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Resenha: Isso me traz alegria (Marie Kondo)

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Alguns livros acabam passando na frente dos outros na fila de livros que quero ler porque eu sei que a resenha deles é importante para os leitores do blog. E, quando se fala em Marie Kondo, hit total do momento, os pedidos aumentam cada vez mais, então eu priorizei a leitura desse livro este mês, já adiantando que gostei bastante.

Kit viagem: pashmina, bloquinho e caneta para fazer uma super captura e esvaziar a mente, e a leitura atual. #vidaorganizada

Uma foto publicada por Vida Organizada 🕐 (@blogvidaorganizada) em

Fui viajar e aproveitei para ler o livro. A leitura demorou dois dias. O livro é grande (270 páginas), mas a leitura flui de forma leve. Esse livro é o segundo livro da Marie Kondo. O primeiro, “A mágica da arrumação”, já teve resenha aqui no blog e é um sucesso de vendas no mundo todo. Ela vendeu cerca de 5 milhões de livros até então (mais que o GTD, minha gente, que vendeu 4 milhões em mais de 20 anos), e um sucesso desses não pode ser ignorado.

Quando eu li o primeiro livro da Marie, eu o achei muito radical. Queria ler em inglês para ver se alguns termos traduzidos é que podem ter passado essa impressão (se eu fizer isso futuramente, atualizo aqui no post). Porque, lendo o segundo livro, ela não me soou tão radical. É um livro muito mais empático e esclarecido que o primeiro, sobre o seu método.

Muitas profissionais de organização torcem o nariz para a Marie porque ela, na verdade, diz que o único método de organização que funciona é o dela. E o fato de o método dela funcionar não significa que outros não funcionem. Trata-se apenas de encontrar aquilo que combina mais com você e com a fase da sua vida nesse momento. Mas os fãs da Marie, que curtem seu método, reafirmam o que ela diz, e torna-se uma discussão quase interminável na Internet. O jornal New York Times publicou outro dia uma reportagem super polêmica com a Marie, onde rolam altas alfinetadas na NAPO (associação americana de personal organizers – uma verdadeira instituição respeitada nos Estados Unidos), e isso causou furor entre as profissionais norte-americanas do mercado de organização. Eu fico com um pouco de pena da Marie nessa história, porque ser uma pessoa com a visibilidade dela não deve ser fácil. Devem empurrar todo tipo de polêmica e palavras para cima dela, e então qualquer tipo de reportagem como essa suscita mil reações agressivas, o que gera todo um bolo muito errado de acontecimentos.

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O fato é que a Marie vem causando transformações na vida das pessoas através da organização, e não é isso o que todas as profissionais de organização se propõem a fazer e fazem tão bem? Sim. Ela tem a maneira dela de fazer isso, assim como eu tenho a minha, a personal X tem a dela e cada pessoa tem a sua. O que acontece é que nem todo mundo teve a oportunidade de publicar um livro e ser lido por milhões, e isso confere mais credibilidade a uma maneira de se fazer as coisas – o que as pessoas precisam saber, com bom-senso, que não significa que é a única maneira certa de se fazer.

Mas, sobre o livro, eu gostei muito. Uma pergunta que sempre surge é se vale a pena comprar esse livro se você já comprou o primeiro. Gente, essa pergunta é muito esquisita. São livros diferentes. Se você gosta do autor, claro que vale a pena comprar. Não existe essa coisa de “compre esse ou aquele”. Siga o conselho da Marie e, depois de lido, doe ou mantenha se te traz alegria. Mas, como autora, acho complicado sugerir que você escolha entre um e outro, porque os livros são textos diferentes. Apesar de serem ambos sobre o mesmo método, “Isso me traz alegria” é um livro depois do furor, que busca esclarecer as pontas deixadas abertas pelo primeiro. Fora que ele é ilustrado, e as ilustrações são lindas e bastante úteis para entender todo o conceito de dobras e outras coisas que ela ensina. Ele também é um livro mais detalhado, mas bem estruturado entre as sessões – um guia mais prático, digamos assim. Mas, se você não leu o primeiro, provavelmente vai ficar “boiando” no que ela ensina. Então recomendo a leitura dos dois, na ordem de lançamento.

O grande propósito da Marie ao escrever esse segundo livro foi trazer um guia ilustrado (eu diria mastigado) do seu método, esclarecendo quaisquer dúvidas que possam existir. Serve para quem leu o primeiro, começou a organização de acordo com o método dela, mas precisa de uma forcinha. Também serve para quem leu o primeiro, mas não sabe por onde começar. E também é muito legal para quem já é organizado e quer dicas adicionais.

O método todo da Marie é bastante simples: descarte aquilo que não te traz alegria e, o que sobrar, arrume um lugar certo para cada coisa. No final das contas, isso é organização pura e simples, não “o método da Marie”. Mas eu gosto muito do tom de simplicidade que ela traz a todo momento, e acredito que isso seja o que faz seus livros fazerem tanto sucesso.

Se selecionar pelo que te traz alegria é o mais correto ou não, se fazer um descarte radical funciona, se jogar fora recordações dá certo, isso é assunto para outro post, e também já adianto que nunca vai existir essa coisa de certo ou errado na organização, mas sim aquilo que funciona para você, em cada momento da sua vida. Tem vezes que vale a pena ser radical, tem vezes que você vai querer fazer aos poucos. O mais importante é respeitar o processo, porque respeitar o processo é respeitar a si mesmo(a). E isso a Marie passa também, independente da forma que ela use para demonstrar isso.

É um bom livro, que recomendo ter na estante, e achei melhor que o primeiro.

Bate-papo online sobre cartela de cores

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Segunda-feira a Ana Soares (do blog Hoje Vou Assim OFF) e eu decidimos fazer um bate-papo ao vivo e público a todos que quiserem participar via Google Hangouts sobre cartela de cores. Inscreva-se aqui!

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A ideia é falar um pouquinho sobre o impacto que esse tema tem na vida das pessoas. A Ana vai trazer toda a experiência dela como consultora de estilo e especialista no tema e eu vou levar a minha experiência pessoal – fiz essa análise de cores no ano passado e isso trouxe muitas transformações na minha auto-estima, nas compras que eu decidi ou não fazer em termos de roupas novas, o que eu deveria manter no meu guarda-roupa, as melhores combinações e muito mais. Enfim, é um assunto super rico que vale a pena participar!

Inscreva-se gratuitamente aqui e, no dia, basta acessar no horário certinho. Será segunda, dia 25/7, das 19 às 20 horas, no horário de Brasília.

Caso você não possa participar no dia e horário, não se preocupe, pois o bate-papo será disponibilizado no YouTube posteriormente.

Vejo você lá!

Achados do Mês – Julho 2016

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Uma compilação dos favoritos do mês, onde nós estivemos, o que fizemos, o que vimos, para onde vamos e outras ideias bacanas. <3

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(1) As próximas turmas abertas de GTD acontecerão em Maringá (30/07 – outro instrutor), Brasília (13/8), Curitiba (20/8), São Paulo (27/08) e Porto Alegre (24/09). Podemos formar turmas em outras cidades se houver interessados, então entre em contato ou inscreva-se aqui; (2) Uma das coisas que mais tenho usado este mês para reuniões e eventos é a minha garrafa térmica, sempre com chá ou café. Esta é da Uatt; (3) Aqui em casa, toda terça de Masterchef é noite de bruschetta! Você pode ser mais criativo além do modelo original com este livro maravilhoso com ideias de torradas irresistíveis. Na Amazon; (4) No frio, nada melhor que uma boa caneca de chá a qualquer momento. Estou apaixonada por esse modelo da Tok&Stok; (5) Companheira de todas as horas, a pashmina vai do verão ao inverno para nos prevenir em salas com ar condicionado gelado e ainda proteger o peito em dias muito, muito frios. Esta é da Pashminas; (6) Faça bonito recebendo amigos ou familiares em casa com uma senhora tábua de queijos. Esta é da Tok&Stok; (7) Se você gosta de plantas, mas não tem muito tempo para cuidar, uma boa ideia são as suculentas. Esta você encontra na Leroy Merlin; (8) Não consigo mais viver sem aromatizadores de ambiente. Tenho testado vários e tenho meus preferidos, mas o aroma sempre é de lavanda. Este é da Granado; (9) Em um ano tão complicado, pode valer a pena ter uma plaquinha feliz em casa para nos lembrar de fazer coisas básicas. Da Meu Móvel de Madeira; (10) Aproveite que a Bienal do Livro de São Paulo está chegando e invista em uma sacola ecológica legal para carregar suas compras. Esta linda, estampada com livros, é da Saraiva; (11) O novo livro do Mario Sérgio Cortella vem trazendo uma reflexão como sempre bastante pertinente. Este você encontra na Saraiva também; (12) Nada de passar frio depois do banho ou ao acordar! Tenha um roupão quentinho e felpudo sempre perto de você. Este é da Zelo.

Este post não é um publieditorial. 😉 Trata-se apenas de um compilado de coisas que eu gosto muito e recomendo. São apenas ideias e os links servem como referência.

Aconteceu por aqui

  • O mês começou com o meu maravilhoso curso de coaching, que mudou bastante a minha vida. Falei mais sobre essa experiência aqui.
  • Estive em Fortaleza e em Belo Horizonte ministrando turmas abertas de GTD. Foi incrível! Obrigada a todos que participaram.
  • A Carol está trabalhando no nosso modelo de consultoria e esse tem sido um dos trabalhos mais bacanas que já fizemos.
  • O lançamento do livro Casa Organizada aconteceu no início do mês, e o evento oficial foi dia 21 de julho, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional! Foi maravilhoso e agradeço a todos que estiveram lá.

Onde encontrar a turma do VO

  • Dia 30 de julho acontecerá a nova edição do workshop Construa seu estilo e organize seu armário, em parceria com a consultora de estilo Ana Soares, do blog Hoje Vou Assim OFF. Últimas vagas e você pode se inscrever aqui!
  • Consulte todas as datas das turmas abertas de GTD para julho e agosto! Como eu comentei acima, Brasília, Curitiba, São Paulo e Porto Alegre já estão no radar!
  • Vamos realizar um workshop de Todoist em São Paulo em setembro! As inscrições ainda não estão abertas mas você pode manifestar seu interesse e também solicitar que seja feito em sua cidade! Clique aqui para enviar.
  • O Vida Organizada estará na Bienal do Livro de São Paulo! Assim que tivermos a data correta postarei aqui no blog.
  • Wanice Bon’Ávigo está com as inscrições abertas para seu curso de Reiki. Inscrições aqui!
  • Tadeu Motta abriu novas turmas para seu curso de Organização de arquivos para personal organizers em Brasília, São Paulo, Salvador e Rio de Janeiro. Inscreva-se aqui!
  • Use a hashtag #vidaorganizada no Instagram para postar fotos do seu cantinho organizado e compartilhar conosco! <3

Meu sistema GTD atual – Julho 2016

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Regularmente eu gosto de postar aqui no blog como está o meu sistema GTD para mostrar para vocês. A última vez que postei foi em fevereiro, então achei que era o momento de postar novamente.

O sistema GTD é algo que está constantemente em construção. Já há mais de um ano tenho utilizado as mesmas ferramentas e o que tenho trabalhado mais atualmente tem sido o meu arquivo de referência, que nem vou pontuar muito hoje justamente porque está em transição (vou falar mais adiante).


Calendário

Lembrem-se que, para o GTD, calendário é uma lista de tudo o que tem data, não a ferramenta calendário apenas. Isso inclui agenda, tickler e outros usos que você possa inventar, como bullet journal, um calendário de parede feito com post-its ou um calendário da família pendurado na geladeira.

Para agenda, uso há anos a agenda do Google com o esquema de duas cores que já comentei aqui no blog. Eu tive algumas tentativas de voltar para o papel aqui, mas gosto muito das funcionalidades de usar uma agenda eletrônica (e uso muito por causa dos convites para reuniões e a mobilidade das informações). Para mim, uma agenda eletrônica funciona melhor. No celular (uso iPhone), utilizo o próprio aplicativo da agenda do Google.

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De verdade, o que fez muita diferença no meu uso da agenda foi ser “caxias” no que entra nela, seguindo as orientações do David no livro novo. Ele dá boas ideias não só com relação ao que deve entrar no calendário (veja aqui) como usos criativos para o calendário (para gatilhos diversos). Nossa, isso tem me ajudado enormemente. E, no dia a dia, o calendário é o que eu foco pela manhã: trabalhar nos prazos dele. Tenho isso em minha checklist diária (que também vou citar mais adiante) e nunca me arrependi de ter feito, mesmo que tenha um dia mais livre pela frente. “Matar” prazos logo cedo dá uma tranquilidade enorme e uma sensação de dever cumprido muito legais.

Para o tickler, tenho dois usos: o físico e o eletrônico. Vamos lembrar que o conceito de tickler é basicamente uma informação incubada em uma determinada data, e isso você pode fazer na sua própria agenda (e eu faço na agenda do Google) ou em um arquivo físico, quando se tratarem de coisas físicas, como pastas, papéis, livros. Tenho usado cada vez menos o arquivo físico, apesar de ainda usá-lo. Hoje eu tenho um móvel de arquivo com três gavetas, que quero deixar apenas para arquivo de referência, e liberar o tickler para outro compartimento em breve, então na próxima atualização desse post vocês provavelmente verão essa mudança.

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Listas de próximas ações

Todas as minhas listas acionáveis e algumas listas de referências estão no Todoist. Hoje tenho uma única lista de próximas ações no Todoist, que organizo via etiquetas para atribuir contextos. Tenho procurado diminuir cada vez mais meus contextos, mas isso varia muito. Eles são bem dinâmicos e adiciono e excluo contextos sob demanda.

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Já comentei aqui em algum post que a regra para cores nas etiquetas de contextos é a mais banal e infantil possível: verde é a cor da minha casa, azul é cor do céu (contextos de rua), e azul para agendas porque azul facilita comunicação entre pessoas.

Eu trabalho na minha lista de próximas ações da seguinte maneira:

  • A diferença entre o que entra na agenda do Google e o que entra no Todoist (mesmo com prazo) é que o que entra na agenda só pode ser feito naquele dia em específico. O que entra no Todoist é uma próxima ação – ou seja, eu posso fazer dependendo apenas de estar no contexto adequado – é uma ação que eu posso adiantar, não preciso esperar o prazo para fazer.
  • As próximas ações devem ser trabalhadas nos intervalos do seu calendários, dos seus compromissos. O objetivo é aproveitar as janelas de tempo do seu dia a dia, sejam 5 ou 90 minutos, de acordo com o contexto onde você está. Você consegue mover adiante suas ações e seus projetos rapidamente.
  • Trabalhar nas minhas ações no Todoist também está na minha checklist diária, na parte da tarde.
  • Os contextos são aplicados às ações avulsas e às ações que fazem parte de projetos. Assim, quando estou no contexto adequado, apenas acesso a etiqueta apropriada e vou executando as ações.

Lista de aguardando resposta

Tenho uma pasta no Todoist para tudo o que estiver aguardando resposta avulsamente (ou seja, que não pertence a um projeto) e uma etiqueta de aguardando resposta que aplico nessas e nas ações que estão aguardando resposta de outras pessoas mas que pertencem a projetos.

Gosto de inserir o que está aguardando resposta no seguinte formato: Nome da pessoa – O que está aguardando resposta – desde quando. Se tiver um prazo, coloco um prazo.

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Assuntos a tratar

Em inglês, usa-se o termo “Agendas”, que também gosto, mas em português acaba confundindo, então eu uso “assuntos a tratar” para deixar mais didático. No livro em português sugerimos à editora deixar assim também.

Trata-se de uma categoria específica de contextos relacionados a pessoas ou reuniões com as quais você tem assuntos a tratar. E é legal ter uma categoria específica para manter um histórico (pelo menos eu gosto) e fazer um planejamento diferente.

Eu tenho uma pasta no Todoist para pessoas e reuniões e isso me permite pensar e planejar bem cada conversa com determinadas pessoas com as quais me reúno frequentemente para conversar (trabalho e vida pessoal).

exemplo-assuntos

Dentro de cada uma, a dinâmica é diferente, e eu listo o que gosto de conversar sempre com cada uma dessas pessoas ou abordar em cada uma das reuniões. Além do que, quando surgem assuntos pontuais, sempre que o assunto for tratado, basta marcar como concluído que o Todoist mantém o histórico. Eu acho isso bastante útil e, por isso, gosto de fazer assim.

E-mails

Continuo usando do mesmo modo que postei em fevereiro.


Projetos

Tenho uma pasta para listar todos os títulos de projetos. Isso é muito útil para ver de uma só vez todos os meus resultados desejados e também a quantidade de projetos em andamento. Eu também gosto de, sempre que concluo um projeto, colocar o ano na frente do título antes de marcá-lo como concluído, para registrar assim. A ideia é ter um histórico para anos adiante com todos os meus projetos concluídos nessa pasta.

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Tenho me disciplinado a manter menos de 50 projetos em andamento. Sei que é subjetivo, mas já percebi que, sempre que passo de 50 projetos, me sinto sobrecarregada. O David Allen diz que não tem nada a ver, que basta que todos os projetos estejam bem gerenciados, e eu sei que ele está certo. Mas, para mim, existe uma mudança sutil que eu identifico, e prefiro seguir minha intuição.

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Você consegue visualizar todos os itens concluídos clicando no reloginho que aparece no canto inferior direito abaixo de todas as listas de tarefas do Todoist.

Uma coisa diferente que tenho feito desde o curso de coaching foi criar tags para visualizar os projetos por áreas. Eu sentia falta dessa visualização, quando necessária. Por isso, criei tags específicas que atendessem essa revisão específica dentro de um planejamento que fiz depois do curso de coaching, e aplico nos projetos.

Tags:

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O objetivo é realmente ver os projetos por área. Só isso. Na lista de projetos eles aparecem assim:

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Eu tenho um sincero sentimento de tentar não complicar meu sistema, mas faço modificações de acordo com as minhas necessidades do momento. E, no momento, eu sentia necessidade de ver meus projetos por área. Tem ajudado bastante a manter meu foco, mas eu não recomendo a ninguém que copie como eu faço, a não ser que sinta a mesma necessidade. Eu já fiz muitas coisas apenas porque vi outras pessoas fazendo e não via muito sentido, e aquilo só complicou a minha vida. Deixo sempre como sugestão, mas estou aqui para mostrar como faço e facilitar a vida de vocês, nunca complicar. O que funciona para um pode não funcionar para outro.

Planos de projetos

Eu fiz algumas tentativas diversas de organização dos planos de projetos nesses últimos meses. Atualmente, voltei ao formato que eu estava usando no último post de fevereiro, que acho um pouco trabalhoso de manter (são muitas pastas), mas a organização é efetiva e me ajuda bem no controle dos projetos. Não considero a solução ideal mas, mais uma vez, o que é ideal, sinceramente? Vamos que vamos. O que importa é que funcione e que os projetos caminhem.

Desse modo, toda vez que eu identifico um novo projeto, eu crio uma pasta com o nome do projeto, para que eu possa inserir o plano do projeto. Dentro do plano do projeto, insiro as informações necessárias dele. Varia de acordo com a complexidade do projeto. Tem projeto que tem o planejamento completo (vide Modelo de Planejamento Natural no livro do David Allen), enquanto outros têm apenas as próximas ações.

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Exemplo de projeto mais simples:

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Exemplo de projeto com todos os elementos do planejamento:

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Quando um projeto é concluído, eu arquivo a pasta do projeto apenas se eu achar que ele pode servir como referência futura. Se for um projeto mais simples, eu excluo a pasta.

Algum dia / talvez

Eu categorizo enormemente a minha lista de algum dia / talvez porque comecei a usá-la com um pouco mais de substância depois que me formei no curso do Nível 2 em Amsterdam.

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E essas listas ainda nem estão completas porque tenho muitos itens que ainda estão no meu Evernote, que estou passando para cá (especialmente ideias para posts, passeios com a família, viagens e outras).

A lista de algum dia / talvez é a melhor maneira de tirar a pressão da lista de projetos, então ela serve tanto para ideias criativas, ousadas e para algum dia, como também para projetos que simplesmente não estão em andamento agora, mas virão a seguir. Então estou sempre de olho nela.


Áreas de foco

No post de fevereiro, minhas áreas de foco já estavam no Todoist também. Me acostumei com o formato de listas para elas, o que é bem engraçado, porque durante anos gerenciei áreas de foco com mapas mentais. Acho que usar uma ferramenta legal ajuda muito nesse processo.

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Tenho tentado simplificar aqui. As listas de áreas de foco servem simplesmente para se tornarem listas de pendências personalizadas para você, e isso é construído aos poucos, com cuidado. Então, para mim, por hora basta ter o primeiro nível bem definido, e aos poucos vou adicionando os outros níveis. Elas servem como listas de verificação, que eu analiso uma vez por mês, em média, ou sempre que me sinto sobrecarregada de alguma maneira e sei que preciso equilibrar as minhas atividades (essa análise proporciona isso).

A grande verdade é que o curso de coaching (mais uma vez ele) me ajudou a encarar as áreas de foco de uma maneira mais focada mesmo, e agora eu tenho usado isso como gancho até nas minhas revisões semanais, através das tags das áreas (vejam como uma coisa conversa com a outra).

Checklists

Checklists me ajudam a fazer as coisas da minha vida bem feitas – ou garantir que os padrões que eu quero manter em todas as áreas da minha vida sejam mantidos. Por isso as checklists fazem parte do Horizonte 2 no GTD. Ela servem para checagem, não como lembretes. Veja mais sobre checklists aqui.

No Todoist, categorizo em três tipos de checklists:

checklists

Ainda tem bastante coisa a explorar aqui, porque estou trazendo checklists que estavam em outras ferramentas (como no Evernote), mas por hora estão assim:

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Nas checklists por frequência, tenho gatilhos no calendário para verificar sempre que não for diariamente. Tenho postado aqui no blog cada uma delas – basta procurar por checklist diária, checklist semanal etc.

Nas checklists por situação, coloco checklists para verificar sempre que me encontro em determinadas situações. É quase o mesmo raciocínio de contextos, levando em conta que não estamos falando de lembretes. “Pela casa” traz minhas listas de limpeza, arrumação e tudo o que tenho que fazer para manter a casa em ordem. Listas da FLY Lady, aquela coisa. “Viagens” traz todas as checklists úteis para viagens, como o que eu costumo levar na mala, o que fazer antes de uma viagem internacional, o que levar na mala de bordo etc. “Próxima vez em…” serve para listar lugares e coisas para fazer em lugares que vou de vez em nunca, como praias, Estados Unidos e outras viagens do tipo. Quando for da próxima vez, o que quero fazer, comprar ou visitar?

Nas checklists de referência, vou inserindo informações úteis para o meu dia a dia, como o número que meu marido usa para camisas, materiais que preciso ter como instrutora, listas de mercado e outras mais. Tem sido bem útil e divertido fazer assim, e estou testando usos diversos.


Metas e objetivos

São resultados desejados assim como projetos, com a diferença que o horizonte de alcance é um pouco mais à frente. Aqui o que tenho trabalhado nos últimos meses é aplicar o modelo de planejamento natural neles também, o que tem sido muito eficaz.

No Todoist, estão assim:

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Aqui as coisas estão BEM em construção porque, depois do curso de coaching, eu saí com muitos objetivos e ainda estou refinando a maioria deles. Me dou por feliz por ter conseguido colocar tudo no meu sistema, porque a minha cabeça estava tão a mil que não estava nem conseguindo processar tudo na época.

Para mostrar como eu estou trabalhando, mas sem expôr muito meus objetivos mais íntimos, vou mostrar como tenho feito:

objetivos

O último item, em negrito, é o que está processado direitinho, e ele tem nove objetivos claros e com planos de objetivos mais detalhados embaixo. Os outros (julho/17 e julho/18) são frutos do curso de coaching, e ainda estou estudando. Estou no meio desse processo, então quis compartilhar essa construção com vocês. As coisas têm acontecido bem rápidas por aqui!

Nos planos de objetivos, não tem nada de muito diferente do planejamento de projetos. A única coisa diferente é que eu insiro também outros níveis, como projetos relacionados e qual a visão que eu tenho para aquele objetivo – por ex: se o objetivo for alcançado, ele contribui com que visão? É um exercício que me ajuda com o horizonte acima. Também me ajuda a identificar projetos um horizonte abaixo e trazer o objetivo mais para a realidade. Todos os meus objetivos têm projetos relacionados.

Essa parte de metas para 2016 só existe porque, na Call Daniel, na reunião de planejamento, decidimos metas para 2016 e aqui é o horizonte certo para se organizar esse tipo de informação. Também temos metas definidas para o Vida Organizada. Então se na sua empresa você tiver metas, ou seu setor, saiba que, no GTD, você organiza no Horizonte 2. rs

No estratégia para 2016, acho legal falar mais:

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Eu listo cenários, apenas para ter foco. Tudo isso é Horizonte 3. Me ajuda revisar isso sazonalmente, ver como estão as coisas, se o foco precisa ser reajustado, se eu identifico projetos. É bem simples, mas me mantém nos trilhos.


Visão

Aqui nós falamos sobre a visão que temos da nossa vida para médio e longo prazo. Como se trata de algo que não esteja acontecendo neste exato momento, então não temos tanto controle – por isso o David Allen chama de visão.

No meu Todoist está assim:

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Não tenho planos de objetivos aqui porque não senti necessidade de tanto planejamento ainda. Os objetivos de médio e longo prazo servem apenas como norte e, a partir dele, nascem objetivos de curto prazo e projetos.big-picture

Aqui eu listo o cenário da minha vida dentro desses anos. É uma revisão que faço anualmente ou quando sinto necessidade de ter esse norte que comentei.

Na pastinha “Dreamlist”, eu coloquei o que defini no curso de coaching. Foi um exercício feito lá, que ainda estou trabalhando, semelhante ao que comentei na parte de objetivos.


Propósito e princípios

No Todoist, tenho uma pasta única que está assim:

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A grande mudança foi ter descoberto que a minha missão pessoal é diferente da missão do Vida Organizada depois do que mesmo? Do curso de coaching, claro.

Visão geral de todas as pasta do Todoist:

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Arquivos de referência

Atualmente utilizo o Evernote, Dropbox, Google Drive e arquivamento em papel, mas está tudo em transição. Estou vendo se compensa manter o Google Drive e o Dropbox, assim como o que vou colocar em cada uma das ferramentas. Estou reorganizando meus documentos em papel etc. Estou nessa fase. rs


Este post serve única e exclusivamente como fonte de referência para mostrar como está meu sistema GTD atualmente, porque muitos leitores me perguntam. Não estou aqui para impôr modelos ou dizer qual a maneira certa de usar GTD, apesar de ter qualificação para ensinar sobre o método. Este é o meu uso pessoal e cada pessoa deve adaptar o método para si.

Também é um post que eu levo dias para escrever e montar, então espero que ele seja útil de alguma maneira para vocês. Obrigada por tudo, pessoal.

Dica do feng shui: ame a sua casa!

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Eu já havia planejado esse post, mas a tarde caindo juntamente com a temperatura despertou em mim um amor súbito, uma gratidão sem fim por minha casa, meu casulo, lugar que me confere autenticidade e proteção. Então eu pergunto: você AMA a sua casa? É sério…

Eu vinha estudando várias correntes de Feng Shui, me identificando mais com algumas, mas tudo mudou subitamente, quando caiu em minhas mãos o livro “A alma da casa”, de Jane Alexander. Eu, uma aficionada por Mitologia e Feng Shui, encontrei algo que veio complementar os meus estudos. Sim, a casa tem alma… A casa tem aspectos femininos e sagrados, é governada pela Deusa Héstia (para os gregos) ou Vesta (para os romanos) e certamente por isso, ao nos conectarmos com ela através de nosso coração, torna-se o nosso santuário.

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A casa é como uma bela dama, gosta de ser agradada, presenteada com flores, objetos decorativos, artísticos e faz uma diferença imensa o presente vir revestido de carinho. Custa dizer “trouxe essas flores para você”? Ou sussurrar “obrigado por me aceitar do jeito que realmente sou”. Ah! Tem tanto jeito de declarar amor à sua casa…

E como uma mulher sensível, ela tem sob a sua pele muitas lembranças. Paredes que abrigam memórias: risos, palavrões, gritos desesperados, ofensas, gargalhadas frenéticas, vozes, rostos, gente que chegou e que foi embora. Um coração cheio de histórias e que muitas vezes precisa falar com você. Ouça a sua casa. Experimente acender um incenso bem gostoso e caminhar por ela, a partir da porta de entrada, no sentido horário, passando por todos os cômodos, e terminando onde começou. Se puder, esteja descalço, beba um copo de água mineral antes de começar a caminhada e livre-se de todo tipo de adorno, relógio, enfim, vá da forma mais simples e natural que conseguir. Depois pare no centro da casa, ali está o coração dela! Agradeça sinceramente. Fique de olhos fechados, faça longas inspirações e você poderá sentir a sua casa conversando com você. Se isso (ainda) não acontecer, saiba que ela estará feliz e isso trará felicidade a todos que nela habitam.

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Amar é um exercício! Muitas vezes não estamos bem nos relacionamentos afetivos, porque não estamos emanando energia de amor. É física quântica: o nome disso é ressonância energética. Atraímos exatamente o que estamos vibrando e o epicentro é o nosso velho coração.

Vamos trazer AMOR para a nossa vida? Começamos com esse exercício tão modesto, amando a nossa moradia. Algumas ações amorosas que podemos ter com a casa e conosco:

– Manter no nosso ambiente somente aquilo que nos faz bem, nos traz boas sensações, lembranças, emoções. Tudo o mais precisa sair do circuito, ok? Fotos detestáveis, presentes “mico” (aqueles que você mantém porque a pessoa pode chegar em sua casa e…), tudo o que você não gosta e não traz contentamento – descarte imediato.

– Você merece o melhor e sua casa é você, portanto, bugigangas em geral, “inutilidades” domésticas, móveis dispensáveis (muitas vezes heranças compulsórias), plantas mortas, flores secas, objetos sem função, aparelhos quebrados, louça trincada…tudo isso obstrui o seu fluxo de energia e mostra ao universo que, mantendo todo essa tralha toda próxima a você, você não está se priorizando.

QUANDO VOCÊ OFERECE A SI PRÓPRIO O MELHOR QUE PODE, PASSA A EMITIR ESSA ONDA DE ENERGIA E COMEÇA A ATRAIR O MELHOR EM TODAS AS ÁREAS DA SUA VIDA, ENTRE ELAS A ÁREA DO AMOR.

– Por fim, acostume-se a devotar AMOR e GRATIDÃO à sua casa, que é o seu templo, abençoando tudo que você tem. A energia da bênção nos coloca na frequência da multiplicação.

6 maneiras infalíveis de trazer o amor para a sua casa e sua vida:

– Tenha sempre em casa flores vivas, preferencialmente vermelhas ou brancas.

– Corações: estamparia, almofadas, papel de parede, decor em geral.

– Adesivos de LOUSA para deixar recados amorosos.

– Fotos do casal feliz (para quem está pareado) ou de casais apaixonados para fazer uma “modelagem básica”…

– Adesivos de parede ou pôsteres com frases de amor. Faça da sua casa uma pequena Paris, ancore a energia do amor. Existe uma praça na capital francesa (Place des Abesses-Montmartre), onde há o famoso “mur des je t’aime” (muro do eu te amo). A frase é escrita em 311 idiomas e dialetos e é repetida por mais de mil vezes. Magia e força das palavras!

– Siga as nossas DICAS DE FENG SHUI para aquecer o seu relacionamento ou atrair aquele amor que você busca há tempos.

Se você pudesse estampar uma ou mais frases de amor em sua casa, o que você usaria?

(Valem também versos e trechos de músicas… o amor está no ar!)

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Lições de vida que eu aprendi no curso de coaching

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Gostaria de compartilhar com vocês algumas das muitas lições que eu aprendi quando eu fiz meu curso de coaching, há poucas semanas. Eu acredito que sejam aprendizados que façam grande diferença na vida de qualquer pessoa.

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Nunca é tarde para começar

Eu sinceramente sempre soube disso, porque tenho exemplos na minha família, entre amigos e vendo em noticiários de pessoas que começaram muito depois “do esperado” a empreender, a fazer uma nova faculdade, tentar outra carreira, e ficaram super bem e felizes. Não importa a sua idade: nunca é tarde para começar o que quer que seja. Nossa professora no curso deu o exemplo de um cliente dela que queria ser jogador de futebol porque amava muito o esporte, mas ele em teoria já tinha passado da idade. Ele descobriu outras maneiras de satisfazer essa vontade, jogando com amigos por hobby e trabalhando como comentarista de jogos esportivos. O que não pode é deixar um sonho ou uma vontade de lado por limitações etárias que podem não existir. Adapte-se, seja criativo(a) e corra atrás!

Ser negativo é natural – enfrente o mundo sendo positivo(a)

O mundo é negativo. Você liga o jornal na TV, e as notícias são negativas. Até mesmo a nossa família, na tentativa de nos proteger, pode jogar um balde água fria em nossos planos. O mundo naturalmente vai te puxar para baixo, então colocar um sorriso no rosto e pensar positivo são as maiores formas de empoderamento e enfrentamento que você pode incorporar daqui para a frente. Ser negativo e começar a reclamar é natural – o caminho mais fácil. Passar por cima de tudo isso, botar um sorriso no rosto e seguir em frente é para os fortes. Seja essa pessoa.

Foque no futuro

Somos humanos e cometemos erros. Se você fez alguma besteira, foque no futuro. Não fique se torturando com o que fez antes de hoje. O que quer que tenha sido, não pode ser mudado. Pense no que está em suas mãos e que pode ser mudado a partir de hoje. Foque sempre no futuro, e não no “oh deus, por quê?” das situações. Não vale a pena. Definir próximas ações vale a pena.

Você influencia outras pessoas

Você dá exemplo pelo que você fala e pela forma como age no dia a dia. Isso vale para a sua família, para as pessoas que trabalham com você, para o atendente da loja que você está tratando da compra de um produto, para as pessoas que te vêem na fila do banco. Tudo aquilo que você acredita, seus valores, aquilo que você – será que tudo isso está refletido na pessoa que você imprime para o mundo?

A responsabilidade sempre é sua

Tudo o que você tem hoje na sua vida (e não tem) é responsabilidade sua. Assuma isso. Em toda e qualquer situação, você deve pensar: qual o meu papel e o que eu posso fazer, o que está no meu círculo de influência nesse momento e que eu posso efetivamente mudar? E esse é o seu papel. Assuma o assento do motorista na sua vida, pare de reclamar dos outros, pare de culpar outras pessoas e situações externas por qualquer coisa. Veja o que pode fazer, vá lá e faça.

Mira na lua!

Sonhar grande dá o mesmo trabalho que sonhar pequeno. Para qualquer meta que você tiver, tente ampliá-la, nem que seja pelo exercício mental de ver como se planejar para alcançá-la. Muitas vezes, nos limitamos a certos padrões que nem percebemos. Isso vem de crenças limitadoras, ideias fixas e outras experiências. Faça isso nem que seja como exercício. Como você pode chegar onde você quer? E como você pode trazer aquela meta lá na frente para o hoje? Que caminho você vai percorrer? Tudo isso é planejamento na prática.

Eu aprendi muita coisa nos quatro dias de curso que eu fiz, e continuo aprendendo, porque o esforço é contínuo e não tenho parado de estudar desde então. Mas eu acredito que essas tenham sido as principais lições que eu considero essenciais para a vida de qualquer pessoa, e o coaching ajuda a potencializar todas elas.

As minhas 3 melhores dicas de organização para o guarda-roupa

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Este post faz parte de uma blogagem coletiva organizada pelo blog Transformando Espaços. Confira aqui o post que originou a blogagem.

Minhas três melhores dicas organização para guarda-roupas e closets, hoje, são:

1. Conheça seu estilo

A organização não se trata apenas de colocar as coisas no lugar certo (apesar de que esse conceito, por si só, engloba bastante coisa – o que significa “lugar certo”?). Mas, no caso dos guarda-roupas, um dos maiores fatores que contribuem com a sua super lotação e desânimo que origina a famosa frase “não tenho o que vestir!” vem do fato de comprarmos peças de roupas sem conhecermos o nosso próprio estilo. Por isso, para ter um guarda-roupa legal e manter nele apenas aquilo que você gosta e que tenha a ver com você, você precisa conhecer o seu estilo.

E conhecer o estilo significa também uma série de coisas, como: que estilo de vida você leva em casa, seu trabalho, as cores que combinam mais com você, as roupas que você gosta de vestir, as peças que caem melhor em você, conhecer o formato do seu corpo, os materiais que se encaixam no estilo de vida que você tem, entre outros pequenos detalhes que, no dia a dia, ao fazer compras, talvez nem todo mundo leve em consideração.

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Muitos guarda-roupas lotados estão cheios de roupas que eram da irmã mais velha, roupas ainda com etiquetas e aquelas famosas peças compradas em liquidação apenas porque estavam uma pechincha. Um guarda-roupa assim, composto por peças que não são extraordinárias, apenas “para constar”, é um guarda-roupa com tralha. Então, quando digo que conhecer seu estilo é a primeira dica para ter um guarda-roupa organizado, é porque realmente é importante.

Veja, destralhar não significa focar no que você vai jogar fora, e sim naquilo que você vai manter. E, no caso do guarda-roupa, como saber o que deve ser mantido se você nunca pensou com carinho nas peças que têm a ver com o seu estilo pessoal?

2. Destralhe o que não tem nada a ver

A segunda dica vem para complementar a primeira mesmo. Uma vez que você descubra o seu estilo (e não se engane: é uma construção para a vida mesmo – não dá para fazer uma única vez e achar que nunca mais vai fazer essa seleção, pois as coisas mudam, você muda, a vida muda), fica mais fácil entender aquilo que não tem mais nada a ver com você.

Para o guarda-roupa, existem algumas técnicas para fazer esse destralhamento:

  • Essa roupa fica maravilhosa em mim? Isso tem até um pouco a ver com o conceito da Marie Kondo de se perguntar se aquela peça de roupa te traz alegria. Na verdade, se uma peça fica maravilhosa em você, em termos de cor, corte, e você ama muito, isso é um indicativo de que você deve mantê-la.
  • Eu usei essa peça no último ano? Pensar em termos de “último ano” é certeiro porque te obrigou a pegar todas as estações. Se você não usou a peça no último ano, seja honesta(o) consigo mesma(o) e doe. A chance de você usar no próximo ano é mínima.
  • Essa peça está em bom estado? Se a peça estiver com bolinhas, puída, sem botões, descosturada, sem botão e com outros problemas, questione se vale a pena realmente mantê-la.
  • Quantas peças semelhantes eu tenho? Separe suas roupas em categorias (blusas, calças, vestidos, saias, sapatos etc.) e avalie as quantidades. Adianta ter 12 calças brancas? O objetivo aqui é realmente reduzir ao essencial para que você possa aproveitar melhor o que você tem.
  • Essa peça combina com outras que eu tenho? Uma peça precisa combinar com outras no seu armário, e quanto mais combinações variadas ela promover, melhor. Uma peça que só pode ser usada com uma única outra peça provavelmente não é muito versátil e, por isso, será que vale a pena manter? Não valeria mais a pena abrir espaço para uma peça um pouco mais versátil e que você vai usar mais vezes, gerando mais combinações?

Não existe nada melhor que tem um guarda-roupa com seu acervo pessoal de roupas, refletindo o estilo que você tem, versátil e prático para o dia a dia. Ninguém precisa de um armário-cápsula se tiver um guarda-roupa assim, porque todas as roupas serão legais, necessárias e que te deixem com a auto-estima legal.

3. Arrume no espaço que você tem

Toda vez que alguém reclama da falta de espaço para as suas coisas, eu sei que na verdade a pessoa tem coisas demais. Isso vale até para mim! Eu busco na humildade de um morador de rua que quase não tem pertences o que é essencial uma pessoa ter para viver os seus dias. Sinceramente, todos nós temos coisas demais e podemos diminuir. Não se trata apenas de espaço, mas de ter em casa (e no guarda-roupa) apenas as coisas que têm a ver com a gente, que a gente gosta e usa efetivamente. Dar mais valor ao que cada um tem.

Isso vale inclusive para os móveis que você já tem casa. Um armário, embutido ou não, tem seu espaço. Espaços são limites – veja o que você tem. Você não precisa comprar coisas novas para se organizar, a não ser que esteja se mudando agora para a sua primeira casa e obviamente precise estruturar com móveis.

Otimizar o espaço que tem significa aproveitar aquela área alta do guarda-roupa com um gaveteiro de plástico embaixo, ampliando o espaço. Significa guardar as roupas dobradas, para que caibam mais peças do que se estivessem apenas penduradas. Você precisa fazer o melhor com o espaço que já tem, e isso pode ser feito através do destralhamento e depois de técnicas simples de arrumação. Porém, todo o assunto arrumação do guarda-roupa daria um post por si só (o que nós já temos – leia aqui).

Se você gostou dessas dicas e quer aprender muito mais na prática, conheça nosso workshop com esse tema:

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Espero que as dicas tenham sido úteis para você aplicar hoje mesmo! Boa semana a todos.

Como fazer uma revisão no meio do ano

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Estamos em julho e eu acredito que esta seja uma época legal para revisar alguns pontos da vida para ver se as coisas estão caminhando da forma como eu gostaria. Fiz algumas anotações sobre esse processo e quis compartilhar com vocês porque achei que pudessem ser úteis de alguma maneira!

Quais são os benefícios de fazer um pequeno pit-stop em julho para revisar o andamento de tudo?

  • Dar uma olhada em tudo o que eu já fiz este ano. Agradecer por isso. O dia a dia passa tão corrido às vezes que pode valer a pena parar, olhar para trás e curtir um pouco as conquistas.
  • Avaliar se eu ainda quero todas as coisas que eu me propus a alcançar a curto prazo (para este ano e ano que vem), que estejam em andamento ou a caminho de. Será que ainda fazem sentido? São metas que eu ainda quero atingir? Veja, eu passei por mudanças. Todos nós passamos. Então é natural que alguns desejos mudem também e eu não quero continuar buscando algo que não parece mais tão interessante como parecia antes.
  • Analisar se, para tudo o que quero fazer, eu estou no caminho certo ou se preciso fazer ajustes. Todos os meus objetivos têm projetos em andamento? Como as coisas estão caminhando? Preciso agilizar ou ir mais rápido com alguns pontos?

Eu penso que os benefícios sejam grandes, então a revisão semestral é algo que vale a pena!

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Como fazer, passo a passo

  1. Reserve um período de tempo calmo, tranquilo e com a menor chance possível de interrupções para fazer a sua revisão semestral. Uma boa estimativa de tempo são duas horas.
  2. Vale lembrar que não existe mágica no dia a dia. O que garante que os seus projetos estejam sempre muito bem encaminhados é fazer semanalmente uma revisão legal deles, com constância. Isso sendo feito, a revisão semestral será menos trabalhosa.
  3. Para se lembrar de fazer essa revisão semestral, coloque um gatilho no seu calendário para se lembrar dela anualmente. Eu costumo inserir um lembrete assim: “Revisão semestral” por volta de 10 de julho, com recorrência anual.
  4. Tenha com você todo o material que irá precisar, e isso significa basicamente o seu sistema: seu calendário, sua lista de resultados desejados (projetos, objetivos de curto, médio e longo prazo), suas listas de ações e o que mais considerar relevante.
  5. Comece fazendo uma análise das suas áreas de foco (expliquei o que são áreas de foco aqui), perguntando-se honestamente como você se sente com relação a cada uma delas. De modo geral, existem áreas que não nos chama tanto a atenção em um determinado momento, enquanto existem algumas que realmente precisam de mais foco. Eu recomendo que você escolha apenas uma para se concentrar nos próximos meses – e se concentrar em uma área de foco significa basicamente buscar que ela esteja em “estado de cruzeiro”, navegando em águas tranquilas. Como fazer isso? Você que vai responder! O que precisa acontecer nessa área para que ela esteja navegando em águas tranquilas? Provavelmente você identificará alguns projetos. Eles deverão entrar no seu radar. Simples assim.
  6. Depois disso, revise seus objetivos de curto prazo – tudo o que você quer que seja verdade na sua vida até o final do ano que vem ou no período de até dois anos. Esses objetivos ainda fazem sentido? Você ainda quer alcançá-los? Se sim, o que você tem feito hoje para chegar lá? Será que existem projetos que deveriam estar em andamento para que esses objetivos sejam alcançados mais rapidamente? Você pode olhar os objetivos de médio a longo prazo também, mas eles não são o foco dessa revisão.
  7. Já que estamos falando sobre projetos, como você vem trabalhando até agora, desde janeiro? O que você já concluiu este ano? O que ainda está em andamento? O que pretende concluir este mês? E neste trimestre? E até o final do ano? Que projetos têm a ver com seus objetivos e com sua área de foco que você quer dar mais atenção? Agradeça a oportunidade de estar viva(o) e poder fazer acontecer!
  8. Dê uma olhada no seu calendário para os próximos meses, de julho a dezembro. Que eventos você já tem programados? Viagens? Acontecimentos? Qual a programação? Existe algo que você pode começar a se planejar desde já para que não fique corrido lá na frente?

Muito bem. Essa é uma revisão que eu faço no meio do ano e que me ajuda muito a alcançar todos aqueles benefícios que eu listei no início do post. Podem parecer passos simples, mas são fundamentais para me manter no caminho certo.

Aliás: revisar com regularidade tudo o que a gente tem para fazer é um dos grandes segredos da produtividade, porque isso garante que a gente nunca deixe nada de lado, equilibre as áreas diversas da nossa vida e identifique as prioridades com mais destreza. Eu espero que esse modelo de revisão ajude você a fazer isso também.

Você faz algum tipo de revisão no meio do ano? Comente sobre a sua experiência nos comentários.

Falta uma semana: Lançamento do livro Casa Organizada em São Paulo

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Bom dia, pessoal! Hoje estou passando para avisar que falta uma semana para o evento de lançamento do livro Casa Organizada aqui em São Paulo! <3 Quem vai?

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Aproveito este post para responder algumas perguntas sobre o livro e eventos em si:

Haverá eventos de lançamento em outras cidades?

Como funcionam esses eventos: a livraria convida o autor e financia os custos da viagem, pois o autor não tem como arcar com esses custos (a não ser autores já super bem de vida, né gente). Esses convites acabam aparecendo de vez em quando, e toda vez que acontecerem eu vou postar aqui no blog, não se preocupem!

Eu adoraria fazer um tour pelo país inteiro, mas nos primeiros meses devo me concentrar em São Paulo, mesmo porque são muitos eventos de visitas em livrarias, palestras etc, e ficaria difícil conciliar com outras viagens, mesmo financiadas. Quando a poeira do lançamento baixar, certamente ficará mais tranquilo. Lembrem-se que eu tenho um filhinho pequeno e, acima de tudo, ele é a minha prioridade. Então não posso viajar e me ausentar tanto. 🙂

Você estará na Bienal do Livro em SP?

Sim! A programação do estande da Editora Gente ainda está sendo fechada, mas estarei lá. Além disso, estou fechando minha agenda com eventos em outros estandes. Em breve divulgarei todos aqui também.

Quando o livro estará nas lojas?

Ele já está! O lançamento oficial foi 30 de junho e a distribuição foi iniciada na primeira semana de julho, então algumas cidades do país ainda não receberam, mas devem receber em breve! Você encontra o livro nas principais livrarias como Cultura, Saraiva, Leitura, Fnac, Amazon etc.

Tem versão digital?

Sim! Já disponível em todos os formatos.

Obrigada por tudo, pessoal.

Marie Kondo: coerência, spark joy e sobre fazer a mesma coisa de maneira diferente

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A Helena Alkhas compartilhou uma reportagem sobre a Marie Kondo que me fez querer trazer algumas outras reflexões sobre o seu método (obrigada, Helena).

Posso discordar de muitas coisas que a Marie propõe, faz parte, mas respeito a coerência do trabalho dela e como tudo o que ela prega se reflete no que ela faz.

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Ela agradecer a casa antes de começar o trabalho é muito bonito e coerente com o que ela ensina. O jeito dela também é muito bonitinho.

Ela começa o trabalho na casa da cliente definindo o resultado desejado (o que é muito GTD), e que também já envolve a pessoa no processo desde o início. Não se trata de uma imposição – apesar de ela ter um método, ela ajuda a pessoa a ter foco e ver como a casa pode ter aquilo que ela quer, se usar o método que ela propõe.

A primeira categoria de coisas que ela destralha é a de roupas. E eu acho que o valor de pegar todas as roupas de uma vez é justamente causar o impacto de você ter tanta coisa e querer ter bem menos mesmo. Sou a fazer de fazer aos poucos, mas sei que fazer tudo de uma vez também funciona. Não acho que existam regras escritas em pedra.

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Ainda acho que o modo mais radical funcione melhor para quem nunca fez nada disso, nunca fez um movimento de destralhamento na vida, mas esse movimento deve ser algo constante sempre, mesmo para quem é organizado. Nunca para de chegar tralha em casa, e nós mesmos vivemos mudando e nos desfazendo de coisas que não fazem mais sentido com o passar do tempo e coisas que hoje gostamos amanhã podemos não gostar mais.

Algo que me chama atenção no vídeo é como as pessoas gostam de contar histórias sobre as suas coisas enquanto estão destralhando – isso é algo mundial! No Brasil isso acontece tanto.

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A arrumação vertical nas gavetas, o grande hit da Marie, é meu recurso preferido (não exclusivo dela, vale sempre citar). Funciona mesmo. Quem faz cursos de organização profissional aprende esse estilo de organização de gavetas e é efetivamente a melhor forma de arrumar mesmo.

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Sei que a coisa com os livros é polêmica, mas mesmo eu que amo livros entendo o conceito de “spark joy” com livros porque, de fato, a tendência é a gente juntar coisas que não precisa – mesmo livros. Mantenha livros para a sua biblioteca essencial (já falei sobre isso aqui). Só não concordo com a coisa de descartar e ficar com páginas – sou mais digitalizar as tais páginas e doar o livro inteiro para alguém.

Por fim, manter apenas o que te deixar feliz, ou o que te “spark joy”, é subjetivo, mas funciona para muitas pessoas. Eu discordo de muito do que ela ensina como “amar as meias”, mas respeito o conceito dela. Não pensem que, por eu pensar diferente, estou criticando (como já recebi comentários aqui). Vamos manter a discussão sadia, pois ela é importante. Sou extremamente grata ao trabalho que a Marie Kondo vem fazendo, pois ela está mudando muitas vidas e popularizando a organização pelo mundo. Se fazemos de forma diferente, isso é só um detalhe. 😉

Veja o vídeo:

Por mais coerência assim em todos nós. 🙂

Mês organizado

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Julho 2016

🍐 Lembretes gentis, dicas úteis e recomendações para o seu mês ser um pouco mais organizado.
DomingoSegundaTerçaQuartaQuintaSextaSábado
1

🕑 Curso de Coaching

✅ Revisão semanal

✅ Planejar o novo mês

✅ Organizar o arquivo de referência rápida (tickler)
2

🕑 Curso de Coaching

✅ Controlar as contas pagas e a pagar
3

🕑 Curso de Coaching

✅ Tirar o pó dos móveis
4

✅ Limpar os batentes

5

6

✅ Planejar o menu semanal

7

✅ Fazer compras com base no menu semanal
8

🕑 Viagem para Fortaleza

✅ Revisão semanal
9

🕑 Turma aberta de GTD em Fortaleza

✅ Pesquisar uma receita diferente para preparar esta semana
10

✅ Tirar o pó dos móveis
11

✅ Fazer um balanço dos seus gastos mensais este ano até agora
12


13

✅ Planejar o menu semanal

14

🕑 Visita a livrarias para divulgação do novo livro

✅ Fazer compras com base no menu semanal
15

🕑 Viagem para Belo Horizonte

✅ Revisão semanal
16

🕑 Turma aberta de GTD em Belo Horizonte
17

✅ Tirar o pó dos móveis

18

✅ Planejar as férias de julho das crianças

19

20

✅ Planejar o menu semanal

21

🕑 Lançamento do livro Casa Organizada na Livraria Cultura do Conj. Nacional

✅ Revisão semanal

✅ Fazer compras com base no menu semanal
22

23

🕑 Turma aberta de GTD em SP

🕑 Happy-hour GTD em SP

🕑 Festa à fantasia
24

✅ Tirar o pó dos móveis
25

✅ Verificar se todas as contas do mês foram pagas
26

✅ Revisar o mês que está acabando e quais foram os marcos, projetos concluídos e aprendizados
27

✅ Planejar o menu semanal
28

✅ Fazer compras com base no menu semanal

✅ Revisão semanal
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🕑 Workshop Construa seu estilo e organize seu armário em SP
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Workshop: Construa seu estilo e organize seu armário em SP

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Dia 30 de julho (um sábado), a Ana e eu estaremos em São Paulo com nosso workshop queridíssimo e tão necessário nos dias de hoje: Construa seu estilo e organize seu armário. Por que ele é necessário?

Organizar é encontrar soluções para a vida que se tem. Mas como encontrar soluções para o nosso guarda-roupa sem sabermos verdadeiramente qual é o nosso estilo? Por isso, para este workshop, Ana Soares e Thais Godinho uniram forças para ajudar você a encontrar seu estilo pessoal, se desfazer daquelas roupas que não têm absolutamente nada a ver com você, aprender a cuidar daquelas que te fazem bem, fazer boas novas aquisições e organizar o guarda-roupa como um todo: armazenamento, cuidados, rotina de lavagem e muito mais! Um curso completo para que você não apenas economize em uma época tão necessária, como aprenda a aproveitar melhor o que já tem, redescobrindo quem você é!

Inscreva-se aqui

O que você vai aprender:

  • Construindo seu estilo
  • Revitalização do guarda-roupa
  • O que funciona para a vida que se leva, o que serve
  • Como se desprender de referências externas e olhar mais para si, entendendo o que gosta de usar
  • Como fazer boas compras: ler a etiqueta, lojas que tenham a ver com seu estilo, lista dos itens que precisa para versatilizar o que já tem
  • Como diminuir as compras por impulso e ser mais objetiva
  • Destralhando o guarda-roupa
  • Como fazer um inventário do guarda-roupa
  • Dicas sobre cabides e outros organizadores que facilitam
  • Como lidar com roupas sazonais
  • Dicas para organizar o armário (roupas, acessórios)
  • Disposição física do guarda-roupa para facilitar
  • Aprenda a fazer um exercício em frente ao espelho para se conhecer
  • Como se organizar para se vestir diariamente do jeito que você é
  • Cuidados com as roupas no dia a dia / rotinas / lavanderia

Vagas limitadas!

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