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Feito com amor

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Faz pouco mais de dois anos que eu vivo como empresária (alô, estatística do Sebrae!), vivendo bem de algo que eu amo e, melhor ainda, prosperando. E isso me permitiu ver muito de perto a realidade que antes eu via apenas em posts que pareciam distantes sobre aquelas pessoas que largavam tudo para viver do que amavam, blogavam de praias na Tailândia, viviam viajando e pareciam ter vidas felizes e maravilhosas. Tanta coisa aconteceu, e tanta coisa ainda está para acontecer, e tanto eu aprendi nesses dois anos, que parece que eu vivi (e envelheci, sinceramente), pelo menos uns 15.

Abrir uma empresa, e tudo o que isso implica, é um mundo novo que se abre. Envolve um conhecimento gigantesco e um processo que eu ainda estou envolvida, aprendendo. E convenhamos: falar sobre empreendedorismo está na moda. De repente, todo mundo está falando sobre isso. Eu acho maravilhoso! Se não fosse pela mudança de mindset que eu mesma passei, talvez eu não tivesse pedido demissão um dia e arriscado fazer o que eu faço hoje (e estou super ok com isso – acho que cada pessoa tem seus desafios diários). Mas eu aprendi duas coisas importantes, que quase ninguém fala, sobre esse processo, que são:

1: Empreender é fácil – pavimentar uma empresa é uma história completamente diferente. Essa transição de pessoa física para pessoa jurídica é algo que não se ensina na escola e, se você não tiver experiência ou alguém por perto que tenha para te orientar, você vai aprender com erros que podem te custar caro, como aconteceu comigo. Isso, é claro, se você for honesto. 🙂 São muitas contas, muitos impostos, muitas declarações, muita coisa para gerenciar e, quando você é pequeno, é muito provável que você faça tudo sozinho. Eu até bem pouco tempo atrás trabalhava sozinha. Até hoje não tenho ninguém que faça essa parte administrativa para mim, porque o faturamento da minha empresa ainda não permite isso, mas quero chegar lá. E é um volume de trabalho que não consigo nem descrever. E isso bagunça a sua rotina de contas, as finanças da sua família, tudo aquilo que, antes, podia ser organizado para você. Pro-labore? INSS? Lucros? Fazer as contas em porcentagens? Gente, sou de Humanas! E para quem um dia estudou para passar em um concurso da Secretaria da Fazenda, aprender Contabilidade Básica virou necessidade agora.

2: O assunto de cima ainda vai render posts, juro. O que eu queria falar nesse segundo ponto que ninguém fala nunca é sobre a questão de você trabalhar com o que você ama. Há um ano, eu escrevi um editorial completamente apaixonado, contando como eu estava feliz porque eu ia para Amsterdam tirar a certificação do GTD. Eu continuo tão (ou mais, se isso for possível) apaixonada por esse negócio. Eu respiro GTD. Eu como bloquinho de notas no café-da-manhã. Mas existe uma coisa que quase ninguém fala, quando você trabalha com o que você ama, que é o preço emocional que você paga por trabalhar com isso. Desde que eu comecei a empreender, eu nunca fiquei tantas vezes doente. E foram doenças muito loucas, tipo hipertensão, pneumonia, até dengue peguei (sei que não foi emocional, mas mesmo assim). Engordei de novo tudo o que tinha emagrecido anos atrás. Trabalho muito. Não me levem a mal: eu amo o que eu faço. Demais. Meu hobby é meu trabalho. Levo apostila de curso para ler na cama antes de dormir. Não trabalho de noite porque preciso, mas porque amo esse negócio.

E é aí que mora o perigo, eu penso. Porque justamente por você fazer do seu hobby o seu negócio, o limite deixa de existir. E assim, eu sei equilibrar as coisas (afinal, é o que eu ensino). Estou vivendo uma época em que nunca equilibrei tão bem as minhas atividades (aliás, várias pessoas têm notado e me dito isso). Mas foi justamente porque eu percebi esse segundo ponto há alguns meses e resolvi dar um passo atrás e tomar algumas atitudes que eu me permiti colocar certos limites a esse amor. Talvez quando eu tenha ficado doente mesmo. Ter ficado no hospital mexeu bastante comigo, e olha que nem foi tanto tempo.

Em poucos meses, consegui ter uma visão geral de tudo isso e uma perspectiva maior de médio e longo prazo que se refletiram de uma forma muito forte no meu presente, direcionando a maioria das minhas decisões. E, de repente, parece que eu me tornei uma gigante em poucos meses, estável como uma rocha, calma como um Buda no alto da montanha – apesar de ter enfrentado problemas cabeludíssimos este ano envolvendo família, finanças, trabalho, várias frentes. a administração da empresa e a responsabilidade por ela me tornou adulta de verdade, me deixou responsável no modo turbo da palavra – é difícil descrever.

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O editorial deste mês, que vai ser amplamente pautado no tema Feito com amor, vai ser sobre esse amor maduro, mas um amor que, acima de tudo, aceita quem a gente é, com os nossos defeitos, com as nossas fraquezas, mas reconhecendo os pontos fortes, indo à luta, não deixando a peteca cair. Fazer com amor significa não só fazer o que se ama, mas amar o que se faz, seja o que for, e isso é uma qualidade diária, que precisa ser intrínseca, quase um princípio, para fazer as coisas darem certo – ou só te fazer levantar da cama. Paixão é o que te faz empreender – amor é o que mantém a empresa viva, pagando as contas, crescendo, deixando um legado. Os netos da empresa são o legado que ela deixa, e eu estou louca para ter netinhos.

All my loving, I’ll send to you.

Este post demorou para entrar porque eu quase, quase desisti de publicá-lo. Ele é bastante pessoal. Mas eu penso, de verdade, que o amor deva ser essa coisa um pouco visceral mesmo, e acima de tudo, honesta. Eu ainda não descobri o melhor caminho para lidar com ela, mas todas as descobertas que eu fizer, eu quero compartilhar com vocês. Essa, sobre equilibrar as coisas, especialmente quando você faz o que você ama, foi não apenas fundamental como transformou a minha vida. Eu precisava compartilhar. Espero que ajude quem esteja passando por isso de alguma forma, porque não é fácil! No meu caminho, encontrei pessoas incríveis, mas pouca orientação. Bastante coisa vou aprendendo aos poucos, e assim é a vida.

Sumário do livro Casa Organizada

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Ontem, quando compartilhei a novidade sobre o lançamento do meu novo livro, Casa Organizada, vocês me pediram para mostrar também um pouco mais sobre o conteúdo, então hoje trago o sumário para que vocês sintam o gostinho do que virá por aí. Algumas dúvidas específicas (por ex: publicação em formato digital) serão esclarecidas com o tempo. Toda e qualquer novidade, quando eu souber, será postada aqui. 🙂 Gostaria de agradecer toda a receptividade e os comentários positivos no post de ontem. Isso é muito importante para mim e esse livro, assim como o Vida Organizada, é uma construção, e vocês fazem parte dela, com toda certeza! Então muito obrigada.

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Espero que vocês gostem de ler o livro tanto quanto eu gostei de escrevê-lo. <3

Meu novo livro: Casa Organizada

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Gostaria de compartilhar com vocês o meu segundo livro que será publicado pela Editora Gente em agosto, que se chamará Casa Organizada. É com muito carinho, amor e gratidão que compartilho essa capa porque é um projeto muito bacana e especial para mim.

Lançamento em agosto 2016
Lançamento em agosto 2016

Existem muitos livros sobre organização da casa, mas eu acredito que a organização deva ser vista de maneira integrada, como um todo em nossa vida. Assim, o foco deste livro será efetivamente no método de organização que eu venho desenvolvendo há alguns anos, o que é muito emocionante, porque é como ver o nascimento de um filho <3. Além disso, o livro é bastante focado nas rotinas da casa e em vida real mesmo – nada de organização da casa com cara de capa de revista de decoração. Então eu acho que isso é um diferencial e espero que todos os leitores gostem dessa edição.

Ainda não foram fechadas as datas dos eventos de lançamento, mas assim que eu as tiver, divulgarei aqui no blog. Sei que ele será lançado em agosto e que estarei na Bienal do Livro em SP e poderei ir para outras cidades, mas realmente ainda não tenho nada fechado! Vou postar aqui no blog assim que tiver novidades!

E aí, gostaram da capa? E do tema? Fico muito feliz por poder compartilhar essa novidade aqui com vocês! Obrigada por todo o carinho, pessoal.

Linkagem de domingo

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Algumas vezes, eu gosto de reunir alguns posts, vídeos e notícias que li ao longo da semana e que achei que seria legal compartilhar com vocês.

Não foi uma semana fácil. Vamos esperar que a próxima seja melhor.

Boa semana a todos.

Meu processo de escrita

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Ultimamente muitos dos posts que tenho escrito aqui no blog são atendendo pedidos dos leitores, e este vai na mesma linha! Muitos leitores já me pediram para escrever sobre como é o meu processo de escrita, como escrevi os meus livros, como me organizei para isso, então, eu espero que esse post responda a essas questões.

Existe uma coisa que todo escritor fala e que pode até irritar quem não é do meio, que é: o escritor não para um só instante; está sempre de olho no que está acontecendo à sua volta e escrevendo o tempo inteiro. Isso é muito verdade. Eu acho que, no meu caso, eu não vivo de escrever livros, mas produzo muito conteúdo – o blog é praticamente uma revista (são 31 posts novos por mês + os meus livros, então calculem a quantidade de conteúdo produzido!). Eu preciso ficar ligada o tempo inteiro no que está acontecendo se quiser produzir conteúdo de qualidade, mas é algo que faço naturalmente porque gosto muito, senão sequer teria começado a fazer isso e tornado isso o meu trabalho.

O que estou querendo dizer é que não há um momento na minha vida em que eu pare e diga “agora vou começar a escrever um livro”, porque eu escrevo muito o tempo inteiro, e há fragmentos que eu vou escrevendo e montando, que aos poucos vão formando uma unidade, que pode se tornar um livro. Por isso que prazos são tão complicados no processo criativo, porque se você ainda não chegou “lá”, tem que se forçar a ter ideias, o que é terrível. Então você precisa escrever e capturar suas ideias sempre que elas aparecem, porque não sabe se lembrará delas futuramente, quando efetivamente precisará que elas sejam lembradas. Ando sempre com um bloquinho e caneta para lá e para cá, capturando tudo.

Por “sorte”, digamos assim, eu tenho o blog para extravasar minhas opiniões literárias sobre assuntos relacionados a organização e produtividade, então não preciso esperar a publicação de um livro para explorar tais ideias. Definir um calendário editorial para o blog me ajuda muito, porque com a exploração de temas ao longo dos meses eu consigo ter posts escritos, por exemplo, para seis meses adiante (sim, hoje eu consigo sentar e escrever um texto que será publicado apenas em agosto ou outubro, tranquilamente, porque é mais coerente com o tema daquele mês). Então a organização das ideias em si só me ajuda nesse processo.

Com relação aos livros, como acontece: eu tive a imensa sorte de ter sido contatada por uma excelente editora, que é a Editora Gente, e por eles fui convidada a integrar o time de autores, assinando um contrato para publicar um livro no ano seguinte. Mas o livro, quer a gente queira ou não, é um produto sob demanda. Então a editora diz: “Thais, nós achamos que, para este primeiro livro, uma boa estratégia seria um livro sobre este assunto. O que você acha?”. Tudo tem o seu aval, mas eles são o canal para fazer acontecer, então é claro que é uma via de mão dupla. E aí vêm os prazos, definidos por eles. Coisa de meses.

Essa história que a gente ouve, tipo, do George R. R. Martin demorar anos para lançar o sexto volume da saga de livros dele é coisa que só autor consagrado pode se dar ao luxo de fazer, e tenho certeza que o pessoal da editora dele deve chorar sangue com isso. Na vida real, os autores devem cumprir prazos como pessoas normais e reais, e é isso. São meses, poucos meses. Por isso você já tem que ter algo encaminhado, meio pré-escrito, porque nesse período você apenas refina o que já começou a escrever.

E cada editora tem sua estratégia também. A minha editora, por exemplo, lança os meus livros a cada dois anos. Com isso, consigo ter uma margem para trabalhar. Acabando a produção de um livro, já começo a trabalhar em outro. Isso me dá um bom prazo de dois anos para trabalhar em ideias, o que acho absolutamente razoável. E, quando chega o ano da publicação, a editora vai me dar um prazo de meses para refinar esse trabalho, entregar o manuscrito final, e então fica um pouco corrido porque é revisão daqui, revisão dali, aprovar capa, texto de capa etc, mas é um processo muito gostoso.

Algumas pessoas me perguntam se eu faço como o Stephen King e “separo uma hora por dia para escrever”. Eu escrevo diariamente, é o que eu posso dizer. Como eu disse, escrever e publicar todos os dias no blog mantém minha escrita afiada, por isso é ótimo ter um blog. Eu ainda escrevo muito conteúdo que não é publicado em formato de blog, como materiais para cursos do Vida Organizada, da Call Daniel, materiais que guardo para o futuro, como livros mesmo, entre outros. Então eu gero muito mais conteúdo do que vocês vêem publicamente. E isso é muito bom para o meu processo de escrita porque eu o aperfeiçoo diariamente. Mas se eu sento, diariamente, abro um documento no Word e escrevo uma hora com foco no livro? Não. Acho que isso deva funcionar melhor com livros de ficção.

O que é interessante é que, mesmo nunca tendo escrito um livro de ficção (só umas fanfictions aqui e ali), eu tenho algumas ideias que estão incubadas, e vez ou outra me surgem insights e lampejos diversos que gosto de anotar para usar algum dia. Me sinto super especial por isso, como se eu fosse uma escritora secreta guardando essas informações para algum dia. Quem sabe?

Caso tenham dúvidas ainda, por favor, postem nos comentários!

Jogos de tabuleiros legais de ter em casa

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Agora que eu tenho sobrinhas adolescente e que o meu filho está crescendo, frequentemente nós temos vontade de ficar em casa jogando algum jogo de tabuleiro e isso me despertou a vontade de listar aqueles que seriam muito legais de a gente ter. Cheguei à seguinte lista, que gostaria de compartilhar com vocês:

Imagem & Ação

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Aqui fala a publicitária! Meu jogo preferido de todos os tempos sempre foi Imagem & Ação! Nesse jogo, você sorteia uma palavra e precisa desenhar ou fazer uma mímica para o grupo adivinhar o que você está querendo dizer. É divertidíssimo para praticamente todas as idades e um jogo para a vida toda.

O jogo da vida

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E já que estamos falando nisso, que tal O jogo da vida? De médico a artista, você deve estar preparado para momentos de sorte e azar. Trilhe o seu caminho em busca do sucesso! Desenvolva a sua carreira, ganhe dinheiro, case e tenha filhos. O Jogo da Vida é a simulação da vida real com muita diversão! Esse era outro jogo que eu adorava quando era mais nova, e continuo gostando agora adulta.

Banco imobiliário

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Tem jogo que definitivamente é um clássico – assim é o Banco imobiliário. O mercado de imóveis se modernizou e está cada vez mais competitivo. Diversificar os investimentos virou palavra de ordem. O Banco Imobiliário traz todo o dinamismo do mundo dos negócios para os dias de hoje. Que tal ser o dono da Avenida Paulista? Ou construir um hotel no Jardim Botânico? Com o Banco Imobiliário, comprar e vender imóveis fica ainda mais interessante e divertido. Use o dinheiro estrela para fazer as operações de compra e venda.

Detetive

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Detetive é um jogo de tabuleiro clássico onde o objetivo é desvendar o responsável pela misteriosa morte do Sr. Carlos Fortuna. Para isso, os jogadores terão que dar palpites sobre o local, arma e o responsável por este crime. São 8 pessoas, 8 armas e 11 lugares para explorar e desvendar!

A cada rodada os participantes conseguirão eliminar pelo menos uma possibilidade, até que finalmente restarão pouquíssimas cartas e será possível fazer a acusação. Se, a qualquer momento, um jogador acreditar ter desvendado o crime, ele deverá fazer uma acusação e citar em definitivo quem é o assassino, com qual objeto matou, e em qual cômodo da mansão houve o assassinato. Depois, o próprio acusador deve verificar as cartas do envelope em segredo. Caso acerte, vence o jogo. Mas, se errar, é eliminado e segue participando para desmentir o palpite dos demais participantes.

O jogo ajuda a desenvolver o raciocínio lógico, dedução, memória e é indicado para crianças a partir de oito anos.

War

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War é outro clássico! Com WAR, uma batalha nunca é igual a outra e cada jogador precisa usar toda sua inteligência e astúcia para derrotar seus adversários e conquistar territórios e continentes.

Perfil

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Perfil é um jogo muuuuito legal que traz cartelas com listas que descrevem coisas, pessoas ou lugares e, à medida que um participante vai descrevendo a lista, você tem que adivinhar quem ou o que é.

Esses são os meus jogos de tabuleiro eleitos para ter em casa e jogar para a vida toda. E você, tem algum preferido? Poste nos comentários!

Como adotar um cachorro

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Vou escrever este post com foco em cachorros, pois será bastante específico para eles. Pretendo fazer um post sobre adoção de gatos no futuro também.

Sou muito a favor da adoção responsável de cachorros. Se você quer ter um cachorro de raça por preferência pessoal, isso é uma escolha sua. Porém, se você puder, adote um cachorro de rua também. Os cachorros de rua, geralmente resgatados por ONGs ou cuidadores, são cachorros que geralmente sofreram maus-tratos e precisam muito de um lar. Muitas vezes, passam de casa em casa até encontrarem um lar definitivo. Portanto, se você gosta de cães e tem essa vontade, faça esse gesto.

Porém, é importante ter em mente a grande responsabilidade que é adotar um cão. Estamos falando de uma vida que você vai cuidar pelos próximos 15 ou mais anos. É muito ruim para o animal ser devolvido depois de adotado ou ser abandonado novamente, então realmente avalie se você tem condições. Um animal é como um membro da família, então tenha em mente que, ao adotá-lo, é como se você estivesse adotando um filho e que, de agora em diante, você é responsável por ele e ele te amará muito também.

Sua família está preparada para ter um cachorro?

Pela minha experiência, o preparo principal é o psicológico de todos os moradores da casa. Todo mundo tem que saber o que é ter um cachorro em casa e as mudanças que isso implica na rotina. Os cheiros, quem vai colocar comida, levar para passear, recolher cocô, limpar o xixi, levar no veterinário. Os latidos. O adestramento. Todas essas coisas têm ser feitas em comum acordo em casa porque imagine assim: se para uma criança, um ser humano pensante, já é difícil entender quando os pais passam sinais diferentes entre si, imagine para um cachorro? Se cada um der uma ordem diferente, o coitado não vai entender. Então não adianta brigar cada um de um jeito quando ele fizer coisa errada. leiam sobre adestramento. De repente, vale a pena fazer um curso, ver vídeos ou até contratar um adestrador. Não estou brincando. Vai te poupar horas, dias ou até meses de aborrecimento. Já vi casais se separarem por causa de cachorro.

No geral, o que acontece é uma das pessoas já ter tido cachorro e conhecer mais ou menos o esquema e ficar responsável pelo cão. E é bom mesmo ter uma pessoa que seja “a alfa” da casa, até para os cães saberem quem eles devem obedecer. Mas aí os outros moradores devem fazer o que essa pessoa ensinar também.

Que tipo de cachorro?

Tendo todo mundo conversado e decidido adotar um cão, é legal decidir também, com base no perfil da família, qual o tipo ideal de cachorro. Onde vocês moram? Apartamento? Se o apartamento não tiver área externa, vocês estão ok com a ideia de levar o cão para fazer xixi e cocô três vezes por dia lá embaixo? Tem uma área para deixar com jornal para ensiná-lo a fazer xixi lá? Vocês não se importam com o cheiro de cachorro que vai ficar no apartamento? Tudo isso tem que ser levado em consideração.

Muitas vezes, nessa análise, você pode perceber que é melhor não ter um cão. De verdade, pode acontecer. É por isso que, muitas vezes, algumas pessoas optam por outros animais de estimação em apartamentos, como gatos. Pense direitinho. Mesmo se você morar em casa, você pretende ficar aí para sempre? Você mora de aluguel? Se se daqui a cinco anos você se mudar para um apartamento pequeno? Quem mora em casa própria tem um pouco mais de estabilidade na decisão. E por aí vai.

Outros pontos importantes que você pode querer avaliar com relação ao tipo de cachorro são com relação ao tamanho, tipo de pelo, e até quantos cachorros. Se ele for ficar sozinho o dia inteiro, será que compensa adotar um ou dois? Ou não adotar nenhum? Cães precisam de companhia.

Procure ONGs

Existem muitas ONGs que organizam feiras de adoção em praticamente todas as cidades – basta procurar no Google e no Facebook. Se não encontrar, vá ao petshop mais próximo ou ao veterinário e se informe, pois todos eles conhecem algum lugar onde cães são resgatados e colocados para adoção.

Alguns cuidados a serem tomados são:

  • Veja se os cães estão tratados: doenças de pele, vermes e outras são bastante comuns, mas no geral as ONGs fazem parcerias com veterinários e cuidam dos cães antes de colocá-los para adoção.
  • Veja se os cães estão castrados. Mesmo caso acima. Se o cão não estiver castrado, vale a pena tomar esse cuidado logo ao adotá-lo.
  • Veja se os cães estão vacinados. Mesmo caso acima. Também vale a pena tomar esse cuidado logo após a adoção, caso não estejam.

Depois da adoção, vale a pena, de qualquer maneira, levar o cão a uma consulta no veterinário para um checkup geral.

Tenha paciência durante o período de adaptação

Sempre existe um período de adaptação tanto para o cão quanto para você e para a sua família. Pode ser estranho no começo, o cão pode fazer cocô no lugar errado, chorar, latir muito, você se irritar, se arrepender. Tenha paciência e lembre-se do por que você resolveu adotá-lo. Se foi uma adoção consciente, confie no processo. A adaptação é difícil para todos, até para o cão ter confiança. Costuma demorar um tempo – meses, muitas vezes. Nada acontece da noite para o dia, então tenha paciência e perspectiva. Ofereça constância ao cão, além de atenção, amor e carinho.

Alimentação, exercícios, vacinação, banho e atenção são cuidados constantes que agora farão parte da sua rotina assim como você tem com qualquer outro membro da sua família.

O maior presente da adoção é você ver todos os dias a carinha de gratidão vindo na sua direção. Você tirou uma vida das ruas. Se você tem um lar, condições financeiras e vontade de cuidar de um animalzinho, é um esforço que vale a pena. Mas tem que ter responsabilidade. Aqui em casa temos três – todos adotados – e nunca foi fácil, mas é uma rotina que já faz parte do nosso dia a dia, e eu já não sei mais viver sem eles. Mas também sei que não é para todo mundo. Por isso sou a favor da adoção sim, mas da adoção responsável. E eu espero que esse post tenha ajudado nessa conscientização e com algumas dicas para o processo, de alguma maneira.

Você já adotou um cão? Como foi essa experiência para você Que dicas você daria para quem está pensando em adotar ou está passando por esse processo?

O conceito de comida confortável

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Existe um conceito que eu gosto muito chamado comida confortável.

Comida confortável é aquela comida que promove algum tipo de valor nostálgico ou sentimental para o indivíduo, geralmente com bastante valor calórico e de simples preparo. Varia bastante de pessoa para pessoa, e de cultura para cultura. Aqui no Brasil, usamos bastante para chamar de “comida de vó” (mesmo cada pessoa tendo uma vó diferente).

O termo surgiu nos Estados Unidos em 1966, em uma reportagem do jornal Palm Beach Post, que disse que, quando as pessoas estão doentes ou chateadas, elas buscam refúgio em comidas fáceis de preparar e que remontam a essas memórias, pois assim se sentem confortáveis. Se você já preparou uma canja de galinha porque estava doente sabe do que eu estou falando.

A comida confortável acaba sendo consumida, então, para aliviar os efeitos de sentimentos ruins e potencializar efeitos positivos em nossa vida, nos fazendo reviver bons momentos inconscientemente. Quando a gente faz brigadeiro de panela em um dia particularmente ruim, o que a gente está buscando não é apenas saciar a vontade de comer doce, mas conforto de uma maneira geral, associando o doce a algo bom que você já sentiu enquanto provava aquele chocolate.

Existem pesquisas que associam hormônios às preferências por certos tipos de alimentos. Homens preferem comidas mais calóricas, como carnes, caldos e sopas, enquanto mulheres preferem doces e sorvetes. Em contrapartida, os mais jovens preferem salgadinhos preparados por pessoas que tenham 55 anos ou mais. Os estudos também revelam que o consumo de comida confortável pode estar associado a sentimentos de culpa ou arrependimentos, e o refúgio na comida seria uma forma de “se perdoar” e não se sentir tão mal por ter feito determinadas coisas. Talvez por isso algumas pessoas escolham “chutar o balde” e sair da dieta em épocas muito estressantes da vida.

Outros estudos também afirmam que o consumo de comida confortável é engatilhado por sentimentos negativos em mulheres e por sentimentos positivos em homens. Ou seja, se uma mulher está triste, ela come. Se um homem está feliz, ele come.

Todas as fontes dessas pesquisas estão nesta página da Wikipedia em inglês e são muito interessantes. Vale a pena verificar (tem outras também).

Nos Estados Unidos, as comidas confortáveis mais comuns são:

  • torta de maçã
  • chilli
  • sopa de frango
  • macarrão com queijo
  • hambúrguers
  • frango frito
  • pizza
  • purê de batata
  • entre outras

No Brasil, eu arrisco dizer que são as seguintes:

  • canja de galinha
  • bolos (pão-de-ló, cenoura, milho, chocolate, fubá)
  • pão na chapa
  • espaguete com frango assado
  • bolinho de chuva
  • pudim de leite
  • polenta
  • picadinho de carne
  • mingau
  • purê de batata
  • caldinho de feijão
  • pipoca
  • arroz doce
  • chocolate quente
  • brigadeiro de panela

A comida confortável remete ao seu lar; não tem nada a ver com fast food, por exemplo. Você teria mais exemplos da sua casa, da sua vida e da sua família? O que seria comida confortável para você? Deixe nos comentários!

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Montando um sistema de arquivos de referência no GTD

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Um dos grandes gargalos na maioria dos sistemas das pessoas que usam ou não usam GTD são os seus arquivos de referência e informações de suporte que elas precisam acessar sempre que necessário. Mais de uma vez eu percebi que, apesar de todo o restante da aplicação do GTD, tudo o que fosse acionável, estivesse correndo bem (ações, projetos, calendário), tudo aquilo que não demanda nenhum tipo de ação, mas é material de suporte a ação ou a algum projeto, ou mesmo material para referência, virou tralha sobre a mesa, em caixas, pastas ou até no chão do escritório.

A grande questão é: todo mundo precisa de um sistema de arquivamento pessoal. Não importa se você trabalha em uma biblioteca ou no arquivo da prefeitura da sua cidade. Ainda assim, você precisa arquivar seus documentos pessoais e precisa organizá-los de uma maneira dedutiva e que funcione para você sempre que precisar ou quiser encontrar algo. O David diz que você deveria levar menos de 60 segundos para encontrar algo em seu arquivo de referência – seja um e-mail, um documento em uma pasta ou um arquivo dentro do seu computador, e se isso não está acontecendo é porque há melhorias a serem feitas.

Quando a gente diz que o GTD deve proporcionar um sistema confiável como base, não se trata apenas de ter um inventário completo de ações e projetos, mas de um bom arquivo de referência também. Faz parte. Então nesse post de hoje eu pretendo trazer as recomendações gerais que o David traz para você organizar esse arquivo de acordo com o que ele ensina dentro do método.

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Ferramentas necessárias

Digital

  • Decida que ferramentas ou aplicativos podem ser válidos para que você adquira. Compare preços. Vale a pena ter apenas uma ferramenta ou combinar várias?
  • Ao armazenar, faço uso inteligente dos títulos das pastas e dos arquivos, para facilitar a busca.
  • Estabeleça processos para saber que tipo de informação será armazenada e avaliar de tempos em tempos o que foi colocado ali.
  • Destralhe regularmente para manter seu arquivo atualizado.

Papel

  • Você certamente precisará de ferramentas para armazenamento. Comece com pastas. Se precisar de móveis, privilegie a boa mecânica. Aqui não é lugar de economizar.
  • Crie um único sistema de arquivamento em ordem alfabética, não múltiplos sistemas baseados em vários temas.
  • À medida que você processar suas caixas de entrada, crie novas pastas sempre que necessário para arquivar tudo o que não demanda ação.
  • Reserve tempo para limpar o que já existe arquivado. Destralhe o que não precisa mais guardar, substitua pastas estragadas, redistribua conteúdos grandes em várias pastas menores etc.
  • Crie etiquetas personalizadas usando sua rotuladora.
  • Mantenha suas gavetas e pastas com não mais que 3/4 delas cheias.
  • Evite usar pastas suspensas para arquivos que vão ficar guardados por muito tempo.
  • Evite complicações desnecessárias como código de cores.

Crie um único sistema de arquivamento em ordem alfabética em vez de múltiplos sistemas

Esta é a primeira recomendação que o David faz. Em vez de criar diversos códigos, crie um sistema simples em ordem alfabética organizando tudo por tópicos, autor ou clientes, então você terá apenas três ou quatro lugares onde procurar antes de efetivamente encontrar aquilo que procura. Se você cria múltiplas pastas com sub-pastas e sub-categorizações, isso só aumenta o número de lugares onde o que você procura pode não estar, em vez de otimizar seu tempo encontrando onde pode estar. A ideia aqui é deixar tudo à vista de maneira simplificada.

Se você tiver uma quantidade muito grande de pastas no computador, por exemplo, pode criar pastas para as letras (A, B, C etc.) e, dentro delas, inserir os tópicos. Você pode criar variações como “A-F” e “G-Z”, por exemplo.

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Algumas exceções para ir além do modelo alfabético podem funcionar para situações muito específicas como grupos de arquivos que têm suas próprias áreas, como arquivos pessoais, informações de finanças ou projetos em andamento. Essa explicação pode parecer um tanto quanto nebulosa, mas já vi aplicações disso da seguinte forma:

Receitas
— Salgados
— Doces

ou

Projetos em andamento
— Implementação do site X
— Organização do casamento

É bem específico e chega a beirar o subjetivo. Eu sempre iria na recomendação geral de deixar tudo alfasort, e especificar/agrupar apenas se realmente sentir necessidade. No caso de projetos, acho ok, mas em todo o resto, acho que a tendência é complicar!

Mantenha pastas vazias prontas para usar sempre à mão

Se for difícil criar novas pastas, você não vai criá-las sempre que precisar. deve ser muito simples, fácil e rápido criar pastas novas em seu sistema de arquivamento sempre que você precisar. Por isso o David recomenda você ter também uma rotuladora em vez de ter que parar tudo o que você está fazendo para imprimir etiquetas em seu computador. Seja o mais prático que puder. Facilite tudo o que for operacional.

Use uma rotuladora

Ninguém que seguiu este conselho se arrependeu. Existem duas marcas mais tradicionais no mercado (Brother e Dymo), e ambas são boas. Elas não são baratas, mas têm boa durabilidade. Eu comprei a minha da marca Brother quando comecei a usar GTD em 2006 e ela parou de funcionar este ano (ou seja, durou 10 anos). O ganho de tempo e de qualidade que se tem em troca é inestimável. Vale o investimento.

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Sobre os modelos, nós não precisamos de nada que vá além do básico, então não se prenda a isso. Escolha pela que gostar mais da carinha – ou pelo preço das fitas (refis) que comprará depois para repôr. Recomendo as fitas brancas com letras pretas.

Dê uma destralhada nos seus arquivos uma vez por ano

Isso evita que você tenha que ficar pagando por espaço a mais pelos seus arquivos na nuvem e também evita que precise comprar mais pastas e ocupe espaço em casa, guardando o que não precisa mais. Arquivo morto, como diz o Tadeu Motta, é um termo horroroso. Precisamos implementar uma verdadeira gestão documental dos nossos arquivos, aprendendo a cuidar deles, revisar constantemente, com mais responsabilidade. Essa revisão anual que o David propõe tem tudo a ver com isso porque permite que a gente guarde apenas o que realmente faz sentido manter.

Escolha ferramentas adequadas para arquivamento

Pastas suspensas não são a ferramenta mais adequada para guardar arquivos de médio a longo prazo. Podem ser úteis para arquivos correntes, mas não têm tanta durabilidade para médio a longo prazo. Busque alternativas para arquivar de maneira mais eficaz aqueles arquivos que pretende armazenar durante mais tempo.

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É uma pena porque a maioria dos móveis e itens de armazenamento para escritório privilegiam essas pastas suspensas. Explore alternativas como caixas, pastas e fichários.

Procure utilizar pastas suspensas apenas para arquivos correntes ou temporários.

Nunca deixe suas pastas, caixas e gavetas mais cheias que 3/4 de sua capacidade

Nada pior que o estresse acumulado das pequenas coisas estressantes do dia a dia. Quando você tem que afastar mil pastas de uma gaveta cheia diariamente, isso enche o seu saco interminavelmente e, de forma inconsciente, manda uma mensagem negativa para o seu cérebro dizendo que aquilo ali não é legal. Portanto, tente deixar suas gavetas, pastas e caixas sempre 1/3 vazias, para manusear com tranquilidade. Isso vale para o restante da casa também, se me permitem um adendo.

24cheias

Destralhe antes de comprar mais móveis

Pode ser que, com o tempo, você perceba que precisa de mais espaço para armazenamento. Antes de sair comprando pastas, caixas e móveis, analise seus arquivos e veja se não consegue destralhar mais e abrir espaço antes de gastar.

Muitos arquivos podem ser digitalizados e enviados para ferramentas como o Evernote e liberar espaço físico pra outros documentos. Até mesmo alguns livros podem ser substituídos por e-books e abrir espaço na estante para pastas, caixas e fichários. Avalie para conseguir fazer esse tipo de economia.

Digitalize o que puder e for conveniente

Essa dica não é do David – é minha. Infelizmente ainda não podemos digitalizar tudo. Lidamos com documentos assinados, cartões, dinheiro e, enquanto isso existir, precisamos de arquivamento em papel. Porém, bastante material pode ser digitalizado. No entanto, veja o que compensa ser digitalizado e o que não compensa. Alguns materiais dão mais trabalho sendo digitalizados que sendo armazenados em papel, e pode ser que o seu manuseio em formato impresso seja mais relevante. Analise caso a caso.

“Thais, eu guardo tanta coisa! Como saber o que guardar?”

De certa forma, a web é um repositório enorme de informações. Se for fácil encontrar esse artigo novamente, será que não vale mais a pena criar um índice nos seus favoritos, com links, que salvar um monte de artigos como referência? Essa dica vale para todos aqueles que usam bastante extensões como o Evernote Web Clipper.

Armazene de forma dedutiva

Esta é outra dica da Thais, não do David. Vou explicar esta dica dando exemplos:

Para organizar Contatos, use seu arquivo de contatos do celular.

Para organizar receitas, use o caderno de receitas da família.

Organize os livros de culinária na cozinha, não na estante do home-office.

Você não precisa colocar tudo em uma única ferramenta – mas deve buscar armazenar onde faz sentido acessar quando for precisar daquilo.

De certa forma essa dica também é do David porque no livro ele se refere a isso no capítulo 7 (sobre níveis personalizados de organização). Ele se pauta muito nisso: onde você vai precisar usar? Então é lá que deve estar. Tudo deve ser organizado com base na logística e no propósito do uso.

Lembre-se: deve ser fácil arquivar ou encontrar algo em até 60 segundos. Tenha isso como princípio e seu arquivo de referência ficará legal.

Fontes para elaborar o material deste post: livro “Getting Things Done” (David Allen), material do novo curso do David Allen para a certificação de Nível 1 – Fundamentos do GTD.

Achados do Mês – Maio 2016

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Uma compilação dos favoritos do mês, onde nós estivemos, o que fizemos, o que vimos, para onde vamos e outras ideias bacanas. <3

Recomendamos

achados-moleskineMoleskine com páginas pontilhadas
Moleskine é uma marca de cadernos conhecida pela sua qualidade e tradição, que nós amamos! Estamos completamente apaixonados pelos modelos com páginas pontilhadas, perfeitos para fazer bullet journal e anotações diversas.

livro-mais-prapido

Livro
Charles Duhigg também é autor do best-seller “O poder do hábito” e agora publicou um livro sobre produtividade. Com base nas últimas descobertas da neurociência, psicologia e economia comportamental Duhigg explica que as pessoas, empresas e organizações mais produtivas não apenas agem diferente, elas veem o mundo de modos profundamente diferentes. Elas sabem que produtividade tem a ver com fazer escolhas. A maneira como tomamos decisões; as grandes ambições que colocamos em primeiro lugar e as metas fáceis que ignoramos; a cultura que estabelecemos para estimular a inovação; o modo como interagimos com as informações que temos diante de nós: é isso que separa os simplesmente ocupados dos genuinamente produtivos. Publicado no Brasil pela Editora Objetiva.

Aconteceu por aqui

  • Nasceu a filhinha do Marcos, que trabalha no Comercial do Vida Organizada. Parabéns pela Maitê, Marcos! <3
  • Carol participou do workshop do nosso amigo Vladimir Campos sobre Evernote aqui em São Paulo.
  • Fizemos mais uma turma aberta de GTD em São Paulo pela Call Daniel. Foi muito legal!

Onde encontrar a turma do VO

Linkagem de domingo

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Algumas vezes, eu gosto de reunir alguns posts, vídeos e notícias que li ao longo da semana e que achei que seria legal compartilhar com vocês.

Boa semana!

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Crianças e telas: você estabelece regras?

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Hoje na verdade eu gostaria de estabelecer uma discussão entre os leitores do blog. Sabemos que não é fácil educar nossos filhos com tantas atividades que temos para fazer. Além disso, eles gostam de jogar vídeo-game, ver tv e brincar com aplicativos. Não bastando isso, a tecnologia está ao nosso redor, com suas utilidades. O mundo está mudando drasticamente. Como nós, mães e pais, estamos lidando com isso?

Gostaria de propor uma enquete e uma discussão sobre regras nos comentários, para que possamos falar sobre o assunto: regras para impôr limites sobre a quantidade de telas na vida de nossos filhos. São válidas? Devemos impôr? Já fazemos? Participe:

Você impôe limites aos seus filhos com telas, vídeo-games, tv e computadores?

Sim, até 2 horas por dia
Sim, de 2 a 4 horas por dia
Não

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E deixe um comentário com a sua opinião. Obrigada!

Esta semana

Novidades no Todoist Premium e Business agora em junho

Uma das coisas que mais me perguntam nos treinamentos que ministro em empresas ou mesmo pessoas que acessam o blog e gerenciam empresas, é...

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