Categoria(s) do post: Espiritualidade, Equilíbrio emocional

Comentei nos últimos dias sobre como tenho me sentido com a mente plena e vivendo os dias de acordo com o que sinto que deva ser o melhor ritmo para mim. Então hoje neste post quero trazer algumas “dicas”, baseadas na minha experiência, para que você possa fazer isso também.

Auto-crítica

Uma coisa que percebi que parei de fazer e que me ajudou nesse estado foi a parar de me criticar ou tentar ser perfeccionista. Já há anos venho me desapegando dessa ideia, e focando que o feito é melhor que o perfeito não feito, mas ultimamente eu tenho simplesmente parado de “achar” que eu ‘deva” estar sentindo isso ou aquilo no momento. Sou quem eu sou, sinto o que sou, e simplesmente respeito o meu momento. Sei que tudo são fases e, se estou triste, respeito a tristeza. Se estou alegre, não deixo ninguém derrubar essa alegria.

Passado

“Quando eu estudava jornalismo, deveria ter feito tal coisa.” “No meu último emprego, teria sido melhor ter escolhido tal opção.” Eu simplesmente parei de pensar nos “e se”s do passado e aceito cada vez com mais carinho que tudo o que aconteceu na minha vida foi o que me fez estar neste momento de vida hoje, e sou grata.

Permissão

Tem um pouco a ver com o primeiro item, mas é mais associado ao que eu sinto aqui dentro. Eu tenho meus valores, meus princípios, meus sentimentos, meu modo de viver a vida. As outras pessoas têm seus modos diferentes. Eu não espero mais que ninguém “aprove” o meu estilo de vida. Sou quem eu sou, e cada vez mais me dou permissão para fazer o que meu coração diz que devo fazer.

Impermanência

Não fico mais me preocupando excessivamente se algo deve ou não ser feito, se devo agir assim ou assado. Se eu sentir que devo fazer algo, eu faço. Se sentir que não deu certo, eu reajusto a rota. Numa boa, sem melindres. As decisões que eu tomo não precisam ser definitivas, porque muitas vezes no momento da decisão eu não tinha a experiência que viria somente depois de tê-la tomado e vivenciado. Faz sentido? Então é ok reajustar.

Engajamento

A todo momento, quero viver de verdade o que está acontecendo. Não quero fazer as coisas “por fazer”. Quero acreditar que tudo tem um sentido. E não falo sobre grandes acontecimentos apenas – muito pelo contrário, falo do dia a dia mesmo. De acordar em tal horário por determinado motivo. De ficar até tarde acordada porque, para mim, naquele momento parecia o certo a ser feito – e curtido. Tenho curtido mais o momento. É isso.