Áreas da Vida

9 meses.

“Esse menino não para!” é a frase mais ouvida por aqui. E sinceramente: eu nunca vi um bebê da idade do Paul como ele. Não para quieto, se contorce, quer ver tudo e todos, pegar nas coisas. No entanto, a característica mais marcante da fase é a fala. Fica o tempo todo falando “dadadada” e similares, mas a novidade foi ter aprendido a falar “mamã”, “papá” e “bobó” (já saiu um “vovó” mesmo outro dia). Confesso que o mais frequente é o “mamã”, que ele utiliza em momentos de crise (enquanto eu estou preparando a mamadeira, por exemplo).

Tirando o episódio da febre sem explicação, ele tem uma saúde perfeita. Sei que isso faz parte da criação “sem frescura, mas na medida certa” que eu estou dando. Passamos esse final de semana na casa da minha sogra e, apesar de eles serem super cuidadosos e eu conseguir descansar horrores, acho engraçada a preocupação excessiva com o Paul em algumas coisas e a despreocupação total em outras. Por exemplo, Paul detesta meias. Detesta, mesmo no frio. É só colocar que ele fica chorando até tirar. E a mãe do Anderson achava que, se o Paul não ficasse com meias engatinhando, ele ia ficar resfriado. E que ele deveria pingar soro no nariz antes de dormir. Etc. No entanto, ela acha absurdo eu dar NAN para ele e garante que não sustenta, e que leite de caixinha é o melhor. Ok. A verdade é que é só concordar com algumas coisas, abstrair de outras e levar a vida adiante.

O sono dele bagunçou desde o natal e, aparentemente, estabilizou nessa bagunça. Agora ele acorda entre 10h e 11h, dorme à tarde e, depois, só à noite, por volta das 23h. Se eu acho bom? Claro que sinto falta das noites em que poderia me dedicar somente ao que eu precisava fazer que não fosse relacionado a ele, mas confesso que acordar algumas horas mais tarde tem feito com que eu descanse como nunca depois que ele nasceu. como logo devo começar a trabalhar fora, estou aproveitando as “quase férias”. O fato é que ele não acorda de madrugada há muitos, muitos meses e, apesar de eu ter me distanciado da “rotina ideal” da Tracy Hogg, a verdade é que, conceitualmente, ainda sigo o método dela. Ainda acho que ela é a melhor autoridade sobre o assunto e inadmissível que uma mãe deixe de ler, ao menos para ter conhecimento da genialidade dela (haha).

Ele está comendo muito! Um verdadeiro glutão! Ele está tomando três mamadeiras por dia (às vezes quatro) e meu objetivo é diminuir para duas (uma quando acordar e outra na mamada dos sonhos), substituindo todo o restante por comida. O intervalo de alimentação é de 2 a 3 horas. Quando ele toma leite, aguenta 3h, mas só deixo se ele dormir ou se sairmos. Às vezes ele come pouco, então reduzo o intervalo para 2h (mas é exceção). Na medida do possível, amasso a nossa comida mesmo para dar para ele. A pediatra disse que o ideal é ele estar comendo a mesma coisa (sem amassar) que a família toda quando completar um ano de idade, então estou fazendo assim, lentamente, e deu certo desde o início. Ele não rejeita sólidos, pedacinhos etc. Continua com apenas dois dentes, mas mastiga bonitinho.

Sobre a cama compartilhada, ele ainda pega no sono conosco, mas tem dormido a noite toda no berço. Às vezes ele dorme com a gente também. Depende do calor (se está muito quente, ele não gosta de dormir com a gente!) e da dificuldade para colocá-lo para dormir. Às vezes ele fica muito agitado e só dorme se estivermos juntos, especialmente na soneca da tarde. Lá na casa da minha sogra foi terrível, porque ele dormiu super pouco, querendo aproveitar a bagunça. Espero que, a partir de amanhã, a gente já consiga fazer a soneca durar bastante, como antes.

Estou escrevendo com pressa porque tenho um montão de coisas para resolver aqui depois de passar três dias longe da internet, então me desculpem pelo texto corrido, por favor! E sim, continuo trabalhando no site.  A ideia é colocá-lo no ar dia 11 de fevereiro. Torçam!

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