aí também, hahaha. Neste post eu trago então uma explicação CIENTÍFICA para o jeito certo (que, modéstia à parte, era o meu! já divulguei aqui em casa).

De acordo com uma pesquisa realizada pela universidade do Colorado (!!!), a maior parte das bactérias transmitidas no banheiro são transmitidas através do contato com superfícies contaminadas.

Uma das bactérias mais comuns encontradas nos banheiros são bactérias que espirram de quando a gente dá a descarga com a tampa do vaso aberta – então tudo o que estiver por perto pode ser potencialmente contaminado, especialmente a parede.

Logo, concluiu-se que, se você coloca o papel com a ponta virada para trás (para a parede), você tem mais chance de ser contaminado, porque sua mão vai esbarrar na parede muito mais vezes do que se ele estiver com a ponta virada para a frente (como na foto acima).

O jeito certo de colocar o papel, então, é com a ponta virada para a frente.

Acabe com as brigas em casa com esse simples argumento! XD

Categoria(s) do post: Arquivos

Hoje eu gostaria de falar um pouquinho sobre uma boa prática de organização que eu considero básica, muitas pessoas já fazem, mas muitas pessoas ainda NÃO fazem, então vim dar uma reforçadinha básica nessa ideia.

Existem algumas coisas que a gente precisa guardar em formato físico, especialmente papel. Documentos, dinheiro, cartão de crédito. Ok. Mas muita, muita coisa, pode ser digitalizada e, com isso, você pode economizar bastante espaço na sua casa.

“Antigamente” (5 anos atrás), a gente achava mais difícil digitalizar porque dependia de scanners ou impressoras multifuncionais para fazer isso. Hoje não: com qualquer celular você consegue digitalizar algo com qualidade e salvar na nuvem ou em outros dispositivos digitais.

Ferramentas que você pode usar para salvar seus arquivos

  • HD externo: para andar sempre com você e levar arquivos pesados e outros documentos de maneira geral, como fotos e vídeos
  • Dropbox: sincroniza com diversos dispositivos, é excelente para arquivos de uso corrente, que você precisa acessar com frequência
  • Google Drive: bom para documentos que precisam ser compartilhados com facilidade ou arquivos colaborativos (planilhas que outras pessoas atualizam etc.)
  • Evernote: para digitalizar conteúdo de maneira geral – de matérias em revistas a comprovantes de débito

O ideal é você fazer um mix dessas ferramentas de acordo com a necessidade.

Como digitalizar

Para variar, jamais vou recomendar que você faça tudo de uma vez porque:

  • dá trabalho
  • cansa
  • o “tudo” nunca acaba

Então minha orientação é que você pegue um pouquinho por dia e vá digitalizando.

Com seu celular, você pode digitalizar assim:

  • tirando uma foto e salvando-a em uma das ferramentas acima
  • tirando uma foto com o próprio aplicativo (ex: Evernote)
  • tirando uma foto em um aplicativo específico para isso (recomendo o CamScanner)

Lista de coisas que você pode digitalizar

  • revistas e artigos que gosta
  • artigos do jornal de domingo que leu e gostaria de guardar
  • trechos preferidos de livros (se quiser doar os livros)
  • manuais de instruções
  • fotos
  • lembranças
  • materiais escolares antigos
  • textos antigos da faculdade que você ainda pretende usar
  • receitas
  • diários e agendas antigas
  • exames médicos
  • receitas médicas
  • notas de reuniões
  • o céu é o limite!

O que NÃO pode jogar fora?

Toda vez que publico um post sobre o assunto, alguém tem essa dúvida. Essa informação a gente não encontra facilmente simplesmente porque não existe uma regra, gente. Cada pessoa tem documentos com determinadas particularidades e essa “tabela de temporalidade” deve ser construída com um contador ou advogado especialista. Não precisa contratar alguém se não quiser, mas um simples e-mail perguntando o que deve manter já basta. Mas deve ser pessoal, ou seja, personalizado caso a caso.

Muitas coisas você pode manter uma cópia digitalizada mas precisa manter offline também. Sempre consulte um profissional e, na dúvida, guarde, especialmente comprovantes de coisas e documentos.

Conclusão

Digitalizar o que for possível foi algo que me ajudou a diminuir bastante a quantidade de espaço usado em casa e no escritório. Acredito que cada vez mais isso fará parte do dia a dia das pessoas. Sinto que muitos não o fazem simplesmente por não saber como fazer, então espero que este post tenha sido um bom guia.

Categoria(s) do post: Blog

Já estamos no domingo mas a Amazon continua com suas promoções especiais da Black Friday. Meus livros “Vida Organizada” e “Casa Organizada” também estão em promoção. Veja abaixo:

“Vida Organizada’ por R$15,90

O e-book está por R$5,37

“Casa Organizada” por R$10,45

O livro do GTD está por R$29,90

Uma boa oportunidade para quem ainda não adquiriu!

Adquirindo os livros (e outros produtos na Amazon) através dos links acima você ainda ajuda o blog. 🙂

Categoria(s) do post: Blog

Olá!

Entre hoje (23/11) e domingo (26/11) às 23h59, todos os cursos online do Vida Organizada estarão com 50% de desconto.

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Aproveite esta oportunidade para fazer aquele curso que você sempre quis.

Obrigada!

Promoção válida apenas para os cursos online da marca Vida Organizada, disponibilizados neste link. Válida apenas até às 23h59 do dia 26/11.

Categoria(s) do post: Saúde

Vamos continuar falando sobre planejamento da saúde? Hoje, gostaria de falar um pouco sobre o planejamento da alimentação. Durante aaaanos, eu me enganei dizendo que estava engordando porque passava o dia todo fora, porque nunca tinha tempo para cozinhar, porque dependia das refeições que outros preparavam etc etc. E a grande verdade é que, quando você assume a responsabilidade e implementa soluções, vê que não é tão difícil assim e começa a olhar com outros olhos para quem ainda dá as mesmas desculpas que você costumava se dar anteriormente.

Para variar, a organização pode nos ajudar aqui. Quando eu parei de colocar a culpa da minha alimentação em fatores externos e pensei: “beleza, o que EU posso fazer para organizar isso?”, tudo começou a mudar.

Em primeiro lugar, por mais bem informada(o) que você seja, não recuse o apoio de um nutricionista. Pode demorar para achar um profissional que você goste – fato. Mas não desista de procurar. Vá agendando consultas até encontrar aquele que você realmente se identifique. Uma vez que isso aconteça, basta seguir as orientações.

Isso é importante porque cada pessoa tem necessidades de saúde específicas. Talvez você queira ganhar peso, ou queira perder, ou talvez precise aumentar sua massa magra, entre outras particularidades. Um profissional ao seu lado vai ajudar muito a planejar um cardápio adequado e propôr substituições sempre mais saudáveis.

Eu, por exemplo, sou uma pessoa que viaja muito e tem muitos compromissos externos. E passei a andar com uma lancheirinha para todo lugar. O motivo é simples: se eu não fizer isso, ficarei refém do que eu encontrar na rua para comer. Se eu levar uma fruta ou um lanche mais saudável de casa, a chance de comer uma besteira na rua é muito menor. E quando digo “besteira” me refiro a coisas que não se enquadrem na alimentação que quero seguir e, pra piorar, vai me fazer gastar mais.

Quando faço o meu planejamento semanal, uma das coisas que planejo é o menu da semana. É mais simples e mais complexo do que parece. Existem técnicas que você pode aprender para fazer isso da forma mais prática e eficiente possível. E, ao planejar o menu, ali entram os lanches também. Para mim, não há vitória maior que cumprir minha alimentação ao longo de um dia inteiro da maneira como eu acho que seja melhor para mim.

Quando preciso comer fora, sempre escolho a melhor opção de acordo com os meus objetivos de alimentação. Claro que nem sempre é possível, e claro que dá vontade de comer fora da curva de vez em quando. Mas são casos excepcionais. Deixar a exceção fazer parte do meu dia a dia foi o que me levou a ganhar muito peso ao longo dos anos e desenvolver doenças que foram potencializados por uma alimentação deficitária.

Além do que, ter um nutricionista parceirão mesmo te ajuda a se manter na linha. Outros formatos mais informais e menos profissionais também podem ajudar (Vigilantes do Peso, amigos que estejam fazendo uma reeducação alimentar também etc).

É muito cômodo da nossa parte deixar a vida passar e os dias passarem sem que a gente reflita sobre o que está colocando para dentro do corpo. Não se trata apenas de matar a fome, mas de nutrir, se alimentar. Quando comecei a ver a alimentação como algo mais funcional, que me levava a atingir determinados fins (por exemplo: dormir melhor, ter uma digestão mais suave), tudo na minha vida mudou. E é isso – tudo depende dos seus objetivos. Adeque sua alimentação a eles e você verá que mesmo hábitos comuns como beber uma grande quantidade de café podem deixar de ser tão legais quanto antes parecia.

PS: Eu parei de beber café. 😉

Categoria(s) do post: Saúde, Diário

Um dos pontos que mais “pegam” quando se trata de planejamento do tempo é conseguir manter uma rotina de atividades físicas diariamente. Por isso, o post de hoje traz algumas dicas e reflexões para que você consiga estabelecer uma.

Um erro que eu vejo a maioria das pessoas cometer é justamente acreditar que basta colocar na agenda que vai correr durante 40 minutos na segunda-feira de manhã que isso vai automaticamente mudar hábitos. Mas o que você faz, quando faz isso, é pegar o hábito de alguma outra pessoa (que convencionou-se como o certo) e tentar aplicar à sua vida sem pensar se isso é realmente o mais apropriado.

Em primeiro lugar, é legal você se conhecer e saber quais são as atividades físicas que você gosta, em primeiro lugar. Comece fazendo uma lista simples. Não filtre! Vale de dança à canoagem (mesmo que você não tenha onde praticar, à primeira vista).

Em segundo, reflita um pouco sobre as suas necessidades de saúde hoje. Um profissional pode ajudar aqui. Você tem problema do coração? Obesidade? Precisa ganhar massa magra? Essa reflexão é importante porque pode te ajudar a identificar as atividades mais adequadas. Nem tudo nós vamos gostar de fazer, mas algumas atividades físicas são simplesmente necessárias para se obter uma boa saúde.

Depois de fazer isso, procure soluções cômodas, perto de você (casa ou trabalho) e, se possível, sem gastar muito dinheiro. Se você não tem o hábito de fazer exercícios, não adianta se matricular em uma academia longe. Para mim, pelo menos, o que funciona é ter o negócio tão fácil de ir que chega a ser ridículo da minha parte se eu não for. Pode ser que essa tática funcione com você também.

Para mim, existem três tipos de atividades físicas que, hoje, eu quero ou preciso fazer. Atividades aeróbicas (para emagrecer), musculação (para ganhar massa magra) e praticar algum esporte de competição (por diversão). Entendendo isso, eu vou atrás de tais atividades.

Como fazer musculação é uma necessidade, assinar um plano na academia perto de casa ficou mais viável. Na academia, posso fazer exercícios aeróbicos também. O esporte ainda não consegui praticar, pois ainda estou em licença da cirurgia (cicatrização interna), mas em breve poderei. Ainda não decidi qual será, mas talvez seja tênis ou vôlei.

Iniciar uma atividade física demanda orientação médica profissional. Por isso, oriente-se com seus médicos sobre como começar.

Para mim, a orientação foi: aeróbico sempre que puder (ou seja, se der, todo dia) e, musculação, três vezes por semana. Só com base nisso eu vou para a minha agenda e planejo os blocos de tempo que me dedicarei a essas atividades, e planejo semanalmente.

Minha rotina tem a tendência a ser maluca, por conta das inúmeras viagens e compromissos externos. Tem semanas que não paro em casa, e cada dia tem um horário diferente. Mas isso não me impede de fazer os exercícios – eu só sei que preciso planejar semanalmente e que esse planejamento precisa de flexibilidade, mas dá muito certo.

Quando vou viajar, geralmente é para realizar treinamentos em empresas das 8h às 18h. Muitas vezes, vou e volto no mesmo dia, então não consigo fazer atividade física, ou chego na noite anterior e vou embora no dia seguinte logo após o treinamento. Sempre que dá, no entanto, eu costumo fazer. E, quando não dá tempo, eu procuro me exercitar de alguma maneira ao longo do dia, ou usando mais escadas ou mesmo fazendo um alongamento e abdominais no quarto quando eu acordo.

Ou seja, eu tenho um princípio que é o de realizar atividades físicas todos os dias. Não coloco na minha cabeça que “três vezes por semana, vou à academia”, apesar de isso ser ótimo. O que estou querendo dizer é que, para mim, se eu estabelecer que todos os dias farei algo, a incidência de faltar à academia ou deixar de realizar alguma atividade beira o zero.

A atividade física pode ser implementada de diversas formas no dia a dia – de uma caminhada depois do almoço ao hábito de subir as escadas do prédio ou da empresa em vez de pegar o elevador. Não existe essa de “pouca atividade” – para o coração, o corpo, qualquer atividade é melhor do que nenhuma. Eu escrevo isso porque, muitas vezes, podemos ficar presos à ideia de que exercício só existe em academia, e isso acaba limitando muito as nossas possibilidades.

Siga o tutorial deste post e encontre atividades físicas legais e que te agradem. Além de serem necessárias, te trarão boas condições para muitas outras áreas da vida.

Categoria(s) do post: Saúde, Checklists

O ano está chegando ao fim e, antes de pensar no planejamento de check-up médico do ano que vem, achei que seria uma boa falar sobre esse assunto de modo que, quem ainda não pensou nisso, talvez consiga realizar alguns exames importantes ainda este ano.

A ideia de check-up médico anual é a de que você possa, anualmente, realizar exames básicos para verificar como está a sua saúde e, se necessário, iniciar tratamentos das mais diversas formas.

O que é chamado de “básico”, obviamente, vai variar de pessoa para pessoas. Enquanto para uns fazer exame de sangue é o básico, para outros, fazer um exame e análise de DNA para tendências a doenças pode ser considerado básico. Este post não tem nenhuma pretensão – é apenas um lembrete para que você faça o seu, de acordo com as suas vontades e necessidades.

Segue uma lista básica de médicos que pode valer a pena levar em consideração ao planejar fazer um check-up anual:

  • Cardiologista ou Clínico Geral
  • Ginecologista ou Urologista
  • Gerontologista (se você for idoso/a)
  • Pediatra (se você tiver filhos)
  • Dentista
  • Oftalmologista
  • Dermatologista*
  • Endocrinologista*
  • Nutricionista*
  • Otorrinolaringologista*

* Opcionais, caso você tenha histórico ou necessidades específicas relacionadas.

É claro que a frequência de consultas a esses profissionais pode ser de mais de uma vez por ano. Dentistas e nutricionistas, por exemplo, podem ser consultados com maior frequência. Porém, se você passou o ano inteiro sem realizar consultas com esses profissionais, pode estar perdendo a oportunidade de cuidar da sua saúde de maneira melhor.

Eu costumo agendar todos esses médicos no início do segundo trimestre do ano, quando todo mundo já voltou oficialmente de férias neste país. Tenho um lembrete recorrente na minha agenda para fazer isso.

E você, como costuma organizar seu check-up médico anual? Deixe um comentário!

Categoria(s) do post: Áreas da Vida

A linkagem de domingo é uma coletânea de posts que eu li e gostei durante a semana anterior. Os assuntos não necessariamente têm a ver com organização, mas definitivamente sempre são relacionados ao blog.

Boa semana!

Categoria(s) do post: Blog

Oi pessoal, tudo bem? O post de hoje é só para dar um recado chato.

Meu e-mail do blog é redirecionado para a minha caixa principal de e-mails e sempre funcionou muito bem.

Essa semana eu acessei a caixa original para dar uma organizada e descobri que cerca de 90% 😱 não foram encaminhados. Não consegui estimar de quanto tempo para trás.

Muitos, muitos e-mails de leitores, marcas, eventos e convites que ficaram desatualizados para responder.

Peço desculpas por isso e quero dizer que, se você me escreveu e não obteve resposta, por favor, escreva novamente (se quiser, claro).

Obrigada.

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Plenitude & Felicidade, Criatividade

Este é um post que frequentemente os leitores me pedem para escrever, então farei meu melhor.

Digo que farei meu melhor porque minha concepção de propósito está em acreditar que tudo na vida tem um propósito. Eu não vejo apenas um graaande propósito existindo, mas sim o prazer de encontrar propósito nas pequenas coisas.

Por exemplo, se preciso dar um telefonema, qual é o propósito daquilo? Claro que não penso sobre isso para cada tarefinha do meu dia a dia, mas por que não, afinal? A pressa, claro. Porque precisamos fazer as coisas com rapidez.

E fazer as coisas com rapidez faz com que a gente perca aquele momento um pouco que seja. A gente foge da mente plena – que, aliás, é uma consequência da reflexão sobre o propósito.

Falando sobre propósito de vida, então, o que eu aprendi é que a gente não força muito isso não, sabe. Existem exercícios de desenho de missão pessoal (que são ótimos), mas diferentes percepções entram no que é propósito.

Por exemplo, quando fiz o curso de coaching no ano passado, fiz o exercício da missão pessoal lá e consegui desenhá-la muito bem. Para a minha surpresa, ela era um pouco diferente da missão do Vida Organizada. Não falava apenas em organização e qualidade de vida, mas ia além – falava sobre meu bom-humor (sou a rainha das piadinhas), sobre cratividade, sobre ajudar as pessoas a encontrarem seus dons. Essa missão, apesar de ter sido escrita pouco mais de um ano atrás, se mantém mais ou menos inalterada. Mas é claro que sofrerá ajustes com o tempo, apesar de eu acreditar que a essência se mantenha.

Tenho outros propósitos bem claros na vida.

O primeiro deles foi quando desenhei a missão do Vida Organizada. Por que o blog existe, afinal? E a resposta foi: para inspirar as pessoas a se organizarem para terem mais qualidade de vida. Isso foi importante – fala sobre inspiração (então você traz de fora para vir de dentro, ninguém pode fazer por você), fala sobre organização como um meio (e não “ser organizado só para ser organizado”) e fala sobre qualidade de vida (realização, transformação, vida como um todo e não só a casa ou o trabalho). É uma boa missão e expressa bem o que é o Vida Organizada até hoje (fiz em 2012).

O segundo deles foi quando descobri que eu era uma das pessoas responsáveis pelo legado do David Allen com o método GTD. Como eu descobri isso? Essa foi mais informal. Trabalhando com o GTD, desde 2014, diversos fatores no cotidiano me geraram essa percepção. Um dia, em um jantar em Amsterdam, o David falou assim: “como a gente poderia não fazer isso, se isso é quem a gente é?”. Eu fiquei tão emocionada na ocasião! E ele já tinha comentado antes que, por não ter filhos, ele via os Master Trainers ao redor do mundo como se fossem seus filhos, pois somos nós (hoje somos em 13, se não me engano) e os instrutores que levarão a metodologia adiante depois que ele morrer. Tudo isso me deixou muito claro que um dos meus propósitos é cuidar do seu legado. Acredito na metodologia, faz parte de quem eu sou, e é isso, simples assim.

O terceiro deles é mais recente. Descobri que tudo o que eu faço, desde sempre, é buscar soluções para o estresse. Quando eu tinha 23 anos, fiquei um mês de cama em casa por conta de uma labirintite severa, desencadeada por estresse. Desde que voltei da licença médica, eu me sentia disposta a descobrir maneiras de não ficar doente por conta do trabalho de novo. Com 25 anos, eu descobri o GTD. De lá para cá, muita coisa aconteceu. Comecei a meditar em 2008, fiz cursos e até dei aula de meditação. Sempre me interessei por temas relacionados ao trabalho como um todo. Descobri, por fim, que ajudar as pessoas a serem menos estressadas (assim como eu me ajudei, descobrindo diversas maneiras de fazer isso!) era um propósito muito importante e que delineava um montão de coisas que eu já tinha escolhido fazer na vida uma vez ou outra. Essa percepção foi importante, porque me ajudou a me entender. Por que eu me interesso por produtividade? Por que eu me afeiçoei tanto a um método que preza ter a mente como água? Por que eu aprendi a meditar? Etc.

Existem outros tipos de propósito que são igualmente importantes. Quando penso no nosso filho, por exemplo. Qual meu propósito como mãe do Paul? Que legado quero deixar na vida dele? Como eu quero que ele me veja? Que tipo de educação quero proporcionar a ele? Que valores quero passar? Nossa, envolve muita coisa.

Posso aplicar esse raciocínio a qualquer área da minha vida. E, quando reflito sobre o propósito das coisas, maiores e menores, isso me faz ter uma consciência melhor do que estou fazendo aqui, no mundo. Mesmo que nunca tivesse desenhado qualquer missão pessoal, perguntar sobre o “por que estou fazendo isso” para todas as coisas da minha vida me ajuda a ver o propósito delas. Então se você se pergunta como descobrir seu propósito, eu recomendo que exercite encontrando o propósito das pequenas coisas. Porque as grandes, na verdade, vêm dessas.