Thais Godinho

Posts por Thais Godinho.

22 Aug 2014

5 coisas que você pode escrever na agenda escolar do seu filho

Quem tem filhos em idade escolar já deve estar acostumado a receber diariamente uma agenda com anotações – especialmente os mais novos. Quando meu filho entrou na primeira escolinha, ele tinha pouco mais de um ano. Como era bebê e ficava bastante tempo na escola, a agenda vinha com muitas informações: quantas mamadeiras tomou, quantas fraldas trocou, o quanto comeu de papinha e por aí vai. À medida que a criança vai crescendo, as informações registradas ficam menos detalhadas (porque a criança fica menos na escola mesmo). O que poucos pais e mães percebem é que a agenda é uma verdadeira ferramenta de comunicação da família para com a professora e a escola, e pode escrever de volta também, sem ser apenas para avisar sobre coisas diversas. Veja como ser pró-ativo(a) com a agenda do seu filhote:

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1. Quando começa em uma nova escola ou inicia o ano letivo

Você pode deixar um recadinho se apresentando (brevemente) para a professora e dizendo que deseja um bom ano para ela, e o que espera que seu filho experiencie. Por exemplo, seu filho pode estar indo para a escola pela primeira vez e pode estranhar, ou tem um irmão mais novo com quem ele é acostumado a brincar, ou estranha quando é contrariado, esse tipo de coisas. Essas informações ajudam muito a professora a entender o contexto de onde a criança vem, e assim pode promover atividades de integração diferenciadas. Também é uma maneira de dizer que você tem participação ativa na educação do seu filho e que o canal está aberto para tirar dúvidas e responder outras questões. A professora poderá até mesmo caprichar mais nas informações que registra na agenda do seu filho por causa disso, porque sabe que quem está do outro lado estará lendo de verdade.

2. Compartilhar conquistas pessoais do seu filho

Algumas conquistas, como dar o primeiro passo, passar a usar o troninho, escrever uma palavra, cantar uma música inteira, entre outras, vão deixar a professora muito feliz (por fazer parte) e poderão servir como inspiração para atividades escolares. Sabendo que o seu filho fez isso, ela pode até mesmo celebrar essa conquista com ele e seus amiguinhos na escola, além de encaixar atividades diversas que ele já possa explorar.

3. Contar quais seus interesses culturais

Escrever qual a música que ele mais gosta, seus desenhos preferidos, cores, comidas, se ele ama o animal de estimação, pode ajudar a professora a ter mais empatia com o seu filho (e vice-versa). Ela pode cantar a musiquinha para ele ao longo do dia, entregar sempre o lápis de cor com a cor preferida, falar sobre o desenho que ele gosta e por aí vai. A única maneira dela saber disso é escrevendo na agenda.

4. Informações sobre a saúde e o estado de espírito

Muitas vezes, a criança dorme mal porque ficou agitada ou teve uma febre passageira. Essas são informações importantes que podem justificar o comportamento na escola. Sabendo o cenário, a professora acaba sendo até mais tolerante, caso seja uma ocasião excepcional. O mesmo vale para situações felizes – ganhou um novo irmãozinho, foi sua festa de aniversário, dormiu na casa dos avós etc. Além de entender como a criança está chegando, a professora também se sente parte do dia a dia da criança, mais do que seu papel na escola.

5. Explicar como tem sido a evolução do aprendizado

Contar se a lição de casa foi fácil ou difícil, se ele teve interesse, se prefere números a desenhos, letras a músicas, e por aí vai. Essas já são informações mais avançadas que uma especialista em pedagogia vai apreciar saber. Ela poderá avaliar se seu método de ensino está sendo eficaz e prestar atenção na reação dos outros alunos da turma também.

Ter esse meio de comunicação melhor explorado com a professora e a escola é uma maneira de garantir que seu filho tenha um bom dia e seu aprendizado escolar seja acompanhado de perto.

Alguém aqui já faz isso? Compartilhe ideias!

21 Aug 2014

17 coisas que a organização me ensinou

Desde que virei instrutora da Call Daniel, eu passei a formalizar alguns argumentos que sempre uso quando escrevo no blog, para usar em sala de aula também. Na minha introdução, sempre digo que passar no vestibular para a faculdade que eu queria foi, na época, a primeira conquista que atribuí ao fato de ser organizada. Hoje, quando vejo que vivo minha vida de maneira coerente, trabalhando no que gosto, acho que foi outra grande conquista que a organização me proporcionou. Pensando em tudo isso, eu quis escrever um texto listando tudo o que eu aprendi sendo uma pessoa organizada. Foram basicamente 17 coisas:

1. Quando está complicado demais, é sinal de que algo está errado

Essa é uma grande lição. Toda vez que me sinto super ocupada e estressada, sei que estou fazendo alguma coisa de errado. Sim, eu sei que existem fases e imprevistos mas, se o TEMPO TODO a vida está complicada e difícil, providências precisam ser tomadas. Aí eu sento, faço uma análise de todas as áreas de responsabilidade da minha vida e vejo o que está desequilibrado. Também vejo se não estou me responsabilizando por coisas demais e tento fazer escolhas (difíceis). A partir daí, já me sinto mais tranquila para tomar algumas decisões. Não é fácil! Mas é uma maneira de organizar a vida e definir prioridades mesmo.

Quando eu falo aqui no blog sobre simplicidade voluntária, minimalismo e outros temas relacionados, não é porque é cool ser minimalista. Eu vejo muito a questão do minimalismo como a gente manter na vida tudo o que a gente ama ou é necessário, nada mais. Porque o que a gente ama e é necessário já é muito..! Quando a gente tenta colocar mais coisas e isso nos estressa, muitas vezes nos confundimos e não sabemos mais associar a confusão à nossa falta de priorização. Por isso, nada como analisar nossas áreas de responsabilidade e verificar se a vida está caminhando de forma equilibrada.

2. Parar com a glorificação do “estou ocupado”

As pessoas têm estado ocupadas, não produtivas. Ser produtivo é aproveitar o tempo da melhor maneira possível, mesmo que a melhor coisa a ser feita naquele momento seja ficar sem fazer nada olhando para o teto, tendo ideias! Ficamos o tempo todo nos perdendo em ocupações sem sentido que podem só fazer a gente perder o foco do que realmente devemos fazer. E o que a ocupação excessiva nos traz? Estresse, muito estresse. Nunca é bom. Ser organizada me ensinou que, se estou muito ocupada e estressada, preciso me organizar melhor, cuidar mais do meu planejamento e aprender a ter mais foco quando estou executando. As coisas não se resolvem sozinhas (algumas sim, mas a maioria não) e precisamos assumir nossa responsabilidade por elas.

3. Não adianta lamentar pelo que fez ou deixou de fazer

O que está no passado deve ficar lá. Todas as decisões que tomei na minha vida, desde que nasci até hoje, formaram a pessoa que eu sou. Tudo poderia ter sido diferente se uma única ação fosse tomada de outra forma lá atrás, ou mesmo semana passada. Devemos nos chatear com isso? Não! Tudo faz parte da construção da nossa vida. Precisamos aproveitar bem nosso tempo aqui na Terra, então essa é a motivação para a gente se organizar e não deixar mais de fazer coisas que deveríamos ter feito e não fizemos. Mas ah: ser organizado não é garantia de ausência de arrependimentos! Nossa única rferência para tomar decisões é quem somos hoje, pois não sabemos o dia de amanhã. Portanto, não se cobre tanto. Planeje o que puder planejar, mas deixe a vida ensinar o que precisa ser ensinado. Sem lamentos.

4. Parar de dizer “eu não tenho tempo”

O tempo é o mesmo para todo mundo! 24 horas por dia, 168 horas por semana. Todo mundo trabalha, tem problemas, atividades paralelas, família, contas para pagar, reformas para fazer, reuniões para comparecer. Não devemos colocar a responsabilidade da nossa falta de prioridades no tempo, que passa! E vai continuar passando. Até quando vamos colocar a culpa nos dias corridos, nas demandas externas e no relógio que não para de correr? Precisamos ter autonomia e tomar a decisão de gerenciar melhor o tempo que temos, pois isso sim é o que nos faz “não ter tempo”, e não a quantidade de atividades. Se alguém diz que não tem tempo, na verdade está dizendo: “não sei me organizar e definir prioridades, portanto não consigo encaixar nada mais na minha vida”. Essa é a análise que você tem que fazer, se vive repetindo essa frase.

5. Parar de temer o futuro

O medo guiou muitas escolhas da minha vida. Por medo de não ganhar bem o suficiente, não fiz faculdade de História. Por medo de ficar desempregada, deixei de expressar minhas opiniões quando era estagiária. Por medo da mudança, demorei muito tempo para sair de casa e ir morar sozinha. Por tantos outros medos, deixei de fazer tantas coisas. A lição que eu aprendi foi: o medo é natural e serve como alerta para não tomarmos decisões impulsivas. Porém, não podemos deixar que ele nos paralise. Se sentimos medo, precisamos enfrentá-lo e encontrar soluções e planos B para o que estamos buscando fazer, mas nunca deixar de ir atrás daquilo que queremos.

No mais, ser organizada me faz ter em vista sempre meus valores e objetivos de vida, que servem como parâmetro para tomar decisões. Toda vez que surge uma oportunidade, se ela não tiver absolutamente nada a ver com o que eu quero para a minha vida, me sinto confortável para dizer não, por melhor que ela pareça aos olhos dos outros. Porque decisões são pessoais e nunca devem ser tomadas de outra maneira.

6. Parar de procrastinar coisas

Procrastinar é fácil. No entanto, sempre que eu me vejo postergando alguma coisa que deveria ter feito, eu paro para analisar o por quê. Muitas vezes, basta destrinchar a tarefa em passos menores, e tudo vai acontecendo. Ou seja: procrastinação pode ser um simples erro de planejamento. Se estiver procrastinando, não desista: tente descobrir por que está deixando essa atividade sempre para depois. Às vezes não é questão de motivação, mas de destrinchar melhor os próximos passos mesmo.

7. Parar de me comparar com outras pessoas

Não sei se isso é uma coisa da organização ou da idade mas, quando eu comecei a investir na minha vocação profissional como organizadora, eu me comparava muito a outros profissionais que eu admiro. Com o passar do tempo, e sempre indo de encontro com os meus valores, eu fui descobrindo que cada pessoa é única, assim como o seu legado. O que eu vou construir como blogueira vai ser diferente do que outra blogueira que eu gosto construiu. O que eu vou construir montando a minha empresa vai ser diferente do que outras empresas fazem. Então, de que adianta me comparar? Quando a gente fica se comparando com os outros, esquece que a pessoa passou por muitos anos até chegar onde está. O contexto era outro, os sentimentos, as vontades, os conhecimentos. Não tem como a gente se comparar com alguém que já está em determinado momento da vida, porque tais momentos dependem de uma série de fatores que só podem ser determinados pela vida de cada um. Quando eu compreendi isso, fiquei muito empolgada, porque descobri que o que vai acontecer, essa construção, depende apenas de mim e do que eu quero ser!

8. Parar de comparar a minha felicidade com a de outras pessoas

Todo mundo quer ser feliz. Todo mundo vê a felicidade estampada na timeline do Facebook. Todo mundo tem referências no círculo de amigos e familiares de pessoas felizes. Podemos ter a tendência de comparar nosso relacionamento, nossos filhos, nossos momentos de tristeza e alegria, com a felicidade de outras pessoas. Isso não leva a absolutamente nada. Como eu disse no item anterior, cada um tem a sua vida e as particularidades, e mais: cada um reage de modo diferente a cada uma delas. Talvez se eu tivesse a vida daquela pessoa que considero feliz, eu ficasse entediada, e vice-versa. Aprendi a confiar no que estou fazendo, nas minhas escolhas, e aprendi a amar as pessoas como elas são – inclusive a mim mesma.

9. Parar de esperar pelo momento certo

Até muito pouco tempo atrás, eu me pegava dizendo “quando eu me estiver em tal condição, vou poder fazer tal coisa”. A gente sempre cai nessa né? “Quando eu tiver um pouco mais de estabilidade financeira, vou fazer a viagem dos meus sonhos” ou “Quando eu tiver um pouco mais de tempo, vou voltar a fazer uma atividade física”. Pessoal, dica pra vida: o momento certo não existe! Nunca existirá! Nós criamos o momento, e ele pode não ser o mais certo ou o mais perfeito, mas será o momento em que fizemos as coisas acontecerem, por fim. Quem quer, faz! Sempre haverá algum impedimento. Vamos parar de dar desculpas e assumir o controle da nossa vida, provendo soluções para os nossos problemas – de dívidas financeiras a felicidade pessoal. Esperar pelo momento certo é o mesmo que esperar pelo príncipe encantado – é lindo na teoria, mas totalmente irreal.

10. Parar de fugir dos problemas e ignorar situações

Algumas situações até podemos ignorar, mas até quando? Muitas vezes, um problema começa pequeno e, se deixarmos, ele vira uma bola de neve lá na frente. Exemplo: dívidas com cartões de crédito. Podemos ignorar e continuar fazendo compras como se não existisse nenhuma dívida ali para quitar. Porém, vai chegar algum momento em que a dívida estará tão grande e causando tantos problemas que você será obrigado(a) a sentar, fazer contas e definir o que vai fazer para resolver. Por que deixamos chegar nesse ponto? Ser uma pessoa organizada me faz ter uma espécie de radar para identificar probleminhas no dia a dia e já pensar em soluções para resolvê-los. Um pequeno problema pode se tornar uma dor de cabeça imensa, então devemos resolvê-lo logo.

11. Aproveitar melhor os meus relacionamentos

Quando analiso minhas áreas de responsabilidade na vida, posso perceber que não estou dando muita atenção a um amigo, a um parente, ao meu filho, ao meu marido ou a outra pessoa importante. Quando percebo isso, posso tomar providências. Se eu nunca fizer essa análise, posso deixar os dias correrem como o de todo mundo e viver no meu micro-mundinho de problemas sem fim, até o dia em que alguém morrer e eu ficar me lamentando porque não passei mais tempo com a pessoa. Todos temos exemplos assim. Dê importância ao que é importante para você.

12. Focar mais no que eu quero e menos no que eu não quero

Parece óbvio? E é. Mas, muitas vezes, a gente acaba se perdendo em um mar de e-mails e demandas no dia a dia e perdemos a noção das nossas prioridades. Aliás, eu falo muito sobre prioridades, não é? Porque elas são importantes. Ter prioridades é o diferencia uma pessoa organizada de uma pessoa desorganizada. E, quando eu defino minhas prioridades, sei o que quero e o que não quero. Com isso, posso pensar em mudar aquilo que não está tão legal e investir mais tempo no que me faz bem e que quero para mim. Quando estou em um trabalho e vejo que não tenho mais nada para aprender ou crescer ali, sinto que é hora de sair. Quando invisto meu tempo em um relacionamento que não me traz nada além de sentimentos tristes, repenso esse relacionamento. A vida é muito curta para a gente fazer coisas que não gosta. Não estou tirando a responsabilidade das minhas costas – como budista, acredito que todos os problemas podem ser resolvidos dentro da nossa mente. Porém, temos o poder de escolha. Se não prejudicar ninguém, eu não ficaria mais feliz em outra situação, que não essa? E assim agir.

13. Quem eu sou deve filtrar todas as possibilidades

Atualmente, estamos decorando o nosso apartamento novo. Quando a gente vai em uma loja como a Tok & Stok ou uma Leroy Merlin da vida, acaba vendo tantas opções, todas lindas, que quer ter tudo aquilo em casa. Só que, ao trazer o objeto para casa, percebemos que ele não tem nada a ver com o nosso estilo, e isso nos incomoda, mesmo que inconscientemente. O mesmo vale para roupas, relacionamentos, projetos profissionais. Precisamos aprender a dizer mais NÃO para as coisas. Vivemos em uma época com muitas possibilidade. Há muita variedade de tudo, de sapatos a propostas de trabalho. Se dissermos sim para tudo, a chance é de nos perdermos. Tem aquela célebre frase da Alice, de que, se a gente não sabe para onde quer ir, então tanto faz o caminho que tomamos. É por aí? Queremos sair andando por todos os lados, circulando, simplesmente porque não quisemos descobrir quem nós somos?

14. Fazer mais pelas outras pessoas

Quando nos organizamos, temos tempo para nos dedicar a um trabalho voluntário, cuidar das pessoas que amamos, encontrar nossos amigos, fazer doações. Nossa vida é tranquila e temos tempo para essas outras atividades. Quando estamos ocupados, estamos sempre cuidando dos nossos probleminhas mundanos – podemos esquecer de dar bom dia para o marido, preparamos o cafe´-da-manhã do filho de qualquer jeito, as relações se tornam apressadas e a qualidade de tudo cai muito. Somos uma única pessoa no mundo, dentre mais de sete bilhões. Por que nos consideramos a pessoa mais importante do universo? Isso não faz sentido. Temos sim que cuidar da nossa vida, da nossa saúde, até da nossa sanidade. É gostoso se presentear, ficar sem fazer nada, descansar. Mas podemos ir além. Pense nisso.

15. Parar de me cobrar tanto

Quando consigo me organizar e ser produtiva, sei que estou fazendo o que posso. Se deixei de fazer alguma coisa, sei que ou foi porque não me organizei direito (portanto, responsabilidade minha, bola pra frente e vamos melhorar da próxima vez) ou foi porque aconteceram coisas que não dependiam de mim. O importante é assumir a responsabilidade e fazer o meu melhor. Muitas vezes, as coisas não dão certo. Tem dias em que estou tão cansada, que a única coisa que quero fazer é dormir ou ver um filme com meu filho no sofá, mesmo tendo muita coisa para fazer. Eu me cobrava demais antes, ficava acordada até tarde, me permitia até adoecer por conta do estresse. Isso prejudica não só a minha vida, como a vida da minha família. Então eu me organizo, tento planejar e executar o melhor que puder, mas não fico chateada se não conseguir fazer determinadas atividades, porque tudo tem seu limite. Ter essa cobrança interior só complica a vida.

16. Ser menos ansiosa e ter mais calma

Se tenho meus projetos organizados e planejei minha semana, não tenho motivos para ficar ansiosa. A meditação me ajuda muito a ser uma pessoa mais calma também – toda vez que me sinto nervosa ou ansiosa, medito um pouco. Ajuda demais! E eu acredito que a meditação deva caminhar em conjunto com o bom planejamento, porque me sinto tranquila o tempo todo. Quando não consigo me planejar nem meditar, tenho a tendência a ficar muito ansiosa e até nervosa. A solução? Organizar.

17. Conquistar objetivos

Como comentei no início do post, ser uma pessoa organizada me proporciona alcançar objetivos com maior facilidade. Eu consigo entender como fazer um sonho virar um objetivo e, desse objetivo, fazer nascer um projeto que posso trazer para o meu dia a dia. Praticamente todos os objetivos que conquistei até hoje eu atribuo ao fato de ser uma pessoa organizada. Isso não é uma coisa boa? Eu acho que sim!

Com sinceridade, acho que eu poderia ficar o dia todo aqui listando todos os aprendizados que tirei a partir da organização. Talvez você também tenha alguns para compartilhar. Deixe um comentário!

Muito obrigada.

20 Aug 2014

Workshop com Evernote: A escola do futuro

No próximo domingo, participarei com a Patrícia Demitroff (Evernote Brasil) do workshop “A Escola do Futuro: gestão do conhecimento com Evernote”, dando dicas para educadores e estudantes utilizarem o Evernote para melhorar sua experiência educacional. Será no Espaço Samsung, na Bienal do Livro de SP (Anhembi), às 10h.

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Vejo vocês lá!