Categoria(s) do post: Áreas da Vida

Estamos passando por uma fase de descobertas com relação à rotina do Paul. Em São Paulo, quando ele ficava o dia inteiro na escolinha, já não estava dormindo durante o dia (raramente ele tirava uma soneca, e sempre por volta de 1h de duração, dificilmente mais do que isso, certamente pela superestimulação na escolinha) e, à noite, dormia entre 18h30 e 19h30, que sempre foi o horário rotineiro dele desde os três meses de idade. De manhã, acordava bem cedo (por volta das 6h), o que também sempre foi o normal dele. 11 a 12 horas de sono são satisfatórias para um bebê, eu acho.

Desde que nos mudamos, ele não tem mais frequentado a escolinha, simplesmente porque não temos condições financeiras para colocá-lo agora. Perto de casa tem uma escolinha que não é tão cara, mas eu detestei de cara e tanto o Anderson quanto eu concluímos que não precisaríamos deixar o Paul exposto a pessoas que não conhecemos se temos a possibilidade de ele ficar em casa por enquanto, além da questão do dinheiro. Mas sei que isso está influenciando no sono dele.

O que acontece é que ele raramente sente sono à tarde. Ele costuma dormir somente quando viajamos para São Paulo, pois ele sente sono no ônibus, independente do horário (no final da manhã ou início da tarde, geralmente). Em casa, ele está elétrico nesse horário. Quando ele fica bastante tempo na piscina, ele também fica com sono e já chegou a dormir sozinho no pufe da sala, quando subimos. Vendo o quadro assim, de fora, eu pensaria: “esse menino tem sono, basta fazer um ritual do sono tranquilo para a soneca da tarde que ele dorme”. Mas gente, sou eu, e venho persistindo nisso nos últimos dois meses. O Anderson também. E, se ele não quer dormir, ele não quer dormir. Então ficamos naquela: “acho que é muito cedo para ele tirar essa soneca da rotina, o que fazer?”.

Por outro lado, quando ele não dorme, entre 18h30 e 19h30 costuma ser o horário de sono natural para ele, como sempre, e damos banho, leite e ele dorme tranquilamente. Vai a noite inteira sem acordar e desperta depois das 7h. Ou seja, ele fica bem. E, mesmo nos dias em que ele fica mais sonolento à tarde (geralmente por causa da piscina) mas não conseguimos fazer com que ele durma depois do almoço, ele aguenta firme até a hora de dormir.

Pode parecer o caso de querer consertar o que não está errado, mas lá no fundo eu sinto que ele deveria estar dormindo à tarde sim.

Ah, esqueci de contar que, quando ele dorme (nesses casos de viagens ou piscina), ele não dorme antes das 22h! E assim, quietinho, no quarto, colocando para dormir, não na sala brincando. É meio desesperador, rs. Aproveitamos para ficar mais tempo com ele e, ontem, por exemplo, até fomos ao mercado, simplesmente porque precisávamos e ele estava acordadaço!

Não acho tão ruim que ele fique acordado até mais tarde. O que eu acho ruim é que, de manhã, ele acorda no mesmo horário. Ou seja, ele dorme muito menos quando dorme mais tarde, e isso influencia no comportamento dele, obviamente.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

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Imagem: Getty Images

O tempo é o único bem que todos nós temos e o único que não pode ser trocado, substituído, comprado ou vendido. Ele passa e acabou, não volta.

Você sabe o que todas as pessoas bem-sucedidas, trabalhadoras, ricas, equilibradas e felizes têm em comum?

Todas elas têm 86.400 segundos todos os dias para realizar suas atividades. O que elas fazem de diferente é utilizar de forma eficaz cada um desses segundos. As pessoas desorganizadas e que vivem dando desculpas não fazem isso! Aliás, você conhece as principais desculpas das pessoas desorganizadas? Veja se você não é uma delas.

Para entender o significado do tempo, pense em dinheiro. Imagine que, todos os dias, você ganhe 86.400,00 para gastar como quiser. Só que essa quantia não se acumula de um dia para o outro – à meia-noite, você terá os mesmos 86.400,00 novamente.

O que você faria se fosse o caso? Gastaria cada centavo, é lógico! Então por que você faria o contrário com o tempo que tem, que é a sua vida?

Para entender o valor de um ano, fale com um aluno repetente.

Para o valor de um mês, pergunte a uma mãe cujo bebê nasceu prematuro.

Para o valor de uma semana, pergunte ao editor de uma revista semanal.

Para o valor de uma hora, pergunte a dois namorados que esperam para se encontrar.

Para o valor de um minuto, converse com alguém que acabou de perder o ônibus.

Para o valor de um segundo, troque idéias com alguém que tenha acabado de evitar um acidente.

Para o valor de um milésimo de segundo, pergunte ao nadador que ganhou medalha de prata nas Olimpíadas.

Quanto vale o seu tempo?

O relógio está correndo. Tire o máximo proveito de cada dia que passa. Dar desculpas é fácil, rápido, mas nunca indolor. A não ser que você não esteja preocupado em aproveitar a vida, mas aí já é outra história.

Uma chacoalhada básica na sua segunda-feira.