Breve desabafo

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Eu estou me sentindo completamente em outro planeta.

Estou vivendo um ritmo meu, natural, que não é o ritmo de responder e-mails e mensagens a cada dez minutos, não viver em uma pressa doentia cobrando as pessoas ou correndo de maneira geral.

Desligo meu telefone quando aparece uma chamada desconhecida às 20:30. Não me obrigo a ler uma mensagem e responder de imediato no WhatsApp. Não acho que tenho obrigação de responder os 400 a 600 e-mails que recebo diariamente. Porque minha vida e meu trabalho são compostos disso, mas também de outras coisas. E não dá pra fazer tudo. A gente tem que ir com calma e priorizar, e ficar numa boa com isso mas, acima de tudo, respeitar o tempo de cada um também. Eu respeito, mas dificilmente alguém respeita o meu. E isso é cansativo. É uma luta diária que só travo porque quero mudar as coisas. Porque acredito em outra realidade.

Eu não vou perder a minha vida respondendo e-mails. Não peço desculpas por isso. Pessoas podem ficar (e geralmente ficam) magoadas. Posso perder clientes. A curto prazo, posso ser prejudicada. Mas, a longo prazo, o que estou fazendo é construindo um estilo de vida que quero ensinar para as pessoas. Pessoas que precisam. Não quero soar prepotente, mas o trabalho que estou desenvolvendo é um trabalho que faço a fim de deixar um legado. E, se está indo na contramão, fico satisfeita, porque nunca discordei tanto do ritmo de uma sociedade como do ritmo da sociedade que vivemos hoje.

Ninguém tem tempo para mais nada. Todo mundo está vivendo seus próprios dramas particulares, que excluem automaticamente a possibilidade de contato com todos aqueles que não estejam envolvidos nas mesmas rodas de problemas.

A grande dissonância nessa história é que o meu ritmo é certo para mim. Depois de quase 12 anos estudando sobre o assunto, eu me sinto com uma certa autoridade para dizer o que considero certo e o que considero errado quando se trata de organização e sua relação com as pessoas.

Eu imagino, por exemplo, que se uma pessoa entra em contato comigo pedindo ajuda em algum comentário, ou querendo fazer um curso, ou ter qualquer tipo de contato comigo, seja porque ela 1) busca melhorias em suas práticas pessoais e 2) confia no meu trabalho, no que eu ensino e escrevo.

Mas, na prática, vejo que a maioria das pessoas quer mudanças, mas não quer mudar. Não quer nem se esforçar para mudar. Quer apenas continuar sendo como é e fazendo como sempre fez, porém tendo resultados milagrosamente diferentes. Não percebe sequer que a forma como se comunica vai na contramão do que quer aprender. Só segue fazendo.

Estar em uma terça-feira na praia, escrevendo este texto enquanto meu filho está brincando na areia com a avó, não foi algo que eu consegui fazendo sempre as mesmas coisas. Reclamando do chefe, respondendo e-mails o dia inteiro, agendando reunião (mais uma), mandando mensagem cobrando resposta de uma pessoa para a qual já enviei um e-mail, procrastinando atividades e desistindo diariamente dos meus sonhos. Não. Foi com muito empenho, muita insistência, muito trabalho, muito “não” para coisas que todos dizem “sim”, muito propósito, muita autoconfiança, muita disciplina, muito entusiasmo, muita vontade de ajudar. Muito trabalho sem remuneração, pensando no valor maior. Muito e-mail deixado de lado durante mais horas que o considerado normal. E ninguém nunca morreu por conta disso, mas eu consegui realizar muito mais coisas importantes. E isso é simplesmente rotina para mim.

E eu escrevo isso porque estou cansada. Cansada de ir na contramão da sociedade apenas porque ninguém quer ser subversivo com ela também. Quando escrevo sobre a minha vida, recebo muitas mensagens e comentários de pessoas que querem viver algo parecido. Mas, quando conto ou ensino como eu faço, dificilmente alguém quer investir – tempo, esforço, coração.

Nada vem de graça. Nada é construído de um dia para o outro.

Não adianta querer tudo isso mas cobrar de mim uma coisa que sou totalmente contra e, por sinal, talvez você esteja querendo aprender a fazer e ser também. Por favor, por você, pela sua vida, pelos seus filhos: pare, respire e repense!

Se você quiser alguém que responde seu e-mail ou sua mensagem em tempo recorde, eu sou simplesmente a pessoa errada. Mas todo mundo faz isso, então você não terá dificuldade de encontrar pessoas assim em qualquer ramo de atividade, inclusive no de organização e produtividade. Se você quiser mudança de verdade, aprender a respirar no meio dessa insanidade que todos estão vivendo, e construir uma vida que tenha qualidade e significado para você, então venha comigo. Mas, se vier, venha de verdade. Entendendo que é simplesmente outra realidade. Sem modéstia, porque também não é nada de extraordinário. Só é outro ritmo.

91 comentários

  1. Thais,

    há anos leio e acompanho seu blogue, e nunca ou raramente comento porque fico pensando: se é pra escrever “muito bom, adorei!”, de nada adianta… Mas hoje decidi escrever um pouco e falar sobre como me identifico com inúmeras coisas que você compartilha, como este desabafo de hoje.

    Me sinto como se tivesse o tempo todo que estar me blindando de interrupções e maneiras agressivas das pessoas me demandarem as coisas, como se alguém roubasse algo de mim quando faz isso. Esta parte do texto me tocou como se eu mesma tivesse escrito!

    Da mesma forma, a questão das mudanças sem querer mudar, é algo que venho trabalhando em mim, diariamente, para sair da estagnação e do mesmo lugar de sempre. Não sei quanto tempo vou levar para transformar a minha vida, mas me sinto construindo isso.

    (Aliás, talvez esse seja um tema que você poderia desenvolver, não? Quanto tempo você acredita que levou para identificar que chegou onde queria, em termos de modo de vida?)

    Um beijo e abraço para ti, que há anos, literalmente, me ajuda e inspira. Muito!

    • Eu gosto muito da analogia com andar de bicicleta.

      Quando as coisas vão bem, vira e mexe a gente pode se desequilibrar e tombar para o lado. Mas aí a gente se reequilibra. Assim é andando de bicicleta, e na vida acho que é a mesma coisa.

      Obrigada por comentar.

  2. Muito bom texto! Você é um exemplo para mim há alguns anos. Inicialmente passei a te acompanhar para aprender sobre organização das coisas e tarefas, mas hoje você é uma inspiração para organização da VIDA: priorização, propósito, fazer história.

    Parabéns! E continuo tentando fazer diferente, me inspirando em você!

  3. Thais, eu sou leitora assídua do seu blog há alguns anos. Ele já foi até a minha página inicial no navegador. Os seus conteúdos são a inspiração que busco sempre que começo a correr de um lado pro outro feito barata tonta e sempre me dão a confiança necessária para colocar limites. Para os outros, pra mim mesma. Entrar aqui é respirar fundo, sentir que existem outros caminhos e que dá para ser feliz todos os dias sem esperar a tão sonhada aposentadoria, sem sofrer esperando as férias, sem começar a segunda maldizendo a rotina e esperando ansiosamente pelo fim de semana. Aprendi GTD com você, li o livro, me aprofundei na técnica, apliquei no Evernote como você ensinou e uso todos os dias. Sempre comento sobre você e sobre o GTD com pessoas que conversam comigo sobre gestão de tempo. Por tudo isso e por manter sua disciplina na criação de coisas tão incríveis, meu muito obrigada. <3

  4. Desabafo ou válvula de escape nos mostra que nenhum método é 100% eficaz. Pois no GTD a mente não tem que ficar “Mind like water” ter a mente clara como água?

    Obs.: David Allen não é Deus!

    O método aborda princípios e quando falamos disso temos que lembrar do maior profeta de todos os tempos Jesus Cristo. Ele sim conseguiu colocar em prática aqui na terra.

  5. Olá Thaís! Descobri sobre você há pouco tempo num grupo de whatsapp que faço parte. É a turma das flyladies; acho tudo uma loucura só, cheio de regras e coisas para se fazer mas por enquanto, só leio e literalmente, observo. Mas esse texto seu mexeu profundamente comigo pois é isso que quero fazer: levar uma vida mais light; onde eu tenha tempo de fazer as coisas que gosto, que acho bacana e que são importantes para mim. Adoro quando estou de férias pois é o período que posso fazer coisas simples como preparar uma comida mais elaborada para minha família, levar minha filha na escola, ter tempo de não fazer absolutamente nada. Já estou cheia da pressão que o mundo exerce sobre nós; faz tempo que desejo tirar um período sabático para mim… Não sei se um dia conseguirei mas lendo o teu texto e vendo o teu vídeo me faz ter esperança de que sim, isso é possível!!! Obrigada por este desabafo e por palavras tão encorajadoras e sábias!!! Felicidades

  6. Obrigada pelo belo texto, Thaís.
    É verdadeiramente um aprendizado diário estabelecer e seguir as prioridades. Saber dizer não. Disciplinar-se. Priorizar a tranquilidade. Afasta-se de pessoas tóxicas. Afastar-se de tudo que nos desequilibra e nos desanima. É um esforço diário de aprendizado e de novos hábitos de vida. Ainda não cheguei ao ponto que desejo chegar. Minha meta pessoal. Mas estou nesta busca e já melhorei MUITOO. E sei que não é fácil especialmente para quem começa. Você e seu blog é parte dessa melhora também. Desconfio cada vez mais, que a nossa educação na infância, em casa, na família, não escola, é, em parte a razão de nossas dificuldades. As crianças precisam sim, ter seus horários e iniciar nesta fase a prática da disciplina e de horários. Sem exageros. Sem que elas deixem de ser crianças. Com amor e carinho… Bom, já estou a escrever demais. Mais uma vez, obrigada.

  7. Há três anos você mudou a minha vida. Hoje, mudou de novo.

    Só tenho a agradecer. De todo o coração, muito obrigado.

  8. UAU… Três letras e milhões de reticências. Este texto é daqueles que a gente imprime para ter dentro do seu livro, como adendo, como referência de vida. Parabéns pela coragem.

  9. Hoje em dia, o desejo de ser ótimo e excelente em qualquer setor ou segmento é latente, mas o preço ninguém quer pactuar! Bora lá, TMJ!

  10. Cara Thaís,

    Lembrei de um pensamento do Comandante Rolim Amaro:

    “O mundo está cheio de pessoas imperfeitas que cobram dos outros, a perfeição”!

    Ao remar contra a correnteza nos tornamos mais fortes. Quando cansamos, paramos para desabafar com amigos e neles nos (re)forçamos!

    Acompanho você há anos e somente hoje estreei nos comentários. Finalizo compartilhando: a educação dos filhos e a auto-educação se constroem com mais nãos do que sims!

    Just absorving the life!

  11. Me arrepiei toda, Thais. Com a ajuda dos seus ensinamentos eu percebi que do jeito que estou fazendo não dá mais. Lembro que você compartilhou um texto do David Allen no facebook que dizia algo a respeito das pessoas que fazem o GTD pela metade e querem que aconteçam coisas diferentes e mágicas. Contudo, ele e você falam que não há GTD pela metade. Foi a partir daquele post que eu me conscientizei e decidi parar de fazer as coisas pela metade, me repensar e tudo o mais.
    Claro que é um processo. É difícil sair da zona de conforto. Mas empurrar a vida com a barriga também não dá mais.
    Esse ano eu finalmente descobri meu grande Sim e agora estou trabalhando nele: empenhada, mas no meu ritmo também, aprendendo com o dia-a-dia a ser e fazer melhor.
    Muito obrigada pelo post e pelos anos de blog.

  12. Olá Thais. Gosto muito do seu trabalho!
    Acho que seu desabafo mostra que nenhuma escolha na vida está livre de dificuldades; mas é bom saber que está lutando por algo que realmente acredita.
    Beijos!

  13. Nossa Thais, lendo seu texto parece que estou lendo um desabafo meu em diversos momentos.
    Tem dias que eu simplesmente nem tenho vontade de abrir meus emails para não ficar irritada. As pessoas querem as coisas para ontem, acham que você está a disposição delas a hora que ela quer. E pessoas como nós, que temos blogs e temos outras “formas de contato”, como as redes sociais, acabamos sofrendo mais ainda.
    Tem pessoas que me mandam vários emails um seguido do outro, em coisas de menos de 2 minutos e de diferença de um email para outro. Vendo que não respondi elas vão para minhas redes sociais e lotam lá de mensagens também. Eu, embora procure responder todo mundo, não tenho como dar conta de responder tudo na velocidade da luz que as pessoas acham que eu deveria responder. Tem pessoas que respondem com agressões, até palavões… às vezes me frustro, mas lendo seu texto tenho cada dia mais certeza de que o problema não está em nós, e nas nossas escolhas.
    Muito obrigada por esse post e por todo ensinamento que tenho tido com você ao longo de alguns anos, mesmo você nem me conhecendo! rs

    Beijinhos 🙂
    Bru Santos ❤
    http://www.queseame.com

  14. Thaís, super texto. Quando puder (e se quiser), assista um seriado (só tem uma temporada) na Netflix chamado Manhunt: Unabomber. Além do lado criminal, o seriado me fez repensar muito essa nossa “necessidade do tecnológico”, como estamos escravizados pela tecnologia e com a sensação cada vez mais crescente de “falta de tempo”. É bem interessante.

    Beijos e sucesso!!!

  15. Muito bom, Thaís!
    Inclusive, eu to utilizando um app chamado Freedom que desativa vários sites e apps dos meus dispositivos por um tempo escolhido e fico OFF, ainda conectada, por conta do trabalho, mas o tempo rende demais. É incrível perceber como perdia tempo verificando notificações e respondendo as pessoas. Quando tiramos um horário para isso, as pessoas se acostumam com o nosso timing.

    Recomendo!

  16. Eu já vim aqui três vezes essa semana reler seu texto, reassitir seu video. Eu tenho vivido na contramão, mesmo que ainda em um trabalho que me consome de 8h por dia (e fazendo outros trabalhos que são importantes também para mim) mas passo a passo construindo um novo modo de viver, um novo jeito de fazer as coisas que fazem sentido para mim. Mas eu tenho sentido forte em meu coração meu propósito e tenho trabalhado nele todos os dias. Tenho vindo aqui me inspirar Thais, esse texto e esse video vieram como um abraço forte, bem forte! Gratidão por esse trabalho incrivel.. gratidão por andar na contramão com a gente! <3

  17. Olá Thais.Sou pastora evangélica e no meio onde vivo percebo isso latente.
    O desejo real de mudança, mais a galta de vontade de mudar na real.
    O desepero por resposta rápidas fa parte de Deus,mais a impaciência de aprender com o momento e ou a situação.
    Costumo falar da geração miojo,onde tudo e rapido ,instantâneo e com o sabor artificial.
    Quero mais e na contramão disso venho adotando novos hábitos.Dando os primeiros passos no Flylady.Lendo sobre minimalismo e focando em Mim e na minha familia.Sou sua fã. Gratidão por compartilha tanta coisa boa.Bjs.

  18. Thais, esse seu texto mexeu comigo também. Estou passando por um dilema – acho mais até que me conscientizando de uma contradição minha, nesse exato momento.

    Quando meu filho nasceu eu saí da agência de publicidade que trabalhava para trabalhar em casa e poder estar mais presente. (Você sabe como é o ritmo de agência, né?)
    Minha intenção era, desde o início, criar um trabalho e um ritmo mais leves. Inclusive foi nessa época que achei seu blog, da Rita do The busy woman, Leo Babauta – lá em 2011/2012.

    E a vida foi seguindo… entre idas e vindas, comecei a trabalhar de fato como queria em 2015. Poucos clientes por vez, colocando alma e calma em cada trabalho. Mas aos poucos, a rotina foi me engolindo. Fui tomando a emergência dos clientes como minhas.

    No segundo semestre do ano passado comecei a pensar em crescer como empresa, que esse seria o caminho para me organizar profissional e financeiramente. Fui me planejando para isso com ajuda de uma consultora profissional, sonhando com o escritório, com funcionários nesse mesma vibe…

    Até que travei. Sem nem entender. Precisei pausar para retomar agora em janeiro. Mas na pausa percebi que não quero crescer assim – não ainda. Que preciso ir com passos menores, talvez nem ter um escritório/empresa em si. Seguir sendo autônoma, com um assistente, mas principalmente: parar de tomar emergências dos outros para mim, definir meu próprio ritmo, respeitá-lo e comunicá-lo bem para que só me procure quem quer isso também.

    E percebi que isso é uma coisa que sempre quis, mas o medo de perder cliente e dinheiro indo na contramão me impedia de ver com clareza. E talvez sim, muitas pessoas não fechem comigo porque querem tudo para ontem, e talvez seja justamente isso que eu preciso. – o medo ainda tá aqui. A sensação de que eu preciso me adaptar, que não dá para ser do meu jeito.

    Mas te lendo, vendo a minha própria vida, desejos e anseios… vejo que tenho que – ao meno tentar – por a minha verdade e construir as coisas como acredito. E se não der certo – reconstruir, né?

    Gratidão por esse texto que me permitiu rever e refletir mais sobre coisas que já tenho em mim.

    Beijos!

  19. Thais, ótimo texto.
    Leio sempre seu blog e tenho essa sensação.
    Suas palavras servem de conforto e a certeza de que é possível seguir em direção as metas pessoais sem necessidade de atropelos, mas num tempo próprio e com a certeza do que precisa ser feito.
    Um amigo recentemente escreveu que descobriu que pode parar de correr e ainda assim ganhar a corrida. Achei essa frase maravilhosa e tenho me dedicado muito a pensar sobre ela.
    De certa forma, acho que você e ele falam a mesma coisa e que estou em processo de aprendizagem.
    Obrigada por dividir suas experiências

  20. Muito difícil se manter firme ne Thais!! Eu conquistei isso também mas parece muito surreal! Realmente parece que estou em outro planeta! Suas palavras confotaram minha alma! Obrigada!

  21. Parabéns Thais, pela coragem de assumir que você enxerga a realidade absurda da sociedade atual. É isso mesmo! Temos de ir na contra mão da loucura, se quisermos encontrar a sanidade. Mais uma vez, meus parabéns! Já gostava de vc e de seu trabalho, mas agora subiu no meu conceito ainda mais. Desejo muita calma e muito sucesso em seu trabalho.

  22. Thaís, nunca me decepciona! Te acompanho há vários anos, e a cada ano, gosto mais!
    Acompanhei seu ritmo louco de trabalho e pensava “caramba, como ela consegue?”, e hoje vendo esse “amadurecimento” me sinto mais aliviada. Também acho que o ritmo em que o mundo está vivendo é muito louco, nos deixa doentes. Adoro o tema organização, mas acredito muito que ele serve para nos ajudar a levar uma vida mais leve, ter mais tempo para nós mesmos.
    Obrigada por compartilhar com as pessoas todo esse conhecimento e experiência adquiridas!
    Admiro muito você!

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