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Um dos maiores aprendizados do GTD para mim, nos últimos dois anos, tem sido o conceito de definir o meu trabalho. Isso é incrivelmente importante porque o trabalho, ou o que quer que você queira ou precise fazer, não é auto-evidente. E, a não ser que você seja um robozinho e alguém digite exatamente o comando que você precisa executar, quando algo chega até você, você precisa esclarecer melhor o que aquilo significa, identificar ações, o que significa definir qual é o seu trabalho.

Vamos falar sobre e-mails. Eu recebo uma grande quantidade diária deles, e cada um é uma surpresa ou alguma coisa que eu preciso fazer, responder ou decidir. Quando eu abro um e-mail, às vezes uma simples pergunta pode significar que, para respondê-la, eu preciso fazer um monte de outras coisas antes. E, se eu não defino claramente, aquilo vai ficar martelando na minha cabeça indefinidamente, porque a mente não tem divisão. Ela não sabe que é para eu me lembrar daquele problema só quando eu abrir o e-mail novamente. Ela vai me lembrar dele quando eu estiver fazendo lição com o meu filho, ou em uma reunião, prestando atenção ao que um cliente está falando. E isso é péssimo, porque me tira o foco, a mente plena no momento. Portanto, definir o meu trabalho é fundamental porque, uma vez definido, eu fico tranquila que o organizei para fazê-lo no momento adequado, e isso me permite deixar a mente livre para focar no que eu quiser ou precisar.

E outra coisa importante que eu aprendi foi que, quando eu pergunto se algo demanda ação ou não para mim, isso é uma decisão. Eu tenho permissão (vejam que palavra forte) de decidir que não, eu não quero fazer nada com relação a isso agora. E esse “poder de dizer não” vem de muitas questões, obviamente, mas vem principalmente do fato de eu saber que estou definindo o meu trabalho e, por isso, não vou abrigar qualquer coisa na minha vida. Quando eu recebo um e-mail me pedindo algo que eu não quero, não concordo, caramba, eu preciso dizer não. Eu parei de pensar no peso do não quando descobri que o custo do sim era muito maior pra mim.

Mas não me entenda mal: eu adoro dizer sim! Adoro dizer sim para coisas que sejam coerentes, que tenham a ver com o meu trabalho, com a minha vida. E justamente porque quero dizer sim para todas essas coisas, e por saber que vida, tempo, tudo é finito, eu preciso deixar espaço na minha vida para elas. Então, quando eu digo não, digo com a certeza de que sei que estou dizendo sim para tantas outras coisas muito legais ou que impactem mais positivamente na minha vida, se assim eu quiser.

Esse poder de dizer não que o GTD traz me ensina que: 1) eu posso desapegar daquilo e simplesmente jogar fora o que eu não preciso; 2) posso guardar numa boa, mesmo se não demanda nenhum tipo de ação, simplesmente porque acho melhor armazenar, quero ou preciso; 3) se eu não tenho como decidir agora, não preciso ficar me martirizando – basta eu incubar esse negócio para pensar depois. Muitas vezes, eu preciso de tempo, dinheiro, outra situação, outra cabeça para decidir. E é tudo bem adiar essa decisão de decidir, contanto que ela esteja ali, guardadinha, e vai voltar para mim em um momento mais apropriado. Cansei de decidir em segundos coisas que eu tinha incubado porque, quando me deparei com elas pela primeira vez, não tinha a menor ideia se demandariam algum tipo de ação ou não.

Recentemente eu estava iniciando meu processo de mestrado, que é algo que quero fazer, mas estava incubado há algum tempo. Este ano, decidi fazer. Porém, ao ingressar no processo como um todo, percebi que eu ainda precisava de um tempo maior para fazer algumas pesquisas e estudar alguns temas se quisesse aproveitar o mestrado com a qualidade que desejo ter. E isso me fez, de maneira super esclarecida para mim, definir que “definir o tema do meu pré-projeto de mestrado” fosse meu projeto em vez de “ingressar no mestrado” este ano, pois assim me sinto mais confortável e mais coerente com a minha vida como um todo. Faz sentido? Para mim, sim.

Ao mesmo tempo, quando eu decido que demanda algum tipo de ação, só decidir não adianta nada. Eu preciso identificar qual é a próxima ação que vai fazer aquele negócio andar. E, por próxima ação, entenda aquela ação que, se o mundo parasse nesse momento e você pudesse dedicar todo o seu tempo para resolver o que você precisa resolver, qual a primeira coisa que você faria? Que não depende de nada? Sempre temos uma próxima ação, nem que ela seja obter mais informações ou conversar com outra pessoa para decidir. Porque, se eu não definir essa próxima ação agora, vou ter que definir depois. Definir qual é a próxima ação é tornar claro o que eu preciso fazer, onde e escrever exatamente a ação. Eu finalizo o pensamento. Não preciso ter o retrabalho de pensar de novo ao analisar a minha lista de coisas a fazer.

E muitas vezes são ações tão rápidas de executar! E é para fazer isso mesmo – se levar menos de 2 minutos, faça na hora. Seja urgente, importante ou menos importante, faça na hora. Porque é justamente esse tipo de “categorização” de menos ou mais importante que faz a gente procrastinar coisas que acabam se tornando urgentes com o tempo. É mais rápido fazer agora e já tirar da sua frente que anotar em uma lista e ter que ficar revisando mais de uma vez.

Se for algo que demore mais tempo, eu sempre me pergunto se eu sou a pessoa mais apropriada para fazer aquilo. Porque, em inúmeros casos, não sou. Mas, se eu inserisse diretamente em uma “lista de tarefas”, eu assumiria aquilo como meu e teria que dar conta, mesmo me xingando eternamente por ter abrigado algo que não tinha nada a ver comigo. Se for o caso, se você tiver uma ação que você não é a pessoa mais adequada, indicada ou capacitada para fazer, delegue. Tire esse peso das suas costas. Eu também aprendi a delegar mais nesses últimos dois anos, porque percebi que abraçar tudo estava me fazendo deixar de lado coisas que eu realmente gostaria de fazer. E, muitas vezes, eu nem era a melhor pessoa para fazer aquilo. Demorava horas a mais para resolver, enquanto outra pessoa mais capacitada e que faz daquilo uma rotina fazia rapidamente. A ação nem entrou na minha lista de coisas a fazer. Foi para outra pessoa.

E sabe, vem muito do seu próprio entendimento do que o seu trabalho realmente é para você pegar algo assim que demande ação e pensar: “quem deve fazer isso é o meu chefe!”. Você não precisa ter uma equipe abaixo de você para delegar coisas – muitas vezes, seu chefe, sua esposa, sua mãe, seu pai, seu irmão, seu colega de equipe é a pessoa mais apropriada que você para fazer aquilo. Eu passei por esse exercício muitas vezes nos últimos dois anos, e tenho cada vez mais aprendido o que faz sentido eu fazer e o que não faz.

Porque eu sei o que vai acontecer com o meu dia se eu enchê-lo de coisas para fazer. Eu sei que minhas atividades não se resumem apenas ao que já defini. Telefones tocam, urgências acontecem, eu tenho novas ideias que preciso processar etc. E quero me manter produtiva, equilibrando essas diferentes atividades.

Se for uma ação que eu mesma preciso fazer, isso sim entra no meu inventário de coisas a fazer. Então vejam que, ao definir o meu trabalho usando esse filtro do GTD, nem tudo vai entrar nessa lista. Muita coisa vou dizer não, muita coisa vou resolver rapidinho, muita coisa vou delegar. E então vou assumir aquilo que defini como o meu trabalho mesmo. Passou pelo filtro. Entrou na minha lista. E quando eu penso que a maioria das pessoas não faz filtro algum e simplesmente coloca direto em suas listas apenas “porque é menos complicado”, eu fico pensando: “mas gente, complicado é abrigar tudo isso”. Eu levo menos de 30 segundos para passar qualquer coisa por esse filtro do esclarecer.

Outro dia escrevi um post divulgando uma ação do Todoist sobre a produtividade de quem usa o aplicativo, fazendo um resumão de 2016. E o Todoist analisa volume, especialmente porque não tem como ir além disso. E as pessoas ainda ficam *chocadas* porque eu não estava, sei lá, entre “os 2% dos usuários mais produtivos”, já que eu faço tantas coisas. Sim, porque eu faço muitas coisas, mas poucas entram lá. E eu faço coisas significativas, não em volume. Eu sei definir uma ação que vai efetivamente mover um projeto adiante, e não algo que só vai enganar meu nível de serotonina ao marcar a tarefa como concluída, como “lavar a louça”. Além das coisas que eu faço porque, justamente por ter tudo sob controle, escolhi fazer sem ter inserido em lista alguma.

Aliás, falando sobre projetos, é uma parte importante ao definir o meu trabalho, e também foi um entendimento crucial ao longo dos anos, que me fez ver o todo daquilo que eu estava trabalhando. Toda vez que uma próxima ação não conclui o que eu preciso fazer – ou seja, depois dela, tem mais coisas – eu tenho um projeto, de acordo com o GTD. E tomar esse tipo de coisa como projeto me ajuda demais a ter um inventário completo de todos esses veios abertos, pois assim eu sei definir as ações e saber para onde eu estou indo. Ou seja, eu defino um resultado desejado e ele vira o meu “alvo”. Afinal, essas ações estão servindo para quê? Para me fazer chegar naquele resultado. E assim vai, uma depois da outra. Mas, se eu não tivesse essa lista de projetos, como poderia saber?

Definir o meu trabalho, então, é mais do que pegar uma anotação na caixa de entrada e me perguntar “o que é isso?”. É o meu empoderamento como ser humano do século XXI que pensa nas coisas que precisa ou quer fazer, de modo que não desperdice o tempo apenas estando ocupada(o) desordenadamente, fazendo coisas sem sentido. E eu realmente acredito que, se todos tivessem esse tipo de comportamento, a vida teria muito mais significado e o propósito seria evidente, pulsante em cada atividade que cada um faça.

Thais Godinho
01/02/2017
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Sempre me perguntam que aplicativos tenho usado para as mais diferentes funções relacionadas a organização, então este post traz os mais recentes.

O que eu faço muita, muita questão que você saiba: usar aplicativos não importa. O importante é que você tenha um método. Sendo assim, qualquer aplicativo servirá, desde que atenda suas necessidades e você goste dele.

Os aplicativos que eu tenho no meu celular e uso hoje são:

  • Guia Bolso: Aplicativo para gerenciar finanças do dia a dia.
  • Dropbox: Para compartilhamento de arquivos pesados.
  • Documentos (Google): Para editar documentos que estejam no Google Drive.
  • Skoob: Para organizar minhas leituras.
  • Google Agenda: Minha agenda.
  • Day One: Para registros diários.
  • Life Cycle: Para ver como estou distribuindo as atividades ao longo dos dias.
  • Water Minder: Para me lembrar de beber água!
  • Tempo (iPhone): Para ver a previsão do tempo.
  • Relax Sounds: Para usar nos meus períodos de meditação no dia a dia.
  • Booking: Para gerenciar hospedagens com agilidade quando estou viajando a trabalho.
  • Sleep Cycle: Despertador e qualidade de sono.
  • Todoist: Para gerenciar minhas próximas ações e assuntos a tratar.
  • Mind Meister: Para acessar meus mapas mentais se estiver em trânsito.
  • Podcasts: Para ouvir podcasts enquanto estou em trânsito.
  • Evernote: Para digitalizar comprovantes e outros documentos com agilidade.
  • Cam Scanner: Para “escanear” e compartilhar documentos.
  • Feedly: Para agregar feeds de blogs que acompanho e ler em trânsito.
  • Planilhas (Google): Para visualizar e editar planilhas que estejam no Google Drive.

Eu tenho outros aplicativos que não são necessariamente sobre organização, mas que também me ajudam muito a manter a vida organizada, como o Uber, Spotify etc, mas os principais que organizam coisas e informações estão aí em cima.

Thais Godinho
31/01/2017
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Não querendo chover no molhado, a gente já falou mais de uma vez que o Feng Shui é uma técnica milenar chinesa, cujo maior objetivo é nos alinhar com as forças positivas da natureza, para que possamos receber saúde, prosperidade, harmonia, enfim…viver bem e plenamente.

Por isso é que, seguindo os seus preceitos, super indicamos a presença de elementos vivos nos ambientes: animais, plantas, cristais…desde que as pessoas se sintam bem com suas presenças e se proponham a cuidar dos mesmos, dando-lhes dignidade, felicidade, ou seja, nada pode influenciar positivamente um local, estando em sofrimento.

Bichos de pelúcia, plantas artificiais funcionam no Feng Shui?

A reposta é sim e não… São representações dos originais, mas não têm vida…É como ter uma foto de seus pais e os mesmos em “carne e osso”. A foto é uma representação, mas traz a lembrança, ancora a energia, mas nem de longe é a mesma coisa. Agora, se é para ter um bicho aprisionado, uma planta sem água ou mal posicionada, indico de olhos fechados que a pessoas tenha quadros, versões artificiais, afinal “as flores de plástico não morrem”…

Eu não sei vocês, mas eu adoro brincar com a Mel e a Filó, minhas “salsichinhas” amadas. Em tempos de relaxar, refazer as energias, posso dizer que elas recarregam a minha bateria em tempo recorde – não há stress que perdure. E o que dizer das plantas? Tenho várias e a maioria delas tem nome. Kwan Yin é uma orquídea que ganhei de uma amiga querida e que está no tempo de (re)florir. Temos um diálogo constante, eu a examino e quero saber quando virão as florzinhas amarelinhas pala me alegrar mais. Fátima e Penélope vivem agora no jardim do prédio, pois descobri que são espécies de ambientes externos, estavam murchinhas, querendo adoecer, fui atrás de informações e resolvi a questão – estão frondosas lá embaixo, se esbaldando de sol e vento. Vieram ambas da mata amazônica.

Brincadeiras à parte, no Feng Shui as plantas são verdadeiros coringas. São legítimas representantes do elemento MADEIRA,  nos protegem, atraem boas energias, servem de cura em pontos doentes ou que peçam correção energética, filtram o ambiente do ponto de vista orgânico e energético, dando às vezes a própria vida, por conta de um golpe energético que o local tenha sofrido. São inclusive sinalizadoras que algo ou alguém não vai bem na casa. É comum antes de uma separação, uma doença, um acontecimento que venha abalar a família, as plantas ficarem abatidas, desvitalizadas, tristes mesmo eu diria.

Preste atenção às suas plantas, preste socorro e cresça os olhos em relação às pessoas. Há alguma coisa “pegando” no relacionamento, alguém preocupado com trabalho, algum sintoma de desequilíbrio na saúde?

Ter plantas em casa é algo maravilhoso. Elas trazem a natureza para perto de você, são verdadeiros mananciais de energia vital, absorvem a energia yang do sol, espalhando-a por onde estiver. Aumentam a nossa criatividade (quem já escreveu embaixo de uma árvore?) e capacidade de concentração. Promovem a melhora do nosso estado emocional e do sistema imunológico (pense em você andando num parque, num belo jardim), então espero que a essa altura já o tenha convencido a sair em busca de umas verdinhas.

Mas… quais as melhores plantas, segundo o Feng Shui?

Bem, supondo que estejamos falando de ambiente interno…há plantas mais indicadas para salas, banheiros, cozinhas, corredores, porta de entrada. Faça uma análise do seu espaço. Há incidência de sol? Por quantas horas? Manhã, tarde…Você pode cuidar das plantas com qual frequência? Na sua ausência alguém poderá cuidar delas? Há possibilidade de crianças ou animais comerem parte dessas plantas? Anote tudo. Leve esse bloco de anotações no dia da compra.

De qualquer forma, há algumas prerrogativas… o que não devemos ter, de acordo com o Feng Shui:

#plantas carnívoras (por motivos óbvios!)

#plantas com espinhos, pois podem provocar conflitos entre os moradores (estas deverão ficar em áreas externas, de preferência que não sejam vistas por vizinhos). Aqui incluímos os espinhos das rosas, que precisam ser aparados. As suculentas ficam dentro de casa, são símbolos de resistência, excelentes para banheiros e lavabos, áreas de pouca iluminação, espaço reduzido. Os cactos são plantas de defesa, mas por conta de seus espinhos, precisam ficar em varandas, quintais, janelas, sempre em ambiente aberto, onde não sugira uma provocação à vizinhança.

#plantas pendentes cujas folhas se direcionem para o chão, acabam direcionando o “Ch’i” para baixo também, “derrubando” a energia. Se você tem uma linda samambaia de metro, como um véu de noiva, não se desfaça dela, mas coloque-a em área externa ou, se não tiver, doe-a para alguém que cuide direitinho e tenha o espaço adequado.

#plantas doentes, maltratadas, com folhas ou frutos secos (atenção às pimenteiras…pimenta seca, adeus dinheiro!), mortas, fenecendo, pois emanam energia yin, de morte mesmo, por isso a necessidade de mantê-las saudáveis.

#os bonsais…ai, os bonsais…tão fofos os pequenos, mas são na verdade plantas que foram atrofiadas, tolhidas para que não crescessem… trazem uma energia de limitação, o que não é obviamente a nossa praia.

#plantas tóxicas – algo para ser ponderado. A “comigo-ninguém-pode” é um exemplo clássico de uma planta que manda muito bem em banheiros, mas tem a questão da toxicidade. Se você tem crianças, animais que podem acessá-la, descarte essa possibilidade, há um leque vasto de outras espécies. A dica é: quando for comprar qualquer planta, acrescente à sua check list esse item: há perigo de ser ingerida?

Então, quais são as plantas campeãs?

Para as salas são muito indicadas as palmeiras, como a Raphis, a Dracena, a Areca. Mas bom mesmo é você saber em que guá (setor) do Feng Shui está cada cômodo. Pensando assim, se a sua sala está na Área da Família, o Lírio da Paz honra o nome que tem e harmoniza relacionamentos familiares; a Árvore da Felicidade (macho e fêmea) une casais e parceiros ou sócios – ideal para o Setor dos Relacionamentos. Pata de Elefante requer boas horas de sol, mas traz estabilidade, solidez. Folhagens arredondadas como o Dólar e o Dinheiro-em-penca atraem a prosperidade, ativam o financeiro, pois suas folhas lembram pequenas moedas.

E as orquídeas? Acho que são flores que sorriem. Impossível alguém se deparar com a delicadeza de uma orquídea e não devolver a gentileza. Orquídeas elevam a consciência e acalmam os ambientes. São excelentes na área da Espiritualidade.

Para as varandas: bambus, árvores frutíferas como pitangueira, jabuticabeira, etc., as palmeiras que gostam de sol, flores solares, como girassol, gerânio, azaleia.

Nas cozinhas e jardins vão muito bem as ervas aromáticas, como o alecrim, manjericão, orégano, tomilho, capim cidreira, que são muito auspiciosas – o manjericão particularmente chama as boas oportunidades e o alecrim ancora a boa saúde.

Na entrada da casa gosto das plantas guardiãs como a Zamioculcas, que absorve energias negativas ou a Lança de Ogum e Espada de São Jorge que as rebatem com muita competência.

Experimente visitar um mercado de flores e plantas, vá com tempo, apaixone-se, caia de amores por Hortências, Kalanchoes, Antúrios, Margaridas, Begônias…

Mas lembre-se, carregue sempre o seu bloquinho com anotações sobre a sua casa e pergunte ao vendedor o máximo de informações que possa obter sobre cada uma das plantas: luminosidade, regas, cuidados especiais, adubação, etc.

Depois? Muita responsabilidade e gratidão. A doação por parte delas supera de longe as necessidades básicas.

“Verdejantes tempos, mudança dos ventos no meu coração…”

Wanice Bon'ávígo
30/01/2017
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