Categoria(s) do post: Tecnologia, Arquivos

A importância deste post é a seguinte: um dos maiores “gaps” de organização das pessoas no dia a dia é ter um lugar confiável para armazenar informações de referência e arquivos – aquilo que não demanda necessariamente nenhum tipo de ação mas que a pessoa quer armazenar para consulta posterior ou referência geral. O Evernote é uma ferramenta que pode ser usada para essa finalidade mas, depois das últimas mudanças de recursos e de design, eu fiquei um pouco desgostosa da ferramenta, testando outras em seu lugar, como o Notion. Esse distanciamento foi bom porque me fez perceber o que eu gostava no Evernote e para que eu poderia continuar usando-o como ferramenta. Neste post, vou mostrar como tenho usado então.

O pulso do Evernote ainda pulsa.

Eu tenho uma vida de notas lá. Uso o Evernote desde 2012 ou 2013. Não faz sentido, para mim, dedicar um tempão “migrando” notas de referência de uma ferramenta para a outra. O que vale, sim, é uma revisão e uma reinstalação, no sentido de configurar a ferramenta para usá-la atendendo minhas necessidades no momento.

No momento, então, a configuração dele está assim:

Cadernos:

  • IN: para tudo o que entra de modo geral e ainda não foi processado, especialmente o que envio via e-mail
  • Arquivo: o arquivo geral, onde está a maioria das coisas no momento, e que pretendo revisar nos próximos meses para fazer uma limpa e entender se essa configuração atual me atende mesmo
  • Artigos: para artigos acadêmicos, porque simplesmente faz mais sentido para mim, é mais fácil de armazenar e consultar
  • Journal: para diário, onde escrevo diariamente (gosto de manter aqui)
  • Scans: recibos, comprovantes e tudo o que digitalizo através do app do celular
  • Web Clipper: tudo o que recolho da web e que não seja um artigo científico vem para cá

A organização por assunto se dá de duas maneiras simples porém efificientes:

  1. Título da nota
  2. Etiquetas

Sem muito segredo mesmo. Peguei uma receita através do Web Clipper, ajustei o título da nota e coloquei a etiqueta “Receitas veganas”. Pronto.

Como falei, nos próximos meses eu pretendo acessar um pouquinho todo dia para ir revisando o que tenho no caderno de arquivo, porque a vida muda, muita coisa guardada não precisa mais ficar ali. Vou deletar notas, mesclar algumas, talvez considerar migrar uma ou outra coisa para outra ferramenta. Mas, por hora, me parece que esse repositório vai funcionar bem para a função que ele faz de melhor, do meu ponto de vista, que é arquivar todas essas coisas digitalizadas, recolhidas da web etc, que quero manter como referência para consulta em algum momento.

Vale a pena dizer que, por mais que existam tantas ferramentas boas no mercado, e que, o Evernote, por exemplo, tenha tantos recursos, a gente não precisa usar todas as ferramentas nem todos os recursos que cada uma oferece. O grande segredo, para mim, está no foco atribuído a cada uma delas. Na minha cabeça, entendendo que o Evernote funciona para TAL coisa, isso faz sentido e torna a manutenção diária da organização muito mais fácil.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.