Categoria(s) do post: GTD™

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Pessoal, venho há MESES estudando maneiras diversas de implementar o GTD no Evernote. Cheguei a uma estrutura que, hoje, me parece a ideal. Pode mudar amanhã? Pode, pois o natural da vida é mudarmos e aperfeiçoarmos o que não está mais servindo para a gente. Porém, venho estudando esse formato há um bom tempo e gostaria de montar uma espécie de guia definitivo do blog para mostrá-lo passo a passo, para que o post sirva como referência daqui em diante. Portanto, sejam bem-vindos a uma nova série de posts com o Guia Definitivo do Vida Organizada para usar o GTD no Evernote. 🙂

[quote class=”verde”]Se você não sabe o que é GTD, clique aqui. Se você não conhece o Evernote, clique aqui.

Importante: este guia é para uso avançado de ambos, então não focarei em princípios básicos nesta série. É fundamental conhecer o método GTD e saber manusear o Evernote para acompanhar.[/quote]

Eu utilizo como base o guia mostrado pelo Matt Martin, do site After The Book. Ele usa uma estrutura com apenas dois cadernos e todo o restante gerenciado por tags (ou etiquetas). É assim que faço também. Meu guia é baseado no dele, mas eu preenchi alguns gaps que ele deixou (e que eu identifiquei à medida que ia usando) e está em português.

[alert icon=”fa-hand-o-right”]Aviso de atualização em dezembro/2015: Quando escrevi este post, em 2014, eu não tinha feito os cursos diretamente com o David Allen e, por isso, estou revisando esta série um ano depois para aprimorar alguns conceitos. Se você já leu esta série antes, peço que releia e encontre notas como esta ao longo do texto para conferir as atualizações.

Outro ponto importante: Este modelo pode parecer complicado para quem estiver começando a usar GTD, e é mesmo. Ele foi feito, como disse ali em cima, para quem já usa o método e queria um modelo mais completo. Não falo isso por besteira, mas porque é bem complicado assimilar conceitos com os quais você não está familiarizado. Caso seja iniciante no GTD, recomendo que comece pela série Aprenda GTD e não use este guia. Obrigada.[/alert]

Por que usar poucos cadernos e mais etiquetas?

O limite de cadernos do Evernote é de 250, enquanto que o de etiquetas é de 100.000. Nós não vamos usar 100.000 etiquetas, mas é muito mais reconfortante saber que podemos trabalhar à vontade com as nossas configurações que não seremos parados por um sistema que diz: “ei, você atingiu seu limite permitido de cadernos”. O principal, porém, é o fato de que cada nota pode estar somente em um caderno, mas pode ter várias etiquetas. Quando eu falar sobre o processamento das notas, a importância disso ficará mais clara. Conheça todos os limites de sua conta no Evernote.

Usar diversos cadernos pode ser útil especialmente para quem trabalha com cadernos compartilhados, mas falarei sobre isso também.

Vamos começar?

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Nós temos acima a home do Evernote, assim que criamos a conta. Estou utilizando o Evernote 5.5.2 no Windows 8 para tirar esses prints. Eu criei uma conta totalmente nova para mostrar como configurar desde o início. Na minha conta pessoal, a estrutura já está toda montada e com mais de 8.000 notas rodando. Optei por mostrar uma nova conta porque assim posso ensinar a fazer desde o início, além de manter a minha privacidade.

Nós vamos começar então criando dois cadernos: Entrada e Processadas. Para fazer isso, clique com o botão direito em cima de “Cadernos”, na lateral, e em “Criar caderno”.

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O caderno Entrada deve ser o seu caderno padrão. Você faz isso selecionando a caixinha correspondente (mostrada na imagem acima) ao criar o caderno. Atenção: somente o caderno Entrada deve ter essa configuração. Isso significa que, quando você criar uma nova nota no seu Evernote, ele entrará por padrão neste caderno, e é isso o que queremos – que o caderno Entrada seja a sua caixa de entrada mesmo. O caderno Processadas servirá para abrigar cada nota que você processar da sua caixa de entrada.

Depois de criar os dois cadernos, seu sistema ficará assim:

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Caixa de entrada e processamento são termos utilizados no GTD. Se você não estiver familiarizado(a), recomendo que conheça um pouco mais sobre o método antes de prosseguir, pois pode ficar confuso para você, do contrário.

Tags (etiquetas)

Depois, nós vamos criar a estrutura de tags (ou etiquetas). Para facilitar a organização das tags, gosto de criar primeiro duas, que são: Gerenciamento GTD e Referência geral. Para criá-las, basta seguir o mesmo procedimento dos cadernos: clicar em cima de “Etiquetas” na lateral e, depois, em “Criar etiqueta”. Se o título “Etiquetas” não aparece no seu painel esquerdo, clique em “Exibir”, depois “Painel esquerdo” e, então, “Mostrar etiquetas”. Toda a nossa estrutura do GTD ficará dentro dessas duas tags.

Um dos pontos que eu mais gosto no GTD são os níveis propostos pelo David Allen. Os níveis servem para a gente avaliar nossos projetos tanto vertical quanto horizontalmente, para garantir que a gente esteja cuidando de todos os aspectos da nossa vida e investindo tempo no que realmente é importante. Eu traduzi esses níveis da seguinte maneira, para implementar no Evernote:

[list]00.000 ft – Ações
10.000ft – Projetos
20.000 ft – Áreas de responsabilidade
30.000 ft – Metas para 1 a 2 anos
40.000 ft – Visões para 3 a 5 anos
50.000 ft – Vida[/list]

O “ft” refere-se a “feet”, que significa “pés”, que preferi não traduzir porque a sigla fica melhor com “ft” que com “pés”. Ficou mais dedutivo para mim, mas você pode substituir, se você quiser.

[alert icon=”fa-hand-o-right”]Aviso de atualização em dezembro/2015: David Allen reescreveu o livro “A arte de fazer acontecer” inteiro e lançou uma nova versão em 2015, onde renomeou os níveis, chamando-os agora de Horizontes de Foco. Então, em vez de 10.000 pés, 20.000 pés etc, ele diz Horizonte 1, Horizonte 2 e por aí vai. A nova nomenclatura como um todo ficou assim:

Solo: Ações e calendário
Horizonte 1: Projetos
Horizonte 2: Áreas de foco
Horizonte 3: Objetivos e metas
Horizonte 4: Visão
Horizonte 5: Propósito e princípios

Favor usar a nomenclatura nova ao criar suas tags.[/alert]

Nós vamos criar essas seis etiquetas dentro da etiqueta Gerenciamento GTD. Para tal, basta clicar em cima da etiqueta Gerenciamento GTD e então “Criar nova etiqueta em Gerenciamento GTD” ou criar uma nova etiqueta da maneira convencional e simplesmente arrastá-la para cima da etiqueta Gerenciamento GTD. Dessa maneira, criamos sub-etiquetas. Aprenda direitinho este passo, pois vamos utilizar bastante daqui para a frente. O primeiro nível, de ações, deve ter a estrutura 00.000 (mesmo sendo o número zero) apenas para manter a indexação na ordem correta.

Essas definições acima foram todas dadas pelo David Allen no livro do GTD, “A arte de fazer acontecer” (Ed. Campus / Elsevier). Para mais detalhes sobre “por que pés?” ou “por que esses números?”, sugiro a leitura do livro.

[alert icon=”fa-hand-o-right”]Aviso de atualização em dezembro/2015: A edição 2015 do livro foi lançada pela Editora Sextante no Brasil.[/alert]

Nós criamos hoje essa estrutura básica de cadernos e etiquetas e, no próximo post, vamos começar a destrinchar o que fazer dentro de cada um deles. Se tiverem alguma dúvida, por favor, postem aqui que eu tentarei responder todo mundo à medida que for escrevendo os posts. Obrigada!

Categoria(s) do post: Casa, Áreas da Vida

Eu acredito que datas como o dia das mães e o dia dos pais sejam datas para a família passar junta. A gente já tem um dia a dia tão corrido – apesar de serem datas comerciais, vale a pena fazer um esforcinho para fazer algo juntos nesses dias.

Não costumamos inovar muito nessas ocasiões. Em geral, fazemos um almoço diferente (em casa mesmo, porque os restaurantes ficam lotados), um passeio simples e providenciamos um presente legal. Neste post, vou dar algumas sugestões para você preparar algo especial nesse dia, sem complicar.

Comida

Gosto de preparar um almoço em casa, para evitar sair (estamos no inverno, então pode estar bem frio no dia). Além disso, os restaurantes costumam ficar muito cheios, quando os valores não estão mais altos. Almoçar em casa também é mais intimista e, se você se animar, pode receber mais pessoas (como seus próprios pais, cunhados etc). Se você gosta de cozinhar, pode preparar uma sobremesa no dia anterior e, no domingo, fazer algo bem gostoso, sem complicação. Não faço indicação de receitas porque acho legal fazer os pratos preferidos do papai, e eles variam muito. Se não quiser cozinhar, pode encomendar em algum lugar perto da sua residência (e que você confie) ou contratar alguém para preparar no dia. Claro que tudo isso depende do investimento financeiro que você pode fazer. Se o encontro tiver mais pessoas, você pode inclusive requisitar ajuda para a limpeza depois. Ninguém merece perder a tarde de domingo limpando a cozinha em vez de ficar com a família! Se precisar cuidar dessa parte, tente agilizar ou deixar para mais tarde algumas atividades mais demoradas (como limpar o fogão, por exemplo).

Passeio

Em datas comemorativas, os lugares no geral costumam ficar muito mais cheios. Cinemas, por exemplo, podem ser impossíveis de entrar. Portanto, planeje com antecedência. Se quiser ir a um cinema, teatro ou restaurante (se não almoçar em casa), reserve, compre ingressos antes, dando preferência a cadeiras numeradas (para não precisar pegar filas). Um passeio que gosto bastante de fazer é passear em parques (no calor) e em museus diferentes (no frio). Há muitas opções nas nossas cidades e em cidades vizinhas. Vale a pena pesquisar para fazer algo bacana. Por mais frio que esteja, apenas ficar em casa pode deixar a sensação de deixar a data passar batida. Mesmo um simples cinema pode animar a família, mas tome cuidado para não se estressar com a fila nos estacionamentos do shopping!

Presente

Não recomendo presentes tipo “presente do papai” ou outros que já “vêm prontos” porque passam a impressão de que a gente não precisou ter um cuidado para comprar. Todo presente vale mais quando a gente busca fazer algo especial, personalizado para a pessoa. No caso dos pais, é legal encontrar algo que tenha a ver com seu estilo de vida e dar um presente que deixe a pessoa surpresa de maneira positiva. Algumas ideias:

  • Montar um kit de coisas que ele gosta. Por exemplo, se ele gosta de carros, montar um kit para cuidar do veículo, dentro de uma caixinha charmosa. Se ele gosta de cinema, um box com filmes preferidos e um livro sobre cinema, por exemplo. Se é músico, um DVD da banda que ele gosta ao vivo e um livro sobre o estilo musical favorito. Se ele adora um churrasco, pode ser um jogo de facas legal e um avental divertido. Seja criativa(o)!
  • Se não quiser dar nada específico, monte um kit mais genérico, mas que sempre tem utilidade: um kit com produtos para se barbear. Você pode colocar sabonetes e cremes à base de calêndula, que suavizam os efeitos da lâmina na pele, loções, um pincel melhorzinho, um aparelho etc.
  • Alguns presentes funcionam sempre bem: um livro, um DVD, um CD, moleskines com assuntos (gatos, jardinagem, cinema, livros, restaurantes), uma garrafa de vinho, roupas mais caras, acessórios diversos.

Mais importante que o presente em si, é o cartão que você pode escrever. Se for seu marido e vocês tiverem filhos, faça algo especial junto com as crianças. Dependendo da idade, dá para ter ideias. Se for um bebê, você pode fazer uma marquinha com o pezinho dele e tinta guache não-tóxica, por exemplo. Se for criança, pode desenhar ou escrever “eu te amo”. Essas coisas são clichês, mas fazem parte, e todo pai se emociona. Se você for adulto(a) e for seu pai, escreva uma carta amorosa, falando sobre a sua vida, ou escreva um poema, se fizer o tipo dele. Escrever algo à mão sempre é mais pessoal e uma lembrança bacana de ser guardada.

Não precisamos complicar para fazer do Dia dos Pais algo significativo. Com um pouco de antecedência, dá para preparar um dia que seu marido ou pai vai se lembrar, e você também. Esses momentos deixam a nossa vida mais feliz.

Categoria(s) do post: Áreas da Vida

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Este é o segundo post da série O que eu aprendi sobre produtividade com Tim Ferriss, esse cara incrível com dicas tão bacanas sobre a vida. Você pode conferir o primeiro post clicando aqui.

[quote class=”azul”]”O diferente é melhor quando é mais eficiente ou mais divertido.”[/quote]

Desta vez, eu gostaria de falar sobre desafiar as regras que o mundo nos impôe. Parece clichê? Vejam o que o Tim nos diz:

Regra nº 1: O objetivo é se aposentar um dia e curtir a vida
Desconstrução da regra: A aposentadoria como plano B

Nós costumamos ver a aposentadoria como algo inevitável, que acontecerá quando formos idosos, depois de trabalharmos a vida inteira e poder finalmente dedicar os anos restantes a viagens, jogos de cartas e bailes dançantes. O que o Tim nos propôe, no entanto, é que a aposentadoria seja encarada como um seguro de vida – algo para usarmos caso a gente realmente precise, se a gente não tiver mais condições de trabalhar e ganhar dinheiro.

Por que ter a aposentadoria como um desejo é esquisito?

Primeiro, porque parte do pressuposto que odiamos o que fazemos. Que queremos nos ver livre do trabalho e que só então poderemos fazer coisas legais e divertidas. Ou seja: a época em que a gente tem mais vigor físico, saúde, disposição e vontade de fazer as coisas, a gente está jogando fora se matando de trabalhar por um futuro que talvez nem chegue. E, se chegar, em que condições estaremos? Terá valido a pena fazer desse jeito, desperdiçando tantos anos? Em que condições estaremos para viver o que desejamos viver agora?

Segundo, porque quem conhece alguém que tenha se aposentado, sabe dizer que a maioria não se aposenta mantendo o padrão de vida que tinha antes. Se a pessoa economizou dinheiro a vida toda e fez um fundo de previdência privada ou tem realmente bastante dinheiro, isso nunca foi um problema para ela. Porém, mesmo nos casos de previdência privada, você não terá tanta renda quanto antes, com raríssimas exceções. Mesmo que seja, sua fonte esgotou e agora você está apenas gastando, e tomara que viva ainda muitos anos, certo? Ou você calculou para receber somente alguns poucos anos? O cenário comum é a gente estar bem velhinho e diminuindo bastante o nosso padrão de vida, apenas pagando contas. Então, tudo aquilo que a gente sonhava – viajar, conhecer o mundo, curtir a vida -, cadê? Não dá para fazer porque o dinheiro da aposentadoria mal dá para os remédios e o plano de saúde extremamente necessário.

Terceiro, se você conseguiu juntar muito dinheiro para se aposentar, pode ser que você seja daquelas pessoas que amam trabalhar e que nunca vão conseguir parar de vez, sempre exercendo uma ou outra atividade remunerada, mesmo depois da aposentadoria “oficial”. Isso faz cair por terra a ideia de esperar até parar na aposentadoria.

É bom ter um fundo de pensão com quantia suficiente para se manter caso algo de ruim aconteça? Claro! Mas isso não significa que você deva ter a aposentadoria como objetivo – apenas como um plano B.

Regra nº 2: Trabalhar agora para descansar depois
Desconstrução da regra: Precisamos alternar trabalho e descanso

Se nós dormirmos oito horas todas as noites e trabalhamos dez, isso significa que dormimos 2920 horas por ano e trabalhamos 3250 (estou contando os finais de semana, porque fazemos coisas em casa também). Será que, em vez de dormir oito e trabalhar dez todos os dias, a gente poderia dormir essas 2920 horas seguidas (121 dias) e depois trabalhar as outras 3250 (135 dias) direto, sem parar? Claro que não. É uma conta até ridícula. Isso só mostra que precisamos alternar nossas atividades, sejam quais forem. Usei sono e trabalho porque é o que quero mostrar aqui: precisamos alternar descanso e trabalho.

Se achamos a sugestão acima tão absurda, então por que fazemos isso com a nossa vida? Por que trabalhamos durante 30 ou 40 anos para achar que conseguiremos descansar quando nos aposentarmos?

O que o Tim sugere é que a gente distribua “mini aposentadorias” ao longo da vida, em vez de deixar tudo para o final – assim como fazemos diariamente. O livro inteiro dele é sobre como ter um estilo de vida que proporcione autonomia e mobilidade a fim de que você consiga fazer isso.

Regra nº 3: Tem que mostrar serviço!
Desconstrução da regra: Querer trabalhar menos não significa preguiça

Não! Significa que queremos 1) gostar do que fazemos, 2) fazer o necessário, e não se manter ocupado apenas para provar algo para a sociedade e 3) dedicar nosso tempo a outras atividades que também gostamos. Isso não é ser preguiçoso, mas saber aproveitar o tempo. Ele inclusive escreve uma frase que uso muito desde que eu li, que é: “foque-se em ser produtivo em vez de focar-se em estar ocupado”.

Não é verdade? Quantas vezes não nos pegamos fazendo atividades irrelevantes e, ao final do dia, percebemos que não fizemos nada do que tínhamos para fazer? Muitas vezes, ficamos apenas apagando incêndios e trabalhando em cima de demandas de última hora, e o único resultado disso tudo é se manter ocupado e deixar a vida passar. Ser produtivo significa investir seu tempo naquilo que é realmente importante.

Acho muito engraçado como algumas pessoas ainda têm a cultura de achar que, porque fazem hora extra, estão “mostrando serviço” para a empresa onde trabalham. Para mim, o que elas estão mostrando é que não sabem administrar o tempo que têm! E não sou só eu que penso assim. Além da imagem que passam, também fica a frustração de estarem ocupando espaço da família, da vida pessoal, com mais trabalho, além das outras horas já dedicadas a isso. A pessoa tem que tomar uma atitude e sair dessa, senão a vida passa e ela não faz nada!

Regra nº 4: Ouça o que estão te dizendo antes de tomar decisões
Desconstrução da regra: Não peça permissão – peça perdão

Essa recomendação é libertadora, minha gente. Você já teve que tomar uma decisão que envolvia outras pessoas? Ou, pelo menos, ficou com receio de como as pessoas ao seu redor (chefe, família, amigos) reagiriam? Bom, o que o Tim diz é: se sua decisão não for devastar todo mundo ao seu redor, faça o que precisa ser feito e depois se justifique. Por quê? Porque a maioria das pessoas tem medo de mudanças. Todos nós somos treinados para ficar na situação mais confortável, mais fácil, pela lei do menor esforço, com mais benefícios. Se algo ameaçar essa ordem, a reação natural será dizer não e desencorajar, mesmo sem querer.

Mais para a frente no livro ele pergunta assim: o que de pior pode acontecer caso você faça aquilo que quer fazer? Pense no pior cenário. Se realmente for prejudicar intensamente as pessoas que dependem de você ou que estão ao seu redor, repense, busque alternativas. Porém, se for tudo contornável, não peça permissão – faça e peça perdão, se precisar.

Regra nº 5: Trabalhe os seus pontos fracos
Desconstrução da regra: Pare de focar tantos nos seus pontos fracos e utilize seus pontos fortes a seu favor

Por que a gente passa a vida inteira tentando ser menos gordo(a) em vez de enfatizar os pontos fortes da nossa aparência? Por que passamos anos tentando aperfeiçoar o nosso inglês em vez de estudar mais a nossa língua materna? Existem milhões de coisas a se fazer e habilidades para aprender no mundo, assim como existem muitos defeitos e muitas qualidades. Por que em vez de investirmos tanto esforço tentando mudar quem nós somos, nós não fazemos isso para potencializar o que temos de melhor?

O que temos de mais forte, se desenvolvido, tem potencial gigantesco e pode ser o nosso grande diferencial. O que temos de mais fraco, se focarmos no seu desenvolvimento, além de chamarmos a atenção para o problema, conseguiremos ser apenas medíocres nas melhorias.

Ninguém está dizendo para deixar um ponto fraco de lado, mas apenas para investir esforço maior naquilo que você faz de melhor, não de pior. Às vezes a gente deixa de lado algo que é legal, que é bom para a gente, onde nos damos bem, apenas para melhorar algo que não é. O resultado disso é desânimo, frustração e sensação de incapacidade.

Regra nº 6: Bom mesmo é ficar sem fazer nada
Desconstrução da regra: Cuidado com os excessos

O Tim não propôe todo o sistema de produtividade dele para a gente ficar com o tempo livre. Excesso de tempo livre é tão chato quanto excesso de ocupações. O que ele propôe é um bom uso do tempo, seja para trabalhar, para descansar ou para fazer qualquer outra coisa que quiser. O objetivo não é ficar sem fazer nada.

Regra nº 7: O importante é ganhar dinheiro
Desconstrução da regra: Saia da roda do dinheiro

Estamos presos a uma roda do dinheiro. Trabalhamos para pagar contas ou juntar dinheiro para comprar coisas, pagar impostos e arcar com imprevistos. Além disso, usamos o dinheiro como desculpa para a maioria das nossas decisões. “Ah, eu faria isso se tivesse mais dinheiro”. A maioria das coisas que queremos fazer depende menos de dinheiro do que a gente imagina. No geral, queremos viver uma vida de riqueza financeira e, quando paramos para pensar no que realmente queremos, são coisas que não demandam tanto dinheiro assim. “Gostaria de trabalhar em casa” ou “queria estar em uma vila da Bahia pescando e dormindo na rede”.

No geral, passamos a vida nos preocupando com o dinheiro. Como podemos mudar isso? Usando nosso tempo de maneira produtiva. Isso significa usá-lo bem e deixar de dar desculpas que envolvam dinheiro para não fazê-lo. Por exemplo, talvez você diga que não faz exercício físico porque não tem dinheiro para pagar uma academia mas, se parasse de perder tempo embaralhando pastas de e-mails todos os dias de manhã, talvez conseguisse correr um pouco no parque antes de ir trabalhar.

Regra nº 8: Aumentar o salário e economizar dinheiro com o que puder
Desconstrução da regra: Comece a pensar em sua renda relativa

É comum a gente pensar: “ganho um salário de R$5.000”. Bem, se você ganha cinco mil reais por mês e trabalha dez horas por dia, isso significa que você ganha 25 reais por hora. Parece muito? E quando você faz hora extra e não é remunerado por isso, então? Compensa? Compensa trocar uma hora do seu dia por 25 reais a mais no seu salário? E quando nem recebe essa hora? Nossa…

Passe a ver seu tempo a partir dessa perspectiva. Cada vez que você perde uma hora de trabalho, está perdendo 25 reais. Ou então, se precisar decidir o que fazer com a sua próxima hora, analise o que vale esses 25.

Esse é o motivo pelo qual muitas pessoas estão deixando seus empregos enlouquecedores para ganharem menos (teoricamente) e trabalharem menos horas por dia. Muitas vezes, ganha-se mais por hora do que estaria se estivesse trabalhando mais tempo. A grande questão é: o que você faz com o tempo restante?

Também gosto de usar essa reflexão para tomar decisões na minha vida. Se eu recebo 25 reais por hora de trabalho, quanto terei gasto se perder oito horas do meu sábado fazendo faxina na casa? 200 reais. Quanto custa uma diarista? 100? Pois bem, então se eu pagar uma diarista, é como se eu estivesse economizando 100 reais e ainda teria essas oito horas para ficar com a minha família e fazer outras coisas que eu gosto. Entendeu a conta?

Faça a sua agora: calcule quanto vale a sua hora de trabalho de acordo com os seus ganhos mensais. Depois, divida pelas suas horas trabalhadas (se você trabalha em uma empresa, calcule pelo seu horário oficial – não conte as horas de trabalho em casa, por exemplo). O total que você ganha por hora trabalhada é o que deve servir como fator de decisão para você investir seu tempo de agora em diante. O exemplo da diarista foi apenas um, mas pode ser aplicado a qualquer outro. Faça o teste!

E o legal é usar isso como parâmetro para buscar melhorias. Se você ganha 25 reais por hora, por exemplo, sabe que, se conseguir um trabalho ganhando 30 reais por hora, mesmo que trabalhe menos horas por dia, compensará mais do que ficar onde está, pois o restante do tempo poderá seu usado a seu favor.

Regra nº 9: Estresse é uma coisa ruim
Desconstrução da regra: Aprenda a diferenciar os tipos de estresse

Existe o estresse bom e o estresse ruim. O estresse ruim é aquele que deixa a gente fraco(a), desanimado(a), se sentindo menos confiante e menos capaz. Um trabalho desestimulante, um chefe que faz críticas destrutivas, pisa na bola, prazos absurdos e brigas no trabalho causam estresse. Nós devemos evitar esse estresse ruim.

O estresse bom, no entanto, é aquele momento de “rush” que passamos de vez em quando. Trabalhamos sob pressão, mas nossa adrenalina vai a mil. Ou então, o trabalho pode ser cansativo, mas você sabe que ele é necessário para você chegar em determinado ponto. Quando brigamos com o nosso chefe por algo que consideramos certo (e diferente do que ele está fazendo), por exemplo. Ou quando acordamos cedo no inverno para ir malhar na academia. Esse é o tipo de estresse bom, que não devemos evitar. Ele, aliás, é inevitável e fundamental para o nosso crescimento em todos os aspectos.

E aí, estão gostando da série? Adoro como o Tim nos ensina a desconstruir nossas regras e a pensar de maneira diferente, mais efetiva, mais produtiva! O que vocês acham dessas regras que ele desconstrói?

Até o próximo post.

Categoria(s) do post: Áreas da Vida

Para quem se desloca bastante ou viaja muito a trabalho, é fundamental ter uma estrutura de escritório móvel para não perder tempo de trabalho. Eu perdi bastante tempo até conseguir montar essa estrutura, cometendo muitos erros e acertos. Hoje, essa é a minha estrutura tecnológica para trabalhar quando estou fora de casa (meu local de trabalho):

– Samsung Chromebook
– Samsung Galaxy S3 mini
– Plano da Claro habilitado para 3G (2Gb/mês)
– Modem Huawei com plano 3G da Claro (2Gb/mês)
– Samsung Galaxy Note 10.1
– Caderno e caneta 🙂

Comprei o Chromebook para ser o meu segundo computador de trabalho, para usar especialmente em viagens. Como ele é muito leve, é ideal para quem viaja bastante de avião e não gosta de despachar bagagem. Apesar de eu ter um bom tablet, sentia muito a falta de um notebook para escrever mesmo quando estivesse viajando. Cheguei a olhar alguns modelos de capas com teclado embutido, mas achei as teclas muito apertadas e receei não me acostumar. Por fim, queria testar o Chromebook e acabei comprando. Para quem não conhece o dispositivo, ele é um notebook que funciona somente conectado à Internet – não dá para instalar programas, por exemplo. Porém, para mim que queria somente um computador que me permitisse postar no blog, escrever no Google Drive e responder e-mails, estava ótimo. Um ponto muito forte é a duração da bateria (cerca de sete horas). Ele me atende muito bem e, no momento, estou usando-o para atualizar o blog.

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Não tenho muitas exigências com relação a celulares e não gosto de gastar muito dinheiro com aparelhos assim. Tenho esse modelo da Samsung que me atende bem e serve como roteador 3G sempre que eu preciso. Sobre os planos, tive Tim durante muitos anos e o sinal sempre me deixava na mão. Depois que mudei para a Claro, não tive mais problemas – pelo menos onde precisei usar até agora.

Infelizmente, com um mês de uso, meu modem da Huawei parou de funcionar. Por isso, atualmente (enquanto não resolvo a questão), estou usando somente o 3G do celular ou a rede wifi dos lugares que eu frequento.

Meu tablet da Samsung serve especialmente quando estou trabalhando off-line, assistindo palestras, participando de eventos ou cursos, reuniões e tudo o mais. Uso especialmente o Evernote nele. A caneta do Samsung Galaxy Note é excepcional e não sei mais viver sem esse dispositivo. Nos momentos de lazer, também costumo ver filmes no Netflix através dele.

Por fim, bloco de notas e canetas estão sempre comigo. Tem coisas que eu prefiro escrever para acompanhar meu pensamento, e nem sempre me sinto à vontade para tirar um dispositivo eletrônico da bolsa no meio da rua. A outra vantagem do papel é que a bateria nunca acaba também. 🙂

Com relação a softwares, programas e aplicativos, uso:

– Evernote
– Dropbox
– Google Drive
– Gmail
– Outlook 365
– Google Calendar

Para quem quer ter um escritório móvel, eu recomendo que busque modelos versáteis de dispositivos (que dê para usar para diversas funções), leves (para não carregar 12kg de peso nas costas), além de alguns acessórios que considero essenciais:

– um HD externo para armazenar arquivos, especialmente se você trabalhar com fotos;
– pendrives e cartões SD sempre são necessários de se ter por perto;
– baterias sobressalentes, se possível, ou carregadores portáteis;
– filtro de linha é essencial;
– adaptadores de tomada podem ser úteis.

Para carregar cabos e acessórios menores, eu uso uma capa de tablet (daquelas com zíper, que parecem um bolsinha) e levo dentro da bolsa ou mochila sem problemas.

Sobre gadgets que eu não tenho e que acredito que sejam excelentes:

– iPad mini deve ótimo, especialmente se você tiver uma caneta própria para fazer algumas coisas nele;
– uma câmera com wifi, se você é blogueiro e não quiser depender do seu celular, pode ser especialmente útil;
– para quem quiser investir mais dinheiro, um Macbook Air é certamente a melhor opção com relação a computadores leves e quase completos.

Tem funcionado para mim. E você, trabalha com que dispositivos móveis? Tem algumas dicas que eu não citei aqui e que podem ajudar?

Categoria(s) do post: Casa, Faça Você Mesmo/a, Áreas da Vida

Há algum tempo, eu venho postando no Instagram fotos onde meu calendário da Tok&Stok aparece marcando os dias. Tal qual foi a minha surpresa, o leitor Higor Oliveira entrou em contato com a seguinte mensagem:

[quote class=”azul”]Olá,

Sou leitor do blog e também sigo o conteúdo dele também no Instagram.
No Insta, notei que alguém quis saber onde comprar o calendário que você usa nas fotos.

Caso algum leitor queira fazer o seu próprio calendário, fiz um personalizado do blog, para recortar e colar .

Gosto muito do conteúdo do blog!

Atenciosamente,

Higor Oliveira[/quote]

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Clique para fazer download do arquivo em .PDF

Obrigada, Higor! Espero que gostem tanto quanto eu, pessoal.

Categoria(s) do post: GTD™, Áreas da Vida

Estamos passando por grandes mudanças de um mês para cá. Saí do meu trabalho convencional para me dedicar ao meu negócio de organização e, com isso, tivemos que abraçar novos projetos – alguns tiveram que ser adiantados. Estamos em um momento de transição e eu não vejo a hora de reestabelecer a nossa rotina para que tudo possa ficar um pouco mais sob controle. Atualmente, esses são os projetos em andamento:

Capacitação como instrutora

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Certamente, o que tem me tomado mais tempo é a capacitação final como instrutora da Call Daniel. Apesar de eu já ter experiência como professora e palestrante, o formato é diferente. O curso é de um dia inteiro (oito horas levantando uma sala de aula é um grande desafio!), com dinâmica, empostamento de voz e, muito importante: seguir um script que deve se adequar às exigências da David Allen Company nos Estados Unidos. Apesar de eu ter ampla experiência com o GTD (e ser um dos meus assuntos preferidos), tem muitas adequações necessárias e isso me obrigada a escrever, ensaiar, gravar vídeos e fazer correções. Tem sido um aprendizado intenso e maravilhoso, mas que demanda grande investimento de tempo. Nesse momento de transição, preciso focar em algumas prioridades e agora é a hora de priorizar minha capacitação.

Além de ser instrutora, eu também sou responsável, junto com a Cris, pela parte de webmarketing e todo o conteúdo do blog da Call Daniel, produção de e-books, envio de e-mails e outras ações.

Livro Vida Organizada

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Igualmente importante, finalizei a revisão final do meu livro (Vida Organizada, que será lançado em agosto 2014) e, agora, estou acertando detalhes com a editora. Descobri que haverá mudanças na data do lançamento, mas ainda não divulguei aqui porque não temos data certa. Na Bienal, haverá o pré-lançamento, na verdade, e o lançamento acontecerá em setembro. No dia 22, abertura da Bienal, haverá um evento da editora para profissionais da área (livreiros, autores) e esse é o dia que eu estou me programando para fazer comprinhas no evento. Vou receber um crachá de autor! <3 No dia 23, haverá uma palestra para blogueiros e tarde de autógrafos na sequência. No dia 24, haverá uma palestra focada no tema “Família”, também com autógrafos na sequência. O livro já será vendido, mas o lançamento mesmo, que é uma ocasião festiva para o autor, será realizado nas semanas seguintes, em data e livraria a combinar. Quando eu tiver essas informações, eu divulgo aqui! Sei que haverá um evento em São Paulo e outro em Campinas e que, para ter em outras cidades, a livraria local precisa organizar e entrar em contato comigo.

Na próxima quinta, farei uma palestra especial para os livreiros sobre o meu livro e também participarei de um evento da editora para conhecer os lançamentos do segundo semestre de 2014 (o meu livro incluso!). Estou trabalhando nessa palestra hoje!

Mudança para São Paulo

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Nós pensamos que conseguiríamos permanecer em Campinas pelo menos até o final do ano, mas o primeiro mês de trabalho novo me mostrou como isso será impossível. Por isso, estamos organizando uma mudança de cidade em tempo recorde! Hoje o rapaz da empresa de mudança veio em casa fazer o orçamento e trazer algumas caixas. Temos poucos dias para encaixotar tudo, mas é a minha parte preferida! Amanhã vou na Kalunga comprar papéis coloridos para montar meu esquema de mudança e aí ficará legal de organizar. A boa notícia é que vou organizar a mudança inteira no Evernote, e pretendo falar mais sobre isso daqui para a frente.

Mudar de cidade envolve um monte de outras coisas que não só a mudança de residência, mas também pesquisar uma nova escola para o filhote, transferir a faculdade do meu marido, as contas do banco, caixa postal do correio, cancelar contas que não tenham serviço em São Paulo e por aí vai. Além de todo o resto que conhecemos, como decorar o apartamento novo, mudar endereço em todos os serviços etc. Tem muita coisa a ser feita, e estamos nesse processo.

Espero que estejam tendo uma boa semana. Obrigada por tudo, pessoal.

Categoria(s) do post: GTD™, Áreas da Vida

Pessoal, sempre me pedem para avisar quando será a próxima turma aberta da Call Daniel aqui no blog, então hoje vim publicar que a próxima acontecerá no sábado, dia 2 agosto.

Turma Aberta Agosto 2014

Clique na imagem acima para se inscrever.

Treinamento em um dia inteiro para que você aprenda a aplicar o GTD. Conheça o método, saiba por onde começar, como lidar com e-mails, sua agenda, projetos e tarefas. Um dia com muita produtividade para diminuir seu estresse.

GTD™ é a abreviação da marca “Getting Things Done™” (“A Arte de Fazer Acontecer”). Um sistema de gestão inovador para a vida pessoal e profissional, criado pelo renomado consultor americano David Allen, que fornece soluções concretas para transformar o “corre-corre” diário e as incertezas em um sistema integrado de produção sem estresse.

A Call Daniel possui exclusividade sobre a marca GTD no Brasil e é a única empresa autorizada a ministrar este treinamento, então é uma oportunidade que vale a pena.

Eu estarei lá. 🙂

Categoria(s) do post: Casa, Áreas da Vida

Não é fácil ser pai e mãe hoje em dia. Sempre foi um trabalho árduo, mas atualmente temos muitas atividades em nossa vida. O que a gente precisa entender de uma vez por todas é que um filho é nossa responsabilidade. Outro dia assisti “Histórias Cruzadas” e achei curioso como a moça que era empregada diz que criou os bebês e, um dia, os bebês cresceram e tiveram outros. Isso descreve muitos pais e mães que, inexperientes, têm filhos, sem um planejamento e/ou sem ter a real ideia do que vem pela frente.

Ter um filho é uma responsabilidade para a vida toda. Quem tem criança pequena sabe o trabalho que dá. Bebês demandam 24 horas de atenção constante, até quando estão dormindo. Adolescentes tiram nossas noites de sono igualmente. E, quando adultos, continuamos preocupando nossos pais. E agora estamos no papel deles, fazendo a roda girar.

Quando a gente começa a se acostumar com o trabalho, como trocar fraldas e amamentar, vem a vida e muda todas as regras! Agora é necessário preparar papinhas, proteger os cantos da casa, esconder os produtos de limpeza. Precisa ensinar a falar, a andar, a usar o troninho. Depois, tem que ensinar a criança a ter paciência, a se comportar, a comer sozinha. E por aí vai. O trabalho nunca acaba. Cada faixa etária demanda uma (ou várias) preocupação diferente.

Por fim… fazemos do nosso jeito. Perfeito ou com muitos defeitos, o tempo não espera a gente se preparar melhor. Nossos filhos vão crescendo e, com eles, crescemos como pais e mães. Aprendemos muito também. E, mesmo dando o nosso melhor (ou convenhamos: o nosso possível mesmo), ainda não temos controle do que acontecerá com ele na vida. Não sabemos se ele será cientista ou advogado – se será astronauta ou morador de rua. Não sabemos se acabará se interessando por drogas ou tendo um filho ainda adolescente.

Criamos nossos filhos para o mundo. Ok, já entendemos. Mas aceitamos? Estamos preparados para ver nossos filhos discordando da gente em pontos tão comuns? Em sair de casa, brigar, discordar, ficar sem falar com a gente durante anos? Ou simplesmente viver uma vida completamente diferente da que esperávamos para eles? Por que nós, seres humanos, temos essa incessante mania de achar que todo mundo tem que fazer alguma coisa para satisfazer os nossos desejos e expectativas?

Com os filhos, é a mesma coisa. Quem somos nós para achar que uma pessoa deve agir do jeito que achamos certo? Apenas porque saiu do nosso corpo e educamos com tanto amor? Amor não é dar sem esperar nada em troca?

Estou escrevendo este post para aliviar um pouco a barra de todos nós, pais e mães. Procuremos fazer o nosso melhor sim, SEMPRE. Sempre dá tempo de mudar, melhorar, aprender. Mas podemos apenas inspirar, ensinar, dar o exemplo, e não forçar. Podemos interferir, incentivar, ajudar no que for necessário, mas não podemos salvar nossos filhos. E, mesmo que ele esteja trilhando o caminho esperado por você, é o caminho dele. No ritmo dele, com as mudanças que ele quiser. Precisamos aceitar isso.

Como uma vida organizada pode ajudar a gente a prover o que pode ser bom para os nossos filhos?

[list]- Ter uma rotina estruturada ajuda as crianças a saberem o que esperar. Serve para bebês (que vão aprendendo aos pouquinhos), crianças e adolescentes (que naturalmente acharão um SACO, mas terão a casa sempre como porto seguro quando precisarem). Falta de rotina dá insegurança aos filhos.

– Ter uma casa segura e saudável sempre será uma coisa boa. Você nunca terá bebês batendo a testa na quina da mesa ou crianças fugindo pela porta da frente.

– Aprender a ser uma pessoa equilibrada promoverá um ambiente gostoso de se viver e fará de você um pai ou uma mãe que é uma boa companhia. Também será o melhor exemplo que você poderá passar para os seus filhos. Que tipo de exemplo você está passando sendo uma pessoa desorganizada e estressada?

– Quando você organiza seus horários e estabelece prioridades, tem tempo para ficar com os seus filhos, incentivar o aprendizado através de brincadeiras, leituras, além de aproveitar tempo de qualidade com eles. Se você não consegue se organizar, nunca tem tempo para isso.

– Se, além de tudo isso, você vive uma vida plena e de acordo com os seus valores, estará passando integridade aos seus filhos. Isso ensinará também você a vê-los e respeitá-los como os indivíduos que são, porque sabe como é ser assim.[/list]

Eu, como mãe, aprendi a amar incondicionalmente o meu filho e a cuidar dele como o que há de mais importante na minha vida (e é). Porque, quando ele quiser tomar decisões sozinho, mesmo que não esteja pronto, eu sei que lá no fundo a minha voz ecoará na cabecinha dele, e pelo menos a minha versão ele terá como parâmetro. Mas a escolha final sempre será dele, e isso está fora do meu controle. E, querem saber? Ainda bem. Quero que meu filho cresça com personalidade própria e descobrindo a si mesmo, errando, acertando, aprendendo. O período que vai do nascimento até a sua independência é uma parte essencial da sua vida, mas é só uma parte. E eu quero que ele aproveite muito cada tempo dela, assim como as que virão depois.

Categoria(s) do post: Casa, Roupas, Limpeza

Ter uma rotina diária com algumas tarefas básicas ajuda a manter a casa em ordem sem muito esforço e sem deixar acumular para os finais de semana. Já escrevi algumas vezes aqui no blog sobre esse assunto, mas atualmente cheguei a uma rotina diária que me atende bem, então resolvi compartilhá-la com vocês.

Eis a minha rotina diária:

  1. Arrumar as camas – Ao acordar, em menos de 3 minutos (uma cama de casal e uma cama de criança). Meu filho ajuda a arrumar a cama dele (ele tem quatro anos).
  2. Organizar as correspondências – Eu sou a responsável por processar o que chega diariamente de papelada – centralizo na caixa de entrada, separo o que for para tomar alguma providência (ligar etc.), conta para pagar, algo para digitalizar ou arquivar.
  3. Destralhar – Com uma sacola de plástico na mão, percorro o apartamento e vou juntando o que é lixo (embalagens, papéis amassados, picotes de correspondências e outros do tipo).
  4. Cuidar da alimentação – De alguma maneira, há algo a se fazer todos os dias: preparar uma refeição, anotar o que está faltando na despensa para a próxima compra, tirar algum alimento do congelador, preparar algo com antecedência e congelar etc. Todos os dias é importante acompanhar se está tudo sob controle. Lembrando que o planejamento mesmo a gente faz no menu semanal, justamente para não ter que perder muito tempo com o assunto ao longo da semana.
  5. Repôr o que estiver faltando – Papel toalha, papel higiênico, pasta de dente, shampoo, sabonete, condicionador, detergente, esponja de cozinha, canetas, blocos de papel perto do telefone e por aí vai. O importante é fazer a conferência diária (rapidamente) e repôr se estiver faltando alguma coisa.
  6. Esvaziar todas as lixeiras – De noite, depois de já ter feito comida e destralhado a casa, troco as sacolas das lixeiras (banheiros, cozinha, escritório).
  7. Limpar as superfícies da cozinha – Gosto de limpar a mesa e os balcões da cozinha todos os dias.
  8. Lavar a louça – Acho que por ser seguidora da FLY Lady, não consigo dormir com a pia suja. Portanto, gosto de lavar a louça e manter a pia limpa de um dia para o outro. Meu marido e eu alternamos nessa tarefa.
  9. Varrer /aspirar / esfregar o chão da cozinha – Acho importante tomar alguma providência com relação ao chão da cozinha diariamente. Quando tenho menos tempo, varro ou aspiro o pó. Se tenho um tempinho, gosto de passar um pano umedecido em água para limpar melhor ou usar um esfregão nas partes mais difíceis. Meu marido e eu alternamos nessa tarefa.
  10. Aspirar os tapetes e cantos – Passamos o aspirador de pó nas áreas de maior circulação porque meu marido e meu filho têm alergia a pó. Meu marido costuma cuidar disso, mas eu faço quando ele não pode.
  11. Cuidar da lavanderia – Sou adepta da técnica de cuidar todos os dias um pouco das roupas. Guardo toda a roupa suja em um único cesto, coloco roupa para lavar, estendo, passo algumas, guardo outras – enfim, alterno as atividades de acordo com a necessidade, mas todos os dias acho importante fazer um pouco. Meu marido e eu revezamos aqui também.
  12. Guardar o que estiver fora do lugar – Nem que sejam algumas poucas coisas, faço uma ronda pelo apartamento guardando o que estiver fora do lugar. A dança dos cômodos ajuda muito nessa tarefa.
  13. Dar uma geral no banheiro – Depois de escovar os dentes, dou uma geral na pia do banheiro, tirando aqueles restos de pasta e outras marcas. Jogo desinfetante na privada, fazendo uma breve limpeza com a escova (para não manchar o vaso). Troco a toalha de rosto, se necessário.

Essas são tarefas esparsas que duram poucos minutos e podem ser feitas ao longo do dia por todos os moradores, sem sobrecarregar ninguém. Houve uma época em que eu fazia sozinha todas elas, assim como meu marido, e dá para sobreviver. É o básico que a gente tem que fazer para a casa se manter em pé.

Para tarefas semanais ou com frequência maior, visite o post com o cronograma de limpeza doméstica para mais informações.

Categoria(s) do post: Casa, Áreas da Vida

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Dividir o quarto é comum e saudável para as crianças. Veja algumas dicas para organizar o cômodo:

  • Faça com que cada filho tenha o cantinho dele e personalize o que for seu. Nada de lençóis iguais por motivos estéticos, por exemplo. Conhecendo os gostos dos seus filhos, use a roupa de cama com suas cores preferidas, personagens que gostam, objetos que lembrem algum hobby, quadros e outros objetos.
  • Maneiras de organizar os objetos tendo um desses para cada um: baú, prateleira, criado-mudo, porta do armário, estante. Escolha uma cor para cada filho e use-a para diferenciar esses espaços.
  • Não guarde brinquedos que não sejam usados, que á tenham passado da idade dos seus filhos. O espaço é muito precioso e, quanto menos coisas tiverem, melhor. O que sobrar, organize nos espaços de armazenamento disponíveis (estantes, prateleiras, baús). Miudezas devem ser guardadas em cestos ou caixas para não se perderem.
  • Se um filho for bebê e o outro mais velho, deixe um lado do quarto para cada um, personalizando com as cores e o estilo de cada filho. Veja na imagem abaixo um exemplo.
Imagem: G1
Imagem: G1
  • Beliches podem ser uma boa solução para crianças mais velhas, pois economiza bastante espaço.
Imagem: Coisa de Mâe
Imagem: Coisa de Mâe
  • Como são duas pessoas (ou mais) em um único espaço, tudo o que você conseguir otimizar em termos de armazenamento é fundamental. Guarde esse conceito!
  • Utilize os espaços verticais para guardar objetos, roupas e brinquedos. Prateleiras são fáceis de instalar e resolvem a questão.
  • Apesar de ser legal separar alguns espaços por cores, para que cada um tenha o seu, também vale a pena ter um espaço comum de convivência, onde eles possam ficar juntos. Nesse espaço, devem ficar os brinquedos e os outros objetos que servem para ambas as idades. Você pode colocar uma mesa para desenho e brincadeiras, um tapete, TV e o que mais achar interessante para eles.
  • Ensine seus filhos a guardarem os brinquedos assim que terminarem de brincar. A arrumação fica mais fácil quando os cestos ou caixas para guardar estão acessíveis a eles e são de fácil entendimento. Para isso, você pode escrever o que tem dentro de cada cesto ou, se eles ainda não estiverem em idade escolar, fazer desenhos.
  • De noite, faça uma pequena vistoria e arrume o que ainda estiver fora do lugar. Não precisa fazer isso mais de uma vez por dia.

Veja mais algumas ideias para se inspirar:

Imagem: Digs Digs
Imagem: Digs Digs
Imagem: Lus Home
Imagem: Lus Home
Imagem: Suburbs Mama
Imagem: Suburbs Mama
Imagem: Digs Digs
Imagem: Digs Digs
Imagem: Home Designing
Imagem: Home Designing
Categoria(s) do post: Áreas da Vida

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Hoje inicio uma série de posts com aprendizados sobre produtividade que tive lendo os livros do Tim Ferriss. Falei sobre o primeiro livro dele em um post anterior e muitos de vocês me pediram resenha – eu não teria como fazer uma resenha do livro, pois tenho muita coisa a falar a respeito. Precisei escrever uma série de posts, sendo este o primeiro.

[quote class=”azul”]Quem é Tim Ferriss?

Timothy Ferriss (nascido em 20 de julho de 1977) é um escritor americano, empresário, investidor anjo e palestrante. Em 2007 lançou seu primeiro livro, Trabalhe 4 Horas por Semana, e alcançou a posição nº1 na lista de bestseller do New York Times e nº1 na lista de bestsellers do jornal Wall Street Journal. Desde o seu lançamento, o livro Trabalhe 4 Horas Por Semana ficou sete anos consecutivos em listas de bestseller. Em 2010, Tim lançou o livro 4 Horas Para o Corpo e alcançou novamente a posição nº1 na lista de bestsellers do New York Times. Seu terceiro livro foi lançado em 2012, O Chefe de Cozinha de Quatro Horas, e alcançou a posição nº1 na lista de bestsellers do Wall street Journal.

O escritor também é investidor anjo e membro do conselho de algumas startups como Facebook, Twitter, Evernote e outras empresas. Fonte: Wikipedia[/quote]

Meus amigos, entendam que Tim é o_cara. Quando eu li o primeiro livro dele, eu me senti tão juvenil em termos de produtividade que precisei mudar todo o meu esquema de vida para viver da maneira que eu achava que tinha que ser. Tomei a decisão que eu estava postergando há anos e, em pouco tempo, a minha vida e a vida da minha família mudaram completamente. Para começar, ele faz uma comparação entre o que fomos ensinados a acreditar desde pequenos e o que ele chama de conceito de “novos ricos”. Novos ricos são aquelas pessoas que vivem a vida plenamente, em vez de esperar a aposentadoria. Eles trabalham? Claro, senão como teriam dinheiro? O segredo é trabalhar da maneira certa. Como? É sobre isso o que eu vou falar nessa série de posts.

Algumas poucas frases apenas para iniciar o cutucão na sua vida:

[list]- Não é para trabalhar para você mesmo, mas para fazer outras pessoas trabalharem para você. Delegar!

– Trabalhar somente pelo trabalho é muito improdutivo. É importante encontrar o menor esforço necessário para fazer o suficiente. Ou seja: se você pode fazer tudo o que precisa em duas horas, não precisa trabalhar oito horas por dia. E aí ele vai questionar todo o sistema no qual estamos inseridos.

– Trabalhar como louco a vida inteira para curtir uma possível aposentadoria é insano! Jogamos fora os melhores anos da vida esperando para curtí-la quando nem sabemos se teremos saúde para isso? Não faz sentido! O que ele propôe, então, é um modelo de trabalho que proporcione mini-aposentadorias de tempos em tempos.

– Da mesma forma, trabalhar a vida inteira para enfim descansar é outro conceito sem sentido. Significa que estaremos a vida inteira fazendo algo que não gostamos para finalmente descansar? O objetivo não é a inatividade, mas fazer algo que o estimula e dá prazer.

– Comprar coisas só vale a pena se isso for útil para você otimizar a sua vida e o seu trabalho. Comprar por comprar não serve para nada. Só faz a gente trabalhar para pagar dívidas e se encher de objetos que não precisa.

– Não é para ser o chefe nem o empregado, mas o proprietário.

– Ganhar dinheiro para garantir segurança e contas pagas, mas também para realizar sonhos. O dinheiro só pelo dinheiro não leva a nada.

– Ter mais qualidade e menos bagunça.

– Não é para apenas se livrar do que é ruim, mas ir atrás do que realmente é bom para você.[/list]

O que Tim faz é um convite a pularmos desse trem errado que embarcamos sem nem nos darmos conta! Como ele diz, “a busca cega por dinheiro é a jornada dos tolos”. Trabalhamos enlouquecidamente, economizamos dinheiro, fazemos hora extra, gastamos tudo em contas, descansamos apenas nas férias e ainda chamamos isso de vida. Esperamos o final de semana chegar para conseguir resolver qualquer tipo de problema pessoal e passamos o sábado inteiro dormindo, porque estamos exaustos depois de uma semana puxada.

Lemos livros sobre gerenciamento do tempo, instalamos aplicativos e ferramentas, organizamos nossos e-mails, acompanhamos blogs de organização, e tudo para quê? Nada disso pode fazer milagre se não tivermos mais tempo para ter uma vida realizada, para ir atrás dos nossos sonhos. O que estamos perseguindo, para começar? Se queremos ficar ricos (exemplo), será que estamos no caminho certo? Será que trabalhar 10 horas por dia para virar gerente não fará apenas com que… trabalhemos 12 horas por dia por um salário um pouco superior, quando isso acontecer?

Estamos deixando de lado nosso bem mais precioso: a nossa vida. Ele fala a minha frase preferida dos últimos tempos, que é: “o ouro está ficando velho”. Empresas não seguram mais funcionários apenas com aumento de salário. Cada vez mais, as pessoas estão em busca de trabalho remoto e horários flexíveis, para conseguirem descansar e ter mais momentos de prazer. Ninguém precisa de 40 horas por semana para fazer qualquer tipo de trabalho – estamos todos perdendo tempo no trânsito, no deslocamento, iniciando computadores e tomando café no corredor. O modelo corporativo precisa mudar para atender essa demanda, antes que todas as pessoas enlouqueçam.

Você sabia que o estresse já é considerado a doença do século XXI? Se a gente não tomar uma providência, vai acabar tendo uma parada cardíaca, um colapso nervoso ou síndrome do pânico. Talvez você mesmo já tenha passado por isso ou conhecido pessoas que tenham. O mundo não vai mudar – aliás, só está piorando. Precisamos tomar a decisão de mudar e mudar imediatamente. A vida passa. Podemos morrer amanhã. O que precisamos é ter o poder de escolha. As opções são inúmeras, mas todas começam com o primeiro passo, que é substituir dogmas. E esse livro do Tim (Trabalhe 4 horas por semana) é um chacoalhão que ele dá em qualquer pessoa que o leia, e eu espero conseguir passar os principais conceitos dele sobre produtividade para vocês aqui, nessa série de posts.

Encerro este primeiro com uma provocação, tirada do mesmo livro:

[quote class=”azul”]”Você passou duas semanas negociando seu novo carro importado com a concessionária e conseguiu 10 mil dólares de desconto? Que ótimo! Sua vida tem algum sentido? Você contribui com algo útil para o mundo ou está apenas embaralhando papéis, batucando num teclado e voltando para casa para passar os fins de semana bêbado em frente à televisão?”[/quote]

Até o próximo!

Categoria(s) do post: Áreas da Vida

Woman Holding Cup of Water and Lemon --- Image by © Royalty-Free/Corbis

Algumas dicas práticas para manter sua saúde bem cuidada nesta estação:

  • Procure manter a temperatura corporal. Se estiver em casa com pouca roupa, agasalhe-se para sair.
  • Consuma bebidas quentes ao longo do dia para manter o corpo aquecido.
  • Tire o pó da casa com uma frequência maior. Evite ficar em ambientes empoeirados.
  • Evite tomar banhos muito quentes para não ressecar a pele.
  • Tenha sempre uma manteiga de cacau ou hidratante labial na bolsa para ir passando ao longo do dia.
  • Coma frutas cítricas para aumentar o consumo de vitamina C.
  • Beba água morna com limão pela manhã.
  • Faça atividade física, mas reforce o aquecimento antes para evitar lesões.
  • Mantenha em casa seu estoque de remédios para males comuns, como alergias, febres e resfriados.
  • Use filtro solar na pele mesmo no inverno. O sol continua queimando do mesmo jeito.
  • Mantenha o horário de sono mesmo nos dias de folga, para não confundir o ritmo do seu corpo.
  • Redobre os cuidados com hidratação da pele.
  • Beba bastante água ao longo do dia.
  • Consuma refeições que fazem uso do alho.
  • Consulte um dermatologista.
  • Encha uma bacia com água fervente e coloque folhas de eucalipto. O aroma é gostoso e o eucalipto é bom para a respiração.
  • Abuse das sopas e caldos quentes nas refeições.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.