Categoria(s) do post: Diário da Thais, Trimestral

O planejamento deste trimestre foi fechado entre novembro e dezembro do ano passado.

Meu planejamento pessoal foi fechado em novembro e, em dezembro, fechamos juntos, em equipe, o planejamento da empresa.

Fazer um planejamento não significa que ele não esteja aberto a novas descobertas e iniciativas. Significa que pensamos com antecedência naquilo que é prioridade e tomamos algumas decisões para facilitar o futuro. Obviamente TODO planejamento sofrerá reajustes porque não se trata de uma previsão 100% e sim de um caminho traçado antes de viver o caminho em si.

Todo planejamento faz parte de algo maior, então o planejamento do trimestre faz parte do planejamento do ano. O que fazemos é encontrar o recorte do que precisa ser feito no ano para visualizar o que pode ser feito no trimestre.

O planejamento do trimestre envolve verificar:

  • datas na agenda – feriados, eventos, viagens, grandes prazos
  • “quebrar” em marcos menores e planejar entregas dos projetos no trimestre em questão
  • checklists de revisão que dão suporte à vida e ao trabalho como um todo

Esse planejamento acima foi feito em equipe e, na semana seguinte, nós definimos também quais eram as prioridades de cada marco ou entrega para este mês – janeiro.

Na segunda quinzena de janeiro, planejamos fevereiro.

No meio de fevereiro, revisaremos o planejamento trimestral para “ajustes de realidade” e planejar o segundo trimestre.

Parece “muito planejamento” mas é justamente assim que conseguimos concluir nossos projetos e focar no que é prioridade. Quem acha que é muito planejamento geralmente é justamente quem mais precisa disso! rs

Já no aspecto pessoal, mesma coisa, com a diferença que não faço em equipe e sim sozinha.

Eu também organizo de maneiras mais leve e lúdica, pois são coisas só minhas (no da equipe tem um monte de gente tocando as iniciativas além de mim, então tem sua complexidade).

A definição das prioridades do mês vai na mesma linha.

A partir desses planejamentos, vamos fazendo os planejamentos semanais.

Breve recado sobre compartilhar templates do Notion: quando me sentir ok para fazer, farei. Por enquanto não tem, mas posto os prints de modo que vocês possam se inspirar e criar suas próprias versões. Obrigada.

A parte de calendário eu planejo no planner e depois organizo na agenda do Google.

A parte de listas eu faço no Notion direto mas, se quiser fazer escrevendo no papel antes, eu uso o Bullet Journal.

Qualquer dúvida, deixe um comentário. 😉

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Estudos

Um pouco sobre a minha organização dos estudos atualmente.

Estou em um esforço constante de dar cabo dos livros que já tenho, pois eu adquiri muitos livros nos últimos anos e sei que tem muito ouro aqui para eu consumir antes de comprar livros novos. Mas o fato é que sempre surgem bons lançamentos e, enfim, eu leio bastante, então qualquer aquisição sempre acaba se justificando. Segue um pouco sobre essa relação entre leituras e estudos em andamento.

Clubes do livro

Alguns anos atrás eu assinei a TAG e, no final das contas, acabei doando muitos livros porque eu percebi que sou uma pessoa que não lê ficção aleatoriamente – eu leio quando está relacionada a algum projeto que tenho no momento ou a algum tema específico.

Por exemplo, em 2022 será celebrado o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922. Eu lembro que nunca “saquei” os livros do Modernismo brasileiro na época da escola. Achava as leituras chatíssimas. Mas o fato é que eu não tinha bagagem histórica, sociológica ou política para entender o movimento. Este ano, tenho um projeto de leitura então que envolve aprender mais sobre esse movimento, e por isso a leitura de vários livros faz sentido para mim agora, dentro de um contexto.

O primeiro livro que li foi o Manifesto Antropofago do Oswald de Andrade, que já me levou à vontade de ler outros livros relacionados (como a biografia da Pagu, por exemplo), e na sequência comecei o Paulicéia Desvairada, do Mario de Andrade. São os autores da primeira fase ali do Modernismo – e quero fazer essas leituras antes de ir para a segunda fase, que é mais focada no regionalismo, na geração de 1930. Por exemplo: eu tentei ler “O tempo e o vento” alguns anos atrás e não gostei muito porque a leitura estava fora de contexto. Agora, tenho certeza que fará mais sentido, lido com outros autores do mesmo tempo.

Uma coisa que acontecia quando assinei a TAG foi que as leituras se acumularam. Esse foi um grande aprendizado sobre clubes do livro para mim. Funciona se eu ler o livro no mesmo mês, até para aproveitar os conteúdos adicionais disponibilizados pelo próprio serviço e também resenhas de outras pessoas que estejam fazendo essa leitura no mesmo momento. Eu não assino a TAG novamente neste momento porque não consigo abrigar mais um projeto de leitura agora, especialmente com o Doutorado em andamento, mas eu certamente aplicaria essa regra de ler o livro do mês no mês em questão e não depois, caso viesse a assinar novamente.

Os dois clubes do livro que eu assino hoje são:

  1. Armas da Crítica
  2. Panacéia

E aí, como comentei, meu esquema é ler o livro do mês no mês em questão, antes da chegada do próximo. Foi a maneira que encontrei de curtir cada clube e também de aproveitar os materiais complementares à leitura em questão. Depois que comecei a fazer assim, as minhas leituras ficaram mais focadas e passei a ler mais rápido, pois tudo o que eu preciso é de método e contextos. rs

Este mês eu já li “Homens ou máquinas”, que é um livro sobre sociologia do trabalho com um compilado de artigos do Gramsci, e estou lendo o livro que teve curadoria da Rita Von Hunty para dezembro do Panaceia (não posso falar qual é porque, como ainda não está no site deles, pode ser spoiler para os assinantes).

Eu gosto muito da ideia de clubes do livro e eu gostaria que outras editoras priorizassem um projeto como esse. Eu adoraria uma caixa da Editora Gente, da Sextante, da Companhia das Letras ou da Editora 34, por exemplo. Eu também adoraria um clube do livro de livros de história ou livros de educação. As livrarias também poderiam elaborar algo assim, como a Travessa, Livraria da Tarde ou Livraria da Vila. Quem sabe? Fica o desejo manifestado para o universo. 🙂

Temos também o nosso clube do livro dentro do Acampamento Vida Organizada, onde lemos mensalmente um livro relacionado a produtividade compassiva. Em janeiro, estamos lendo o livro A única coisa.

Desafios

Eu gosto de participar de desafios, mesmo que eu não leia todas as categorias, porque eles me ajudam a sair um pouco da minha caixinha e buscar leituras diferentes, especialmente quando se trata de ficção. Este ano, estou participando de dois desafios também, por hora:

  1. Livrada
  2. Literature-se

Considero esses desafios projetos por si só, que organizo na minha lista de projetos.

Categorias do Desafio Livrada! 2022: 1- Um vencedor do Princesa das Astúrias 2- Um livro que você odiou ler na escola 3- Um romance argentino 4- Um livro modernista brasileiro 5- Um romance de 30 6- Um dramaturgo vivo 7- Um livro sobre drogas 8- Um livro detestado por alguém que você respeita 9- Um livro trocado com outra pessoa 10- Um livro ilustrado sem palavras 11- Uma ficção científica nacional 12- O menor livro que você encontrar 13- um livro de biologia 14- um autor indígena 15- Zero, de Ignácio de Loyola Brandão

CATEGORIAS: 1: Livro sobre o qual você já pegou um spoiler 2: Poesia de uma cultura bastante diferente da sua 3: Livro alegórico/com alegoria 4: Literatura russa 5: Diários 6: Livro que retrata uma epidemia/pandemia 7: Livro com narrador heterodiegético 8: Livro importante para o gênero romance 9: Literatura de testemunho/com teor testemunhal 10: Um ensaio 11: Livro com paratexto que se destaca 12: Livro com um corte diferente

E gosto de participar de desafios porque aproveito os mesmos para dar vasão a livros que eu já tenha na estante e estava esperando alguma oportunidade para lê-los. Mas, quando for o caso, também faço novas aquisições.

Projetos

Alguns prints para vocês entenderem como organizo os projetos de leitura no Notion.

Livros para o Doutorado

Bem, continuamos por aqui com leituras que sejam importantes para a minha tese. Tenho diversos projetos relacionados à tese e aos meus campos de pesquisa e estudos relacionados como um todo. Só para vocês entenderem, aqui vai um print dos meus projetos relacionados a pesquisa:

Para cada um deles, tem várias leituras relacionadas.

Por exemplo, para o terceiro semestre do Doutorado, terei duas disciplinas (e esse projeto provavelmente se desmembrará em dois quando o semestre efetivamente começar, pois terei duas disciplinas). Muitas leituras eu já fiz 😇 em 2021 e nos anos anteriores, então serão revisões e releituras, mas terei várias leituras novas, como o próprio estudo da tese de Doutorado da minha professora orientadora (que ajudará na minha tese), livros como “A sociologia e o mundo moderno”, do Ianni, que é uma referência para a minha professora de uma das disciplinas, ou “A miséria da teoria ou um planetário de erros”, que está dentro da bibliografia da outra.

Para o estudo do francês, comprei dois livros para me ajudar na leitura, como “Les grandes notions de la Sociologie”, na Livraria da Travessa, que vende vários livros em francês, a biografia do Marx escrita pelo Jacques Artali, que comprei na promoção de um sebo em Pinheiros, além do e-book da “Divisão do trabalho social”, um clássico do Durkheim, que já li em português.

Tenho os grupos de pesquisa e as pesquisas em andamento para cada um deles – em um, um artigo sobre teoria do fluxo e zen budismo e, em outro, reflexos do trabalho em casa e sobrecarga durante a primeira fase da pandemia. Essas pesquisas têm várias leituras relacionadas.

Para a tese em si tenho várias leituras em andamento, apesar de este ano o foco estar na pesquisa de campo, então tenho várias leituras de metodologia e dos conceitos-chave do Budismo para fazer, que me levarão a pesquisas melhores. E também estou trabalhando na introdução (que precisa dessa leitura de apoio de metodologia e conceitos-chave) e no capítulo 1 (que traz uma contextualização geral entre budismo, trabalho e teoria do fluxo, o que por si só tem n leituras associadas).

E ah: ainda não fiz um post sobre isso, mas eu quis fazer uma formação pedagógica com licenciatura em Ciências Sociais. Será o segundo semestre agora e, claro, terei leituras demandadas pelas disciplinas – que vou conhecer mensalmente, à medida que o plano de ensino for disponibilizado na plataforma EAD.

Universidade pessoal

Na universidade pessoal, coloco assuntos e temas que eu preciso estudar de forma autodidata ou que complementem / aprofundem o que estou estudando formalmente ou em outros cursos. No momento, são esses temas:

  • modernismo no Brasil
  • metodologia das ciências sociais
  • livros que conversem com a minha tese de produtividade compassiva e teoria do fluxo
  • filosofia da educação
  • marketing digital
  • liderança, direcionamento estratégico e trabalho em equipe
  • política e história do Brasil
  • estudos da escravidão e história do trabalho
  • estudos de gênero e trabalho
  • totalitarismo, fascismo e segunda guerra mundial – trabalho e capitalismo de guerra
  • sociologia do lazer, ócio e criatividade
  • ayurveda
  • livros da Nova Tradição Kadampa
  • psicologia da felicidade
  • estoicismo
  • os clássicos da sociologia
  • técnicas de estudo
  • sociologia do trabalho contemporâneo – plataformas, vigilância e tecnologia

Na universidade trago estudos “para a vida”, que não têm “fim” nem necessariamente projetos próprios, mas que direcionam projetos como cursos ou leituras específicas (ou não), e são assuntos de interesse neste momento da minha vida, direcionando leituras e estudos autodidatas.

Este post é praticamente um resumo da minha vida, gente. hahaha <3 Espero que tenham gostado e que, de alguma maneira, tenha sido útil. Qualquer dúvida, pode me perguntar nos comentários.

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Rotinas, Lazer

Bem, 2021 foi o ano em que eu mais li livros em toda a minha vida, acredito. Li 83 livros e, quando falo em ler, quero dizer que concluí a leitura, pois a verdade é que vida de pesquisador envolve consultar, ler um ou outro capítulo, e deixar leituras inacabadas por aí o tempo todo.

O mais interessante foi que eu não tive nenhum projeto nem implantei nenhuma técnica específica ou atitude extraordinária para alcançar esse número, que nunca foi uma meta. Se eu tenho uma meta anual, digamos assim, é a de ler 52 livros (um por semana), mas não que isso me deixe angustiada ou desesperada para alcançar tal meta. É apenas uma orientação e tá tudo super ok se eu nem chegar perto.

Mas o fato é que, em 2021, eu coloquei a minha leitura como prioridade, então isso se reflete na quantidade de livros lidos. Leio bastante pela manhã e sempre tenho um livro comigo, me levando a ler em média de 1 a 2 horas por dia.

Eu faço um registro das minhas leituras na rede social Skoob. Clique aqui para adicionar o meu perfil como amigo, se quiser.

Vou comentar abaixo alguns livros que foram destaque para mim, tanto positiva quanto negativamente.

Livros que eu dei 5 estrelas

  1. Finanças para autônomos, Eduardo Amuri. Finalmente alguém que fale sobre finanças com consciência de classe.
  2. A coragem para liderar, da Brené Brown. Que inclusive já está na hora de reler. Ótimo livro, como todos os livros dela.
  3. Budismo moderno, Geshe Kelsang Gyatso. Uma releitura que sempre vale a pena e traz a base do pensamento da NKT.
  4. Razões para continuar vivo, do Matt Raig. Foi um livro que me impactou bastante. Um relato honesto de uma pessoa com depressão que já pensou em tirar a vida.
  5. Modernidade e holocausto, do Bauman. Que livro! Dá vontade de sair distribuindo da rua. Mostra que o holocausto não foi um “evento” na história da humanidade, mas consequência do capitalismo e suas crises. Mudou completamente a minha visão da história e das ciências sociais a partir dali.
  6. Sem esforço, do Greg McKeown, mesmo autor de Essencialismo. Livro lindo, que me identifiquei bastante, e que conversa com a minha ideia de produtividade compassiva.
  7. Desapegue-se, do Walter Riso. Leitura rápida, fácil e leve, como o tema deve ser.
  8. Um quarto só seu, da Virgínia Woolf. Ela é, senão a preferida, uma das minhas autoras preferidas. E esse livro é incrível – mostrando como a condição doméstica da mulher influencia na sua produção intelectual.
  9. Filosofia do zen budismo, do Byung Schul-Han. Fiz um curso desse livro na Casa do Saber e o conceito de afabilidade trazido nele tem guiado minha tese de Doutorado desde então.
  10. Quem pensa enriquece, o legado. Versão comentada da obra mais famosa do Napoleon Hill. É incrível como esses ensinamentos sempre têm a capacidade de se renovar. Essa versão comentada deixa o livro ainda mais atual.

Livros que eu dei 2 estrelas ou menos

É muito difícil eu considerar um livro ruim, pois acredito que todo livro tem algo a me ensinar. Quando eu dou 1 estrela é porque achei o livro ruim de verdade. 2 estrelas significam que eu não gostei, mas que entendo que outras pessoas com visões diferentes que a minha possam ver valor nele.

  1. O único livro que eu dei nota 1: a agência enxuta. Livro mal escrito, mal editado, vai do nada a lugar nenhum. Infelizmente achei muito ruim mesmo. Todos os livros abaixo tiveram nota 2.
  2. Responsabilidade extrema. Veja, o livro não é ruim, e a própria referência dele me trouxe um aprendizado importante, que é assumir a responsabilidade pelos fracassos da minha empresa e tomar a responsabilidade. Mas a leitura em si, para mim, foi bem cansativa. Traz n histórias sobre os militares americanos que eu não me identifico nadinha. Mas, para quem gosta, e para quem for aí da galera da alta performance, tenho certeza que o livro agradará.
  3. Propósito inabalável, do Bruno Gimenez. Como tenho formação em desenvolvimento humano, coaching etc, o livro não me acrescentou muito nada de novo. Mas eu acredito que tenha grande valor para quem não fez nenhuma dessas formações que eu citei.
  4. As seis lições, do Mises. Foi o primeiro livro do Mises que eu li. Achei fraco e cheio de falácias que me irritam no neoliberalismo. Depois de ter lido tantas obras críticas à economia, livros assim me parecem descolados da realidade. Mas eu entendo que tem uma legião de fãs do cara e tá tudo bem – são apenas visões diferentes. 😉
  5. Desperte seu conhecimento miionário. Fala sobre marketing digital e é muito básico para mim, que já trabalha com isso desde 2001. Mas para quem não tem essa bagagem, pode ser um bom livro de entrada para esse tema (marketing digital).
  6. Instagram para negócios. Mesmo argumento acima. Achei básico demais para o que eu já sei, mas pode ser interessante para quem não tem a mesma formação e experiência que eu.
  7. Um milhão de seguidores. Traz muitos exemplos norte-americanos e de artistas, pessoas que são celebridades, o que não conversa comigo de maneira alguma. Não me conectei com essa leitura.
  8. Como animar um capricorniano. Esperava mais!
  9. O milionário consciente, do Joe Vitale. Positividade tóxica demais.
  10. O homem mais rico da Babilônia. Entendo o hype, respeito, mas não gostei da leitura.
  11. O poder do equity. Entendo o conceito, respeito o livro e o autor, mas não estou no momento ainda de aproveitar uma leitura dessas. Quem sabe mais adiante?

Espero que essas listas sejam úteis para você ter como referência ou indicações! Os livros que marquei com negrito na lista dos preferidos são os livros que mais me impactaram este ano, em diversos aspectos.

Eu comentei ali no começo que não implementei nada de extraordinário para ler mais em 2021, mas é justamente no ordinário que os segredos ficam guardados. Aqui estão então as minhas dicas para você ler mais em 2022:

  • Deixe sempre um livro por perto.
  • Finalize as leituras pendentes da sua estante, se ainda tiver interesse nas leituras. Você lerá mais rápido.
  • Leia todos os dias. Estabeleça os melhores horários para ler. Para mim, é de manhã e antes de dormir.
  • Ao abrir um livro, olhe o índice e pergunte-se: como este livro pode me ajudar HOJE? Muitas vezes, eu começo pelo capítulo que me chama mais a atenção, e depois eu leio o livro inteiro. Obviamente que esta dica serve apenas para os livros de não ficção. Isso me ajuda a engatar na leitura.
  • Ter uma visão geral do livro antes de começar a lê-lo. Vejo os capítulos, os títulos, sub-títulos, imagens. Isso me ajuda a ter uma visão abrangente do que o livro se trata antes de começá-lo, o que me dá contexto e faz a leitura fluir melhor e mais rápida.
  • Existem leituras que precisam de um tempo maior, de uma pausa entre um capítulo e outro, para você refletir sobre aquilo. Então tem livros que você vai ler em um dia e outros que levarão semanas. Tá tudo certo! Não precisa se cobrar o mesmo ritmo para todas as leituras.
  • Mantenha depois de lidos apenas aqueles livros que você queira reler futuramente ou que você acredita que pode absorver mais dele com o passar do tempo. Eu separei para doação MUITOS livros este ano, justamente porque senti que tinha “encerrado” com eles. É bastante sutil essa decisão.
  • Acima de tudo: ler é uma prioridade para mim. E isso se reflete nas minhas escolhas diárias a todo momento.

Se quiser, por gentileza, comente abaixo qual foi sua experiência de leitura no ano passado? Vou adorar conhecer. Obrigada por estar aqui. 😉