Qual o meu papel no mercado de organização e produtividade

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2018 foi um ano que me fez refletir profundamente sobre diversos aspectos da minha vida. Não sei se vocês lembram, ou se você já estava aqui quando falei sobre isso, mas eu comentei em algum momento que o meu lema para este ano era me aprofundar nas coisas. Mesmo sem saber o que aconteceria comigo ao longo deste ano (todo o processo de transformação após a morte da minha avó), eu determinei que teria aquele lema, e agora em dezembro eu já posso dizer que ele foi muito acertado. Já tenho o meu lema para 2019, que falarei em outro post, mais adiante.

Como vocês sabem, eu tenho formação como Personal Organizer (várias), além de ser associada a duas instituições importantes da área – a ANPOP (Associação Nacional de Profissionais de Organização e de Produtividade) e a NAPO (Associação Norte-Americana de Personal Organizers). Eu também tenho as formações com o GTD e a minha formação em coaching. Além disso, tenho uma empresa legal, que prospera, que vive disso muito bem, enfim.

Por conta disso tudo, eu sempre quis contribuir mais com o mercado brasileiro. Hoje o cenário que nós temos é que muitas pessoas buscam as suas formações como POs (Personal Organizers) mas, depois do curso, não conseguem se projetar no mercado. Acabam tendo dificuldades em encontrar clientes mas, acima de tudo, de focar (pelo que eu observo). Eu sempre senti que poderia contribuir, mas não sabia como.

No ano passado, tive a ideia de realizar um grupo de mentoria. Mas é difícil você estabelecer um serviço para pessoas que já não têm mais como investir, pois estão sem trabalhos.

Um ponto muito sensível no mercado de POs é que, por não existir regulação, muitas pessoas chegam ao mercado achando que vale tudo, e copiam logo, arte, textos, ideias das outras. Eu vejo profissionais que construíram seu nome copiando diariamente ideias de outros. Isso é super feio. E eu sempre pensei: não existe uma maneira de educar o mercado? Eu sei que a maioria dos profissionais tem integridade e quer construir um trabalho legal, mas como ajudar?

Eu não venho trazer respostas com este post, mas quero dizer que tenho vontade de ajudar. Por isso, eu resolvi criar um grupo no Facebook para troca de ideias. Entre profissionais, apenas. Se você tem já um negócio nessa área, ou quer abrir o seu, você é bem-vindo. Não precisa necessariamente ser Personal Organizer. Você pode realizar atendimentos residenciais e corporativos, mas também trabalhar com produção de conteúdo, coaching, consultoria, fazendo palestras, cursos, workshops, treinamentos corporativos, loja. Vish, a lista é imensa.

O propósito atual então é apenas encorajar essa discussão de profissionais com integridade e contribuir com a minha experiência.

Se você se encaixar no perfil, você pode solicitar a entrada no grupo aqui. Obrigada.

2 comentários

  1. Que legal , Thais. Fiz o curso à poucos meses e estou meio perdida nesse início. Sei fazer muito bem meu trabalho , mas não sou boa com divulgação. Já fiz minha solicitação no grupo. Ansiosa por participar.

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