Categoria(s) do post: Diário da Thais

No mês passado, eu comentei que, apesar de ter me acostumado a usar a agenda do Google, eu queria fazer novamente o teste com a agenda de papel em 2013, que foi minha boa companheira de tantos anos. Pois bem. Janeiro mal acabou e eu estou aqui para dizer que voltei à agenda do Google por vários motivos:

  1. Eu fico o tempo inteiro no computador, ou pelo menos quando preciso atualizar a agenda, então para mim é muito fácil atualizá-la;
  2. No meu trabalho, utilizamos a agenda do Google para agendar reuniões, então eu centralizo tudo em um mesmo lugar. Além do mais, se alguma reunião for alterada, a atualização é automática – eu não preciso passar para o papel ou, pior, correr o risco de perdê-la porque não vi a alteração de última hora;
  3. Meu marido também usa a agenda do Google;
  4. Também temos uma agenda do nosso filho, controlada por nós dois;
  5. Eu uso várias agendas lá ao mesmo tempo, dividindo por categorias, e isso é muito útil quando quero visualizar somente o que eu preciso.

O principal motivo pelo qual eu queria voltar à agenda de papel era ter sempre comigo a agenda, independente de baterias de celular ou conexões 3G. Porém, durante esse mês inteiro, eu precisei dessa disponibilidade somente uma vez. Será que vale a pena prejudicar toda a praticidade da agenda do Google em detrimento de situações que são exceção? Eu acho que não, e por isso voltei à agenda do Google.

Mas não tem problema, pois a minha agenda de papel está funcionando como uma excelente caixa de entrada. Não será desperdiçada.

Outra coisa que eu queria organizar há tempos era o nosso arquivo. Na nossa outra casa, eu costumava organizar a papelada por pastas, pois achava mais prático e com poder de armazenamento melhor (cabem mais coisas). Desta vez, com o espaço reduzido no apartamento, decidi voltar para as pastas suspensas e reduzir ao máximo. Comprei as pastas e o compartilhamento na Kalunga e ficou assim:

arquivos

Dentro de cada pasta (12 categorias, no total), eu coloquei divisórias de fichário transparentes para servirem como sub-divisórias. Então, em carro, por exemplo, tem: IPVA, seguro, acessórios, financiamento etc. Cada categoria tem suas sub-categorias próprias. Todas estão etiquetadas.

Gostei bastante do sistema, mas acredito que o ideal seja usar pastas em vez de divisórias de fichário, pois as folhas ficam mais presinhas. Como eu estava com o orçamento bem limitado, acabei optando pelas divisórias e elas funcionam bem também. Só não são o ideal. Por enquanto, elas são o suficiente.

Para quem não tem um arquivo organizado em casa, recomendo que faça o quanto antes. A sensação de saber onde estão todas as papeladas importantes é única!

Também mudei o meu esquema das 43 pastas do GTD:

43pastas

Utilizei o mesmo tipo de compartimento usado para os arquivos, para padronizar. Só as pastas suspensas que são de cores diferentes – as dos arquivos são pretas e as das 43 pastas, cor de rosa.

Já falei muitas vezes desse esquema de 43 pastas do GTD, também conhecido como arquivo de referência rápida. Eu não sei mais viver sem ele, basicamente. É uma das técnicas mais úteis do GTD. Todos os dias, eu vejo na pasta do dia em questão o que há de papelada para lidar ou levar para a rua, quando eu sair para o trabalho. E é incrível como em todas as vezes que eu vou pegar a pastinha do dia eu me deparo com algum papel que me faz pensar: “nossa, tinha me esquecido completamente!”. Se não fosse por esse sistema, certamente teria esquecido e ai de mim.

Eu tenho uma pasta fina de plástico transparente que levo todos os dias para a rua, e é nela onde eu coloco toda a papelada que preciso levar e depois trazer de volta. Fiz isso porque não gosto de deixar papel dobrado e misturado com o resto das coisas na bolsa. Quando eu chego em casa, o que está na pasta vai para a caixa de entrada e, sempre que eu tenho um tempo, eu processo esse material, arquivando o que for necessário, e cada coisa em seu lugar.

Este post resume bem como eu tenho lidado com a papelada atualmente.