10 May 2013

Conciliando maternidade e carreira: reflexões atuais

100513-conciliando

Meu filho sendo lindo #mãecoruja

Meu filho recém completou três anos de idade, e acho que agora é um bom momento para fazer uma nova reflexão sobre a sempre tão discutida questão: maternidade X carreira.

Vou tentar não divagar muito aqui, ok? Minha impressão atual não mudou tanto assim desde quando voltei a trabalhar fora. Toda mãe que trabalha fora de casa sente um aperto no peito enorme por não estar com o filho, isso é certo. No meu caso, trabalho por necessidade. Se não fosse por isso, trabalharia somente com o blog, por exemplo, e teria uma rotina muito mais flexível. Ele continuaria frequentando a escola durante meio período, que considero suficiente, e eu me organizaria para fazer tudo o que preciso fazer com maior concentração enquanto ele está fora ou depois que ele dorme. Já é um período bastante bom para dar conta de tudo. No resto do tempo, faria atividades em casa junto com ele, iríamos passear e brincar muito. Dou um suspiro mais comprido só de pensar.

Infelizmente, essa não é a realidade, e acredito que não seja a realidade de muitas mães que trabalham fora. Também gostaria de defender aqui as mães que não precisam, mas trabalham fora mesmo assim. Apesar de não ser uma escolha que eu faria, defendo até o fim o direito dessas mães de fazê-lo. Eu achei que a Marissa Mayer (presidente do Yahoo) pagaria a língua falando todas aquelas coisas antes de o filho dela nascer, mas ela não só as cumpriu como continua seguindo o mesmo modelo de antes de ser mãe. Se ela está certa ou errada, ninguém tem sequer o direito de julgar. Uma coisa que eu aprendi com a maternidade é que os problemas de cada mãe são extremamente particulares, assim como as suas motivações. E palpite de gente de fora é tudo o que mais tem e tudo o que uma mãe menos precisa.

Depois que eu li o livro Não sei como ela consegue, identifiquei alguns pontos que podem ser comuns às mães que trabalham fora porque gostam do emprego, como o fato de simplesmente querer continuar investindo na carreira que deram duro até então, por satisfação pessoal, para se distrair, para conversar com outras pessoas que não sobre filhos, para sentirem que têm uma vida. E a grande verdade é que homens são pais e trabalham desde sempre, e não deveríamos ter qualquer tipo de cobrança sobre mulheres que fazem essa escolha. É a mesma coisa. E não me digam que não é porque já superamos isso.

Aqui em casa, nossa dinâmica é a seguinte: eu trabalho e sustento a família, meu marido cuida da casa e do nosso filho em conjunto comigo (mas ele faz MUITO mais do que eu). Não é por ser homem ou por ser mulher, mas porque fizemos um acordo dessa forma. Eu tenho um trabalho que me paga o suficiente para permití-lo ficar em casa e cuidar do nosso filho com mais atenção do que deixá-lo o dia inteiro na escolinha, que é algo que nós não gostamos. Ele é autônomo (músico), tem sua profissão, mas quem tem o salário fixo sou eu. Mas minha gente, o que eu já ouvi de comentário maldoso por causa disso não está escrito. Pessoas próximas, amigos mais chegados, já falaram para mim que “homem nenhum aguenta isso durante muito tempo” ou “o homem precisa se sentir no comando senão o casamento vai por água abaixo”. E poxa vida, para nós tem dado certo já há muito tempo. Entendo que para algumas pessoas o formato possa não funcionar, mas não vemos nada de extraordinário na nossa situação. Funciona para nós. E sinceramente? Ainda bem. Fico imaginando como seria se meu marido não pensasse da mesma forma que eu. Acho que sequer teríamos ficado juntos…

Conciliar minha vida profissional com a minha família fica justamente mais “fácil” porque existe um trabalho feito em time aqui. Se meu marido não colaborasse, eu estaria totalmente estressada cuidando de tudo, sem poder me dedicar ao blog ou aos meus estudos, por exemplo, que são as coisas que eu mais gosto de fazer.

Hoje eu tenho meu emprego fixo, das 8 às 17, e diversas outras atividades paralelas. Todo o tempo disponível que tenho para ficar com o meu filho, no entanto, eu fico. Sei que é pouco tempo, mas é um tempo de qualidade. Procuro ser a melhor mãe possível dentro de todas as condições que nós vivemos, e é claro que isso não é fácil. Nem sempre eu tenho pique para levantar em um domingo cedo e levá-lo ao parquinho, por exemplo, mas são coisas que eu faço porque sei que, para ele, são importantes. E quero estar com ele nesses momentos. Gosto de dar o jantar para ele, ler um livro, conversar sobre a escolinha, fazer cócegas, brincar de pega-pega, agarrar muito! Tudo isso faz parte do nosso dia a dia, independente da quantidade de tempo que temos.

Acho que, no final das contas, o que mais influencia realmente é o cansaço. Além disso, compromissos que preciso cumprir. Muitas vezes eu preciso trabalhar um pouco aos finais de semana, por exemplo, e não tenho como esperar a hora de ele ir dormir. Então tento compensar ficando todo o resto do tempo com ele, passeando em algum lugar muito legal, enfim, criando lembranças.

Se eu pudesse, hoje, eu largaria sim meu trabalho para ficar com ele. Adoro trabalhar, mas amo meu filho mais. Se eu tivesse a possibilidade, certamente o faria. Isso não significaria deixar de trabalhar, porque sempre terei mil projetinhos e ideias para desenvolver, mas me refiro ao emprego fixo, de segunda a sexta, aquela coisa. Porém, não acho que isso seja o modelo ideal de nenhuma mãe não. Existem mães que simplesmente não se imaginam sem trabalhar. Outro dia comecei a reassistir Desperate Housewives desde o começo (e já tenho um post em mente sobre isso) e vi uma cena em que a Lynette (minha personagem preferida da série) reencontra uma ex-colega de trabalho que diz: “todos na empresa falam que, se você não tivesse saído para cuidar dos filhos, agora seria presidente”. Puxa vida, e isso foi um baque nela né? Mas foi uma escolha que ela fez, e seguiu em frente. Mas pode ter certeza que, se a pessoa curtia a sua vida profissional, aquele comentário vai ficar martelando na cabeça até o ponto em que ela não aguentará mais e explodirá. E isso nunca é legal para ninguém. Esse sentimento, essa vontade, nunca devem ser ignorados.

Lynette Scavo, Desperate Housewives

Lynette Scavo, Desperate Housewives

Acho que uma das maiores evoluções para a mulher hoje em dia é realmente o poder de escolha. Julgamentos ainda existem, infelizmente, mas a mulher hoje pode ser mais confiante e simplesmente ignorar todo mundo e fazer o que quiser. Essa é uma diferença cultural enorme no ocidente, pelo menos em grande parte dos países, dentre os quais o Brasil se inclui. A mulher pode ser julgada mas, se ela ignorar e for determinada, nada a abalará. Por viver nessa época, eu fico contente.

Quando escuto as pessoas falando sobre conciliar maternidade com carreira, fico me perguntando se isso realmente existe. Não consigo imaginar uma mãe (e um pai…) trabalhando fora e simplesmente desligando o botãozinho “filho” da cabeça assim que entra no ambiente de trabalho. Reuniões escolares acontecem, consultas médicas também, emergências idem. As empresas precisam analisar essa questão com mais carinho para entender que, da mesma forma que um profissional pode levar um relatório para estudar em casa, ele pode usar o horário comercial para conversar com o filho ao telefone ou assistir a apresentação de um seminário muito importante na sua escola. Isso é qualidade de vida. As empresas que não identificarem isso e implementarem algo semelhante no seu sistema de gestão de recursos humanos estará fatalmente fadada a criar uma mutirão de profissionais insatisfeitos e quiçá deprimidos, que cedo ou tarde deixarão a empresa por uma oportunidade melhor. Já vemos acontecendo – quantas pessoas não largam seus empregos para ganhar menos, mas vivendo de forma mais flexível? Eu conheço um monte.

Conciliar maternidade/paternidade com carreira é um esforço de todos nós e precisamos lutar por essa qualidade de vida que tanto desejamos. Isso não significa deixar de ser um excelente profissional, muito menos de ser o melhor pai ou mãe possível – significa simplesmente entender que o mundo mudou, os papéis se dividiram e hoje somos um pouquinho mais conscientes do que antes. Todos estão ocupados – pais, mães e filhos. Ficar se culpando não levará a lugar nenhum – que tal começarmos a pensar em soluções?

09 May 2013

Como usar: caixotes de feira

Hoje estou inaugurando uma nova categoria no blog, chamada Como usar. Nela, sempre vou dar dicas de como usar determinados objetos para organizar a casa. Vocês podem dar sugestões à vontade através dos comentários, é claro. =)

Neste primeiro post, vou dar ideias para usar caixotes de feira para organizar a casa. Esses caixotes são comumente encontrados jogados no lixo nas feiras livres, mercados municipais e hortifrutis de bairro, sendo bem fácil encontrá-los. Eles são uma alternativa barata e divertida para organizar a casa. Veja algumas ideias:

Imagem: Dcoração

Imagem: Dcoração

Na imagem acima, os caixotes foram pintados de verde e harmoniosamente colocados formando uma estante na cozinha. Para ter mais segurança, você pode martelar alguns pregos para que eles fiquem fixos uns aos outros e virem uma estante mesmo. Você pode guardar louças bonitinhas, canecas e o que mais quiser manter à mostra. A mini-horta embaixo é um charme!

Imagem: Blog de Decorar

Imagem: Blog de Decorar

Neste outro exemplo, os caixotes foram pintados de amarelo e viraram uma mesa de centro/lateral para guardar revistas e aparar o abajour. Bem fácil de fazer e que dá um toque bem colorido à sala. Dá para guardar não só revistas, como DVDs e CDs, por exemplo.

Imagem: Arte Livre

Imagem: Arte Livre

Aqui você pode conferir os caixotes pintados e pregados na parede servindo como nichos organizadores e decorativos. No chão, também servem como aparador. Vejam que esta é a entrada de uma casa que não tinha absolutamente nada e, com alguns caixotes, virou um centro de armazenamento com grande potencial.

Imagem: Minas Casa

Imagem: Minas Casa

Exemplo de como os caixotes podem ser utilizados como estantes para livros ou quaisquer outros objetos. Basta empilhá-los. Muitas vezes, sequer pintar é necessário – nesse caso, acredito que tenham sido lixados e recebido uma mão de verniz.

Imagem: Blog da Monique

Imagem: Blog da Monique

A forma mais simples de utilizar caixotes é pintá-los e montar uma estante como essa. Não precisa nem pregar, se não quiser. Uma estante dessas pode ser utilizada em qualquer cômodo da casa, com usos diversos.

Imagem: Recicla e Decora

Imagem: Recicla e Decora

Olha só que solução simples e eficiente para a falta de espaço e de armários no banheiro! Somente duas caixas colocadas juntas guardam estoque de papel, toalhas e outros cacarecos nas caixinhas. A gente pode usar esse tipo de solução quando está de mudança e sem dinheiro para comprar móveis, mas se ficar bonitinho pode ficar para sempre.

Imagem: Patricia Acioli

Imagem: Patricia Acioli

Aqui, o caixote foi usado como bandeja para um lanche no jardim, talvez? Mas vejam só que ideia boa para colocar tudo o que você precisa levar à mesa no café-da-manhã! Ou então dispôr as bebidas em uma festinha em casa. Quem precisa de mini-bar quando pode encontrar uma solução charmosa como essa?

 

Imagem: Moda It

Imagem: Moda It

E com o friozinho chegando, que tal decorar o seu caixote e deixá-lo ao lado do sofá com uma manta bem quentinha dentro? Assim, quando estiver assistindo um filme e esfriar de repente, você não precisa ir até o quarto procurar algo para se aquecer.

Imagem: Lar Cereja

Imagem: Lar Cereja

Aqui os caixotes foram revestidos com tecidos fofos e servem para guardar os brinquedos dos filhotes.

Imagem: Gorete Colaço

Imagem: Gorete Colaço

Se você tem pouco espaço para um jardim, pode usar caixotes como nichos na parede, armazenando suas plantinhas. Essa é uma boa ideia para varandas de apartamento, por exemplo.

Imagem: Blog da LPeople

Imagem: Blog da LPeople

Você também pode pintar ou fazer decoupáge no seu caixote e usá-lo para armazenar revistas. Fica uma graça!

Imagem: Eco Móveis e Decoração

Imagem: Eco Móveis e Decoração

Neste exemplo, os caixotes foram forrados com almofadas e rodízios foram instalados em sua base para que se transformassem em dois práticos banquinhos! Se você usá-los também como baús, podem ser uma boa alternativa para armazenamento em espaços pequenos, especialmente a sala.

Imagem: sem fonte (tenho a impressão de já ter visto o site da Martha Stewart)

Imagem: sem fonte (tenho a impressão de já ter visto o site da Martha Stewart)

O caixote pode ser usado embaixo do aparador para guardar qualquer tipo de coisa que chega com você da rua, como casacos, sapatos, botas, mochilas, bolsas, cachecóis ou o que mais você desejar!

E você, já usou caixotes em casa para se organizar? Como você fez?

08 May 2013

Planilha para controle de contas

Para quem recebe as contas em casa e paga pela Internet ou no banco, criei esta planilha para controle. O grande diferencial dela é a coluna “Chegou?” em cada mês, para você ter controle dos boletos que chegaram e dos que não chegaram. Levante a mão quem nunca deixou de pagar uma conta porque o boleto não chegou e acabou esquecendo? Para que isso não aconteça mais, baixe essa planilha e controle mensalmente o que chegou e foi pago. Ela é bem simples, mas é para isso mesmo que a organização serve, não é? Simplificar a nossa vida. =)

Planilha para controle de contas

Clique na imagem ou no link abaixo para fazer download da planilha

Download

Depois me conte se conseguiu usar e achou útil, tá bem? Assim eu posso ter novas ideias para postar no blog e melhorar sempre. Obrigada!

07 May 2013

6 tarefas para fazer quando você não tem tempo para limpar a casa

Fazer alguma coisa é melhor do que não fazer nada – esse deve ser o seu lema nos dias mais difíceis, quando é praticamente impossível encontrar tempo para manter a casa minimamente limpa. Se você estiver se sentindo assim, veja 6 tarefas que você pode fazer para manter as coisas em ordem.

1. Lave a louça

Se sua casa estiver um caos e você tivesse que escolher somente uma tarefa para executar, eu recomendaria a você que lavasse a louça. Por quê? Porque a pia cheia de louça suja nos deixa desanimados. Não sei exatamente o motivo, mas começar por ali dá uma sensação de que tudo está começando a entrar nos eixos novamente. Portanto, se estiver desanimado(a) com a sujeira na sua casa, lave a louça e limpe a pia. Você verá a diferença.

2. Comece a se livrar da tralha

Eu sei que sempre falo sobre isso por aqui, mas é porque dá certo. Quando temos tralha em casa, a tendência é que faltem lugares para guardar as coisas que realmente importam. Você acha que não tem tralha ou que esse não é um problema? Pegue um saco plástico hoje e percorra sua casa jogando dentro tudo o que for lixo. Você vai se surpreender com a quantidade e ainda é capaz de ter que pegar mais de um saquinho para continuar o trabalho.

3. Considere viver de forma minimalista

Não totalmente minimalista, se não for seu estilo, mas ao menos inspirada(o) nisso. Ser minimalista significa fazer e ter somente o que for extremamente necessário ou que você realmente ame em sua vida. Verifique se você não está fazendo coisas desnecessárias demais. Não há qualquer problema nisso – o problema reside quando você não consegue fazer o que é necessário porque está focando nos supérfluos.

4. Limpe aos poucos diariamente

Em vez de limpar a casa inteira uma vez por semana, distribua as tarefas ao longo dos dias. Não é para ficar cansado(a), mas para não perder um dia inteiro nessa função. Além do mais, se você tiver um imprevisto e não conseguir limpar a casa no dia pré-estabelecido, como ficará? Portanto, tente fazer esse teste para ver se funciona para você.

5. Faça listas de limpeza diária, semanal etc.

Aqui no blog eu tenho um post com checklists para limpeza diária, semanal, sazonal etc. Você pode começar a partir dali. Ter listas é bom porque te dá um guia, você sabe o que seguir e o que fazer. Algumas pessoas não gostam, mas elas são extremamente úteis.

6. Esvazie as lixeiras

Essa é outra tarefa que traz alívio imediato na limpeza da casa! Esvazie todas as lixeiras: cozinha, banheiros, escritório e onde mais elas estiverem.

Se você se organizar para limpar a casa todos os dias um pouquinho, ela nunca chegará ao caos novamente. No entanto, se chegar, você já sabe por onde recomeçar!

06 May 2013

Dúvida do leitor: ajudando a mãe a se organizar

olá Thais, tudo bem? meu nome é vítor e eu tenho 15 anos, bem, eu gostaria de te pedir dicas para eu ajudar a minha mãe a arrumar a nossa casa.. nós nos mudamos para um apartamento muito grande de dois andares, varios quartos e salas, porém minha mãe sempre foi muito apegada as coisas, e nunca doou nada.. com isso a bagunça está presente em todos os comodos da casa… sempre que ela começa a arrumar algo, ela desespera e sai, e para de arrumar.. deixando as coisas no chao e tudo mais… e essa situaçao presenciada aqui em casa é de deixar qualquer um doido.. ha pratos debaixo da cama, colheres nos guarda roupas e tudo mais.. eu realmente gostaria de te pedir uma ajuda, para que eu consiga ajuda-la a organizar a nossa casa, pois esse seria o melhor presente de dia das mães que eu poderia dar para ela.. obrigado

Ah Vitor, que e-mail mais bonitinho. <3 Obrigada por me escrever.

Sabe, é muito difícil ensinar outra pessoa a se organizar, especialmente nossos pais ou avós, pois eles são mais velhos e o costume é que eles nos ensinem coisas, e não o contrário. Então toda vez que a gente tenta falar alguma coisa, pode parecer que não sabemos das coisas e eles podem não nos dar ouvidos. Felizmente, há muitos pais, mães e avós bacanas, que estão sempre dispostos a aprender.

A sua mãe briga se você mexer nas coisas dela? Porque se ela não brigar, você pode ir organizando tudo aos poucos. Tenho certeza que ela adoraria ter uma casa organizada, mas de repente não sabe por onde começar.

Vocês moram sozinhos? Se não, outras pessoas podem (e devem) ajudar na organização.

Eu morei durante alguns anos com a minha avó, que acumula coisas e não gostava que eu mexesse em nada, então imagine a minha aflição! Nesse caso, não tem muito o que fazer, infelizmente, pois ela é a dona da casa, não é verdade?

Tente conversar com a sua mãe e perguntar a ela como ela se sente com relação à bagunça. Se ela der abertura, diga que gostaria de ajudá-la. Pergunte se pode mexer nas coisas dela, sempre perguntando o que fazer com isso ou aquilo. Se você fizer dessa forma, ela terá segurança que você não vai jogar fora nada que ela não gostaria que jogasse (pelo menos por enquanto).

Muitas pessoas não sabem viver sem essa bagunça, pois sempre viveram assim. Então, a ideia de uma casa organizada é obscura. Mostrando aos poucos que é possível, que ela não precisa ter tralhas em casa, que a casa deve ser um santuário só com as coisas que ela gosta, ama, ou que são úteis à família, todo o resto pode ser trabalhado aos poucos.

Eu espero sinceramente que você consiga ter esse bate-papo legal com a sua mãe. E é muito legal de sua parte querer dar esse presente de Dia das Mães para ela. =) Parabéns pela iniciativa.

Tenho certeza que os leitores e as leitoras do blog te darão outras dicas interessantes através dos comentários neste post. Vamos lá, pessoal!