Categoria(s) do post: Estudos

Muitas pessoas têm me pedido para falar mais sobre os cursos que estou fazendo no momento, então pensei que seria útil escrever um post a respeito.

  • Em primeiro lugar, e principalmente, o Doutorado, que é na verdade Visão, horizonte 4, objetivo de médio prazo. Para o Doutorado, no momento estou cursando duas disciplinas neste semestre: Fundamentos da Sociologia e Desafios das Políticas de Proteção Social (Sociologia do Trabalho). Cada uma delas é um projeto e demanda trabalhos e relatórios de entrega no final do semestre.
  • Para ajudar com o Doutorado, especialmente a prova de proficiência em um terceiro idioma, estou fazendo um curso de francês online – Francês Ativo com a profa. Elisa. Estou adorando.
  • Também relacionado ao Doutorado estou fazendo o curso de Zen Budismo e a Sociedade do Cansaço, pela Casa do Saber, com o tradutor dos livros do Byung Chul Han no Brasil, e tem sido muito enriquecedor porque tem tudo a ver com a minha tese.
  • Curso “Planejando a minha pesquisa”, com a Dra. Priscila Dourado. Me inscrevi recentemente.
  • Curso “Mendeley, fichamentos e referências” no Udemy, com o Prof. Hercules Santos.
  • E, sem ser sobre o Doutorado, o curso do Paulo Cuenca, “O Super Poder”, que é sobre marketing de conteúdo com foco no Instagram.

Esses cursos têm aulas ao vivo e outras gravadas, e me organizo para assistir semanalmente. As do Doutorado têm prioridade (dois dias na semana, além das leituras), e o restante assisto um pouco diariamente, variando de uma aula de 20 minutos e um bloco de tempo de três horas, se eu quiser. Não tenho horários fixos para estudar. Meu tempo é livre. Estudos todos os dias, e escolho diariamente o que faz mais sentido estudar de acordo com o que preciso ou quero fazer.

Tenho pensado bem sobre cada curso que estou me inscrevendo porque a prioridade é o Doutorado em si, mas cursos que me ajudem com ele são prioritários também. Eu sempre faço um curso relacionado ao meu trabalho para me manter atualizada. E é isso. 🙂

Categoria(s) do post: Diário da Thais

Não foi fácil completar um ano de pandemia.

Em março, quando isso aconteceu, bateu FORTE aqui na gente.

Paul não aguentava mais as aulas online, e tinha acabado de começar em fevereiro.

Meu marido, músico, saiu oficialmente da banda, e obviamente sente falta. São os amigos dele.

Minha mãe mora em outra cidade, sozinha, e tem um comércio. Minha preocupação triplica.

Continuo fazendo terapia e tomando medicação, em conjunto com alternativas mais naturais, manipuladas.

Medito, minha alimentação é minha terapia também (preparar os alimentos), tenho dormido mais e tendo mais momentos de lazer.

Mas não está fácil para ninguém.

Tenho me permitido aceitar quando estou triste, pois é normal nesse momento. Só não me forço nem fico achando que “deprimi” ou algo maior. É só tristeza, aquele dia.

Quando meu marido ou o nosso filho acordam em dias difíceis, dou o espaço deles.

Tenho procurado ficar mais com o Paul sem fazer nada. Só sentada ou deitada ao lado dele conversando, vendo filme, vídeo, jogando vídeo-game.

Os cachorros são absolutamente TUDO no meu humor nesse isolamento social. Além da minha família, obviamente, eles são a grande alegria da vida. Amo estar com eles. É muito amor envolvido.

A coisa que eu mais sinto falta é de passear em meio à natureza. De ter um quintalzinho em casa, com um pedacinho de verde bem simples, uma árvorezinha, um espaço para tomar sol.

Não sinto falta de coisas que fazia apenas pela facilidade que a rotina apressada anteriormente proporcionava. Almoçar no shopping, comprar alguma coisa só porque estava ali, pegar trânsito. Essas coisas me parecem tão distantes.

Desses passeios “de consumo”, sinto falta de ir à livraria. Olhar as estantes sem pressa, sentar, tomar um café. Conversar com alguém que estivesse ali comigo. Andar a pé. Sentir o vento batendo no rosto SEM MÁSCARA.

Eu sei que tem muita gente que continuou fazendo todas essas coisas mesmo durante a pandemia. Não foi o meu caso.

Sei que vai passar, e sei que precisamos viver o que temos hoje, tentando não sofrer tanto por estarmos em casa.

Mas a grande verdade é que ainda não sabemos o que isso vai nos custar a longo prazo, psicologicamente falando.

Como sempre, eu busco fortalecer a minha mente, pois sei que, mesmo nos momentos piores, é ela que está lá comigo, como uma melhor amiga que só eu conheço.

O restante é puro amor. E isso completa o que a mente cria.

Como você está, querido leitor ou leitora? Compartilha aqui, se quiser. <3 Obrigada por acompanhar este espaço na web.

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Estudos, Universidade Pessoal

Dando continuidade à série de posts que iniciei ontem sobre como eu reorganizo a minha rotina em todas as áreas da vida, de tempos em tempos, e em especial a cada estação, quando faz sentido, quero compartilhar essas atualizações com vocês pois, afinal, este é um blog onde escrevo sobre a minha vida, a fim de inspirar vocês a se organizarem também. Se estiverem gostando dessa ideia, posso fazer de forma recorrente.

Doutorado

Como vocês podem imaginar, o grande eixo principal de estudos da minha vida no momento é o Doutorado, que também me ajuda a direcionar estudos para o nosso trabalho com o Vida Organizada, pois muita coisa que aprendo e pesquiso posso trazer para o trabalho também.

O primeiro ano do Doutorado é bem volumoso porque é quando você está pegando o ritmo, tem que cumprir os créditos das disciplinas, tem muita coisa se ajustando ainda, sabe. Então tenho buscado construir uma rotina organizada que me permita realmente focar no que for prioridade. Tenho aulas duas vezes por semana, além dos encontros dos grupos de pesquisa, que acontecem duas vezes por mês (cada um, participo de dois). Curso duas disciplinas. Tenho dois trabalhos em andamento para artigos e seminários. E tenho alguns cursos que estou fazendo para me ajudar no Doutorado também, como: francês, Mendeley, escrita acadêmica e um sobre o Byung Chul-Han. Além da escrita da minha tese.

O que eu tenho buscado priorizar são as leituras e a escrita diariamente. Mesmo que eu não me sinta “inspirada” para escrever, me forço a estar ali disponível para isso, revisando o que escrevi, tomando notas, e muitas vezes sai um parágrafo ou outro. Ao longo do dia, anoto insights e ideias no meu bloquinho de notas.

As leituras do Doutorado se dividem entre:

  • leituras para a tese
  • leituras complementares interessantes
  • leituras para cada uma das disciplinas
  • leituras para os grupos de pesquisa
  • leitura para a produção de artigos e trabalhos

Todos os dias eu estudo em horários variados. De manhã, quando acordo. Um pouco depois do almoço. De noite, se não estiver tão cansada ou fazendo alguma atividade em família.

Universidade pessoal

Sinceramente, nos tempos do Mestrado eu não tinha muita coisa na universidade pessoal porque o que estava mandando ali era o curso do próprio Mestrado, e o mesmo acontece agora com o Doutorado. Para eu estudar algo “fora” do Mestrado, precisa ser muito essencial e necessário. No momento, são três assuntos: metodologia de pesquisa, francês e marketing digital / empreendedorismo (pelo meu trabalho).

O modo de organizar é o mesmo de sempre: eu estudo todos os dias e alterno as leituras. Se eu quiser me dedicar hoje mais ao francês, da próxima vez que for estudar eu mudo o assunto e estudo marketing ou metodologia. Sem microgerenciamento, apenas uma organização leve para não ficar demais em um assunto e abandonar os outros durante muito tempo.

Alguns pontos relevantes para comentar:

  • Faço as anotações de aulas e cursos de modo geral no commonplace book;
  • O diário de pesquisa é um caderno onde faço minhas escritas para a tese, descrevo insights, trago fichamentos relacionados, notas das minhas reuniões com a orientadora etc;
  • Alterno as leituras dos diversos projetos – livros que levam mais tempo, capítulos pontuais etc;
  • Leio todos os dias, mas nunca contei as horas – simplesmente faz parte da rotina;
  • Tenho o projeto de 12 livros de finanças para 2021, que tenho mantido (resenhas no YouTube);

Vocês não perguntaram, mas eu tranquei o curso de formação em Ayurveda. Me inscrevi nesse curso antes da pandemia para ter um hobby, conhecer pessoas novas e fazer um curso presencial que me permitisse cozinhar, mexer com plantas etc. Mantive os estudos durante um ano e foi ótimo, mas eu ainda quero viver a experiência completa. Então pretendo voltar quando estivermos todos vacinados. O bom é que consigo focar no Doutorado.

Se vocês tiverem alguma dúvida sobre esse processo, deixem aqui embaixo. 😉 Obrigada!