Casal viaja pelo mundo há três anos

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O leitor Vinícius Magalhães enviou uma sugestão de vídeo, que hoje compartilho com os leitores do blog:

Decidi te mandar esta mensagem hoje pois vi um video de um casal nômade de Niterói-RJ. Eles falam do assunto tratado no blog como o desapego e mobilidade. Tenho certeza que você vai adorar e talvez ainda renda mais algumas publicações.

Grande abraço, e continue este excelente trabalho.

Segue o vídeo:

Gostei muito de quando eles falaram que carregam poucas coisas porque precisam de poucas coisas, na verdade… Lembra muito o filme “Amor sem escalas”, em que o personagem pergunta “O que você carrega na sua mochila?”. Não se trata só de coisas, mas de pessoas e sentimentos. E é tão difícil carregar pouco, não é? Será que conseguimos? Será que devemos?

Vale a pena assistir o vídeo e tirar suas próprias conclusões. Obrigada pela indicação, Vinícius!

23 comentários

  1. Você conhece a Lud e o Leo? Eles estão viajando pelo mundo desde o começo do ano passado e aderir ao minimalismo foi essencial pra eles poderem juntar dinheiro o suficiente e, além disso, já os preparou pra viver com o essencial nessa jornada. Aqui segue o link deles: http://ludleopelomundo.blogspot.com.br/

  2. THAIS!!! era tudo que eu precisava ver e ouvi hoje,nossa!! sabe que é bem isso que sempre desejei na vida…mas,porém,contudo,todavia…eu segui o rebanho, hahaha…mas não me arrependo,claro, e ainda sonho em fazer exatamente assim, passar pelo menos um ano viajando ao sabor da brisa…quanto a mala,já provei pra mim que isso não é problema,já viajei por um mês na Europa com apenas 9peças de roupa,hahaha,acredite, uma mochila e um g.roupa preto e vinho (frio ajuda), dois calçados e o mais pesado era o lepitopi. O meu apego são meus 5Pets, mas sabe que vendo esse vídeo tive uma Luz…se der certo,volto no seu Blog pra contar… Não sei se impactou tanto você quanto a mim esse vídeo,mas agradeço pacas o Vinícios por tabela, a-m-e-i!!! Há um outro casal que “partiu” para uma volta ao Mundo, esse de mais idade e eu perdi o link,mas quando achar lhe comunicarei,eles foram ao programa da Ana M Braga…é que minha Internet tem vontade própria, sabe? Dificulta…

    • Oi Wilma!

      Sim! Já li o “Ludmilismos” e acompanho o “Minimalismo” também. Pena que ela não escreva tanto ultimamente, né? Nem imagina que tenha tantos fãs. =D

      Mencionei apenas o “Lud & Leo pelo Mundo” por conta do contexto do post, mas agradeço a intenção.

      Abraços!

    • Oi, Wilma.

      Fico muito feliz em saber que o vídeo teve um impacto positivo para você. Se houver algo em que possamos ajudar para que você possa realizar seu desejo de também sair por aí, é só entrar em contato. Ficamos a sua disposição.

      Grande abraço,

      Vinícius

  3. Acompanho a Paty e o Vinícius há um ano, mais ou menos, e sou muito fã! Não tinha visto este vídeo ainda e adorei, pois respondeu muitas de minhas dúvidas sobre este estilo de vida.
    Eles são um inspiração pra mim, que também pretendo um dia morar em diferentes lugares, seja temporária ou eternamente…

    • Oi, Bia.

      Que legal saber que você nos acompanha há algum tempo. Ficamos felizes em saber que somos uma inspiração. 🙂

      Quando você decidir sair por aí, fique à vontade para entrar em contato conosco. Se houver algo que possamos ajudar, é só falar. Será uma satisfação.

      Grande abraço,

      Vinícius

  4. Estou adorando esses novos assuntos do blog Thais!
    Eu sigo eles no facebook, é muito legal poder acompanhar um pouco dessa vida nômade. Conheço também a história da Lud e do Léo que alguém citou ali em cima e tem também a Fê Neute, que resolver passar um tempo como nômade digital estudando a felicidade: http://www.felizcomavida.com/ Eu também penso muito sobre isso, de ser livre o suficiente pra continuar amanda sua família que fica mas conseguir ver tantos lugares fenomenais que temos a nossa volta. Por essas e outras que não me comprometi ainda em comprar casa, por pensar que uma casa é uma responsabilidade que te fixa em um lugar. Agora estou indo morar no Canadá mas também não penso em me fixar por lá não… veremos o que acontece. Abraço!

  5. Nossa, super bacana a experiência deles. Só me deu calafrios ouvir ele dizer que a mulher dele adoeceu no exterior sem plano de saude! :-O Ele teve muuuuita sorte de estar na Asia, onde é tudo realmente mais barato que no Brasil. Adoecer na Europa sem um plano de saúde é suicidio. A assistência medíca aqui é, claro, de primeiro mundo, mas o preco também. Você pode rapidamente fazer uma divida de alguns milhares de euros ficando doente sem plano de saúde. Por isto, as autoridades locais costumam recomendar que se faca um seguro saude para turistas. Fica a dica.

    • Oi, Elis.

      A parte do seguro de saúde deixou muita gente de cabelo em pé. Mas, para ser sincero, essa parte do vídeo ficou um pouco incompleta.

      Nós tínhamos aquele seguro de saúde que é fornecido pelo cartão de crédito, por conta da compra da passagem e tal. O que não tínhamos era um segundo seguro de saúde, mais específico, além desse do cartão.

      Desde que começamos a viajar para o exterior, nós sempre temos os dois: o do cartão de crédito e mais outro, bem específico para viagens. Só que eu nunca conto com o do cartão de crédito. Por isso disse no vídeo que não tínhamos seguro de saúde.

      Na prática, eu não sou tão maluco quanto parece. 🙂 No caso particular da Ásia, nós preferimos não ter o segundo seguro de saúde, porque sabíamos que visitaríamos lugares mais baratos. E, por essa razão, decidimos conviver com o risco de só ter o seguro do cartão de crédito. Mas, mesmo nessa volta ao mundo, em que ela passou por esse episódio médico, assim que nós saímos da Ásia nós já tínhamos o segundo seguro de saúde, como de costume.

      Falando em doença, por infeliz coincidência, a Pati teve que ir a um hospital novamente, há poucos dias. Mas, dessa vez foi na Europa. E, embora tenhamos seguro de saúde (o do cartão de crédito e o mais específico), a consulta foi tão barata, que não compensa nem o tempo de pedir reembolso. Custou R$ 42 em um hospital particular excelente.

      Claro que isso foi aqui na Macedonia, que felizmente fica em uma parte da Europa bem mais barata. Essa história nós contamos hoje nesse link:

      http://casalpartiu.com.br/ohrid/

      É interessante notar que, quando pensamos em Europa, tipicamente estamos nos referindo à Europa Ocidental. Entretanto, essa parte em que estamos agora, nos Bálcãs, está se revelando fantástica e, ao mesmo tempo, muito em conta. 🙂

      Grande abraço,

      Vinícius

  6. Thais, seu blog é simplesmente demais! 🙂 É minha referência para um montão de coisas!

    Estou seguindo suas dicas de organização e utilização do Evernote.

    Obrigada e forte abraço.

    Rosalyn.

  7. Adorei o vídeo !!!!! E cheguei à conclusão de q sou muito feliz com meus apegos : preciso abraçar minha avó de 80 anos com freqüência , necessito ficar entre meu pai e minha mãe na cama conversando ( sim, tenho 33 anos) , gosto de ter minha casa com as minhas coisas , fico feliz em ter um credito imobiliário pra quitar e fico extremamente feliz em concluir q sigo a manada e isso me satisfaz !!!! Não troco o Brasil por nenhum outro pais e jamais me mudaria do Rio de Janeiro. Gosto de viajar pelo mundo mas gosto mais ainda de voltar pra minha casa, pra minha familia , pro meu marido e pros meus amigos. Acho q esse é o barato da vida : cada um procura a felicidade do seu jeitinho !!!! O mais importante é encontra-lá !!!

    • Cristiane,

      Você levantou um ponto excelente. Para ser bem sincero, acho que nosso estilo de vida é muito particular e não me parece que seja algo razoável para a maioria absoluta das pessoas. Diria que não é uma coisa muito natural. 🙂

      As coisas que você disse gostar me parecem muito mais naturais, para a maior parte das pessoas. Até por essa razão, nossa intenção ao contar essa história não é sugerir que as pessoas devam fazer o mesmo e se transformar em nômades. O que queremos é apenas mostrar que é possível e inspirar as pessoas que têm vontade de fazer algo semelhante.

      É aquela coisa: se tem esse “casal de malucos” que está fazendo isso, é porque deve ser possível, né? 🙂 O que é totalmente diferente de sugerir que todo mundo deveria fazer o mesmo que estamos fazendo.

      Para mim, o que é realmente importante é que cada pessoa se conheça suficientemente bem para saber que caminho vai lhe fazer mais feliz. O que acho triste é a pessoa trilhar um caminho que não curte, só porque é o que todo mundo acha que deve ser feito.

      No seu caso, parece-me que você sabe muito bem o que quer e está feliz com o caminho vem trilhando. Isso me parece perfeito. Pois você está certa: cada pessoa procura a felicidade do seu próprio jeito.

      Muito legal seu comentário. Curti muito.

      Grande abraço,

      Vinícius Teles

  8. Eu adorei o vídeo!
    Vinícius fala de forma clara e o tempo passa que a gente nem vê.
    Fiquei chocadaaa com as comparações entre Brasil e outros países.
    Deu vontade de pegar uma mochila e viajar pelo mundo também! Com filho e tudo! rs

    Abraços!

  9. Olá, Thais.

    Fico muito feliz que você tenha gostado do video e tenha publicado o mesmo em seu blog. Especialmente porque não conhecia seu trabalho ainda e fiquei encantado com a quantidade de material útil que você publica aqui. Fico profundamente lisonjeado que nosso vídeo tenha sido publicado por você. Muito obrigado.

    Essa vida nômade que nós adotamos é extremamente desafiadora, especialmente no que diz respeito à organização. Porque eu e a Pati trabalhamos normalmente no dia-a-dia. E, como todo trabalho, toma muito tempo. Porém, além disso, tenho uma infinidade de tarefas regulares que estão ligadas ao planejamento dos próximos destinos.

    Eu pesquiso muito, planejo e faço tudo com muito cuidado. Mas, isso toma um tempo tremendo.

    Como se não bastasse, também escrevo posts, edito os vídeos e faço mais uma dúzia de coisas menores. 🙂 Claro que isso só é possível com uma dose tremenda de priorização. Porém, ainda mais importante, sinto que ter pouca coisa ajuda demais. Porque tudo o que nós temos rouba tempo da gente. Por isso que, hoje em dia, acho que um dos passos mais significativos que alguém pode dar para ser bem organizado é simplesmente eliminar o máximo de coisas que puder.

    Mais uma vez, muito obrigado pela publicação do nosso vídeo. Nós continuamos contando essa história no site do Casal Partiu:

    http://casalpartiu.com.br/

    Os artigos estão em:

    http://casalpartiu.com.br/blog/

    E, para as leitoras e leitores do seu blog que estiverem interessados em saber mais sobre esse estilo de vida, por favor, sintam-se a vontade para entrar em contato conosco. Estamos a disposição para ajudar no que estiver ao nosso alcance. 🙂

    Grande abraço,

    Vinícius Teles

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