Categoria(s) do post: Diário da Thais

Nos últimos dias, eu postei uma sequência de stories no Instagram que certamente daria pano para a manga para continuar essa discussão aqui no blog. Eu comentei como estou frustrada com o marketing digital, no sentido de que está tudo uma mesmice.

Tinha ido na Renner comprar umas roupas de frio para o Paul

Nesta segunda, estou iniciando um novo projeto profissional, ligado à minha carreira acadêmica, em paralelo ao meu trabalho com o Vida Organizada. Estou muito feliz e sentindo que vai inclusive ressignificar a minha relação com o VO.

Lá atrás, eu achei que, saindo do meu último emprego, eu estava fazendo uma transição de carreira. Hoje não vejo mais assim. Nunca deixei de trabalhar com Comunicação e a vida dá voltas dentro de um único ser humano – eu, no caso – que simplesmente trilha seu próprio caminho.

Esse novo projeto tem a ver com segurança da informação, privacidade de dados, e vários outros temas que considero muito importantes para esse momento que estamos vivendo no mundo e no nosso país. Considero que seja um projeto, acima de tudo, de contribuição com o mundo, além de me trazer satisfação profissional e acadêmica, é claro. Eu estava sentindo falta de trabalhar com outras coisas e tocar o VO de maneira mais leve. Nossa empresa está mais madura agora e com uma equipe incrível. Estou super feliz.

Se quiser, poste aqui um comentário ou pergunta sobre esse papo de transição de carreira e sobre a não linearidade das coisas. Vou adorar ler e poder contribuir. 😉 Tenha uma boa semana.

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26 comentários

  1. Elaine Albuquerque comentou:

    Nossa, que sensacional ler isso. Tem tudo a ver com o que eu sinto ou vejo na Internet. Como é bom ler algo que sistematiza exatamente o que pensamos e não tínhamos as palavras certas para expressar. Obrigada e abraços!

  2. Lucà comentou:

    Adorei a reflexão!

    Quando li a 1a vez o balão do dog, eu li “esse papo humano faz sentido pra você?”, agora que vim escrever que vi que era de outro jeito.

    Mass, adorei o papo humano! É sobre a vida!!

    Bjinho

  3. Camila comentou:

    Sim! e tem muita gente “inventando” um personagem para vender na internet, pegando o bonde dos lançamentos e do mkt digital! conheço uma pessoa super perdida vendendo mentoria (o pior é que seguindo as técnicas certas funciona, chega a dar ranço). Ótima reflexão.

  4. Samuel comentou:

    Thais

    Comecei a ler o livro Trabalho Organizado e busquei encontrar seu blog e sua rede social, digo do Vida Organizada.

    Isso em uma semana, desde 06/06/2022. Hoje é dia 13/06/2022.

    Gosto da temática. Estou ainda no início, estou assimilando seus conteúdos.

    Que pena não ter entrado em contato com seu conhecimento antes, tipo a 15 anos atrás.

    Penso que sempre é bom buscar sentido pra vida, seja em nível profissional ou relacional.

    Acredito que transições será sempre interessante pra se manter vivo/a

  5. Patricia Yukie Uda comentou:

    Oi Thaís meu nome é Patricia, moro no Japão a uns 33 anos conheci você no Youtube pesquisando sobre bullet journal que é meu organizador desde 2000(isto é antes do método ser difundido) e desde então te sigo e entrei no acampamento ⛺️ é uma coisa que eu amei muito obrigada ☺️ Obrigada pela preocupação que você tem por nós seres humanos

  6. Érica comentou:

    Também estou achando esse momento meio estranho do marketing digital. Muita coisa parecida dos produtores, e umas posturas meio tóxicas dos consumidores. Às vezes penso: será que não foi sempre assim, mas com outras tecnologias/ outros meios? Talvez. Quando tivermos algum distanciamento temporal vamos entender melhor tudo isso em que vivemos, acho.

    Boa sorte no novo projeto e obrigada pelas reflexões!

  7. Kelly Costa comentou:

    Oi Thais,
    Eu tenho um trabalho CLT e uma pequena empresa de mentoria de carreira que comecei em 2020. A primeira coisa que pensei na época era: “preciso de alguém de mkt digital para divulgar meu trabalho nas redes sociais”. Minha intenção era divulgar o trabalho, tirar esse preconceito que existe com bons coaches e mentores de carreira. Enfim, oferecer um serviço sério e criar conteúdos legais nesta área. Ano passado a coisa virou de um jeito que a agência queria que eu postasse stories 3x por semana, falando da minha vida pessoal (coisa que eu não gosto, tenho um temperamento reservado), falando de grandes empresários (as) de índole duvidosa, etc. Enfim, descaracterizou totalmente minha proposta na busca frenética por mais seguidores. Resultado: parei tudo pois simplesmente não combina comigo. Ainda estou buscando este meio termo entre conteúdo legal, divulgar meu trabalho, etc. Fato é que os clientes apareceram 90% por indicação de outros clientes e colegas do que pelo ‘marketing digital’.

    Bjs e continue nos inspirando com reflexões super necessárias 🙂

    1. Simone comentou:

      Thaís, seu post foi inspirador. Questionar por necessidade faz a gente refletir e a partir daí, agir com intenção. Olá Kelly Costa! Gostei demais do seu comentário. Me interesso em conhecer mais sobre seu trabalho com mentoria de correira. Como posso contatá-la? Obrigada. Simone.

  8. MARCIA PAGNANO SOLANO comentou:

    Eu adorei saber q vc pensa como eu!Eu tenho amigas que fecharam o consultório pra não ficarem postando no insta.Meu marido é nutrólogo…estuda muito!Os posts tem embasamento científico e tem pouquíssimo engajamento!!Se ele posta uma foto pessoal…chove comentários!É tudo muito chato!Aff

  9. rafael comentou:

    Como foi bom ler isso. Hoje em dia sinto muita falta do “verdadeiro” das redes, alguém de fato colocar emoção naquilo sabe, é obvio que tem que ter uma jogada de marketing pra me fazer ter interesse em consumir, mas tem que ser real, pelo menos na essência. Se não for não gera conexão, o marketing fica toxico. Dar uma sensação que o tempo todo querem te vender algo.
    OBS: Tenho observado que ultimamente que o publico (consumidor do Tik Tok e Instra) tem viralizado músicas antigas ou de artista mais desconhecido, afim de procura algo orgânico, que não tenha sido feito exatamente pra hitar nele.

  10. Erika comentou:

    Você é uma inspiração, Thais! Te acompanho desde o início, e você nem imagina como o que compartilha impulsiona nossa energia em direção a construir coisas legais na vida.
    A exposição deve ser muito difícil mesmo, porque muitas pessoas se deparam com a dificuldade de amar nos outros o que desejam para si mesmas, e isso gera inveja e ressentimento. Mas por outro lado, quando conseguimos ter gratidão e incorporar o que admiramos, puxa, vamos longe.
    Muito obrigada por compartilhar o nascimento desse novo projeto. Pra quem está aqui há muito tempo e vê todo o trabalho que você teve de montar o VO, é uma motivação para trilharmos novos horizontes e não nos prendermos apenas ao que já está bem estruturado. Sempre temos mais a colaborar com o mundo.
    Um grande abraço!

  11. Monique comentou:

    Tô em choque. Venho buscando respostas para alguns caminhos de carreira, e Deus acabou de falar comigo através do seu texto. Muito obrigada, você inspira.

  12. Vania comentou:

    Realmente o panorama é esse: dancinhas, umas frases de impacto, e todo mundo querendo vender seu peixe. Não há nada de errado em vender alguma coisa, mas quem quer comprar um saco vazio?

  13. Lorena comentou:

    Bom dia, concordo contigo. Trabalhando na área da comunicação, nesse emaranhado enorme de criação de conteúdo, é difícil encontrar um conteúdo que não esteja sendo feito com as fórmulas prontas que vejo diariamente muita página fazendo. Como espectadora deste conteúdo, isso me gera um desgaste mental enorme, e por isso, estou diminuindo a quantidade de uso pessoal do instagram.

    Sobre seu conteúdo, posso dizer que além de ser único, me ajudou muito, comecei a acompanhar antes da pandemia ainda e na pandemia foi crucial em certas situações de trabalho e organização de casa sem ficar maluca.

  14. Maria Mendoza comentou:

    Tenho o mesmo sentimento em relação à Internet. Uma mesmice e um empobrecimento de conteúdo enormes. Aqueles que ganham muito dinheiro se desdobrando pra manter o padrão e o interesse e muitas vezes metendo os pés pelas mãos com uma oferta excessiva de produtos, foco em vender fazer grana. E os iniciantes indo pelo mesmo caminho, acreditando que tb vão ficar ricos. Ou seja uma canseira. Será que esse é o caminho?

  15. Dani comentou:

    Eu raramente comento, mas não resistia esse post. Eu me identifico com muito do que você compartilha nas redes e esse tema é um deles com certeza. Eu amo comunicação, escolhi estudar publicidade e marketing lá atrás no antigo segundo grau, eu sempre amei artes e comunicação e até estratégias de vendas me interessam, criar as estratégias com a comunicação, mas quando chega num ponto onde é só vender por vender sem um propósito real, sem um conteúdo de valor como você disse, aí meu coração grita e eu não consigo mais. Por isso, acabei meio que abandonando o Instagram… peguei ranço mesmo. Ali tudo se perde, é tudo efêmero e pouca coisa realmente têm valor, é muito mais busca por seguidores. Ah que saudade da época dos blogs. hahahaha Brincadeira, mas eu adoro uma contação de história como acontece em blogs e no youtube. ❤️

    Parabéns pelo desenvolvimento do seu trabalho, eu vibro aqui toda vez que leio sobre mais uma conquista de vocês com a VO. Torço muito pra que continue trilhando seu caminho respeitando quem você é e compartilhando, isso me ajuda bastante a ver que não sou a única que tem questões internas, e que precisa aprender a lidar com as situações da vida… hehe

    Muito sucesso no novo projeto.

  16. Cris Palma comentou:

    Sou aluna MVO, Turma 5, tenho participado dos lab’s com a nova equipe e tenho adorado!! O que me fez acompanhar seu trabalho desde o início foi seu respeito pela personalização do método, sua criatividade e o fato de que trabalho é Vida!!!! Você se respeita e isso me inspira!! Aos 56 anos, faz mais sentido pra mim mudança de Vida, do que transição de carreira, inclusive porque não construí uma, fui vivendo e me transformando. Seja sempre muito feliz!!

  17. Pamella Santos Simioni comentou:

    Eu nunca gostei de Marketing. E me formei numa faculdade de propaganda e marketing 🥴. Mas a escolha foi feita pq eu queria fazer coisas bonitas para encantar as pessoas com o poder da beleza! Mas depois de anos no ramo percebi o óbvio, que o marketing não quer só encantar as pessoas com belezas, mas sim encantar para que sintam que precisam de algo que não está nelas… É meio estranho… É meio “do mal” eu acho.. Mesmo sabendo que ele pode me apresentar coisas que realmente são legais. Gosto de uma frase de uma tirinha antiga: “Cuando algo es lindo no necesita marketing”. Era minha capa do facebook durante a faculdade kkk. Pensando rapido aqui, acho que as melhores coisas que descobri na vida vieram por iniciativa de busca minha ou algum amigo me contou, n por propaganda. Só divagando… 😉

    1. Sim, mas o marketing honesto presta um serviço também! A gente fica sabendo da existência das coisas, muitas vezes, porque chegou até nós.

  18. Carolzita comentou:

    Estou em transição de carreira… Mas ela só será possível por todo o meu trajeto e experiências que vieram antes. E isso é muito legal.
    Amei o post, como não digo os stories acho muito bom que traga itens pra cá.

  19. CARLOS comentou:

    COMO DEFINIR FOCO, DAR A DIREÇÃO, FAZER O PLANEJAMENTO E COMEÇAR AMUDANÇA NA VIDA?

  20. Carla Irai comentou:

    Muito legal sua postagem Thais. Eu tenho buscado promover o meu atendimento no online (sou nutri materno infantil e mentora parental), mas o que aprendemos em tudo sobre marketing digital de estar sempre no instagram, nos stories, não me agrada. Antes disso, quase não dava nem as caras na rede social. Acredito que preciso encontrar um meio termo, pois eu concordo demais com o que vc falou: a vida é preciosa demais, precisamos estar felizes na nossa caminhada.
    Adoro seu conteúdo! abraços

  21. Caroline Rocha comentou:

    Olá Thais, acho bem complexo isso de não linearidade das coisas, e penso na forma como a
    educação mudou ao longo do tempo. Sou professora de Português e Espanhol faz 17 anos, e faz pouco mais de 6 anos eu agreguei uma graduação em Língua Inglesa, porque a BNCC (base nacional comum curricular) reformulou o ensino e retirou o Espanhol da obrigatoriedade da grade curricular… desde que me formei em 2005, já tiveram 4 reformas ortográficas em nossa língua, e 2 em língua espanhola(isso me levou a muitas atualizações dentro das disciplinas que eu já lecionava), a forma de aprender mudou, pois temos essa imersão no online que a pandemia nos fez sucumbir a adaptação, e a forma de ensinar também, pois contamos com a multidisciplinaridade ou seja, as disciplinas conversam entre si, meus textos nas provas de Língua Portuguesa tem referências geográficas e dados históricos…(ufa) e não acaba por ai, o Ensino Médio passa a ter 4 anos de duração e não mais 3 como era, e isso deve ser implementado até o final de 2023. Em novembro do ano passado finalizei um MBA em Gestão Educacional e Tecnológica e acredito que como a maioria das pessoas, busco me reinventar a todo instante, não tenho medo de mudanças, tenho medo é de não mudar, de não aprender, medo de ficar parada como um poste na beira da estrada. A pergunta que tenho a fazer é, como fazer o aluno se ater ao que realmente importa dentro deste mundo líquido que Bauman tanto fala em seus livros? e mais, como torná-lo interessante e focado em meio a tantas distrações que são “inventadas” dentro das redes sociais? O FOMO está ai, para nos mostrar que as mudança de comportamento causadas pelas redes sociais, geram uma ansiedade sem precedentes. Viver é para os ousados Thais e nós somos sobreviventes a cada final do dia. Bju no coração.

  22. Mariana comentou:

    Não me incomodo com as pessoas tentando me vender algo, isso sempre foi assim (na internet ou nas ruas). O que me incomoda nas redes sociais hoje em dia é a falta de autenticidade. As pessoas se deixam levar por tendencias que muitas vezes não conversam com quem são. Fazem uso excessivo de filtros para mostrarem o que também não são. E acho que o pior de todos é o fato de a politica estar inserida em tudo e em todos os momentos. Se eu sigo um canal sobre determinado assunto, não pretendo ver nele uma militância para determinado lado politico. Muita vezes num stories “inocente”, a hora que a gente olha com atenção, identificamos um assunto politico num canal cujo “Foco” é outro completamente. Isso é o que me desgasta diariamente, acho que muito mais por ter a percepção que isso é feito intencional e subestimando a inteligência do publico. Mas acho que no fundo retornamos ao que o Érico Rocha sempre fala, usar as ferramentas com integridade sempre.

  23. Adriana Galbiati MVO T7 comentou:

    Oi, Thaís, querida!
    Pra mim tá fazendo muito sentido te ouvir falar dessas coisas, porque eu me perguntava sempre: “Como a Thaís consegue ter uma rotina tranquila e atender as demandas loucas das redes sociais, mantendo foco no que é importante?”
    Fiquei mais aliviada porque eu penso da mesma forma e estava me sentindo menos por não acompanhar o ritmo frenético de postagens, stories, lives. Não quero ser sugada por algoritmos sem sentido pra mim.
    Uso as redes sociais

    1. Adriana Galbiati MVO T7 comentou:

      …continuando: Uso as redes sociais no mínimo viável semanal. hahaha!