Rotinas

23 meses

Falta um mês para o meu bebê virar uma criança! Gente! Mas, ao contrário de muita gente, não temos a menor vontade de ter novamente um bebê em casa e estamos cada vez mais certos da vontade de ter somente o Paul. Queria que ele tivesse irmãos, mas não temos condições financeiras agora, além de outros motivos pessoais. “Nunca diga nunca”, mas o “por hoje” basta.

Então hoje o meu amorzinho completa 23 meses de idade. <3

# Ontem fui dar banho nele e disse “paul, tira a camiseta”, e ele não sabia o que fazer porque sempre foi a gente que tirou. Fiquei pensando em como somos responsáveis por absolutamente tudo que nossos filhos fazem. Fui lá, ele levantou os braços sozinho (rs) e eu tirei a camiseta.

# Ele está acostumado a andar descalço e detesta papetes e chinelos de dedo. Só aceita tênis para sair e crocs em casa.

# Ele está com mania de sentar no braço do sofá de costas para a parte que cai, e eu quase morro do coração toda vez que ele faz isso.

# Ele ama desenhar com giz de cera. Já experimentei guache e pintura à dedo, mas ele gosta mesmo de giz e canetinha. Estou guardando os desenhos em uma pasta. Podem ser rabiscos para a maioria das pessoas, mas eu guardo. <3 Uma coisa que ele adora é quando a gente senta e desenha junto com ele, pois ele fica pedindo pra desenhar isso e aquilo. Daí, quando eu desenho, peço pra ele desenhar também, e ele vai lá e faz um rabisco, tentando.

# Acho muito engraçado como ele está parado de pé, de repente desequilibra e cai de bunda no chão, ou simplesmente cambaleia para trás. Isso geralmente acontece quando ele está distraído com alguma coisa e as pernas parecem ter vida própria.

# Ele já é bem independente para as atividades no geral. Podemos ficar na cozinha ou arrumando a casa que ele fica bonitinho envolvido em alguma atividade. Quando vamos limpar o chão ou ligar o forno, preferimos deixá-lo no cadeirão desenhando, por ser mais seguro.

# O livro que ele mais gosta é um enorme com mil figuras e palavras (literalmente), onde ele fica apontando e dizendo as palavras, assim como pergunta as que não sabe. Ele já sabe todas as cores (se você perguntar, mas falar mesmo ele só sabe algumas, tipo “vede”, “amaelo”, “roxu”, “zul”), números de 1 a 13 (“catorze naum”, ele diz) e as vogais. Agora estou tentando ensinar o alfabeto, mas é muy complexo, haha. É muito engraçado o jeito que ele fala W e Y (“bilu” e “pilulu”). Ele adora ler! Toda vez que chego com um livro novo ele fica empolgadíssimo e, quando abre, vê aquele monte de imagens e diz “cata coisa!” (quanta coisa).

# O brinquedo preferido dele é o iPad. Ai gente, então né. Todos aqueles brinquedos educativos. Ele até brinca, mas nada chama tanto a atenção quanto os aplicativos do iPad. Baixei vários e depois vou fazer um post sobre os que eu achei mais interessantes e os que ele gosta mais. Mesmo assim, não deixo ele ficar muito tempo. Durante o dia, ele costuma brincar bastante na quadra com a bola e na piscina (no condomínio). Temos um playground, mas ele não fica muito. Ele gosta do escorregador e do gira-gira, mas enjoa logo. Detesta o balanço.

# Ele adora cantar, e é tão bonitinho. Quando tomo banho com ele, eu começo a cantar qualquer música aleatória e ele canta as dele também.

# Ele adora fazer amizades e é de cortar o coração quando alguma criança não dá bola pra ele. Não vejo a hora de colocá-lo na escolinha de novo.

# Ele está super carinhoso, o que me dá vontade de chorar de felicidade cada vez que ele faz alguma coisa. Quando ele acorda, nos saudamos com um alegre “bom dia” e muitos beijos e abraços. Quando chego do trabalho, ele vem correndo me receber na porta e me dá um abraço apertado. Peço um beijo e outro, que ele dá na outra bochecha, e fica abraçado no meu pescoço um tempão. Quando eu estou brincando com ele, ele vem e me abraça, quer ficar no colo ou fazer “ataque de bebê”, que é uma brincadeira nossa quando ele se joga em cima de mim e eu fico gritando “socooorro, ataque de bebê”, rsrs.

# Ele tem obedecido muito mais agora, e foi de repente. Temos tido a mesma disciplina há algum tempo e finalmente agora ele está obediente, claro que nas devidas proporções para uma criança de quase dois anos. O que eu me vigio muito é para criticar o comportamento, e não ele. Não dizer “que menino feio” e sim “bater no papai é feio”. E não deixo nunca passar um bom comportamento, sempre elogiando quando ele obedece ou faz algo.

# Ele está dormindo muito bem e, de manhã, quando acorda, ele para na porta do quarto e chama a gente com um “oi?”, haha. Aliás, ele tem mania de falar “oi” porque, quando ele me chama, eu respondo com “oooi”, então para nos chamar ele fala “papai, oi” ou “mamãe, oi”.

# Ele tem medo dos bichinhos de pelúcia e precisamos guardar todos. Ele olha para os bichinhos e faz “buuu”.

# Na medida do possível, tento explicar tudo para ele (“mamãe precisa ir ao mercado comprar papá e já volta”), mas procuro não ficar de blablabla porque ele nem absorve. Tento ser direta nas explicações e nunca ficar explicando bronca.

# A saúde dele está ótima.

# Nada de desfralde ainda. Estamos incentivando, tipo “quer fazer cocô na privada?”, para ele se acostumar com a ideia, mas ainda preciso comprar o redutor de assento (não quero ensiná-lo no troninho pra depois ter o mesmo trabalho de transição para o vaso).

# O sono continua aquela coisa. Quando ele dorme à tarde (99% dos dias), dorme mais tarde (entre 21h e 22h). Quando não dorme, dorme cedo (por volta das 19h). Não tenho achado ruim, pois fico mais tempo com ele, e sei que, quando ele estiver na escolinha, será outra rotina, mas é preciso adaptar. É diferente ter o tempo livre para cada um cuidar das suas coisas ou ter que ficar revezando nos cuidados porque ele ainda está acordado.

# Essa semana temos dentinhos novos.

# Pretendemos tirar a chupeta antes do inverno chegar, mas ele depende muito dela ainda para dormir e não sei se compensa esperar mais. =/

# Ele está numa fase bem ok com relação aos “terrible twos” – nada que chame a atenção. Como eu falei, tem estado bem obediente e feliz. Claro que ele chora se tiramos algo da mão dele ou não deixamos que ele faça algo, mas costumamos distraí-lo e logo passa ou, então, não dar atenção para a birra (mas ficar sempre por perto). Nada que tenha nos causado problemas.

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