O que eu aprendi no curso de finanças para empresários

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Em agosto, eu participei de um curso de três dias de finanças para empresários. O curso foi um curso fechado, exclusivo para um grupo de mentoria que faço parte, e por isso não pode se inscrever por fora. (Digo isso porque muitas pessoas me perguntaram a respeito quando compartilhei nos stories do Instagram)

Foi um dia e meio sobre finanças pessoais e um dia e meio sobre finanças da empresa.

Eu optei por participar deste grupo em maio, pois eu estava sentindo falta de conviver com outros empresários. Tem sido um processo de muito auto-conhecimento desde então. Ter ido para o GTD Summit no mês seguinte também me abriu um leque de possibilidades e vontades sobre o meu próprio trabalho, e eu decidi que me daria cerca de um ano para estudar, pesquisar e tomar decisões que certamente impactariam na minha vida.

Participar desse grupo envolve fazer alguns cursos, e o primeiro foi este, sobre finanças.

A parte de finanças pessoais me pegou de um jeito que eu fiquei completamente tocada. Veja, eu trabalho com organização. Me considero uma pessoa organizada financeiramente. Acompanho vários especialistas que falam sobre isso nas redes sociais – como você também deve acompanhar, se esse assunto for de seu interesse. Mas o que o professor ensinou lá foi o que eu precisava – um caminho, um método. Eu sou uma pessoa que funciona com métodos. Então chegar alguém e me mostrar como devo fazer, em uma trilha já percorrida e que faz sentido, foi muito bom.

O professor se chama Ben Zruel e eu confesso que nunca tinha ouvido falar nele, mas por pura ignorância de minha parte, pois ele tem um livro publicado pela mesma editora que eu (Gente), que meu amigo de curso (falei sobre ele na newsletter quando fiz o curso) já tinha lido e conhecia.

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Depois eu fiquei me perguntando por que esse livro não tinha chamado a minha atenção, e eu percebi que tinha preconceito porque me parecia mais um daqueles livros de gente rica escrevendo sobre ter dinheiro, sabem? Que não se conecta à realidade da maioria das pessoas etc. E assim, por mais que a história do Ben tenha sido super complexa (ele saiu de Israel e veio para o Brasil em busca de uma oportunidade que não existia, e teve diversos problemas por não saber falar português e tentar trabalhar desse jeito!), o público-alvo do livro é a classe média, e ponto. Então não tem sentido pegar um conteúdo que é criado para um determinado tipo de público e falar que não serve para todo mundo, porque não serve mesmo. E tá tudo certo.

O que mais me tocou no discurso dele é sobre a questão do padrão de vida. Que, quando a gente abre uma empresa e as coisas começam a dar certo, é muito comum mudar o padrão de vida rapidamente, sem perceber. Você troca de carro, você começa a frequentar restaurantes mais caros. E veja, não é que isso seja exatamente um problema. Mas, se você vive esse tipo de vida mas não tem dinheiro guardado para buscar uma suposta independência financeira, qual é o ponto? Só quem já teve parente debilitado lutando por uma vaga em hospital público sabe como qualquer quantia de dinheiro que se tenha guardada pode fazer diferença.

Bom, ele começa diferenciando a coisa de ter conhecimento sobre finanças do fato de efetivamente ter educação financeira. Que a educação é um compromisso de longo prazo. Que, mais do que pensar nos termos da moda (como “mindset”), é a gente buscar conhecimento sobre dinheiro. No Brasil, pagamos as mais altas taxas de juros do mundo. E já somos uma população pobre, que depende de serviços pagos para coisas básicas e em sempre somos bem atendidos neles. Que a gente não pode se dar ao luxo, no Brasil, de não saber sobre juros, sobre como funcionam os cartões, o cheque especial, as tarifas bancárias. O brasileiro, de modo geral, perde muito dinheiro com coisas assim por pura falta de conhecimento.

Ele também faz algumas brincadeiras com o fato de ser judeu e achar que finanças é a área mais importante de todas na vida (rs), mas ele explica o motivo: se você acha que é saúde, tente ter saúde sem dinheiro. se você acha que é família, pense na sua família sem dinheiro. etc. Você pode não concordar, mas o ponto que ele traz é relevante e deveria sim suscitar reflexões.

Fizemos alguns exercícios sobre crenças limitadas relacionadas a dinheiro. Ele passou uma lista com váriassssss. Consegui anotar algumas, como por exemplo:

  • dinheiro não nasce em árvore
  • se eu for rico, não vou mais ter os mesmos amigos
  • para ganhar dinheiro, tem que trabalhar duro
  • não é seguro ter tanto dinheiro
  • dinheiro só vai para quem já tem
  • meu negócio não anda porque as pessoas estão sem dinheiro
  • riqueza atrai inveja
  • posso morrer amanhã / melhor gastar
  • não tive oportunidade na vida de ser rico
  • vão me sequestrar
  • ricos exploram os pobres
  • não sei guardar dinheiro / não consigo guardar dinheiro

O antídoto aqui foi escolher uma delas e escrever uma afirmação positiva que reverta a crença limitante. Veja, todos nós temos crenças assim. São coisas que aprendemos a acreditar, ou porque ouvimos desde criança, na nossa família, ou porque alguma coisa aconteceu e passamos a acreditar nisso como se fossem verdades universais. E ninguém está dizendo que não são. Veja, quando você pega uma frase como “ricos exploram os pobres”, isso está errado? Qualquer pessoa com o mínimo de consciência de classe sabe como funciona o capitalismo. A questão é: como VOCÊ se relaciona com essa crença. Foi por isso que eu escolhi essa frase e escrevi a minha afirmação-antídoto:

“Sendo rica, posso ajudar quem for pobre.” Cada um teve que escrever sua frase 30 vezes.

E eu escolhi exatamente essas palavras porque, para mim, vai além do dinheiro. Viver uma rica significa riqueza de espírito, de bondade, de alma, de compaixão, de amor, de felicidade, e também de dinheiro.

Não me engano achando que terei a mesma vida que um magnata do petróleo. Penso que não seja este o ponto aqui. Não é para ser 8 ou 80. Mas eu consigo sim identificar diversas situações do meu cotidiano em que, se eu mudar um pouco, consigo guardar mais dinheiro, e esse dinheiro, seja a quantia que for, vai me ajudar em algum momento da vida em que eu possa precisar.

Uma coisa que ele falou e que eu até anotei porque bateu profundo: “o dinheiro só amplifica o que você já é”. Se você for uma pessoa que trata mal as outras, o dinheiro vai amplificar isso. Se você ajuda, vai usar o dinheiro pra continuar ajudando. Se você faz dívidas, continuará fazendo mesmo tendo mais dinheiro.

Depois de falar sobre mentalidade, ele foi para o segundo passo do método dele, que é aprender a administrar o próprio dinheiro, ou seja, viver um modo de vida, ter um padrão de vida mais adequado à sua própria realidade.

Nossa, ele deu vários CREUS na audiência. Senti risinhos nervosos de todo mundo que estava lá. É fácil falar do padrão de vida dos outros, mas quando você para para pensar no seu e vê como gasta, pode doer. Ele falou sobre todos os aspectos. De alimentação à transporte, até a escola dos filhos.

Achei muito legal que ele disse que não é para tirar o lazer da vida como um todo. Às vezes, jantar fora é o único momento junto da família naquela semana, e não é pra tirar isso. É pra repensar e fazer escolhas melhores. É sobre deixar de ir em um restaurante para gastar 400 reais e gastar 200. Não pedir uma pizza que custe 80 reais se você pode pedir uma de 40. Porque, no final das contas, não importa essa diferença a longo prazo, mas o dinheiro que você economizar com esse simples ato, sim.

Ele comentou que existem quatro coisas que mais afetam a vida financeira das famílias:

  1. moradia
  2. educação
  3. transporte
  4. alimentação

Que nesses quatro itens qualquer pessoa pode fazer ajustes.

Estou tentando resumir ao máximo, mas é claro que ele falou muito mais coisas do que isso. O curso foi incrível.

O grande ponto aqui é: você fica trabalhando que nem um FDP para sustentar um estilo de vida ridículo que te enjaulou. É isso. Precisa? Pode ser que você tenha algumas condições que precise manter. Ou dá para mudar? Não é sobre regras, é sobre você refletir sobre as suas próprias necessidades.

A frase “a cada momento, uma escolha que se reflete na sua vida financeira” ficou marcada na minha mente, e aplico diariamente. Vou almoçar. Tem comida em casa? Se sim, para que eu vou comer fora? Se tenho que comer fora, qual a opção mais barata, mas que atenda padrões de qualidade que eu espero ter nessa refeição? Tem que ir para algum lugar? Precisa ir de Uber? Dá para ir de metrô? Às vezes não, mas muitas vezes sim. E é isso.

Só depois de você ter educação financeira e ajustar seu estilo de vida você vai encontrar as melhores soluções para sair das dívidas. Sair das dívidas envolve finalizar o financiamento do carro (ou vender um carro financiado que você nem precisa!), financiamento de apartamento, entre outras. Não dá para pensar em investir, por exemplo, se você tem dívidas, pois os juros não compensam a postergação. Apenas pague e se livre delas. E isso é bem legal, porque tivemos vários depoimentos em sala de pessoas que compraram um apartamento, por exemplo, e não estão conseguindo bancar o financiamento. Ele tirou a pressão de cima das pessoas, dizendo que absolutamente não é um fracasso você vender um apartamento e mudar para um que seja mais adequado ao estilo de vida que se tem. A classe média tem vergonha de reduzir o padrão de vida, quando na verdade deveria ter vergonha de ostentar em um país com tanta gente pobre.

Eu repensei várias coisas depois desse curso. Foi muito importante para mim, mesmo já tendo um conhecimento legal anterior.

Por fim, o quarto e último passo do método dele é você aprender a investir dinheiro. O que fazer com o dinheiro que guardar, que seja 1 real. Eu acho muito acertado ele dizer que a pessoa nem deve pensar em investimento enquanto não tem educação financeira, vive um padrão de vida errado e tem dívidas. Esses três devem ser prioridade. Quando eles estiverem acertados, você começa a investir, e pronto.

Sabemos que no Brasil as pessoas vivem em realidades completamente diferentes. Porém, eu paro para pensar nas pessoas que eu conheço. Tenho um conhecido do meu pai que virou morador de rua. Ele simplesmente perdeu tudo. Mas era um cara que, quando estava bem, ficava TODO DIA no bar pagando rodada de cerveja para os “amigos”. Se ele tivesse economizado esse dinheiro, não faria diferença na vida dele agora?

Minha avó faleceu dependendo de um convênio médico que ela pagava com todo o salário da aposentadoria. Foi um privilégio poder pagar por ele. Mas ela gastou tanto a vida toda! Ela era totalmente classe média, e cometeu muitos erros financeiros que, se ela tivesse guardado um pouco mais, poderia ter feito diferença no final da vida dela. Foi uma pessoa muito perto de mim e que eu acompanhei durante décadas. Impactou muito a maneira como eu vejo o uso do dinheiro. Aprendi muito.

Eu posso identificar isso em diversas pessoas do meu convívio, eu mesma inclusa. Tenho pessoas na família que ganham menos de um salário mínimo mas pedem pizza mais de uma vez por semana no cartão de crédito. Aí o cartão se enrola, ficam devendo, e fazem outro. Ganham uma bolada de FGTS em algum momento, pagam as dívidas e fazem outras.

É claro que não estou me referindo a pessoas que vivem de um bolsa-família. Que 80 reais fazem diferença em a família ter o que comer ou não. Estou me referindo a pessoas que em pelo menos algum momento da vida receberam um salário.

Ainda sobre estilo de vida. Ele disse que é importante a gente saber que não vai conseguir trabalhar para sempre. Todo mundo fica idoso. E é claro que você pode ser um idoso ativo, mas só se você quiser, e não por necessidade. Então, pensando nisso, apenas guarde dinheiro. E os investimentos servem para você multiplicar o dinheiro guardado, não para arriscar toda a sua vida nisso. Esse tipo de jogo é para quem já tem muita grana. E ele vê muuuita gente cometendo erros básicos aqui nessa parte.

Enfim, gente, um curso incrível mesmo. A editora me mandou o livro dele, que chegou esses dias, e eu pretendo ler e falar mais sobre o que ele ensina aqui no blog. Mas acompanhem esse cara. Ele é incrível. Manda a real, sabe?

A segunda parte do curso foi sobre finanças da empresa. O professor foi o Márcio Iavelberg, um cara super experiente no assunto, e ele comandou o restante do tempo. Confesso que foram muitos tópicos que eu já tinha conhecimento (ainda bem), mais voltado a empresários que não tinham o básico do básico ali (DRE, impostos, planilhas, análises, produtos bancários, gestão de estoque etc). Mesmo assim, tive insights valiosos.

Acredito de verdade que o tema “finanças” deva ser prioritário na vida dos brasileiros. Afeta a todos nós. O curso foi muito importante para mim, e me fez olhar para a vida com outros olhos. Agora é continuar esse processo, que é para a vida toda.

Espero que o post tenha sido útil de alguma maneira. Quis passar um pouco dos meus aprendizados lá, mas ainda pretendo desenvolver vários pontos por aqui, ao longo deste mês.

38 comentários

  1. Thais querida, bom dia!
    Você poderia passar informações sobre esta mentoria para empresários que você está fazendo, por favor? Fiquei bastante interessada, pois desde que você escreveu que fez uma mentoria com a Passa, há algum tempo, incubei esta ideia.

    Um beijo,
    Sandra

  2. Muito obrigada por compartilhar seu aprendizado, Thais! Estou em um momento de reeducação financeira eu mesma, e as tais “crenças limitantes” que a gente traz ao longo da vida pesam bastante quando estamos tentando nos reeducar. Mas nada que não sejamos capazes de mudar com estudo, tomada de consciência, e bastante disciplina. Vou checar esse autor e o livro, achei muito bacana.

  3. Oi Thais, obrigada por compartilhar! Estou em um momento de aprender a lidar melhor com as finanças e seu post foi muito esclarecedor.

    Obrigada de coração !

    Aline Carvalho

  4. Genial Thaís! Fiquei muito feliz e empolgado tomar este assunto como tema durante este mês. Me senti privilegiado pois tomei como meta focar neste assunto neste mês e me surpreender em poder tomar insghts com seus conteúdos está sendo muito bacana. Ansioso pelos próximos posts.

  5. Oi, Thais! Obrigada pelo post. Não conhecia o Ben, como judia, curti a ideia dele sobre a área de finanças ser a mais importante da vida. Comecei a segui-lo no Instagram e vou colocar o livro dele na minha lista antes dos outros de finanças.

    Eu sempre gostei do G. Cerbasi mas um amigo meu que já trabalhou com ele me contou coisas que me deixaram muito decepcionada, como ele não acreditar que as pessoas podem de fato ficar ricas com o que ele diz, meio que debocha delas quando desligam a câmera. Eu não sei se isso é verdade e não tenho como checar mas não consigo deixar de ficar incomodada com essa ideia.

    Acompanho alguns canais no YT também, como a Nathalia Arcuri e o Primo Rico, mas não sei se isso é suficiente.

    Enfim, vamos ver o quanto isso evolui no mês de finanças aqui do Blog 🙂

    Beijos!

  6. Que legal!! Também estou nessa fase: buscando melhorar cada vez mais minha vida financeira. Correndo atrás do conhecimento que não tive, infelizmente.
    Tenho tentado passar a necessidade dessa educação para os meus filhos, e tomara que aprendam.
    Bjo$, querida!

  7. Gostaria de saber como não falir tendo sérios problemas na família, com gente adoentada ou com vícios (drogas, bebida etc), pois são gastos/rombos que você não pode controlar e estando no meio dessas situações, o cuidador/família se acaba. A resposta simples é deixar que o doente/viciado/ bebum se acabe, se vire sozinho, como o rapaz que perdeu tudo e virou morador de rua…mas e se a família não quer que o familiar se acabe assim? Acho que cuidar das finanças qdo tudo está bem é fácil…difícil é remar em mar violento.

    • Sim, certamente são questões desafiadoras, mas todas as pessoas têm problemas, mesmo as que não aparentam, e a gente não pode deixar de economizar ou pagar as coisas por conta disso.

  8. Tem um cara que acompanho e que também tem me ajudado muito a repensar. O Eduardo Amuri, ele tem podcast sobre o assunto e é bem dentro da realidade.

  9. Caramba! Que post sensacional!

    Se o post é assim, imagino o curso! Ansiosa pelos próximos ensinamentos! ^^

  10. Thais que post incrível!!
    Texto maravilhosamente escrito e com muita informação importante.
    Vou deixar nos favoritos pra reler.
    Fico com a cara no chão quando as pessoas acham “horrível” levar marmita pro trabalho, ou andar de transporte público.
    Foi um dos melhores textos que já li sobre o tema.
    Muito obrigada !

  11. Quando eu acho que o tema do mês passado e os posts foram os melhores dos últimos tempos, você consegue se superar com ess@ reflexão de abertura do tema de setembro. Parabéns, Thais. Sou sua fã!!!

  12. Adoro este tema! Li alguns livros e estou sempre estudando e tentando fazer melhorias no assunto.
    Já sofri muito quanto a má organização e à falta de uma reserva de emergência (estou montando a minha ainda, mas orgulhosamente, o fato de ter alguma coisa já guardada me deixa feliz). Então penso hoje, sobre o que você colocou: dinheiro acaba sendo de suma importância; porque dele acabam dependendo o bem estar da nossa família, saúde, lazer etc.

    E você traduziu (ou o mentor rs) o que pensava há um tempo atrás: (talvez isso coloque na questão política o porquê do país estar tão ruim) “o dinheiro só amplifica o que você já é”.

    E nunca é demais aprender sobre ele. Nunca.
    Meu esposo chegava a dizer que eu estava obcecada sobre o assunto quando comecei a estudar sobre… mas nunca sabemos demais. E existem muitas fases sobre ele… um dia espero chegar à minha independência financeira.

    Bjs. De olho no tema desse mês, como em todos os outros.

  13. O Ben é maravilhoso mesmo, li o livro e fiquei pensando “mas gente, todo mundo devia saber disso!”
    O canal Saldo Extra fez uma série de entrevistas com ele, bem interessante https://www.youtube.com/channel/UCY4Elf_867R_Z5WM9_2W4AQ
    Acho que o importante depois que a pessoa toma consciência de economizar é desmistificar essa idéia de que investir é só para ricos, hoje tem investimentos a partir de R$1,00 (Sofisa Direto) mas tem que quebrar o paradigma de que pra investir é em banco… O ideal mesmo é ir pra uma corretora…

  14. Adorei o post! Também estou nessa pegada de educação financeira, de saber lidar melhor com o dinheiro para poder guardar. Só discordo de um ponto que é o fato de você só começar a guardar dinheiro e investir quando tiver todas as dividas quitadas. Eu por exemplo fiz uma divida com a faculdade e até o ano passado não ganhava 2 salários mínimos, se eu fosse esperar juntar o dinheiro para quitar a dívida para investir levaria muitos anos. O que eu fiz foi renegociar o valor com desconto em parcelas ao mesmo tempo que guardo o dinheiro.
    Aguardando os próximos posts do mês! Bjs

  15. Nossa Thais, que post interessante !! Tou aqui no seu blog muito desde o comecinho…e sempre acompanho aqui! Adorei !!! ansiosa pelos posts de setembro! <3

  16. Nossa Thais, que post interessante !! Tou aqui no seu blog muito desde o comecinho…e sempre acompanho aqui! Adorei !!! ansiosa pelos posts de setembro! <3 Esse de finanças foi bem diferente e adorei!!!

  17. Muito interessante isso. Eu nunca fui uma pessoa aficionada por finanças, mas tenho um péssimo exemplo dos meus pais (que nunca conseguem guardar dinheiro, mesmo quando estavam em épocas boas) e eu fiz o extremo oposto deles, sempre tendo uma reserva. Pra mim levar marmita pro trabalho é rotina, a gente acaba gastando muito com alimentação. Uma coisa que não economizo, por exemplo, é nas frutas e verduras orgânicas, compro numa feira que o preço é razoável, acho que isso é uma coisa que interfere demais na qualidade de vida e saúde. Parabéns pelo blog!

  18. Que post interessante! Adorei ver vc abordando este tema também 🙂
    Tendo em vista que esta mentoria é um grupo fechado, tomo a liberdade de indicar (fortemente!) o curso Jornada da Desfudência da Nathalia Arcuri. É bem diferente dos vídeos dela no Youtube (para quem está acostumado/a a acompanhar o canal Me Poupe). Neste curso ela aborda o tema de maneira que me parece bem semelhante ao curso que vc fez. Fiz a primeira turma da Jornada e mudou a minha vida.

    • Eu sempre fiquei com receio de pagar esses cursos e ser muito básico, já invisto o TD, CDB e uns FII…
      Fico me perguntando que mais me falta… Rsrsrs.

  19. Oi, Thaís! Excelentes as suas observações! É impressionante o tanto de coisa que a gente aprende em pouco tempo nesse tipo de curso! Amei o post! =)

  20. Olá, Thais
    Cai no seu blog de cabeça, gostei muito do que você disse, tive vários insigths que vou seguir e aplicar. Muito obrigado

  21. Como vc bem disse, tema muito pertinente à época que estamos vivendo. Obrigada por compartilhar. No meu caso, mesmo não tendo dívidas, e não ostentando um padrão que não posso, preciso aprender a investir. Eu faço a reserva, e quando a situação adversa vem ela zera, e então preciso recomeçar. Quero alcançar a tal “liberdade financeira” para que atenda minha necessidade e ainda fique algum saldo, entende?!

    Sigamos aprendendo. 😘

  22. Isso é importante demais, é difícil achar conteúdos de finanças que ensinem coisas úteis para diversas situações, não apenas para investidores. Se você tiver mais recomendações de boas fontes de informação sobre finanças, compartilha com a gente

  23. Muito útil. Adorei. Além das crenças limitantes há também uma questão que é a falta da pessoa sentir o gosto de usufruir do resultado de suas ações – tanto as de ganho/conquistas como a de ajustes (autoconhecimento, percepção de si mesmo, educação financeira). Seu texto foi esclarecedor. Fiquei curiosa sobre o livro e o palestrante.

  24. Incrível como suas escolhas editoriais combinam com minhas fases de interesse. Vim aqui justamente procurar indicação de livro, porque sabia que encontraria algo bom. E estou mesmo refletindo sobre a importância do desenvolvimento pessoal (a educação), ser adotado como estilo de vida e buscando fazer escolha mais conscientes na minha gestão financeira.

    Como sempre, obrigada Thais pelo seu trabalho e por dividir com a gente seus aprendizados. Eu não canso de indicar seus livros e perfis na web para os amigos. ♥️

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