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Linkagem de domingo {24}

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Toda semana eu faço um apanhado de links bacanas que gostaria de recomendar a vocês. Seguem os de hoje:

Tenham uma excelente semana!

Tenha um lugar para cada coisa na sua casa

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Este texto pode parecer clichê, pois sempre vemos essa recomendação na maioria dos livros de organização, mas eu vou explicar por que não é.

Em primeiro lugar, porque quando você tem um lugar para cada coisa na sua casa, significa que você não tem tralha.

Em segundo, porque toda vez que você pensar em comprar algo, você se lembrará desse fato, e se perguntará se tem lugar para guardar a compra nova. Se não tiver, poderá se questionar se é algo de que realmente vale a pena.

Se você acha que tem pouco espaço, a verdade é que tem coisas demais. Para tudo o que não tiver lugar na sua casa e estiver “naquele cantinho”, pergunte-se o seguinte:

Eu amo esse objeto?

Eu uso esse objeto?

Tenho lugar para guardá-lo?

Estou disposta(o) a me desfazer de algo para que eu tenha um lugar para guardá-lo?

Alguém da minha família ama ou usa esse objeto?

Se você respondeu não a essas perguntas, então está na hora de jogar fora, doar, vender ou reciclar esse objeto.

Ter um lugar para cada coisa na sua casa é a melhor forma de controlar se você tem o suficiente ou se tem tralha, e aí sim tomar providências.

Refil de bolsas

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Há algum tempo eu recebi de presente este refil de bolsas da loja Tudo Organizado para testar e simplesmente me apaixonei por ele. Não tem como deixar de usar depois que você se acostuma. Trata-se de um refil onde você coloca o que usa diariamente e, se quiser trocar de bolsa, basta transferí-lo. Isso faz com que você não esqueça coisas importantes na outra bolsa ou troque o acessório muito mais rápido, sem ter que passar item por item.

Algumas fotos:

Foto do refil
Refil com as coisas que eu uso diariamente dentro. Dá para ter uma ideia do tamanho pelo caderno e o iPad.
Do lado de fora, um bolsinho onde eu levo o bilhete do ônibus e as canetas que uso diariamente. Tem MUITOS compartimentos! Dá para guardar tudo.
Refil dentro da bolsa que eu estava usando no dia em que tirei as fotos. Ela é de tamanho médio.

O que eu achei legal é que tem três tamanhos de refil (pequeno, médio e grande), então se você tiver bolsas grandonas (eu tenho), pode ser legal ter o grande também. Porém, acho que a grande graça dele é justamente fazer caber tudo em uma bolsa de qualquer tamanho, fora a praticidade ao trocá-las. Como a maioria das minhas bolsas é desse tamanho médio, tenho usado muito no dia-a-dia.

Para quem quiser comprar, o link é este. Recomendo bastante e a loja já é parceira do blog.

Logo logo entra no ar um post onde eu conto o que levo todos os dias na minha bolsa, mas com este post vocês já vão tendo uma ideia. =)

 

Conheça o seu ritmo e em que horário você trabalha melhor

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Você já deve ter lido em algum lugar que algumas pessoas rendem mais pela manhã, outras pela tarde, outras de noite e outras madrugada afora. Talvez você tenha a sorte de saber qual é o seu caso. Se você souber, explore essa informação a ser favor. Se pela manhã você está fora de si, sonolenta(o) e distraída(o), procure realizar nesse período as atividades que demandam menos atenção. Se você acorda muito bem disposta, procure acordar mais cedo para investir tempo em outros projetos também. O segredo é adaptar sua vida o máximo que você puder.

Eu gosto de fazer as coisas pela manhã, quando o dia nasce, pois estou sozinha e gosto do silêncio. No entanto, eu rendo 300% mais no fim da noite e início da madrugada. Já concluí projetos inteiros em poucas horas somente trabalhando no meu horário mais produtivo. Como não é possível trabalhar nesse horário (pois preciso acordar cedo no dia seguinte), costumo fazer isso apenas algumas vezes. O bom é que, quando faço, sou produtiva até demais, pois quero aproveitar o tempo.

Nossa vida é corrida e todos temos 24 horas e sete dias por semana. Precisamos nos esforçar para encontrar tempo e otimizar o que temos disponível da melhor forma que conseguirmos. O único jeito de fazer isso é conhecer a si mesma(o) e em que horário você trabalha melhor, pois assim poderá trabalhar com mais motivação e completar mais projetos.

Você sabe em que horário você tem um ritmo mais legal? Qual é?

Inspiração: a vida

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Hoje é o meu aniversário. Quando eu completei 21 anos, pensei: “puxa vida, ainda faltam muitos anos para os 30”. Eu achava que tinha bastante tempo para curtir a década dos 20. Hoje, dez anos depois, eu penso mais ou menos a mesma coisa: “faltam alguns anos para os 40”. A diferença é que vejo a vida de uma forma completamente diferente. Aos 21, eu estava cursando Jornalismo e sem saber direito o que eu queria fazer profissionalmente. No ano seguinte, acabei entrando na faculdade de Publicidade. Hoje eu ganho a vida escrevendo. =) Ironias do destino. Mas o fato é que, quando paro para pensar nos últimos dez anos, não penso que eles tenham “voado” – muito pelo contrário! Fiz TANTA coisa, construí minha carreira! Me casei, tive um filho, aprendi tantas coisas. Fiz investimentos em projetos errados, mas quem nunca? Tudo o que eu fiz contribuiu para o que eu sou hoje.

Nos últimos tempos (especialmente nas últimas semanas), eu tenho me sentido extremamente diferente. Renovada, não sei dizer. Com uma ânsia tremenda de conquistar meus objetivos, mas não de forma estressante (como já fiz) – justamente de forma mais equilibrada, porque essa é uma das coisas que mais fico feliz de ter aprendido. O que mais me marcou este ano foi descobrir a “minha coisa”, o que considero uma conquista enorme. É difícil, senão impossível, viver sem motivação. E minha maior motivação hoje é sem dúvida a minha vida e tudo o que gira em torno dela (minha família, meu trabalho, meus interesses), assim como tudo o que ainda pretendo realizar.

Sei quantos anos ainda tenho de vida? Claro que não, ninguém sabe. Mas eu estou vivendo, correndo atrás dos meus sonhos. Existe inspiração maior do que essa?

Sugestão de cardápio para a semana de 24 a 30 de setembro

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Pessoal, muitas pessoas me perguntam nos comentários se os cardápios que eu posto às segundas-feiras são os cardápios da nossa casa. Não são. São sugestões que dou para vocês. Algumas vezes acabamos incorporando uma coisa ou outra das que eu pesquiso aqui em casa, mas no geral este não é o nosso cardápio, está bem?

Segue a sugestão para esta semana:

Segunda – salmão grelhado + brócolis ao alho + arroz integral

Terça – macarrão a carbonara + bruschetta gratinada

Quarta – sobrecoxas cremosas + batata rostie de forno

Quinta – filé de tilápia grelhado na manteiga + salada verde + arroz branco

Sexta – espaguete com atum

Sábado – wrap de carne moída + onion rings

Domingo – fraldinha assada na mostarda + purê de batatas com cebolas caramelizadas

Boa semana para você. =)

Planilha para controle de roupas

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Eu criei uma planilha para controlar meu inventário de roupas e planejar compras. A ideia é não gastar dinheiro com algo que eu não preciso quando poderia adquirir itens que eu realmente estou precisando.

Para entender mais sobre essa lista, leia o post Administrando o guarda-roupa.

Algumas dúvidas surgiram nos comentários de lá, e eu gostaria de falar sobre elas aqui.

Dúvidas comuns

Isso não é chato? Não ter liberdade para comprar o que quiser?

A lista é apenas um guia. Não significa que, se eu encontrar uma peça que eu ame de paixão, não comprarei. A lista serve apenas para dar uma equilibrada na situação e me fazer pensar antes de comprar. Há alguns dias mesmo, fui até a Zara e me apaixonei por uma echarpe de zebra, linda mesmo. Quaaase levei. Mas então lembrei da minha lista e que estou em uma fase de montar meu guarda-roupa básico, e outras peças são prioridade – não posso e não quero gastar dinheiro com bobeirinhas nesse momento. Mas já comprei peças que não estavam na lista porque acho que o grande barato da moda é justamente você usar o que realmente te representa e o que você ama. Assim, o que é clássico e básico para mim pode não ser para você. O objetivo da lista é montar meu guarda-roupa básico para, quando concluí-lo, ir fazendo somente a manutenção, sem perder, obviamente, o prazer de comprar roupas novas que eu goste muito.

Mas e quando chegar a época de comprar um item e o anterior ainda estiver bom?

Aí é claro que eu avalio a situação, e depende do item. Se for um sapato, avalio o estado em que ele está. Se estiver bom, aumento em mais um ano a frequência de compra. Se estiver estragadinho, compro até antes. Por exemplo, ano passado comprei um sapato que estragou muito rápido, mas eu “deveria” comprar outro somente no ano que vem. É claro que, assim que eu encontrar outro par que goste, semelhante, comprarei. Não são regras escritas em pedra. Me pauto muito mais pela necessidade que pela lista, mas a lista me ajuda sim a organizar o processo todo, pois tem itens que eu não me lembraria de comprar se não fosse por ela.

A lista é para roupas de trabalho ou roupas casuais?

Principalmente para roupas de trabalho, mas percebi que o legal na vida é sempre usar roupas boas, porque a nossa marca pessoal trabalha o tempo todo, mesmo ficando em casa. Faz tempo que parei de ter “roupas para ficar em casa”. Primeiro, porque isso não é prático (se eu precisar sair de última hora, preciso me vestir novamente). Segundo, que não acho legal estar vestida de qualquer jeito em casa com a família. Não que eu vá usar roupas desconfortáveis, mas eu busco um casual que seja mais bonitinho. Não visto calça legging, por exemplo, nem camisetões. Procuro comprar pijamas fofos, essas coisas. Terceiro, que a pessoa mais importante a quem eu quero agradar (eu mesma) está sempre por aqui, então mesmo estando sozinha em casa eu quero me sentir bem.

Isso não significa que eu ande empoleirada o dia todo quando estou em casa (aliás, tenho PAVOR disso e imagino a Donna Smalin de calça branca e camisa azul sentada no sofá no domingo à noite). Só significa que confortável não é “qualquer roupa”. Procuro caprichar um pouquinho. Não uso calça furada, por exemplo, ou camiseta com a barriga de fora. Essas coisas.

Confesso que tenho algumas roupas que eu uso somente em casa, mas elas são justamente roupas que ainda estão boas mas que eu não usaria para trabalhar ou para passear com a minha família, por exemplo. Mas não as comprei depois que fiz a lista – elas já são mais antigas. A cada estação, vou doando o que já “passou do ponto”.

Outra coisa também é que, quando o guarda-roupa é clássico, essa divisão entre trabalho e casual fica mais tênue. Eu posso usar uma camiseta pólo azul marinho com uma calça bege de alfaiataria e oxfords marrons para trabalhar, assim como posso usar a camiseta e os oxfords com uma calça jeans aos finais de semana. Aos poucos eu percebo que, quanto mais vamos amadurecendo, mais vamos unificando nosso visual. Não sei se é uma coisa só minha, mas acho isso importante. Lá no Walden o Thoreau diz: “desconfie de empregos em que você precise de roupas novas”, porque significa ser quem você não é. Na época que eu li pela primeira vez eu não entendi direito, mas hoje concordo.

Como você montou a sua lista?

Bom, com a minha idade, já sei mais ou menos o que eu gosto e fica bom em mim, e me pauto nessas peças. Meu estilo é uma mistura de clássico com casual e rocker, se é que posso definir assim, então já tenho minhas peças preferidas. Também acompanho muitos blogs de moda, revistas, tendências, livros com listinhas básicas, e vou tirando ideias. Nada muito extraordinário.

Algumas premissas

  1. Minha lista é composta pelos itens que eu considero básicos para mim. Assim, você pode usar como guia, mas dificilmente você concordará com as minhas escolhas porque isso é uma coisa muito pessoal.
  2. A frequência de compra estabelecida não é eterna e mudo o tempo todo. Por exemplo, comecei achando que comprar uma camiseta branca de manga curta por ano seria suficiente, mas mudei para “a cada 6 meses”, pois uso muito. Mas deixarei assim somente até ter uma quantidade que considere ok, então diminuirei a frequência de compras.
  3. Tenho muito em vista o espaço disponível que tenho, especialmente para sapatos. Por uma imensa sorte, não tenho tara por sapatos e gosto de usar os modelos mais clássicos. Meu problema são as bolsas, e é aí que eu preciso me segurar muito. No entanto, se eu gosto de bolsas diferentes, é só adaptar a minha lista. Eu posso colocar, por exemplo, uma “bolsa colorida e diferente” para comprar uma vez por ano (não é o caso, mas poderia ser). Cada um deve adaptar a lista às suas necessidades e vontades.
  4. Eu fazia a minha lista no Toodledo, mas resolvi passar para uma planilha porque estou revendo meu uso do site, deixando lá só tarefas mesmo, e não listas, como fazia antes. Fica mais manual a atualização, mas dá para controlar melhor.

A planilha, enfim

 

A planilha será enviada em até 48 horas após o pagamento feito via PagSeguro.

Minha planilha é super, super simples e dedutiva. Espero que realmente ajude como guia. Coloquei alguns comentários que podem ser úteis em alguns campos.

Ah, e o detalhe é que ela é alterada o tempo todo. Muitas vezes incluo ou excluo itens, mas essa versão acima é a atual. =)

Linkagem de domingo {23}

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Atendendo a pedidos, a partir de hoje eu volto com a linkagem de domingo. Esta categoria de post mostra os links que eu li e gostei muito na última semana semana. Eu espero que vocês gostem também.

Bom domingo para você. =)

3 coisas que eu aprendi nesse inverno

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1. Quando a casa está bagunçada, fico desanimada

Fiquei pouco mais de um mês um pouco mal de saúde, sem conseguir me abaixar, me esforçar, o que prejudicou o andamento da casa como um todo. Considerei até contratar uma moça para limpar a cada 15 dias, mas não consegui, porque minha consciência ficaria pesadíssima. Então fui levando. O fato foi que ver minha casa sem estar do jeito que eu estou acostumada me dava um desânimo enorme.

Lá em casa nós dividimos as tarefas, mas eu costumo ficar com o trabalho “mais pesado” (limpar banheiros, por exemplo), porque gosto de fazer do meu jeito, testar produtos, enfim, me sentir meio “heroína” nessas horas. E, enquanto estava mal, meu marido teve que fazer tudo sozinho e eu fiquei com tarefas bem leves, no nível de colocar a roupa na máquina pra lavar, só, ou estender a roupa. E é claro que ele ficou cansado e a casa não ficou tão limpa quanto gostaríamos (olha a péssima busca pela perfeição aí, gente!), e eu fiquei muito desanimada nesse tempo todo.

O desânimo era mais por não estar conseguindo me virar naquela situação e fiquei imaginando como idosos ou pessoas com necessidades especiais devem viver. Pagar para uma pessoa limpar a casa para você não é um pecado tão grande assim, eu pensei, mas enquanto eu puder fazer isso eu mesma, me sentirei melhor. Primeiro, porque eu gosto. Segundo, porque yes, we can. E passar por esse período de focar no essencial e tentar não buscar a perfeição me fez ver como é importante para o meu astral estar cuidando da casa. É algo que eu realmente gosto de fazer, porque mostro a mim mesma que me importo.

2. Mudar a perspectiva muda todo o cenário

Passei por diversas situações nos últimos meses quando fiquei desanimada com alguns projetos (quem nunca?). E o que eu aprendi em todas as vezes em que fiquei assim (não só neste ano, mas na vida), é que mudar a perspectiva muda todo o cenário. Não é ser boba(o) e tentar ver o lado bom de tudo, mas é a aceitação de que toda situação ensina algo para a gente, e devemos tirar proveito dela. Existe um ensinamento budista que diz que nós aprendemos mais com nossos inimigos que com nossos amigos. Se temos raiva de uma pessoa, tem um motivo. Por que temos raiva? O que posso aprender com essa situação? Como posso aprender a lidar quando estou perto dela? Devo me afastar? Devo conversar? Enfim, filosofias para a vida.

Toda vez que me pego um pouco desanimada com algum projeto (por mil motivos que sabemos que acontecem no dia-a-dia), eu procurava o ponto essencial dele (por que estou fazendo isso?) e focava nos benefícios que tudo aquilo estaria trazendo para mim. E, acima de tudo, no aprendizado que eu teria passando por aquela situação, que me prepararia para desafios no futuro.

Com isso, senti que amadureci mais um pouco percebendo que, se eu não mudar a mim mesma, como posso esperar que o mundo mude? A percepção de quem somos é mais importante que qualquer outra influência externa.

3. Organização realmente move montanhas

Até maio, mais ou menos, eu não pensava jamais que voltaria a emagrecer. Acho que de tanto ouvir as pessoas falarem que era impossível depois de uma certa idade, eu comecei a me sabotar com relação a isso. Porém, li muitas entrevistas de pessoas que eu gosto dizendo “precisamos cuidar do nosso corpo, é nosso maior bem” ou “faça o que for necessário para chegar ao seu peso ideal” que, sendo conceitos “certos” ou não, mexeram bastante comigo, e eu cheguei à conclusão que emagrecer era somente mais um objetivo a ser alcançado, assim como faço com todos os meus outros projetos de vida.

Quando realmente resolvi me organizar para emagrecer, eu emagreci. O que eu penso hoje? Na quantidade de anos que perdi simplesmente porque procrastinei esse emagrecimento investindo em atitudes erradas contra o meu corpo e negando o conhecimento que eu tenho dele. E isso não serve só para emagrecer não – serve para realizar sonhos no geral. Sonho, quando organizado, vira objetivo. E, por mais que eu tenha um blog sobre organização, esse processo todo que estou passando de emagrecimento só serviu para me comprovar isso. Quando a gente se organiza, nada segura.

Só um pequeno relato mais pessoal dos meus últimos aprendizados. Esse inverno foi muito rico para mim nesse sentido. =)

Como fazer a transição do guarda-roupa de inverno para primavera

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Não sei como está nos outros estados brasileiros, mas em São Paulo está tão quente que parece que pularemos da primavera para o verão diretamente! Sendo assim, fazer a transição de um guarda-roupa de inverno para o de primavera deve ser feito assim que possível – se você já não o fez. Veja algumas dicas para facilitar o processo:

1. Guarde os casacos mais pesados

Imagem: Getty Images

Verifique se os casacos mais pesados estão lavados e guarde-os em outro lugar. Algumas pessoas costumam guardar em malas, caixas plásticas ou sacos a vácuo – escolha o que preferir -, colocando na parte de cima do guarda-roupa, onde ficarão até o próximo outono.

Deixe disponível somente um sobretudo de um tecido mais leve (não de couro, por exemplo), cardigans e suéteres no geral. Se por acaso vier alguma frente fria, você pode se vestir em camadas e usar o sobretudo.

2. Avalie suas roupas de calor

Imagem: Getty Images

Verifique se estão em bom estado, se precisará de novos itens e quais serão eles. Se for possível, experimente todas as peças para ver se continuam servindo, se precisam de reparos ou se estão largas demais, manchadas etc. Se tiver que tomar alguma providência, agora é o momento. Acessórios são boas aquisições para fazer primeiro, pois mudam a cara de uma roupa instantaneamente e sem gastar muito.

3. Selecione combinações para usar no dia-a-dia

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Ter looks pré-prontos para o dia-a-dia facilita muito a escolha das roupas para usar no trabalho. O bom da primavera é que podemos abusar das cores com mais liberdade poética que nos outros meses, então combinações mais inusitadas são válidas. Experimente!

4. Priorize roupas mais leves

Imagem: Getty Images

Tanto nas cores quanto nos tecidos. Priorize fibras naturais e cores claras.

5. Use mais peças floridas

Imagem: Getty Images

Mesmo as peças invernais, como vestidos de manga longa e flores em fundo escuro, podem ser usadas com uma sandália mais leve e acessórios adequados. Verifique no seu guarda-roupa o que ainda pode ser utilizado nessa meia-estação. Flores sempre são bem-vindas na primavera. Podem ser um clichê mas, nesse caso, não há como fugir.

Você costuma rearrumar o guarda-roupa a cada estação? Como você faz?

Você nunca acaba de organizar a casa

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Imagem: Getty Images

Estou lendo o livro da Laura Wittmann (autora do blog I’m an organizing junkie), chamado Clutter rehab (link para o Amazon). É um livro pequeno com 101 dicas para acabar com a tralha e, assim que terminar minha leitura, posto mais sobre ele aqui. Mas um conceito que ela diz logo na introdução e que eu concordo muito (tanto que não me contive e quis postar aqui) é o de que você nunca acaba de organizar a casa. Na verdade, mesmo que você seja extremamente organizada(o), sempre haverá algo a organizar. Sempre haverá um produto com embalagem vazia para você jogar fora. Seus filhos crescerão e você precisará organizar a rotina escolar de um jeito diferente. Um novo projeto no trabalho. Um novo trabalho! Uma mudança de casa. E por aí vai.

Eu estou organizando o nosso apartamento por cômodos (um por mês) e pretendo continuar dessa forma em 2013 e além. Organizei o escritório em agosto, por exemplo, mas ainda falta um montão de coisas que eu quero fazer lá. E eu também acho que sempre temos o que melhorar com relação à organização, não é verdade?

Portanto, se você vive repetindo frases como “não vejo a hora de organizar a minha casa”, lembre-se que a organização é um meio, não um fim. E que sua casa nunca estará (nem deve! afinal, ninguém é perfeito) totalmente organizada, pois sempre existirão mudanças na vida que demandarão de você. O legal de você ter essa verve da organização é que você perderá menos tempo voltando ao estado normal da sua vida toda vez que você ou a sua família passar por uma mudança. Mas, se sua casa não está como você gostaria hoje, pense nela como um ser vivo que está “em processo”, e que sempre estará.

Esta semana

15 recomendações para você aplicar na sua vida esta semana

Seguem algumas recomendações que podem fazer a sua semana ser uma pouco mais tranquila. Cancele uma reunião. Resolva o assunto de outra maneira. Esvazie...

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