Categoria(s) do post: Diário da Thais

Em 28 de outubro de 2006, o primeiro post do Vida Organizada entrou no ar. Hoje ele completa 11 anos e eu gostaria de falar um pouco sobre como ele começou e como é o meu trabalho hoje. Acredito que isso seja uma maneira legal de celebrar esse aniversário. 🙂

 

O blog começou como um hobby para mim. Na verdade, eu já era publicitária (estava no último ano da faculdade) e, desde 2001, eu já criava sites e blogs. Em 2006, foi o ano em que comecei a trabalhar em uma agência de publicidade diferente, estava gerenciando um TCC em grupo e descobri o método GTD. Todas essas coisas me deram vontade de escrever sobre organização pessoal e produtividade, assuntos que descobri ser completamente apaixonada.

O que eu nunca imaginei é que o blog daria o tom da minha vida profissional dali em diante. Ele começou a ficar conhecido e eu comecei a receber comentários, perguntas e dúvidas de pessoas que buscavam se organizar. Vendo a responsabilidade do que eu estava publicando, quis me aprofundar e me especializar. Li todos os livros do mercado sobre o assunto (ou quase todos né), fiz cursos, tirei certificações. Tudo isso muito aos poucos, conciliando com a minha carreira como publicitária.

Em 2010, quando o nosso filho nasceu, meu conceito de organização (que ainda não estava totalmente formado) mudou muito. Antes, eu era um mix de FLY Lady com Donna Smalin meets GTD, mas sem sincronizar tudo isso. Quando nosso filho nasceu, eu percebi que uma organização ideal não existe, e o que é importante é que tudo seja personalizado para a vida que você tem e de acordo com quem você é.

O que realmente mudou a minha relação com o blog foi quando, em 2011, eu comecei a trabalhar como coordenadora de redes sociais em uma agência aqui em São Paulo, porque ele entrou em uma onda de popularização de blogs e ficou MUITO conhecido. Eu estava aprendendo muito no meu dia a dia e usava o blog como “laboratório”. Foi quando eu comecei a profissionaliza-lo de verdade, não no sentido de monetizar, mas de criar um calendário editorial, fazer pesquisas de temas e público, enfim, profissionalizar de verdade.

Nesse mesmo ano, eu iniciei minha pós-graduação na área e o projeto de conclusão do curso (em 2012) foi a profissionalização do blog. Isso foi um divisor de águas, porque eu fiz todo um estudo de público, de temas, de concorrentes, de mercado, de cores, enfim, que ocasionou uma mudança super positiva no layout, nos temas dos posts etc. Eu já estava morando em Campinas e foi quando eu comecei a perceber que gostaria de desenhar uma transição de carreira para trabalhar exclusivamente com aquilo que eu descobri ser uma missão para mim: inspirar as pessoas a serem organizadas para que tenham mais qualidade de vida.

Nessa época, o blog explodiu! Ficou realmente conhecido e eu comecei a ter que recusar propostas de trabalho relacionadas a ele, simplesmente porque morava e trabalhava em Campinas em tempo integral e não tinha como me dedicar a elas. Eu via todas aquelas blogueiras se dedicando exclusivamente aos seus blogs e ficava me perguntando se algum dia eu conseguiria fazer aquilo. Quando digo “conseguir fazer aquilo”, significava pedir demissão de um emprego estável, que sustentava a minha família, para viver apenas do blog, financeiramente falando.

Muitas coisa aconteceu no ano de 2013. Eu assinei um contrato com a Editora Gente para escrever o meu primeiro livro, que seria publicado no ano seguinte, e também conheci o Daniel Burd, da Call Daniel (franquia brasileira do método GTD), que me convidou para trabalhar como consultora de marketing para ele.

Isso tudo foi importante, pois até então eu era uma pessoa comum, que tinha um emprego estável e estava estudando para concursos. Eu já tinha desenhado como seria a minha vida para o resto das próximas décadas, e isso era bom e ruim ao mesmo tempo. Quando eu vi que poderia escrever a minha história do meu jeito, trabalhando com aquilo que eu realmente gostava, foi um ponto da virada muito importante para mim. Lembro de pensar: isso está mesmo acontecendo comigo? Vou conseguir ser uma daquelas pessoas que diz que vive do que ama?

Em 2014, uma série de frustrações no meu emprego me fizeram ver que eu estava certa ao querer realizar aquela transição. Portanto, na metade do ano, eu assinei a minha carta de demissão e, em agosto, eu já estava morando de novo em São Paulo completamente dedicada ao meu novo trabalho como professora de GTD, lançando meu primeiro livro na Bienal e aprendendo como viver como autônoma. A economia aquecida me ajudou muito naquele momento a obter estabilidade.

Ao mesmo tempo, foi o início de um período de transição – e eu só comecei a ver assim no ano passado, quando tive um certo distanciamento. Porque foi uma mudança e tanto. Pedi demissão para virar empreendedora – hoje aparentemente todo mundo está a fim de fazer isso, mas ainda hoje para mim, isso foi um grande passo. Tenho orgulho dessa minha ousadia porque é o tipo de decisão que, se você pensar muito, você acaba não tomando!

Às vezes fico pensando: será que deveria mesmo ter pedido demissão? Será que não teria sido mais seguro ter ficado no meu emprego? E claro que teria. Mas e todas as coisas que aconteceram depois que eu pedi demissão? Teriam acontecido? Eu não sei. Eu não sei se teria como sair no meio de um dia da semana para lançar meu livro na Saraiva. Não sei se teria conseguido tirar várias semanas para ir para a Holanda conhecer o David Allen e me certificar no GTD. Enfim, acontecimentos incríveis que dependiam muito dessa escolha que eu fiz. E aí eu concluo que não existe escolha certa ou errada, segura ou perigosa – existem escolhas. E você precisa lidar com as consequências delas, tanto as boas quanto as supostamente não tão boas.

2015 foi um ano que eu posso dizer, seguramente, que tudo se resumiu ao GTD. Eu fui para a Holanda três vezes tirar certificações. Me dediquei demais ao método. Realizei uma série de workshops do Vida Organizada (um diferente por mês! que loka!), o que foi maravilhoso para atender uma demanda crescente dos leitores, que queriam me ver e aprender comigo, e também foi uma verdadeira escola para eu me tornar a professora e a palestrante que sou hoje. Nada como a prática!

Porém, naquele mesmo ano eu percebi que era um ritmo intenso demais. Acho que todo mundo que começa a trabalhar com cursos, eventos e palestras chega a essa conclusão. Se você não trabalha com isso, não tem nem como imaginar todo o trabalho que isso dá, de responder e-mails de inscrições até a realização do evento em si, contratação de coffee-break, pagamento de fornecedores, gerenciamento de notas fiscais. É muito, muito trabalho. E, com as novas responsabilidades que vieram com as certificações do GTD, meu corpo deu o primeiro sinal: outubro de 2015, internada com pneumonia. Naquele momento, quase dez dias em uma cama de hospital, eu percebi que não dava pra eu fazer tudo sozinha. Percebi que todo o meu trabalho estava completamente centralizado em mim e que, se eu continuasse naquele ritmo, me sobrecarregaria enormemente, além de não proporcionar oportunidades para outras pessoas que talvez quisessem trabalhar com isso também.

A partir daquela época, eu comecei a trazer pessoas para trabalharem comigo. Foi quando eu convidei a Carol, que hoje é consultora do Vida Organizada, e também trabalhei com outras pessoas, que acabaram não ficando porque abriram outra empresa, investiram em outros negócios. Vivendo e aprendendo. Mas, naquele momento, eu percebi que não ia deixar rolar o lance de “eu amo tanto meu trabalho que não me importo de trabalhar demais”. Mesmo amando o trabalho, a gente tem que se colocar alguns limites. Eu estava ficando preocupada com algumas questões, percebendo que não adiantava dar murro em ponta de faca em problemas que eu não era responsável por resolver, mas me afetavam. Foi um longo caminho de resiliência que se estendeu por 2016. E, em 2016, tivemos o agravamento da crise no país também, que se refletiu, obviamente, em todo mundo.

Quando eu penso no ano passado, fica muito claro para mim que foi um ano de resiliência total. Tivemos muitos problemas pessoais. Relacionamentos abalados (quem nunca), filhote com pneumonia internado (depois descobrimos que tanto a minha quanto a dele tiveram a ver com a casa que morávamos, que estava com problemas agravados de umidade), questões com os cachorros, nossa casa foi invadida, um pequeno escândalo na família, tratamento de saúde porque tive alguns problemas desde a penumonia… o sentimento de “gente, o que está rolando?”. Pelo que vi, foi um ano difícil pra todo mundo, mas particularmente desafiador para mim.

Até que, em julho, eu fiz o meu curso de coaching. Minha nossa, timing é uma coisa absurda. Que bom que fiz aquele curso. Mudou completamente a minha relação com tudo. Me colocou no papel de responsável pela minha vida de uma maneira que eu nunca tinha tido antes. Listei todos os problemas que precisava resolver e, em coisa de três meses, estávamos morando em uma casa diferente, eu estava mais feliz, meu trabalho estava mais coordenado. As coisas estavam entrando nos eixos.

Mas, semelhante a quando você toma um caldo no mar, quando você levanta, vem uma onda e te derruba de novo. Em setembro, tive uma notícia muito impactante do meu trabalho, que tinha tudo para me desestabilizar completamente. Cheguei a escrever sobre isso no blog mas, por ser íntimo e exposto demais, eu apaguei (não queria expôr outras pessoas e nem atrair comentários negativos anônimos de quem gosta de comentar coisas assim). Eu fiquei umas duas semanas DESTRUÍDA emocional e psicologicamente. Não sabia o que fazer. Não sabia se conseguiria me levantar de novo. Escrevo isso hoje com o coração aberto. Não foi fácil.

Depois desse “luto” temporário, foi quando eu percebi que, se a minha mente não estivesse bem, eu não ficaria bem. Minha família não ficaria bem, meu trabalho não ficaria bem, minha empresa não ficaria bem. Eu não encontraria soluções nem conseguiria ter perspectiva. Então, em um belo dia, eu acordei, deixei o sol bater no meu rosto e coloquei a mão na massa, trabalhando em silêncio. Decidi que não deixaria nada que me abatesse mais fazer parte da minha vida. Cortei uma série de coisas – de papos a pessoas. Parei de ver algumas coisas na tv. Busquei dentro de mim aquilo que eu era, meus pontos fortes e o que eu realmente gostava de fazer. E, com isso, surgiram as melhores coisas da minha vida. Sério, que virada. Hoje, quando paro para pensar nesse período (um ano atrás), sinto um orgulho do que fiz que me deixa até emocionada. Vejo como sou uma pessoa forte e que corre atrás do que simplesmente precisa ser feito. Coloquei na cabeça que ia dar um jeito e dei, e isso virou uma regra para tudo na minha vida desde então.

Eu tinha em mente uma imagem muito clara da Thais que eu era e do caminho que eu tinha que percorrer para chegar até lá. Porque, quando eu me olhava no espelho, eu não via essa Thais que eu sabia que eu era. Isso envolve tudo: aparência, sentimentos, atitudes, projetos, trabalho, valores. E, dali em diante, passei a fazer um trabalho fortíssimo de auto-conhecimento que me levou a explorar meus pontos fortes para imprimí-los em praticamente tudo o que eu fazia.

Comecei a trabalhar oficialmente com coaching. Ajudar as pessoas de perto foi a melhor coisa que eu fiz. Como eu gosto desse trabalho! Formatei melhor os meus cursos. Passei a cuidar mais de mim. Olhei com mais perspectiva o que eu queria com meu trabalho no GTD. Deixei muita coisa de lado SIM. Foi doído, porém necessário. E ainda continua…

Eu superei aquele período difícil, que durou mais de um ano, e isso me transformou de uma maneira que parece que passei por uma verdadeira iniciação, sabem? Tudo isso que estou falando é pessoal mas influenciou enormemente no meu trabalho, porque descobrir quem eu sou me permitiu ver o que queria fazer tanto na vida pessoal quanto com relação ao trabalho para toda a vida.

Foi quando eu descobri que, mais do que inspirar as pessoas a se organizarem para ter mais qualidade de vida, eu trabalhava na verdade na área da realização pessoal. E que a principal dor das pessoas no mundo é hoje sofrer com o estresse. Muitas informação, muita sobrecarga de trabalho. Meu propósito é ajudar as pessoas a serem menos estressadas. Quero entender como o trabalho funciona, para onde ele irá, como pensarmos nas nossas carreiras para o futuro, para onde estamos indo, como vamos trabalhar, quais serão as relações de trabalho daqui a 30 anos, como conseguimos trilhar um road map dentro de uma linha do tempo adequada à vida de cada um. Isso é o que eu faço. É isso o que tenho descoberto diariamente, devorando informações, empolgadíssima com essa nova construção que descobri que faz tão parte de mim.

Eu não sei como será o mundo amanhã. O que eu sei é que aprendi a buscar dentro de mim, e em mais nenhum lugar, todos os pontos fortes e valores que eu tenho e usar isso para construir o estilo de vida e de trabalho que tem a ver comigo! Sempre com foco em compartilhar o que aprendo com as pessoas, que foi o motivo principal de eu começar a escrever neste blog. Se não fosse por você estar lendo esse post, e por todos os leitores que me acompanham desde 2006, ou desde 2001, ou desde ontem… não importa… um blog existe para compartilhar coisas, e eu me sinto previlegiada por ele ser parte não só do meu trabalho, mas praticamente um braço meu nesta vida. Obrigada por vocês estarem aqui.

As pessoas perguntam em todos os lugares: “qual o futuro dos blogs?”. Cara, blog é um meio… assim como livros são, revistas são, canais de tv são, estações de rádio são, vídeos no YouTube são… a comunicação, como um todo, sempre existirá. O meio vai mudar, mas a mensagem continua. Continuemos por mais 11, 22, 33 anos… cada um falando sobre quem é, o que ama, o que pode colaborar com o mundo, de alguma forma.

Categoria(s) do post: Áreas da Vida

Vamos bater um papo sobre o meu armário cápsula atual.

Meu propósito com um armário cápsula é, na verdade, construir um único armário cápsula com peças que funcionem bem entre si, com a menor quantidade possível de peças, o que me possibilitaria fazer aquisições melhores (em termos de corte e material), em menor quantidade, repensar o consumo, e ter mais criatividade ao elaborar combinações.

Vou construindo isso tudo a cada estação, aprendendo sobre o que fica bem em mim.

Sobre o planejamento do armário cápsula de primavera

Não me atenho a quantidades, mas a coerências. Todo o restante do meu armário que não pretendo usar vai ficar guardado na parte de cima do guarda-roupa. De modo geral, são roupas para quando o tempo está muito, muito frio, ou muito, muito calor, e só vou acessar no verão.

Também não tenho regras sobre compras. De modo geral, não tenho comprado roupas – essa é a regra. Se eu estiver precisando de algo, planejo a compra. Isso independente do armário cápsula. Mas, por exemplo, eu não vou comprar algo apenas porque “falta” no meu armário cápsula da estação. Se eu já estiver precisando e eu for usar agora, eu compro. Se for um casaco de frio, por exemplo, e não vou usar no momento, deixo a compra para depois. Tem funcionado bem assim.

Uma coisa que preciso sempre levar em consideração é meu estilo de vida e os tipos de atividades que tenho. Divido meu trabalho entre trabalhar em casa ou no escritório, fazer reuniões ou treinamentos externos e viajar bastante. Logo, as roupas de primavera, para mim, precisam ser frescas e confortáveis. Como moro em São Paulo, preciso manter alguns elementos que abriguem frio e chuva ocasionais. Nada impede, também, que eu pegue algo que esteja guardado caso a temperatura caia bruscamente. Não vou passar frio só porque a peça não estava no armário cápsula. rs

Particularmente, nesta primavera tenho tido vontade de usar tecidos mais fluídos e em cores mais primaveris mesmo. Sim, posso ser um clichê, mas tenho gostado disso. E, se me faz bem, por que não fazer?

Para montar o armário cápsula dessa estação, eu comecei selecionando as partes de baixo (calças, saias, bermudas e vestidos) que gostaria de usar.

Partes de baixo

Na foto acima não dá para ver muito bem, mas a primeira peça é uma calça jeans de lavagem bem escura, clássica, que é o tipo de calça jeans que eu prefiro e tenho sempre no armário. É sempre aquela calça que, quando “acaba” (ficou grande ou rasgou), substituo prontamente, porque uso demais.

Eu tenho também uma saia com fundo floral preto que não está na foto porque estava lavando. Atualmente tenho só esses dois vestidos (um mais informal para usar de dia e outro que serve para palestras e também sair à noite). A bermuda jeans também é um básico meu. Eu gosto de vestidos e pretendo investir mais neles daqui em diante.

Partes de cima

Com base na quantidade de partes de baixo, deu para ter uma ideia de quantas partes de cima eu precisava. Aplico uma regrinha da Ana Soares que diz que, para cada parte de baixo, devemos ter pelo menos cinco partes de cima que combinem com ela – sejam blusas, camisetas, casacos, coletes etc.

Quando parei para fazer as fotos deste post, eu percebi como o meu armário está ficando cada vez mais enxuto, e isso é ótimo. Acima, estão praticamente todas as minhas blusinhas e camisetas sem manga ou de manga curta. Tenho algumas lavando e outras de manga comprida que não entraram na foto porque não pretendo usar na primavera, além de uma listrada (a primeira à esquerda) e uma verde bandeira que está lavando.

Algo que talvez vocês podem ter notado na foto acima é que estou tentando usar roupas mais coloridas. Acredito que as cores dessa primavera no meu armário-cápsula sejam essencialmente: rosa, coral, vermelho, azul claro, off-white, bege, verde. Todas as peças estão combinando bastante entre si.

Também procurei ser enxuta nas blusas de lã. Separei uma mais grossa (tempo de São Paulo, vai que) e dois cardigans mais finos. Tenho algumas outras blusas que também preferi guardar para outras estações mais frias, mas nada impede de pegar blusas mais grossas caso haja necessidade. Armário-cápsula não é prisão. 😉

Acima estão as três camisas que eu uso atualmente: uma jeans, uma branca e uma floral. A floral está larga, mas dá para usar. Provavelmente será a última estação dela…

Na foto acima, faltou o meu colete azul marinho, que estava lavando e também está na cápsula de primavera (um verdadeiro curinga). Também não está a minha jaqueta de couro preta. Nessa foto eu mostro meu trench-coat cáqui, um blazer branco e uma jaqueta jeans. Eu substituí o blazer preto pelo blazer branco como “o blazer básico” da minha coleção e não me arrependo. Dá um toque diferente.

O que não entra no meu armário cápsula: camisetas de bandas, camisetas de futebol, roupas de academia, pijamas e lingeries. Também não coloco acessórios, como lenços, colares, bolsas (não uso muito) etc. Eu acho que a graça dos acessórios é justamente complementar as roupas.

Sapatos

Esses são os pares de sapatos que vou manter no meu armário cápsula de primavera:

Eu acho difícil selecionar sapatos para oa rmário-cápsula, porque já não tenho tantos. Nessa foto, não estão as minhas três botas que também pretendo usar (e tenho usado) na primavera, que são: uma ankle boot preta, uma ankle boot marrom e uma bota de montaria preta, com o cano alto.

Meu gosto para sapatos é bem simples: gosto de mocassins e sapatilhas de bico fino. Tenho um ou outro sapato com salto, que utilizo para fazer palestras ou treinamentos. Sandálias também não tenho muito o costume de usar. Apesar de ter outras duas (uma bege e uma preta), para esta cápsula quis testar apenas a amarela. Tem funcionado!

O que você acha? Você tem feito armário cápsula também? Que cores você escolheu para a primavera? Compartilhe comigo nos comentários.