Como estudar diversos idiomas ao mesmo tempo?

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Essa foi sempre uma pergunta que me intrigou e, hoje, eu tenho uma resposta simples e prática que acredito que possa ajudar outras pessoas.

A solução que encontrei foi entender que cada idioma tem um momento na nossa vida, e esse momento depende do propósito.

Eu sou uma pessoa que gosta essencialmente de quatro idiomas: português, inglês, italiano e francês. Tenho curiosidade com alguns outros, como alemão, holandês, mandarim, japonês, mas nunca iniciei nada a respeito. Mas eu vejo cada uma das quatro citadas de uma maneira diferente na minha vida hoje.

O português é a nossa língua, certo? E eu trabalho com a escrita. Logo, além de, para mim, ser uma obrigação moral estudar português, também é uma obrigação profissional, pelo meu trabalho. Não só na escrita mas também como professora e pesquisadora. Só que português eu já falo. Já sou fluente. Então meu estudo de português entra em temas pontuais, como nova ortografia, didática em oratória, exploração de sinônimos, treino de ficção, leitura de prosa e poesia como lazer mesmo, entre outras coisas.

Não é porque a gente saiu da escola e não trabalha como professor de português que deve deixar os estudos da nossa língua de lado. Eu acredito piamente nisso! É para ir aperfeiçoando pelo resto da vida, uma habilidade básica mesmo.

Já inglês é como se fosse uma segunda língua na vida profissional. Por eu estar construindo um estilo de trabalho que me permita trabalhar de qualquer país do mundo, tirando certificações internacionais, estudando muitos materiais estrangeiros, eu preciso me aperfeiçoar no inglês. E o meu foco hoje está em treino de fluência, especialmente para o ensino (explicar com clareza um conceito em sala de aula, tirar dúvidas dos alunos), participar de reuniões estratégicas e também em formar vocabulário.

Eu diria que, se estivesse na época da escola, eu estaria na quarta série em termos de inglês. Falo, me comunico, mas ainda erro coisinhas bobas, tenho dúvidas na hora de conjugar verbos, e não “raciocino” efetivamente com o idioma. Então esse é definitivamente meu foco hoje. Ter essa percepçao me permite entender que estudar em sala de aula não é o melhor formato para mim hoje, mas sim treinar a fala em situações específicas e ler materiais de todos os assuntos em inglês.

O italiano é a minha língua preferida. É a língua mais bonita do mundo, na minha opinião. Sempre explorei o italiano com muita naturalidade na minha vida porque a minha avó fala fluentemente. Desde criança tenho contato com o idioma (muito mais do que o inglês) através de músicas, revistas que ela trazia da Itália, filmes e outras coisas. Em 2007 eu comecei a fazer um curso de conversação e a professora elogiou a minha fluência, e eu nem tinha nada (rs). Só era o resultado natural desse contato. Só que o italiano acabou ficando de lado porque eu precisava focar no inglês, mas eu pretendo retomar com seriedade o estudo depois que eu terminar o mestrado (com foco no doutorado).

Nesse meio tempo, meu estudo tem sido voltado a: ouvir músicas, ver filmes sem legenda, ler levemente alguns livros e materiais de estudo que já tenho. Não vou fazer curso agora, mas acho que aulas particulares virão bem a calhar lá na frente, provavelmente em 2020. Esse foco mental me ajuda bastante a colocar as coisas em perspectiva e ter sempre em mãos, no dia a dia, livros e outros materiais em italiano, para ir explorando sem compromisso.

O francês é uma língua que eu gosto mas nunca estudei formalmente. A ideia está entrando agora mais efetivamente na minha vida, por dois motivos: (1) porque eu gosto mesmo e sempre quis aprender e (2) porque ainda não sei que temas vou pesquisar com 100% de certeza lá adiante no doutorado e no pós-doutorado, e a minha área de pesquisa (cultura do trabalho) tem muito material em francês. Se eu decidir, daqui a uns dez anos, estudar em uma universidade francesa ou me especializar usando materiais nesse idioma, não quero esperar chegar lá para começar a estudar. Então, por hora, apenas está no meu radar. Mas daqui a alguns anos, provavelmente depois do mestrado, é provável que eu comece a estudar de maneira autodidata até mesmo para entender se terei a necessidade de um curso mais formal.

Minha proposta para você então é que você entenda qual sua relação hoje com os diversos idiomas que você gosta ou precisa aprender para saber no que deve focar nesse momento ou ter uma visão para depois. Ter feito essa reflexão me ajudou a poupar tempo e dinheiro porque, tendo o propósito, pude buscar alternativas para o estudo de cada uma delas.

Você achou essa dica útil? Como você estuda idiomas atualmente? Deixe um comentário! Obrigada.

34 comentários

  1. Coincidentemente, Thais, minhas quatro línguas preferidas são o português, o inglês, o italiano e o francês. Os motivos não são muito diferentes dos seus; as duas primeiras, com foco mais instrumental e as duas últimas por razões afetivas, de gosto mesmo. O francês entrou na minha vida bem antes do italiano, mas em razão do histórico familiar italiano e pela obrigação moral que sinto por ter cidadania italiana, penso que avancei mais rápido no italiano e meio que me equiparei com o francês. Faço aulas particulares em ambas, apenas 1 x por semana, e não me dedico muito a nenhuma delas. É um motivo de angústia para mim porque não vejo muito avanço, garanto mais a manutenção. Penso se não deveria abrir mão de uma delas e focar na outra. Se fizesse isso, talvez minha escolha fosse ir em frente com o italiano, mas não quero perder o que tenho do francês. E língua é treino contínuo. Outra coisa é que, ao mesmo tempo em que existe um ganho de escala – às vezes, para lembrar de uma palavra em italiano eu a penso em francês e daí vem por similaridade – existe uma interferência (o italiano “matou” o meu espanhol e já aconteceu de eu usar uma estrutura gramatical italiana, equivocadamente, ao falar francês) Meu problema é que não me estruturei para rotinizar o meu estudo das línguas. Não tenho tempo livre, fazer aula particular acaba sendo a forma de abrir um espaço para as línguas na minha vida, por meio de um compromisso. É um dos pontos que está na minha lista de nós a desatar (e não é desse ano – taí uma das coisas que estou arrastando para dar um tratamento mais decente). Que tratado, acho que me empolguei. Boa sorte!

    • “o italiano matou o meu espanhol”

      até li de novo para garantir que eu não tinha escrito isso, porque foi exatamente isso que acabou com meu estudo de espanhol.

      Obrigada por compartilhar!

      • Oi, Thais! Também tenho uma preferência por esse idiomas! rs Mas tenho uma dica quanto ao italiano e ao espanhol.
        Eu já falo espanhol com alguma fluência (já fiz intercambio na Espanha para deixar a fluência melhor) e hoje estou começando o italiano. Esses dois idiomas são muito similares, por isso, minha dica é deixar um deles o mais natural possível em você, tipo, quando alguém começar a falar contigo naquele idioma, seu cérebro tem que mudar uma chave dentro dele e você pensará automaticamente naquele idioma. Depois que você estiver nesse nível, já pode partir para o aprendizado do outro idioma. Essa é a melhor forma para não se confundir com o novo idioma a ser aprendido. Comigo tem funcionado bem com o aprendizado do italiano. =)

  2. Olá Thais, esse post me ajudou muito, no momento quero estudar Inglês e Coreano. Depois de ler seu texto, tomei a decisão de focar principalmente no inglês e continuar a assistir series/filmes e ouvir musica em coreano. 🙂
    Obrigada!
    Bjos

    • Achei que fosse a única doida maluca que quer aprender coreano…. Rsrsrs. O que é pior, que no meu caso é só porque gosto muito do universo coreano, novelas, filmes, séries, atores, cultura, etc. Só que não tenho absolutamente nenhum vínculo com a língua. É por puro gosto mesmo.

  3. Oi Tais!
    Eu achei essa dica maravilhosa! Sou de Letras e tenho essa vontade de estudar vários idiomas, mas a gente acaba se aprofundando em um ou no máximo dois. Mas você mostrou um planejamento e uma maneira de ver cada língua de uma maneira totalmente diferente! Adorei!
    Obrigada, sempre! <3

  4. Oi Thaís! Tudo bem? Como sempre você postando algo sobre o que estou procurando. Ao longo dos seis anos que te acompanho é sempre assim. Parece que você lê meus pensamentos!Ontem eu estava pesquisando sobre como estudar mais de um idioma ao mesmo tempo.
    Estou estudando Inglês em casa, on line. Ainda estou no básico mas tenho interesse em aprender outros idiomas como Espanhol, Francês e Alemão. O Inglês eu procuro estudar pelo menos uma hora, cinco dias da semana. O outro idioma ainda não defini qual será. Pretendo fazer da mesma forma, estudar on line e tirar o melhor proveito dos matérias da Internet, pois no momento não estou trabalhando e não posso investir num curso muito caro. No entanto, estou gostado muito de estudar em casa pelo conforto e praticidade de poder fazer no meu momento. Obrigada por mais uma dica! Beijos

  5. Seu texto veio em boa hora! Depois de anos estou me organizando para estudar um idioma novo. Estou com um friozinho na barriga, um pouco de medo de me aventurar nesse terreno, pra mim, desconhecido, do francês, mas muito empolgada! 😉

  6. Oi Thais!

    Puxa!
    Fiquei feliz de encontrar alguém que gosta de estudar e aprender vários idiomas!
    Português:
    Faço como você!
    Acompanho e reviso o meu conhecimento com a Nova Ortografia!
    Tenho desejo de este ano começar o francês, mas somente a partir de abril!
    E o inglês a vida inteira, pois parece que quando aprendo algo novo, esqueço o anterior! Mas vamos indo!

    Muito obrigada por compartilhar!

    Valéria Ferrer

  7. Oi, Thais 🙂 Adorei o que você falou sobre não abandonar o estudo do português depois que nos formamos no colégio. Pretendo voltar a estudar português para concursos. Quanto ao inglês, é um problema sério pra mim. Acho que a sensação de que tenho obrigação de ser fluente para crescer profissionalmente é o que mais me atrapalha, acabou gerando em mim um bloqueio forte com o idioma que não sei como lidar. Já abandonei vários cursos. Atualmente busco uma forma de continuar estudando inglês sem odiar tanto mas ainda não encontrei, rs. Tenho vontade de estudar espanhol, me interesso pela língua, mas não me sinto preparada para iniciar o estudo de outro idioma com meu inglês precisando melhorar tanto.

    • Eu estava assim alguns anos atrás, quando precisava focar mais no inglês. Acho que você está certíssima. Sobre encontrar a melhor maneira, tem que ir testando. Boa sorte.

    • Boa tarde Bruna, a melhor maneira de reprogramar o cérebro e mudar sua mentalidade ou bloqueio em relação a um idioma é relacionar seus gostos com os o aprendizado, se gosta de música, moda, culinária ou outros assuntos, procure ler no idioma alvo conteúdos relacionados a esses assuntos, também ver vídeos ou assistir seus filmes e séries favoritos nele, isso criará em você uma sensação de prazer e diversão que aos poucos vai criando intimidade e simpatia com o idioma e o bloqueio desaparece.
      Aprender um idioma é uma grande meta, que você deve dividir em metas menores, pois a fluência é um objetivo muito grande que dá para o seu cérebro uma falsa mensagem de que é muito difícil.
      Na verdade ela é conquistada e mantida aos poucos com três fundamentos: uso racional do tempo, repetição e exposição suficiente para não entender somente palavras, mas contextos e estruturas que fazem a base de um idioma, todo o idioma tem padrões que você pode identificar com o uso e adaptar às suas necessidades, que vão sendo assimilados conforme são repetidos e você se expõe a eles.
      Espero que isso ajude a aprender inglês de modo eficiente.
      Abraços.

  8. Oi Thais! Estava pensando no estudo de idiomas um pouco antes de abrir o post!! Sou advogada e trabalho com direito internacional, então falo e escrevo em inglês e espanhol de forma bem consistente. Faz 3 anos que estou estudando francês, meu idioma “paixão” desde sempre, mas que está se mostrando muito “zeloso” comigo: minha compreensão é muito boa, mas na hora de falar ainda estou sofrendo bloqueios e respondo em inglês ou em espanhol…
    Minha ideia é me organizar para fazer os testes de proficiência nos dois primeiros e manter uma rotina no terceiro. Pensando no meu momento atual entendo que não preciso das certificações (já trabalho na área), mas que gostaria de tê-las, então pretendo retomar, de forma suave, a gramática e o contato com ambas fora dos temas profissionais, para me preparar enquanto fortaleço o contato com músicas, livros e filmes em francês.

  9. Oi, Thais, legais as dicas, obrigada por dividir 🙂

    Eu no momento estudo inglês, hebraico e espanhol. As duas línguas ocidentais de forma autodidata, mas o hebraico, porque é muito diferente e o meu nível é intermediário, prefiro estudar numa escola mesmo. Muita gente fala mal de se estudar vários idiomas ao mesmo tempo, e eu até concordo que seja difícil gerenciar o tempo e possível fazermos confusão… Mas eu tenho curtido e, como também pretendo ingressar em mestrado e doutorado, só vejo vantagem 😀

  10. Eu estudo Espanhol com foco no doutorado. Apesar de ter utilizado o Inglês para o Mestrado, definitivamente falta muito para a fluência. Até então julgava que tinha muita dificuldade em aprender novos idiomas, porém hoje já reflito que quando se quer aprender, qualquer coisa nova, não se pode ter medo e no meu caso, observo que tenho medo de errar, por isso talvez a parte que mais tenho dificuldade seja mesmo a conversação.

  11. nossa, que legal thais esse tema veio bem a calhar. Pois, estudo ingles,moro em londres, mas meu marido é chines, e preciso tambem aprender mandarim, ja estou estudando o basico.Mas por necessidade preciso melhorar, por que as vezes precisamos ir a china, e nao quero depender so dele pra traduzir tudo, em situacoes basicas da vida.

  12. Seu post é super relevante! Muita gente tenta aprender várias línguas ao mesmo tempo só porque estão mais acessíveis nesses aplicativos tipo Duolinguo, mas o cérebro dá um BUG, né? Eu tô aprendendo inglês e diferente de você, comigo só funciona a sala de aula uhauha Já tentei vários métodos online e nada! Não consigo me concentrar. Num curso presencial encontrei finalmente uma forma que me faz entender e praticar <3

  13. Eu estava estudando francês há 1 ano e meio, com um professor particular (um francês, ex professor da Aliança Francesa). Estava gostando bastante, e tendo muito progresso.
    Mas aí vim morar na Colômbia, e não quis perder a oportunidade de aprender espanhol… Comecei fazendo aulas para estrangeiros em uma faculdade daqui, cinco vezes por semana. Meu espanhol evoluiu muito, mas compensação meu francês… Tenho até medo de recomeçar a estudar, e perceber que me esqueci de tudo o que eu já sabia…
    Parece que meu cérebro tem um compartimento só pra “língua estrangeira”, e que uma nova língua ocupa o espaço da anterior… 🙁

  14. Para mim eu consegui aprender um de cada vez até um certo nível que já pudesse me virar lendo notícia, e ouvir podcast(mesmo que as vezes entendendo só metade), que aí entrava num nível que era mais tentar continuar imerso na cultura da língua para continuar a melhorar pronúncia, compreensão oral, vocabulário e etc. Quando chegava no nível de já conseguir me virar iniciei um novo curso de línguas. Fiz assim para o Francês e para o Espanhol que iniciei recentemente.

    O meu inglês o que me ajudou muito foi que uma época eu fazia parte de um grupo que fazia legenda para seriados como New Girl e The Big Bang Theory. Isso ajudou muito mesmo.

    Hoje, uma nova ferramenta que estou testando é o site Italki. Nele contrato professores nativos de qualquer região do mundo, de qualquer idioma. E a dica final é, imersão. Eu troquei a língua de tudo que uso para Francês(que é a língua que mais gosto, que “escolhi” como a minha língua oficial, depois vindo o espanhol, inglês e por último o português rsrs). Meu celular está em francês, meu google apresenta resultados em francês, meu windows está em francês, tipo tudo mesmo.

  15. Sempre na hora precisa os teus posts!
    Já estudei alguns idiomas (Guarani, italiano, árabe, inglês, espanhol), mas verdade seja dita, só domino português e espanhol mesmo (moro no Chile e meu contato com o espanhol vem de antes, pois minha mãe e toda a família materna é paraguaia). Estudei inglês por muitos anos mas ainda não tenho fluência nesse idioma. Meu plano para esse ano é simplesmente usar o Duolingo para lembrar do inglês (e tem ajudado muitíssimo) e começar o francês, mas nesse idioma a minha meta é simplesmente me familiarizar pois na minha área de estudo/trabalho (aromaterapia) tem muitas fontes nesse idioma. Também gosto muito de algumas cantoras francesas e pretendo chegar no fim do ano sabendo cantar uma música em francês. Como estou começando um diplomado esse ano é vai tomar muito tempo de estudo, não quero me comprometer mais seriamente com nada mais.

  16. Thaís, bom dia! Uma curiosidade que sempre tive sobre você é como é a programação do seu dia quando está em casa?

  17. Vou ver se começo a estudar português novamente… No começo de 2016 peguei um livro na biblioteca, e confesso que fiquei desanimada… Achei a autora do livro muito arrogante… Ela citava vários exemplos do uso errado do Português… Mas uma coisa que me marcou bastante foi ela dizer que pessoas que usam a palavra MESMO como pronome são pessoas com conhecimento pobre da lingua portuguesa… Fiquei revoltadíssima com isso… Pois é bem comum usar a palavra mesmo como pronone em textos bem escritos… Bobeira minha, isso só serviu de desculpa para eu desistir… Já se passaram dois anos e eu não estudei mais… Desculpe pelo texto longo… Te acompanho sempre… Bjus

  18. Oie. Pela minha experiência posso dizer que o estudo de idiomas, assim como outros estudos, tem a ver com estilo de aprendizagem de cada um. E existem testes pra saber qual é o estilo. O teste que deu Ativo (tem o teórico, o reflexivo e o prático). Existem diferentes tipos de teste e vale também saber identificar se a pessoa é mais visual, auditiva, cinestésica etc. Acho que saber isso ajuda a selecionar os materiais de estudo e planejar as atividades. Apesar de cantar, eu sou muito visual e nao tenho facilidade natural pra idiomas, tenho que dar duro pra aprender. Uso: aula de youtube, curso online, musica, meetups, aplicativos, cursos de imersão. Me comprometer com uma certificação valeu muito a pena. Moro a quase 2 anos no Canada, onde fiz uma pós graduacao que acabei de concluir. Mesmo assim, tem muito trabalho a ser feito ainda. Aqui existem grupos de prática de oratória chamados “Toastmasters club”, para os nativos mesmo. Esse é meu próximo passo no Ingles. Proximo idioma: francês. Hugs.

  19. Oi Thais, que felicidade em ler este texto!
    Estive pensando sobre isso esta semana.

    Estou estudando inglês a dois anos e ainda falta muito para fluência.
    Meus objetivos estão bem definidos quanto aos idiomas, estudo inglês porque preciso ler muitos materiais no dia-a-dia, e penso em tirar algumas certificações no curto prazo.

    Após ter certeza que estou flente em inglês e posso voltar minhas energias para outro idioma, vou estudar espanhol e, posteriormente, o italiano, esta última por admiração.

  20. Boa tarde!

    Tenho uma rotina de estudos no qual aproveito todas as janelas de tempo para estudar, um exemplo é ouvir podcasts em carro, metrô, ônibus e todos os tipos de fila como bancos e supermercado, para quem vai a academia bom levar um fone de ouvido. Além da administração do tempo, uma agenda de estudos bem organizada é fundamental.
    Separo os idiomas que estudos por grupo, alguns estudo para manutenção, elevação de nível e outros iniciante, dedico mais tempo aos quais tenho como objetivo chegar a fluência no menor tempo possível ou virar proficiente, procuro fazer atividades lúdicas como jogos, ver filmes e séries nos idiomas alvo, aliar o máximo possível aprendizado e e lazer.

    Abraços.

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