08 Aug 2013

Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes

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Pode parecer uma bobeira e um clichê sem tamanho, mas existem determinados livros que mudam a nossa vida. E justo eu, que achava que não tinha mais nada de novo para ler sobre organização (que ingênua!), me deparei com esse livro em uma época em que precisava muito ler o que ele oferece e ele me mudou demais. Portanto, ele facilmente entrou na minha lista de livros preferidos e de referência sobre organização, apesar de não ser exatamente sobre organização. Vou explicar.

Esse livro é muito antigo, daqueles que a gente vê para vender em todo lugar, tem um zilhão de edições e todo mundo te pergunta se você já leu. Eu nunca tinha lido inteiro, sabe-se lá por quê. Então um dia eu resolvi dar essa chance a ele, e me surpreendi muito.

Particularmente, gosto de livros que te arrebatam. Que te sacodem da cadeira, tiram você do eixo, mudam a sua vida. Sem exagero, esse livro é um deles. Como vocês devem saber, gosto muito da filosofia budista, então tudo o que for levemente relacionado me agrada muito. E o Stephen Covey nem é budista – ele é cristão. Coisa que já tinha ficado sabendo quando li seu igualmente bom livro chamado Os 7 hábitos das famílias eficazes (recomendo muito também). Mas o livro tem diversos conceitos relacionados a tudo o que eu vejo de bom nesses dois caminhos, então esse é o ponto onde eu quero chegar.

Ele divide os capítulos nos sete hábitos, descrevendo cada um deles. Francamente, já fui fisgada pelo prefácio do Paulo Kretly (também autor e presidente da FranklinCovey Brasil), que já começa assim:

“A vida está mais complexa, mais estressante e exige mais de nós. (…) Quanto maior a mudança e quanto mais difíceis os desafios, mais relevantes tornam-se os hábitos. (…) Se você quiser alcançar suas maiores aspirações e superar seus maiores desafios, identifique e aplique o princípio ou a lei natural que governa os resultados que você procura.”

E aí ele lista os desafios mais comuns que enfrentamos hoje em dia, a saber:

- O medo e a insegurança que temos do futuro, de perder o emprego, e como isso nos leva a focar na independência, em vez de focar na interdependência (conceito muito explorado no livro).

- “Quero isso agora”. Queremos dinheiro, estamos ansiosos, vivemos apenas consumindo sem sentido.

- A culpa e a condição de vítima. Quando vemos um problema, já saímos acusando. Também existe o fatalismo e o desculpismo.

- Desesperança, quando acreditamos que somos somente vítimas das circunstâncias.

- Falta de equilíbrio na vida. Zilhões de informações e demandas que recebemos diariamente e que não sabemos como organizar.

- “O que eu vou lucrar com isto?”, e a mentalidade de só querer fazer algo se recebermos alguma coisa em troca.

- A ânsia de ser compreendido, ou a necessidade de atenção que todos temos, querendo reconhecimento o tempo todo.

- O conflito e as diferenças. Como lidamos como essas coisas, em vez de entender que fazem parte da diversidade humana e que só temos a somar.

- Estagnação pessoal.

Uma lista incrível e certeira, eu diria. E aí todo o livro se delineia com aquela história que eu sempre repito por aqui, que é a de sermos agentes ativos da nossa vida, ter objetivos, saber quem somos, fazer acontecer. Tem tudo a ver com organização porque ele usa conceitos como “o esforço precisa ser diário”, “não existem atalhos” e “os princípios são como faróis”. O livro inteiro é muito empolgante e tem muito a ver com o blog, e por isso eu recomendo de verdade a leitura.

Vou falar sobre cada um dos sete hábitos, para que vocês entendam qual a pegada do livro e por que ele é imprescindível:

1. Seja proativo

“A maneira como vemos o problema é o problema.”

Quando comecei a leitura desse capítulo, pensei (erroneamente) assim: “ah, mais um texto sobre proatividade, que novidade”. Mas não se trata de nada daquilo que costumamos ler em coisas tipo revistas você s/a da vida! Na verdade, fala sobre pensarmos de dentro para fora, de assumirmos a responsabilidade por quem somos. Ele cita um exemplo muito impressionante de um professor judeu que foi capturado durante o nazismo e, em vez de desistir da vida, passou a dar aulas para os outros judeus capturados. Como uma pessoa consegue se recompôr em uma situação dessas e ainda ajudar as outras? Isso é proatividade. Legal, né?

Por outro lado, ele mostra que, quando vivemos dependendo de reações externas – tipo, nosso dia fica péssimo se o nosso chefe dá uma pisada na bola ou diz algo ofensivo -, significa que estamos sendo passivos, e não proativos. Que nossa personalidade depende dos outros, não de nós mesmos. Profundo, e é para refletir mesmo!

Ele também dá um exemplo que eu adoro e que já tinha lido no outro livro sobre família (citado acima), que é o de um senhor que estava infeliz no casamento e ele sugeriu que esse senhor amasse a sua esposa. Aí o senhor questiona: “mas o sentimento desapareceu, você não entende”. E o Stephen diz: “amar é um verbo, uma escolha. escolha amar sua esposa hoje. seja um bom marido. sacrifique-se. ouça-a. compareça.” Isso é ser proativo. Acho d-e-m-a-i-s esse exemplo.

Ele também comenta que todos temos dois círculos que nos envolvem, que são o círculo da preocupação e o círculo da influência. Nós focamos muito mais no círculo da preocupação, quando deveríamos nos preocupar com o círculo da influência. Resumindo: se um problema tem solução, corra atrás dela e não se preocupe; se não tem, não adianta se preocupar, porque está fora do seu poder de influência.

Nós sempre achamos que o problema está “lá fora”. Quando adquirimos uma postura proativa, descobrimos que tudo depende da gente, e que muitas vezes a solução de um problema é somente uma simples mudança de perspectiva.

2. Comece com o objetivo em mente

“As pessoas não podem conviver com a mudança se não houver um centro imutável dentro delas.”

Sabe aquele papo de pensar em objetivos de longo, médio e curto prazo? E sobre os papéis que exercemos na vida? Pois é, o Stephen fala sobre isso aqui. Ele sugere que a gente tenha o quadro final da nossa vida como referência para definir nossos princípios e nortear todas as nossas decisões. Ele também diz que as coisas são criadas duas vezes: uma vez quando pensamos nelas e outra vez quando efetivamente as realizamos. Ou seja, o poder da realização, do fazer acontecer, em vez de ficar somente no plano das ideias – que dá suporte para as nossas ações. Essas duas ações caminham juntas.

Quando conhecemos nossos valores e princípios, fica muito mais fácil tomar decisões no dia a dia. Não ficamos presos em “dileminhas”.

Nesse capítulo, ele também nos incentiva a construir uma missão pessoal, algo que dá muito trabalho mas tem um resultado que compensa tudo. E fala sobre o desperdício de vida, que acontece quando vivemos sem propósito. A gente passa a valorizar mais tudo o que acontece no nosso dia a dia quando tem esses valores definidos. Enxergamos a longo prazo. Alguns problemas deixam de ser problemas. Passamos a agradecer mais pelo que temos.

3. Primeiro o mais importante

“Tenha em mente que você está sempre dizendo “não” a alguma coisa. Se não é para as coisas urgentes e evidentes da sua vida, provavelmente é para coisas mais fundamentais, mais importantes.”

Todo um capítulo sobre o que é definir prioridades e como trabalhar com elas. Nada mais, nada menos. Fala sobre o que é urgente e o que é importante, e as suas diferenças. Explica qual o problema da priorização diária de tarefas (trabalhamos em cima do urgente, só). Nos ensina a identificar nossos papéis, a estabelecer metas, a planejar, a vivenciar o processo, a confiar nas nossas decisões.

4. Pense ganha/ganha

“É preciso regar as flores para que elas cresçam.”

Por que precisamos ganhar o tempo todo? E por que achamos que, para ganhar, outra pessoa precisa perder? Quando olhamos do ponto de vista das outras pessoas, conseguimos ter a sensibilidade para pensar em soluções que sejam boas para ambas as partes. Não somos egoístas. Temos uma mentalidade de abundância.

5. Procure primeiro compreender, depois ser compreendido

“A maioria das pessoas não consegue escutar com a intenção de compreender. Elas ouvem com a intenção de responder.”

Aqui entra um conceito de humildade que eu vejo muito no budismo, por exemplo. Temos uma tendência enorme de atropelar sentimentos e sequer deixar as outras pessoas concluírem uma frase, e isso faz com que a gente não entenda direito os problemas, as necessidades e os pedidos das outras pessoas. Então como poderíamos tomar alguma decisão, fazer e ainda esperar sermos compreendidos? Como podemos confiar na prescrição se sabemos que o diagnóstico não foi feito corretamente?

6. Crie sinergia

“A verdadeira força do relacionamento é ter um outro ponto de vista.”

Difícil né? Como criar sinergia no dia a dia? Como resolver um batalhão de problemas e ainda conseguir encontrar tempo para dar atenção a isso? Sendo autenticamente humilde. Quando somos autênticos em nossa humildade, geramos confiança e gentileza. É valorizar a percepção do outro, tentando compreender de verdade, tendo até um pouco de compaixão – a coisa de se colocar no lugar do outro.

7. Afine o instrumento

“Quando reflito sobre as tremendas consequências que resultam das pequenas coisas, fico tentado a pensar que não existem pequenas coisas.” – Bruce Barton

Tem a velha história do lenhador que foi para a floresta e ficava cansado, percebendo que, a cada dia, por mais que trabalhasse e se esforçasse, estava produzindo menos. Aí uma pessoa chegou para ele e disse: “meu amigo, há quanto tempo você não afia o seu machado?”. Ou seja, sem afinar o instrumento, perderemos tempo, ficaremos estressados e desperdiçaremos vida à toa.

E afinar o instrumento significa comer os alimentos adequados, descansar e relaxar o suficiente, fazer exercícios, exercitar a espiritualidade, enfim, fazer tudo aquilo que recarrega as nossas energias. Cada um tem as suas fontes.

No final do livro, ele expôe alguns conceitos pessoais ligados à sua espiritualidade (mas totalmente relacionados aos conceitos do livro, sem ser chatão) e também traz uma lista com as perguntas (e respostas) mais frequentes que lhe são feitas com relação aos sete hábitos, o que traz reflexões interessantes por parte dele e nos mostra uma abordagem mais prática de alguns pontos que talvez não tivéssemos levado muito em conta durante a leitura.

Por fim, reforço o que já comentei anteriormente: leia, leia o livro. Ele não é literalmente sobre organização, mas dá uma base sensacional sobre tudo relacionado a ser uma pessoa organizada. Tudo o que eu falo sobre objetivos de vida, definição de papéis, carpe diem, enfim, está lá. Eu li esse livro em uma época da minha vida onde as coisas estavam um pouco nebulosas e somente a mudança de perspectiva e atitude me fizeram ir de um estado ruim ao melhor estado possível em pouquíssimo tempo. Foi um período de transformação que, apesar de ter sido interna (obviamente), teve grande influência da leitura que eu fiz desse livro na época. Se você estiver passando por algum momento parecido, pode ser que ele te ajude tanto quanto me ajudou.

E você, já o leu? O que achou?

44 comentários . Comentar via blog

  1. Que máximo! Já adicionei a minha lista de leitura :)

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  2. Auxiliadora do Carmo

    Olá, Thais! Ótima a resenha que você escreveu sobre o livro! Foi possível degustar um pouco do conteúdo e ficar com vontade de ler por inteiro! Obrigada pela dica!

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  3. Carol

    Como suas dicas são boas! Vou correr pra procurar esse livro! :)

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  4. Carolina

    Gostei da dica!

    Se você se interessa pelo budismo procure os livros do escritor e filósofo Daisaku Ikeda. São ótimos. E se puder visite: http://www.bsgi.org.br.

    Abs, e parabéns pelo blog!

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  5. Esse livro é realmente incrível, Thais. Quando morei na Alemanha, li ele 7 vezes em um período de 1 ano… Legal saber que ele te marcou também!

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    1. Uau! Você leu 7 vezes em um ano? Já virou um palestrante da FranklynCovey, hehe.

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    2. silvana

      Te achei inteligente, simpatico e lindo.. Rsrsrs
      Bjossss

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  6. Depois do que você disse vou ler *-*

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  7. Oi Thaís já vi muitas vezes esse livro mas nunca li…já adicionei a minha lista de leituras..adorei sua resenha..beijusss

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  8. Ana Clara Cianni

    Oi Thais! Li os adolescentes altamente eficazes e amei!!! Mais simples, mesmos conceitos e histórias lindas. Esse achei massante diferente desse. Bjs

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  9. Augusta Micaela de Souza Lima

    Olá Thaisa!!

    Sempre leio seu blog, ele é ótimo e tem mudado minha vida!!
    Relmente este livro é maravilhoso!! ainda não consegui terminar de ler, mas acho super importante ir colocando em prática os ensinamentos então estou indo devagar. A lição de conectar a organização com os nosso objetivos é maravilhosa, as vezes estamos tão compenetrados em nos organizar que as vezes nos esquecemos o porque de fazer isso!!

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  10. Cris

    Nota-se pela resenha que é um livro empolgante e envolvente, já tinha ouvido falar, mas nunca li!!! Além da degustação que vc nos presenteou gostaria de saber como você arruma tempo para leitura? Acompanho as suas técnicas de organização a mais de um ano, quase dois se eu não me engano, mas outro dia vc apresentou 3 livros de moda e hoje essa dádiva. Fale um pouco mais sobre a técnica do habito da leitura, pq quando eu vou parar para ler já estou tão cansada, que a absorção é tão baixa que para mim é um sonífero…deito e durmo!!!! Bjs Thais

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  11. Mirian

    Olá, me interessei pelo livro/autor justamente quando você citou que ele era cristão, pois um livro como esse baseado nos princípios cristãos tinha tudo para ser muito bom mesmo.

    Ao pesquisar sobre Stephen Covey no Wikipedia, viu que ele faleceu ano passado….

    Abraço e parabéns pelo blog!

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  12. Jessica Vieira

    Thaís, que resenha ótima do livro! Eu já li a versão pocket dos 7 hábitos para adolescentes, escrito pelo filho do Stephen Covey. Na minha faculdade criamos um projeto (Líderes do Amanhã) que oferecia um treinamento de liderança para jovens de escola pública do Rio de Janeiro, baseado nesse livro. O conteúdo é realmente ótimo. Fiquei com vontade de ler a versão original do livro. Obrigada por esse post!

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  13. Eu adorei este livro. Pra ler com calma, e ir “fixando” cada conceito aos poucos. É um dos que fica sempre ao meu alcance, pra reler algum tópico interessante. Bjs e bom fim de semana!

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  14. Patricia

    Esse livro é de fato espetacular Thais … pra mim também foi impactante!

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  15. Joy

    Nossa, eu estou tão perdida.
    Tenho tantas metas, que não sei nem por onde começar!
    Estou sempre me reorganizando!
    Sabe quando você deita e fica aquele friozinho na barriga e o pensamento do que será do amanhã? Estou assim….
    Vou ver se consigo me reoooorganizar de novo, para ter tempo para ler este livro!
    E aplicar o tanto de planejamento que já tenho.
    Melhorei muito lendo o seu blog…muito mesmo!
    Mas ainda sofro.

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  16. Vinícius

    Oi, Thais!

    Em primeiro lugar, parabéns pelo blog! Tomei conhecimento dele por meio de uns amigos e, desde então (cerca de uns 3 meses), não perco um só post.

    Não conhecia o livro, mas já anotei a dica para a próxima visita a uma livraria (acho que amanhã mesmo!).

    Queria saber se tu já leste algum livro do Dale Carnegie e, em caso positivo, o que achaste?

    Eu, particularmente, gosto muito. Mas como tenho lido algumas coisas sobre budismo ultimamente (tentando resolver algumas ansiedades pessoais), acho que falta um pouco daquela “pegada espiritual” (não sei se me entende?).

    Um abraço e melhoras do braço!

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  17. Parece muito com o livro, O Segredo, que fala sobre a lei da atração, se está ressaltando coisas ruins da sua vida mais coisas ruins viram. E sobre pedir, visualizar, sentir e receber. É interessante!!

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  18. Sara

    Nossa Thais, amei!! Estou precisando de um desse nesse momento..obrigada pelas dicas!

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  19. Thaííííís, primeio comentário meu, mas milhares de visitas.
    Quero agradecer muito a você pelas dicas que dá aqui no vidaorganizada. Conheci e comecei a implementar o GTD através de ti, das tuas dicas beeem detalhadas.
    Estou fazendo um blog sobre organização, GTD, produtividade só para anotar meus sucessos na organização, pois tenho TDAH e as vezes a vida torna-se difícil. Teu blog veio em um momento certo.

    Está de parabéns!

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  20. Helena Matos

    Este livro esta na lista dos que estou lendo agora, fiquei encantada como vc Thais apresentou o livro, com suas reflexões amplas, detalhadas e produnda, foi uma gd motivção para eu acelerar a leitura dele e aproveiar todos os seus ensinamentos. Ótima dica!!

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  21. André Evangelista

    Muito bom esse livro, tenho ele e releio sempre. O que mais gosto nesse livro é que ele fala de uma forma profunda sobre o assunto. O maior desafio é colocar os hábitos em prática, por exemplo: Como olhar a solução de um problema sem ficar irritado ou algo do tipo. Você começa se forçando, vai ajustando, olhando por outros ângulos. Com o tempo isso vira hábito e chega um momento que sua mente nem tem tempo para “reclamar”. Gosto também do conceito de influência, é incrível como aos poucos você vai realizando a mudança interna e a externa se modifica, se ajusta a sua nova perspectiva.

    Gosto muito do seu blog Thais!

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  22. Robênia Lopes

    Olá Thaís!!
    Gostei demaiis das suas dicas!! Seu site tem minha visita com frequencia!! Aprendo muita coisaa! =D

    Gostaria de comentar algo que percebi em vc.. mas num sei se alguem ja comentou com vc.. Mas vc parece muuiitoo com aquela cantora a Jessie J.

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  23. Nayara

    Comecei a ler e parei na metade, apesar de ter apreciado bastante a leitura. Vou retomar, certeza!
    Valeu a dica!
    * Um dos melhores livros que li sobre o GTD e assuntos do gênero é o “The Now Habit”, do Neil Fiore, ainda não lançado em português. Recomendo fortemente a todos, e adoraria ver a resenha dele aqui no blog.
    Beijos!

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  24. Jane

    Thais, eu adoro o Vida e quando vi esse vídeo na hora lembrei do blog. Dá uma olhadinha http://www.produtividadeninja.com.br/aula-rapida-sobre-gerenciamento-de-tempo/
    beijão

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  25. Luiza Bocca

    Adorei !!! Vou ler o livro !!! Vc poderia, por favor, fazer uma resenha do livro das famílias eficazes, se possível?
    Bjs

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  26. Olá, adorei o seu blog, ao ler alguns posts, vi que você é uma pessoa esforçada que só quer falar e ser ouvida na blogosfera, assim como eu. Posso dizer que gostei muito do que li, vc tem um potencial enorme e sei que será um grande blog de fácil entendimento e conteúdo gostoso de ler. Sou Luciana Shirley do blog http://coisasecoisasdalu.blogspot.com.br/ se desejar me visite e siga, mas só se gostar, eu vou retribuir seguindo também o seu.

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  27. Vanessa

    Thaís,

    Onde encontro o livro? Não consigo em lugar nenhum…

    Bjo e obrigada,
    Vanessa

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  28. Ruth Barbosa

    A dica do livro caiu como uma luva pra mim! Maravilhoso seu blog! Bjbj

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  29. Nossa, estou passando por uma fase assim, precisando de transformação. Meu livro li há muitos anos. Emprestei e não me devolveram. Vou ter que comprar outro! Encomendando agora… vc me deu uma injeção de ânimo e tanto!!! Obrigada por permitir-se ser uma luz!!!!

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  30. Isabel Abreu Gandarela

    Thais, leia também o livro do filho de Sthephen Os 7 hábitos dos adolescentes Altamente Eficazes (Sean Covey), muito bom. Recomendo para lermos para ajudar nossos filhos e a nós também!
    Abraço, Isabel

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  31. Gabriel

    Já li esse livro e o resumo que você fez dele foi muito bem feito! Parabéns!

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  32. Tamara Sato

    Bom dia, Thais!!

    Vc saberia me dizer se o livro q custa r$13,00 e pouquinho é igual ao d valor d r$50,00 e pouco?? Eu digo se eles tem o msm conteudo pq nos sites d compra online nao diz se ele é formato pocket…
    Obrigada desde ja pela informacão…

    Responder
    1. Thais Godinho

      Se não me engano é pocket mesmo; mas basta ver pelo número de páginas…

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  33. Maria Cristina

    Provavelmente, eu passaria batido por um livro que eu consideraria de auto-ajuda. Mas ao ler sua resenha, me interessei e amei o livro. O autor não estabelece regras do bem viver ou de como lidar com as pessoas e com a vida. Ele vai fundo e nos faz repensar nossos princípios e nossa filosofia de vida. É um livro que nos leva à reflexão! Muito bom! Recomendo também. Abraços! Obrigada por suas dicas tão preciosas.

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  34. Ivana

    Oi Thais,
    Estou organizando minhas coisas, pois faço muitas atividades, e tenho materiais diversos como telas, pinceis, tintas, tecidos, linhas, papeis etc… Procurando uma inspiração para esse meu desafiador projeto, achei seu blog, não parei de ler esta muito interessante.
    Uma das atividades mais prazerosas para mim é a leitura. Vc disse que gosta de livros arrebatadores, então não deixe de ler: Malika a prisioneira do rei, uma historia real, atual, uma lição de superação, força e coragem.

    Ivana

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  35. Marcia

    Adorei o seu blog. É realista e me identifiquei muito. Vou ler o livro! Enquanto lia sua resenha, muito bem elaborada, relacionei com um livro que li recentemente, “O Ócio Criativo” de Domenico de Masi. Nao tem relação direta com organização, mas me fez refletir sobre minhas rotinas e o que realmente importa na minha vida. Entender melhor porque as coisas são como são faz toda a diferença. Recomendo. Abraço, Marcia

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  36. Rita de Cássia do Rosário Nunes

    Thaís, como você concilia o terceiro hábito (Stephen Covey) com o GTD?

    Responder
    1. Thais Godinho

      Não entendi a pergunta. Eles não são contraditórios.

      Responder
      1. Rita de Cássia Nunes

        Você já respondeu… como eu não conheço bem o GTD (estou começando a ler o livro) eu não tinha certeza se ele era uma ferramenta de quadrante dois como sugere o terceiro hábito…
        Grata

        Responder
        1. Thais Godinho

          Entendi.

          Responder
  37. De facto tenho que ler esse livro, estou a acabar de ler o Poder Sem Limites do Anthony Robbins e assim que acabar leio este

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