Categoria(s) do post: Tiago Forte, Diário da Thais, Tecnologia

Há alguns meses compartilhei com vocês algumas percepções sobre o livro do Tiago Forte.

Desde então, eu venho organizando o meu sistema de arquivos de acordo com o P.A.R.A. Hoje, após vários meses, venho trazer minhas considerações, que são basicamente duas hahaha

Resumindo: a ideia é você organizar os seus arquivos em todos os lugares (computador, Drive, Dropbox, Notion, Evernote etc.) em 4 pastas:

  • P = Projetos (arquivos relacionados a projetos)
  • A = Áreas (arquivos relacionados às áreas da vida)
  • R = Recursos ou Referência (arquivos de consulta para coisas correntes)
  • A = Arquivo (arquivos que não estão mais sendo usados nem consultados com frequência, mas que você ainda precisa ou quer guardar)

Eu reorganizei todas as minhas ferramentas de arquivos nesse esquema e usei durante vários meses, consistentemente. E isso foi o que eu aprendi:

  1. A organização do P.A.R.A. vem atender uma demanda por organização de arquivos que o método GTD deixa um pouco em aberto, porém nem tanto (falarei no próximo tópico). Ela faz sentido. Se você utilizar dessa maneira, pensando que você está organizando arquivos, e não afazeres de modo geral, como no caso de projetos, fica interessante. Sugiro pensar na nomenclatura dos diretórios principais usando “arquivos de” antes para entender melhor – exemplo: arquivos de projetos, arquivos das áreas, arquivos de referência e arquivo geral ou arquivo “morto”. Ou seja, o sistema é bem pensado e funciona. Porém…
  2. Para mim, não funcionou. Ele gerou um passo a mais no meu sistema. Eu uso o sistema de arquivamento de acordo com as recomendações simples do David Allen, que são: apenas crie as pastas em ordem alfabética, com o menor número de sub-pastas possível. Usando essa nomenclatura em todos os lugares onde eu tiver arquivos, vai ficar fácil de achar o que eu procuro sempre que necessário. No teste prático, eu levava muito menos tempo para encontrar arquivos com o formato do David que com o formato do Tiago, que deixou meu arquivo confuso. Mas claro que isso tem muito mais a ver com o que funciona comigo que com o método criado por ele que, como eu disse, é bem legal. Só não funcionou para mim, mas pode ser que funcione para você.

Aos poucos então estou reorganizando os meus diretórios para a organização inicial. Foi um teste válido, mas me mostrou como já funcionava bem antes e, por isso, depois do teste estou voltando.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Deixe seu comentário

5 comentários

  1. Rodrigo Peres comentou:

    Obrigado por compartilhar 🙂
    Também testei por um tempo o método do Tiago e tive a mesma impressão, de que partindo do sistema do David Allen, criou um passo a mais que não me agregou muito valor.

  2. Adriana Mora Silva comentou:

    Estava ansiosa por saber como vc se deu com este método! Agradeço por compartilhar!

    No meu caso, acabo separando as pastas por área da vida (Pessoal, Familiar, Profissional) e dentro de cada uma, por área de foco (transporte, saúde, casa, etc), as pastas de projetos e referências ficam em dispositivos de acesso mais rápido (Google Drive) e os de arquivo (“morto”) uso uma storage. Essa orientação do GTD por ordem alfabética me deixou um pouco confusa no momento de buscar, por isso fiz essas divisões (do Thiago também).
    Enfim, tudo é aprendizado!

    Um grande abraço Thais!

  3. Daniela comentou:

    Menos é mais mesmo. O David deixou simples e fácil. Pra quem usa GTD fica difícil gostar de outros métodos, mesmo que pareça agregar rs

  4. Sérgio Rodrigues comentou:

    Também li o livro – excelente – do Tiago Fortes e como você achei o método proposto pouco intuitivo e “time consuming”. Prefiro continuar como o meu sistema pessoal, organizando as informações com base nas principais áreas da vida: finanças, saúde, carreira/trabalho, etc.

  5. Beatriz comentou:

    Oi Thaís! Mas no final, como você organiza seus diretórios?