Categoria(s) do post: Diário da Thais

De acordo com a numerologia cabalística, nós vivenciamos ciclos de nove anos em nossas vidas, desde o ano em que nascemos.

Não nascemos necessariamente em um “ano 1”. Não é essa a conta. Os números são símbolos. Para saber qual o seu ano pessoal, você deve somar o dia, mês e ano do seu último aniversário para saber em que etapa desse ciclo de nove anos você está. Em 25 de setembro de 2020, eu entrei em um ano 2, pois: 2 + 5 + 0 + 9 + 2 + 0 + 2 + 0 = 20 = 2 + 0 = 2.

Pelo que aprendi com a minha amiga Wanice (especialista em numerologia cabalística), esse ciclo de nove anos representa uma etapa na nossa vida. O que você começa no ano 1 é aquilo que você vai concluir até o ano 9. Gosto de pensar assim pois me dá perspectiva de médio prazo.

Somos bem grandinhos e respeitosos por aqui mas sempre vale lembrar que não “acredito” em numerologia, astrologia, tarô ou áreas do tipo. Não estamos falando sobre crenças, mas sobre ferramentas esotéricas, holísticas e até lúdicas para o auto-conhecimento. Se você não vê interesse nisso, tá tudo bem. Cada um, cada um.

Os anos 1 e 2 foram anos de início, expectativas e trabalho.

O que eu comecei no ano 1? A minha trajetória acadêmica, sem dúvida, e o trabalho com PRODUTIVIDADE COMPASSIVA.

Movimento, expressão e criatividade são os temas de um ano 3.

É o momento de colher os primeiros frutos daquilo que foi plantado e cuidado nos anos 1 e 2.

Surgirão muitas oportunidades, então por isso é importantíssimo que eu tenha clareza sobre todas as coisas que eu quero e onde quero chegar.

O processo criativo será intenso!

Áreas que se dão bem em um ano 3: estudos, planejamento, viagens com fins de conhecimento (tipo, viajar para fazer um curso), aperfeiçoamento.

Fase agitada, porém em um fluxo natural.

É importante cuidar bem do corpo para ele ficar bem ao longo desse ano!

Haverá muitas oportunidades de lazer, mas é importante não gastar muito e economizar.

Os talentos criativos serão revelados mais ainda nessa fase da vida. A ideia é “deixar a criança interior brilhar”.

Também é um excelente ano para trabalhar a auto-estima e a confiança, com forte magnetismo pessoal.

Mudanças de todos os tipos são favoráveis!

Leve as relações e situações variadas com leveza. E é isso.

Favorável pacas: crescimento e expansão profissional.

Tomar cuidado com: gastos excessivos!

Fonte: pesquisei em muitos muitos muitos sites e lugares, além de ter muitas anotações guardadas sobre isso, como referência. Usei todas elas para escrever as considerações acima.

Foto de 2013

O meu último ano 3 foi entre 2012 e 2013. Foi justamente quando eu decidi que queria viver do Vida Organizada e iniciei essa curva de mudança. Eu produzi MUITO conteúdo naquela época – meu cérebro estava fervilhando de ideias.

O anterior tinha sido entre 2003 e 2004 – o ano que entrei em Publicidade, saindo do Jornalismo, e comecei a trabalhar fazendo estágio na área, enfim, foi um ano criativo pacas.

Ainda antes disso, 1994-1995, o ano do tetra, da minha mudança de escola, de ter escrito, tocado muito (teclado, violão). Mais um ano que me lembro demais.

Bem, antes disso era 1985 e eu tinha completado 4 anos (rs). Não me lembro tão bem assim mas tenho uma fotinho ali em cima só para ilustrar como eu sempre gostei de criar, desde pequena. E é isso.

Minhas expectativas estão felizes para este ano que já começou e que, sinceramente, para mim reflete um período muito feliz da minha vida – talvez o mais feliz até então. Estou plena, calma, tranquila, focada, centrada, sabendo lidar com as coisas, problemas, tudo.

Prevejo um ano muito legal! Ao longo dos próximos meses, compartilharei mais sobre essas percepções com vocês!

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Diário da Thais
Link da Amazon

Eu tinha lido esse livro há muitos anos no meu Kindle mas, recentemente, eu vi um monte de vídeos gringos se referindo a ele e me deu vontade de reler. Estava na minha lista de desejos da Amazon para acompanhar os descontos e, quando surgiu uma boa oportunidade, comprei a versão física dele em paperback, e aí aproveitei para reler. E na real foi uma leitura totalmente nova, pois estou em outro momento como estudante, com outra visão, outra experiência na bagagem.

Este é um livro muito voltado para estudantes ali no ensino médio, entrando na faculdade, fazendo pós-graduação, mas serve para todo mundo que estuda, precisa organizar os seus estudos e, de alguma maneira, ter uma produção intelectual derivada disso. Então, para mim, com o Doutorado agora, ajudou pra caramba, assim como eu acredito que ajudaria outras pessoas que estudam mas que não necessariamente se enquadram nas “categorias” acima.

Um resumo das principais dicas do livro para te fazer refletir se ele vale a pena para você:

  • Gerencie sua rotina diária em 5 minutos revisando o que precisa ser feito e planejando na sua agenda. Fiz um post sobre isso outro dia descrevendo melhor. Vale lembrar que uma técnica assim não está dissociada de planejamentos maiores, que o próprio Cal traz no livro também.
  • Planejar é importante na escrita e entrega de trabalhos, e ele traz várias ideias de cronogramas para fazer isso baseados em fases de produção – estudar um tópico, encontrar um tema, desenvolver uma tese inicial, estudar, discutir com o professor, desenvolver os tópicos, e por fim escrever. Só isso, para mim, vale o livro.
  • A organização dos materiais de estudos é fundamental para você conseguir planejar seus estudos diariamente e ter acesso aos textos conforme necessário para as aulas.
  • Sua rotina de estudos boa depende de você cuidar do seu sono, da sua alimentação e de outros elementos que não necessariamente têm a ver com os estudos mas que vão impactar diretamente.
  • A importância das revisões periódicas e de como é fundamental produzir escrevendo, fazendo suas anotações em aulas e de leituras, e como tudo isso vai facilitar enormemente qualquer produção que você venha a fazer posteriormente, além de ajudar com provas e seminários.

Além dessas, tem muitas, muitas outras. O livro é dividido em três partes:

  1. O básicos dos estudos, onde ele fala sobre como gerenciar seu tempo, lidar com a procrastinação e planejar como e onde vai estudar;
  2. Provas, exames etc. Como fazer anotações, escrever resumos, pesquisar, organizar os materiais, tirar dúvidas;
  3. Artigos e trabalhos: encontrando um tema instigante, pesquisando, ouvindo o professor, leituras, produção de narrativa, escrita, revisão, enfim.

Fora tudo isso, ele traz exemplos de pessoas reais ao longo do livro e também simulações de casos para pessoas em condições diversas. Por exemplo, como um estudante que só tem uma semana para fazer um trabalho consegue se organizar, diferente de uma pessoa que tenha um mês? E o que fazer quando há imprevistos, preguiça etc? O livro é bem legal mesmo nesse sentido.

Fica a recomendação então para quem se identifica com esses tópicos, gosta de estudar e está sempre de olho em bons livros sobre técnicas de estudos. Eu considero um dos mais legais que já li nesse tema.

Infelizmente só tem em inglês por enquanto mas você consegue comprar pela Amazon tanto na versão para Kindle quanto na versão impressa. Se você comprar utilizando este link, você ainda hoje o blog, que recebe uma pequena comissão pela venda. 😉

Caso você já tenha lido esse livro e queira deixar suas impressões, escreva aqui nos comentários! certamente vai auxiliar outros leitores ou pessoas que cheguem até aqui querendo saber mais sobre esse livro e se ele vale a pena. Muito obrigada!

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Tecnologia

Para migrar suas notas do Evernote para o Notion, basta clicar em “Import”, na barra lateral do Notion, embaixo.

Abrirá uma nova janela onde você poderá escolher “Evernote” (ou outras opções).

A janela pedirá o seu login e, então, bastará escolher o caderno e as notas a importar e esperar o Notion fazer sua mágica.

A primeira vez que eu importei algo do Evernote foi um caderno em que eu costumava guardar textos da Internet para ler quando tivesse um tempo. Quando importei para o Notion, ele criou um database com esses textos. Dá para você ter uma ideia então de como ficará.

Mas, quando eu fiz isso, me perguntei se valia a pena fazer essa importação sem filtrar o que eu estava puxando de lá ou se valia a pena realmente o retrabalho de trazer para o Notion tudo o que já estava no Evernote. Explico.

Primeiro, que a mudança de uma ferramenta é uma excelente oportunidade de revisar e fazer uma limpeza em dados armazenados. Será que ANTES de importar não valeria a pena revisar e deletar alguns materiais que não precisem mais ser guardados porque não são mais relevantes?

Segundo, que talvez valha a pena manter alguns materiais lá, no Evernote, e simplesmente recomeçar com outras funções no Notion e, aos poucos, ir migrando o que sentir necessidade. Não precisa migrar tudo. Tá tudo bem ter as duas ferramentas, sendo que o Evernote pode acabar virando uma espécie de “arquivo permanente” com informações mais antigas e que talvez você não precise mais acessar no momento. E, no Notion, você começa uma nova história.

Foi o que eu resolvi fazer. Reestruturei o Evernote de modo que ele mantivesse sua estrutura antiga e recomecei meu arquivo de referência no Notion com aquilo que preciso ter acesso no momento. Conforme fui sentindo necessidade, caso o material estivesse no Evernote, eu transferia de um para o outro, mas fiz isso manualmente, pois era pouco volume.

Quando eu abro o meu Evernote, eu não vejo um arquivo “desatualizado”. Eu sinto como se estivesse abrindo uma caixa de recordações que guardo embaixo da minha cama com coisas que são ou que já foram importantes para mim em algum momento e que eu quis guardar por qualquer motivo – talvez eu até precise consultar futuramente. Mas não são materiais que eu estou usando no momento nem que preciso ter acessíveis, pois estou usando outro tipo de pasta no meu home-office. É assim que eu vejo. 😉

Muitas vezes me perguntam por que eu mudei. Essa escolha de ferramentas pode até ter motivos racionais – e, no caso do Evernote, certamente as mudanças na ferramenta realizadas nos últimos anos não me agradaram como usuária – mas na real poderia não ter tido qualquer motivo assim e eu simplesmente quisesse mudar. Faz parte. O Notion apenas me atende melhor no momento para a organização de referências, mesmo porque hoje eu sou outra pessoa armazenando essas referências. Antes, a facilidade do Web Clipper para armazenar artigos e materiais me fascinava no Evernote. Hoje, prefiro que tudo seja armazenado com um pouco mais de intenção, porque não tenho tempo a perder com microgerenciamento de coisas que eu não preciso.

Visualmente, tenho preferido também o Notion. É isso.

Cada mudança de ferramenta te dá uma oportunidade de revisar o que você está armazenando e manter apenas aquilo que é realmente importante na sua vida.

A fonte de todo o sofrimento está no apego. Let it go.