[Tag] Know your blogger

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A Bia, do Bramare, me indicou para responder essa TAG chamada “Know your blogger” (Conheça seu blogueiro, em português). Obrigada, Bia!

A ideia é que os leitores do blog conheçam um pouco mais sobre a blogueira que escreve no blog em questão.

Para isso, a Bia enviou 11 perguntas que eu preciso responder e, depois disso, eu devo criar mais 11 e tagear outros blogueiros. Também preciso listar 11 curiosidades sobre mim. Vamos lá?

11 curiosidades sobre mim

1. Meu pai era guitarrista e minha mãe é artista plástica. Por esse motivo, nunca tive uma criação muito convencional. As músicas que lembram a minha infância são de bandas e pessoas como Deep Purple, Rainbow, Van Halen e Malmsteen. Eu adorava ficar no estúdio enquanto meu pai ensaiava com a sua banda ou dava aulas de guitarra. Tenho diversos ex-alunos dele no meu Facebook, que lembram de mim quando eu era criança. Acho isso muito engraçado! Por fim, acabei aprendendo a tocar também, porque era uma coisa natural para mim.

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2. Toco alguns instrumentos. Comecei tocando teclado, depois fui para o violão, baixo, guitarra e bateria, nessa ordem. Obviamente, não toco com maestria nenhum deles, mas me viro muito bem. Quando era criança, queria ter aprendido a tocar violino, mas nunca tive a oportunidade. Na adolescência, comecei a compôr e a montar bandas com meus amigos. Já tive diversas bandas, a maioria cover dos Beatles. Minha última banda foi uma tributo ao Paul McCartney, que tocou em um evento de comemoração dos 70 anos dele, para 200 pessoas (em 2012). Gosto muito de tocar e compôr, mas não tenho mais pique para a rotina de músico de virar a noite aos finais de semana. Meu marido ainda é músico.

3. Nós nos conhecemos porque eu estava procurando pessoas para montar uma banda cover dos Beatles composta apenas por meninas. Coloquei o anúncio em um mural do fã-clube que existia no Centro de SP, em uma galeria, ele viu e me ligou. E disse que sabia que eu estava procurando meninas, mas ele e o seu primo sempre quiseram montar uma banda cover dos Beatles e nunca tinham conhecido ninguém! Por fim, eles acabaram entrando na minha banda e ficamos muito amigos. Algum tempo depois, ele se declarou e nós começamos a namorar. Já faz mais de 15 anos.

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4. Sou apaixonada por ufologia e, quando era criança, colocava a Marcha das Valquírias para tocar bem alto e ficava olhando para o céu, achando que veria discos voadores. Desde pequena, sempre gostei muito do assunto. Já li diversos livros, comprava a revista UFO, mas há cerca de uns três ou quatro anos eu me desinteressei um pouco sobre o assunto, talvez por já ter lido de tudo. Porém, o espaço ainda me fascina e eu adoro pesquisar e ler a respeito. Meu pai tinha uma luneta (que quebrou-se) e eu adoraria ter outra novamente, um dia. Queria ensinar essa paixão para o meu filho também, porque somos tão insignificantes perto da imensidade espacial!

5. Criei meu primeiro blog em 2001, ou quando realmente tive acesso à Internet. Sempre gostei muito de escrever e, mais nova, comecei a criar fanzines. Tive um fanzine dos Beatles que tinha grande circulação até nos anos 90, chamado “The Beatles Diary”. Os fanzines já tinham a mesma pegada dos blogs, se parar para pensar: conteúdo autoral sobre assuntos específicos, novidades, montagens. Por isso, quando comecei a acessar a Internet com frequência, queria transpôr isso para o mundo virtual, e comecei criando um blog só meu. De início, ele era pessoal. Em 2002, criei um blog sobre os Beatles (o “Roll Over Beatles”) e, em 2004, um blog sobre ocultismo e paganismo. O Vida Organizada veio só em 2006.

6. Outro assunto pelo qual sou fascinada é ocultismo no geral, o que inclui paganismo, mitologias, bruxaria, magia, teosofia, tarô e outros relacionados. Acho que isso vem do fato de gostar muito de História, porque o período medieval e das inquisições sempre me deixou curiosa sobre isso. Adoro ler a respeito, tenho muitos livros. Em 2004, criei um blog chamado Bruxaria.net, para expôr estudos sobre história mesmo (comecei com um ensaio sobre a Joana D’Arc), que acabou crescendo e virando o maior portal em português sobre o assunto. Acabei tirando do ar há alguns anos, porque abracei outra religião (Budismo) e não tinha mais como levar dois blogs grandes ao mesmo tempo. Mas ainda gosto de ler muito a respeito.

7. Conheci o Budismo mais ou menos em 2008, na minha fase minimalista pós-Thoreau. Já tinha uma ideia, claro, mas nunca tinha pesquisado a respeito. Depois de ler “Os vagabundos iluminados”, do Jack Kerouac (um dos meus livros preferidos de todos os tempos), comecei a me envolver mais. Comprei livros do Dalai Lama, sobre zen budismo e, assim, fui me aprofundando. Depois de ter uma crise nervosa associada a síndrome do pânico no ano passado, eu resolvi abraçar de vez para aprender a acalmar a minha mente. Procurei um centro budista na minha cidade (estava morando em Campinas) e descobri que ficava perto da minha casa. Também foi uma incrível coincidência eu estar lendo (e me apaixonando) pelo livro de um autor que era justamente o fundador da tradição daquele centro. Comecei a fazer cursos de meditação e a me envolver cada vez mais na religião. Virei budista de fato. Nunca tinha tido uma religião (de frequentar, fazer as práticas) e foi uma experiência interessante. Ao mudar para São Paulo, deixei de frequentar o centro, mas continuo fazendo a minha prática em casa e na vida.

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8. Não tenho carta de motorista e não sinto a menor falta. Todo mundo me fala como é extremamente necessário ter carta de motorista, mas eu sinceramente me vi poucas vezes em situações quando só a carta de motorista me salvaria. No geral, uso táxi ou condução em São Paulo, o que me dá tempo para ler, pensar na vida e outras coisas em ritmo mais devagar, contrariando o dia a dia. Temos carro e meu marido tem carta, para emergências. Enfim, comento isso como curiosidade porque todo mundo fica chocado quando eu digo que não tenho carta (o que diz mais sobre a pessoa que sobre mim, sabe).

9. Eu já quis fazer muitas coisas na minha vida, inclusive faculdade. Já pensei em Moda, Direito, Astronomia, Pedagogia, Psicologia, História. Prestei vestibular para Jornalismo, passei e achei que fosse minha vocação. Escrever era, mas na época eu fiquei em uma crise tremenda achando que não queria fazer Jornalismo. Tranquei o curso e fui fazer Publicidade, onde me encontrei. Mas minha missão mesmo só descobri muito tempo depois, com o blog. Então eu acredito que a gente não tenha que ter pressa para encontrar aquilo que nos traz à Terra, mas a vida não deixa de passar por conta disso. Vá fazendo as escolhas mais coerentes possíveis com aquilo que você acredita, mas certezas mesmo nunca teremos.

10. Vale a pena dizer, para quem ainda não percebeu, que eu sou muito fã dos Beatles. Não poderia descrever aqui tudo o que já fiz na vida relacionado a isso. Meu marido também gosta e o nome do nosso filho é Paul porque… bem, dispensa apresentações. E é engraçado como ele também já virou fã, mesmo sem a gente forçar nada – apenas por nos ouvir escutando as músicas etc. Depois dos Beatles, minha banda preferida é o KISS. Tirando essas duas bandas, no geral gosto muito de diversos tipos de música, mas meus gêneros musicais preferidos são rock e música clássica. Dificilmente ouço outra coisa. Apesar de gostar dos Beatles (o maior clichê da música), adoro metal. Mas muito. Acredito que seja bastante por influência do meu pai, porque sempre vivi nesse meio e o som pesado das guitarras é como se fosse música de ninar para mim. Gosto desde as bandas iniciais (Black Sabbath, MC5) até as bandas norueguesas de black metal. E acho extremamente eficaz para trabalhar! É o meu “barulho branco”.

11. Não sei bem se é uma curiosidade, mas amo livros, escrever, ler e todo o universo relacionado. Tenho hoje quase 800 livros e contando. Estou tentando reduzir, trocar mais, dar livros de presente, mas sempre compro novos também. É a minha válvula de escape.

11 perguntas feitas pela Bia

1. Qual a sua lembrança mais feliz da infância?

Tive uma infância bem aproveitada. Gosto de lembrar de quando acordava, que todos os dias minha mãe deixava uma cartolina desenhada para eu colorir. Ela fazia desenhos diversos como estrelas, bonecos, personagens de desenhos que eu gostava. Todos os dias eu acordava curiosa querendo saber quais eram os desenhos do dia para brincar.

Também lembro do meu pai tocando e de estar sempre no meio da banda, indo para lá e para cá com os músicos, rodeada por instrumentos e amplificadores na minha casa.

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Outra lembrança forte eram as viagens que fazíamos frequentemente para o litoral norte, especialmente Camburi e Trindade. Nós acampávamos e ficávamos dias lá, como se o tempo passasse de maneira diferente. Eu gostava muito dessa coisa de ir para a praia durante uns 10 dias e me desligar totalmente da “vida real”, mesmo sendo só criança.

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2. E a viagem dos sonhos, para onde seria?

Quero viajar para diversos lugares e conhecer muitos países, então tenho várias viagens dos sonhos.

A primeira que me vem em mente é a viagem que eu estou planejando com a minha avó, para a Itália. Minha avó ama a Itália (nossa família é italiana) e foi para lá algumas vezes – a última, há 20 anos. Depois que ela se aposentou, tem ficado bastante triste e eu quis levá-la para ver a Itália pela última vez. Nunca fui para lá, então para mim será legal também. Acho a história tão bonitinha que pretendo até escrever um livro sobre isso. 🙂

Depois também quero levar meu marido e meu filho para os Estados Unidos, para irmos à Disney e à New York.

Agora, minhas viagens pessoais… Sonho em conhecer a Inglaterra, que deve ser o país perfeito (pelo clima, pela história, pela música, pela introspecção e educação das pessoas). Gostaria de conhecer também a Escócia e o País de Gales. Tem também um tour pelos castelos europeus, que deve ser maravilhoso. Tenho vontade de conhecer a Irlanda e a Rússia. Gostaria de ir para a Romênia e conhecer a Transilvânia. Queria ir para a Noruega e a Islândia. Na América do Sul, queria conhecer Macchu Picchu e o Chile. E a Ilha de Páscoa. Enfim, muitos lugares.

3. Você se preocupa com o que come diariamente? Alimento pra você é apenas combustível ou fonte de prazer?

Eu me preocupo sim porque tenho algumas restrições alimentares, além de passar a ter mais cuidado com o meu corpo, com o passar dos anos. No entanto, para mim é tanto combustível quanto fonte de prazer. Passamos grande parte da nossa vida comendo e, enquanto comemos, estamos conversando, alimentando relação interpessoais. Comer é cultural, e ninguém merece sofrer com isso.

4. Conta pra mim: qual o filme da sua vida?

“A sociedade dos poetas mortos”. Por tudo o que representa: o resgate à literatura (especialmente poesia selvagem), o professor maravilhoso que incentiva o melhor de cada um, a busca pelos sonhos, a rebeldia contra sistemas ineficientes, as relações humanas, a criatividade.

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5. No trabalho, qual é o seu cenário ideal: rotina das 9 às 6 no escritório ou home office? Por quê?

O cenário ideal é ter autonomia sobre o meu trabalho e a possibilidade de empreender sendo tanto autônoma quanto com carteira assinada. Infelizmente, poucos empregos oferecem isso, então é natural que alguém que tenha esse ímpeto acabe saindo para voar sozinho.

Não me preocupo com a rotina, porque é uma forma legal de se organizar. Sou contra mesmo a falta de liberdade caso, se eu precisar trabalhar mais reservada, não puder trabalhar em casa, por exemplo. Então, o modelo de escritório não funcionaria para mim, nesse ponto.

Home-office é uma delícia na prática justamente pela flexibilidade, mas acho muito mais difícil no dia a dia. Dá vontade de acordar mais tarde, de fazer outras coisas. Tenho um filho pequeno, então me sinto mal por não estar com ele quando estou trabalhando. Também posso ficar muitos dias em casa, sem ver outras pessoas. Claro que todas essas são situações solucionáveis, mas são uma tendência no home-office.

Por fim, independe muito da questão da rotina, mas das condições de autonomia mesmo.

6. Qual é a coisa que mais te apavora na vida?

Acontecer alguma coisa ruim com o meu filho.

7. Você é uma pessoa de casa ou apartamento?

Amo casa, o espaço, o quintal e a liberdade. Hoje em dia, prefiro as regalias de morar em um bom apartamento, silencioso, com segurança, portaria 24 horas e uma pessoa pegando meu lixo na porta duas vezes por dia.

E adoro a vista de cima de um apartamento. Gosto de ver a cidade de noite.

8. Qual o seu guilty pleasure de consumo?

Livros. Compro muitos livros.

9. Momento confissão: a maior gafe que dei foi…

Não consigo me lembrar de nenhuma no momento, mas já dei várias.

10. Sucesso pra você é…

Viver uma vida coerente com os meus valores.

11. Flash forward: Daqui a 5 anos o que você se imagina fazendo?

Já pensei muito sobre isso e hoje acho mais difícil antever. Gosto de trabalhar com visões – a visão da minha vida para daqui a 3 ou 5 anos.

Hoje estou bastante centrada e sabendo o que quero (e o que não quero) para mim.

Já quis construir um império de organização e ser uma espécie de Martha Stewart brasileira. Ter uma empresa com parede de vidro e vista para a Faria Lima. Uma revista de organização, um canal de TV, uma equipe gigantesca para administrar.

Quando penso nesse cenário, fico me perguntando onde está a minha família nesse processo. Porque tocar uma corporação não é fácil. Demanda muito tempo e dedicação, além do estresse que é administrar pressão de investidores, equipes dando problemas e números que não param de mudar. É claro que é um caminho maravilhoso e de grandes realizações, mas não é o que eu me imagino fazendo.

Um grande aprendizado da minha vida este ano foi descobrir que as coisas não são “8 ou 80” e que há rotas alternativas ao que se considera “sucesso nos negócios”.

Daqui a 5 anos, portanto, eu espero estar tão centrada quanto estou hoje, com relação aos meus valores. Tudo o que faço hoje na minha vida tem a ver com eles. Eu espero manter isso, apenas. Não tomar decisões baseadas no dinheiro ou em outros fatores. Quero curtir a minha família nesse tempo. Meu filho vai crescer. Eu quero estar com ele.

Pretendo sim ter alcançado uma boa estabilidade financeira, de modo que dinheiro não seja um problema e eu possa ajudar outras pessoas da minha família – minha mãe, minha sogra, minhas sobrinhas. Quero ser aquela tia legal que sempre leva para viajar, conhecer lugares bacanas, pode ajudar com os estudos. Ter estabilidade financeira daria segurança para que eu pudesse continuar vivendo de acordo com o que acho certo, sem precisar tomar decisões com base no desespero.

Quero ter uma vida mais calma, mas isso estou construindo aos poucos, sempre com a questão da organização. Apesar de lidar com o assunto há mais de 8 anos, sempre aprendo coisas novas e tenho pontos a melhorar.

Também quero usufruir mais das minhas conquistas. Sofrer menos com pequenas coisas. E é isso.

11 perguntas que eu indico para outros blogueiros

Indico para a Michelle, a Dani e a Lolla.

  1. Por que você ainda tem um blog?
  2. Qual sua estação preferida e por quê?
  3. O que é um dia feliz para você?
  4. Que atriz faria seu papel em um filme sobre a sua vida?
  5. Do que você mais gosta na sua casa?
  6. Como é a sua rotina ideal?
  7. Quais suas principais ferramentas de organização?
  8. Qual é o seu lado B?
  9. Qual seu hobby preferido?
  10. Quais seus pequenos luxos no dia a dia?
  11. O que você levaria em uma mala para uma viagem sem volta?

Espero que tenham gostado. 🙂 Adorei, Bia.

64 comentários

  1. Eeeee, adorei que você respondeu! Música, espaço sideral e filosofias/crenças alternativas, estão aí paixões que compartilho com vc 🙂
    Sabe que um dos meus amigos guitarristas, e que hoje toca na banda comigo, foi aluno do seu pai, né?
    Coincidências da vida <3
    beijos!

  2. Thais, que post lindo!!! Parece que estávamos sentadas tomando um chá enquanto conversávamos! Adorei e te admiro ainda mais por construir uma vida baseada em valores próprios.

  3. Thaís ♥
    amei suas respostas, suas curiosidades e as fotos antigas !!! Fiquei até meio emocionada com a sua resposta sobre a última pergunta, a dos 5 anos. Sério, achei muito lindo, e é o que estou procurando fazer – viver de acordo com meus próprios valores e não fazer drama com pequenas coisas. Tão simples, tão dificil.
    Também me identifiquei com o que você falou sobre home office.
    Estou adorando ler esta tag nos blogs que acompanho ♥
    Beijão e bom final de semana

  4. Haaa… que lindo! Não sabia de muitas das coisas que você escreveu e achei super incrível! Me identifiquei em vários momentos! 🙂
    Meus pais se conheceram na faculdade de artes plásticas, então já pode imaginar que também fui criada de maneira não convencional. E claro que isso também se refletiu na minha forma de ser e nessa liberdade que, assim como você, também sinto como uma necessidade.

    Sempre procuro também viver o máximo de acordo com os meus valores. Em uma das teorias da Psicologia, isso é chamado de coerência interna e a falta dela é uma das responsaveis por vários tipos de adoecimentos/sofrimentos psíquicos.

    ;*

  5. Olá Thaís, adoro o blog e como é bom descobrir tanta afinidade, também não tenho carta de motorista, e uso bike ou transporte coletivo sempre lendo e respirando muito para encontrar calma e se livrar do estresse. Abraços amei!!

      • Exatamente! É um espanto que diz: “Como você viveu até hoje?”. Nunca deixei de fazer nada por não ter a carta, e também evito incomodar as pessoas, apesar que o fato choque mais os outros. Uma vez fui acompanhar uma amiga num procedimento medico onde ela ficava levemente sedada e o doutor questionou mas sua acompanhante não dirige!!! Respondi: Ela necessita nesse momento de alguém que ampare e zele por sua integridade não de um carro, transporte quando receber a alta resolvemos! Quer disser que pessoas tão dinâmicas fazendo mil coisas só conseguem com carro, NÃO!! É escolha, liberdade e consciência. Grande Abraço, Parabéns pelo blog!!!

  6. Adorei!!! Conheci seu blog há pouco tempo (indicação do blog 2beauty) e me identifiquei muito com o conteúdo. Fascinante a sua infância e seus diversos conhecimentos!!!
    Estou querendo viver o minimalismo e acho que o budismo seria o caminho. Vou pesquisar sobre o tema e também aprender sobre o método GTD.
    Obrigada por dividir conosco sua experiência, vou comprar seu livro em breve. Quero aplicar tudo isto na minha vida agitada de cidade grande e estressante!

    Forte abraço!!!

  7. Adorei a tag, muito legal saber mais de vc! Algumas coisas eu já sabia, mas Thais, sobre não dirigir, eu acho ótimo, ainda mais com o trânsito infernal de hoje em dia, mas podia jurar que já te vi em selfies no instagram no banco do motorista do carro ou será que tô viajando?! Bjs

  8. Thaís amei te conhecer um pouco melhor. Eu já imaginava mas não tinha noção do quanto você é espiritualizada. As vezes no seu trabalho você pode parecer tão prática e direta, que esquecemos da pessoa por trás. Obrigada por dividir estas experiências com a gente.
    Queria te fazer um pedido, mas não quero soar como abuso… rs. Dá mais dicas pra blogueiros aqui… se for possível. Meu sonho é viver de Blog e tudo que eu posso buscar como forma de conhecimento, eu tento. Obrigada… Beijos!!!

  9. Poxa vida, que tag mais legal, já tinha visto em outro blog, mas você respondeu de uma forma tão fluida que realmente parecia uma conversa.
    Seu blog me inspira muito para o que quero na minha vida e você me passa uma calma imensa!
    Fico feliz de saber que você era a responsável pelo bruxaria.net, acompanhei o portal por quase dois anos e foi um momento muito bom na minha vida.

    Ler você falando sobre os seus pais me animou sobre o tipo de sobrinhos que provavelmente terei, minha irmã é artista plástica e meu cunhado ilustrador/pedagogo/guitarrista.
    Espero que eles possam ser boas pessoas como você transparece ^-^

    Comprei seu livro esta semana, estou super ansiosa para que chegue logo!

    Abraço, Thais.

  10. Olá Thais,
    Muito legal! Adorei! Parabéns!
    Faz tempo que acompanho seus posts e por isso acho que conhecia bem as ”ideias da Thais”, mas não conhecia muito a “pessoa Thais”, embora suas ideias dessem pistas da pessoa … Com essa mini biografia creio que você se aproximou mais ainda de nós, seus leitores…
    Demais, tenho acompanhado seus posts, os quais uso também como motivação para diminuir a procrastinação e realizar minhas tarefas em geral, pois tenho uma forte tendência para procrastinar várias delas… É mais ou menos assim: dentro de mim tem um “planejador” e um “operador”. O planejador é brilhante, mas o que tem que fazer o planejado… vixi, deixa pra lá… risos. O fato é que não basta planejar, tem que executar o planejado e é ai que a coisa pega para mim…
    Resumindo: Adoro seu blog, seus posts e sempre fico contente quando chega uma nova mensagem de atualização de seu blog… Novamente parabéns e muito sucesso, paz e realizações para você e sua família.

    P S:
    1) Infelizmente abandonei o Toodledo, cansei dele… Necessito de uma ferramenta mais ágil, e o pessoal do Toodledo não inova, parece que pararam no tempo, deixaram de acompanhar as evoluções… Ai me “bandeei” para o Todoist e estou amando! É muito 10! Muito mais fluido e leve…
    2) Desapeguei do método GTD, infelizmente notei que ele estava me “engessando”…Estou usando do método GTD apenas algumas coisas que acho útil e que funciona para mim, o resto descartei…
    3) Pois é… risos …Como diz um preceito (que tem no Budismo também, se não me engano) : Uma das características desse mundo é a impermanência! 🙂
    4) Mas independente disso, muito da minha organização atual devo aos seus posts…
    5) Desculpe o post longo, sei que você, assim como a maioria das pessoas, não tem tempo para ler posts longos… E nem eu tenho tempo também para escrever posts longos, mas dessa vez não resisti… 🙂

    Abraços,
    Paulo

    • Obrigada, Paulo.

      Uma dica para ajudar o executor dentro de você é ter uma hierarquia de execução no seu dia a dia.

      Se você montar um bom planejamento semanal, basta executar as coisas nessa ordem: o que estiver na sua agenda, o que você atribuiu de atividades para aquele dia e, depois, trabalhar nas suas listas de contextos. Isso no GTD.

      Espero que ajude.

  11. Uma pessoa tão especial só podia ser filha de artistas. Já lhe disse uma vez, vou dizer de novo, você é especial e tem uma grande missão nessa vida: ajudar as pessoas!

  12. Adorei, Thais! Você é realmente muito inspiradora <3
    Sorri quando você disse que quer conhecer a Romênia. Todo mundo acha estranho quando eu falo isso rs. Mas a Inglaterra deve mesmo ser o país perfeito.

  13. Thais, que bom que vivo neste tempo em que é possível descobrir e se relacionar com pessoas tão interessantes como você, sentada na sala da minha casa…não que sair seja ruim, mas você está tão longe fisicamente, que provavelmente não te conheceria de outra maneira e não é com a maior parte das pessoas que estão por perto que se tem afinidades…
    Adoro a sua competência de dizer tantas coisas com poucas palavras e percebo a firme convicção de ajudar o maior número de pessoas em tudo que faz … você não apenas gostaria de, mas realmente faz a diferença! Obrigada!

    Em tempo: você é tão parecida com seu pai como sou com o meu…que também já partiu. Ele era meu guru em tantos aspectos da minha vida que me olhar no espelho e vê-lo lá é um estímulo todos os dias… é muito legal. Você sente assim?
    Desta vez te mando beijos por gratidão e por já gostar imensamente da menina que encontro todos os dias por aqui…

    Saúde e paz,

    Adriana

    • Obrigada por tudo, Adriana. Sinto muita falta dele sim. Acho engraçado como a morte de uma pessoa próxima vai sendo cada vez mais sentida, à medida que os anos passam. Acho que a gente pensa assim: “puxa, deveria ter aproveitado mais a sua presença, pois NUNCA MAIS terei essa oportunidade”. Faz parte.

      • Eu tinha vinte e oito anos quando meu pai se foi e hoje tenho 50… a saudade é igual e a sua presença insubstituível…mas sempre me foco no privilégio de tê-lo tido por perto… Aproveitamos tanto nosso convívio, até de maneiras que pareciam inadequadas no momento, como ele conversar comigo sobre Zen e koans, caminho do meio e bastonadas de mestres em discípulos (hahaha) desde quando eu tinha 6 anos; me lembro em detalhes destas conversas matinais recorrentes… Começar cedo fez todo o sentido quando nosso tempo se acabou…Levei esta lição de conversas com crianças, cheias de conteúdo que podem ser revisitadas em vários níveis de compreensão e não subestimei meus momentos de convívio com meus filhos pequenos …quando a ocasião era propícia nossos papos sobre a ética da vida em geral, traduzidos para uma linguagem naturalmente adequada à faixa etária em questão, deram e dão frutos gratificantes quando observo, sutil mas atentamente, as atidudes e posturas de meus filhos (um casal), hoje crescidos – 27 e 25 anos – e engajados na construção de suas vidas de maneiras pertinentes… Como o seu Paul é pequeno, se já não pensou desta maneira ( já né?), aproveite para semear desde sempre no seu menino e quem sabe em outros que virão, toda a sua beleza interior e tenha certeza de que, como o solo dele é fértil…vocês e todos que conviverem com ele para sempre, colherão muitas alegrias que honrarão a vida do seu pai…Você vai realizar que SIM!…aproveitou muito bem a presença dele…
        Beijos, sem pretensão… apenas é assim para mim e é o que desejo pra você!
        Com muito carinho,
        Adriana

  14. Oi, Thaís! Adorei saber um pouco mais sobre você!
    Você poderia fazer um post sobre sua fase minimalista pós-Thoreau? Você leu quais livros dele?
    Também gostaria de saber quais os livros que você recomenda sobre o Budismo para quem nunca teve muito contato com o assunto. Vejo que há vários livros, mas não sei qual é o melhor para iniciar o estudo sobre o tema.
    Obrigada.

  15. adorei o post. um blog expõe muito sobre quem escreve, claro, mas muita coisa fica fora de alcance. foi muito bacana você dividir tudo isso.
    e essa última pergunta da lista que você indicou para outr@s blogueir@s me deixou pensando desde que li. acho que é um exercício e tanto pra gente considerar…

    abraço

  16. É engraçado, me identifico tanto com o que você escreve que parece que nos conhecemos. Acompanho o blog faz um bom tempo e quando pensei que já era identificação demais, começaram a aparecer citações relacionadas ao budismo. Já pensei em perguntar várias vezes mas agora ficou ainda mais claro quando falou da cidade, do centro e do autor. Mesmo quase não restando mais dúvida, me confirme: seria esse autor o Lama Padma Samten? Sigo a linhagem dele e tenho feito muitos estudos, junto de um grupo vinculado ao CEBB aqui em Curitiba. Se algum dia tiver a oportunidade de vir pra cá, está mais do que convidada para visitar a nossa sede. 🙂

    • Não é, Monica, mas acompanho o trabalho dele também. Obrigada pelo convite!
      Eu recebo tantas mensagens de leitores de Curitiba que estou considerando passar uma semana inteira por aí. 🙂

  17. Caramba, Thaís! Me surpreendi bastante com todas essas curiosidades sobre você. Me identifiquei bastante na questão do 8 ou 80, espaço sideral, astronomia, tarô… Hahaha Meu namorado toca guitarra também, ele sabia que eu lia seu blog e quando eu disse seus gostos musicais, ele fez: quero muito conhecer essa mulher! Hahahha aí eu disse: vamos à São Paulo amor! XD. Sucesso Thaís, você tem uma vida incrível e que traz muita inspiração. Beijão e sucesso!!

  18. Que legal! Fiquei muito surpreso!
    EU NUNCA imaginaria que você curte metal :S
    A imagem que eu acabei criando de voce ao ler os posts era completamente da realidade hehe.
    Esse eh o unico aspecto que compartilhamos em comum, pois todo o resto eh bem diferente…
    Enfim, otimo post!
    Gosto de muito de tags 🙂

  19. Nossa, Thais! Quanta surpresa!!!
    Desculpe a falta de informação (ou talvez até preconceito, mas parece q não combina…adorei ver seu outro lado…saber q por trás de toda a organização tem uma rockeira…tenho um namorado rockeiro, músico, guitarrista e não consigo imaginá-lo organizado como vc…tem um truque??? Me ensina, please…hehehe
    E outra, vc vai no show do Paul??? Estarei lá e estou louca de ansiedade…adoro!!! hehehe

    bjos, nova Thais para mim!

  20. Thais, adorei!
    Com relação a não ter carta, me identifiquei, mas minha situação é diferente pq tenho carta de carro e moto, mas só uso moto, e quando chove ou algo do tipo uso ônibus, taxi… As pessoas estranham mt tbm, pois tenho condições de ter carro, mas não vejo a necessidade… A moto me atende bem por enquanto, além de ser bem mais economica, comprar um carro não é algo que está nos meus planos ainda, alguns ficam abismados quando digo isso hahah!

    bjs

  21. Thais, que post delicioso!!! Adorei!!! Mto bom saber um pouquinho mais sobre a “pessoa Thais”! E ver que temos coisas em comum! Eu já adorava ver fotinhos do seu filho como “Hobbit”, já torcendo p/ meu filhote tb curtir assim hehe
    E falando em gostos comuns, por acaso vc já assistiu a série Doctor Who?? É a cara de quem gosta de “coisas de outros mundos”!! hehehe Eu p/ ser sincera nunca fui fã de ficção científica espacial, mas Doctor Who me cativou! Dá uma conferida!
    E tb sou solidária na parte da carta de motorista! Eu até tenho, mas não dirijo nem por decreto! Não me faz falta, eu e meu marido optamos por não ter carro e assim vamos vivendo!
    Adorei mesmo saber mais de vc! Bjos!!

  22. Estava uns dias sem entrar no blog, e quando retorno me deparo com esse bate-papo!
    É muito bom saber um pouco mais de você, e perceber que algumas coisas eu até já sabia devido o nosso “convívio diário”! Risos!!
    O meu marido é muito fã do Metallica, antes de conhecê-lo eu era totalmente ignorante em relação ao metal, hoje em dia gosto muito. Já fui a duas edições do RockInRIo e tenho muito orgulhoso disso!! Tantas vezes julgamos o livro pela capa, quando eu ouvia a palavra Metallica, achava que era uma música que iria doer a minha cabeça, hoje em dia adoro e admiro a trajetória da banda e de muitas outras. Quando você fez aquele vídeo falando do Livro do Tony Iommi, eu comentei com o meu marido e ele achou o máximo!!
    Bjus, Thais!!
    Ju

  23. Eu sabia que você tinha forte ligação com música pois desde cedo o transparece em seus posts. Mas saber mais sobre esse momento de você me deliciou. Bom ver como tem coisas que sempre nos perseguem por toda a vida, coisas bem lá de dentro, mesmo quando elas não se tornam nossa profissão ou atividade principal! Um beijo!

  24. Adoro o blog como um todo, mas acho que essa foi minha postagem preferida de todos os tempos! Me identifiquei bastante com os itens 8, 9, 10 e 11 das curiosidades sobre você (além da parte sobre ocultismo, li e pratiquei por uns 7, 8 anos) e ADOREI ter lido esse post nesse exato momento, porque mais cedo hoje mesmo estava pra ter outra crise sobre o fato eu não ter carro nem carteira de motorista e estar cada vez mais certa dessa escolha enquanto o resto do mundo tenta me convencer do contrário.

    Quanto às viagens, não deixe mesmo de ir à Itália (ainda mais com essa historinha fofa da sua avó), fui pra lá em setembro desse ano com meu namorado por 20 dias e não vejo a hora de voltar! E eu fiquei arrasada quando tive que ir embora de Londres, mesmo estando em Paris logo em seguida hahaha, só fui ficar bem uns dois dias depois! Com certeza você vai amar, quero voltar por pelo menos um ou dois meses, nem que seja só pra fazer um curso, só pra ter a sensação de morar lá.

    Gostei muito também da sua visão da sua vida daqui a cinco anos, deu até uma paz ler…

    Beijos!

  25. O que mais me deixou feliz foi saber que vc também não tem carteira de motorista. Hoje moro em Brasília, onde é “impossível viver sem carro”, como dizem por aqui. Vivo muito bem e dou conta de tudo o que tenho que fazer. Sou funcionária do governo e dou aulas de ioga. E tenho uma pergunta a fazer: já há muito tempo questiono a necessidade de 8 horas de trabalho diárias. Você não acha que 6 horas seriam o suficiente e o restante do tempo para voar como vc coloca no ponto 5. das perguntas da Bia?
    Beijão e quando vc vem dar uma de suas palestras aqui na capital federal?
    Sucesso sempre!

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