Categoria(s) do post: Diário da Thais

De acordo com a numerologia cabalística, nós vivenciamos ciclos de nove anos em nossas vidas, desde o ano em que nascemos.

Não nascemos necessariamente em um “ano 1”. Não é essa a conta. Os números são símbolos. Para saber qual o seu ano pessoal, você deve somar o dia, mês e ano do seu último aniversário para saber em que etapa desse ciclo de nove anos você está. Em 25 de setembro de 2019, eu entrei em um ano 1, pois: 2 + 5 + 0 + 9 + 2 + 0 + 1 + 9 = 28 = 2 + 8 = 10 = 1 + 0 = 1

Pelo que aprendi com a minha amiga Wanice (especialista em numerologia cabalística), esse ciclo de nove anos representa uma etapa na nossa vida. O que você começa no ano 1 é aquilo que você vai concluir até o ano 9. Gosto de pensar assim pois me dá perspectiva de médio prazo.

Somos bem grandinhos e respeitosos por aqui mas sempre vale lembrar que não “acredito” em numerologia, astrologia, tarô ou áreas do tipo. Não estamos falando sobre crenças, mas sobre ferramentas esotéricas, holísticas e até lúdicas para o auto-conhecimento. Se você não vê interesse nisso, tá tudo bem. Cada um, cada um.

Com base nisso, agora no dia 25 de setembro de 2020 entrarei no meu ano 2. Então quero fazer uma reflexão sobre como foi esse ano 1 para mim.

Olha eu em setembro 2019, sem máscara em ambiente público

O ano 1 é um ano propício para plantar o que gostaria de colher nos próximos nove anos desse ciclo. Por isso que o ano 9 é tão importante para a gente desapegar daquilo que não serve mais, pois você não gostaria de levar com você nessa nova fase que se inicia.

Também refleti sobre qual seria o meu foco para cada uma das áreas da minha vida nesses próximos nove anos. Veja, é praticamente uma era. Comecei com 38 e terminará com 47. É um período-chave da vida, em que estou concentrada em diversos assuntos específicos, como a consolidação da minha carreira e a educação do filhote. O que eu quero trazer com este post é uma inspiração para que você faça o mesmo tipo de reflexão que eu fiz. Essa reflexão foi transformada em um mapa mental com objetivos de médio prazo, que está no Mind Meister (para quem sempre pergunta sobre a ferramenta, rs).

É interessante analisar que esse ano 1 foi o ano em que vivemos uma pandemia (ou começamos a viver em uma, visto que ainda estamos inseridos nessa realidade). Eu consigo ver com mais clareza todas as coisas que eu finalizei no ano 9 em si do que o que comecei no ano 1. Já conversei bastante com a Wan sobre isso, e ela acredita que o que eu tenha iniciado de maneira mais forte no ano 1 seja a questão do autocuidado, do Ayurveda, de trazer um significado mais apurado das coisas importantes para mim na minha vida. Acho que a interpretação dela foi certeira. Eu sempre pensava em termos de projetos e iniciativas, mas de fato eu abri mão de um estilo de vida e abracei outro com convicção no ano passado. Com certeza ele reflete o que comecei a construir e ainda quero aprimorar nos próximos anos.

Aquele vídeo “eu mudei”, que publiquei este ano no canal, é um vídeo que demonstra de maneira clara o que estou escrevendo aqui. Não sei se você já viu mas, se não, acredito que valha a pena. É bem interessante.

Encontrei esse trecho incrível sobre o ano 1 e compartilho com vocês porque concordo 100% com o que vivi nesse último ano:

Um ano pessoal 1 representa simbolicamente o início de um novo ciclo ou a oportunidade de recomeçar uma nova etapa ou fase da nossa vida. Esta fase, ou este ano pessoal, é gerador de movimento. Movimento puro, mas sem direcção aparente. Teremos de ser nós a apontar o norte, a dar uma indicação, uma direção a este movimento.

Para onde nos estamos a dirigir? Para onde queremos levar a nossa intenção? E com que intensidade?
Este é o ano ideal para manifestar as nossas intenções, transformando-as em algo palpável, porém, sem nenhuma direcção, sem nenhuma base ou estrutura, os nossos projectos estarão condenados ao fracasso ab initio.

É necessário que tenhamos já construído os alicerces, os fundamentos sobre os quais poderemos iniciar esta nova fase da vida, que pode estar relacionada com uma aprendizagem puramente material, uma descoberta no campo espiritual, uma nova forma de apreender o nosso campo emocional ou mental ou uma fusão de todas estas partes.

Por outro lado, é tempo de recolher as bênçãos (fruto de tudo o que conquistámos no passado, dos nossos esforços e dos nossos empreendimentos sérios, honestos e responsáveis). O sucesso e a abundância estão garantidos, para quem trabalhou afincadamente e não recuou ante desafio algum, por mais difícil que este se tivesse revelado. Convém no entanto manter um estado de serenidade interior, evitando todo o tipo de excessos no que toca a vaidade, orgulho ou ambição.

Um estado mental e emocional tranquilo permite que novas ideias e soluções continuem a aflorar ao nosso espírito. Em alguns casos essas ideias roçarão mesmo a genialidade, pois o processo criativo está em marcha, e só uma mente perturbada ou um coração fechado, poderão impedir que este fluxo nos invada.

Todo o empenho e trabalho árduo que dedicámos até aqui, a nível pessoal, a melhorar, a afinar e a aperfeiçoar a nossa vida, trará benefícios e transformações surpreendentes. Tudo o que nos eleva a nível pessoal tem uma contrapartida na nossa caminhada espiritual. Mas o pessoal e o espiritual são uma coisa só, pois na realidade não se pode separar aquilo que um dia foi unido e entrelaçado com um propósito cósmico.

É muito importante também, num ano com este simbolismo, manter o foco e a concentração, não só por conta do afluxo de novas ideias-semente ou soluções criativas, como mencionei acima, mas também para permitir que a confiança nas nossas capacidades, inteligência e sabedoria possam atingir camadas mais profundas, podendo dessa forma expandir-se e desenvolver-se em níveis cada vez mais elevados.

Fisicamente, sentir-nos-emos em boa forma, vibrando em alegria e boa disposição, pois o ano, ou melhor, o Número que rege o ano pessoal, puxará, do ponto de vista energético, por cada um de nós, havendo ainda lugar a uma excelente predisposição para sanar quaisquer emoções (a precisar de atenção) que possam emergir do mais fundo de nós mesmos.

Iremos precisar desta condição para progredir nesta frequência ao longo de todo o ano, pois seremos confrontados com escolhas arriscadas, que exigirão disponibilidade interna, firmeza, determinação, pragmatismo (é tempo de sair da ilusão e lidar com a realidade dura, nua e crua desta jornada), persistência, dinamismo e uma imensa força de vontade (lembremo-nos que querer é poder).

Seremos postos à prova no que diz respeito a todo o tipo de contratempos, atrasos, impedimentos, etc. e teremos que saber lidar com cada um desses momentos com serenidade, discernimento e sabedoria.

A nossa visão tornar-se-á mais clara, mais distinta, se optarmos por observar cada situação através de uma lente que amplie o nosso campo de visão e se soubermos percepcionar o mundo através de uma atitude mais altruísta e compassiva.

A nossa capacidade de nos tornarmos independentes será posta à prova a todos os níveis, não com o intuito de nos tornarmos inacessíveis e distantes do outro, mas para que se torne possível praticarmos a nossa autonomia enquanto indivíduos, sem estarmos sempre a necessitar de validação externa. O mundo não tem que nos aprovar ou desaprovar. Nós somos parte do mundo e temos uma palavra a dizer. Somos nós que aprovamos e desaprovamos a nós mesmos através dos nossos filtros tantas e tantas vezes desajustados.

Este é um ano mágico, um ano em que podemos e devemos usar a nossa magia interior de fazer acontecer. E só através do amor-próprio e da generosidade da nossa alma posta ao serviço do outro, poderemos activar a magia de fazer acontecer.

Pretendo escrever ainda um post sobre minhas perspectivas para o ano pessoal 2, trazendo alguns significados interessantes para vocês.

Categoria(s) do post: Finanças

Existem alguns posts que gosto de publicar de tempos em tempos para trazer atualizações para vocês. O último sobre como organizo as minhas finanças foi publicado em 2018, apesar de, no ano passado, eu ter feito uma série com vários posts compartilhando como estava fazendo. De qualquer maneira, segue um post atualizado com a versão 2020. 🙂

Vale começar este post dizendo que tenho um perfil conservador-moderado para finanças. Ter estabilidade financeira é muito importante para mim porque vi minha família passar por maus bocados e eu mesma já tive dificuldades em algumas épocas da minha vida. Logo, em vez de acumular “coisas” compradas, prefiro ser uma pessoa que acumula “dinheiros”, e a base disso é basicamente reduzir o padrão de vida e evitar gastos no dia a dia. Não sou nenhum Tio Patinhas nem tenho milhões, mas ter tomado algumas decisões no último ano ajudou muito a minha sanidade mental com relação a esse assunto.

Aprendi MUITO no último ano. Mas acredito que consiga resumir esses aprendizados em três aspectos:

  • custo fixo é uma coisa que você tem que repensar sempre porque senão só aumenta e acaba criando algemas na sua vida, e isso é bem chato;
  • eu prefiro ganhar menos e ter mais qualidade de vida a ganhar mais e ficar presa a uma série de compromissos que vão prejudicar a minha saúde, meu tempo com o nosso filho e outros projetos que sejam importantes para mim;
  • não tem por que gastar dinheiro para ter a posse de coisas. “do mundo não se leva nada”. aprendi a apreciar as coisas sem precisar comprá-las para “ter”.

Há alguns anos, guardar dinheiro virou quase que uma obsessão (saudável) para mim. Amo o meu trabalho e quero fazer o que faço por toda a vida. Proteger esse trabalho significa investir nas coisas certas – tempo, dinheiro, energia. Então eu faço investimentos sim quando necessário, quando sinto que terei um retorno importante, mas nunca gastando um dinheiro que me deixe preocupada.

Aliás, o parâmetro do “ficar preocupada” me ajuda na tomada de decisões. Por exemplo, este ano eu queria ter entrado no Doutorado no segundo semestre. Antes de pleitear bolsa, eu precisaria pagar um semestre inteiro pelo menos, e é uma mensalidade salgada (falei mais sobre esse planejamento em outro post). Eu guardei o dinheiro necessário para a empreitada, mas pensei que, se eu ingressasse no doutorado, com a pandemia e tudo o que está rolando, sem saber como ficaria o faturamento do meu negócio, isso apenas me traria mais preocupações. Logo, adiei os planos. Esse é apenas um dos vários exemplos que eu poderia dar relacionados a esse tema. Se é um dinheiro que pode fazer falta, penso 300 vezes antes de investir.

Guardar dinheiro como “obsessão” tinha um primeiro foco: montar uma reserva financeira (o famoso “fundo de emergência”) para alguns meses, em caso de qualquer coisa que acontecesse – crise econômica no Brasil, uma pandemia no mundo e qualquer outra coisa relacionada. Aconteceram todas as crises possíveis. rs E ter guardado dinheiro foi o que me fez passar por elas sem ter fechado minha empresa, por exemplo, ou tendo que recorrer a recursos que complicariam ainda mais a minha vida, como pedir um empréstimo. Mas o essencial, em paralelo, foi ter reduzido o nosso custo de vida. Hoje, acho que o nosso maior gasto fixo mensal é com o plano de saúde, que consideramos necessário, e a escola do filhote, que para mim não é negociável (quero proporcionar a ele a melhor educação que eu puder). Não pagamos mais aluguel, quitamos o nosso carro, e conseguimos economizar bastante de modo geral. Isso me permitiu investir em outros elementos que antes eu achava “caros”, como alimentos orgânicos, e que me ajudam a ter uma saúde melhor.

Bem, na página acima você confere o cartão de “Finanças” dentro de uma página onde organizo todas as áreas da minha vida dentro do Notion (estou fazendo uma migração para a ferramenta para compartilhar o processo com vocês aos poucos). Uma vez por mês, ou sempre que sinto necessidade, reviso cada uma dessas áreas para refletir sobre o que está funcionando, o que não está, o que preciso mudar ou quero tomar de providência a respeito.

Procuro manter essa revisão simples para evitar complicações mesmo. Não tem por que ser complicado aqui. A questão da mentalidade para mim é muito importante, reforçada diariamente lendo minhas afirmações positivas e lendo livros de pessoas que eu gosto, como o Nap Hill.

Nós temos esses dois bens, que para mim são muito importantes, que são a nossa casa e o nosso carro. Considero adquirir mais um bem em algum momento (provavelmente um imóvel comercial), para usar para o meu trabalho ou alugar e ter uma fonte de renda futuramente. Eu tenho um investimento relacionado a isso.

Nos últimos anos, eu tinha a ideia de comprar um terreno no interior para construir uma casinha, ou até mesmo participar de uma ecovila. Depois de muita reflexão, percebi que esse bem não se encaixaria no nosso estilo de vida e que apenas traria mais custos fixos. É uma reflexão que posso trazer em outro post, se vocês tiverem interesse, para não deixar este post aqui muito grande, mas foi um processo importante de decisão para mim, e que levou vários anos até eu resolver completamente.

Bom, esses são os investimentos que eu tenho, basicamente. Cada vez mais, tenho adotado a ideia de ter um investimento para demais projetos. Por exemplo, se quero fazer uma viagem, crio um investimento. Como no momento não tenho qualquer viagem em vista, não vem exatamente ao caso, mas quis comentar. Acima estão os investimentos que tenho.

Fundo de emergência fica na poupança mesmo, para resgate mais fácil (no último ano não vi vantagem em mudar nem para Tesouro SELIC, escolha pessoal, sorry). Aposentadoria entra em CDBs diversos (2035, 2045), além do FGTS que eu pago mensalmente através da minha empresa. Faculdade do Paul também é um CDB para resgate em 10 anos. E a sala comercial é um investimento recente que venho fazendo, com aquela tradicional continha que a gente faz investindo o valor que “sobra” entre o que pagaria numa parcela menos o valor atual do aluguel + o valor que eu poderia dar de entrada no momento.

Não tenho interesse no momento em outros investimentos, como títulos ou fundos imobiliários, apesar de considerar interessantes. Creio que cada pessoa seja sua melhor juíza para entender o perfil e decidir por si mesma.

Na parte de gestão administrativa, entra a gestão diária mesmo da coisa toda. Eu mantenho dívidas e financiamentos não porque tenhamos algo, mas para me lembrar que isso sempre pode acontecer. Cartões de crédito eu uso apenas para acumular milhas / pontos e pagar por serviços que sejam necessários, especialmente da empresa – anúncios, assinaturas de serviços, e sempre pago integralmente, como parte do orçamento mensal mesmo.

Duas perguntas que geralmente surgem quando falo sobre finanças:

  1. Como você registra os seus gastos diários?
  2. Você tem uma planilha de gastos?

Respondendo a primeira. Eu evito gastos a todo custo. É assim que controlo. Se precisamos comprar algo, economizo o quanto puder, faço pesquisas, e entra no nosso orçamento. É simples assim. Não registro cada real gasto, pois não vejo necessidade. Uma vez por semana, analiso o extrato bancário para ver como gastamos dinheiro e então tomar providências, se for necessário. O que gastamos é o que temos como orçamento. Por exemplo, se eu gastei 50 reais na feira, sei que é o que costumo gastar mesmo. Já fiz muitos registros de gastos na vida para saber o que está dentro da média. Não considero esse registro micro necessário hoje em dia.

Respondendo a segunda. Mantenho uma planilha para os gastos da empresa, pois esses entram na minha declaração do Imposto de Renda e envolve mais números. É uma planilha simples, dividida por meses do ano, em que listo as contas: aluguel, internet, serviços diversos.

Quando tenho um projeto da empresa, por exemplo, a campanha para o lançamento de uma turma nova do meu curso, eu faço uma estimativa de faturamento e, com base nela, planejo algumas ações: investimento em anúncios, em design, em serviços. O mesmo vale para projetos pessoais. Se queremos fazer algo, geralmente crio também uma planilha de gastos. Por exemplo, a reforma da garagem. Quanto podemos gastar? Quanto custa cada coisa? Há necessidade de ajustes? Etc.

Com toda a sinceridade e com todo o respeito, eu acho que tais ferramentas são os componentes menos importantes do processo de organização das finanças. São apenas ferramentas de suporte, que uso para verificação conforme a necessidade, mas que nem de longe representam os pontos-chave de qualquer processo de organização financeira. Não faça delas o foco, pois o foco deve estar em você, no seu processo, nos seus hábitos, especialmente de revisão.

Obviamente, a revisão de cada uma das áreas e cada uma de suas responsabilidades tem o seguinte foco: estou satisfeita com essa área da maneira como ela está hoje? Se não estiver, identifico projetos potencialmente úteis para que a área chegue em um nível que me deixe satisfeita. Por exemplo, tenho um projeto atual (recorrente, faço todo final de ano) para revisar os nossos planos de assinatura para cancelar aqueles que não fazem mais sentido e explorar planos melhores ou mais em conta).

Em nível “térreo”, tenho alguns lembretes de coisas relacionadas a finanças que estão no meu calendário, como o vencimento das contas (costumo inserir a conta, de que conta bancária ela será debitada, se está em débito automático e quem é o responsável pelo pagamento da mesma). Também é comum ter algumas ações pontuais ou recorrentes como “tirar $ do banco” ou “telefonar no banco para desbloquear o novo cartão”.

Os projetos são revisados semanalmente, junto com os projetos de outras áreas da vida. Os objetivos eu reviso a cada três meses ou sempre que sentir vontade ou necessidade.

Quero comentar uma coisa, para finalizar, que venho fazendo questão de comentar sempre, em todos os posts. Eu sou uma pessoa com uma mentalidade positiva sempre. Sei que nem todo mundo se identifica com isso. Mas eu sou MUITO “poliana”, a pessoa que vê sempre o lado bom das coisas. Acho que isso define muito como eu tomo as minhas decisões e encaro a vida. Acaba se refletindo em todas as áreas, inclusive finanças.

Categoria(s) do post: Downloads

Um dos exercícios que eu aprendi a fazer na minha formação de coaching se chama roda da vida. Trata-se de uma ferramenta que você utiliza para refletir sobre o seu nível de satisfação em cada uma das áreas e usar isso para decidir algumas questões importantes para a sua vida.

É uma técnica que costumo usar regularmente. Pelo menos uma vez por mês, para avaliar como estou entrando no novo mês (como uma espécie de “check-in” do mês em questão) ou sempre que sinto necessidade de reavaliar a minha vida (por exemplo, quando começou a quarentena, na pandemia).

Para usá-la, é muito simples: você pode desenhar, listar as áreas, fazer em formato de mapa mental, ou simplesmente baixar um arquivo (vou deixar disponível aqui para você). Reflita sobre cada uma das áreas, pensando: qual meu nível de satisfação nessa área no momento? Você pode pintar, se for o arquivo com a roda mesmo, ou dar uma nota de 1 a 10.

Dar nota 10 não significa que está tudo perfeito naquela área – isso não existe. Significa apenas que você está satisfeita/o com ela como ela está. Caso não esteja satisfeita/o, por quê? Essa reflexão é super importante para você identificar o que precisa mudar ou focar naquele momento em cada uma das áreas.

Outro exercício legal de se fazer é escolher uma área para dar foco durante um tempo. Pode ser para o ano em questão ou apenas durante algum período. Por exemplo, no início da quarentena, eu achei importante focar na minha saúde mental (área: equilíbrio emocional). Foi bastante acertado, e a ideia é personalizar sempre de acordo com as suas necessidades.

Outra dúvida comum que existe é, por exemplo: posso dar 0 para espiritualidade se eu for ateu? Ou: posso dar 0 para amor se eu não estiver em um relacionamento? Lembre-se que não se trata de ter ou não coisas ou convenções dentro de cada área, mas como você se sente com relação a ela – seu nível de satisfação. Se você for um ateu feliz, significa que sua área espiritualidade está super ok para você, então você pode se dar nota 10. A gente só não consegue dar 10 quando rola um incômodo, sabe? E perceber esse incômodo é uma das maiores formas de autoconhecimento, acho muito legal.

Outra pergunta que costuma aparecer quando faço esse exercício em grupo ou com outra pessoa é: tenho que escolher só uma área para focar no momento? Todas estão precisando da minha atenção! Sim, essa é justamente a ideia! Todas estão precisando de atenção, mas se estão nesse estado é porque você não está conseguindo focar em tudo ao mesmo tempo, entende? Logo, você deve refletir assim: qual dessas áreas, se eu focar agora, vai impactar mais todas as outras? É um exercício de foco mesmo. Você escolhe uma e depois vai trazendo as outras. Mas é fato que todas vão melhorando à medida que uma bastante importante no momento melhora também.

Recomendo fortemente esse exercício como uma ferramenta de auto-conhecimento e auto-análise, de tempos em tempos, na frequência que você considerar melhor para você. Clique aqui para baixar o modelo.

Categoria(s) do post: Receitas

Não que essa receita tenha sido um primor de qualidade, mas ficou bem gostosa, é prática e rápida, e para mim isso é o que importa muitas vezes!

Amassei uma banana em uma cumbuca e aí misturei: um pouco de leite de aveia (cerca de meia xícara), duas colheres de farinha de linhaça moída, uma colher de pasta de amendoim, uma polvilhada de açúcar demerara e misturei até virar uma papinha mesmo. Só essa papinha já seria excelente para você comer, se quisesse. Mas eu quis tentar algo diferente.

Na frigideira, coloquei uma colher de óleo de coco e esparramei a pastinha em pequenas bolinhas, como se fossem panquecas. Você tem que ir levantando com uma espátula para ver se deram o ponto embaixo (levemente torradinhas), para então virar e “fritar” o outro lado.

Elas ficarão torradinhas por fora, com essa casquinha crocante, e bem cremosas por dentro. Não são nada de mais, mas dão um ar diferente ao café-da-manhã. Coloquei no prato com um pouco de leite de aveia por cima e polvilhei canela.

Tenho compartilhado mais minhas receitas diversas por aqui a pedido de vocês, principalmente no Instagram. São receitas vegetarianas e acredito que possam funcionar como fonte de ideias. Publicando no blog, ficam como referência fácil para indicar sempre que eu fizer e mostrar nas redes sociais. Aproveita pra me dizer nos comentários se você gosta de ver receitinhas por aqui? Obrigada!

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Anual

Você pode achar estranho eu estar falando sobre esse assunto em setembro, mas eu gosto de começar a planejar o meu ano na época do meu aniversário, que acontece este mês. Apesar de vivenciar e respeitar o ano novo civil (que começa no dia 1 de janeiro), eu amo a sensação de “anos novos” de maneira geral – chinês, astrológico, judaico, assim como o meu ano novo pessoal, que começa no dia do meu aniversário. Se a gente parar para pensar, todo dia é um ano novo, e eu sinceramente gosto muito dessa percepção, pois me permite repensar e renovar todos os dias, sem apego ao passado e coisas, situações, que eu não deveria mais vivenciar.

Começar a pensar nesse planejamento me ajuda a revisar o ano que está acabando e o que eu espero para o próximo. Ainda vou fazer várias dessas ações, mas quis compartilhar um post inicial para dizer o que pretendo fazer, para você acompanhar mesmo, se quiser pensar em algo parecido para o seu planejamento anual.

  • Todo ano, eu publico aqui no blog um texto no dia do meu aniversário com as minhas percepções sobre a vida no geral. Este ano vou completar 39 anos no dia 25 de setembro. Será meu último ano na minha década de 30 (que engraçado). Se quiser, leia o post dos 38. Escrever esse post é sempre uma oportunidade legal de reflexão que eu faço anualmente.
  • Eu adoro acompanhar o ciclo de nove anos dentro da numerologia cabalística, influenciada grandemente pela minha amiga Wanice Bon’Ávigo. Inicio um ano pessoal 2 entre 25/09/20 e 25/09/21, mas confesso que já venho sentindo os efeitos desse número há algumas semanas (a Wan disse que é normal!). Pretendo estudar o assunto e falar mais sobre isso em outro post ainda este mês. No ano passado, eu fiz um post sobre o ciclo de 9 anos que começou no meu último aniversário, caso você queira ler minhas percepções sobre esse ciclo.
  • Pretendo revisar todo o meu material de planejamento de vida que desenvolvi para o meu workshop presencial, que agora é parte do meu curso online, onde fazemos diversos exercícios de auto-conhecimento e o planejamento a longo, médio e curto prazo, fazendo um recorte para o ano em questão. Isso me ajuda muuuuito a ter uma noção de qual deve ser o meu foco para o ano, que área pretendo focar mais, que foco quero dar para cada uma das áreas da vida etc etc.
  • Também gosto de fazer uma reflexão com a mandala do ano usando o tarô. Algumas pessoas acham engraçado eu gostar do tarô mesmo sendo budista. Isso parte de uma concepção um pouco equivocada sobre ambas as coisas. Budismo é a minha religião e afeta as minhas crenças sobre a vida, o divino e o mundo em geral. O tarô é uma ferramenta de reflexão e auto conhecimento, não uma “crença”. Logo, uma coisa não afeta a outra. É uma ferramenta, apenas!
  • Ainda nessa mesma linha, também gosto de refletir sobre a minha revolução solar, que é basicamente um mapa astrológico sobre a influência dos astros no meu ano. Tenho uma pessoa que todo ano faz esse mapa para mim, e adoro! São reflexões que costumo acompanhar ao longo do ano para refletir sobre como a minha vida está acontecendo. Não se trata de “basear minhas decisões nesses acontecimentos”, mas de usar como ferramentas de auto conhecimento, como falei.

Todas essas reflexões nessa época do ano me ajudam a ter mais foco em atividades de planejamento e, no final do ano, entre novembro e dezembro, costumo organizar um grande evento aqui no blog para ajudar todo mundo de modo geral a se planejar para o ano que vem. Pós-pandemia, imagino que todos queiram mais do que nunca renovar as energias, então já estou preparando algo muito especial para dezembro. <3 Em breve falarei mais, mas já gostaria de avisar, para você saber.

Categoria(s) do post: Diário da Thais, Plenitude & Felicidade, Empreendedorismo

Muitas pessoas me perguntam “o que eu faço” e, se você tem mais ou menos a minha idade nesse momento do mundo em que vivemos, sabe que fica cada vez mais complexo explicar o que se faz quando não existe mais uma linearidade das profissões e carreiras.

De modo geral, costumo responder de acordo com a bagagem da pessoa ou o contexto. Se estiver em um evento acadêmico, digo que sou Mestra em comunicação, planejando o Doutorado. Se estiver em um evento de marketing, digo que sou criadora de conteúdo, ou youtuber. As pessoas entendem. Se eu estiver assinando a ficha do check-in do hotel, prefiro escrever que sou publicitária – gera menos perguntas. Enfim, de acordo com o contexto, respondo algo que realmente sou, mas com um recorte apropriado.

O Vida Organizada nasceu como um hobby, em 2006, e de lá para cá foi sendo gerido e construído junto comigo, proporcionando oportunidades de mudança profissional. Em 2014, pedi demissão do meu último emprego e passei a viver exclusivamente deste trabalho. Desde então, nunca mais tive um “emprego”. Virei autônoma, fiz a empresa crescer, contratei, demiti, quis ter uma empresa grande, quis ter uma empresa menor, e amadureci de diferentes maneiras em um processo que me fez aprender demais sobre o que eu quero e o que eu não quero para mim.

Se eu tivesse que resumir o que faço hoje, diria que o Vida Organizada trata-se de conteúdo educacional. Eu trabalho com criação e produção de conteúdo, mas também como professora, escritora e pesquisadora, e tudo isso se reflete nos diferentes produtos do meu trabalho.

O curso online do Método Vida Organizada é o meu trabalho principal. O desenho do método em si, algo a ser construído a médio prazo, em décadas, é o meu trabalho principal, na verdade. O curso é uma extensão dele. Além do curso, tem o blog, o YouTube, o Instagram, o Telegram, o podcast que logo vai nascer, os meus livros e toda a minha história de vida.

Para onde a minha empresa está caminhando? Para o aperfeiçoamento desse método, para a melhoria de todos os cursos online que ofereço, para a minha tese de Doutorado, para mais pesquisas, mais aprendizados sobre andragogia, design instrucional, transição pedagógica, novas tecnologias para a educação e produção de conteúdo, escrita, eventos de impacto inspiracional.

Quando faço aqueles exercícios de projeção para o trabalho, pensando em 5, 10 anos, permito-me confiar no tempo. Durante os últimos seis anos, planejei e executei assertivamente. Tudo o que quis fazer, eu fiz. Tudo o que quis conquistar, consegui. E, nesse processo, aprendi que, com a cabeça que eu tenho hoje, eu não consigo entender o cenário que vou ter daqui a cinco anos. Planejo sim, um montão de coisas, mas acima de tudo me permito viver e deixar a vida acontecer. Eu sou uma nova pessoa. Aprendo muito, e tenho muito foco nesse trabalho no momento presente. Quando eu foco em fazer bem o trabalho que já faço, novas oportunidades surgem e, com elas, vontades. Ideias. Iniciativas. Quero me permitir experimentar tudo isso à medida que trabalho em tudo aquilo que já existe.

Claro que tenho metas de faturamento, de número de seguidores para o canal no YouTube, essas coisas materiais e mundanas que representam métricas para avaliar o resultado desse trabalho. Mas o resultado real é a transformação das pessoas, do mundo, de mim mesma, da minha família, do trabalho. Aperfeiçoar diariamente. A prática traz a melhoria.

Photo by Dan Taylor

Tenho tantas ideias e coisas que quero fazer! Sinceramente, acho que tenho ideias para implementar para o resto da vida, se deixar! A grande questão é: a pessoa que criou essas ideias será a mesma pessoa que vai implementá-las algum dia? Sabe-se lá. Prefiro viver com os resultados desse processo de criação. Tenho sim projeções, mas estou focada no momento presente. Hoje, meu trabalho tem muita coisa legal acontecendo, e todas as coisas estão sendo melhoradas, aperfeiçoadas, refinadas. É isso. o trabalho atual em si já representa muitas oportunidades de melhorias, e esse é o meu foco.

Acho incrível parar para analisar a mentalidade da Thais no início de 2018 para a mentalidade da Thais quase no final de 2020. Há um ano, eu estava assustada com a velocidade das minhas conquistas. Tudo o que eu queria ter feito, eu fiz. Nada parecia tão impossível. Mas ter alcançado vários objetivos me fez vivenciar o cenário que foi criado por eles. E foi quando percebi que queria reajustar a minha rota.

É um sentimento interessante porque, ao mesmo tempo que me sinto profundamente conectada ao meu trabalho, eu também me sinto pacificamente separada dele. O que quero dizer é que não gero apego. Se eu quiser ou tiver que trabalhar com outra coisa, tá tudo bem. O propósito transcende os formatos. Formatos são o “como”. O “por que” continua.

Sei que sou privilegiada pelas escolhas que posso fazer hoje e pela autonomia que tenho com este trabalho. Mas, justamente por ter esse privilégio, sinto-me na obrigação de honrá-lo. Ikigai é mais do que trabalho.

Não deixo de sorrir sutilmente ao perceber que, na tentativa de fazer, no movimento, eu me tornei zen. Ensõ.

Categoria(s) do post: Trimestral

Muitas pessoas têm dito que 2020 foi “o ano que nunca existiu”. Um ano vago. Um ano em que todos paramos, ficamos em casa. Empresas fecharam. Pessoas foram demitidas. Projetos e planos foram cancelados.

De alguma maneira, a vida continuou acontecendo. Não para todos. Muitas vidas foram perdidas. Familiares perderam pessoas queridas. Isso é muito difícil, e toda compaixão do mundo deve ser voltada a eles.

Mas, para nós, que continuamos com o privilégio da vida, as coisas continuaram acontecendo. Talvez em um ritmo diferente, mas precisaram continuar. Aos poucos, todo mundo foi se adaptando, criando novas maneiras de organizar suas atividades, estudar, trabalhar. Nesse contexto, como encarar o último trimestre? Espero que este post ajude.

Construa um mapa mental com as áreas da sua vida

Faça um mapa mental de todas as áreas de responsabilidade atuais em sua vida e reflita sobre a importância que você está dando a cada uma delas. Isso dá muito certo para mim, porque só de montar esse mapa mental eu já percebo que tem algumas áreas sendo mais privilegiadas que outras. Escreva suas reflexões para decidir o que fazer com elas mais tarde.

Garanta o equilíbrio dos períodos do dia na sua agenda

Como está sua agenda hoje? Ela reflete bem o que você precisa fazer ao longo da semana? É importante ter seus compromissos em ordem para saber quanto tempo você tem disponível para investir em outras frentes. Mas, além de um bom planejamento (aprenda como fazer aqui), você precisa observar o equilíbrio entre as diversas atividades. Tenho um post em que comento mais sobre isso. Vale a leitura.

Tenha um inventário de todos os seus projetos em andamento (e incubados)

Projetos são todos os resultados desejados que você quer concluir em até um ano (definição do GTD™). Uma lista de projetos traz todos os seus projetos em andamento. O ano não significa apenas o ano civil atual, mas o período de 12 meses entre o seu hoje e o ano que vem. Uma lista de projetos incubados traz tudo aquilo que simplesmente não está em andamento no momento. Ter uma lista com todos os seus projetos em andamento garante muita clareza, controle e foco.

Revise os seus objetivos de curto prazo

Objetivos de curto prazo são aqueles que você pretende alcançar de hoje a dois anos. Não costumo trabalhar com “resoluções de ano novo” porque o período de dois anos parece mais realista quando falamos de objetivos de curto prazo. O que a gente quer alcançar nesse período deve desmembrar projetos que podemos começar a trabalhar agora ou daqui a algum tempo (em breve). Analise seus objetivos de curto prazo, então, e verifique se seus projetos atuais refletem o que você pretende.

Faça uma lista do que quer finalizar até dezembro

Qual o seu foco? O que você pretende concluir ainda este ano? O que é realmente prioridade? Essa pequena reflexão é muito importante e pode te ajudar a deixar as prioridades ainda mais claras.

Pare de se cobrar tanto

2020 não está sendo fácil, mas é possível que você tenha tomado decisões e realizado algumas coisas nos três trimestres dele até aqui. Permita-se errar. Permita-se ir devagar. E, acima de tudo, permita-se agradecer e celebrar as suas conquistas, que seja o fato de estar vivo/a em um ano que tantos morreram. Você teve essa chance. Por favor, não a desperdice.

Fique em paz.

Categoria(s) do post: Tecnologia

Às vezes as coisas acontecem de forma tão rápida que os posts vão se acumulando em fila para eu postar. Que bom!

Há algum tempo, meu amigo Victor e eu fizemos uma LIVE sobre o Trello, automações usando o Butler, e o Victor compartilhou muito gentilmente um painel que ele construiu com ferramentas de organização para as diferentes categorias de informações que você possa vir a ter no seu processo pessoal. A ideia desse painel é justamente ser colaborativo – todos podem acessar e fazer sugestões de ferramentas.

Você pode acessar para consulta ou interagir, se quiser.

É um bom painel de referência para que você conheça as ferramentas existentes e possa, com isso, refletir sobre quais ferramentas te atendem melhor em diferentes categorias.

Agradeço demais o Victor por essa iniciativa e pela nossa LIVE, que foi muito legal. Obrigada! Espero que vocês gostem também.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Receitas

Outro dia postei essa foto no Instagram e muitas pessoas me pediram para ensinar como fazer. Então estou escrevendo este post no blog para ficar como referência.

Eu tinha feito o leite de aveia há uns dois dias, então toda vez que faço algum leite vegetal eu gosto de aproveitar para fazer várias receitas em que posso aproveitá-lo. Para fazer o leite, eu bati (no liquidificador) farelo de aveia com água, medindo de acordo com a consistência que eu queria que ficasse. Eu não coloco açúcar nem nada – deixo pra “temperar” quando for preparar alguma receita. Nesse caso, eu quis fazer o leite mais grosso justamente para usá-lo como creme. Ontem coloquei no chá verde, usei no tofu mexido (já tem receita aqui no blog), hoje fiz mingau, e mais tarde vou fazer um macarrão com molho branco. O bom do leite de aveia é que ele é mais “gosmento”, então essa consistência pode ser aproveitada em receitas que demandem essa textura.

Hoje eu tinha alguns restos de frutas que precisava usar senão as perderia. Para ser mais exata: uma maçã pequena, meio mamão cortado e uma banana bem madura. Eu coloquei cerca de uma xícara do meu leite de aveia na panela, cortei as frutas em pedaços menores (para cozinharem mais rápido) e mexi durante uns 5 minutos, ou até as frutas ficarem molinhas. Eu coloquei um pouco de açúcar demerara, mas achei que ficou muito doce, então use a gosto.

Por cima, eu tinha também duas tâmaras na geladeira que eu precisava comer, então tirei os caroços, fatiei e enfeitei por cima. O suco na foto é de laranja com couve.

É uma boa receita de café-da-manhã vegetariano e que sustenta bastante, além de ser boa para aqueles dias em que a gente fica com vontade de comer doce.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Semanal

Desde o início da quarentena, em março, eu percebi que os dias dentro de casa tendiam a entrar em um certo looping, parecendo que todos eram iguais. Para evitar essa sensação, eu decidi que deveria ter um dia da semana para fazer o RESET, e esse dia seria o domingo. Para melhorar ainda mais essa experiência, recentemente eu defini o domingo como um dia dedicado a planejamentos de modo geral. Criei um lembrete na minha agenda, com recorrência semanal, para todo domingo, onde eu inseri as seguintes informações:

Eu uso o método GTD e, por isso, toda semana eu faço a Revisão Semanal, que é uma checklist de 11 passos para revisar o meu sistema, as listas e mantê-las atualizadas. Depois dessa revisão, eu gosto de planejar a minha semana, que faço com base nas informações organizadas.

Além disso, gosto de “usar” o domingo para fazer planejamentos de modo geral. Para a casa, para mim, para o trabalho, para tudo o que eu estiver a fim no momento. Tem sido uma delícia fazer isso, porque é um dia em que vivo intencionalmente. Com sinceridade, busco viver assim todos os dias, mas o domingo tem um ar diferente, mais especial, talvez por não haver tantas interrupções.

Dependendo da época do ano, do trimestre, do mês, ou simplesmente da minha vontade, faço outros tipos de planejamentos. É uma maneira legal de manter a vida alinhada, coerente.

Se você quiser ter uma experiência parecida, recomendo que comece criando um compromisso recorrente na sua agenda, para repetir toda semana (domingo), como “dia inteiro” (isso significa que não pegará nenhum horário específico). Ao longo do dia, desde a hora em que acordar, vá fazendo atividades de planejamento de modo leve, sentindo o ritmo do dia. Planeje a semana, planeje as refeições que a família terá, faça outros planejamentos conforme necessário (no meu caso, eu planejo os conteúdos dos diversos canais do Vida Organizada, além de as aulas que preciso gravar ao longo da semana, entre outras atividades profissionais).

O processo pessoal de organização é uma construção diária. Não pense no “todo”, se é que isso existe. Faça algo HOJE. Vá consolidando, com o passar do tempo. Aos poucos, você sentirá a diferença na sua vida, na sua rotina ficando mais calma e significativa.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Rotinas, Vida Organizada, Diário

Já faz alguns anos que estabeleci essa prática, mas eu vou alternando entre fazê-la e não fazê-la conforme sinto vontade. É atribuir um contexto para cada dia da minha semana e, no dia em questão, procuro:

  • fazer agendamentos relacionados àquele dia
  • revisar meus projetos naquela área
  • fazer planejamento de alguns projetos relacionados
  • trabalhar mais focada em atividades que demandem um bloco de tempo maior

Pela primeira vez nessa “quarentena”, eu tive vontade de fazer, e tem dado bastante certo para a minha configuração atual. Basicamente:

DOMINGO
Projetos pessoais, estudos, planejamentos de vida

SEGUNDA
Marketing, direcionamento da empresa, estratégia

TERCA
Learning, meus cursos

QUARTA
Conteúdo, livros

QUINTA
Mestrado, Doutorado, certificações (carreira)

SEXTA
Administrativo, pendências, burocracias diversas

SÁBADO
Casa e família

Como quem acompanha o blog há mais tempo sabe, toda semana eu faço a Revisão Semanal do GTD, onde reviso todos os meus projetos como um todo. No entanto, se identifico que um ou mais deles precisam de uma atenção maior, ou de um planejamento específico, eu planejo essa próxima ação para fazer no dia da semana relacionado àquele contexto.

“Thais, significa que você só vai fazer esse tipo de atividades no dia?”. Com certeza não. Tenho atividades de rotina que faço todos os dias, como dar suporte aos alunos dos meus cursos, gravar aulas, preparar materiais e produzir conteúdos. Mas a organização dos contextos me ajuda a trabalhar mais concentrada naquela área em questão – basicamente, as atividades da lista do início do post. Se eu precisar fazer uma reunião naquele tema, por exemplo, eu procuro agendá-la (se possível) no dia daquele contexto porque já estarei imersa nele.

Lembrando que isso não atrapalha prazos. Ou seja: se eu tiver algo relacionado à educação que tenha que ser feito na segunda, será feito na segunda e não na terça, quando “estabeleci” que o foco do dia seria esse. Mas, quando eu posso escolher trabalhar em algo, porque já finalizei tudo o que tinha prazo para o dia, eu foco nas atividades relacionadas, e isso tem me dado realmente um foco incrível e consigo ter ideias legais. Ou seja, eu crio os contextos que, dentro da minha análise de áreas de foco, são importantes que eu tenha no meu trabalho.

Já me ajudou em muitas situações práticas como: “Gostaria de formatar o grupo tal no Facebook. Mas peraí, melhor fazer na quinta-feira, que é o meu foco.” Porque, estabelecendo esse foco, trabalhar em atividades semelhantes me faz ter novas ideias e inspirações.

A grande graça de trabalhar com contextos no GTD é justamente se auto-conhecer e personalizar esses contextos para a sua vida. Essa configuração também pode me ajudar (essa é uma ideia) a definir prazos para atividades específicas. Tem sido bastante útil trabalhar desse modo hoje em dia porque consigo ajustar meu foco. Fica bem organizado e assertivo.

Categoria(s) do post: Linkagem

A linkagem de domingo é uma coletânea de links. Vocês sempre me pedem para compartilhar os canais que acompanho, os blogs que leio, e esta é a minha maneira de fazer isso.  São posts que eu li, vídeo que vi e gostei durante a semana anterior. Os assuntos não necessariamente têm a ver com organização, mas definitivamente sempre são relacionados ao blog.

  • Vídeo muito maravilhoso da Ana do Eu Organizado sobre o que significa o microgerenciamento da real.
  • Tenho estudado muito sobre os efeitos do pós-COVID e essa reportagem em específico traz muitos elementos em comum com a minha própria vida. Quis compartilhar com vocês.
  • Vídeo muito, muito importante do Drauzio sobre ainda não ser a hora de a gente desencanar do isolamento social.
  • O canal da vez que eu estou maratonando é o canal da Lu Junqueira (Tá Querida), em especial as receitas. Adoramos!
  • Também estou viciada nos vídeos do canal sobre casas minúsculas. É em inglês mas dá para entender só vendo as imagens, que são incríveis. Boas ideias e um estilo de vida curioso.

Breves avisos:

  • Fazemos linkagem de domingo quando temos links legais para compartilhar. Quando não temos, não fazemos, pois o objetivo não é postar por postar. 
  • Estou me recuperando do COVID-19 e, por isso, trabalhando menos, dando prioridade aos meus alunos e produção de conteúdo, em termos de trabalho. Isso significa que as coisas estão mais lentas que o normal e não tenho outra alternativa a não ser pedir paciência a todos.
  • A ferramenta de envio de e-mails do blog (para a newsletter) está com um probleminha no envio que eu ainda não consegui resolver com tudo isso que está acontecendo.
  • Inseri as sub-categorias dos assuntos do blog no menu e estou trabalhando nas fontes do blog esta semana. Peço paciência pois estamos nos ajustando por aqui.
  • Aprovo os comentários do blog diariamente, sempre que acesso.
  • Verifico meus e-mails diariamente mas, devido à demanda, nem sempre consigo responder em poucas horas.
  • Tornou-se praticamente inviável responder todos os comentários que recebo em redes sociais. Consigo ler praticamente todos, mas não consigo responder, devido ao volume. Espero que entendam. Mensagens privadas em Facebook, Instagram, Twitter, eu nem consigo ler. Me desculpem. Se for urgente, favor contatar por e-mail.
  • Nova turma do meu curso do Método Vida Organizada, como comentei, apenas para 2021. Consigo me concentrar apenas nas turmas que estão em andamento neste momento.
  • É provável que eu ministre algum curso de GTD neste semestre. Avisarei aqui se isso acontecer.
  • Também é provável que em outubro ou novembro eu abra uma nova turma do Jornada. Depende da minha saúde, e avisarei também quando tiver certeza. Mas só para quem quiser ir se programando.

Boa semana. <3

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.