Categoria(s) do post: Diário da Thais, Plenitude & Felicidade, Equilíbrio emocional

De acordo com a numerologia cabalística, nós vivenciamos ciclos de nove anos em nossas vidas, desde o ano em que nascemos.

Não nascemos necessariamente em um “ano 1”. Não é essa a conta. Os números são símbolos. Para saber qual o seu ano pessoal, você deve somar o dia, mês e ano do seu último aniversário para saber em que etapa desse ciclo de nove anos você está. Em 25 de setembro de 2020, eu entrei em um ano 2, pois: 2 + 5 + 0 + 9 + 2 + 0 + 2 + 0 = 20 = 2 + 0 = 2.

Pelo que aprendi com a minha amiga Wanice (especialista em numerologia cabalística), esse ciclo de nove anos representa uma etapa na nossa vida. O que você começa no ano 1 é aquilo que você vai concluir até o ano 9. Gosto de pensar assim pois me dá perspectiva de médio prazo.

Somos bem grandinhos e respeitosos por aqui mas sempre vale lembrar que não “acredito” em numerologia, astrologia, tarô ou áreas do tipo. Não estamos falando sobre crenças, mas sobre ferramentas esotéricas, holísticas e até lúdicas para o auto-conhecimento. Se você não vê interesse nisso, tá tudo bem. Cada um, cada um.

Os anos 1 e 2 foram anos de início, expectativas e trabalho.

O que eu comecei no ano 1? A minha trajetória acadêmica, sem dúvida, o meu trabalho com PRODUTIVIDADE COMPASSIVA.

Movimento, expressão e criatividade são os temas de um ano 3. Eu vivenciei a sombra desse ano. Foi difícil. Fizemos um vídeo sobre isso já, se você quiser ver.

O ano 4 é o ano da organização. Das bases. De focar na rotina.

Momento de planejar e me organizar melhor. Sim! Que delícia… e é tudo o que eu preciso depois desse ano 3 maluco que eu tive! Repensar responsabilidades mas tomar cuidado para não me sobrecarregar. Ponto!

Será um ano pessoal com foco em conquistar mais segurança, inclusive financeira, mas essencialmente naquilo que vai trazer estabilidade e credibilidade. Favorece a concentração, o deep work, o que eu adoro. Inclui olhar o corpo de perto, fazendo check-ups, alimentação regradinha, ser mais disciplinada com as atividades físicas.

Tomar cuidado com coisas engessadas, microgerenciamento, burocracias, sobrecarga, enfim – o lado sombrio da organização, da rotina e do planejamento.

O 4 também fala da estrutura familiar, então tem que ficar ligada nessa área e nas demandas que virão dela.

Fonte: pesquisei em muitos muitos muitos sites e lugares, além de ter muitas anotações guardadas sobre isso, como referência. Usei todas elas para escrever as considerações acima.

Todos os meus últimos anos 5 foram de mudanças (que é o tema principal do ano 5, meu próximo ano pessoal). Isso significa que o ano 4 envolve planejamento. Todos os meus últimos anos 4 foram anos de planejamento para essas mudanças e transições.

Em 2013-2014 eu me planejei para mudar de carreira. Foi um ano intenso pacas aqui no blog, se você olhar os arquivos. Organização foi o tema do meu ano, de fato! Estava no Centro Budista, centradinha na minha rotina de meditação, nos cursos etc. Ano 5 = transição para trabalhar com produtividade.

Em 2002, foi quando saí da faculdade de Jornalismo – saindo de um ano em que tive depressão! Uma loucura isso! São muitas semelhanças! Ano 5 = início da faculdade de publicidade.

No ciclo anterior, em 1993, foi a minha entrada na adolescência e quando comecei a me interessar por organização, quando mudei para uma escola melhor. Dá pra imaginar? Ano 5 = escola nova.

Enfim, eu sempre tive bons anos 4. Tenho boas expectativas para esse novo, pois estou mais madura. Vivi toda uma vida desde o meu último ano 4. Assim vejo como eu evoluí em termos pessoais, profissionais, apesar de ainda ter várias questões a resolver e que certamente serão trabalhadas nos próximos anos. E qual será a mudança do ano 5? Só a vida dirá. 😉

Ao longo dos próximos meses, compartilharei mais sobre essas percepções com vocês!

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Roupas, Trimestral

Esse período do ano é difícil de bater o martelo quanto às roupas, porque aqui em São Paulo tem dias que faz muito calor, tem dias que faz muito frio, e tem dias que trazem as quatro estações no mesmo dia! De modo geral, nessa época do ano o tempo ainda está geladinha e tem o agravante da chuva. Logo, mais do que uma armário-cápsula de primavera, para mim faz sentido montar um armário para os próximos 30 dias, quase como se eu fosse passar um mês fora, viajando. Depois repenso as peças.

O raciocínio tem sido então em torno de:

  • tecidos (veludo, flanela, moletom, lã, pelúcia)
  • tipos de roupa (confortável, casual, elegante para reuniões, arrumadinha para gravar aulas)
  • compromissos do mês
  • calçados (especialmente para chuva, e calçados influenciam nas partes de baixo escolhidas)

Sobre cartela de cores

Minha cartela é de profundidade, mais inverno mesmo e, quando estou “bronzeada”, algumas cores da cartela de outono. O que sei mesmo é que o que fica melhor em mim são as cores “profundas”, haha, como explicar? Essas aqui: vinho, berinjela, azul petróleo, roxo uva, verde garrafa, mostarda, rosa escuro, azul bic. Elas fazem muito sentido no inverno também.

De cores mais claras, estou buscando na minha cartela o que faz mais sentido e que eu goste. Tenho curtido lavanda, verde limão, vermelho, e tentado encontrar um pink que fique bom em mim (o mais azulado fica esquisito). Esse tom aqui embaixo parece fazer sentido para mim:

Esse look acima me representa porque adoro tom sobre tom e estou numa fase de estampa de píton também (inconsciente coletivo de Pantanal? talvez). Eu não curto muito estampa, mas animal print e xadrez são as exceções, com moderação.

Nos dias mais quentes, me vejo usando linho e algodão. Adoro.

Eu fiz uma revisão no meu armário nos últimos dias e separei MUITA coisa para doar. Cada vez mais eu tenho consciência do meu estilo e, por isso, sou mais criteriosa para comprar e para manter as peças que fazem sentido.

Ainda não “fechei” o armário-cápsula da vez porque estava nessa seleção para doação, mas pretendo postar em breve minhas escolhas.

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O Mínimo Viável Diário é um conjunto de atividades essenciais para o bem-estar, casa, trabalho etc. Esses afazeres precisam ser realizados todos os dias para manter a rotina e tudo minimamente em ordem. 

Meu MVD hoje é basicamente este aqui:

  • Dormir pelo menos sete horas e meia (mais do que acordar em tal ou tal horário)
  • Beber de dois a três litros de água
  • Arrumar a cama
  • Sempre trocar de roupa para mudar a vibe do dia (influencia muito na minha saúde mental)
  • Dar pelo menos uma volta na rua
  • Lavar a louça
  • Dar uma geral nos banheiros
  • Dar uma geral nas coisas que estão fora do lugar
  • Cuidar da alimentação de todos em casa
  • Cuidar das finanças
  • Escrever
  • Estudar
  • Tempo de qualidade com o Paul
  • Tempo de qualidade com o meu marido
  • Pelo menos um alongamento como atividade física
  • Processar e responder mensagens
  • Acompanhar as notícias (me distrai)
  • Revisar e planejar a minha agenda e lista de afazeres
  • Meditar
  • Ficar sozinha (quero ter o “meu momento” todos os dias)

Como toda checklist, organizo no Notion hoje em dia. O MVD me ajuda a ter foco em dias mais difíceis.

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Uma das atividades que considero interessantes na revisão trimestral / sazonal é repensar e redesenhar o meu dia ideal.

A vida muda, a rotina muda. Com base nessa premissa, sempre que alguma circunstância muda, eu sinto a necessidade de redesenhar o meu dia ideal. Esse é um exercício interessante de ser feito para que ele seja realmente isso: um ideal. Aquilo que você busca fazer diariamente. Dentro dele também se encontra o mínimo viável diário, que é a versão 8 dos 80. O fluxo diário sempre vai ficar entre o mínimo viável e o dia ideal, pois depende dos compromissos e das particularidades daquele dia. O importante é você personalize.

O que é o dia ideal?

O dia ideal é uma checklist de como seria um dia ideal seu, hoje, nas condições de vida que você tem atualmente, se você fizesse tudo “certinho”. Desde a hora que você acorda, até a hora que vai dormir, respeitando seus compromissos, obrigações, autocuidado, enfim, todas as áreas da vida, como seria seu dia ideal hoje? Não é para ser idealista, pensando em coisas que não existem, tipo “aaaaah o ideal mesmo seria acordar 11h da manhã mas meu trabalho começa às 8h”. Não é sobre isso! É sobre analisar a realidade e buscar compreender como o dia seria mais tranquilo para você. Por ex – ok, tenho que começar a trabalhar às 8h? Como faço isso de uma maneira mais tranquila? Preciso acordar mais cedo? Dormir mais cedo? Tomar um café antes de começar? Etc.

O redesenho do dia ideal tem a ver com a construção de hábitos dentro de uma rotina que você sempre pode repensar para se sentir melhor.

O meu redesenho

Sinceramente, eu vou conseguir redesenhar a minha rotina e o meu dia ideal quando finalizar a mudança de escritório. Isso porque o novo escritório será ao lado da minha academia 🙏🏻 e eu vou conseguir planejar melhor as minhas atividades físicas. Por enquanto, estou em uma espécie de intervalo etéreo, entre o fim de um projeto profissional cansativo (que comentei em um post anterior) e o início de uma nova fase. Portanto, meu foco, de verdade, está em descansar. Estou dormindo mais, me recuperando fisicamente mesmo. Não estou me cobrando performance em atividade física. Simplesmente preciso desse descanso de modo geral no momento.

Hoje, para mim, tem feito sentido dividir o meu dia em blocos de 3 horas:

  • 6h-9h
  • 9h-12h
  • 12h-15h
  • 15h-18h
  • 18h-21h
  • 21h-00h

Estou determinada a trabalhar 6 horas por dia e dedicar 3 horas para as aulas do Doutorado. Isso dá 9 horas de trabalho por dia, de modo geral. Fica mais ou menos assim:

  • 6h-9h
  • 9h-12h – trabalho
  • 12h-15h
  • 15h-18h – trabalho
  • 18h-21h – faculdade
  • 21h-00h

Não é engessado – é uma referência. A aula pode ser das 19h às 22h, assim como posso escolher fazer 6 horas direto de trabalho sem o intervalo que faço no almoço. Mas estou fazendo isso para entender como alocar meu tempo na minha rotina. Fica mais ou menos assim a distribuição:

  • 6h-9h – autocuidado, saúde, “me” time
  • 9h-12h – trabalho (mais deep work – envolve escrita acadêmica)
  • 12h-15h – descanso, família, resolver coisas na rua, lazer
  • 15h-18h – trabalho (mais “externo” – reuniões, aulas, lives)
  • 18h-21h – faculdade (inclui deslocamento)
  • 21h-00h – família, descanso, lazer, leituras

Isso me ajuda a organizar os dias. Por exemplo, se tiver que agendar uma consulta médica, faço antes das 9h, se der. Se precisar ir até a Leroy Merlin ver coisas da obra, entre 12h e 15h faz mais sentido. Se não tiver aula de noite, me dedico aos estudos. Enfim, é só uma sugestão de como alocar o dia. Obviamente tem dias que faço diferente.

Não muda tanto aos finais de semana. O que acontece é que eu troco um pouco os blocos – estudo de manhã, ou faço algum tipo de trabalho (especialmente ligado ao Doutorado) na hora do almoço, passeio com a família à tarde etc.

Por que é importante desenhar o dia ideal

É sobre ser leve.

Esse redesenho foi importante para mim porque, quando eu não tenho tais critérios, minha tendência é ir agendando as coisas nos horários que são melhores para as outras pessoas – o que é ok, contanto que não influencie negativamente no meu dia também. Então pensar na agenda desta forma na real é uma atitude de auto respeito e de autocuidado. Sempre que alguma configuração na sua rotina mudar, repense seu dia ideal. Isso pode te ajudar a encaixar as prioridades com mais certeza.

Onde organizar

Como falei anteriormente, o dia ideal é uma checklist. Organize onde você costuma colocar as suas checklists. Eu organizo em uma página no Notion pois faz sentido para mim.

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Uma das revisões que considero importantes nessa revisão do trimestre é a revisão das minhas áreas da vida em um sentido mais amplo. Reflito sobre a minha rotina, o meu dia ideal e outros aspectos.

Tenho um mapa mental no Mind Meister para as áreas da minha vida. Esse mapa é como se fosse um mapa da minha vida mesmo – um detalhamento maior das reflexões que faço mensalmente com a roda da vida.

Tem uma estrela na área Saúde, que é a minha área de foco deste ano e ela DEFINITIVAMENTE foi a área deste ano. Já está desenhada a do ano que vem, que na real começa agora, no meu ano novo do aniversário, e será Social. ❤️ Depois farei um post específico explicando os motivos, mas já aproveitei para dar um trabalhada nessa área no meu mapa.

O teor dessa revisão é realmente ir mexendo no mapa cada vez que o revise – acrescentando coisas, renomeando, tirando o que não faz sentido, identificar projetos e por aí vai. Tem sido mais legal fazer trimestralmente que mensalmente – mensalmente deixo a análise da roda da vida e da ferramenta Organização 360, que foi uma que desenvolvi para o Método Vida Organizada. Mas revisar as áreas da vida nesse mapa a cada virada de estação me permite desenvolver um distanciamento um pouco maior para avaliar as mudanças e perceber desequilíbrios.

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Categoria(s) do post: Diário da Thais, Trimestral

Quando muda uma estação, além da conexão com a natureza, como ser humano, eu também uso como um lembrete para revisar alguns temas que, para mim, faz sentido revisar a cada três meses. Chamo isso de revisão trimestral. É quando reviso:

  • como aloquei meu tempo / minha vida no último trimestre
  • o que estava planejado / o que conseguir fazer
  • reviso os planos para o próximo
  • reviso alguns tópicos importantes como: minha rotina, minha alimentação, minha saúde, rotina da família e da casa, armário e roupas, objetivos de vida, marcos e entregas de projetos

Reviso a minha rotina de modo geral para garantir que ela ainda esteja adequada. Pode ser uma boa redesenhar o que eu considero o meu dia ideal nas circunstâncias atuais da minha vida. Isso vale para todas as áreas, mas principalmente saúde, casa e trabalho.

Eu também gosto de reorganizar o meu guarda-roupa de modo que o espaço seja otimizado. Como meu guarda-roupa é pequeno, eu preciso manter com fácil acesso apenas as roupas que posso usar nesta época do ano. Por isso, eu gosto de fazer essa revisão nesse momento, guardando na parte de cima as peças que certamente não preciso olhar até a revisão da próxima estação.

Eu também gosto de adequar a minha alimentação seguindo princípios do Ayurveda (sistema de medicina indiano), consumindo mais alimentos de época e respeitando as necessidades que o meu corpo tem no frio.

Também faço adequações na casa (veja o post de ontem aqui no feed), reviso meus objetivos e próximas entregas de projetos que planejei para o trimestre.

Eu pretendo criar posts aqui compartilhando a revisão de cada um desses aspectos. Hoje é mais um apanhado geral.

Meus últimos três meses foram marcados pelo cansaço. Por quê? Porque iniciei um trabalho corporativo ali na metade de julho e saí apenas agora em setembro. Foi um projeto que peguei e que achei que conseguiria conciliar com o Vida Organizada e o Doutorado, mas não rolou. O Doutorado está me demandando muito e esse outro trabalho tinha muitas viagens, o que inviabilizava o Doutorado. O Vida Organizada em si roda bem já sem tanto da minha presença, mas eu não podia faltar mais no Doutorado (logo explico o motivo!). Em junho e julho isso foi tranquilo porque eu estava de férias mas, quando voltei em agosto, foi terrível. Fiquei cansada pacas e tomei a decisão de não prosseguir com esse trabalho. Foi uma decisão muito difícil porque, quando o aceitei, eu visava o longo prazo. Mas aconteceu algo inesperado no Doutorado que me obrigou a escolher, e foi isso.

Além desse aspecto central, meus últimos três meses foram marcados pela sobriedade. Eu parei de beber álcool. Já tinha ficado quase três anos sem beber e, no final do ano passado, voltei. Foi a pior decisão de todos os tempos. Tirou meu foco, potencializou minha depressão, me colocou em uma crise existencial ainda mais intensa, entre outros problemas. Quando identifiquei isso, resolvi parar. Não sei se vocês têm interesse nesse assunto, mas posso falar mais em algum momento, se vocês acharem que tem a ver. Sinceramente, eu acho. O consumo de álcool é muito normalizado na nossa rotina e não acho que ajude em nada, pelo contrário.

A virada do ano, para mim, representou uma espécie de renascimento. Meu último ano foi muito, muito difícil emocional e profissionalmente. Ainda na pandemia, sem vacina, e uma série de coisas que aconteceram por aqui. Tive meses no início do ano em que fiquei realmente incapacitada por conta da depressão. Posso dizer que finalmente melhorei após o meio do ano. E, quando deixei aquele projeto profissional, eu pude descansar mais fisicamente, o que venho fazendo desde então. Relembrar meu lema para o ano foi fundamental, e é o que tenho feito nas últimas semanas. Me fez retomar o foco. Tô focada!

Conquistei dois objetivos importantes nesse último trimestre, mas sobre isso falarei em um futuro post, assim como sobre outros temas.

A virada de uma estação para a outra é o meu lembrete de fazer essa revisão. Espero que a checklist seja útil para você também.

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Categoria(s) do post: Novidades

Estamos em uma nova fase com nosso conteúdo e, a partir de hoje, o Organiza Cast – podcast do Vida Organizada – terá temporadas! Nesta primeira, teremos 10 encontros sobre Trabalho & Saúde Emocional, um tema que consideramos URGENTE no momento.

Junto comigo, estarão a Ludmila Carvalho e a Malu Oliveira – ambas tutoras do Método Vida Organizada – e será um bate-papo gostoso, leve mas muito assertivo sobre como podemos lidar com os principais desafios do mundo do trabalho, especialmente no que diz respeito ao relacionamento com os outros e a como reagimos.

Clique aqui ou abaixo para acessar a página do Episódio 1:

O podcast será feito ao vivo toda semana e, depois, publicado nas diversas plataformas de áudio do podcast, como o Spotify.

Estou muito feliz com esse novo projeto e espero que você goste também!

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Categoria(s) do post: Diário da Thais, Anual

Todo mês de setembro eu já começo a planejar o meu ano porque é época do meu aniversário, que acontece este mês. Apesar de vivenciar e respeitar o ano novo civil (que começa no dia 1 de janeiro), eu amo a sensação de “anos novos” de maneira geral – chinês, astrológico, judaico, assim como o meu ano novo pessoal, que começa no dia do meu aniversário. Se a gente parar para pensar, todo dia é um ano novo, e eu sinceramente gosto muito dessa percepção, pois me permite repensar e renovar todos os dias, sem apego ao passado e coisas, situações, que eu não deveria mais vivenciar.

Começar a pensar nesse planejamento me ajuda a revisar o ano que está acabando e o que eu espero para o próximo. Ainda vou fazer várias dessas ações, mas quis compartilhar um post inicial para dizer o que pretendo fazer, para você acompanhar mesmo, se quiser pensar em algo parecido para o seu planejamento anual.

  • Todo ano, eu publico aqui no blog um texto no dia do meu aniversário com as minhas percepções sobre a vida no geral. Este ano vou completar 41 anos. Escrever esse post é sempre uma oportunidade legal de reflexão que eu faço anualmente.
  • Eu adoro acompanhar o ciclo de nove anos dentro da numerologia cabalística, influenciada enormemente pela minha amiga Wanice Bon’Ávigo. Inicio um ano pessoal 4 entre 25/09/22 e 25/09/23, mas confesso que já venho sentindo os efeitos desse número há algumas semanas (a Wan disse que é normal!). O número 4 é o “número da organização” e eu sinto que, de fato, se fará presente pacas ao longo deste novo ano para mim (explicarei melhor mais adiante).
  • Vou revisar todo o meu planejamento de vida, que tem exercícios de auto-conhecimento e o planejamento a longo, médio e curto prazo, fazendo um recorte para o ano em questão. Isso me ajuda muuuuito a ter uma noção de qual deve ser o meu foco para o ano, que área pretendo focar mais, que foco quero dar para cada uma das áreas da vida etc. Eu reviso no final do ano (no verão) mas a base já está bem estabelecida.
  • Também gosto de fazer uma reflexão com a mandala do ano usando o tarô. Algumas pessoas acham engraçado eu gostar do tarô mesmo sendo budista. Isso parte de uma concepção um pouco equivocada sobre ambas as coisas. Budismo é a minha religião e afeta as minhas crenças sobre a vida, o divino e o mundo em geral. O tarô é uma ferramenta de reflexão e auto conhecimento, não uma “crença”. Logo, uma coisa não afeta a outra. É uma ferramenta, apenas! Divertida e que me permite exercer a criatividade.
  • Ainda nessa mesma linha, também gosto de refletir sobre a minha revolução solar, que é basicamente um mapa astrológico sobre a influência dos astros no meu ano. Este ano eu jea fiz com a Stella, que é INCRÍVEL e super recomendo! São reflexões que costumo acompanhar ao longo do ano para refletir sobre como a minha vida está acontecendo. Não se trata de “basear minhas decisões nesses acontecimentos”, mas de usar como ferramentas de auto conhecimento, como falei.

Eu faço essas reflexões tanto no papel quanto no próprio Notion. Eu também gosto de digitalizar o que fiz no papel para subir nessa página do ano No Notion também e manter como registro.

Todas essas reflexões nessa época do ano me ajudam a ter mais foco em atividades de planejamento e, no final do ano, entre novembro e dezembro, costumo organizar um grande evento aqui no blog para ajudar todo mundo de modo geral a se planejar para o ano que vem.

Todo dia começa um ano novo, se você quiser. <3

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Categoria(s) do post: Tecnologia, Roupas

Outro dia testei uma coisinha aqui que funcionou bem e quis compartilhar com vocês.

Acessei o Pinterest.

Na busca, digitei “outfit for 15 degrees” (“roupa para 15 graus”).

Apareceu isso aqui:

Achei bem bom!

Vamos para outro teste – 40 graus no calor. Não rolou muito bem, então tive que adicionar que era para um dia quente.

22 graus em um dia chuvoso:

O legal do Pinterest é que, quanto mais você usa, mais o algoritmo trabalha a seu favor. Quando você entra na ferramenta, sua página inicial vai mostrar imagens relacionadas às suas últimas buscas, trazendo ideias para seu contexto no momento.

Para roupas, são boas ideias para usar a criatividade com as peças que tem no guarda-roupa.

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Eu não posso me dar ao luxo de não pensar em finanças. É como o tempo. Quando a gente tem bastante, organizar não é uma necessidade. Com dinheiro, é a mesma coisa. Como a maioria dos brasileiros, eu não posso me dar ao luxo de não pensar nisso. Organizar as finanças é algo essencial.

Meu foco de vida sempre é buscar uma segurança maior. Para mim, isso representa ter uma casa para a nossa família, uma casa para o meu trabalho, e guardar dinheiro para não passar dificuldade na velhice. Mas o dinheiro também deve proporcionar o básico no dia a dia: pagar contas, comer, ter um plano de saúde, estudar, e certo consumo (livros, roupas).

Eu sei que é muito complicado falar sobre finanças para um país com tanta desigualdade social. Farei o possível para tentar sempre citar exemplos diversos, mas eu assumo desde já que os posts provavelmente terão o meu ponto de vista de classe média, pois é meu local de fala.

Dentro desse contexto, acho sempre importante lembrar que não somos responsáveis por problemas estruturais do sistema econômico que nos rege. Ele é avassalador. Não podemos dar “dicas de finanças” falando para a pessoa guardar 10% do que ganha se o que ela ganha nem paga o mínimo que ela precisa para sobreviver. Precisamos ir na raiz do problema e trabalhar pela sua resolução real. Consciência do problema é o primeiro passo.

Na minha realidade, o foco com relação a gestão de finanças é: 1) ganhar dinheiro com o meu trabalho e 2) economizar o máximo que puder. São cenários ideais que eu busco, mas não cobro nenhum tipo de perfeição. É apenas o que eu tenho em vista.

Todo “guru” de finanças fala para termos metas de finanças mas, para mim, isso funciona só de vez em quando – quando tenho essa liberdade. Muitas vezes, penso apenas nos dois pontos acima.

Não acredito em uma vida com ostentação sendo que existe tanta desigualdade. E acho que todo criador de conteúdo deveria ser mais responsável ao lidar com esse tema.

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A ferramenta que eu utilizo para organizar os meus projetos é o Notion.

Tenho um database para Projetos 2022, que é a maneira que gosto de organizar.

Eu não organizo tarefas ou próximas ações no Notion. Já tentei algumas vezes e, apesar de ser legal e dar para fazer funcionar, PARA MIM não rolou. Prefiro uma ferramenta nativa de listas para isso, como o Todoist (que estou usando). Assim, reviso os projetos semanalmente e garanto que o que eu posso fazer com relação a ele esteja no Todoist. E é isso.

Dentro de cada projeto eu acompanho o status geral.

Os status que uso são: em espera, em andamento, cancelados e concluídos.

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Categoria(s) do post: Novidades

Completamos 1 ano de Comunidade de Práticas.

O objetivo ao criar essa comunidade, há 1 ano, era o de proporcionar um ambiente de aprendizagem que fosse contínua, sem necessariamente ser como a trilha de um curso.

Tenho muito orgulho do caminho que construímos até aqui.

Hoje, a comunidade é composta por pessoas apaixonadas por produtividade e que querem se manter atualizadas. O acesso é anual.

A Comunidade de Práticas do Vida Organizada é o nosso ACAMPAMENTO – um espaço onde você tem:

  • Acesso imediato
  • Atividades 100% online
  • Sem o comprometimento de um curso – você faz no seu ritmo!
  • 5 Workshops: Hábitos, Como começar, Planejamento do Ano, Todoist, Interrupções
  • Materiais complementares
  • Aulas extras
  • Acesso à mentoria mensal
  • Acesso ao Clube do Livro
  • Acesso ao encontro mensal em grupo com psicóloga
  • Acesso ao grupo exclusivo no Facebook (opcional)

Esse formato está super maduro e particularmente eu amo e tenho orgulho dessa comunidade!

Saiba mais

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