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Como eu fiz uma transição para trabalhar 100% online

Esta semana estamos todos concentrados na Jornada POP, um curso gratuito que estou ministrando online para ajudar quem quer levar seu trabalho presencial para o online e também ensinando como se tornar referência no seu mercado. Ainda dá para se inscrever. Clique aqui.

Neste post, que quero deixar como referência, mesmo após o fim do curso, quero contar um pouquinho o que me motivou para levar o meu trabalho para o online mesmo antes de saber que haveria uma pandemia no mundo e como foi a minha organização para conseguir fazer isso de maneira segura e com bons resultados.

Vale uma breve contextualização sobre mim e por que esse modelo de trabalho funcionou tão bem comigo.

  • Sempre fui uma pessoa que gosta de criar conteúdos e compartilhar, desde criança. Fazia meus próprios gibis, depois fiz parte da equipe do jornalzinho da escola, criei um fanzine na adolescência e meu primeiro blog desde o momento que eu tive acesso constante à Internet (em 2001). Mas isso não quer dizer que você tenha que ser igual! Só estou dizendo tudo isso para você entender por que me apaixonei tanto por esse modelo de atuação.
  • Sou graduada em Publicidade, Jornalismo e Comunicação. Trabalhei em agência e sempre acompanhei de perto como as marcas se relacionavam com as pessoas e divulgavam seus trabalhos para a Internet. Trabalhei com marcas grandes, nacionais e internacionais, marcas pequenas, franquias e até com ONGs. Toda essa experiência me ajudou muito no online, mas isso significa que quem não é publicitário não pode atuar na área? Muito pelo contrário! As regras estão sendo reescritas e hoje o que é mais legal nesse trampo online é justamente o fato de que uma pessoa comum pode pegar um celular e começar a criar conteúdo. Isso é maravilhoso!
  • Quando pedi demissão do meu último emprego e passei a trabalhar 100% com organização e produtividade (em 2014), meu meio de faturamento era praticamente presencial, ministrando cursos em empresas, fazendo palestras e workshops. Desde aquele instante, eu sabia que o futuro estaria no ensino online, pois eu fazia pós-graduação em Gestão de Mídias Digitais na época (no SENAC-SP) e lá a gente já falava muito sobre essa tendência que seria cada vez mais realidade. Então comecei a estudar sobre educação em si e a testar novas tecnologias. Em 2015, lancei meu primeiro curso online. De lá para cá, muita experiência para compartilhar! Aprendi muito!
  • Como diz um mentor, “curtida não paga boleto”. Não basta você fazer um trabalho incrível de criação de conteúdo ou ter um curso super legal se você não souber se vender. E eu confesso que esse era o meu maior tabu. Fui fazendo novos cursos e mentorias, o que me deu conhecimento e embasamento na prática para tomar a decisão que tomei no ano passado: vou entrar 2020 com meu trabalho 100% no online. E como fiz isso? É o que vou contar no restante do post.

Eu era responsável pela organização e realização das turmas abertas de GTD pela Call Daniel (que é a franquia brasileira do método). Essa responsabilidade estava sob a minha coordenação desde 2017, quando a empresa responsável pelas vendas da franquia mudou sua configuração. Como as turmas abertas do GTD sempre foram ministradas por mim, e 99% do público vinha do Vida Organizada, fiz uma proposta ao Daniel, que achou justo, e durante mais de dois anos eu organizei essas turmas em São Paulo e por todo o Brasil.

Para quem nunca trabalhou com eventos ao vivo, saiba que é um trabalho imenso de logística. Cada curso, para uma média de 15 a 30 pessoas, tem os “gastos estruturais”, como gosto de chamar. Você tem que locar sala, equipamentos (projetor, telão), contratar lanches, água e café para os intervalos, enviar materiais via transportadora (ou você mesma levar com malas! muitas vezes fizemos isso). Em turmas maiores, eu também levava outro instrutor comigo, que tinha sua diária paga, claro. Além de uma assistente em sala, sempre, para gerenciar quem chegava, ficar cuidando de tudo enquanto eu estava ministrando aula etc. Eu também contratei uma pessoa em tempo integral (CLT) para cuidar das inscrições, envio de comprovantes, gerenciar contratos de todos os serviços estabelecidos etc. Quem nunca trabalhou com isso não tem ideia do volume de trabalho envolvido.

Além dos custos profissionais, tem os custos pessoais disso tudo. Eu, Thais, mãe do Paul, tinha que me deslocar de duas a quatro vezes por mês, aos finais de semana (quando aconteciam as turmas), para ministrar os cursos. Um curso que fosse sábado o dia inteiro em outra cidade eu tinha que chegar um dia antes bem cedo, verificar se estava tudo certo, e partia, na maioria das vezes, no domingo – isso quando não tinha aula no domingo também, aí partia de noite ou apenas na segunda. Além de ser cansativo fisicamente e custoso financeiramente, tinha a questão emocional de não ter finais de semana com a minha família. Tudo isso sempre entrou na conta para mim, e cada vez que eu viajava, por mais que amasse esse trabalho, sempre pensava que “poxa, se esse curso fosse online eu poderia estar com o meu filho nos intervalos”.

Eu sempre gostei tanto do trabalho presencial que tomamos uma decisão no final de 2018: alugar uma sala exclusivamente para fazer os cursos em São Paulo. Outro projeto que colocamos em prática foi elaborar uma nova formação de instrutores em GTD, que poderiam ficar responsáveis pelas turmas abertas ao redor do país e eu poderia ficar com as turmas apenas em São Paulo, na sala contratada pra isso. Podendo ficar concentrada em São Paulo, eu poderia iniciar a minha transição para o online, com o meu trabalho com o Vida Organizada.

Em 2019, eu realizei a última turma fora de São Paulo no mês de junho, quando fui a Belo Horizonte. Desde o ano anterior eu avisei em todas as redes sociais que não faria mais cursos fora de São Paulo em 2019, caso alguém quisesse fazer o curso comigo. O curso do GTD é padronizado mas algumas pessoas querem fazer comigo porque estão acostumadas comigo aqui no blog, no YouTube, compartilhando sobre o assunto etc. Normal. Veja aqui então como integridade sempre é um ponto importante. Antes de simplesmente parar de viajar com os cursos, eu fiz uma “turnê” pelas principais capitais e avisei todo mundo sobre a minha mudança.

Ao longo de 2019, muitos alunos vieram de outros estados – e até de outros países! – participarem de cursos comigo, o que sempre me deixou muito feliz e agradecida. Quando divulguei os cursos do segundo semestre de 2019, avisei que seriam minhas últimas turmas presenciais também e que, depois da minha última turma, que ministrei em 14 de dezembro, as turmas abertas seriam ministradas por outros instrutores (que naquela altura já estavam formados e certificados por mim e prontíssimos para começarem a trabalhar também!). Meu workshop do Vida Organizada, de Planejamento de Vida, também não teria mais turmas presenciais e estava sendo desenhado para o online. Tava tudo certo.

Desde o final de 2014, eu venho desenhando e estruturando o meu método de organização, o Método Vida Organizada, que é pautado na tríade de vida, casa e trabalho. Com três livros publicados, um mestrado concluído, muitos cursos e formações em marketing e educação digital nas costas, anos de experiência, eu me sentia preparada para assumir esse programa 100% online a partir de janeiro. Ele seria meu trabalho principal, além da produção de conteúdo. Outros serviços que me trariam faturamento incluiriam:

  • outros cursos realizados em paralelo ao principal (todos online)
  • serviços prestados online requisitados por empresas diversas (palestras, cursos, consultoria etc).
  • tradução de materiais
  • mentorias avançadas de organização
  • projetos de conteúdo patrocinados por marcas e empresas
  • direitos autorais das vendas dos meus livros
  • serviços educacionais, como aulas para cursos de graduação, pós e outros, tudo em formato EAD

O que me ajudou a ficar tranquila com essa decisão também foram algumas questões financeiras:

  • Teduzi muitos custos fixos que tínhamos como empresa – entregamos as salas comerciais, não era mais necessário ter equipe em tempo integral (pois não haveria mais o gerenciamento dos cursos presenciais, que tomavam 90% do trabalho) e cancelei serviços;
  • Paguei todas as “dívidas” que existiam de direitos autorais dos cursos realizados (sim, eu gerenciava os cursos mas precisava repassar todos os direitos autorais pois o método GTD não é meu, é do David e da Call no Brasil). Os direitos autorais eram pagos sempre até o dia 20 do mês seguinte a cada turma, então eu precisava finalizar esses pagamentos até a turma de dezembro;
  • Conversei com meu marido e falamos sobre reduzirmos nosso custo de vida de modo geral, o que ele aceitou prontamente porque já vínhamos fazendo isso desde o início do ano.

Vale dizer que, em paralelo, meu ano passado foi muito complicado pessoalmente. Eu tive um problema de saúde que iniciou em fevereiro e eu só comecei a melhorar por volta de setembro ou outubro. Nesse meio tempo, fiquei tão mal que isso me manteve atrelada ao mínimo possível de atividades – então priorizei os cursos e serviços já contratados, mas sem novas iniciativas, pois não sabia se poderia me comprometer. Tive dias em que não conseguia sair da cama direito e trabalhar, pois sentia muita fraqueza.

Para quem não sabe, fiz uma cirurgia complexa em 2017 que mudou completamente o meu metabolismo. O período de ajustes do corpo pós cirurgia leva cerca de três anos e muita coisa pode acontecer nesse meio tempo. O que aconteceu comigo foi ter tido um pane geral, pois descobri uma alergia fortíssima, associada uma questão emocional delicada de luto que vivenciei com a morte da minha avó. Eu só pude ter esse diagnóstico geral este ano, quando iniciei meu tratamento dentro do Ayurveda, com uma profissional especialista. Eu contei mais sobre isso em um vídeo no YouTube, se você quiser saber.

Tudo isso afetou muito o meu trabalho e o nosso faturamento, e nós sobrevivemos ao ano de 2019 graças ao fluxo de caixa que eu tinha guardado dos meses anteriores. Consegui segurar salários, contas, tudo. Ministrei os cursos mesmo estando mal de saúde. Não me orgulho muito disso, pois estar bem é sempre o mais importante, mas eu sou uma pessoa muito responsável com os meus compromissos. Se eu tinha agendado aquelas turmas, daria um jeito de fazer. E tinha um detalhe também: eu não sabia que eu ia levar meses para me recuperar. Queria ficar bem e sempre acreditava que melhoraria até a próxima turma. Foi bem difícil e sou toda grata à minha família, a equipe que segurou as pontas na época e especialmente à Martinha, da Call, que me apoiou em muitas dessas turmas.

Quando eu fui para Amsterdam, em junho, participar do evento do GTD, eu estava muito chateada. Eu tinha tantos projetos, tantas ideias, e estava tão sem energia para o meu trabalho, por conta da saúde enfraquecida. Mas coisas mágicas aconteceram naquela viagem. Primeiro, ter estreitado o meu relacionamento com pessoas que até então eram meus alunos e que acabaram virando verdadeiros amigos desde então. Segundo, ter tido conversas maravilhosas com pessoas que eu amo. Terceiro, a sensação que eu tive quando subi naquele palco para ministrar uma palestra em inglês, sabendo que todas essas pessoas queridas estavam na plateia. Eu nunca na vida tinha sentido aquela sensação. Naquele momento, eu tive uma única certeza: “Thais, você precisa confiar mais no seu trabalho. Se você está aqui, alguma coisa certa você está fazendo”.

Photo by Dan Taylor

Essa confiança mudou a minha cabeça de volta ao Brasil. Tinha muita coisa para ajustar, mas era uma sequência de coisas práticas apenas, pois o resultado final estava claro. Todas as providências que tive que tomar foram muito difíceis – algumas delas, mais do que outras. Mas eu queria focar no online, pois era onde as pessoas estavam. Não tinha sentido investir 90% da minha energia em cursos presenciais que não me traziam nem 10% do seu faturamento. As pessoas estão online. Elas querem o online. Queria simplificar a minha vida, voltar a ser autônoma, reduzir meus custos fixos para poder continuar levando esse trabalho adiante. Acreditava piamente que focar meus esforços no online me traria isso, mesmo que meu faturamento diminuísse.

(PS: Não diminuiu. Aumentou. Neste primeiro semestre do ano eu tive um faturamento maior que o meu ano inteiro passado. Mas isso eu só viria a saber depois. Por isso que eu digo: foco é tudo. Escolha no que focar e foque, porque essa energia focada é poderosa. Ela que vai te trazer resultados.)

Em dezembro, ministrei minha última turma presencial e, no dia seguinte, saímos de férias. Foram as férias mais necessitadas de toda a minha vida. Eu agendei em dezembro do ano anterior, para vocês terem uma ideia de como funcionam os meus planejamentos por aqui. Cumpri todo o calendário de cursos para 2019, de turmas com as quais tinha me comprometido, e já tinha estabelecido que viajaria para a praia com a minha família naquela que costumo chamar de “semana do caos” – a última semana de dezembro antes das festas, porque todo mundo fica enlouquecido querendo resolver tudo antes do recesso, ao mesmo tempo que São Paulo fica uma loucura com o trânsito, barzinhos com happy-hour etc. Hoje, em tempos de pandemia, parece que foi há um século. rs Mas enfim, saímos de férias, foi uma delícia, e eu voltei com a cabeça pronta para virar 2020 com meu trabalho 100% no online. E assim o fiz.

Em janeiro, tive um baque emocional / profissional enorme, que me jogou em um processo interno que até o momento ainda estou resolvendo (mas hoje melhor do que antes, 99% resolvida a respeito, e prometo falar mais quando me sentir preparada). Em fevereiro, pandemia. Em março, entramos em quarentena. Já faz mais de 100 dias que estamos aqui. E assim continuamos.

Quando o Brasil entrou em quarentena, eu comecei a receber uma demanda insana de convites para entrevistas, cursos, trabalhos, consultorias, LIVEs etc. Todo mundo queria ir para o online. Todo mundo queria dicas para trabalhar melhor no home-office. Todo mundo queria saber como se organizar com a família em casa durante a quarentena. Dei entrevistas para a tv, para o rádio, fui contratada por empresas para workshops de reuniões online e trabalhos do tipo.

Como eu falei para vocês, a viagem que fiz em junho do ano passado me gerou uma experiência espiritual – quase como uma iniciação divina. Eu estava decidida a trabalhar como nunca vivendo o meu propósito. Quando a quarentena começou e essa demanda toda começou, eu voltei de novo para dentro de mim e me perguntei: o que posso fazer para ajudar as pessoas nesse momento que estamos vivendo? Mil ideias surgiram. Como não dá para fazer tudo ao mesmo tempo, fui priorizando. Primeiro, fiz um mês de LIVEs todos os dias com a minha audiência para garantir que a galera teria um porto seguro todos os dias ali para bater um papo leve sobre como estávamos vivendo e dando dicas para o trabalho, a casa, o autocuidado etc. Abri uma nova turma do meu curso. Antecipei, porque seria aberta só depois, mas muitos me pediram. Então organizei direitinho para abri-la, e foi ótimo. Depois, fiz um workshop de organização da casa (totalmente online) com Feng Shui, com a minha amiga Wanice. Na sequência, a Jornada POP, pra ajudar meus colegas agora com relação a essa transição. Nunca trabalhei tanto como este ano, mas nunca meu trabalho teve tanto significado.

Absolutamente todo mundo que convive comigo me parabeniza por ter tomado essa decisão de levar o meu trabalho para o online e, quem ainda não o fez, me pede dicas, acompanha o que faço, enfim, tenho tido meses cheios, mas cheios de coisas boas, com um senso de contribuição muito forte dentro de mim. Não se trata apenas de ter um trabalho que me permita sustentar a minha família e, como falei, prosperar muito mais do que antes, mas de viver o meu propósito. Absolutamente TUDO o que faço transpira o que sinto que estou nesta vida para fazer, e isso não tem preço. Não tem preço.

Não quero terminar este post sem dizer alguns recados finais:

  • Nunca é tarde para começar. Hoje é o melhor dia. Apenas comece.
  • Todo mundo que hoje trabalha com Internet começou com 0 seguidores e sabendo absolutamente nada sobre esse mundo, mas com muita vontade de aprender e prosperar!
  • O mercado de trabalho online é um universo paralelo que quem vê de fora não tem ideia. Vá sem medo!
  • Estudar, fazer cursos, se capacitar, ver palestras, vídeos, acompanhar pessoas que você admira – tudo isso gera conhecimento, e conhecimento que te leva à prática. E isso é essencial.
  • A prática te deixa melhor. Eu escrevi isso na minha palestra lá no evento do GTD e é a mais pura verdade. Só praticando a gente melhora. E pra praticar a gente só precisa começar.

Espero que com este post eu tenha conseguido contar pelo menos um pouco como foi essa minha trajetória, as minhas motivações, os meus insights, também mostrando que sempre tive dificuldades e que nada é construído sem trabalho – feito com integridade, acima de tudo.

Como eu gosto de dizer para os meus amigos quando eu os convido para uma experiência que sei ser maravilhosa mas eles ainda se sentem meio inseguros a respeito: “pode vir, a água está quentinha. Você só vai saber quando você entrar.” 😉

16 Comments

  1. Thais, fiquei emocionada. Acompanho a sua trajetória desde meados de 2013 e como me alegro ao ver tantas conquistas suas. Vc é uma pessoa incrível e especial!

    Muito do que sou como pessoa e praticamente tudo que sei sobre organização vem dos seus aprendizados… Quantas vezes me peguei pensando “o que a Thais faria no meu lugar” e muitas vezes vim catar assuntos antigos no blog para relembrar seus ensinamentos… como aprendi/aprendo com seus cursos, com sua didática. Ai, sou puxa-saco mesmo hahaahah

    Que venham muitas e muitas vitórias mais!

    Bjs

    1. Obrigada, querida. <3

  2. Que história Thais, mesmo já conhecendo uma boa parte dela, continua me inspirando!

    Tive 1 insight agora que foi, o online é tudo de bom, mas que bom que consegui curtir um pouquinho do offline tb. 😉

    s2

      1. Rose Guedes says:

        Nossa que relato maravilhoso. Te acompanho desde 2015, e muita coisa legal aprendi com vc, seus livros, com o GTD. Adorei ler isso. Eu sou professora de educação infantil, total presencial, que teve que virar on line do dia para a noite. Paralelo a isso estudo para mudar de carreira, e as dificuldades aparecem, a gente fica desanimado, mas aí descansa e volta. Gosto da sua honestidade em dizer que não é um caminho fácil, mas sempre é um caminho possível. E a nossa intuição está la, nos apontando timidamente o caminho, so temos que ouvi la e fazer acontecer. Obrigada por mais essa inspiração.

        1. Obrigada por comentar. <3

  3. Que lindo texto, Thaís. Parabéns por essa jornada incrível e inspiradora. Muito obrigada por compartilhar tanto conosco. Um abraço!

  4. ANA PAULA MAGRI says:

    👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏

  5. Dani Cruz says:

    Gratidão por compartilhar sua história, e por migrar pro online, há tempos venho consumindo todos os seus conteúdos, aqui, no youtube, no insta, e depois de algum tempo planejando e “namorando” seu curso, finalmente pude ingressar na turma. Pra gente também é muito mais tranquilo e enxuto (financeiramente falando) fazer o curso no online. Bendita decisão, Thais.

  6. Você como sempre, Thais.
    Obrigada por tanto.

    1. Eu que agradeço. <3

  7. Olá Thais!
    Te acompanho há anos e, embora seu conteúdo sempre tenha sido de muita qualidade, você vem se superando nesta nova trajetória!
    Sou Psicóloga Clínica e já vinha pensando em como estruturar meu trabalho no online mesmo antes de ter ideia desta pandemia. Seus conteúdos só tem me inspirado a seguir por este caminho!
    Gratidão por você compartilhar tanta experiência bacana.
    Gratidão por sua vida!

    1. Obrigada, Fabiana. <3

  8. Daniela Brisola says:

    Eu te acompanho desde 2014. E estou praticamente diariamente aqui no blog para te ler e te ter como minha inspiração diária. Você é um exemplo de profissional e de ser humano. Tudo o que você conquistou até hoje é mais do que merecido. Me emociono com seus textos, com sua trajetória. Muito obrigada por compartilhar com a gente todo esse seu conhecimento, essa sua força de vontade. E obrigada por nos transformar em pessoas melhores. Você é demais!!!!!

  9. Você ter feito a transição para 100% online antes da pandemia foi quase um sinal, parece, para ter ainda mais propriedade do que já tinha para ajudar os outros agora. Com dicas reais e objetivas. Obrigada pelo seu trabalho excelente e necessário. <3

  10. Inspirador, parabens. Que sirva de inspiraçao para muita gente.

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