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Às vezes a gente fica lamentando pelo fim das coisas em vez de olhar para o novo cenário que está se abrindo à nossa frente.

Todos os dias encerramos algo e começamos outra coisa. Quando dormimos, encerramos o dia – mas começa outro na sequência. Sabe aquilo que se diz sobre “dormir sobre o problema”? Isso é muito real. Quantas vezes você já foi dormir triste, chateada, preocupada, frustrada, preocupada, mas no dia seguinte se sentiu melhor quando acordou, com mais clareza para tocar as coisas? Ou seja, só estávamos cansadas. O problema continua, mas temos um pique novo para resolver uma vez que tenhamos dormido e descansado a cabeça, o corpo, o espírito.

Em 2019, nós tomamos a decisão, na empresa, de alugar uma sala extra no prédio em que tínhamos o escritório para fazer uma sala exclusiva para treinamentos e cursos, pois esse era essencialmente o nosso trabalho naquela época (cursos presenciais). A ideia parecia ótima em termos de custo/benefício, senso de realização, crescimento e progresso, personalização da experiência para o cliente etc. Na prática… muitos problemas aconteceram. Entre eles:

  • Um prestador de serviços foi fazer uma instalação antes da inauguração da sala e arranhou a mesa nova (e cara) inteirinha…
  • No primeiro curso realizado na sala uma aluna derrubou o café na mesa, no tapete e nos outros participantes e foi toda uma comoção para limpar porque não tínhamos alguém de plantão para a faxina (deveríamos, mas foi falta de experiência).
  • Todo e qualquer problema deveria ser custeado e resolvido por nós, o que envolve dinheiro, tempo e dor de cabeça.
  • A sala era pequena demais e achei que a experiência para quem participava não era muito confortável (usar o banheiro na sala, por exemplo).
  • Pessoas de outros estados e países viajavam para fazer os cursos, mas eram minoria – a maioria se frustrava porque não conseguia vir para SP.

Aconteceram outras coisas pontuais, mas já deu para compartilhar o meu ponto nos exemplos acima, né?

O fato é que, em determinado momento, eu percebi que aquele esforço, custo e chateação não estavam valendo a pena frente aos supostos benefícios que estávamos recebendo. Além do que, eu percebi que valeria mais a pena levar esse trabalho para o online integralmente, pois assim teríamos um alcance maior. Mesmo que mantivéssemos a sala (para gravações), já reduziria bastante nossos custos e dores de cabeça.

MAS… com o fim dos cursos presenciais, na época, isso significou uma redução de 70% do faturamento da empresa. O caixa estava caminhando para uma situação bem complicada, e optei por fazer duas demissões. Foi a coisa mais difícil que já tive que fazer, pois as duas pessoas são incríveis e excelentes profissionais. No entanto, entendi que era isso ou caminhar para um período de muita dificuldade, e infelizmente quem tem empresa precisa tomar esse tipo de decisões. Não quer dizer que errei ou acertei. Possivelmente eu errei, mas não perco muito tempo me martirizando. Bora aprender com os erros e partir para a próxima. Eu sei que, na época, fiz o melhor que pude, com a experiência que eu tinha.

Em setembro ou outubro de 2019, entregamos uma das salas e eu fiquei com apenas uma delas, para fazer as gravações. Em dezembro, fiz oficialmente a primeira versão online do curso do Método Vida Organizada. Pouco tempo depois, veio a pandemia, e “por sorte” eu já estava estruturada para o online.

Perceba que, por mais que tenha sido um processo difícil, ele abriu novas portas e, hoje, nosso trabalho é essencialmente online e permitiu a reestruturação da empresa. Voltamos a ter novos espaços de trabalho e a trabalhar em equipe. A empresa está estável.

Então, quando você estiver no final de algum ciclo na sua vida, dê um tempo para aceitar esse luto, descanse a cabeça, mas tenha perspectiva de que o novo te trará novidades que você vai conseguir aproveitar de qualquer maneira. Toda situação de anomia nos deixa desconfortáveis – faz parte. Mas dê-se o tempo para se estruturar mental e emocionalmente para o novo que está se abrindo à sua frente, que ele vai acontecer de qualquer maneira e está te esperando de braços abertos. Sempre acredito que o melhor está por vir e procuro “sintonizar na estação certa” a minha mente para ter resiliência, sabedoria e intuição para seguir da melhor maneira.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Profissionais, Carta da Editora, Trabalho

Está todo mundo sofrendo com a sobrecarga de trabalho.

Mesmo que você ame o que você faz, isso não impede de sofrer essa sobrecarga.

Tenho algumas hipóteses para fazer essas afirmações:

  1. Em vez de um dia de trabalho, um blocão de tempo, o trabalho focado está fragmentado. Temos muitas distrações virtuais, interrupções e reuniões que “quebram” o dia em vários pedaços.
  2. A competitividade que nasce e nos é imposta, sejamos funcionários ou empresários, cria uma sensação de comparação e sentimento de fracasso o tempo inteiro, nos deixando frustrados.
  3. São muitas informações, mensagens e atualizações de projetos para acompanhar, e isso gera a famosa “FOMO”- medo de estar perdendo algo. O que nos causa ansiedade e nos deixa em sentimento de alerta o tempo inteiro – o que gera estresse.
  4. As mensagens instantâneas como ordem do dia, sem que existam parâmetros e políticas pessoais de comunicação, fazem com que você se veja muitas vezes 11 horas da noite respondendo mensagem de trabalho.
  5. Muitas pessoas dormem menos porque precisam trabalhar mais, porque suas rotinas são extenuantes devido ao tempo gasto no transporte público, porque estão com insônia, entre tantos outros motivos. E isso acaba com qualquer ser humano.
  6. Não é possível organizar tralha. Então não adianta querer colocar em ordem de prioridade as 74 tarefas que você tem para hoje achando que isso vai te ajudar a se organizar. É eliminando 70 tarefas que vai te ajudar a se organizar e fazer as 4 que realmente importam.

Está na hora de dar um basta.

Está na hora de as empresas perceberem que trabalhar mais horas não significa trabalhar melhor.

Está na hora de os gestores perceberem que não dá para a equipe fazer absolutamente tudo ao mesmo tempo.

Está na hora de cada indivíduo aprender a gerir melhor as suas demandas, com prioridades claras.

Está na hora de parar de achar que o trabalho tem que continuar sendo um instrumento de tortura (a palavra trabalho vem de tripallium, no latim, que era um antigo instrumento de tortura).

Está na hora de trabalharmos em empresas CALMAS.

Empresas que não estressam seus funcionários.

Empresas que não ficam cobrando retorno “o mais rápido possível”, fazendo as pessoas virarem a noite.

Está na hora de nos tornarmos PROFISSIONAIS.

Profissionais que não fiquem dizendo que estão o tempo todo ocupados.

Profissionais que não fiquem dizendo que estão o tempo todo “na correria”.

Profissionais que saibam dizer NÃO com justificativa clara das suas prioridades.

Profissionais que não coloquem suas ansiedades para cima dos outros.

Para ter resultados, você precisa ir na raiz da questão – que é nutrir as PESSOAS.

Defendemos uma produtividade compassiva justamente porque esse olhar para si, para todas as suas necessidades como ser humano, e para o outro, é a raiz de todas as coisas quando se fala em produtividade. Não dá para falar em produtividade sem esse olhar.

Ninguém precisa trabalhar no domingo. Todo mundo pode esperar até segunda.

Ninguém precisa responder mensagem às 22h. Todo mundo pode esperar até a manhã seguinte.

Em alguns momentos podemos precisar trabalhar mais? Claro que sim. Todo trabalho tem as suas sazonalidades. Mas não precisa ser assim o tempo inteiro. A ideia é que isso seja exceção e não a regra.

Nós construímos por aqui uma empresa e um estilo de vida de maneira diferente. E estamos aqui justamente para compartilhar sobre as escolhas que fazemos, por que as escolhemos e como as executamos. Toda empresa e todo ser humano pode tomar decisões dentro de suas possibilidades e circunstâncias, adaptando absolutamente tudo o que ensinamos. Para conseguir, você precisa querer. Depois de querer, precisa aprender como fazer. Estamos aqui para isso. 🙂

O modelo de trabalho hoje está deixando as pessoas doentes.

O caos não deveria ser normalizado.

Ansiedade não deveria ser uma característica comum a todos nós.

“Trabalhar enquanto os outros dormem” não deveria ser normativa para o sucesso.

Tudo isso são perversões do mundo do trabalho que revelam como o sistema capitalista é insustentável.

Optar por ter uma empresa mais calma ou uma vida mais calma é simplesmente o primeiro passo para:

  • proteger como você usa o seu tempo
  • proteger como os funcionários da sua empresa utilizam o tempo deles
  • estar com as pessoas de maneira plena e realmente presente
  • encontrar uma carga horária de trabalho que se adeque à sua vida garantindo o trabalho que precisa ser feito
  • alinhar expectativas quanto a entregas e prioridades
  • aproveitar melhor os momentos de descanso e ócio
  • ter perspectiva de para onde tudo está caminhando
  • marcar reuniões apenas como último recurso e não a primeira opção
  • não descarregar ideias e demandas via mensagens instantâneas e sim estabelecer um processo mais organizado
  • respeitar o tempo dos outros
  • os outros respeitarem o seu tempo
  • aprender a dizer não com assertividade e responsabilidade
  • ser menos dependente de terceiros
  • construir um estilo de vida coerente com quem você é
Categoria(s) do post: Estudos, Universidade Pessoal

Essa é uma pergunta de estudos que recebo frequentemente.

Lá atrás, por volta de 2015 ou 2016, eu percebi que, sendo autônoma, eu não teria mais aquelas capacitações que, quando eu estava empregada, recebia como parte do meu trabalho pela empresa. E que, se eu quisesse me capacitar, teria que investir nisso.

Na época eu não tinha muita grana então foquei no trabalho mais proeminente do momento, que eram os cursos de GTD™ nas empresas, me capacitando portanto em todas as certificações internacionais deles até o final de 2019, quando realizei minha última turma.

Eu acho muito importante ter, todo ano, pelo menos uma atualização significativa no seu currículo, sendo você empresária/o, autônoma/o ou empregada/o. Primeiro, porque ninguém sabe o dia de amanhã. Segundo, que é bom para VOCÊ continuar estudando e se atualizando.

Lewis Carrol

Logo, a recomendação é que você tenha um orçamento destinado à sua capacitação para cada momento da sua vida. Tem épocas que mal vai dar pra comprar um livro – e que bom que a Internet taí cheia de conteúdos gratuitos bons para aprender! Mas tem épocas que talvez você consiga fazer uma pós-graduação, um curso mais caro, uma certificação… vai depender muito das suas condições e objetivos. Enfim, o que chamamos por aqui de planejamento de vida.

Por exemplo, eu hoje estou investindo nas seguintes capacitações para a melhoria do meu trabalho atual e carreira como um todo:

  1. Doutorado em Ciências Sociais > Cultura do Trabalho pela PUC-SP
  2. Formação em Comunicação Não-Violenta pelo Instituto CNV
  3. Formação no Método Atitude Emocional como parte da consultoria que estamos fazendo com o GAE
  4. Cursos livres sobre: metodologias ágeis, trabalho remoto, marketing digital, criação de conteúdo, entre outros.
  5. Duas mentorias de negócios – com o Érico Rocha e com o Victor Damasio – ambas com MUITO conteúdo para implementar

Sua capacitação como profissional depende de você. Esse é uma verdade neoliberal do sistema que vivemos.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Ferramentas de organização, Trabalho

Quando eu digo que planejar, organizar e registrar são verbos e atos diferentes do processo de organização, isso pode parecer confuso para algumas pessoas. Pela minha observação, quando misturam-se esses três tipos de atividades, aí que o seu processo vira uma bagunça.

Leia um post aqui no blog sobre este assunto se quiser entender melhor a diferença entre os três verbos.

O caderno de reuniões nada mais é do que uma versão de um assunto específico de um caderno de captura, que também pode servir como referência (usando termos comuns a outros métodos, como o GTD™).

O grande problema é que a maioria das pessoas quer usar esse mesmo caderno também para organizar e planejar demandas, e aí o negócio desanda. Comenta aqui se isso já não aconteceu com você.

Minha sugestão, caso você queira ter um caderno para usar em todas as suas reuniões, é que aqui é aquele momento de escolher um caderno mais bonitinho e usá-lo sem dó, especialmente se esse caderno ficar também como referência. Vou explicar o que isso significa.

Meu caderno de reuniões atualmente
Meu caderno de reuniões atualmente

Eu ganho MUITOS cadernos legais das marcas e em diversos cursos que participo, e eu sempre ficava “guardando” a ocasião para usar. Então por isso decidi ter sempre um (e apenas um) caderno só para reuniões em andamento. Trata-se de um caderno que levo em todas as reuniões que eu fizer, sejam online ou presenciais. Esse da foto é um caderno bem bacana que ganhei em um grupo de mentoria que faço parte e o que eu estou usando no momento.

Como funciona: começou a reunião, eu anoto:

  1. data
  2. tema da reunião
  3. quem está participando

E eu vou fazendo anotações diversas embaixo disso, até o fim da reunião.

Evito anotar coisas que não tenham a ver com a reunião. Se eu lembrar de algo que preciso anotar e que não tenha a ver com a reunião, eu uso o bloco de notas, que é um caderno menorzinho que eu uso para essas capturas rápidas.

Meu bloco de notas atual

“Thais, mas por que usar um caderno bonitinho para as reuniões?”

Primeiro, para passar uma imagem mais profissional. Isso é bom para a minha auto-estima e também para quem participa comigo da reunião (infelizmente vivemos em um mundo em que isso importa).

Segundo, para dar vazão aos diversos caderninhos que já tenho.

Terceiro, porque o caderno de qualidade melhor (geralmente capa dura) serve mais para ser armazenado durante mais tempo. Ele tende a durar mais. E aqui é o fundamento do que estou ensinando sobre “como escolher cadernos”: se pretende guardar como referência, escolha um caderno de capa dura, com durabilidade maior. Cadernos como bloco de notas rápidas, que você vai usar e depois descartar, podem ser de qualquer qualidade. Não me vá pagar 150 reais em um moleskine desse tamanho e depois me dizer que tem dó de jogar fora! rs

Agora… tem gente que adora guardar os blocos de notas também. Sei lá, Leonardo da Vinci? Se você acha que é o seu caso, use cadernos duráveis e seja feliz.

“Mas Thais, eu não tenho espaço para guardar cadernos!”

Então a gente está chegando a um outro princípio aqui, certo? Se você tem um estilo de vida mais nômade ou mora em um local pequeno, ou mesmo não quer guardar cadernos, decidido está, não? Nesse caso, jogue fora os cadernos e, no caso de referências anotadas em papel, digitalize e salve em alguma ferramenta como Google Drive, Dropbox, Notion, Evernote ou outro.

Eu também aproveito pra ficar pintando à toa com aquarela (minha terapia)
Como ficam as anotações depois de processadas

Vamos ao fluxo:

  1. Faço as anotações (registros) durante a reunião
  2. Se possível, no próprio dia, processo o que anotei: significa definir ações para o que demanda ação e organizar no meu Todoist, que é onde organizo todas as minhas ações, ou no calendário, se for um compromisso
  3. Depois que processei, risco a página para saber que já processei tais notas

O que fica de anotações (registro) são as notas de cada reunião, o que são arquivo de referência – ou seja, não demanda mais ação, pois já processei e organizei o que demandava, mas quero poder consultar futuramente o que foi discutido.

E você tem duas maneiras de fazer isso:

  1. Digitalizando
  2. Mantendo o caderno

Para escolher, use as orientações anteriores deste post para adaptar à sua vida. 😉

“Thais, o que você faz quando acaba um caderno?”

Se escolhi guardar o caderno, ele fica na minha estante de livros, arquivado com outros cadernos. Se não, jogo fora. (tome sempre cuidado com a segurança das informações em cadernos jogados fora)

E escolho um novo caderno para a mesma função.

Espero que o post tenha ajudado. Qualquer dúvida, deixe um comentário. 🙂

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Categoria(s) do post: Novidades

Estão abertas as inscrições para o nosso curso de introdução à organização e produtividade compassiva – 4 passos para se organizar são 4 aulas gratuitas, totalmente online, que acontecerão na semana que vem (sem reprise!) para você aprender a se organizar!

Você não precisa nascer uma pessoa organizada nem se tornar fanática/o por organização para construir uma rotina mais tranquila mesmo tendo muita coisa para fazer.

Quer descobrir como fazer? Inscreva-se GRATUITAMENTE até domingo aqui. Ou copie e cole no seu navegador este link: https://vidaorganizada.kpages.online/4passos

Te vejo lá!

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Categoria(s) do post: Diário da Thais, Família

Existe uma coisa muito doida sobre a maternidade: o tempo que passa rápido.

Sim, é um clichê e eu sei. Mas é o rápido que passa devagar. Explico.

Enquanto você está vivendo cada fase da vida do seu filho, não parece passar tão rápido.

Mas, à medida que o tempo passa, e você vai lembrando de como era antes, você percebe que esse tempo não volta mais. E que você só terá tudo aquilo de antes apenas na memória.

Paul nasceu no dia 15 de abril de 2010. A Thais de 2010 era muito diferente da Thais de 2022. Muita coisa aconteceu. Mas eu arrisco dizer que 99% delas não teriam acontecido se o Paul não tivesse nascido.

Muito se pergunta sobre como conciliar a maternidade com todas as minhas outras frentes: empresária, doutoranda, professora. E não existe resposta certa, mas a que mais me agrada é: meu filho é motivo, não fardo. Justamente por ele eu faço tudo isso. Quero mostrar que o trabalho pode ser bom e saudável, com uma rotina tranquila. Quero mostrar que você pode pegar um sonho seu e planejar para que ele vire um objetivo. Quero ensinar sobre privilégios e desigualdades, para que ele trabalhe por um mundo melhor, seja a carreira profissional que escolher.

Paul entra oficialmente na adolescência em uma fase completamente nova para todos nós. Há muitos desafios nesse nosso momento e eu espero compartilhar nossos aprendizados por aqui, sempre tomando o cuidado de não expô-lo além do necessário.

Parabéns pelos seus 12 anos de vida, Pipoco. Mamãe te ama muito. <3

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Equilíbrio emocional, Relacionamentos

Por trabalhar com Internet, muitas pessoas me perguntam: você não tem receio de compartilhar tal coisa? Seja o que for: sobre política, sobre religião, sobre crenças, sobre decisões.

Meu marido mesmo me fala: “você não acha que quando você posta sobre budismo algumas pessoas que não se identificam podem deixar de te seguir?”

E a minha resposta para ele vale para todos os outros assuntos e tenho convicção dela – por isso compartilho com vocês. Porque acredito que isso não valha apenas para o trabalho e para as redes sociais, mas para todas as relações. Então quero encorajar sua reflexão.

Minha resposta foi: “se uma pessoa não budista deixa de me seguir porque eu compartilho coisas budistas, então eu prefiro que ela deixe de me seguir mesmo!”

Meu mentor Victor Damasio costuma dizer assim: “melhor a pessoa ir pela sua verdade que ficar por uma versão de mentira”.

Meu outro mentor da vida, David Allen, também disse uma vez: “como a gente pode não fazer isso, se isso é quem a gente é?”.

Se você é você mesma/o, se você está vivendo a sua verdade, não vai agradar todo mundo. Normal! Nem temos que ter essa expectativa de agradar. Existem pessoas que vão se identificar e pessoas que não vão se identificar. Tá tudo bem. Tudo muda. Enquanto fizer sentido, a gente tá junto. Sabe?

Para todos aqueles que não se identificam, eu recomendo “o fabuloso poder do X”. Sabe qual é? O poder de arrastar o dedinho ou o mouse até o x no canto direito da tela, fechar a página e ir viver sua vida. Eu faço isso, recomendo que você faça, recomendo que todos façam.

Destralhar, no final das contas, é sobre manter o que faz sentido. Se uma pessoa se afasta de você por você ser quem você é de verdade, não fique triste. Fique feliz por quem permanece. Porque é essa “limpa” que você faz constantemente que elimina muitos, muitos problemas e frustrações que podem ocorrer a qualquer momento.

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Hábitos, Vida Organizada

Eu estou no segundo ano do Doutorado, mas eu já trabalho diariamente na minha tese desde o ano passado. Ainda não realizei minha pesquisa de campo, mas há muito a ser feito mesmo assim. Se teve algo que aprendi durante o mestrado foi justamente aproveitar os momentos de empolgação nas leituras e estudos para não apenas ler mas PRODUZIR conhecimento através dessas leituras – e isso se faz escrevendo, que sejam notas sobre as leituras. Fazer isso coloca o cérebro para trabalhar e um único comentário pode gerar parágrafos produzidos.

Eu amo ler e sei que é terreno perigoso o lance de ficar só estudando e não escrever! Por isso eu me habituei a, todos os dias, estudar um pouquinho e me forçar (no bom sentido) a escrever o que achei da leitura, fazer resumos de conceitos ou de capítulos, enfim, produzir algum conhecimento em cima daquilo.

App: Notion

A importância de fazer todos os dias tem a ver com o hábito. Hábito é a construção do estilo de vida que você quer viver. Se eu quero ser pesquisadora, pesquisadora pesquisa. Lê, estuda, escreve. Então é o que eu tenho que fazer todos os dias.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Destralhar, Estudos

Eu absolutamente amo os meus livros, amo estudar e tenho como um dos meus objetivos de vida ter uma biblioteca incrível em casa que me dê suporte como pesquisadora, professora, empresária e ser humano!

Só que, quando seus livros batem ali a marca de 2 mil, você pode querer repensar alguns deles! 😂 Mas veja: não é exatamente sobre quantidade! Porque você pode ter poucos livros mas são livros que são simplesmente tralha! Faz sentido?

Por isso, se você tem dificuldade em estabelecer critérios para manter ou se desfazer dos seus livros, compartilhei aqui neste post o fluxograma que elaborei para mim mesma e que tem dado muito certo!

Esse fluxograma pode ser aplicado com livros físicos e livros digitais. Não é sobre o formato, mas sobre o conteúdo que você quer manter.

Se você ainda não leu o livro, antes de pensar em doar ou ficar com ele, eu recomendo que você reflita sobre o estilo de vida que tem ou que está construindo para saber se aquele livro contribui de alguma maneira. Se você achar que não, doe ou venda. Se achar que sim, guarde. Sobre esses desdobramentos, falarei mais abaixo. Mas a ideia aqui é que a sua biblioteca pessoal mantenha aqueles livros, lidos ou não, que representem quem você é.

Porque veja só que interessante: se você já leu um livro, existem alguns motivos, na minha opinião, para você querer mantê-lo.

  1. É um clássico
  2. É um livro de referência na sua área ou para a sua vida pessoal
  3. Você pretende consultá-lo ainda no futuro
  4. Você pretende reler em algum momento

Todos esses critérios ajudam a definir se você deve ou não guardar esse livro. Tente ter praticidade aqui. Sei que dá vontade de guardar todos os livros, especialmente para quem tem mais apego. Mas não vale a pena ocupar um espaço que pode servir para os livros que você realmente quer manter ou pode vir a comprar algum dia. E, na sua estante, ele não pode ser útil a quem realmente precisa.

Para guardar, depende muito da sua disponibilidade de espaço. No Kindle, a diferença pode ser entre ter o livro baixado no dispositivo ou apenas na nuvem. Em casa, pode ser guardar na parte de cima, mais inacessível, o que não pretende reler ou consultar este ano ou tão cedo, ou guardar em um lugar com acesso mais fácil.

Se você tiver mais de uma estante ou mais de um lugar onde guarda os livros, isso deve ser considerado também. Por ex: ah, este livro fica em casa, enquanto este eu prefiro guardar no escritório. Aqui você deve personalizar.

Sobre como organizar os livros, depende também da quantidade que você tem. De modo geral, siga a organização das livrarias e bibliotecas (grandes seções e depois temas). Se forem poucos livros, não faz tanta diferença, pois é fácil de encontrar um exemplar em qualquer circunstância.

Uma dica que vale a pena compartilhar para a venda dos livros: se for um livro clássico, vale a pena vender pessoalmente em uma livraria, por exemplo, porque pela Internet (como no site Estante Virtual) tem tanta oferta desse mesmo livro que pode ser demorado para você vender. Já livros diferentões, lançamentos, técnicos, mais específicos, funcionam muito bem pelo Estante justamente porque pessoas de todo o Brasil podem procurar por ele.

Aqui em casa eu estou separando os livros em duas pilhas: uma pilha para levar para o escritório (livros de organização e produtividade já lidos que ficarão lá como referência para mim e para a equipe) e outra pilha para “sair de casa”, o que inclui vender, trocar, doar etc. Quando eu finalizar o destralhamento de todos eu vou categorizar esses para separar e ir levando nos sebos, cadastrando no Estante, doando para amigas e familiares etc.

De modo geral, procuro comprar livros físicos que pretendo manter para consulta na minha biblioteca mesmo depois de lidos. Mas, com o passar do tempo, alguns livros se tornam dispensáveis, menos interessantes ou o assunto pode não ter tão a ver comigo mais. Manter livros assim na biblioteca é uma pena porque, além de você “gastar espaço” seu, está deixando parado um livro que poderia ser aproveitado por outra pessoa.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

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Hoje eu acordei com bastante dificuldade.

Tem dias que são assim – simplesmente mais difíceis.

De alguma maneira, meu pensamento foi: se eu estou disposta a ficar na cama o dia inteiro, não preciso levantar com pressa.

(esse tipo de raciocínio me ajuda a ser mais compassiva comigo mesma)

Fui até o banheiro, peguei minha toalha e meu óleo de gergelim (Ayurveda).

Muito calmamente, sentei em cima da cama e comecei a massagear meus pés. Pernas, todo o corpo. Os ombros. Nossa, como é bom massagear os ombros! Por trabalhar ao computador, sempre dá pra dar uma apertadinha nos músculos ali.

O óleo de gergelim tem propriedades quentes, então eu estava com calor ao final desse ritual. Tomei banho.

Refleti sobre como é importante fazer uma coisa de cada vez. Nada de pensar no que eu faria em seguida. Eu só precisava me concentrar no banho.

Depois do banho, quis colocar uma roupa legal. Era dia de evento de um grupo de empresários que faço parte. Expliquei minha condição e eles me deixaram participar online (está acontecendo aqui em São Paulo, mas eu estou com dificuldade de me deslocar sozinha depois do que aconteceu).

Vesti minha roupa, passei uma maquiagem básica no rosto. Me senti nova de novo. Foi tão simples. E eu poderia ter ficado na cama.

Peguei meu café, sentei em frente ao computador e comecei a assistir as palestras. Todos os meus colegas me enviaram mensagens de carinho por eu estar ali, para que eu ficasse bem. Foi bom. Me senti querida.

No trabalho, resolvi o mínimo. Paguei contas, respondi mensagens, agendei reuniões, resolvi um probleminha de acesso em uma página. Fiz um carrossel bonitinho para o Instagram.

Consegui trabalhar um pouco na organização dos processos da empresa no Notion. Isso é gostoso de fazer. Não é cansativo.

Almocei com o filhote e o meu marido. Filhote foi “promovido” a monitor de matemática e está empolgadíssimo. Eu fiquei muito feliz. Ainda passei na Daiso pra comprar coisinhas de papelaria.

Participar do evento de empresários foi importante porque me deu uma animada. Achei que ficaria cansada, mas tornei leve. Fiz intervalos, levantei, me alonguei. E, para cada palestra, defini um próximo passo simples e claro de algum ensinamento que poderia colocar em prática. Adorei essa estratégia.

Brinquei com os cachorros…

Pintei com a minha aquarela um pouquinho.

Não fiz comida. Pedi fora. Achei que era um investimento que valia, pelo dia que tive.

Eu defini uma intenção para o meu dia assim que sentei à frente do computador de manhã, e ela foi: terminar este dia melhor do que como o comecei. E consegui. A isso, sou grata.

Escrevi este post para dizer que, mesmo nos dias difíceis, dá para ser feliz. Acredito que o segredo esteja em se respeitar acima de tudo, dentro do possível nas circunstâncias de cada um.

Um passo de cada vez.

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Bom, chegou a hora de a gente ter essa conversa.

Nos últimos dois a três anos, eu vivi uma rotina intensa de produção de conteúdo para todos os canais do Vida Organizada. O blog sempre teve textos todos os dias. YouTube, com uma constância de publicação de vídeos e lives. Em 2020, eu cheguei a fazer três lives por dia, durante aquele período mais difícil da pandemia com a quarentena. No Instagram, também são posts diários.

E não é que eu não ame produzir conteúdo. Eu adoro! Mas eu cheguei a algumas conclusões:

  1. Nem todo mundo consegue consumir todos os conteúdos que são publicados no Vida Organizada.
  2. Nem todo mundo que consome os conteúdos do Vida Organizada implementa o que consumiu de fato.
  3. Este conteúdo é sobre uma transformação de longo prazo, não “a dica do dia” – apesar de eu amar dicas! Mas não é sobre isso apenas.

Isso no que diz respeito ao público do Vida Organizada, como você.

Agora, falando sobre mim.

Eu sei que a pandemia deu uma estragada em todos nós. Por mais forte que tenhamos tentado ser, acredito que todo mundo que se importou com a pandemia está, neste momento, apenas tentando voltar a ser feliz. E é sobre isso, sabe? Ser feliz.

Nos últimos meses, eu venho tentando aprender a conviver de maneira mais saudável com a minha depressão, como eu conseguia antes. Ela pegou FORTE. Já em 2020 eu voltei a ter crises de ansiedade por conta da pandemia. 2021 foi dificílimo porque, além de tudo, tive questões interpessoais que me abalaram. Este ano, de alguma maneira, o processo ficou ainda mais dark para mim. Estou me tratando. Mas o problema da depressão é quando ela te “inutiliza”. E eu estava assim. Só tenho a agradecer ao time que permanece comigo me dando toda a força do mundo e segurando a bronca enquanto eu me recupero. O Vida Organizada não teria acontecido sem eles. MUITO OBRIGADA. 🌹

Para piorar a minha situação, na semana passada eu sofri um sequestro relâmpago. Estou bem, estou viva, mas ainda me sinto em choque e mal sobre isso. Não consigo conversar a respeito ainda com ninguém, nem minha mãe. Me fez muito mal, e me deixou com medo. Eu poderia ter morrido. Envolveu arma, drogas, ameaças, um monte de coisas bem ruins. Eu não preciso dar mais detalhes aqui. Só precisava compartilhar porque é importante que vocês saibam, pois isso obviamente impactou a minha vida.

E aí o grande lance foi pensar: o que me faz feliz? Como seria a vida se eu pudesse criá-la exatamente como acredito que ela deveria ser?

Confesso para vocês que é muito difícil tomar decisões quando você não está no seu melhor momento de clareza mental. Mas uma das inúmeras coisas que venho descobrindo sobre mim é sobre a importância que escrever aqui, que criar conteúdo para o Vida Organizada, tem para a minha rotina. A Jen me ajudou lindamente nesses últimos meses e, se não fosse por ela, muita coisa não teria rolado por aqui. E vocês também foram incríveis abrigando-a nesse tempo. Obrigada mesmo.

Criar conteúdo, para mim, é a atividade mais importante de TODAS. Porque criar conteúdo é o que alimenta a minha alma, o que me ajuda a refletir sobre o Método, me inspira a continuar pesquisando e aprendendo. E se reflete em todas as minhas outras responsabilidades profissionais – do desenvolvimento da equipe até as aulas que eu ministro. Portanto, essa tarefa volta para as minhas mãos. Isso não impede que, vez ou outra, tenhamos colaborações. Acho que elas complementam bastante! Mas a narrativa ficará por minha conta.

Aliás, vamos falar sobre isso? Sobre narrativa? Porque é assim que eu vejo a produção de conteúdo: uma história contada por mim. Uma história que tem uma cadência e uma sequência lógica. Durante muitos anos eu planejei e programei os posts tanto do blog quanto os vídeos do YouTube, por exemplo. Mas aí eu percebi que, na verdade, como escritora, eu sou uma artista, e toda arte é inacabada e depende de inspiração. Isso significa, para mim, no momento, algumas decisões:

  1. Nada de obrigatoriedade de posts diários no blog. Se rolarem, rolaram. Mas não vou ter essa obrigatoriedade. Para mim, a cadência da narrativa é mais importante. Essa mudança vocês podem esperar de imediato por aqui. Não se preocupem que o blog não vai acabar – continua sendo meu meio de expressão preferido. Mas eu vou postar quando quiser. É isso. 😉
  2. O mesmo vai acontecer com a produção de vídeos para o canal no YouTube, embora por lá eu consiga ter alguns vídeos menores rolando (os famosos “cortes”, que já faço antes mesmo de ter esse nome). Eu quero construir essa mesma narrativa por lá, e ainda estou refletindo sobre a melhor maneira de fazer isso dentro da minha rotina.
  3. Se existe uma rede que terá o foco de conteúdos diários, para quem curtir esse tipo de atualização, será o Instagram. Eu finalmente consegui resolver um problema técnico que estava me impedindo de fazer agendamentos na ferramenta, mas agora deu certo. Então consigo construir essa mesma narrativa por lá com mais tranquilidade. Se você curte os conteúdos diários, então, o Instagram é seu lugar para acompanhar.
  4. Todo o restante (podcast e outros) estão na mesma linha do YouTube: quero construir a narrativa e, por enquanto, ainda não decidi como será a frequência. Eu preciso desse tempo, gente. Espero que entendam.

Arte e criação não são programáveis. Claro que eu posso desenhar a minha rotina de modo que me permita abrir espaço para essa criação – e é nisso que a organização ajuda demais. Mas eu quero respeitar a minha “musa”. Ela vive transbordando aqui dentro, e quero respeitar a forma como ela se manifesta diariamente.

O projeto que eu tenho – nós temos por aqui – esse sim, é o nosso projeto de educação. Fizemos uma reunião super legal há algumas semanas com toda a equipe para o desenho e planejamento da nossa universidade corporativa. Esse sim demanda planejamento, orçamento, cronogramas e tudo o mais. E a produção de conteúdo colabora com esse projeto porque estamos falando sobre um trabalho de conhecimento, a construção de um método, minha formação profissional e produção intelectual. Nosso projeto educacional é subversivo e busca transformar de verdade a vida de quem vem conosco nessa trilha. E, sobre isso, a gente vai ter bastante coisa para fazer por aqui nos próximos meses.

Foto tirada pela Simone durante a nossa reunião <3

Escrevi este post para compartilhar com você o que está acontecendo por aqui e como isso impacta no conteúdo que publicamos para você consumir no Vida Organizada. Toda mudança pode parecer desconfortável, e eu te peço paciência sobre isso, até acostumar. Mas a verdade é tudo muda o tempo todo e a impermanência sim é uma constante. Eu me sinto feliz, em paz e bem com essa decisão. Já tenho muitas ideias para o conteúdo e, agora, a tranquilidade de produzi-las no meu tempo, sem a pressa de publicar. Tenho certeza que será bom. Obrigada por estar aqui. Sei que muita gente me acompanha desde o começo, e isso é incrível. Acredito muito no poder dos blogs e não pretendo deixar este espaço que é tão querido para mim e por muitos de vocês. Feliz resto de nossas vidas. <3

Categoria(s) do post: Checklists

Todo mês você encontra no Vida Organizada algumas sugestões de ideias para tornar a sua rotina mais tranquila através da organização.

Leia as sugestões e analise, de acordo com a sua realidade, o que você precisa fazer do que está aqui. Talvez a lista te lembre de outros itens que não estão nela, mas que você considera importantes. Anote! E, se quiser, compartilhe nos comentários deste post, caso acredite que possa ajudar outros leitores também.

Ao identificar algo que precisa fazer, verifique se precisará fazer em algum dia específico ou a qualquer momento, com ou sem prazo. Se for o primeiro caso, organize na agenda e, no segundo, em sua lista de afazeres.

  • Revisar sua agenda e verificar os compromissos e agendamentos para o mês;
  • Revisar seus projetos e ver o que fez no primeiro trimestre – precisa reformular alguma coisa para o segundo trimestre? Como está sua programação?;
  • Quais são os grandes marcos dos seus projetos e objetivos para este mês?;
  • Concluir a declaração do Imposto de Renda;
  • Reorganizar o guarda-roupa;;
  • Doar roupas que não usou no último ano, ao revisar as roupas de frio;
  • Organizar a casa para o outono;
  • Verificar o que precisa de reparos em casa e providenciar soluções;
  • Destralhar os produtos de limpeza na área de serviço;
  • Atualizar o seu currículo (documento, Linkedin e Lattes);
  • Selecionar um livro para ler no mês (no Acampamento Vida Organizada seguimos com a leitura de “Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes“, Stephen Covey);
  • Decidir o que fazer nos próximos feriados e férias de inverno. Se for o caso, planejar financeiramente e reservar onde vai ficar.

Bom abril! <3 

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.