Categoria(s) do post: Tecnologia

Sempre me perguntam que aplicativos tenho usado para as mais diferentes funções relacionadas a organização, então este post traz os mais recentes.

O que eu faço muita, muita questão que você saiba: usar aplicativos não importa. O importante é que você tenha um método. Sendo assim, qualquer aplicativo servirá, desde que atenda suas necessidades e você goste dele.

Os aplicativos que eu tenho no meu celular e uso hoje são:

  • Guia Bolso: Aplicativo para gerenciar finanças do dia a dia.
  • Dropbox: Para compartilhamento de arquivos pesados.
  • Documentos (Google): Para editar documentos que estejam no Google Drive.
  • Skoob: Para organizar minhas leituras.
  • Google Agenda: Minha agenda.
  • Day One: Para registros diários.
  • Life Cycle: Para ver como estou distribuindo as atividades ao longo dos dias.
  • Water Minder: Para me lembrar de beber água!
  • Tempo (iPhone): Para ver a previsão do tempo.
  • Relax Sounds: Para usar nos meus períodos de meditação no dia a dia.
  • Booking: Para gerenciar hospedagens com agilidade quando estou viajando a trabalho.
  • Sleep Cycle: Despertador e qualidade de sono.
  • Todoist: Para gerenciar minhas próximas ações e assuntos a tratar.
  • Mind Meister: Para acessar meus mapas mentais se estiver em trânsito.
  • Podcasts: Para ouvir podcasts enquanto estou em trânsito.
  • Evernote: Para digitalizar comprovantes e outros documentos com agilidade.
  • Cam Scanner: Para “escanear” e compartilhar documentos.
  • Feedly: Para agregar feeds de blogs que acompanho e ler em trânsito.
  • Planilhas (Google): Para visualizar e editar planilhas que estejam no Google Drive.

Eu tenho outros aplicativos que não são necessariamente sobre organização, mas que também me ajudam muito a manter a vida organizada, como o Uber, Spotify etc, mas os principais que organizam coisas e informações estão aí em cima.

Categoria(s) do post: Feng Shui, Áreas da Vida

Não querendo chover no molhado, a gente já falou mais de uma vez que o Feng Shui é uma técnica milenar chinesa, cujo maior objetivo é nos alinhar com as forças positivas da natureza, para que possamos receber saúde, prosperidade, harmonia, enfim…viver bem e plenamente.

Por isso é que, seguindo os seus preceitos, super indicamos a presença de elementos vivos nos ambientes: animais, plantas, cristais…desde que as pessoas se sintam bem com suas presenças e se proponham a cuidar dos mesmos, dando-lhes dignidade, felicidade, ou seja, nada pode influenciar positivamente um local, estando em sofrimento.

Bichos de pelúcia, plantas artificiais funcionam no Feng Shui?

A reposta é sim e não… São representações dos originais, mas não têm vida…É como ter uma foto de seus pais e os mesmos em “carne e osso”. A foto é uma representação, mas traz a lembrança, ancora a energia, mas nem de longe é a mesma coisa. Agora, se é para ter um bicho aprisionado, uma planta sem água ou mal posicionada, indico de olhos fechados que a pessoas tenha quadros, versões artificiais, afinal “as flores de plástico não morrem”…

Eu não sei vocês, mas eu adoro brincar com a Mel e a Filó, minhas “salsichinhas” amadas. Em tempos de relaxar, refazer as energias, posso dizer que elas recarregam a minha bateria em tempo recorde – não há stress que perdure. E o que dizer das plantas? Tenho várias e a maioria delas tem nome. Kwan Yin é uma orquídea que ganhei de uma amiga querida e que está no tempo de (re)florir. Temos um diálogo constante, eu a examino e quero saber quando virão as florzinhas amarelinhas pala me alegrar mais. Fátima e Penélope vivem agora no jardim do prédio, pois descobri que são espécies de ambientes externos, estavam murchinhas, querendo adoecer, fui atrás de informações e resolvi a questão – estão frondosas lá embaixo, se esbaldando de sol e vento. Vieram ambas da mata amazônica.

Brincadeiras à parte, no Feng Shui as plantas são verdadeiros coringas. São legítimas representantes do elemento MADEIRA,  nos protegem, atraem boas energias, servem de cura em pontos doentes ou que peçam correção energética, filtram o ambiente do ponto de vista orgânico e energético, dando às vezes a própria vida, por conta de um golpe energético que o local tenha sofrido. São inclusive sinalizadoras que algo ou alguém não vai bem na casa. É comum antes de uma separação, uma doença, um acontecimento que venha abalar a família, as plantas ficarem abatidas, desvitalizadas, tristes mesmo eu diria.

Preste atenção às suas plantas, preste socorro e cresça os olhos em relação às pessoas. Há alguma coisa “pegando” no relacionamento, alguém preocupado com trabalho, algum sintoma de desequilíbrio na saúde?

Ter plantas em casa é algo maravilhoso. Elas trazem a natureza para perto de você, são verdadeiros mananciais de energia vital, absorvem a energia yang do sol, espalhando-a por onde estiver. Aumentam a nossa criatividade (quem já escreveu embaixo de uma árvore?) e capacidade de concentração. Promovem a melhora do nosso estado emocional e do sistema imunológico (pense em você andando num parque, num belo jardim), então espero que a essa altura já o tenha convencido a sair em busca de umas verdinhas.

Mas… quais as melhores plantas, segundo o Feng Shui?

Bem, supondo que estejamos falando de ambiente interno…há plantas mais indicadas para salas, banheiros, cozinhas, corredores, porta de entrada. Faça uma análise do seu espaço. Há incidência de sol? Por quantas horas? Manhã, tarde…Você pode cuidar das plantas com qual frequência? Na sua ausência alguém poderá cuidar delas? Há possibilidade de crianças ou animais comerem parte dessas plantas? Anote tudo. Leve esse bloco de anotações no dia da compra.

De qualquer forma, há algumas prerrogativas… o que não devemos ter, de acordo com o Feng Shui:

#plantas carnívoras (por motivos óbvios!)

#plantas com espinhos, pois podem provocar conflitos entre os moradores (estas deverão ficar em áreas externas, de preferência que não sejam vistas por vizinhos). Aqui incluímos os espinhos das rosas, que precisam ser aparados. As suculentas ficam dentro de casa, são símbolos de resistência, excelentes para banheiros e lavabos, áreas de pouca iluminação, espaço reduzido. Os cactos são plantas de defesa, mas por conta de seus espinhos, precisam ficar em varandas, quintais, janelas, sempre em ambiente aberto, onde não sugira uma provocação à vizinhança.

#plantas pendentes cujas folhas se direcionem para o chão, acabam direcionando o “Ch’i” para baixo também, “derrubando” a energia. Se você tem uma linda samambaia de metro, como um véu de noiva, não se desfaça dela, mas coloque-a em área externa ou, se não tiver, doe-a para alguém que cuide direitinho e tenha o espaço adequado.

#plantas doentes, maltratadas, com folhas ou frutos secos (atenção às pimenteiras…pimenta seca, adeus dinheiro!), mortas, fenecendo, pois emanam energia yin, de morte mesmo, por isso a necessidade de mantê-las saudáveis.

#os bonsais…ai, os bonsais…tão fofos os pequenos, mas são na verdade plantas que foram atrofiadas, tolhidas para que não crescessem… trazem uma energia de limitação, o que não é obviamente a nossa praia.

#plantas tóxicas – algo para ser ponderado. A “comigo-ninguém-pode” é um exemplo clássico de uma planta que manda muito bem em banheiros, mas tem a questão da toxicidade. Se você tem crianças, animais que podem acessá-la, descarte essa possibilidade, há um leque vasto de outras espécies. A dica é: quando for comprar qualquer planta, acrescente à sua check list esse item: há perigo de ser ingerida?

Então, quais são as plantas campeãs?

Para as salas são muito indicadas as palmeiras, como a Raphis, a Dracena, a Areca. Mas bom mesmo é você saber em que guá (setor) do Feng Shui está cada cômodo. Pensando assim, se a sua sala está na Área da Família, o Lírio da Paz honra o nome que tem e harmoniza relacionamentos familiares; a Árvore da Felicidade (macho e fêmea) une casais e parceiros ou sócios – ideal para o Setor dos Relacionamentos. Pata de Elefante requer boas horas de sol, mas traz estabilidade, solidez. Folhagens arredondadas como o Dólar e o Dinheiro-em-penca atraem a prosperidade, ativam o financeiro, pois suas folhas lembram pequenas moedas.

E as orquídeas? Acho que são flores que sorriem. Impossível alguém se deparar com a delicadeza de uma orquídea e não devolver a gentileza. Orquídeas elevam a consciência e acalmam os ambientes. São excelentes na área da Espiritualidade.

Para as varandas: bambus, árvores frutíferas como pitangueira, jabuticabeira, etc., as palmeiras que gostam de sol, flores solares, como girassol, gerânio, azaleia.

Nas cozinhas e jardins vão muito bem as ervas aromáticas, como o alecrim, manjericão, orégano, tomilho, capim cidreira, que são muito auspiciosas – o manjericão particularmente chama as boas oportunidades e o alecrim ancora a boa saúde.

Na entrada da casa gosto das plantas guardiãs como a Zamioculcas, que absorve energias negativas ou a Lança de Ogum e Espada de São Jorge que as rebatem com muita competência.

Experimente visitar um mercado de flores e plantas, vá com tempo, apaixone-se, caia de amores por Hortências, Kalanchoes, Antúrios, Margaridas, Begônias…

Mas lembre-se, carregue sempre o seu bloquinho com anotações sobre a sua casa e pergunte ao vendedor o máximo de informações que possa obter sobre cada uma das plantas: luminosidade, regas, cuidados especiais, adubação, etc.

Depois? Muita responsabilidade e gratidão. A doação por parte delas supera de longe as necessidades básicas.

“Verdejantes tempos, mudança dos ventos no meu coração…”

Categoria(s) do post: Destralhar

Este é um exercício que tenho feito ultimamente e que gostaria de compartilhar com vocês.

Destralhar a minha casa tem sido uma constante ao longo dos anos. Sempre tem coisa para tirar, o que não deixa de ser impressionante.

Atualmente, tenho sido ainda mais criteriosa com tudo o que fica. Procuro manter o que o David Allen (autor do método GTD) recomenda como “coisas que normalmente têm seu lugar na casa”: referência, equipamentos, decoração e suprimentos. Mas, mesmo entre esses, tenho feito o interessante exercício de pensar: e se me chamassem para trabalhar em outro continente e eu precisasse me mudar em um mês? Eu levaria este objeto?

Pode parecer besteira, mas eu funciono bem com esse tipo de raciocínio.

O resultado é que tenho me desapegado de muito mais coisas, se pensar no trabalhão que seria me mudar com elas para outro lugar tão distante. E tenho ficado cada vez mais apenas com o essencial.

Mesmo as quatro categorias citadas lá em cima me fazem pensar na vida, porque todas elas podem ser digitalizadas (referência), vendidas (equipamentos, decoração) ou doadas (suprimentos).

Eu acredito que o fato de ter passado por muitas mudanças nos últimos anos me deixou assim. Acabei começando a gostar das mudanças, porque elas me dão a oportunidade de reavaliar tudo sempre. Mas você não precisa passar por uma mudança de casa real para fazer esse destralhe – fica a dica então para, como eu, tentar pensar assim no dia a dia.

Me conte nos comentários como foi.

Categoria(s) do post: Arquivos, Áreas da Vida

Caixa de entrada serve para você capturar informações – sejam ideias, e-mails, notas de reuniões, contas que chegam em casa, trabalho dos filhos, enfim, papel, físico ou digital. Então a recomendação para melhorar a produtividade, e isso obviamente vem do método GTD (como 99% do que eu falo aqui no blog), é que você tenha caixas de entrada suficientes para lidar com essa demanda de coisas que chegam na sua vida. Vamos ver quais são as indispensáveis?

Caixa de entrada para anotar ideias fisicamente

Vulgo papel! Você pode capturar uma ideia sensacional tanto em um Moleskine quanto em um guardanapo, contanto que agrupe todas as informações capturadas em uma caixa de entrada física, que serve justamente para dizer: “olha, eu tenho zilhões de ideias, mas elas estão aqui, e não em outro lugar”. Então tenha uma caixa de entrada física tanto em casa quanto no escritório (se você trabalhar fora) para colocar essa papelada que você mesmo gera.

Na prática, vai funcionar assim: escreveu em um papelzinho algo que não pode esquecer, coloca na bandeja (caixa de entrada). Voltou da reunião com notas escritas em um caderno, coloca o caderno na caixa de entrada. Recebeu um comprovante de pagamento que não pode perder, coloca na caixa de entrada. Uma vez por dia ou mais, classifique os itens que você agrupou e destine aos locais certos.

Caixa de entrada para quando estiver em trânsito

Se você se desloca muito, é recomendável ter uma pasta sempre com você para agrupar os mesmos papéis que você mesmo pode gerar ou que podem chegar até você, em vez de deixar tudo espalhado na bolsa ou na mochila. Boas pastas para fazer isso são as pastas em L, que podem ser encontradas (e são baratíssimas) em qualquer papelaria.

A pasta em L é mais fácil de manusear que pastas com elástico, que precisam ser abertas, gerando movimentos a mais. Se quiser agilidade, a pasta em L é para você. O que importa, no entanto, é que você tenha esse compartimento para quando se deslocar.

Eu utilizo muito em viagens ou quando fico fora o dia inteiro em reuniões ou ministrando treinamentos. Quando chego em casa (no meu escritório), coloco tudo na caixa de entrada física para esclarecer na manhã seguinte, quando estarei mais disposta.

Caixa de entrada para capturar informações via computador

Tudo o que você baixar no seu computador ou um texto que você ler e quiser guardar deve ir para algum lugar. Se você tentar organizar direto, isso vai bagunçar o seu sistema, porque na pressa você pode acabar criando pastas e classificações desnecessárias. Por isso, a minha recomendação é que você tenha uma pasta única para baixar arquivos no computador (geralmente os PCs já têm a pasta “Download” e, no MAC, “Transferências”). Use com sabedoria. Uma vez por dia, classifique o que baixou ali adequadamente.

Para textos, artigos e outras informações no geral, você pode escolher programas que façam esse tipo de armazenamento a um clique do mouse, como o Evernote ou o Pocket. Escolha aquele que te agradar mais. O importante é que, tanto em um quanto o outro, você tenha um compartimento onde centralize os textos que salvou antes de organizar em outro lugar ou categoria. No Evernote, por exemplo, você pode ter um caderno chamado “Caixa de entrada”.

Inclusive o Evernote possui uma extensão para navegadores chamada Web Clipper, que permite que você salve o artigo, a página inteira, só a URL e outras opções diretamente do seu computador, o que facilita muito o trabalho de “copiar e colar”.

Caixa de entrada para capturar informações via celular

O celular é multitarefa e, por isso, permite que você capture imagens, áudios, vídeos e textos. Ou seja, ele por si só é uma “caixa de entrada ambulante” que, se você não classificar o que salvou ali, pode bagunçar e encher a memória do aparelho. Portanto, a recomendação de esclarecer o que você capturou diariamente se mantém, para não virar bagunça.

O que pode ajudar é utilizar aplicativos como o próprio Evernote para centralizar o que você captura via celular, para que não fique espalhado por outros aplicativos. Faça o teste para ver o que funciona melhor no seu caso. O Todoist, por exemplo, tem uma caixa de entrada também. Se você estiver na rua e tiver uma ideia ou se lembrar de algo que precisa fazer, digite no celular rapidinho e volte para o que você estava fazendo. Depois você lida com aquilo.

Caixa de entrada de e-mails e outras mensagens

Perceba que, quanto mais contas de e-mails e canais por onde você recebe mensagens, maior o fluxo de “coisas” que entram na sua vida. Não é à toa que as pessoas estão reduzindo a quantidade de redes sociais que elas participam, porque é difícil acompanhar tudo. Por esse motivo, tenha as caixas de entrada de e-mails e de mensagens que forem realmente necessárias para você, o que varia de profissão para profissão, obviamente.

O importante aqui é entender que uma caixa de entrada não é um local de armazenamento, mas apenas de captura. O que você capturar ali (ou capturarem por você, no caso dos e-mails e mensagens) precisa ser esclarecido e organizado adequadamente com uma frequência praticamente diária, para não criar um volume imenso que te deixará estressado(a) para lidar.

O propósito das caixas de entrada é ter um lugar onde você possa centralizar as informações capturadas, para só então esclarecer o que significam e organizar adequadamente. Uma vez que você capture, você deixa a sua mente livre para ser criativa e trabalhar focada naquilo que você realmente precisa saber.

Estabeleça o hábito da captura mas, para isso, tenha sempre com você ferramentas que te apoiem nesse processo, como as recomendadas neste post. E lembre-se: não confunda captura com organização das informações. A captura é um processo livre, até caótico, que você faz sem pensar ou classificar informações, apenas para não perdê-las. Esse raciocínio para organizar você fará depois, em um segundo momento.

Categoria(s) do post: Áreas da Vida

Se você utiliza o Todoist, você pode verificar o relatório anual de produtividade que foi publicado *ontem* e ver como foi sua execução de tarefas ao longo do ano passado. Clique aqui para ver!

A retrospectiva mostra quantas tarefas você concluiu, quando concluiu mais tarefas, o horário, o dia da semana, a evolução do seu carma, enfim, muito legal!

Eu não coloco todas as minhas atividades no Todoist. Muitas estão na minha agenda do Google ou aparecem no dia e sequer chego a colocar no Todoist. E uma tarefa pode ser enorme, enquanto outra é menor. Enfim, não avalio tanto a quantidade, e sim os resultados que eu concluí, quando analiso meus projetos em andamento, áreas da vida e objetivos que quero alcançar, mas mesmo assim tem umas curiosidades bacanas.

Isso me deixou muito curiosa! Achei interessante
Sexta é o dia da minha revisão semanal 🙂
Geralmente eu trabalho nos prazos do Todoist à tarde, então isso foi coerente!

Muito legal! Confira a sua retrospectiva aqui.

Categoria(s) do post: Checklists

Coisas legais para se fazer em janeiro:

  • Pensar em objetivos de médio prazo: onde quero estar daqui a 3 ou 5 anos?
  • Limpar e guardar os enfeites de Natal
  • Pagar as contas do começo do ano (IPVA, IPTU…)
  • Organizar a volta às aulas
  • Ter sempre uma bebida refrescante na geladeira
  • Montar uma planilha nova para suas finanças
  • Aproveitar e já deixar organizados os documentos para a declaração do Imposto de Renda
  • Agendar consultas médicas para fazer um check-up
  • Finalizar os preparativos para o Carnaval
  • Aproveitar as liquidações para comprar o que já estava precisando (sem desperdício!)
  • Aproveitar as grandes liquidações para comprar o que está precisando para a casa e para o guarda-roupa
  • Fazer backup dos arquivos do computador
  • Lavar roupa da casa: cortinas, capas de almofadas, toalhas de mesa
  • Organizar as pastas de fotos
  • Deixar a casa fresquinha para encarar mais alguns meses de verão
  • Revisar documentos (contrato de aluguel, por exemplo)
  • Fazer um curso online do Vida Organizada <3
  • Curtir o verão, mesmo sem ir viajar! <3
 E você, o que pretende fazer antes de janeiro acabar? Deixe um comentário contando!
Categoria(s) do post: Empreendedorismo

Outro dia nós postamos aqui no blog um texto sobre sono polifásico e uma das dores levantadas por uma das leitoras foi o fato da extensão da idade para a aposentadoria. Além dessa questão tão sofrida, existem milhões de brasileiros desempregados. Com tamanho desemprego, muitas pessoas estão buscando soluções alternativas para sobreviver, e empreender é uma delas. Eu não acho que o melhor caminho para começar a empreender seja simplesmente “pagar as contas”, mas respeito o fato de que, muitas vezes, esse é o único caminho. E, além disso, esse caminho pode se mostrar maravilhoso, cheio de oportunidades e bons rendimentos, proporcionando à pessoa uma forma de construir algo essencialmente seu. Então, no fundo, acredito que não exista uma maneira certa ou motivação “melhor” que outra para iniciar nessa jornada. Uma vez que você esteja nele, você vai se deparar com outra realidade, que é a de ter que se redescobrir mensalmente.

Fazer uma empresa funcionar não depende apenas de boa vontade. Existem muitos (muitos) fatores administrativos e financeiros fundamentais que precisam ser trabalhados com cuidado. Porém, uma coisa é certa e eu aprendi no ano passado a partir de uma experiência difícil: se o(a) empreendedor(a) não estiver com uma cabeça legal, ele não consegue ter ideias, ser criativo e mover seu projeto adiante. O ano passado foi difícil para muitas gente, mas superamos. Veja então como colocar a cabeça no lugar e melhorar seu trabalho em 2017. Vou apenas compartilhar o que funcionou comigo, longe de serem regras ou recomendações que vão servir para todo mundo.

#1 Dê um tempo quando acontecer algum problema, mas não se afogue nele. Tenha de maneira séria o princípio de que sua cabeça precisa estar bem para o seu negócio funcionar. Por isso, dê-se esse tempo para digerir certos problemas, mas lembre-se o tempo todo que você precisa voltar a ficar bem, para encontrar soluções.

#2 Faça uma análise das suas perspectivas. Veja o que você gostaria de alcançar em até dois anos com a sua empresa (metas e objetivos). Imagine também como espera que seja seu estilo de vida, como a empresa estará em 3-5 anos, quantas horas trabalhará por dia, que equipe terá com você, que produtos/serviços estará oferecendo. Imagine-se chegando no ambiente de trabalho da forma mais vívida possível. Imagine-se acordando, chegando em casa de noite, interagindo com a sua família, amigos e outras pessoas que você ama. Por fim, pense no por que a sua empresa existe. Por que você faz o que faz? E o que você não faria de jeito nenhum, porque feriria os seus valores? Pensar com um pouco mais de perspectiva pode ajudar a ter mais calma e a buscar soluções de curto prazo.

#3 Revise suas responsabilidades como empreendedor. Quais são os papéis que você desempenha hoje na sua empresa? De maneira geral, o empreendedor desempenha diversos papéis no início, então é importante que você os liste (ou desenhe em formato de mapa mental) para entender como cada um deles pode ficar tranquilo para você. O que precisa acontecer para que as finanças da empresa estejam navegando em águas tranquilas? O que precisa acontecer para que o suporte ao cliente esteja navegando em águas tranquilas? O que você precisa fazer, o que deve ser feito por outras pessoas, o que pode ficar de lado por enquanto e o que você está deixando de lado, mas não deveria? Identificar e revisar suas responsabilidades te ajuda a colocar a casa em ordem e a ter mais controle do que deve ser feito.

#4 Valorize as pessoas que trabalham com você. Valorize os clientes fiéis, que confiam no seu trabalho. Agora pode ser o momento de aproveitar melhor todos esses relacionamentos, focando no que importa. Analise pessoa a pessoa da sua equipe, converse, tire feedbacks, pergunte o que gostariam de se desafiar a curto prazo. Com relação aos clientes, verifique o que já contrataram de você, entre em contato, veja como estão e do que estão precisando. O contato pelo contato é muito importante porque te dá aprendizado.

#5 Identifique projetos efetivos. Com base na análise das suas perspectivas, e daquilo que quer alcançar, identifique projetos que te levarão até lá. Por exemplo, se você quer ter um faturamento X até o final do ano, o que pode fazer para que isso aconteça? É assim que você identifica bons projetos, e só de planejar cada um deles você pode ficar com um ânimo melhor e um novo gás.

#6 Não afunde nas notícias. Essa é uma dica que eu dou após experiência própria. Eu amo ler jornal, acompanhar notícias, especialmente da área política. Porém, percebi que isso só estava me fazendo mal. Comecei a acompanhar apenas as notícias mundiais, com foco em cultura, negócios, estilo de vida, e percebi que isso me dava uma visão global das coisas e me tirava um pouco do baixo-astral político brasileiro atual. Então deixo como dica mesmo, porque funcionou super bem para mim.

#7 Não deixe atividades essenciais de lado. Isso vale para as atividades da empresa, como geração de notas fiscais, suporte aos clientes, respostas aos e-mails, pagamentos, assim como para atividades pessoais: dormir bem, fazer atividade física, se alimentar corretamente, sair com pessoas que você gosta, curtir seus hobbies. A gente acha que, em tempo de crise, tem que trabalhar muito (em termos de volume), quando na verdade essa busca incessante só nos tira o foco e nos deixa exaustos.

#8 Acompanhe pessoas bem-sucedidas que te façam bem. Existem muitos empreendedores na Internet que compartilham conteúdo legal e esse conteúdo ajuda bastante a gente a ter ideias e a manter o mindset. Meus preferidos são o Flávio Augusto da Silva, o Conrado Adolpho e o Erico Rocha (que, apesar de ter uma abordagem que eu muitas vezes não curta muito, tem uns vídeos legais no YouTube – basta filtrar!).

Eu posso apenas imaginar que esse ano será melhor, mas o que eu certamente sei é que nossa vida só melhora quando a gente melhora. Então bola pra frente. Existem muitas coisas bacanas a serem construídas e elas não fazem isso sozinhas. 🙂

Categoria(s) do post: Destralhar

Existe uma foto muito famosa do Steve Jobs sentado na sala de sua casa em 1982.

WOODSIDE, CA – DECEMBER 15: CEO of Apple Steve Jobs sits at his home in Woodside, CA on December 15, 1982. IMAGE PREVIOUSLY A TIME & LIFE IMAGE. (Photo by Diana Walker/SJ/Contour by Getty Images)

O que essa foto significa para mim?

Bem, eu li sua biografia há cerca de dois anos (aquela grandona do Walter Isaacson) e, em um dos trechos do livro, Steve Jobs comenta como foi para ele ter a sua primeira casa. Me lembro de ter lido que, quando ele mudou para essa casa, onde moraria sozinho, sem os pais, depois de a Apple já ter deslanchado, que ele tirou essa foto sentado em sua sala, com apenas alguns objetos: discos, livros, luminária, vitrola. Mas por que um cara que já era milionário tinha tão poucas coisas? E eu lembro que a resposta dele foi algo como: “Sou chato, quero coisas de qualidade e com bom design, e demoro para encontrar tais coisas. Por isso minha casa está vazia.”

Lembro também de um trecho do Thoreau (Walden, ou a vida nos bosques), em que ele diz que um homem (sic) deve ter objetos suficientes que caibam em um carrinho de mão. Todos esses conceitos sempre me fazem refletir muito sobre a nossa existência e o dinheiro que gastamos em “coisas”, além do desperdício de espaço. E é claro que, com o tempo e vários filhos, a casa do Steve Jobs ficou com muito mais coisas do que aparecem nessa foto. Porém, eu sempre gosto de olhar para ela para me inspirar.

Sabe, a gente vive num mundo em que se assumir como é é chato. Todo mundo precisa dar sua opinião sobre tudo o tempo todo. Ninguém consegue guardar para si mesmo suas concordâncias e discordâncias sobre a vida do outro.

Essa foto me inspira porque ela me mostra que eu sempre posso ser quem eu sou e posso ter objetos que eu gosto e que tenham a ver comigo, em vez de ter os “objetos padrão” que toda casa deve ter. Construir um ambiente do zero, de acordo com as reais necessidades de quem vive na casa, me parece um bom caminho.

Quem é você e como você imprime essa pessoa nos objetos que te pertencem? Sua casa reflete o mesmo?

Categoria(s) do post: Plenitude & Felicidade

Nessa transição de um ano para o outro, é comum pensarmos mais nos nossos objetivos. O que é tudo bem mas, será que eles estão coerentes entre si? Ou seja, o que você quer a curto prazo tem a ver com o que você quer a longo prazo? Seus projetos atuais refletem tais objetivos? Neste post, você vai aprender a identificar e refletir sobre o que quer alcançar em curto, médio e longo prazo na sua vida, sem pressão. A ideia é entender se o seu tempo está sendo aproveitado de uma maneira que te deixa feliz.

A vida é uma aventura. Definir objetivos significa ter um mapa em mãos quando se coloca o pé na estrada. Você pode até mudar um pouco um percurso mas, se se perder, você sabe que o seu mapa está ali para te ajudar. A ideia de ter objetivos listados é a mesma. Eles não são engessados, cravados em pedra. Você pode mudá-los, se sua vida caminhar para isso. Mas, uma vez que você os tenha definido, isso te ajuda a não perder coisas que não tenham a ver com você e com a vida que você quer viver.

Às vezes é mais fácil pensar em objetivos de longo prazo, pois eles denunciam valores importantes. Por isso, podem ser um ponto de partida. No entanto, não existe jeito certo de definir objetivos. Você pode simplesmente identificá-los.

Vamos às definições:

  • Um objetivo de curto prazo é um objetivo que você pode querer alcançar em até dois anos. Essa definição tem muito a ver com o GTD (método de produtividade). O que você quer que seja verdade até o fim do ano que vem? Essa abordagem é interessante porque permite que a gente reflita sobre estados que não temos hoje em nossa vida. Analisando todas as áreas da minha vida, o que eu quero que seja verdade em cada uma delas? Em Finanças, por exemplo, pode ser algo como “Guardar X reais para dar entrada em um apartamento”. Em Saúde, pode ser “Emagrecer 10kg”. Em Carreira, pode ser “Mudar de emprego”. Perceba que todos esses objetivos podem levar menos tempo que até dois anos, por isso que falamos em “até”, e não “em”. Os objetivos de curto prazo expressam vontades.
  • Um objetivo de longo prazo é aquele objetivo de vida, que você vê lá na frente, como algo que você quer conquistar na sua vida. Pode ser “Comprar um apartamento no bairro desejado” ou “Ter uma família grande e unida”. Os objetivos de longo prazo expressam valores.
  • Já o objetivo de médio prazo é aquele no meio termo, que engloba a maior parte da sua vida. De 3 a 10, 20 anos adiante, você pode ter objetivos de médio prazo. Os objetivos de médio prazo expressam seu estilo de vida. Como eu quero estar vivendo daqui a 10, 15 anos? Como eu quero que seja o meu trabalho daqui a 20 anos? E, uma vez identificados, você consegue trazer metas intermediárias para mais perto, que talvez vão gerar projetos.

O exercício aqui só pode ficar mais personalizado se nós trabalharmos juntos no processo de coaching. <3 Porque a ideia é você exercitar esse raciocínio em cada uma dessas esferas e aí comparar um com o outro. Por exemplo: se eu quero ter uma família grande e unida, o que precisa acontecer antes? Casar, ter um, dois filhos, ou adotar. E para isso acontecer, o que tenho que fazer? Como isso impacta no meu hoje? Exemplo prático:

Objetivo de longo prazo: Comprar um apartamento no bairro desejado
Objetivo de médio prazo: Comprar um apartamento
Objetivo de curto prazo: Guardar X reais para dar entrada em um apartamento
Projetos que podem ter a ver: Buscar investimentos com lucratividade X por mês, Buscar uma segunda atividade remunerada, Definir o tipo de apartamento que consigo comprar e por aí vai.

Dá pra tirar uma tarde para pensar nisso, não? 😉

Categoria(s) do post: Áreas da Vida

A linkagem de domingo é uma coletânea de posts que eu li e gostei durante a semana anterior. Os assuntos não necessariamente têm a ver com organização, mas definitivamente sempre são relacionados ao blog.

Categoria(s) do post: Áreas da Vida

Convidei o meu amigo Darllan Botega para escrever sobre um assunto polêmico mas muito bacana e que tem a ver com produtividade. Darllan é bancário, faixa preta em GTD e vive em Brasília. 

A Thais Godinho, do Blog Vida Organizada, me convidou para escrever um texto sobre sono polifásico, aceitei o desafio, dormi menos e escrevi mais! kkk

Pense em um assunto que dá o que falar! Dormir! Ah! Tenho insônia, durmo mal, não tenho sonhos faz tempo, cheguei atrasado porque dormi demais…

É fato que o sono faz parte de nossas vidas, afinal dormimos 1/3 dela, passamos 33,33% do dia fazendo isso! 8 horas de sono e 16 horas antenados no mundo real (as vezes mais no mundo virtual, rsrs).

E… se pudéssemos otimizar isso? E se com menos tempo de sono, pudéssemos dormir melhor e ficarmos mais ativos e produtivos? Humm, aí que entra o controverso SONO POLIFÁSICO.

De um lado os adeptos e entusiastas (inclusive eu!), que defendem o modelo e que conseguem mais tempo no dia a dia, para estudar mais, trabalhar mais, produzir mais e do outro lado o resto do mundo ansioso que médicos (e jornalistas) deem provas convincentes que isso funciona ou realmente a privação de sono prejudica o desenvolvimento físico e mental.

Sabe qual é a resposta? Não? Nem eu!

Vou deixar aqui meu relato.

Primeiramente, vamos entender o que é sono polifásico. Essa é fácil, significa dormir mais de uma vez no dia. Nesse tipo de sono diminuímos ou retiramos o sono noturno e introduzimos cochilos durante o dia, para recarregar as energias e manter o estado de prontidão. Existem vários tipos de sono polifásico, do mais “light” ao mais radical e são eles:

Bifásico: Esse muita gente faz (e é bom demais certo?), trata-se daquele cochilo gostoso depois do almoço, que renova as energias e te dá um novo gás para o 2º tempo do trampo.

Everyman: Aqui começamos a “cortar” nosso tempo total de sono, nesse método dormimos, em média, de 3 a 4 horas à noite e adicionamos 3 cochilos durante o dia.

Dymaxion: Rapaz, agora a coisa começa a ficar séria! Aqui você dorme 4 vezes no dia, com sonos de 30 minutos cada, ou seja, você dorme 2 horas por dia!

Uberman: Esse é punk e rígido! São 6 cochilos de 20 minutos por dia e tem que respeitar! Não pode dormir mais que isso, porque senão você entra em sono profundo e fica muito difícil de acordar depois.

http://hypescience.com/sono-polifasico-dormir-menos/

Muitos alegam que o sono polifásico priva a pessoa de entrar no sono REM (rapid eyes moviment), onde a atividade cerebral é alta, acontecem os sonhos e as memória e o aprendizado são fixados. Em diversos estudos, inclusive de Claudio Stampi, um dos grandes estudiosos do tema, mostrou-se que quando nos adaptamos, nosso organismos tende a entrar mais rápido (ou até direto) no estágio REM, pulando dos estágios de sono leve (1 e 2) e profundo (3 e 4).

Testei 2 modelos de sono polifásico, o Everyman e o Dymaxion.

Falando do segundo (Dymaxion) relato algumas percepções: seu dia fica enoooorme, você ganha muito tempo para fazer muita coisa! Coloca em dia tarefas atrasadas, lê mais, executa mais, sua cabeça pira do tanto de possibilidades, afinal, você dorme 2 horas e fica com 22 horas no mundo real por dia! Por outro lado amigo, acontece uma coisa bem louca, você perde a noção do que foi ontem ou anteontem, porque você dorme faseado e cíclico, além disso é muito difícil entrar no ritmo desse modelo e mantê-lo, pois quando o sono bate você precisa ir dormir, mas imagina se o horário do cochilo é bem na hora daquela apresentação sua ou reunião importante! Assim, para quem tem horários a cumprir e tarefas agendadas inadiáveis, dá não… Serve bem para velejadores, escritores e pessoas que podem adaptar seus horários e vida social.

Já no Everyman, que inclusive estou usando atualmente, o negócio é mais divertido e permite ajustes. Eu, por exemplo, faço um sono de 5 horas à noite e 2 cochilos durante o dia, um no horário do almoço e um lá pelas 19 horas — se pudesse tirar mais um cochilo de 20 minutos no dia, cortaria mais 1 hora de sono a noite — em resumo, dormia 7 horas por dia, hoje durmo 5 horas e 40 minutos e vou muito bem obrigado, ganhei mais de uma hora de produtividade e ainda me revigoro com as sonecas da tarde.

As primeiras 2 semanas não são legais, você fica meio sonolento e irritado, mas depois tudo normaliza e seu corpo se adapta. A parte ruim é quando você perde essa adaptação (como em qualquer coisa) e dorme mais no período noturno ou pula um dos cochilos, necessitando um rearranjo do seu relógio. A parte boa é que você pode dormir mais tarde e acordar mais cedo! Você consegue fazer mais coisas, enfim, produzir mais.

Concluindo:

  • Não podemos brincar com o sono, se você testar e não se sentir bem, não continue;
  • Ainda não existem provas dos malefícios (ou benefícios) do sono polifásico, muito menos a longo prazo;
  • Os primeiros dias são pesados mesmo, principalmente lá pelo 4º dia, coragem!
  • Sono polifásico requer disciplina e controle, o que é uma conquista para quem chega lá!

Quer mais informações sobre sono polifásico? Acesse este link e boa noite!

Categoria(s) do post: Áreas da Vida

Carol faz parte da equipe do Vida Organizada e é o meu braço direito em tudo o que eu faço. Confira um pouco sobre ela e os seus métodos de organização.

Oi, Carol!

Que horas você acorda?

Eu não me preocupo muito com a hora que eu acordo e sim, com a quantidade de horas que eu durmo (preciso dormir entre 7 e 8 h por noite). Assim, não tenho uma hora específica para acordar. Normalmente, acordo entre 6 e 8h da manhã dependendo da hora em que fui dormir na noite anterior e do que tenho programado para o dia.

Fale um pouco sobre a sua rotina matinal e noturna.

De manhã, acordo, agradeço pela noite de sono que tive e pelo dia que se inicia, tomo água e realizo minha higiene pessoal. Já na cozinha, preparo o café da manhã. Enquanto a água do meu chá está aquecendo, abro janelas e portas da casa, checo se tem alguma mensagem no celular e coloco uma carga de roupa na máquina de lavar. Tomo meu café da manhã, lavo a louça do café, arrumo minha cama e vou para o home office. Lá, acendo um incenso, faço meu check-in diário e sento para fazer minhas afirmações diárias e meditar. Se não preciso sair de casa logo cedo ou não tenho nenhum compromisso em seguida, aproveito esse momento para ler algumas páginas de um livro sobre espiritualidade e escrever em meu diário.

Mesa de trabalho da Carol

À noite, realizo minha higiene pessoal, coloco meu celular para carregar no escritório, encho minha garrafa de água e vou para meu quarto. Já na cama, atualizo meu caderno de hábitos, passo óleo fortificante de unhas e leio um pouco (cerca de 30 minutos). Depois disso, é hora de dormir! Já deitada e de olhos fechados, faço um breve relaxamento, afirmações e agradeço pelo dia que está terminando. Se eu tenho um compromisso na manhã seguinte, começo minha rotina noturna checando se está tudo está certo (roupa, bolsa etc) e acertando o relógio despertador.

Itens favoritos de organização:

  1. Bloco de notas para capturar ideias diversas
  2. Caixa de entrada física
  3. Caixas de TNT
  4. Canetas Pilot Frixion
  5. Cestos organizadores plásticos
  6. Etiquetadora
  7. Evernote
  8. Life Planner

Onde trabalha? O que faz?

Sou organizadora profissional formada pela OZ! desde 2014 (antes disso era Fisioterapeuta Intensivista, mas isso é outra história…) e estou tirando a certificação internacional oferecida pela David Allen Company/Call Daniel para ser instrutora do curso de GTD Nível 1 – Fundamentos.

Atualmente, trabalho no Vida Organizada e para a Call Daniel. No Vida Organizada, trabalho nas seguintes frentes: consultoria personalizada de organização pessoal, treinamentos in company e elaboração de materiais de apoio de cursos.

Na Call Daniel, sou uma das responsáveis pela tradução e revisão dos materiais dos cursos de GTD Nível 1 – Fundamentos e Nível 2 – Projetos & Prioridades e uma das instrutoras da equipe.

Como gosta de cuidar da casa?

Meu marido e eu escolhemos cuidar nós mesmos de nossa casa. Como trabalho mais frequentemente em casa, isso me permite ajustar minha rotina de cuidado da casa aos meus horários de trabalho de uma forma que funciona bem. Não temos divisão de tarefas, quem está disponível vai fazendo as atividades e o outro faz o que falta. Preferimos fazer um pouco todo dia para não sobrecarregar, mas nada impede que façamos um “dia de limpeza” de vez em quando.

Após diversas tentativas e testes, cheguei a um formato que considero ideal para nós. Completamente inspirado no método FlyLady, tenho 3 checklists para as atividades mais rotineiras e as utilizo diariamente: cuidado diário, atividades a serem realizadas no dia e zona da semana. Em “cuidado diário” ficam listadas as atividades que precisam ser feitas diariamente para manter a casa nos trilhos. “Atividades a serem realizadas no dia” engloba as tarefas quinzenais e as que precisam ser feitas uma, duas ou três vezes por semana, distribuídas pelos dias da semana. Aqui coloco atividades que estão relacionadas com o andamento da casa em geral (elaboração de menu semanal, pagamento das contas da semana) e não somente limpeza. Utilizo “zona da semana” praticamente da mesma forma que a FlyLady preconiza. Se você não conhece o método, o blog Vida Organizada oferece diversos artigos acerca do assunto, basta pesquisar. As atividades mais sazonais ficam no meu calendário.

Checklists da casa

No dia a dia, tenho duas estratégias de execução: se meu dia está mais apertado, vou realizando as atividades nos intervalos dos meus compromissos. Se o dia está tranquilo, realizo todas as atividades de uma vez.

Como organiza seus projetos profissionais e pessoais?

Utilizo o método GTD há anos, portanto organizo meus projetos conforme as recomendações do método. Tenho um caderno de projetos onde ficam listados os nomes de meus projetos atuais, sem divisão entre profissional e pessoal. É uma lista corrida mesmo, apenas com os nomes dos projetos.

Todo o material extra do projeto (planos de projetos, ações futuras, documentos, planilhas, mapas mentais etc) vai para as pastas de suporte a projeto. Tenho pastas de suporte a projetos físicas e digitais. As pastas físicas ficam em meu home office, ao alcance da mão. Utilizo pastas de 3 grampos devidamente identificada com o nome do projeto. As pastas digitais ficam em meu Evernote em uma pilha de cadernos chamada “Suporte a Projetos”. Cada caderno recebe o nome do projeto em questão.

Uma vez concluído o projeto, risco-o do meu caderno e analiso o material de suporte. Se necessário, transfiro-os para meu arquivo de referência.

Aplicativos preferidos

  • Cam Scanner
  • Deezer
  • Evernote
  • Google Calendar*
  • Google Fit
  • Todoist*

*apesar de ter passado meu sistema para o papel, continuo achando esses aplicativos muito bons e os recomendo sempre.

Métodos que usa

GTD, FlyLady (adaptado) e Pomodoro (às vezes)

Obrigada por ter participado, Carol! E você, leitor ou leitora, se tiver dúvidas sobre a rotina da Carol e quiser perguntar, deixe nos comentários!