Categoria(s) do post: Diário da Thais, Mudanças

No final do ano passado, por causa do meu trabalho, nós optamos por uma mudança para ter uma qualidade de vida melhor: saímos de uma grande capital para morar no interior, sem carro, e fizemos isso de forma tranquila. Criei uma tag aqui no blog chamada Especial – Mudanças onde contei como fizemos. Neste post, farei um resumo de como aconteceu nossa mudança.

A primeira coisa a se fazer é planejar a mudança. Definir data (mesmo que somente por cima) dá a dimensão de quanto tempo você tem. Eu tinha um fichário com algumas folhas de plástico para colocar tudo relacionado à mudança (comprovantes, mapas, listas, documentos) e tomei mais algumas providências – que vocês podem ver no post “Como planejar uma mudança”.

Montar uma planilha para a mudança foi fundamental, pois só assim conseguimos ter controle de tudo o que temos e o que ficaria e o que iria conosco para o apartamento novo. Nossa mudança aconteceu em dezembro e, em agosto, eu comecei a postar aqui no blog como foi o andamento. Uma das primeiras providências foi planejar os gastos que teríamos com a mudança, que seriam muitos – afinal, nossa casa em São Paulo se manteve com a maioria das coisas que tínhamos, pois iremos frequentemente para lá com nosso filho pequeno e precisamos manter a estrutura. Aproveitando minha paixão pelo site Pinterest, aproveitei para pensar também na decoração que queríamos no apartamento, juntando imagens.

Começar a empacotar cedo foi uma das melhores coisas que eu fiz, pois deixamos para o final somente o que usávamos no dia-a-dia mesmo. Para começar, providenciei os materiais necessários e fui fazendo à medida que dava, geralmente aos finais de semana. Como eu ia e voltava todos os dias do trabalho em outra cidade e, aos sábados, tenho minha pós-graduação durante o dia inteiro, eu só tinha os domingos para arranjar as coisas. Começar cedo foi fundamental. Eu até fiz um post sobre como empacotar tudo.

No início de novembro, muita coisa já tinha sido feita, inclusive todo o nosso inventário de coisas (deu um trabalhão) e intensivamos a busca pelo “imóvel ideal”. Isso foi importante porque tivemos tempo de encontrar o apartamento do jeito que queríamos e com umas coisinhas a mais no condomínio que nem esperávamos ter. O mês de novembro foi agitadíssimo, pois foi quando assinamos contrato de aluguel, pegamos as chaves e a construtora fez os últimos reparos antes de deixar tudo pronto para nos mudarmos.

Apesar de todo o planejamento, tivemos alguns problemas com entregas, mas todos se resolveram até o final de janeiro. Um dia antes da mudança, nosso filho ficou na casa da minha sogra e nós terminamos de encaixotar as últimas coisas. Eu deixei instruções para o meu marido (hehe) e, no dia seguinte, antes de o sol nascer, peguei o ônibus para a cidade onde nos mudaríamos e ele ficou em casa para orientar os carregadores e vir com eles no caminhão. O relato final da mudança vocês podem ler aqui.

No final das contas, todo o processo foi muito tranquilo. Não ter carro atrapalhou um bocado, pois eu não tinha condições de vir até o nosso apartamento durante a semana para limpar, comprar o que precisava ou fazer coisas desse tipo. Uma semana antes da mudança, meu marido tocou com a banda dele na cidade e fizemos uma limpeza básica (armários, pó, piso, paredes, pias, box e vasos). Compramos alguns produtos de limpeza no supermercado e só. Eu teria mais tempo de comprar outros itens com calma se a construtora não tivesse nos entregado a chave tão tarde (duas semanas antes da mudança!), porque eu poderia ter limpado melhor e agendado algumas entregas, mas correu tudo bem dentro das condições que tínhamos.

Fazer uma mudança sem carro não é difícil, mas mais complicada. Com planejamento, sempre dá tudo certo.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Áreas da Vida

O priminho de 3 anos da minha amiga caiu do terceiro andar e estava em estado gravíssimo no hospital, respirando por aparelhos e, segundo o médico, só sobreviveria “por um milagre”. Esse assunto me tomou a semana inteira e fiquei refletindo sobre muita coisa na nossa vida, especialmente a segurança do Paul e a saúde dele. Também aconteceu outra coisa com outro bebê essa semana e eu não vou escrever porque não quero alimentar algo que deve estar fazendo a mãe dele sofrer demais, mas me deixou muito triste (quem acompanha a blogosfera materna sabe).

Aquela máxima clichê de que ter filho é ter o coração do lado de fora do corpo é tão verdadeira! Eu acho que simplesmente não conseguiria mais viver se algo acontecesse com ele. E o mundo é tão louco, cheio de possibilidades perigosas, e fico me perguntando até que ponto vou conseguir proteger meu filho.

O priminho da minha amiga já está melhor e respirando sem aparelhos.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.