Categoria(s) do post: Novidades

2018 foi um ano muito significativo, produtivo e aprofundado do Vida Organizada e isso certamente se refletiu na qualidade dos posts. Hoje vou listar os meus preferidos do ano. Espero que sejam alguns seus também!

Mostrar meus posts preferidos tem alguns propósitos:

  • Se você perdeu algum, tem a oportunidade de conhecer
  • Dentre tantos posts publicados, essa minha seleção mostra o que eu considero importante que você aprenda sobre organização no momento

Vamos lá então. Eis os preferidos!

Janeiro

Fevereiro

Março

Abril

Maio

Junho

Julho

Agosto

Setembro

Outubro

Novembro

Dezembro

Espero que tenha gostado dos posts deste ano tanto quanto eu! <3
E tenho certeza que 2019 será um ano ainda melhor.

Categoria(s) do post: Diário da Thais

Algum tempo atrás, eu escrevi aqui no blog um pouco sobre como foram os últimos 12 anos (desde que o blog foi criado). Não consigo expressar o quão feliz me sinto hoje por todos os projetos que já foram feitos e o quão empolgada me sinto pelos projetos que estamos trabalhando e os que ainda vamos começar a trabalhar!

Sem mais delongas, este é um post para compartilhar um pouco como estamos em termos de “empresa” e nossos planos para o futuro!

Oficina

Durante os últimos anos eu (Thais) venho trabalhando de casa. Foi conveniente e funcionou durante algo tempo, mas chegou um momento em que sentimos que seria necessário trabalharmos com um espaço maior, especialmente para a realização e gravação de cursos. Eu ainda trabalho bastante em casa, mas ter um espaço externo onde a gente possa se encontrar e trabalhar no dia a dia tem sido bastante confortável.

Originalmente, nós imaginamos que o nosso escritório seria dedicado ao nosso trabalho diário e que também seria um ambiente para receber pessoas e gravar cursos e vídeos. De modo geral, ele tem funcionado bem para essas funções, mas estamos repensando algumas ideias! Nós estamos planejando remodelar esse espaço ou talvez ir para um lugar maior em 2019, de modo que possamos usá-lo para outras atividades, como cursos presenciais e mini-palestras.

Mesmo no formato atual, eu mal consigo descrever como é gostoso ter um espaço só nosso, com os livros, os acessórios, os caderninhos, os post-its e canetas coloridas que tornam o nosso dia mais legal! Todo esse processo de locação de sala, início da decoração, compra dos móveis e acessórios nos tomou bastante tempo, mas aos poucos vamos tornando esse espaço cada vez mais nosso.

Time

Parece que nossa equipe está sempre crescendo e mudando! No momento, nós somos um time de duas pessoas completamente dedicadas ao negócio… em breve seremos em quatro! Nós também temos cerca de 14 pessoas que trabalham em modelo freelancer para nós. Eu (Thais) trabalhei no blog sozinha durante mais de uma década até chegar em um ponto em que precisava de mais suporte especialmente no backstage. Foi quando a Silvia (foto acima) entrou, no primeiro semestre, e vem fazendo sua mágica desde então. O Vida Organizada é um negócio que projeta um legado 50 anos adiante e, por isso, cada pessoa que trabalha conosco precisa ter os mesmos valores e o mesmo tipo de visão que nós temos. Ainda há muito a crescer, aprender e implementar, mas acredito que estamos no caminho certo. Honestamente, eu jamais imaginei que teria ao meu lado pessoas tão incríveis trabalhando nesse sonho.

No começo deste ano, quando eu comecei o meu mestrado, eu percebi que não daria para acrescentar algo tão volumoso na minha vida quanto esse curso sem delegar algumas funções. Com o faturamento da empresa crescendo, nasceu então a possibilidade da contratação de uma pessoa totalmente dedicada a esse trabalho. A Silvia administra toda a parte administrativa, desde o que envolve inscrições para os cursos, cadastros, organização de documentos até outros assuntos relacionados.

Por volta do meio do ano, sentimos a necessidade de ter uma pessoa em sala de aula nos ajudando, especialmente nos cursos que aconteciam aos finais de semana. Foi quando a Malu começou a trabalhar conosco nessas ocasiões. A partir de fevereiro, ela fará parte da equipe em tempo integral.

No segundo semestre, após a derrocada final do meu computador (que não aguentou existir com tanto vídeo, curso e produção de conteúdo), eu concluí que estava na hora de trazer alguém para cuidar da parte de edição de vídeos e formatação de imagens, e em janeiro teremos o Anderson conosco.

Como parte do time de freelancers, temos contadores, designers, instrutores e outros prestadores de serviços que são contratados para trabalhos pontuais.

Neste exato momento estamos formatando uma vaga comissionada para uma pessoa de vendas, que trabalhará dedicada a projetos de conteúdo junto às marcas. Podemos fazer um trabalho íntegro e legal de patrocínio de conteúdo, sem agredir os leitores, mas precisamos ter alguém que faça esse relacionamento com competência. A ideia é trazer essa pessoa e, aos poucos, outras para esta mesma área, pois a área de vendas de uma empresa é o motor dela, praticamente.

Em resumo, nós trabalhamos com um montão de gente legal! Eu me sinto honrada e abençoada por conviver com pessoas tão incríveis.

Planos futuros + sonhos

Foto tirada pela Passa – obrigada!

Quando eu lancei meu último livro este ano (“Trabalho Organizado”), todas as pessoas me perguntavam: “qual é o próximo?”. E eu sempre respondia: “o próximo livro eu não sei, mas tem tantos projetos legais em andamento!”.

Agora em dezembro nós iniciamos o programa de mentoria do Vida Organizada, que é um programa avançado, só com a galera vip mesmo, para desenvolvimento pessoal com foco em organização e equilíbrio da vida. Serão seis meses de contato com essa turma, com muito estudo da minha parte (e da parte deles), aplicação e ajustes. Já temos uma lista de espera para o segundo grupo, que provavelmente acontecerá no segundo semestre.

Também em dezembro iniciamos a nova turma do curso online Organize-se em 2019, cujas aulas e materiais estou produzindo, gravando e publicando até o segundo trimestre. Trata-se de um curso completo de organização e produtividade, que será sempre melhorado e terá novas versões com cada vez mais materiais.

Fora todos os outros cursos online que ainda estão em andamento (por ex, organização do guarda-roupa). Materiais adicionais, aulas que serão regravadas e postadas, redesenho de todos os cursos. Esse é um dos planos para 2019 e depois. Existem muitos cursos que nós temos em nosso plataforma EAD e eu pretendo regravar todos em formato de módulos este ano (nem todos estão nesse formato). Estamos também fazendo uma migração de plataforma que levará alguns meses. A ideia é melhorar sempre o que já existe, em vez de ficar apenas lançando coisas novas.

Nós também entendemos o nosso papel de referência no mercado de organização no Brasil e fora. Diversos profisisonais participam de nossos cursos online e presenciais e nos pedem materiais específicos para eles. Este ano realizamos uma primeira turma de formatação de negócios para quem quer trabalhar nessa área, além do nosso curso online (de 2016) sobre organização para blogueiros, com foco em marketing digital de modo geral. Nós teremos uma segunda turma desse curso de formatação ainda no primeiro trimestre, além da reformatação do curso de marketing digital. E também estamos desenhando uma certificação profissional para quem quiser trabalhar com organização e produtividade, com o método do Vida Organizada (esta virá no segundo semestre).

Sobre o método GTD, este ano terá muitas novidades. Meu foco estará mais voltado à capacitação dos instrutores, aos cursos presenciais em São Paulo (diminuí as viagens para ficar mais perto do meu filho), aos cursos online (que diminuem os limites para quem mora fora do estado ou até mesmo do país), à produção de conteúdo gratuito (que atende a todos) e ao relacionamento com os outros países. Queremos ir para Portugal e iremos a Amsterdam em junho, para o GTD Summit e o encontro mundial das franquias.

A grande preocupação sempre é não se cobrecarregar. Em nível pessoal, este será o ano de qualificação do meu mestrado, então estarei bastante focada na minha pesquisa e na conclusão da dissertação no primeiro semestre. Depois disso, no entanto, segura!

Eu sei que muitas vezes pode parecer que eu faço muita coisa. E até assumo que sim. Mas o excesso de resultados não vem necessariamente do volume de trabalho, e sim de investir tempo nas coisas certas. Cada tarefa que eu delego abre espaço na minha vida para cuidar com mais carinho daquilo que só eu posso fazer, e cada pessoa que vem trabalhar conosco faz parte desse processo. Se hoje eu posso me dedicar a escrever, criar conteúdos, gravar aulas, vídeos, é porque existem pessoas fazendo tudo aquilo que precisa ser feito mas eu não estou fazendo.

Recentemente eu fiz uma revisão dos meus papéis e responsabilidades e celebrei como metade deles tem foco em liderança, não no operacional. E o mais “operacional” (entre aspas) só o é porque sou especialista. Isso é muito bom porque mostra um tremendo amadurecimento de processos, e eu mal posso esperar para criar tantas coisas novas e melhorar o que já existe em 2019.

Não tenho planos para um novo livro. Em 2019 vence o meu contrato com a editora e, se for renovado, a expectativa é que eu faça uma revisão completa do “Vida Organizada”, provavelmente lançando uma versão reescrita e aprimorada. Mas tudo isso ainda é incerto e depende de fatores do mercado editorial que são externos a mim.

2018 foi um ano emocionalmente difícil no lado pessoal, mas conquistamos muitas coisas bacanas. 2019 tende a ser um ano muito melhor. Com toda a sinceridade, eu preciso dizer que a minha maior paixão, de tudo o que eu faço, ainda é o blog. Eu amo escrever, compartilhar com você o que eu faço e como faço, e construir essa narrativa editorial costurada com a minha própria realidade. É um sentimento maravilhoso saber que o blog é o núcleo do nosso negócio. Eu amo. Nós amamos. Então era isso que eu gostaria de compartilhar um pouco com você! Sinta-se à vontade para fazer perguntas, que nós responderemos nos comentários. Obrigada!

Categoria(s) do post: Novidades

Olá! Este post é apenas para avisar que o Vida Organizada estará em recesso entre 1 e 7/1/19.

Eu estarei de férias e retorno dia 28 de janeiro às minhas atividades normais.

Antes de sair de férias, darei prioridade às aulas dos cursos online e da mentoria. Tentarei programar alguns conteúdos, se for possível. Isso estava nos planos, mas tive um imprevisto com a minha saúde que “comeu” alguns dias importantes.

Caso precise resolver alguma questão sobre cursos e inscrições, favor contatar a Silvia, que trabalha comigo e administra essa parte: silvia@vidaorganizada.com ou (11) 94511-3197 (What’s App). Vale lembrar que ela também estará de férias até o dia 7 de janeiro.

Agenda de cursos do Vida Organizada: http://www.vidaorganizada.com/cursos
Agenda de cursos de GTD: http://www.gtdbrasil.com/agenda

Caso a questão seja diretamente comigo, peço a gentileza que aguarde o meu retorno. Obrigada!

Thais Godinho

Categoria(s) do post: Novidades

O ano de 2018 foi muito bom para o Vida Organizada.

Como forma de agradecer, em janeiro, eu vou enviar uma dica de organização por dia, todos os dias, para você ter uma vida mais organizada no ano que vem.

Nesse Mês da Organização, você receberá gratuitamente dicas fáceis, rápidas e simples de implementar. Você apenas precisa cadastrar o seu e-mail (mesmo que você já seja cadastrado na newsletter, precisa se cadastrar nessa lista, pois ela é diferente).

Obrigada e espero que goste do presente!

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Equilíbrio emocional

Eu venho, há alguns anos, definindo um lema para cada ano. A ideia é ter um princípio que me norteie ao longo dos meses e que parece fazer sentido de acordo com o momento de vida que eu estou vivendo, mas também diz aquilo que eu quero para mim no ano corrente.

Em 2018, meu lema foi “me aprofundar” nas diversas coisas que eu já tinha conquistado na vida. Esse lema trabalhou em conjunto com as minhas cinco prioridades para o ano, e eu tive a oportunidade de me aprofundar em todas elas.

Eu me sinto satisfeita com esse lema. Eu tive realmente a oportunidade de me aprofundar em vários pontos da minha vida. Foi um ano em que me vi obrigada a fazer esse aprofundamento. Em nível profissional, eu diria que me aprofundei na questão da criação de conteúdo, na minha “arte”, no meu trabalho. Ter um lema me norteou ao longo do ano, pois eu sempre me lembrava de que era isso o que eu deveria fazer, como promessa pessoal.

Já nos últimos meses, ou talvez semanas, eu tive um insight sobre qual deveria ser o meu lema para 2019. Desde então, tenho certeza dele. Meu lema para 2019 será ser mais eu mesma, confiar na minha intuição e buscar mais as respostas dentro de mim.

Sempre vivi uma vida pautada muito na opinião de outras pessoas. Eu sempre tive outras pessoas com quem eu me consultava para buscar conselhos e ponderar sobre as minhas próprias escolhas. Isso funcionava bem até eu perceber que ninguém me conhecia tão bem quanto eu mesma. Muitas vezes, aconteceu de o que todo mundo me dizer me parecia errado de alguma maneira, e ter ignorado essa sensação me custou caro depois. Não caro apenas pelas consequências, mas porque o resultado me feriu e eu tive que me resgatar profundamente depois disso. Logo, eu aprendi que estava certa desde o início e que deveria ter me ouvido mais.

Eu passei muitos anos da minha vida dentro do corpo de uma pessoa que eu não reconhecia no espelho. Ter realizado a cirurgia bariátrica no ano passado e ter implementado um novo estilo de vida mais coerente com quem eu sou me ajudou demais com relação à auto-estima e na maneira como eu me apresento para o mundo.

Quando eu fiz o curso de coaching, em 2016, eu tive uma visão minha, no meu escritório, que se parece muito com a pessoa que eu sou hoje. Por isso eu acredito muito no poder da visualização. Em menos de dois anos eu me tornei quem eu sabia que eu era, e hoje eu tenho a possibilidade de continuar me construindo porque tudo se baseia no auto-conhecimento.

Desde que delineei esse lema para 2019, já venho o exercitando. Tive diversas situações maiores e menores no meu dia a dia em que pude prestar atenção à minha intuição. Desde que parei de ignorá-la, as coisas começaram a fluir melhor. Me sinto mais confortável com a maneira como as coisas acontecem, e é um exercício constante que me ajuda a manter a mente plena.

Quero levar esse lema para 2019 porque eu sei que não vou encontrar respostas sobre mim em outros lugares externos. Pessoas são importantes. Buscar conselhos é importante. Viajar, conhecer outros lugares, ter contato com culturas diferentes é importante. Mas nada substitui as construções internas que fazemos. E a inspiração pode ser encontrada denro de mim, se eu aprender a me ouvir cuidadosamente.

Saber me ouvir inclui descansar quando sentir que eu devo descansar. Aumentar ou diminuir o ritmo quando eu sentir que devo fazer isso. Tomar a decisão que acredito ser a mais correta mesmo que as condições favoreçam um outro lado. Minha intuição tem estado fortíssima ultimamente, e esse exercício de ouví-la só tem me trazido resultados e aprendizados positivos.

Você tem um lema para 2019? Você acha que isso seria importante para você, em algum aspecto? Por favor, compartilhe nos comentários. Obrigada.

Categoria(s) do post: Indicações

Aos domingos, eu costumo compartilhar aqui no blog alguns links que não necessariamente tenham a ver com organização, mas que de certa maneira estejam relacionados ao que temos aqui no Vida Organizada.

Boas festas e boa semana para você!

Categoria(s) do post: Áreas da Vida

Armário-cápsula é um método de organização do guarda-roupa que utilizo desde 2015. Clique aqui para ler outros posts a respeito.

Basicamente, a ideia do armário-cápsula é que você limite seu guarda-roupa a uma quantidade mínima de peças que combinem entre si, e uma das maneiras de fazer isso é organizando a cada estação, de acordo com o clima da sua região (você pode organizar utilizando outros critérios).

Comecei a definição do armário-cápsula com cores bem claras na minha cabeça: branco, azul e verde. Branco, porque calor é “só por deus”. Azul, cor do mar e do céu. Verde, cor da natureza. E pronto. Verão para mim é isso. <3

Começar definindo as cores foi bastante útil porque isso me ajudou a ver o que já tenho e o que eu não tenho. Minha meta é fazer apenas duas compras nesta estação: uma calça de brim branca da Levi’s e uma sandália de dedos de pedraria. Só isso. Ainda não encontrei nenhuma das duas do jeito que eu quero (tenho até o final do verão para isso).

Outra coisa que ajuda demais no armário-cápsula de verão é a definição dos tecidos. Só quero saber de tecidos naturais! O dia a dia é tão quente que simplesmente não tem condições usar roupas de poliéster. Isso eu aprendi com a Ana, como todas as outras coisas (sigam essa mulher <3).

Comecei então definindo as partes de baixo (calças, saias, bermudas, vestidos, macacões). As partes de baixo (quantidades) definem as partes de cima (quantas), pois uso a proporção que a Ana me ensinou de 5 partes de cima para 1 parte de baixo (lembrando que as partes de cima podem combinar com diferentes partes de baixo, então isso não significa que, se eu tiver 5 partes de baixo, terei 25 partes de cima – pode ser menos, e geralmente é!).

Apesar de ter focado nas cores que falei, precisei manter o preto. O preto é meio curinga, gente. Sorry, já tentei mudar, mas faz muito parte da minha natureza roqueira. Assumo que fica ali como zona de conforto, e porque às vezes a ocasião pede uma roupa preta (não dá pra ir em barzinho de rock usando calça amarelo pastel).

Eu gosto do preto para o verão especialmente pelo aspecto navy da coisa, mas ele definitivamente não é o foco e estou tentando ao máximo não usar qualquer roupa preta no meu dia a dia. Por hora tem funcionado e uso preto apenas nas situações específicas que comentei.

Ao compôr esse armário-cápsula, eu percebi que não tenho muitas saias fresquinhas para o verão. Tá tudo certo também. Vamos ver como eu me saio. As bermudas têm sido os itens mais usados até então (e mal começamos… está um calor totalmente sem condições aqui em São Paulo). Esse par de shorts bege / off-white eu usei demais nos últimos dias. É confortável, bonitinho e combina com praticamente tudo.

Tenho alguns vestidos interessantes para o verão. Resgatei um kaftan que foge da cor do armário mas é tão gostoso e tão “verão em casa em SP” que resolvi manter. O armário-cápsula não serve para limitar e irritar, e sim para organizar e direcionar, mas sou livre para usar o que eu quiser, mesmo que fuja à regra (veja bem).

Eu tenho a segunte separação para partes de cima: as que eu penduro e as que eu dobro.

As que eu penduro geralmente são jaquetas, blazers, camisas e blusinhas de tecido mais fluido, que geralmente uso em eventos profissionais (reuniões, palestras e treinamentos). Costumo guardar em prateleiras e gavetas blusinhas de malha (tenho muitas, mas no verão a gente sua mais e usa mais peças mesmo).

Para mim, o verão é a estação das blusinhas fáceis, leves, em cores naturais e que combinem bem entre si. Sou muito fã do branco, do off-white, do bege, do champagne nesta estação. Eu também vou tentar usar mais regatas (era algo que eu não gostava de usar antes).

Desta vez eu resolvi incluir os sapatos no armário-cápsula também. O verão é a estação de deixar os pés livres, mas eu não sou muito fã de sandálias.

Uma pergunta que todo mundo sempre me faz quando falo sobre armário-cápsula é se eu organizo as peças que não são do armário da estação em outro lugar. Sim, gente. Basicamente, essa é a essência da coisa toda. rs

Algumas reflexões que eu tive montando especificamente este armário-cápsula de verão:

  • Tirando o lance do preto, foi o armário-cápsula mais “redondinho” que já montei, em termos de cores. Acho que é normal a gente ir montando esse inventário de peças aos poucos.
  • É maravilhosa a sensação de não precisar comprar nenhuma roupa além daquelas que você estabeleceu (no meu caso, duas peças, sem pressa).
  • Verão no Brasil é uma das estações mais fáceis de compôr, porque é super previsível.

Siga-me no Instagram para acompanhar os looks diários desse armário. 🙂 Como já falei por aqui algumas vezes, não sou profissional da área de moda e me visto de maneira normal, comum, com erros e acertos. E acho que isso é uma coisa bem legal de compartilhar. Não consigo postar todos os dias, mas posto sempre que dá.

Categoria(s) do post: Diário da Thais

Chegamos a mais um final de ano. Dezembro marca não apenas o final de um ano civil, como também a chegada de uma nova estação (verão, no hemisfério sul). A cada fim de trimestre, eu gosto de fazer um balanço pessoal e também compartilhar aqui no blog quais foram os projetos que eu concluí e os objetivos (de curto, médio ou longo prazo) que eu alcancei nesse período.

Observação: Este ano está sendo bastante difícil para mim, por conta da morte da minha avó. Isso me abalou bastante emocionalmente, como não poderia deixar de ser, mas a organização me ajudou a replanejar as coisas, renegociar tudo comigo mesma e com os outros, e esse é um aprendizado importante para passar para vocês. O objetivo não é “ser perfeita”, e sim saber equilibrar as coisas de acordo com cada momento de vida que a gente vive. Me senti melhor nesse último trimestre, como acredito que sejam mesmo as coisas. Isso se refletiu em absolutamente tudo o que fiz e na maneira como investi meu tempo.

O quarto trimestre corresponde ao final de setembro, outubro, novembro e as três primeiras semanas de dezembro.

Objetivos alcançados

  • Concluir a reforma e mudar para a nossa casa (esse foi um big rock de anos)
  • Alcançar 6 em 7 (quem sabe do que eu estou falando, sabe)

Projetos concluídos

  • Organizar minha festa de aniversário
  • Organizar meu armário-cápsula de primavera
  • Concluir o curso de GTD: Fundamentos em Natal – RN
  • Concluir os cursos de GTD em São Paulo
    (setembro, outubro, novembro e duas turmas em dezembro, OMG)
  • Organizar a nossa mudança
  • Concluir todas as pendências da entrega do apartamento
  • Concluir as “n” pequenas reformas, decorações e organizações da nossa casa
  • Concluir a leitura de todos os livros do Napoleon Hill (post sobre isso em breve!)
  • Implementar rotina com o Bullet Journal
  • Concluir migração do meu sistema GTD para o Trello (estou em testes)
  • Organizar a primeira turma de mentoria do Vida Organizada
  • Desenhar a trajetória de aprendizado dentro do Vida Organizada (leia, é útil!)
  • Implementar o webinar gratuito de Introdução à Organização do Vida Organizada
  • Organizar o lançamento do curso online Organize-se em 2019
  • Realizar o primeiro curso online de GTD do Brasil (Revisão Semanal Guiada)
  • Concluir o projeto sobre informações básicas do mundo dos vinhos
  • Concluir um curso grande e importante de marketing digital que comecei no segundo trimestre
  • Organizar o lançamento do curso online de organização do guarda-roupa
  • Concluir a participação em dois seminários acadêmicos (pauleira)
  • Concluir minha participação nas eleições 2018 (aff)
  • Concluir filiação a um partido político
  • Organizar festinha de Halloween em casa
  • Organizar aumento de salário da funcionária <3
  • Concluir o programa de tutoria da Call Daniel
  • Concluir ações da Black Friday aqui no Vida Organizada
  • Concluir pendências administrativas diversas da empresa com a contadora
  • Concluir escrita de artigos para o blog da Call Daniel em 2018
  • Concluir a rematrícula e organização do terceiro semestre do mestrado

Não citei todos os projetos concluídos porque muitos deles são pessoais, ou menores, ou até agrupei acima para facilitar a visualização.

Eu escrevo esse tipo de post para inspirá-los e mostrar que, com organização, a gente consegue focar no que é realmente importante e mover a vida adiante. Espero que seja útil. O próximo será em março! Caraca!

Categoria(s) do post: Imprensa

O Vida Organizada não está mais associado à ANPOP – Associação Brasileira de Profissionais de Organização e Produtividade e pede desculpas por citar o fato em um texto do blog que saiu em uma das últimas newsletters.

O Vida Organizada apoiou a instituição desde o início e se manteve associado durante anos. Em 2017, foi realizado o cancelamento da associação.

Nota pessoal da Thais: Como sempre paguei anualmente, e devido a todo o processo que passei do final do ano passado até aqui (com a internação e falecimento da minha avó, como vocês puderam acompanhar), e por não ter recebido nenhum e-mail da tesouraria para pagar a renovação para 2018, não foi renovado o vínculo. Gostaria de bom grado poder renovar para 2019, e fiz a solicitação assim que recebi um e-mail do Comitê de Ética pedindo que eu retirasse a menção à associação da newsletter do blog (eu realmente não tinha entendido o que estava errado, até ser esclarecido). Mas, para renovar para 2019, eu precisaria pagar retroativo o que restou dos meses em 2017 e pelo ano inteiro de 2018. Como não considerei o critério justo, visto que não me beneficiei de nada nesse período desvinculada, mas respeitando os critérios legais da associaçao, optei por não renovar o vínculo para 2019. É uma pena, pois gostaria de contribuir de alguma maneira nos anos futuros. Lamento sinceramente.

Não é de intenção do Vida Organizada simular de má fé qualquer tipo de vínculo com nenhuma associação, visto que o que agrega valor ao Vida Organizada não é usar nomes de terceiros para se validar, e sim o conteúdo gerado diariamente para ajudar os seus leitores a terem uma vida mais legal através da organização, e esse é o nosso foco.

O Vida Organizada encoraja instituições que defendam o mercado de profissionais de organização e produtividade e admira o trabalho que fazem em divulgar profissionais que estejam começando e de sempre elaborar parcerias e eventos bem-sucedidos para divulgação também da profissão.

Pedimos desculpas por qualquer mal-estar que isso possa ter causado. Obrigada.

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Equilíbrio emocional

Exercitar a gratidão é uma prática que faz parte do meu dia – falo com sinceridade.

Mas, na semana passada, assisti a LIVE da Wanice Bon’Ávigo no YouTube sobre como se despedir de 2018 e agraciar 2019. E ela sugere um exercício muito rico de ser feito (assista o vídeo para conhecer o exercício e também se inscrever no canal dar uma força para o trabalho da Wan, que é incrível).

Um dos momentos do exercício envolve listar tudo aquilo que aconteceu em 2018 e pelo qual você é grata(o).

Eu tive um ano com muitas perdas. Não foi apenas a perda maior, com a morte da minha avó, mas diversas outras perdas, internas e externas, que aconteceram este ano. Fazer esse exercício, portanto, me fez ver que, mesmo em um ano com tantas perdas, eu tinha muita coisa para agradecer. E isso me fez ver 2018 com mais carinho, porque ele foi um ano fundamental para o meu crescimento pessoal e para tudo o que farei daqui em diante na minha vida.

Quis compartilhar esses agradecimentos com vocês, então este post terá um tom essencialmente pessoal.

Essas são as coisas pelas quais eu agradeço pelo ano de 2018:

Entrada no mestrado

Fazer mestrado era algo que estava na minha lista de “algum dia / talvez” há muitos anos. O plano era começar no ano que vem (2019), mas ter passado pelo processo antes, de alguma maneira, me disse que eu deveria fazê-lo agora. Eu confesso que eu teria realmente deixado para 2019 se soubesse o que aconteceria ao longo do ano. Mas ter entrado no mestrado e ter um foco diferente do dia a dia, do trabalho e de problemas diversos me salvou em vários momentos.

Lembro de um momento muito específico, no meio do ano, em que eu questionei se deveria continuar. Não estava aproveitando como gostaria, porque minha cabeça não estava legal. Conversei com amigos e colegas mais próximas que fizeram mestrado, e conversei com a minha terapeuta, sobre isso, e todos me disseram: com tudo o que está acontecendo, você vai tirar da sua vida uma coisa que você está fazendo exclusivamente por você e que te faz tão bem? Isso foi muito acertado e me fez continuar.

Não foi fácil. Meu segundo semestre foi intenso, cheio de atividades profissionais e viagens a trabalho. Tive desafios com clientes, voltei a ter anemia no final de novembro e começo de dezembro (ainda em recuperação). Eu fiz a cirurgia bariátrica no ano passado e é comum ter quadros de anemia de vez em quando. É a segunda vez que eu tenho. Então esses e outros desafios tornaram o percurso do mestrado mais difícil do que eu já achava que seria, mas de alguma maneira eu consegui passar por isso e fico feliz por ter passado. Porque a vida passa, o tempo passa e, se a gente não se desafia a fazer as coisas, mesmo com dificuldades, pode acabar desistindo e não fazendo o que é importante para nós.

O mestrado me ajudou a entender melhor a vida acadêmica e a ver o que esperar como pesquisadora e professora em universidades. Abriu todo um novo leque profissional a ser construído e explorado a longo prazo.

Eu tenho certeza de que não aproveitei o mestrado da forma como gostaria, mas tenho como princípio que o feito é melhor que o perfeito não feito. Fico feliz por ter entrado no mestrado e ele ter me ajudado a segurar a onda em um ano tão desafiador em tantos sentidos, para mim. Faltam poucos meses para o fim.

Paul ter ficado bem

Um pouco antes do início do mestrado, o Paul teve um problema respiratório relativamente grave e foi internado às pressas com a oxigenação baixa. Precisou ficar na UTI. Foi horrível. Só quem é pai ou mãe sabe como a gente se sente impotente ao ver o filho passando por uma dificuldade que você não pode controlar. Naquela semana, meu marido tinha compromissos profissionais em outra cidade e precisou viajar a trabalho. Eu fiquei no hospital e minha missão era estar bem pelo Paul. Isso foi decisivo na forma como eu lidei com a coisa toda. Agradeço mais uma vez ao Napoleon Hill porque meu livro de cabeceira em todos esses dias foi o “Atitude Mental Positiva”, e passar o dia cantando, contando histórias e fazendo o Paul dar risada foi o que fez toda a diferença para ele e para mim.

Quando alguém fala que livro de auto-ajuda ou que esse pessoal que faz “empreendedorismo de palco” é charlatão, eu entendo a crítica mais acho desnecessária. Tanta coisa importante pra gente se preocupar de verdade, pra que criticar pessoas que fazem bem a outras? Em diversas situações da minha vida, como essa, acima, o que me salvou foi ter me apegado a alguém que tenha me ensinado como ficar bem. Isso fez toda a diferença em minha vida em diversos momentos, e por isso sempre serei grata e encorajarei outras pessoas a investirem nisso também.

Paul ficou bem depois disso e não teve qualquer outro quadro complicado pelo resto do ano.

Meus professores

Quando eu entrei no mestrado, eu pedi por um professor que fosse meu orientador (ele aceitou). É uma pessoa que admiro muito profissionalmente, e me senti honrada e desafiada por ele me orientar.

No entanto, no decorrer do mestrado, eu honestamente me apaixonei por outros professores também. Conviver com professores é uma das coisas mais legais do estudo formal. Você acompanha um pouco do fluxo de pensamentos deles, vê os projetos tomando forma, conhece suas aspirações e interesses, e isso (pelo menos para mim) inspira muito.

Eu conheci um dos melhores professores este ano no mestrado e infelizmente ele foi desligado agora em dezembro. Fiquei extremamente chateada mas enviando energias positivas para que ele encontre algo muito melhor, pois merece demais. Pessoa super competente e interessada em ajudar, em crescer, em ir além nas pesquisas.

Quando eu voltei para o mestrado, no segundo semestre, recebi um carinho indescritível de todos os professores. Eu tinha anunciado que ia parar um semestre com o mestrado, para dar um tempo, mas então voltei atrás e resolvi continuar. A maneira como eles me receberam, com carinho, por tudo o que tinha acontecido comigo, sem julgar ou achar “frescura”, exagero, foi muito tocante para mim.

A entrada da Silvia

Em maio, em um dos períodos mais críticos da internação da minha avó, a Silvia começou a trabalhar comigo. Quando a minha avó morreu, se não fosse por ela cuidando do backstage, cuidando das inscrições, respondendo e-mails das pessoas, contatos diversos, eu não teria dado conta do trabalho. Teria cancelado cursos e outras iniciativas que, no final das contas, me distraíram de todo o resto.

Além disso, não apenas pelo bem que ela me fez individualmente, mas pela saúde do negócio como um todo. Eu precisava delegar algumas atividades para conseguir focar em outras com mais qualidade. Quando a Silvia entrou, isso me possibilitou cuidar com mais carinho dos cursos, dos alunos, das pessoas, ter ideias, desenvolver produtos, enfim, me dedicar àquilo que só eu mesma posso fazer. Claro que pegou um período de transição, difícil, em que demorei para ficar com a cabeça no lugar, mas agora eu vejo a diferença que faz para uma empresa você ter pessoas tão boas e competentes trabalhando com você. E a Silvia é uma pessoa incrível, além de todo o lado profissional.

Escritório

Ter uma sala comercial para o Vida Organizada era um sonho antigo.

Hoje, eu já não acho que “ter uma sala” seja tão essencial assim. Eu vejo que foi mais uma conquista mesmo que algo tão necessário. Atualmente tenho trabalhado muito em casa, e o escritório funciona como QG para a Silvia trabalhar, para a gente receber pessoas e para eu gravar aulas e vídeos ocasionalmente. Mas todo esse processo de alugar uma sala, decorá-la, comprar as coisas, ter uma rotina para trabalhar fora de casa, dizer que você tem um escritório… isso é muito legal e faz diferença na forma como você toca o negócio, porque te dá mais responsabilidade.

Eu já fiz um post aqui contando de maneira mais emocionada o que o escritório representa. Foi realmente uma conquista pela qual eu sou grata.

Curso do Fórmula

Quando a minha avó morreu, eu percebi que precisava dar um tempo, ok, mas também precisava mergulhar em alguma coisa para me distrair. Nada me distrai mais do que estudar. Por isso, resolvi fazer um curso. Fiz o investimento no curso do Érico Rocha, o Fórmula de Lançamento. Foi um dos melhores investimentos que eu fiz este ano. Mergulhei no estudo do método e ainda me sinto envolvida pra caramba nele.

Eu trabalho com marketing digital e sentia falta de um método para fazer as coisas. O Fórmula é exatamente esse método. Me ajudou a colocar as ideias no lugar, a focar melhor as minhas diversas iniciativas profissionais, a refinar o que eu já faço. Me deu foco em um momento que eu precisava muito de foco. Me ajudou a virar a chavinha na mente, a ver meu negócio como muito mais profissional do que eu tratava. Foram muitos benefícios para listar aqui, além desses. Cresci enormemente profissionalmente este ano, e tenho certeza que o curso do Érico foi parte fundamental desse processo.

“Não pense que a cabeça aguenta se você parar”. Verdade, Raul. #tocaraul

Meu terceiro livro

Há cerca de dois anos venho escrevendo o meu terceiro livro, “Trabalho Organizado”, e em janeiro, após uma epifania pessoal, reescrevi o livro inteiro. Ele foi lançado em julho. Foi o livro que mais gostei de escrever e o meu preferido dos três (também tenho ouvido isso de vocês, o que é muito legal). Ele representa um processo de amadurecimento profissional que eu gostaria de compartilhar com as pessoas.

O lançamento do livro culminou com uma série de escolhas profissionais que fiz desde então. Sinto-me grata pelo lançamento e pela oportunidade de ter o contrato com uma das maiores editoras do país. Sinto-me abençoada e privilegiada por isso, mesmo com tantos desafios que o mercado editorial tem enfrentado.

Eu precisei cancelar alguns dos eventos de lançamento do livro porque eles foram demais para mim. Fiz vários eventos, mas ainda não estava 100% para viajar, lidar com tanta gente. Eu precisava me reservar mais. Foi uma decisão difícil, porém da qual não me arrependo. Eu precisava me preservar.

GTD Nível 3

Desde a primeira certificação que eu tirei, do GTD, em 2015, eu espero pelo momento em que estaria pronto o curso de Nível 3 e a viagem que eu faria para a realização do curso.

Viajei para Amsterdam em um momento particularmente desafiador. Cabeça não muito legal, levemente apertada financeiramente (segurei as finanças depois da morte da minha avó porque não estava me dedicando tanto ao trabalho quanto poderia), preocupada com o Paul por aqui, com prazos para o mestrado. Foi a viagem internacional mais curta que já fiz (menos de uma semana entre sair de SP e voltar), completamente focada em participar do curso, apenas. Mas foi uma viagem que valeu a pena tanto, em tantos sentidos.

Em primeiro lugar, pela oportunidade que o Daniel (da Call Daniel) me proporcionou em participar desse processo mais uma vez. Não tenho palavras para agradecer tamanha generosidade. Em segundo lugar, por saber que seria a última certificação. Isso me deixou nostálgica em vários momentos, porque representa o “fim de uma era”. Em terceiro lugar, por estar entre o David Allen, sua esposa Kathryn, a Ana Maria (super senior mater trainer) e toda a galera de outras franquias do mundo, que acabaram virando colegas mais próximos, o que era inimaginável para mim em anos anteriores. Em quarto lugar, mas não menos importante, por participar do fatídico “curso nível 3”, que representa o GTD faixa preta da maneira mais simbólica possível.

Mas foram três os fatos que tornaram essa viagem e esse curso tão especiais. 1) O estreitamento da relação profissional com o Daniel. Conversas bacanas sobre o futuro da empresa e do GTD no Brasil, a minha noção de liderança como master trainer, e a possibilidade de direcionamento do meu trabalho da maneira como eu simplesmente quiser; 2) Entender que eu faço parte de uma galera bem VIP dentro do GTD, no sentido de que não é todo mundo não que tem o mesmo envolvimento e conhecimento que eu tenho, e que o próprio autor do método sabe e valoriza isso. Pra mim é impagável de diversas maneiras; 3) Entender até onde o GTD vai. Ter vários insights dentro do curso, mas sair dele com a sensação de que eu já sabia como ele seria, pois eu poderia até tê-lo ajudado a ser desenhado. Eu mergulhei tão fundo no GTD nos últimos anos, que eu me sinto masterizando em alto nível a metodologia (modéstia à parte), além de perceber o quanto ainda tenho a aprender. Essa é uma sensação maravilhosa e que apresenta oportunidades infinitas de trabalho e entendimento.

“Ev’rybody’s talking ‘bout Bagism, Shagism, Dragism, Madism, Ragism, Tagism This-ism, that-ism, is-m, is-m, is-m All we are saying is give peace a chance!”

Estreitamento de algumas amizades

Imagino que para alguns de vocês isso também tenha sido realidade, mas o período das eleições foi bastante intenso para mim, socialmente falando. Me decepcionei com tantas pessoas ao meu redor – familiares e amigos. Ao mesmo tempo, descobri outras que nem eram tão próximas e que se tornaram justamente por termos valores parecidos. Essas relações se fortaleceram muito. Desabafamos, sonhamos juntos, demos apoio mútuo.

Eu era uma pessoa que achava que já tinha vivido de tudo em termos de amizades, então fiquei feliz por ter novos amigos ou fortalecer amizades que eu já tinha. E trazer para a minha vida pessoas tão interessantes, tão queridas, que tenham os mesmos valores que eu – isso foi incrivelmente importante e rico. Descobri como ser feliz novamente com novos amigos.

Nossa casa, a reforma e a mudança

Não tenho palavras para expressar como é vivermos finalmente em uma casa que seja nossa, sem pagar aluguel, ter feito uma reforma e morar em um lugar que nos acolha, que nos abrigue e nos permita viver momentos tão felizes em família e com amigos. A reforma durou longos meses, e meu marido a tocou praticamente sozinha, enquanto eu estava em frangalhos após a morte da minha avó. O fato de ele ter tocado isso por nós, nossa família, me deixou muito sensibilizada. Mudou nossa vida em tantos aspectos. Ainda estamos finalizando um montão de pendências (o que é normal), mas o dia a dia tem sido delicioso. Agora eu consigo sentir o verão como deve realmente ser – abundância, vida, alegria, calor.

Pró-vida

Eu também tomei a decisão, depois de uma série de acontecimentos que me levaram a isso, a fazer o curso básico da Pró-Vida. Foi um marco para mim. Deveria ter feito antes, na adolescência, mas as coisas acontecem quando tem que acontecer.

Como eu falei, quando a minha avó morreu, eu senti a necessidade de fazer algumas coisas para me distrair. Cursos ajudam muito nisso, para mim. Eu acabei fazendo o curso básico da Pró-Vida mais para o final do ano, mas ele foi importante. Reforçou algumas crenças que eu tinha, me ajudou a refinar a prática de meditação e a valorizar as energias de uma maneira geral. Me colocou em um novo caminho de evolução espiritual que eu estava precisando.

Nosso casamento

Meu marido e eu passamos por desafios diversos nos últimos anos. Este ano, nos fortalecemos enormemente. Não vou entrar em detalhes aqui, por ser um assunto muito íntimo, como vocês podem imaginar, mas nunca estivemos tão bem. Eu creio que essa foi uma das melhores coisas de 2018. Amadurecemos nosso relacionamento incrivelmente, e sabemos que estamos apenas no começo, mesmo depois de quase 20 anos juntos (completaremos em 2019).

Pessoas

2018 foi um ano universal 2, que pauta relacionamentos. Essa foi inclusive a linha editorial do Vida Organizada o conteúdo deste ano. E agora, no final do ano, eu posso dizer que foi um ano de relacionamentos, efetivamente. Foi o ano que eu vi a importância dos relacionamentos e como eles impactam na minha vida, além de mudar a maneira de me relacionar com as pessoas. Amigos, marido, filho, colegas de trabalho, equipe, leitores, alunos, todos. Foi definitivamente o norte do meu ano e o que mais subiu de nível. Só tenho a agradecer.

Como eu falei, 2018 foi um ano triste, desafiador e difícil para mim. Mas fazer esse exercício de listar as coisas pelas quais eu sou grata me fez ver que, mesmo com tudo o que aconteceu, foi um ano maravilhoso também. Agradeço e me sinto abençoada por 2018, e me despeço dele com alegria e um quentinho no coração, pois tudo o que acontece na vida serve para construir todas as coisas boas que faremos depois.

Categoria(s) do post: Trabalho

Todo ano é a mesma coisa. Quando chega a última semana antes das festas de final de ano, sua empresa entrando em férias coletivas ou não, aparentemente todo mundo fica tentando resolver tudo o que foi possível em apenas poucos dias. Parece que tudo o que não foi feito o ano todo tem que ser resolvido agora. Este post então traz algumas dicas para você sobreviver a esta semana de uma maneira um pouco cansativa.

  1. Priorize o seu descanso. Vale a pena se divertir e sair para o happy-hour ou para as celebrações da empresa, mas pegue leve. Não coma ou beba muito, não volte tão tarde. Nos outros dias, procure ficar em casa e tentar dormir cedo. A coisa mais importante para você estar bem todos os dias é ter tido uma boa noite de semana, se hidratar (beba água) e se alimentar corretamente. Mais do que em outras épocas, foque nisso esta semana, para aguentar o ritmo pesado.
  2. Faça uma revisão sincera dos seus projetos em andamento e dos seus prazos da semana para saber o que deve ser seu foco de fato. A semana é finita – não vai dar pra fazer absolutamente tudo. Veja aquilo que realmente deve ser finalizado esta semana. Este exercício pode mostrar que talvez você nem tenha coisas que precisem ser necessariamente finalizadas nos próximos cinco dias.
  3. Cancele compromissos que não precisem necessariamente acontecer nesta semana, a não ser que você esteja com o tempo livre. Um bom parâmetro para número de compromissos é deixar sempre meio período do dia livre após meio período mais cheio. Por exemplo, se teve reuniões pela manhã, deixar a tarde sem reuniões. Isso te ajuda a equilibrar melhor as atividades.
São algumas dicas simples que podem te ajudar esta semana. Fique bem.
Categoria(s) do post: Plenitude & Felicidade, Empreendedorismo, Social

Desde o ano passado, tenho mantido o hábito de ler, toda segunda-feira, um capítulo de dois livros que considero essenciais na minha vida. Um deles é o “Ready for anything”, do David Allen, e o outro é “Um ano com Peter Drucker”. Ambos os livros trazem 52 capítulos, então com 52 conceitos, um com foco em produtividade (mas liderança) e outro com foco exclusivamente em gestão e liderança. Tem me ajudado muito no meu aprendizado como líder e ser humano mesmo, na verdade.

No capítulo desta semana, do Peter Drucker, ele levanta algumas questões tão importantes. Uma delas é a do título do post. Ele diz que, quando encontra amigos, ele não quer saber o que a pessoa fez. É normal um líder ter feito e conquistado coisas. Mas o aprendizado chave, do ponto de vista dele, é perguntar o que o cara deixou de fazer. Ou seja: o que fazia parte da sua vida mas, por algum motivo, por alguma reflexão que você tenha feito, o que achou melhor delegar ou deixar de fazer? E por quê? Você já pensou sobre isso? Trago essa reflexão para cá também.

Quando eu me tornei mãe, demorou até eu perceber que desempenhava um papel de liderança na minha família. Eu considerava um papel como todos os outros – o que, de certa maneira, é, mas cada papel tem suas nuances. A mãe tem um papel de liderança na família e se torna também a “mentora” dos seus filhos. E, se você for mãe também, já deve ter percebido que essa influência se estende aos colegas do seu filho que passam um tempo com vocês, com os amiguinhos dele de modo geral, e até outras crianças da família. Você se torna um modelo.

No final das contas, quando você se torna coordenadora, gestora, diretora, presidente de uma empresa, é uma relação parecida, porém talvez não tão emocional e afetiva e interdependente como com relação aos filhos, claro. Mas você executa um papel, e esse papel diz respeito não apenas às atividades de execução mas (quase que principalmente) aos relacionamentos.

Então ok. Pode ser que, antes de você deixar de fazer algo, seja necessário fazer algumas coisas. Colocar a casa em ordem, sabe? E Peter Drucker ensina que um líder de verdade não pergunta nunca o que é para fazer. Ou o que ele quer fazer. Ele se pergunta: o que deve ser feito? E faz.

Um outro ponto de ensinamento diz respeito ao propósito e à missão pessoal. Se você for uma pessoa que se guia pelos seus valores e tem um propósito sempre em vista, as escolhas vão se tornar mais naturais e fluidas, menos preocupantes.

Vale a pena citar um terceiro ponto de atenção, e aqui diz respeito a expectativas. Você sabe que são esperadas coisas de você. Você sabe que são esperadas coisas da sua empresa. Tendo uma missão e valores claros, essa expectativa também fica clara. Como você está lidando com ela? Porque ela tem que ser coerente com quem você é. O que causa chateação é querer atender expectativas não realistas dos outros.

Isso inclusive pode funcionar como um exercício. Se as pessoas esperam algo de você que você não sente que é quem você é de verdade, será que está passando os sinais certos para o mundo? Se não forem os sinais certos, quais seriam eles? O que você pode alinhar na sua vida e na sua empresa para que o mundo ao redor espere de você aquilo que realmente você é?

E aí né, é aquilo: é se conhecer, se alinhar internamente, e passar para fora quem você é de verdade. Vale para você como indivíduo ou para a empresa que você dirige. “O que eu vim fazer no mundo” é uma pergunta que se aplica a qualquer um.

Um líder então se comunica, não no sentido de fazer um broadcast, ou anunciar, suas intenções. Não. Ele se comunica através das suas ações. Todo mundo ao redor sabe o que ele está querendo fazer porque se torna explícito, claro. São pessoas orientadas por propósitos. E, quando você tem um propósito, esse é um “sim” grande. Ter um “sim” grande torna fácil falar “não”s pequenos. Por isso que líderes são pessoas que sabem dizer “não”.

Veja: você, como mãe, como gestora, como líder, fatalmente terá 5435457 coisas para fazer sempre. Sempre haverá problemas a resolver. Questões a se pensar. Estratégias a tocar. Soluções criativas para desenvolver. Não foi à toa que você desenhou esse papel onde está nesse momento. O ponto é: um líder não se sente sufocado (ou não deveria) porque faz parte de suas habilidades uma habilidade primordial – entender o que apenas ele pode fazer. O que pode ser delegado. Porque fazer tudo, decididamente, não dá.

E, se você quer fazer algo, mas ainda não tem para quem delegar, então talvez simplesmente não deva estar em andamento. Se for mais importante que todo o resto que está em andamento, incube o restante. É para ser simples.

Para ser quem você realmente é, para valorizar suas habilidades principais, para cumprir sua missão no mundo e propósito, é impossível só continuar adicionando atividades novas sem tirar outras antigas. Faz parte. Tem que deixar coisas de lado. É o ciclo da vida.

Como líder, uma habilidade essencial é saber responder frequentemente a pergunta: o que já deu? Onde já aloquei recursos demais, e não está mais me trazendo tanto resultado? Esses recursos que estou dedicando a essa coisa específica está tirando meus recursos de algo mais importante que deveria estar sendo o foco? São perguntas profundas para você se fazer, especialmente nesta época do ano.

Eu tenho repensado muito as minhas atividades nesses últimos meses. Todo período de transição tende a ser meio caótico, pois você sai da sua zona de conforto.

Na semana passada, desenhei meus papéis profissionais hoje em dia. Simplesmente listei quais são os diferentes papéis que eu tenho profissionalmente e o por que de cada um deles. Isso é importante de ser feito de tempos em tempos, porque a vida é dinâmica e muda o tempo todo. Cada projeto que você conclui ou objetivo que alcança faz sua vida ter uma configuração diferente, e aos poucos você terá percebido que seu planeta deu a volta em torno do sol mais de uma vez, mas está diferente de como estava quando começou, de certa maneira.

É pensar, com assertividade que, de todas as coisas que precisam ser feitas, existem algumas que podem ser feitas apenas por você. Mas quais são essas coisas? E quais são as outras, que você não vai mais fazer? Pensar naquilo que você vai deixar de fazer e não vai levar com você para o ano novo, ou para a semana que vem, ou mesmo amanhã, é tão essencial quanto saber aquilo que você deve efetivamente fazer. Porque a vida é isso, um equilíbrio.

Agora, trazendo aquele princípio de sempre aqui do VO: não é possível organizar tralha. Não dá pra querer colocar no lugar uma coisa que não tem lugar certo. Vai bagunçar. Encontrar o lugar certo vai muito além de colocar coisas em casa dentro de caixinhas. Como pessoa, diz respeito a entender seu lugar no mundo, seus papéis e responsabilidades hoje, e trazer isso para a realidade.

Entenda que, como ser humano, mais do que como líder, você exerce influência sobre outras pessoas. A questão é: a influência que você está levando está alinhada com quem você é de verdade? Como você gostaria de ser lembrada? E, por fim: o que você precisa deixar de fazer para abrir espaço para o que realmente precisa fazer?

Não dá pra organizar tralha.