Categoria(s) do post: Diário da Thais

Uma leitora me pediu para compartilhar como estou organizando os meus objetivos dentro do Notion, então aqui vai.

Objetivos de curto prazo

Dentro da página de 2002 eu tenho alguns itens, sendo um deles o de objetivos.

Dentro dessa toggle de objetivos eu faço um link para o database de objetivos de curto prazo chamado Objetivos [2022-2023].

Nessa database, há as seguintes [propriedades:

  • nome do objetivo
  • projetos 2022 relacionados
  • revisado (data)

A cada estação, esses objetivos são revisados. O importante é que eu tenha projetos em andamento para cada um deles, o que vai garantir que seja executados.

Cada vez que crio um projeto, faço a associação contrária (do projeto com algum objetivo), se por acaso for relacionado a um objetivo que esteja em andamento. Isso significa que os objetivos continuam sendo atualizados mesmo entre essas revisões sazonais.

Objetivos de médio prazo

Tenho uma página chamada Objetivos de médio prazo.

Todos os objetivos de médio prazo são de “construção”, porque construções levam mais tempo para serem realizadas. Por exemplo, se você quer construir um novo estilo de vida, ele entrará em médio prazo, provavelmente.

Dentro dos objetivos de médio prazo eu faço um link com os objetivos de curto prazo, que é o recorte para mais próximo da minha realidade. Essa revisão também pode ser feita com o espaçamento de alguns meses e, especialmente, a cada ano. É o suficiente para eu saber o que tenho que fazer a respeito no dia a dia.

Objetivos de longo prazo (vida)

Não tem muito o que mostrar porque só tenho um, hahaha O único que importa.

E é isso! O segredo não está em como eu organizo na ferramenta, mas em trabalhar nas ações do projetos relacionados mesmo. 😉 Simples assim.

Qualquer dúvida, pode me perguntar nos comentários.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Anual

Compartilhando aqui a versão final da página de planejamento do ano no meu Notion, semelhante a como venho fazendo nos últimos anos.

41 anos será a minha idade quando eu fizer aniversário este ano, lá em setembro apenas.

Algumas informações ainda estão no meu planner de papel e não passei para cá, pois faço isso aos pouquinhos e quando quero, sem pressa.

Com o passar das semanas, meses e trimestres eu vou criando o restante.

Assim eu consigo ter um painel de visualização de todo o meu planejamento do ano em um único lugar.

Caso eu faça ajustes rabiscando no papel, desenhando novos mapas, basta vir aqui depois e ir reajustando.

Funciona como referência para todos os meus planejamentos dentro do ano: trimestres, meses, semanas e dias.

Ao final do ano, a página vai se tornando cada vez mais de referência e vou usando para inserir informações diversas, como reflexões sobre o ano e outras afins.

Eu mantenho um registro maior de todos os anos da minha vida em outra página, que já mostrei aqui no blog.

Breve recado sobre compartilhar templates do Notion: quando me sentir ok para fazer, farei. Por enquanto não tem, mas posto os prints de modo que vocês possam se inspirar e criar suas próprias versões. Obrigada.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Novidades

Todo ano eu faço uma pesquisa com o público do blog (você!) para formatá-lo cada vez mais para atender as necessidades de organização. O blog já existe há mais de 15 anos e muita coisa foi publicada, mas ainda existe muito conteúdo por vir, além de atualizações de conteúdos antigos. A vida muda, eu mudo, então novos pontos de vista sempre são bem-vindos.

Chegou a hora de uma nova pesquisa! Se você puder tirar 5 minutinhos do seu dia para responder e ajudar este blog que vos fala, agradeço demais:

Clique aqui para participar da pesquisa (é MUITO rápido)

Todas as respostas são lidas e tratadas cuidadosamente, sempre visando melhorar o que apresentamos por aqui. Por isso é tão importante que você participe.

Eu realizo a pesquisa nessa época do ano porque imprimo e encaderno os resultados para ler e assim planejar ações.

Muito obrigada por estar aqui e participar!

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Trimestral

O planejamento deste trimestre foi fechado entre novembro e dezembro do ano passado.

Meu planejamento pessoal foi fechado em novembro e, em dezembro, fechamos juntos, em equipe, o planejamento da empresa.

Fazer um planejamento não significa que ele não esteja aberto a novas descobertas e iniciativas. Significa que pensamos com antecedência naquilo que é prioridade e tomamos algumas decisões para facilitar o futuro. Obviamente TODO planejamento sofrerá reajustes porque não se trata de uma previsão 100% e sim de um caminho traçado antes de viver o caminho em si.

Todo planejamento faz parte de algo maior, então o planejamento do trimestre faz parte do planejamento do ano. O que fazemos é encontrar o recorte do que precisa ser feito no ano para visualizar o que pode ser feito no trimestre.

O planejamento do trimestre envolve verificar:

  • datas na agenda – feriados, eventos, viagens, grandes prazos
  • “quebrar” em marcos menores e planejar entregas dos projetos no trimestre em questão
  • checklists de revisão que dão suporte à vida e ao trabalho como um todo

Esse planejamento acima foi feito em equipe e, na semana seguinte, nós definimos também quais eram as prioridades de cada marco ou entrega para este mês – janeiro.

Na segunda quinzena de janeiro, planejamos fevereiro.

No meio de fevereiro, revisaremos o planejamento trimestral para “ajustes de realidade” e planejar o segundo trimestre.

Parece “muito planejamento” mas é justamente assim que conseguimos concluir nossos projetos e focar no que é prioridade. Quem acha que é muito planejamento geralmente é justamente quem mais precisa disso! rs

Já no aspecto pessoal, mesma coisa, com a diferença que não faço em equipe e sim sozinha.

Eu também organizo de maneiras mais leve e lúdica, pois são coisas só minhas (no da equipe tem um monte de gente tocando as iniciativas além de mim, então tem sua complexidade).

A definição das prioridades do mês vai na mesma linha.

A partir desses planejamentos, vamos fazendo os planejamentos semanais.

Breve recado sobre compartilhar templates do Notion: quando me sentir ok para fazer, farei. Por enquanto não tem, mas posto os prints de modo que vocês possam se inspirar e criar suas próprias versões. Obrigada.

A parte de calendário eu planejo no planner e depois organizo na agenda do Google.

A parte de listas eu faço no Notion direto mas, se quiser fazer escrevendo no papel antes, eu uso o Bullet Journal.

Qualquer dúvida, deixe um comentário. 😉

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Estudos

Um pouco sobre a minha organização dos estudos atualmente.

Estou em um esforço constante de dar cabo dos livros que já tenho, pois eu adquiri muitos livros nos últimos anos e sei que tem muito ouro aqui para eu consumir antes de comprar livros novos. Mas o fato é que sempre surgem bons lançamentos e, enfim, eu leio bastante, então qualquer aquisição sempre acaba se justificando. Segue um pouco sobre essa relação entre leituras e estudos em andamento.

Clubes do livro

Alguns anos atrás eu assinei a TAG e, no final das contas, acabei doando muitos livros porque eu percebi que sou uma pessoa que não lê ficção aleatoriamente – eu leio quando está relacionada a algum projeto que tenho no momento ou a algum tema específico.

Por exemplo, em 2022 será celebrado o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922. Eu lembro que nunca “saquei” os livros do Modernismo brasileiro na época da escola. Achava as leituras chatíssimas. Mas o fato é que eu não tinha bagagem histórica, sociológica ou política para entender o movimento. Este ano, tenho um projeto de leitura então que envolve aprender mais sobre esse movimento, e por isso a leitura de vários livros faz sentido para mim agora, dentro de um contexto.

O primeiro livro que li foi o Manifesto Antropofago do Oswald de Andrade, que já me levou à vontade de ler outros livros relacionados (como a biografia da Pagu, por exemplo), e na sequência comecei o Paulicéia Desvairada, do Mario de Andrade. São os autores da primeira fase ali do Modernismo – e quero fazer essas leituras antes de ir para a segunda fase, que é mais focada no regionalismo, na geração de 1930. Por exemplo: eu tentei ler “O tempo e o vento” alguns anos atrás e não gostei muito porque a leitura estava fora de contexto. Agora, tenho certeza que fará mais sentido, lido com outros autores do mesmo tempo.

Uma coisa que acontecia quando assinei a TAG foi que as leituras se acumularam. Esse foi um grande aprendizado sobre clubes do livro para mim. Funciona se eu ler o livro no mesmo mês, até para aproveitar os conteúdos adicionais disponibilizados pelo próprio serviço e também resenhas de outras pessoas que estejam fazendo essa leitura no mesmo momento. Eu não assino a TAG novamente neste momento porque não consigo abrigar mais um projeto de leitura agora, especialmente com o Doutorado em andamento, mas eu certamente aplicaria essa regra de ler o livro do mês no mês em questão e não depois, caso viesse a assinar novamente.

Os dois clubes do livro que eu assino hoje são:

  1. Armas da Crítica
  2. Panacéia

E aí, como comentei, meu esquema é ler o livro do mês no mês em questão, antes da chegada do próximo. Foi a maneira que encontrei de curtir cada clube e também de aproveitar os materiais complementares à leitura em questão. Depois que comecei a fazer assim, as minhas leituras ficaram mais focadas e passei a ler mais rápido, pois tudo o que eu preciso é de método e contextos. rs

Este mês eu já li “Homens ou máquinas”, que é um livro sobre sociologia do trabalho com um compilado de artigos do Gramsci, e estou lendo o livro que teve curadoria da Rita Von Hunty para dezembro do Panaceia (não posso falar qual é porque, como ainda não está no site deles, pode ser spoiler para os assinantes).

Eu gosto muito da ideia de clubes do livro e eu gostaria que outras editoras priorizassem um projeto como esse. Eu adoraria uma caixa da Editora Gente, da Sextante, da Companhia das Letras ou da Editora 34, por exemplo. Eu também adoraria um clube do livro de livros de história ou livros de educação. As livrarias também poderiam elaborar algo assim, como a Travessa, Livraria da Tarde ou Livraria da Vila. Quem sabe? Fica o desejo manifestado para o universo. 🙂

Temos também o nosso clube do livro dentro do Acampamento Vida Organizada, onde lemos mensalmente um livro relacionado a produtividade compassiva. Em janeiro, estamos lendo o livro A única coisa.

Desafios

Eu gosto de participar de desafios, mesmo que eu não leia todas as categorias, porque eles me ajudam a sair um pouco da minha caixinha e buscar leituras diferentes, especialmente quando se trata de ficção. Este ano, estou participando de dois desafios também, por hora:

  1. Livrada
  2. Literature-se

Considero esses desafios projetos por si só, que organizo na minha lista de projetos.

Categorias do Desafio Livrada! 2022: 1- Um vencedor do Princesa das Astúrias 2- Um livro que você odiou ler na escola 3- Um romance argentino 4- Um livro modernista brasileiro 5- Um romance de 30 6- Um dramaturgo vivo 7- Um livro sobre drogas 8- Um livro detestado por alguém que você respeita 9- Um livro trocado com outra pessoa 10- Um livro ilustrado sem palavras 11- Uma ficção científica nacional 12- O menor livro que você encontrar 13- um livro de biologia 14- um autor indígena 15- Zero, de Ignácio de Loyola Brandão

CATEGORIAS: 1: Livro sobre o qual você já pegou um spoiler 2: Poesia de uma cultura bastante diferente da sua 3: Livro alegórico/com alegoria 4: Literatura russa 5: Diários 6: Livro que retrata uma epidemia/pandemia 7: Livro com narrador heterodiegético 8: Livro importante para o gênero romance 9: Literatura de testemunho/com teor testemunhal 10: Um ensaio 11: Livro com paratexto que se destaca 12: Livro com um corte diferente

E gosto de participar de desafios porque aproveito os mesmos para dar vasão a livros que eu já tenha na estante e estava esperando alguma oportunidade para lê-los. Mas, quando for o caso, também faço novas aquisições.

Projetos

Alguns prints para vocês entenderem como organizo os projetos de leitura no Notion.

Livros para o Doutorado

Bem, continuamos por aqui com leituras que sejam importantes para a minha tese. Tenho diversos projetos relacionados à tese e aos meus campos de pesquisa e estudos relacionados como um todo. Só para vocês entenderem, aqui vai um print dos meus projetos relacionados a pesquisa:

Para cada um deles, tem várias leituras relacionadas.

Por exemplo, para o terceiro semestre do Doutorado, terei duas disciplinas (e esse projeto provavelmente se desmembrará em dois quando o semestre efetivamente começar, pois terei duas disciplinas). Muitas leituras eu já fiz 😇 em 2021 e nos anos anteriores, então serão revisões e releituras, mas terei várias leituras novas, como o próprio estudo da tese de Doutorado da minha professora orientadora (que ajudará na minha tese), livros como “A sociologia e o mundo moderno”, do Ianni, que é uma referência para a minha professora de uma das disciplinas, ou “A miséria da teoria ou um planetário de erros”, que está dentro da bibliografia da outra.

Para o estudo do francês, comprei dois livros para me ajudar na leitura, como “Les grandes notions de la Sociologie”, na Livraria da Travessa, que vende vários livros em francês, a biografia do Marx escrita pelo Jacques Artali, que comprei na promoção de um sebo em Pinheiros, além do e-book da “Divisão do trabalho social”, um clássico do Durkheim, que já li em português.

Tenho os grupos de pesquisa e as pesquisas em andamento para cada um deles – em um, um artigo sobre teoria do fluxo e zen budismo e, em outro, reflexos do trabalho em casa e sobrecarga durante a primeira fase da pandemia. Essas pesquisas têm várias leituras relacionadas.

Para a tese em si tenho várias leituras em andamento, apesar de este ano o foco estar na pesquisa de campo, então tenho várias leituras de metodologia e dos conceitos-chave do Budismo para fazer, que me levarão a pesquisas melhores. E também estou trabalhando na introdução (que precisa dessa leitura de apoio de metodologia e conceitos-chave) e no capítulo 1 (que traz uma contextualização geral entre budismo, trabalho e teoria do fluxo, o que por si só tem n leituras associadas).

E ah: ainda não fiz um post sobre isso, mas eu quis fazer uma formação pedagógica com licenciatura em Ciências Sociais. Será o segundo semestre agora e, claro, terei leituras demandadas pelas disciplinas – que vou conhecer mensalmente, à medida que o plano de ensino for disponibilizado na plataforma EAD.

Universidade pessoal

Na universidade pessoal, coloco assuntos e temas que eu preciso estudar de forma autodidata ou que complementem / aprofundem o que estou estudando formalmente ou em outros cursos. No momento, são esses temas:

  • modernismo no Brasil
  • metodologia das ciências sociais
  • livros que conversem com a minha tese de produtividade compassiva e teoria do fluxo
  • filosofia da educação
  • marketing digital
  • liderança, direcionamento estratégico e trabalho em equipe
  • política e história do Brasil
  • estudos da escravidão e história do trabalho
  • estudos de gênero e trabalho
  • totalitarismo, fascismo e segunda guerra mundial – trabalho e capitalismo de guerra
  • sociologia do lazer, ócio e criatividade
  • ayurveda
  • livros da Nova Tradição Kadampa
  • psicologia da felicidade
  • estoicismo
  • os clássicos da sociologia
  • técnicas de estudo
  • sociologia do trabalho contemporâneo – plataformas, vigilância e tecnologia

Na universidade trago estudos “para a vida”, que não têm “fim” nem necessariamente projetos próprios, mas que direcionam projetos como cursos ou leituras específicas (ou não), e são assuntos de interesse neste momento da minha vida, direcionando leituras e estudos autodidatas.

Este post é praticamente um resumo da minha vida, gente. hahaha <3 Espero que tenham gostado e que, de alguma maneira, tenha sido útil. Qualquer dúvida, pode me perguntar nos comentários.

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Rotinas, Lazer

Bem, 2021 foi o ano em que eu mais li livros em toda a minha vida, acredito. Li 83 livros e, quando falo em ler, quero dizer que concluí a leitura, pois a verdade é que vida de pesquisador envolve consultar, ler um ou outro capítulo, e deixar leituras inacabadas por aí o tempo todo.

O mais interessante foi que eu não tive nenhum projeto nem implantei nenhuma técnica específica ou atitude extraordinária para alcançar esse número, que nunca foi uma meta. Se eu tenho uma meta anual, digamos assim, é a de ler 52 livros (um por semana), mas não que isso me deixe angustiada ou desesperada para alcançar tal meta. É apenas uma orientação e tá tudo super ok se eu nem chegar perto.

Mas o fato é que, em 2021, eu coloquei a minha leitura como prioridade, então isso se reflete na quantidade de livros lidos. Leio bastante pela manhã e sempre tenho um livro comigo, me levando a ler em média de 1 a 2 horas por dia.

Eu faço um registro das minhas leituras na rede social Skoob. Clique aqui para adicionar o meu perfil como amigo, se quiser.

Vou comentar abaixo alguns livros que foram destaque para mim, tanto positiva quanto negativamente.

Livros que eu dei 5 estrelas

  1. Finanças para autônomos, Eduardo Amuri. Finalmente alguém que fale sobre finanças com consciência de classe.
  2. A coragem para liderar, da Brené Brown. Que inclusive já está na hora de reler. Ótimo livro, como todos os livros dela.
  3. Budismo moderno, Geshe Kelsang Gyatso. Uma releitura que sempre vale a pena e traz a base do pensamento da NKT.
  4. Razões para continuar vivo, do Matt Raig. Foi um livro que me impactou bastante. Um relato honesto de uma pessoa com depressão que já pensou em tirar a vida.
  5. Modernidade e holocausto, do Bauman. Que livro! Dá vontade de sair distribuindo da rua. Mostra que o holocausto não foi um “evento” na história da humanidade, mas consequência do capitalismo e suas crises. Mudou completamente a minha visão da história e das ciências sociais a partir dali.
  6. Sem esforço, do Greg McKeown, mesmo autor de Essencialismo. Livro lindo, que me identifiquei bastante, e que conversa com a minha ideia de produtividade compassiva.
  7. Desapegue-se, do Walter Riso. Leitura rápida, fácil e leve, como o tema deve ser.
  8. Um quarto só seu, da Virgínia Woolf. Ela é, senão a preferida, uma das minhas autoras preferidas. E esse livro é incrível – mostrando como a condição doméstica da mulher influencia na sua produção intelectual.
  9. Filosofia do zen budismo, do Byung Schul-Han. Fiz um curso desse livro na Casa do Saber e o conceito de afabilidade trazido nele tem guiado minha tese de Doutorado desde então.
  10. Quem pensa enriquece, o legado. Versão comentada da obra mais famosa do Napoleon Hill. É incrível como esses ensinamentos sempre têm a capacidade de se renovar. Essa versão comentada deixa o livro ainda mais atual.

Livros que eu dei 2 estrelas ou menos

É muito difícil eu considerar um livro ruim, pois acredito que todo livro tem algo a me ensinar. Quando eu dou 1 estrela é porque achei o livro ruim de verdade. 2 estrelas significam que eu não gostei, mas que entendo que outras pessoas com visões diferentes que a minha possam ver valor nele.

  1. O único livro que eu dei nota 1: a agência enxuta. Livro mal escrito, mal editado, vai do nada a lugar nenhum. Infelizmente achei muito ruim mesmo. Todos os livros abaixo tiveram nota 2.
  2. Responsabilidade extrema. Veja, o livro não é ruim, e a própria referência dele me trouxe um aprendizado importante, que é assumir a responsabilidade pelos fracassos da minha empresa e tomar a responsabilidade. Mas a leitura em si, para mim, foi bem cansativa. Traz n histórias sobre os militares americanos que eu não me identifico nadinha. Mas, para quem gosta, e para quem for aí da galera da alta performance, tenho certeza que o livro agradará.
  3. Propósito inabalável, do Bruno Gimenez. Como tenho formação em desenvolvimento humano, coaching etc, o livro não me acrescentou muito nada de novo. Mas eu acredito que tenha grande valor para quem não fez nenhuma dessas formações que eu citei.
  4. As seis lições, do Mises. Foi o primeiro livro do Mises que eu li. Achei fraco e cheio de falácias que me irritam no neoliberalismo. Depois de ter lido tantas obras críticas à economia, livros assim me parecem descolados da realidade. Mas eu entendo que tem uma legião de fãs do cara e tá tudo bem – são apenas visões diferentes. 😉
  5. Desperte seu conhecimento miionário. Fala sobre marketing digital e é muito básico para mim, que já trabalha com isso desde 2001. Mas para quem não tem essa bagagem, pode ser um bom livro de entrada para esse tema (marketing digital).
  6. Instagram para negócios. Mesmo argumento acima. Achei básico demais para o que eu já sei, mas pode ser interessante para quem não tem a mesma formação e experiência que eu.
  7. Um milhão de seguidores. Traz muitos exemplos norte-americanos e de artistas, pessoas que são celebridades, o que não conversa comigo de maneira alguma. Não me conectei com essa leitura.
  8. Como animar um capricorniano. Esperava mais!
  9. O milionário consciente, do Joe Vitale. Positividade tóxica demais.
  10. O homem mais rico da Babilônia. Entendo o hype, respeito, mas não gostei da leitura.
  11. O poder do equity. Entendo o conceito, respeito o livro e o autor, mas não estou no momento ainda de aproveitar uma leitura dessas. Quem sabe mais adiante?

Espero que essas listas sejam úteis para você ter como referência ou indicações! Os livros que marquei com negrito na lista dos preferidos são os livros que mais me impactaram este ano, em diversos aspectos.

Eu comentei ali no começo que não implementei nada de extraordinário para ler mais em 2021, mas é justamente no ordinário que os segredos ficam guardados. Aqui estão então as minhas dicas para você ler mais em 2022:

  • Deixe sempre um livro por perto.
  • Finalize as leituras pendentes da sua estante, se ainda tiver interesse nas leituras. Você lerá mais rápido.
  • Leia todos os dias. Estabeleça os melhores horários para ler. Para mim, é de manhã e antes de dormir.
  • Ao abrir um livro, olhe o índice e pergunte-se: como este livro pode me ajudar HOJE? Muitas vezes, eu começo pelo capítulo que me chama mais a atenção, e depois eu leio o livro inteiro. Obviamente que esta dica serve apenas para os livros de não ficção. Isso me ajuda a engatar na leitura.
  • Ter uma visão geral do livro antes de começar a lê-lo. Vejo os capítulos, os títulos, sub-títulos, imagens. Isso me ajuda a ter uma visão abrangente do que o livro se trata antes de começá-lo, o que me dá contexto e faz a leitura fluir melhor e mais rápida.
  • Existem leituras que precisam de um tempo maior, de uma pausa entre um capítulo e outro, para você refletir sobre aquilo. Então tem livros que você vai ler em um dia e outros que levarão semanas. Tá tudo certo! Não precisa se cobrar o mesmo ritmo para todas as leituras.
  • Mantenha depois de lidos apenas aqueles livros que você queira reler futuramente ou que você acredita que pode absorver mais dele com o passar do tempo. Eu separei para doação MUITOS livros este ano, justamente porque senti que tinha “encerrado” com eles. É bastante sutil essa decisão.
  • Acima de tudo: ler é uma prioridade para mim. E isso se reflete nas minhas escolhas diárias a todo momento.

Se quiser, por gentileza, comente abaixo qual foi sua experiência de leitura no ano passado? Vou adorar conhecer. Obrigada por estar aqui. 😉

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Vida Organizada, Anual

Em 2017, eu li o livro “Ponto de equilíbrio”, e uma das coisas que a autora recomenda e que eu adorei fazer desde então foi definir 5 prioridades para o ano. A ideia é que ter essas prioridades claras pode ajudar em termos de escolhas mais macro e escolhas do dia a dia. Neste post de hoje vou compartilhar quais as 5 prioridades que elegi para o meu ano de 2022.

Todo esse exercício faz parte de outros exercícios que venho realizando para o planejamento do ano que vem e encorajo você fortemente a fazer também. O planejamento não é uma previsão, mas um caminho. E esse caminho é feito de revisões de exercícios anteriores, como este.

Prioridade 1: resgatar minha rotina saudável

O ano de 2021 foi bastante difícil para mim psicológica e emocionalmente e eu operei no mínimo diário viável durante grande parte do tempo, deixando algumas atividades que me fazem bem de lado. Minha área de foco para 2022 é saúde e, por isso, ela figura aqui na prioridade número 1.

Prioridade 2: minha visão de trabalho e carreira de liderança

Eu sinto que, em 2022, “chega de brincar de empresa”, sabe? Estou com um olhar sério e focado para este ano, assumindo a frente em uma série de iniciativas e cuidando mais da minha mente e da minha motivação como empresária.

Prioridade 3: o crescimento da empresa

O crescimento se dá em diferentes aspectos que não apenas o faturamento. Acredito que o faturamento seja o resultado do bem crescimento em outras áreas de melhoria. Esse precisa ser o meu foco este ano porque eu sinto que agora é o momento de fazer isso. Estou com um sentimento diferente, uma intuição, uma necessidade interna muito grande de elevar o nível do nosso negócio por aqui desde que nos tornamos uma universidade corporativa.

Prioridade 4: família bem

Todo mundo vem sofrendo com a pandemia e minha missão aqui este ano é garantir que todos fiquem bem.

Prioridade 5: minha pesquisa e o doutorado

A ideia é que eu consiga trabalhar na intro e no capítulo 1 da tese este ano e realizar pesquisas de campo. A pesquisa caminha bem e definitivamente é uma prioridade.

Perceba que, aqui, a gente está fazendo mais uma exploração mesmo do que é prioridade, que surgiu da análise das áreas da vida este ano e de definir uma prioridade para cada área. Analisando ambos exercícios, eu consegui imaginar que essas cinco coisas seriam prioridade para mim. Delas, eu posso pensar em projetos focados para o ano e outras ações, mais adiante.

Recomendo fortemente que você faça também essa reflexão para entender como será a sua relação com elas nos próximos meses. Se você já fez essa reflexão e quiser, compartilhe comigo aqui nos comentários quais serão suas cinco prioridades para o ano. 😉 Obrigada!

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

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Eu já comentei sobre isso informalmente em outros posts mas percebi que não tinha feito um post específico comentando essa novidade que foi uma grande conquista para nós em 2021.

Esse não era um objetivo que tínhamos planejado no planejamento anual para 2021, mas a oportunidade surgiu (vi que era possível) ali por volta do meio do ano e eu achei que era algo muito importante de se buscar, porque:

  • O MVO seria oficialmente validado como um método através de uma consultoria focada nisso;
  • Ter um certificado do MEC seria importante para os nossos alunos;
  • Confere maior profissionalização deste trabalho;
  • Nos ajuda a seguir requisitos de qualidade em todos os cursos;
  • Seria o início da construção da empresa como uma universidade corporativa;
  • Nos chancelaríamos oficialmente como uma empresa na área da educação e não de “marketing digital”;
  • Teríamos a validade de um órgão oficial do Governo Brasileiros – o Ministério da Educação!

Enfim, eram bons motivos. <3 Então investimos tempo e dinheiro nesse objetivo, que conquistamos em novembro.

O MVO então é um curso de extensão universitária agora, que pode ser colocado oficialmente no seu currículo como um curso de atualização profissional. Acredito que isso também ajude nossos alunos e buscarem apoio da empresa que trabalham para custear essa formação.

Ah, e vale dizer que extensão universitária, apesar de ter esse nome, não significa que você tem que ter um curso superior para cursar o MVO! Isso acontece apenas no caso de pós-graduações. 🙂

Essa validação do curso e o certificado do MEC (Ministério da Educação) são realizados pela Faculdade Brasília.

Algumas definições de cursos de extensão trazidas do portal Educa Mais Brasil:

O que é um curso de extensão universitária?

O curso de extensão é oferecido pelas universidades como uma oportunidade de formação de curta duração, para complementar a graduação com conteúdos relacionados ao curso, não sendo parte dele obrigatoriamente, inclui atividades práticas, acadêmicas, culturais e outras. Disponível em modalidades presencial e a distância (EAD), o curso de extensão universitária pode ser realizado por qualquer pessoa, independentemente de possuir ou não vínculo com a faculdade que o oferta, e nem mesmo é exigido diploma de nível superior. 
É importante lembrar que o curso de extensão universitária não é considerado como uma pós-graduação, ele possui a duração menor e é focado no aperfeiçoamento, especialização e aquisição de conhecimento em novas áreas de formação. Ofertados em curta duração, em média 3 meses, os cursos de extensão oferecem certificado emitidos por uma faculdade, com validade em todo o Brasil e até mesmo no exterior.

Qual a diferença entre um curso de extensão e um curso livre?

Os cursos de extensão universitária não possuem regulamentação específica, assim como os cursos livres, mas só podem ser oferecidos por uma faculdade devidamente credenciada pelo Ministério da Educação – MEC
A principal diferença entre as duas modalidades está na proposta de cada uma. Enquanto os cursos livres possuem uma visão mais direcionada ao mercado de trabalho, os cursos de extensão são focados no meio acadêmico. Ou seja, a certificação do curso de extensão universitária possui vínculo com instituições de nível superior. 

Os cursos de extensão podem ser realizados online?

Além de serem ofertados na modalidade presencial, os cursos de extensão universitária também são encontrados no ensino a distância – EAD. Essa opção é ideal para quem busca uma oportunidade de atualização profissional e enriquecer o currículo sem precisar se deslocar até uma instituição para assistir às aulas. 
curso de extensão EAD é desenvolvido em um ambiente virtual de aprendizagem, no qual os alunos têm contato com o conteúdo programático, realizam atividades e participam de discussões em fóruns, com o objetivo de aprofundar o conhecimento, sem necessidade de encontros presenciais. 

Como foi o nosso processo para essa validação

Quando comentamos sobre essa conquista no Instagram, surgiram muitas perguntas sobre como fizemos isso! Então vou explicar direitinho e, caso ainda tenha dúvidas, deixe um comentário, por gentileza.

Conhecemos a consultoria que faz esse intermediário entre a empresa (nós) e a faculdade em questão, que traz essa validação pelo MEC. A consultoria é direcionada pela Zora Viana, do University In Company.

Nós tínhamos a opção de validar apenas o MVO com o MEC ou contratar um serviço mais completo de consultoria para tornar o Vida Organizada uma universidade corporativa, o que envolve outros projetos. Decidimos pela segunda opção, mas a prioridade era implementar o certificado na próxima turma do MVO, que seria em dezembro.

Foram várias reuniões e atividades para cumprir os requisitos do Ministério da Educação, desde revisar os objetivos do curso até definir uma reorganização dos módulos e aulas para ficarem alinhados com a proposta.

A Turma 11, que iniciou em dezembro, já está nesse novo formato e os alunos das turmas mais antigas do MVO (desde a Turma 1, de 2019) também têm a possibilidade de migrar para a turma nova ou obter esse certificado (favor contatar nosso suporte do curso caso você tenha interesse!).

Nós estamos muito felizes com essa conquista e essa nova era que se inicia no Vida Organizada! Quem diria que a menina que criou um blog em 2006 chegaria nisso! Acreditamos que a educação transforma e é um dos principais veículos para construir um Brasil melhor. <3

Você pode se cadastrar na lista de espera do MVO clicando aqui. 🙂

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Tecnologia, Criatividade

Desde que comecei a usar o Notion, eu nunca foquei na criação dessa Dashboard, que é tipo uma página “Início” com os links para a estrutura interna que você criou de páginas – sempre acessei pelo menu lateral mesmo, sem problemas. Mas, com o tempo de uso, ela foi se formando sozinha. Ontem eu estava com ela aberta e achei tão bonita que quis compartilhar com vocês.

Eu faço um mix de idiomas mesmo, pois vou treinando. Mas, para conteúdos principais (ex: nomes de páginas), já aprendi que, para mim, funciona melhor escrever em português mesmo, para facilitar a busca.

O “tema” da Dashboard é o filme “Call me by your name”, que eu adoro, e que traz aquele clima de verão da Toscana.

Aqui eu ainda mantenho alguns elementos do trabalho porque criamos o Workspace da equipe há bem pouco tempo e ainda não migrei tudo para lá, mas a tendência é deixar o Dashboard apenas com minhas coisinhas pessoais e individuais.

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Considero um projeto, dentro do Método Vida Organizada, o recorte que quero dar a cada área da minha vida naquele ano em questão. É claro que uma área pode ter mais de um projeto (e geralmente tem vários), assim como eu posso não ter projetos específicos de uma determinada área (mas que converse com todas). Assim como terei projetos para as outras macro áreas além da vida – casa e trabalho. Todo esse montante constituirá então a minha lista de projetos, que está organizada no Notion, e neste post vou mostrar como eles estão organizados neste momento.

Bem, vamos lá. Em primeiro lugar, criei uma página chamada “Projetos”.

Dentro dela, criei toggles (essas flechinhas que você clica e expandem o texto) para os anos em que tive projetos. Tem 2021 e 2020 porque a ideia é ir criando um arquivo até dentro. Por enquanto faz sentido manter aqui e, enquanto fizer, vou manter.

O ano atual está em negrito.

Quando você clica para expandir o toggle de 2022, abre o database com o nome Projetos [2022]. Eu busco cada vez mais padronizar os nomes dos databases para ficarem fáceis de serem encontrados quando eu usar recursos específicos da ferramenta, como linkar databases e a busca no geral.

O database também mostra o número total de projetos. Não que tenha mega relevância, mas é um critério de acompanhamento.

Eu uso um template para os projetos, que basicamente foi inspirado no Modelo de Planejamento Natural do GTD, ainda que não seja exatamente igual (acrescentei algumas coisinhas que considero relevantes).

Status dos projetos: em andamento, em espera (que é tipo um stand-by), delegado, cancelado ou concluído. Eu consigo criar uma visualização então para cada um deles, se quiser. A visualização padrão é para os projetos em andamento.

Eu também resolvi criar uma propriedade para sinalizar se aquele projeto é recorrente, ou seja, se ele costuma ser feito de tempos em tempos. Isso é importante porque o planejamento desse projeto pode servir como checklist para os outros futuros, poupando tempo e esforço cerebral no planejamento.

O bom de inserir informações e definições ali dentro é que, muitas vezes, essas coisas ficam soltas. Ter tudo agrupado ali é lindo.

Os arquivos de apoio tenho me policiado para apenas linkar a eles, mesmo dentro do Notion, em vez de anexar à página do projeto, pois isso torna mais fácil a organização desses arquivos depois, que eu quiser manter.

Para a empresa, a organização é semelhante: uma página para os projetos, um database para os projetos do ano e o mesmo template. O que muda é que cada projeto tem propriedades a mais: papel relacionado, círculo, nível de prioridade.

A definição dessa primeira linha de projetos foi elaborada tanto no meu planejamento anual pessoal quanto no planejamento anual da equipe.

Semanalmente realizamos revisões e reuniões de checkpoint para garantir o andamento de cada projeto. Também faço essa revisão individualmente dos meus projetos pessoais.

Uma vez por mês, definimos prioridades daqueles projetos para o mês em questão. Por exemplo, se eu quero organizar a linha editorial do Vida Organizada para 2022, quais serão as prioridades para este mês, relacionadas a este projeto?

Sazonalmente, a cada estação, revisamos tudo para garantir que as entregas e grandes marcos estejam claros para o trimestre seguinte.

Eu não organizo tarefas ou próximas ações no Notion. Já tentei algumas vezes e, apesar de ser legal e dar para fazer funcionar, PARA MIM não rolou. Prefiro uma ferramenta nativa de listas para isso, como o Todoist (que estou usando). Assim, reviso os projetos semanalmente e garanto que o que eu posso fazer com relação a ele esteja no Todoist. E é isso.

Caso tenha alguma dúvida sobre esse processo, por gentileza, deixe um comentário neste post. 😉 Obrigada!

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Casa, Curtindo a casa, Rotinas

Compartilhando um pouco as mudanças que fazemos em casa nesta época do ano relacionadas a organização.

Eu acredito que pequenas mudanças feitas no dia a dia contribuem com uma rotina mais tranquila, o que leva diretamente a uma mente mais tranquila também.

Destralhe

Acredito que tenha a ver com a vibe de ano novo, renovação de energias e tudo o mais, mas aqui em casa é fato: nessa estação, nós gostamos de destralhar. Eu fico muito a fim de revisitar absolutamente tudo o que eu tenho para ver o que ainda faz sentido manter porque gosto de sentir que o ar circula pelos ambientes.

Dois pontos de atenção para mim neste momento que acho legal de compartilhar:

  1. Cuidado com a armadilha da “criatividade” no destralhe. Tipo, eu sou a rainha de querer encontrar soluções para as coisas – especialmente pela questão da sustentabilidade. Mas é justamente isso que leva ao acúmulo, se não prestar atenção. Eu vejo a apostila de filosofia do meu filho do ano passado e penso: “ah, eu podia guardar pra revisar e recortar algumas imagens legais para as minhas colagens”. Ou então, recebo uma caixa bonita e quero guardar para armazenar “alguma coisa”. Tudo isso é maravilhoso, mas só funciona se imediatamente você já der essa destinação. Se for “guardar pra ver”, repense.
  2. Não ficar olhando muito antes de destralhar. A análise item a item, muito difundida pela Marie Kondo, pode funcionar para algumas pessoas e em algumas categorias – roupas, talvez, ou livros, enfim. Mas, para miscelâneas, o que tenho feito é o seguinte: tá guardado na parte de cima do armário da cozinha e não usei nos últimos dois anos (pandemia)? Já separo sem pensar muito. Isso tem me ajudado a destralhar ainda mais.

Não me considero uma pessoa minimalista mas vejo o minimalismo como um princípio. Se sempre olhar para a casa e para a vida pensando em manter o mínimo necessário e essencial (que envolve o mínimo para se sentir bem), “dá bom”.

Eu também sou bastante desapegada, o que creio que venha aí de anos de formação como budista. Não tenho absolutamente nenhum apego com qualquer bem material. Gosto de usufruir das coisas que tenho enquanto elas fazem sentido. Se algo acontecesse com elas, tá tudo certo. Não “sofro” por itens materiais.

Ambientes

Nós também mudamos a área de serviço, tiramos coisas dela, móveis, doamos eletromésticos, pintamos o quarto do Paul, mudamos os móveis também, separamos livros para doar, roupas, instrumentos, materiais musicais diversos, elaboramos um cantinho musical na sala para praticarmos, esvaziamos mais a cozinha, enfim. Esse repensar dos ambientes é constante por aqui porque a nossa casa deve fazer sentido para o que vivenciamos hoje.

Especificamente do verão

Tirar tapetes, tirar roupas de cama pesadas, lavar cortinas, lavar janelas, fazer faxinas mais completas mesmo, mexer mais com água, ter sempre alimentos refrescantes na geladeira (de bebida a frutas e sorvetes), deixar as janelas sempre abertas, vedar as portas e janelas por conta da chuva, limpar as calhas – tudo isso faz parte da nossa rotina sazonal de verão aqui em casa. A rotina de limpeza fica muito mais intensa e gostosa por aqui.

Outra coisa que muda, sem ser necessariamente da casa, mas influencia, é a minha rotina de sono. Durmo menos no verão – mas durmo bem. Durmo menos horas, quero dizer. Acordo super bem junto com o sol – muitas vezes, naturalmente antes das 4h da manhã! E isso acontece mesmo indo dormir mais tarde. Enfim, é o corpo alinhado com as estações, né?

Providências gerais que tomamos por aqui :

  • sempre temos água gelada na geladeira
  • sempre temos suco na geladeira
  • compramos e consumimos mais frutas
  • colocamos frutas no congelador para sorvetinhos mais saudáveis
  • comemos mais salada
  • costumo lavar mais roupas, porque suamos mais
  • eu parei de passar roupa em casa (não ligo de usar roupa sem passar e, quando é realmente necessário, lavo na lavanderia)
  • sempre tem incenso perfumando a casa
  • as janelas ficam bastante tempo abertas
  • velas de citronela ajudam no controle dos mosquitos
  • ventiladores a postos

Enfim, gosto de mudar a dinâmica da casa em alguns períodos do ano, e a chegada do calor impacta bastante em casa (chuva, abafamento, alimentação etc). Anualmente tenho criado um post contando um pouco como temos feito porque acho que é uma informação útil que ajuda a organizar a rotina da casa. Espero que goste. <3

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Carreira, Lazer

Um dos exercícios que proponho ao fazer o planejamento de um ano novo é escolher um hobby para se dedicar ao longo do ano e uma meta de carreira “para atualizar no currículo”.

Já faz alguns anos que eu faço isso com a minha carreira – desde que comecei a trabalhar “por conta” e ser responsável pela minha própria capacitação.

Hobby que vou focar mais

Um hobby que definitivamente pretendo focar mais em 2022 é voltar a me dedicar à música. Ano passado, quando toquei um pouquinho com a galera do PLAT lá em Brasília, no evento em encerramento, eu vi o quanto sinto falta de fazer isso. Algumas coisas relacionadas envolvem: deixar os instrumentos em fácil acesso, comprar um piano elétrico (done! ✓ meu marido e eu “ganhamos” de Natal) e provavelmente voltar a ter uma banda (em andamento). Eu também gostaria muito de comprar uma guitarra para mim em um modelo específico, mas farei isso como recompensa mais adiante, quando eu sentir também que posso ter essa despesa, digamos assim.

Uma meta de carreira

Minha meta de carreira para este ano é fazer um curso oficial com os caras do Holacracy One. Acredito nesse método de gestão e, se fizer sentido, quero trazer para dentro do nosso modelo de negócios com o Vida Organizada nos próximos meses. O primeiro passo é fazer o workshop deles, no qual já estou matriculada, e partir dele saberei as etapas seguintes.

Claro, continuo com o Doutorado e todo o restante, mas a “atualização no meu Linkedin” rs será esse rolê da Holacracia e acho que será muito bom. Independente de trazer como um produto dentro da empresa, implementar no Vida Organizada (processos da equipe) e ter esse conhecimento agregará valor pacas ao conteúdo que crio diariamente por aqui e às aulas do curso do MVO.

Enfim, essas são as minhas metas para hobby e carreira em 2022. E as suas?

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.