Categoria(s) do post: Áreas da Vida

Hoje o Ande precisou ir ao hospital depois do trabalho, pois ainda estava se sentindo mal. Chegando lá, estava com a pressão alta e fez vários exames – ainda bem que está tudo normal. Essa semana foi muita cansativa para a gente e só agora estamos começando a nos recuperar. Eu mesma hoje precisei dormir todas as sonecas com o Paul e ainda fiquei caindo de sono à tarde (mas chega a noite e não consigo dormir – explique ao psiquiatra).

O que eu gostaria de falar aqui hoje foi a respeito do comentário do médico no hospital. Depois de constatar que o Ande não tinha nenhuma doença, ele perguntou se ele estava dormindo direito. “Não”, ele respondeu. “Temos um filho pequeno em casa e essa semana foi cansativa”.

Qual a resposta do médico?

a) “Filho pequeno é trabalhoso mesmo, mas é só uma fase. Aproveitem bastante, pois depois sentirão falta!”
b) “Mesmo assim, procure descansar mais, dormir mais cedo e cuidar da alimentação, para não se sentir tão estafado.”

Ou a maravilhosa:

c) “Fala para a sua mulher cuidar do bebê para você poder descansar!”

Então você, mulher, dona de casa, mãe, namorada, esposa, parceira de alguém: o machismo é um círculo vicioso. Você pode ter um marido ou namorado super bacana, que divide todas as tarefas da casa e dos filhos com você, mas sempre, sempre existirá alguém para despertar, lá no fundo dele, aquele pequeno diabinho que habita a maioria dos homens brasileiros. A pessoa tem que ter a personalidade muito forte para não cair no papo, simplesmente porque ser machista é fácil, faz parte da nossa cultura e é simplesmente difícil para alguns conter esse tipo de comentário infeliz.

Nós, mulheres, continuamos fazendo a nossa parte.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.

Categoria(s) do post: Diário da Thais

>Confesso: amo revistas, mas ultimamente tenho adotado um raciocínio que tem funcionado para não trazer a banca inteira para casa. Quando entro em alguma banca (especialmente aquelas com revistas importadas), tenho vontade de comprar uns 30 exemplares ou mais! E então vocês vêem: cada exemplar a $10 cada (preço médio, sendo que muitas importadas passam dos $30). O que eu tenho feito então é pensar: “se não posso levar todas que eu quero, então não vou levar nenhuma”.

Essa tática funciona na maioria dos casos. É claro que existem edições especiais (como as revistas com o Paul McCartney na capa) que eu não posso deixar de adquirir e aqueles dias em que tudo o que eu quero é me distrair um pouco – e comprar duas ou três de uma vez. Mas são raros.

Além disso, com o passar dos meses, vou reciclando as revistas e guardando somente o que me interessa (tenho pastas organizadas por assuntos). Jogo fora o resto, sem dó. Poucas são guardadas.

Veja aqui algumas ideias para organizar as suas revistas.

Meu nome é Thais Godinho e eu estou aqui para te inspirar a ter uma rotina mais tranquila através da organização pessoal.