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Linkagem de domingo {23}

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Atendendo a pedidos, a partir de hoje eu volto com a linkagem de domingo. Esta categoria de post mostra os links que eu li e gostei muito na última semana semana. Eu espero que vocês gostem também.

Bom domingo para você. =)

3 coisas que eu aprendi nesse inverno

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1. Quando a casa está bagunçada, fico desanimada

Fiquei pouco mais de um mês um pouco mal de saúde, sem conseguir me abaixar, me esforçar, o que prejudicou o andamento da casa como um todo. Considerei até contratar uma moça para limpar a cada 15 dias, mas não consegui, porque minha consciência ficaria pesadíssima. Então fui levando. O fato foi que ver minha casa sem estar do jeito que eu estou acostumada me dava um desânimo enorme.

Lá em casa nós dividimos as tarefas, mas eu costumo ficar com o trabalho “mais pesado” (limpar banheiros, por exemplo), porque gosto de fazer do meu jeito, testar produtos, enfim, me sentir meio “heroína” nessas horas. E, enquanto estava mal, meu marido teve que fazer tudo sozinho e eu fiquei com tarefas bem leves, no nível de colocar a roupa na máquina pra lavar, só, ou estender a roupa. E é claro que ele ficou cansado e a casa não ficou tão limpa quanto gostaríamos (olha a péssima busca pela perfeição aí, gente!), e eu fiquei muito desanimada nesse tempo todo.

O desânimo era mais por não estar conseguindo me virar naquela situação e fiquei imaginando como idosos ou pessoas com necessidades especiais devem viver. Pagar para uma pessoa limpar a casa para você não é um pecado tão grande assim, eu pensei, mas enquanto eu puder fazer isso eu mesma, me sentirei melhor. Primeiro, porque eu gosto. Segundo, porque yes, we can. E passar por esse período de focar no essencial e tentar não buscar a perfeição me fez ver como é importante para o meu astral estar cuidando da casa. É algo que eu realmente gosto de fazer, porque mostro a mim mesma que me importo.

2. Mudar a perspectiva muda todo o cenário

Passei por diversas situações nos últimos meses quando fiquei desanimada com alguns projetos (quem nunca?). E o que eu aprendi em todas as vezes em que fiquei assim (não só neste ano, mas na vida), é que mudar a perspectiva muda todo o cenário. Não é ser boba(o) e tentar ver o lado bom de tudo, mas é a aceitação de que toda situação ensina algo para a gente, e devemos tirar proveito dela. Existe um ensinamento budista que diz que nós aprendemos mais com nossos inimigos que com nossos amigos. Se temos raiva de uma pessoa, tem um motivo. Por que temos raiva? O que posso aprender com essa situação? Como posso aprender a lidar quando estou perto dela? Devo me afastar? Devo conversar? Enfim, filosofias para a vida.

Toda vez que me pego um pouco desanimada com algum projeto (por mil motivos que sabemos que acontecem no dia-a-dia), eu procurava o ponto essencial dele (por que estou fazendo isso?) e focava nos benefícios que tudo aquilo estaria trazendo para mim. E, acima de tudo, no aprendizado que eu teria passando por aquela situação, que me prepararia para desafios no futuro.

Com isso, senti que amadureci mais um pouco percebendo que, se eu não mudar a mim mesma, como posso esperar que o mundo mude? A percepção de quem somos é mais importante que qualquer outra influência externa.

3. Organização realmente move montanhas

Até maio, mais ou menos, eu não pensava jamais que voltaria a emagrecer. Acho que de tanto ouvir as pessoas falarem que era impossível depois de uma certa idade, eu comecei a me sabotar com relação a isso. Porém, li muitas entrevistas de pessoas que eu gosto dizendo “precisamos cuidar do nosso corpo, é nosso maior bem” ou “faça o que for necessário para chegar ao seu peso ideal” que, sendo conceitos “certos” ou não, mexeram bastante comigo, e eu cheguei à conclusão que emagrecer era somente mais um objetivo a ser alcançado, assim como faço com todos os meus outros projetos de vida.

Quando realmente resolvi me organizar para emagrecer, eu emagreci. O que eu penso hoje? Na quantidade de anos que perdi simplesmente porque procrastinei esse emagrecimento investindo em atitudes erradas contra o meu corpo e negando o conhecimento que eu tenho dele. E isso não serve só para emagrecer não – serve para realizar sonhos no geral. Sonho, quando organizado, vira objetivo. E, por mais que eu tenha um blog sobre organização, esse processo todo que estou passando de emagrecimento só serviu para me comprovar isso. Quando a gente se organiza, nada segura.

Só um pequeno relato mais pessoal dos meus últimos aprendizados. Esse inverno foi muito rico para mim nesse sentido. =)

Como fazer a transição do guarda-roupa de inverno para primavera

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Não sei como está nos outros estados brasileiros, mas em São Paulo está tão quente que parece que pularemos da primavera para o verão diretamente! Sendo assim, fazer a transição de um guarda-roupa de inverno para o de primavera deve ser feito assim que possível – se você já não o fez. Veja algumas dicas para facilitar o processo:

1. Guarde os casacos mais pesados

Imagem: Getty Images

Verifique se os casacos mais pesados estão lavados e guarde-os em outro lugar. Algumas pessoas costumam guardar em malas, caixas plásticas ou sacos a vácuo – escolha o que preferir -, colocando na parte de cima do guarda-roupa, onde ficarão até o próximo outono.

Deixe disponível somente um sobretudo de um tecido mais leve (não de couro, por exemplo), cardigans e suéteres no geral. Se por acaso vier alguma frente fria, você pode se vestir em camadas e usar o sobretudo.

2. Avalie suas roupas de calor

Imagem: Getty Images

Verifique se estão em bom estado, se precisará de novos itens e quais serão eles. Se for possível, experimente todas as peças para ver se continuam servindo, se precisam de reparos ou se estão largas demais, manchadas etc. Se tiver que tomar alguma providência, agora é o momento. Acessórios são boas aquisições para fazer primeiro, pois mudam a cara de uma roupa instantaneamente e sem gastar muito.

3. Selecione combinações para usar no dia-a-dia

Imagem: Getty Images

Ter looks pré-prontos para o dia-a-dia facilita muito a escolha das roupas para usar no trabalho. O bom da primavera é que podemos abusar das cores com mais liberdade poética que nos outros meses, então combinações mais inusitadas são válidas. Experimente!

4. Priorize roupas mais leves

Imagem: Getty Images

Tanto nas cores quanto nos tecidos. Priorize fibras naturais e cores claras.

5. Use mais peças floridas

Imagem: Getty Images

Mesmo as peças invernais, como vestidos de manga longa e flores em fundo escuro, podem ser usadas com uma sandália mais leve e acessórios adequados. Verifique no seu guarda-roupa o que ainda pode ser utilizado nessa meia-estação. Flores sempre são bem-vindas na primavera. Podem ser um clichê mas, nesse caso, não há como fugir.

Você costuma rearrumar o guarda-roupa a cada estação? Como você faz?

Você nunca acaba de organizar a casa

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Imagem: Getty Images

Estou lendo o livro da Laura Wittmann (autora do blog I’m an organizing junkie), chamado Clutter rehab (link para o Amazon). É um livro pequeno com 101 dicas para acabar com a tralha e, assim que terminar minha leitura, posto mais sobre ele aqui. Mas um conceito que ela diz logo na introdução e que eu concordo muito (tanto que não me contive e quis postar aqui) é o de que você nunca acaba de organizar a casa. Na verdade, mesmo que você seja extremamente organizada(o), sempre haverá algo a organizar. Sempre haverá um produto com embalagem vazia para você jogar fora. Seus filhos crescerão e você precisará organizar a rotina escolar de um jeito diferente. Um novo projeto no trabalho. Um novo trabalho! Uma mudança de casa. E por aí vai.

Eu estou organizando o nosso apartamento por cômodos (um por mês) e pretendo continuar dessa forma em 2013 e além. Organizei o escritório em agosto, por exemplo, mas ainda falta um montão de coisas que eu quero fazer lá. E eu também acho que sempre temos o que melhorar com relação à organização, não é verdade?

Portanto, se você vive repetindo frases como “não vejo a hora de organizar a minha casa”, lembre-se que a organização é um meio, não um fim. E que sua casa nunca estará (nem deve! afinal, ninguém é perfeito) totalmente organizada, pois sempre existirão mudanças na vida que demandarão de você. O legal de você ter essa verve da organização é que você perderá menos tempo voltando ao estado normal da sua vida toda vez que você ou a sua família passar por uma mudança. Mas, se sua casa não está como você gostaria hoje, pense nela como um ser vivo que está “em processo”, e que sempre estará.

Sugestão de cardápio para a semana de 17 a 23 de setembro

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Segue sugestão de cardápio para essa semana:

Segunda: strogonoff rápido + arroz branco

Terça: peito de frango grelhado + purê de batatas + salada de pepinos

Quarta: macarrão com linguiça de frango

Quinta: carne com brócolis + arroz branco

Sexta: peixe frito com batatas

Sábado: tortilla de tomate e mussarela + carne com bacon

Domingo: espaguete a carbonara + polpettone recheado

Tenha uma excelente segunda-feira!

Revista Sweet Paul (outono/2012)

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Uma das revistas que eu mais gosto é a revista Sweet Paul, que é disponibilizada sazonalmente de forma gratuita em seu site. A edição de outono (hemisfério norte) já saiu e, como sempre, tem coisas lindas. Vamos ver?

Esta edição traz receitas deliciosas de outono (os editoriais de chocolate e de maçãs estão divinos), ideias para o Halloween, especialmente envolvendo crianças, matéria sobre cogumelos, artesanato em casa, enfim, todas as coisas lindas que essa revista sempre traz. O destaque fica para as fotos, sempre maravilhosas:

Confira a revista inteira neste link e inspire-se!

Artesanatos de primavera para fazer com as crianças

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Imagem: Martha Stewart

Eu estava pesquisando algumas ideias para artesanatos de primavera para fazer com o meu filho e encontrei bastante coisa legal (como sempre) na Internet. Espero que vocês gostem também e que sirvam de inspiração:

1. Colagem

Colagem é sempre fácil de fazer com crianças. Com o meu filho, pensei em fazer para a primavera algumas colagens temáticas, como um grande sol, por exemplo, feito com pedacinhos de papéis amarelos colados, e também flores. Uma boa ideia é desenhar o tronco e os galhos da árvore com canetinha ou lápis de cor e pedir para a criança colar as folhas e as flores. Se o seu filho for pequeno, você pode usar papel crepom cortadinho e amassado. Se for maior, ele pode ajudar a cortar as folhinhas e colar com você.

2. Flores de papel

Basta usar a imaginação para criar flores de papel. Você pode enrolar papel verde, fazendo um tubinho, para criar o caule. Depois, cortar um círculo em uma cartolina ou papel cartão (mais grosso) e ir colando as pétalas de papel pela parte de trás. Que tal complementar com purpurina? Para o meu filho, é mais fácil envolvê-lo só na parte da colagem. Também posso ajudá-lo a cortar um papel ou outro só para ele sentir a textura de corte com a tesoura (sem pontas, por favor). O caule também pode ser feito com palito de sorvete, por exemplo.

3. Pintura

Todo tipo de pintura pode ser feito também para a primavera. Você pode criar um desenho-base em um papel e pedir para o seu filho pintar a dedo ou com um pincel. Ideias: flores, sol, céu, bichinhos como abelhas e libélulas etc.

4. Catavento

Meu filho AMA cataventos! Então, desta vez eu resolvi fazer um junto com ele. Aqui tem um tutorial bastante didático se você quiser fazer também.

5. Quadro com mãozinhas

Usar as mãozinhas do seu filho para pintar é uma das formas mais divertidas para crianças e até bebês. Você pode desenhar o caule da flor, por exemplo, e pedir para o seu filho “carimbar” com a mão a flor (formando a cúpula de uma tulipa). Outra ideia é fazer uma flor bem grandona com as marcas das mãozinhas, ou mesmo um sol. Além de ser divertido para as crianças, pode virar um quadro e recordação para você, quando vir aquelas mãozinhas daqui a alguns anos.

6. Bichinhos de papel

Procurando pela Internet, encontrei dezenas de tutoriais para fazer bichinhos de papel aqui em casa. O que eu achei mais simples é a foto que ilustra esse post, da Martha Stewart, onde ela desenha os bichinhos e prende com pregador de roupas para que eles fiquem de pé! Dá para fazer um montão de bichinhos diferentes. Vira um brinquedo barato e divertido.

7. Abelha com rolinho de papel higiênico

Para quem curte atividades com sucata, esta é uma boa opção. Use o rolo que sobrar do papel higiênico e faça uma linda abelhinha para o seu filho brincar. Aqui tem um tutorial muito simples de como fazer, e fica uma graça! Veja este tutorial também (está em inglês, mas dá para ter uma ideia de como ficará o brinquedo).

E você, pretende fazer algum artesanato de primavera com o seu filho? Me conte!

Aumentar ou melhorar a produtividade? Pressa ou velocidade?

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É muito comum ler por aí artigos como “27 mil maneiras de aumentar sua podutividade”. Depois vem uma matéria como “saiba trabalhar seu lado zen para não ficar estafado” e ninguém se entende nesse círculo vicioso.

Fazer hora extra e trabalhar até tarde já deixou faz tempo de ser sinônimo de dedicação e produtividade. Pelo contrário – pessoas que trabalham muito além do seu horário frequentemente são vistas como desorganizadas, porque não conseguem dar conta de suas tarefas no tempo previsto. Aqui também entra a questão do equilíbrio pessoal x profissional – se um funcionário fica até tarde, ele terá tempo para descansar? Estudar? Ficar com a família? Se dedicar a projetos pessoais? Claro que não.

Por isso, sempre que ler algum artigo com dicas para aumentar a sua produtividade, tente ver com outros olhos – analise se há dicas para melhorar seu rendimento ou simplesmente para aumentar a sua carga de trabalho. Porque uma coisa é ser produtivo nas suas oito horas diárias – outra totalmente diferente é trabalhar como um louco sem saber otimizar o seu tempo, deixando tarefas pendentes e sem amarras porque começa uma sem terminar a outra – trabalha, enfim, em cima da urgência, não da importância. Planejamento? Objetivos estratégicos? Onde ficam nesse caos do dia-a-dia?

Essa semana eu li uma entrevista MUITO boa no site da revista Você S/A (recomendo) e gostaria de copiar os meus trechos preferidos aqui, pois tem tudo a ver com esse raciocínio:

“Ficou comum mudar tudo na última hora. Ninguém mais parece achar isso estranho, ou falta de planejamento. Aí, as empresas começaram a confundir pressa com velocidade. Pressa é para quem está atrasado. A urgência, no hospital, é para quem deixou a coisa chegar no limite, mas as empresas estão vivendo assim, como se estivessem no limite o tempo todo, e põem em risco sua estratégia. Em alguns casos, nem mesmo traçam essa estratégia, pois estão engolidas pela urgência.”

“A tecnologia da informação fez crescer a cobrança por desempenho e resultados no menor tempo possível. É como se tudo tivesse de ser feito em tempo real. Mas isso também aumenta a ocorrência de erros estratégicos e, consequentemente, dos custos qualitativos e psicológicos.”

“As empresas duradouras, que sonham com a continuidade, têm velocidade, e não pressa. Elas constroem relações éticas, que têm a ver com o passado, e senso de prosperidade, que está ligado ao futuro.”

“É tudo no curto prazo e o que a empresa queria para daqui a dez anos se perdeu diante das mudanças do dia a dia.”

Vale a leitura. Fica também a reflexão para hoje.

Estratégias simples para acabar com um hábito ruim

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Todos nós temos hábitos que consideramos ruins e pelo menos uma vez na vida já tentamos parar com eles. Por que não conseguimos? Porque é difícil, simplesmente. Hábitos, bons ou ruins, fazem parte da nossa vida e é necessário um esforço quase épico de nossa parte para que consigamos acabar com eles.

Veja algumas dicas simples para ajudá-la(o) com isso:

  • Defina qual o hábito ruim que você quer dar fim. Sim, você pode ter vários, mas escolha somente um por enquanto. Não dá para acabar com vários hábitos ruins ao mesmo tempo – ou pelo menos é tornar a coisa toda muito mais complicada.
  • Espelhe-se em alguém. Ninguém está dizendo para você querer ser outra pessoa, mas certamente você conhece alguém que é o contrário do hábito que você quer mudar. Eu tenho uma amiga que vai todos os dias (incluindo domingos) à academia às 6h30 da manhã. Se eu quisesse fazer exercícios pela manhã, por exemplo, eu pegaria ela como modelo pois sei que ela faz isso de forma eficiente.
  • Nenhum hábito deixa de existir se não houver força de vontade. Ok, eu acredito que você já saiba isso, mas é a pura verdade. Quando você realmente estiver motivada(o) a acabar com esse hábito, vai conseguir. Uma boa dica para tentar é trocar o hábito ruim por um hábito bom relacionado. Por exemplo, se você tem o hábito de fumar depois do almoço, troque por outro hábito que te distraia desse (escolha entre as coisas que te fazem feliz).
  • Acabar com um hábito é difícil porque você deixa de fazer uma coisa a qual estava acostumada(o) há algum tempo na sua vida. Tenha essa consciência de aceitação. Saiba que será difícil e que nem por isso você desistirá.
  • Abrir uma exceção é o “beijo da morte” nesse processo. Quando você abre uma exceção, está abrindo uma porta que diz: “não tem problema voltar ao velho hábito uma vez ou outra… duas vezes por semana… três vezes por dia só…”. Não abra nenhuma exceção nunca. Isso vai ter dar uma sensação de conquista e de que não há trabalho sendo jogado fora. Também te deixará muito menos propensa(o) a desistir.
  • Pense nesse hábito como se fosse “caso de morte”. Não é exagero. Pense o seguinte: se você não parar com essa coisa, você irá morrer (em alguns casos, isso é verdade). Simplesmente pare. Quando eu comecei a fazer dieta, as pessoas me perguntavam como eu conseguia ficar sem açúcar. Eu sempre respondi: “E os diabéticos, não sobrevivem? Se eles conseguem, eu também consigo”.
  • Evite o hábito ruim o máximo que puder. Se você fuma, por exemplo, jogue fora os maços de cigarro e tudo que te lembre cigarros. Se você bebe e quer parar, evite (pelo menos por enquanto) ocasiões sociais onde a tentação será grande. É difícil? Sim, mas não é nada de mais, ao mesmo tempo. Se você estiver realmente motivada(o), não verá isso como algo ruim, mas como uma chance incrível de modificar a sua vida.
  • Pare de pensar demais a respeito do problema. Tente viver “um dia de cada vez”, como fazem os Álcóolatras Anônimos”: “Só por hoje, eu não vou ____________”. Quando a gente pensa demais no que quer deixar de fazer, isso nos consome, as horas não passam, é terrível. Relaxe.
  • Imponha-se pequenas metas, como um mês sem fazer o que você considera um hábito ruim. Alguns estudos dizem que é o tempo que se leva para mudar ou adquirir um hábito, então pense nisso. Se você estiver na primeira semana pensando “não agueeento ficar sem fazer tal coisa”, pense que precisa ser forte até terminar o mês. Depois que o período se completar, você poderá decidir o que fazer.

Acabar com um hábito ruim é muito difícil, mas tudo se resume a ter força de vontade, perspectiva e manter-se motivada(o). Se você fizer isso, tudo é questão de tempo. Não desista!

Rotuladora Brother

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Eu comprei a minha rotuladora há cerca de cinco anos, na Kalunga. A marca dela é Brother e o modelo é este aqui. Na época paguei uns 70 reais e optei por esse modelo simplesmente porque era mais barato e parecia me atender bem. Não me enganei! Para vocês terem uma ideia, troquei as pilhas somente duas vezes nesse tempo todo e a fita dura até hoje. Claro que eu não saio etiquetando tudo loucamente (na época que eu comprei, fiz isso, mas depois a empolgação passou), mas mesmo assim eu considero de uma durabilidade incrível.

Existem outras marcas e eu sinceramente não vejo necessidade de um produto mais complexo para uso doméstico. Eu costumo deixar a fonte sempre na mesma padronização (para dar unidade a tudo que estiver rotulado em casa). Há também a opção de fitas coloridas, mas nunca usei – uso a branca tradicional.

Eu mostrei um uso que fiz dela em um post anterior (clique aqui para ver).

Muitas pessoas acreditam que não seja necessário ter uma rotuladora. Necessário não é. Porém, eu considero muito prático o seu uso. Não utilizo impressora para etiquetas e todas ficam padronizadas, com o tamanho do mesmo corte etc. Fora que bastam poucos segundos para imprimir uma etiqueta plastificada e com durabilidade. Na minha opinião, foi uma boa aquisição.