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Escreva uma carta à mão

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Aproveite que estamos na semana do Dia das Mães e escreva uma carta à mão para ela. Mas não precisa ser para a sua mãe. Sei que existem leitores que não se dão bem com as suas, ou que não têm interesse, ou mesmo que não têm mais mães para quem escrever. O que eu gostaria de incentivar nesse post é o exercício da escrita à mão, tão esquecido nos dias de hoje.

É tão fácil enviar um e-mail. O What’s App, quando fica 24 horas fora do ar, deixa algumas pessoas em um estado estranho de ansiedade. Mas ninguém se sente mal por não estar escrevendo. Porém, quando a gente se permite parar para escrever à mão, o mundo parece fazer uma pausa. Nos concentramos. E ah, o foco! Tão raro hoje em dia. É tão comum fazermos várias coisas ao mesmo tempo que parar para fazer uma única coisa parece até esquisito. Mas não é. E eu inclusive recomendo.

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Mas, se você ainda não se convenceu de que escrever uma carta à mão pode ser muito legal, vou te dar mais alguns motivos:

  • Você coloca um pouco de você no recado que está entregando à outra pessoa. Tem o amassado da sua mão, a força empregada na caneta, o tempo que você dedicou sentado(a) para escrever aquilo. E, como em teoria ninguém mais “tem tempo” para escrever uma carta à mão, quem a recebe vai encarar como um verdadeiro presente.
  • Você exercita a sua escrita. Em uma época onde quase não escrevemos, é capaz até de esquecermos como se es escreve. Que tal exercitar de vez em quando, apenas para não perder a prática?
  • É elegante. Não é qualquer um que escrever uma carta à mão. E, se sua letra for bonita, dará um toque especial.
  • É uma forma de dizer à outra pessoa que ela é importante. Que você parou o seu tempo para se dedicar única e exclusivamente à mensagem que gostaria de dizer a ela.
  • É uma agradável surpresa. Ninguém espera receber uma carta escrita à mão.

Aí você pode se perguntar o que é necessário para escrever uma carta à mão. Oras, muito pouco: uma folha de papel, uma caneta e poucos minutos só seus. Você pode querer usar canetas de escrita macia, papéis de carta e envelopes diversos, mas não se prenda ao formato. Algumas pessoas também gostam de fazer colagens, desenhos e até mesmo perfumar suas cartas. Fica totalmente ao seu critério.

Existe algo com as cartas escritas à mão que fica difícil de explicar. Parece que elas carregam consigo um pouco de quem as escreveu, mesmo que essa pessoa já tenha partido faz tempo. O papel na história da humanidade é fantástico. Em âmbito pessoal, elas também têm imenso valor.  Portanto, comece agora. Não há maneira certa de começar, a não ser colocar a caneta no papel e deixar as palavras fluírem de acordo com os pensamentos.

Sugestão de menu para o Dia das Mães

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Sem ideias para preparar no Dia das Mães? Confira essas sugestões:

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Bruschetta com ovos. Fonte: GNT – Tempero de Família

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Salada com flores – Fonte: I could kill for dessert

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Salmão ao molho de limão e mel – Fonte: A cozinha da Cacau

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Torta de maçã – Fonte: Bolsa de Mulher

Seja você a mãe, ou você receba sua mãe, sua avó, sua tia, uma amiga mãe em casa, vale a pena a homenagem. Cozinhar e comer é tudo de bom – homenagear as mães, melhor ainda. <3

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Dicas para economizar: 25 gastos desnecessários que você nem imagina

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Toda economia vale a pena! Veja na lista abaixo se você pode estar gastando dinheiro em coisas que nem imaginava. Se você já conhece todas, parabéns! Passe adiante para seus amigos, familiares e colegas! Com certeza muitos podem estar precisando ler essas dicas!

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  1. Desorganização. Ok, posso ser super parcial por começar com esta, mas a verdade é que, quando você não se organiza, você desperdiça MUITO dinheiro. Não só comprando canetas, pendrives e outros objetos duplicados simplesmente porque não achou os que já tinha no meio da sua bagunça (“mas eu tenho certeza que já tinha comprado um cortador de unhas!”), mas se planejando para situações como desemprego, evitando financiamentos e parcelamentos (e pagando juros altíssimos), aposentadoria, entre muitas outras. Você só tem a ganhar organizando a vida. Cadastre-se no blog e comece a se organizar.
  2. Comprar itens individualmente. Pode parecer polêmico, mas muitas vezes compramos alimento embalado, caneta, caderno e outros objetos individualmente e acabamos pagando mais caro por isso. Em alguns casos, se você for usar mais vezes esse produto, pode valer a pena comprar em quantidade e pagar mais barato. Um exemplo típico é ração para cachorro. Se você comprar o pacote de 1kg sempre que acabar, pagará um valor como R$12. Se comprar o pacote de 10kg, pode economizar muito, chegando a pagar R$6 ou R$7 o quilo em alguns estabelecimentos. Isso acontece com muitos produtos. Isso quando mercados e outras lojas não fazem promoções tipo “leve 3, pague 2”, mas confira se 1) o preço dos três produtos não está embutido no valor dos dois e 2) você realmente usará todos esses produtos. Às vezes, vale a pena comprar apenas um mesmo.
  3. Não usar desconto de estudante e outras promoções de cartões, cupons e seguros. Use todos os descontos que conseguir, pois são direitos seus! Se seu seguro de carro dá direito a uma visita do encanador, não há por que chamar um encanador particular. Se você estuda em uma universidade, vale a pena investir na carteirinha de estudante anual para conseguir descontos em shows, cinema, teatro e outros. Se você ganhou um cupom de desconto para um produto que precisa ou um serviço que solicitaria de qualquer maneira, aproveite a promoção.
  4. Comprar panos de limpeza. Eu sei que existe uma variedade gigantesca de panos de limpeza e que cada um tem sua especificidade. Mas sou contra jogar coisas no lixo. E, muitas vezes, uma camiseta velha, velhinha mesmo, daquelas que não podem ser doadas, servem como pano de chão. E dos bons! Isso serve para muitas peças de roupas. Panos de limpeza são usados constantemente durante toda a vida e, se você sempre tiver que comprar, vai gastar um dinheiro considerável com eles. Numa boa, economize! Até mesmo alguns produtos de limpeza podem ser substituídos muitas vezes por soluções mais baratas e naturais. Não só seu bolso como a natureza agradecem!
  5. Ir mais de uma vez por semana ao supermercado. Quando você fraciona as suas compras, sabe o que acontece? Você perde a noção do quanto você está gastando. Dói muito menos no bolso gastar 80 aqui, 120 ali, que 400 reais de uma só vez. Qual é a minha recomendação: planeje o menu semanal para toda a sua família, incluindo os lanchinhos, e vá ao mercado buscando aproveitar os alimentos ao máximo, comprando as quantidades certas. Assim, não sobra nem falta, e você não gasta a mais nem joga alimentos fora. Além do que, tempo é dinheiro. A não ser que você tenha os dois para gastar, não faça isso.
  6. Tomar café na rua. Essa dica é básica, mas mesmo assim eu vejo tanta gente tomando café na rua diariamente! Se for algo pontual, que você faz de vez em quando, numa ocasião especial, quando encontra alguém, quando faz uma reunião, é uma coisa. Outra totalmente diferente é aquele cafézinho diário, já habitual, que você já nem faz mais tanta questão mas está ali, todo dia na agenda. Já fez as contas de quanto custa um café de 2,50 todos os dias durante um mês inteiro? 60 reais. Ou 720 reais por ano, para ser mais exata.
  7. Não carregar com você uma sacola reutilizável. Eu sei que muitas pessoas utilizam sacolas de plástico para o lixo depois. Porém, deixe isso para as gratuitas. Quando forem pagas, use a sua. “Ai Thais, que horror, são tão baratinhas”. Tudo bem, você que sabe.
  8. Lâminas descartáveis. Uma vez uma amiga minha me disse que comprou um jogo de lâminas de barbear “para homens” e se sentiu “liberta” porque são muito mais baratas e boas do mesmo jeito. Pois é. Gente, não é porque o livro diz que homens são de marte e mulheres são de vênus que você necessariamente precisa comprar a lâmina de barbear do planeta relacionado ao seu gênero. Lâminas descartáveis são super caras e, em teoria, você deveria descartar depois de poucos usos. Que carteira resiste a isso? Compre bons aparelhos de barbear e substitua os refis.
  9. Bebidas durante as refeições. Aqui vale a mesma coisa que o café. Uma vez ou outra, vá lá. Todos os dias, faz um rombo no seu orçamento. Fora que não faz muito bem para a saúde beber qualquer tipo de líquido enquanto se alimenta (pergunte ao seu médico).
  10. Produtos de limpeza em demasiado. Aqui vou ser herege novamente (por causa do blog), mas eu sou a favor do suficiente. Não precisamos de 32 tipos de amaciantes, alvejantes e sabonetes líquidos. Adoro conhecer aromas e testar novidades, mas uma de cada vez. Ter vários produtos abertos em casa ao mesmo tempo não é comigo. Recomendo comprar um de cada vez.
  11. Cosméticos em exagero. Aqui vale a mesma coisa. Eu adoro ler blogs de moda e beleza. Adoro mesmo, tiro muitas dicas boas. Mas não podemos tomar a vida dessas moças, que vivem disso como seu trabalho, como a nossa realidade. Não é para ter 15 tipos de hidratantes noturnos na gaveta do meu criado-mudo. Um só basta. Use até acabar. Fora que ter um monte de produtos abertos nem é recomendado. Eles estragam rápido. Logo, vale mais a pena comprar um, usar até o fim, comprar outro e por aí vai. E, se você fizer isso, pode até se permitir comprar aquele melhorzinho, que é meio “sonho de consumo”. Melhor comprar um bom que um monte ruim.
  12. Deixar sua saúde de lado. Quando você deixa de ir ao dentista com frequência, depois tem que investir em um tratamento dentário mais caro. Quando você não faz um exercício físico, depois tem que comprar remédios e outras coisas. Tudo na vida tem um preço. Você tem que saber no que vale a pena investir. Minha mãe costuma dizer que quem compra na feira economiza na farmácia. Eu adoro essa frase dela, e acho que é muito verdadeira!
  13. Comprar roupas nos lançamentos das coleções. Se você gosta de moda como eu, pode ser que acompanhe as coleções, tanto de desfiles quanto de fast-fashion. E também já deve ter percebido que, se comprar na semana do lançamento, pagará o “preço cheio”, sempre mais caro. Muitas vezes, algumas poucas semanas depois, os preços caem de 50 a 80%. Espere. Nada vai acontecer na sua vida se você não conseguir comprar uma peça de roupa na liquidação depois. Roupas sempre existirão. Não vale a pena pagar caro por algo que não vale esse preço.
  14. Comprar coisas que você não precisa. Essa também pode parecer óbvia, mas é tão comum, especialmente com roupas, por isso já quis emendar. Se viu uma roupa na promoção, mas não ficou boa, você não precisa, o tecido não é bom, não combina com nada que você tem, não compre. O mesmo vale para todo outro tipo de objeto.
  15. Deixar os pneus do carro descalibrados. Quando você não calibra os pneus, além de fazer mal para o seu pulso (pois o volante fica mais pesado), o carro gasta mais combustível. Resultado: você gasta mais dinheiro com combustível sem nem perceber. “Acontece que, com um pneu descalibrado, o automóvel tem mais contato com o solo. Com mais borracha se arrastando no asfalto da rua, o carro vai precisa gerar mais força, mais rotações do motor, para desenvolver a velocidade desejada.” Fonte: Revista Super Interessante.
  16. Compra de aplicativos, e-books e joguinhos. Se você já gastou 1,99 para passar de fase no Candy Crush, comprou e-books por 0,99 no Kindle ou baixou um app imperdível por 3,99 sabe do que eu estou falando. Fazer essas compras é algo muito rápido e fácil, por isso fazemos. Mas, com o dólar a quase 4 reais, mal percebemos o quanto estamos gastando. Pense: se você comprar 10 aplicativos de 1 dólar por mês, terá gasto 40 reais! Em um ano, serão 480 reais! É muita coisa para nada! Repense essas pequenas compras e tente não navegar no celular quando estiver com sono, com tédio ou cansado(a).
  17. Ventilador, ar condicionado e aquecedor o tempo todo. A gente vive em um país muito quente. Ok, temos alguns dias frios em algumas regiões, e aí algumas pessoas usam aquecedores. Muitas vezes, não precisamos usar tanto ventilador, ar condicionado e aquecedor – basta abrir mais as janelas, tomar sol e curtir a brisinha que entra. Mas é mais fácil só apertar um botão. Não estou dizendo para não usar, mas para tentar reduzir e não usar o tempo todo. Se usar durante 30 minutos e deixar desligado durante outros 30, já reduzirá o consumo pela metade.
  18. Serviços de assinatura que você não usa. Você pode até me dizer que essa dica é óbvia também, mas nem tanto. Vejo muita gente que tem assinatura de aplicativos e outros serviços de Internet que nem se lembrava. Dê uma analisada na sua fatura do cartão de crédito e na sua conta do Pay Pal e corte alguns acessos. Se você assina revistas, repense. Deixe apenas aquelas assinaturas que realmente fazem algum tipo de sentido.
  19. Usar só cartão para tudo. Eu sei que usar milhas pode ser extremamente vantajoso, mas a maioria das pessoas não sabe como fazer isso. Se você sabe, simplesmente pule esta dica – ela não é para você. Se você não usa milhas nem tem interesse em aprender a usá-las, repense o uso do seu cartão para tudo. O problema de usar só cartão não é o cartão em si, mas o fato de você se desacostumar com o uso do dinheiro. E, quando a gente se desacostuma a usar dinheiro, ele perde o seu valor. É muito mais fácil passar 54 reais no débito que pagar em dinheiro vivo – dói menos, sabe? E aí a gente acaba gastando mais mesmo que não perceba. E é claro que isso aqui não vale para todo mundo. Tem muita gente que só usa cartão e é super consciente. Mais uma vez, se for o seu caso, ignore esta dica. Ela vale para quem se identifica com ela.
  20. TV a cabo. Estamos vivendo em uma época de insegurança que não sabemos se teremos Internet ilimitada para assistir Netflix. Fonte: Fantástico. No entanto, enquanto isso não acontece, aproveite. Não gaste seu dinheiro todo mês em algo que quase ninguém assiste. Muitas pessoas têm tv a cabo apenas para que os canais da tv aberta peguem (por causa da antena). Invista em um conversor digital ou em uma antena digital. Sai mais barato. E utilize sua rede wifi para acesso a serviços como YouTube e Netflix para assistir o que deseja.
  21. Deixar para pagar as contas no dia do vencimento. Nada pior e mais desorganizado que deixar qualquer coisa para a última hora, inclusive contas. Pague com antecedência, sempre que puder. Muitas vezes, você pode até mesmo negociar descontos, se ligar na prestadora de serviços (tente!). Além do que, se você deixar para a última hora e deixar passar um dia por qualquer imprevisto, pode pagar juros altíssimos por dia, gastando dinheiro desnecessariamente. Evite.
  22. Fazer lanchinhos na rua. De uma barrinha de cereal a um chocolatinho e uma balinha, sempre que você levar de casa, economizará mais. Programe seu menu para a semana, compre no mercado com antecedência e economize de 50 a 80% do valor das coisas que compraria na rua. Se você se organizar, dá para levar até sanduíches, caldos e saladas para comer em trânsito com uma pequena lancheirinha e os acessórios corretos.
  23. Pagar alguém para reparos e serviços simples. Ok, eu adoro delegar tarefas. Acho que nosso tempo é nosso bem mais precioso e ele deve ser valorizado. Porém, gastamos muito dinheiro com coisas como manicure e pequenas pinturas. Sou a favor do incentivo a micro empresários (sou um deles), mas escolha aqueles serviços que você não pode ou não consegue fazer. Eu sou péssima para fazer as minhas unhas, mas vou à manicure somente se tiver algum evento muito que não dê para enganar fazendo as unhas eu mesma em casa. Em todas as outras semanas do ano, eu faço em casa e economizo quanto? Muito. Muitas pessoas gastam rios de dinheiro com serviços que elas mesmas podem fazer, e não é nem questão de tempo ou capacidade, mas hábito. Eu não quero ditar regras na vida de ninguém, mas quero incentivar você a repensá-los.
  24. Comprar produtos só pela marca. Eu tenho minhas marcas preferidas porque, na maioria dos casos, elas representam alguns valores e uma qualidade que, para mim, são importantes. Mas, para muitos produtos, eu realmente questiono a questão da marca. Vejo que a variação de preços para coisas como sabonete é enorme! Se a gente sempre quiser comprar a marca mais reconhecida ou famosa do mercado, a diferença no valor final será gigantesca. Será que vale a pena? Mais uma vez: não é preto no branco, mas acho que vale a pena questionarmos todas as nossas escolhas. E, se uma marca for importante para nós, pensarmos: por quê? Pode ser um indicativo interessante.
  25. Deixar para comprar só quando estiver com fome / em emergências. Aqui vale não apenas para alimentos, mas para várias outras coisas. Nada pior que ter que trocar os pneus porque os atuais estouraram, mas no momento todos os preços estão lá em cima. Se tivesse comprado um mês atrás, teria economizado. Nada pior que comprar os materiais escolares pelo dobro do preço na véspera da volta às aulas. Nada pior que deixar para comer quando está morrendo de fome, em vez de se organizar para almoçar na hora certa, e aí ter que parar no primeiro lugar que aparecer, com comida ruim e cara. Enfim, tudo se resume a: organize-se minimamente.

Conhece outras maneiras de economizar não abordadas neste post? Deixe um comentário!

O coração da casa

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Tem uma coisa sobre as cozinhas: está sempre todo mundo reunido nelas. E não é só porque comer é muito gostoso. Não! Mas porque a cozinha gera a ocupação, e estando ocupados, em um estado de fluxo, parece que conseguimos conversar mais. Na verdade, e isso pode até parecer contraditório: quando estamos ocupados na cozinha, parece que é quando realmente temos tempo para parar e conversar com as pessoas que moram ou estão em casa com a gente.

“Vem aqui enquanto eu pico as cebolas”. “Me ajuda a guardar as compras”. “Pega aquela panela pra mim”. A cozinha é onde todo mundo coopera quando é chamado. Acaba sendo até meio automático. “Como foi seu dia?” “Você não vai acreditar no que me aconteceu hoje.” Etc.

Não à toa, as cozinhas são consideradas o coração da casa. O coração é o órgão que bombeia o corpo. E, sem a gente perceber, ele está sempre trabalhando. Se ele para, todo o resto falha. O que acontece em uma casa se a cozinha não funciona? Se a geladeira não está ali, se o simples microondas esquentando uma comida pronta inexiste? Parece que nem casa é. Interessante isso.

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E quando a gente para para pensar que a cozinha tem como função ser o cômodo da casa onde prepara os nossos alimentos, o coração seria o que, exatamente, senão isso também? O que nos alimenta? A cozinha é local de criatividade. Não é à toa que muitas pessoas não apenas cozinham como gostam de trabalhar na mesa da cozinha. A cozinha tem algo que os outros cômodos não têm.

É claro que a importância da cozinha depende muito de família para família e, especialmente, do tamanho do cômodo em cada casa. Algumas cozinhas são integradas à sala; outras, cômodos gigantescos, com ilhas de trabalho no centro. Há famílias que gostam de organizar encontros entre parentes e amigos; há pessoas que comem sozinhas diariamente.

Além da funcionalidade das cozinhas, há o valor sentimental. Quem não lembra da comida da vó? Mas qual o gosto da comida de vó, se cada um teve uma vó diferente? O sentimento tem um gosto diferente, mas é o mesmo ao mesmo tempo. Assim é com as cozinhas.

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De toda maneira, são cômodos com aromas, energias e sentimentos. Foram criados com um propósito, e hoje servem a tantos outros. Hoje, mais do que apenas um cômodo funcional, é um espaço familiar, onde criam-se relacionamentos e convívio em família. Em apartamentos menores, o convívio se estende a uma sala de estar, porque a cozinha diminuiu. Outros, um pouco maiores, se estendem a varandas gourmets – verdadeiras primas pomposas das cozinhas, com direito a fogões, fornos e todos os artefatos de sua prima original.

O que quer que envolva a sua cozinha, ela está presente. Ela representa o poder da criação dos alimentos que você ingere e leva para dentro do seu corpo e da sua família. O mesmo que você faz com sentimentos, arte, música. Independente do tipo de coração, você tem um. E ele continua batendo enquanto você existir. O coração da sua casa, no entanto, bate por todos que nela moram. Então ele precisa do carinho que ele merece para fazer isso acontecer.

Thais Godinho
Editora

Meus posts preferidos sobre cozinha já publicados aqui no blog:

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Mês organizado

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Maio 2016

🍐 Lembretes gentis, dicas úteis e recomendações para o seu mês ser um pouco mais organizado.

Em negrito, você vê os feriados e datas comemorativas. Em itálico, estão os eventos da Thais.
DomingoSegundaTerçaQuartaQuintaSextaSábado
1

📅 Dia do Trabalho

✅ Conversar com filhos adolescentes sobre seu primeiro trabalho

✅ Analisar áreas de foco

💙 Linkagem de domingo
2

✅ Limpar todos os vasos para continuar prevenção contra os mosquitos

✅ Checar pasta do mês no tickler

💙 O coração da casa
3

🕑 Treinamento GTD na Endeavor

✅ Limpar e guardar ventiladores

✅ Definir metas para o mês

💙 25 gastos desnecessários que você nem imagina
4

✅ Analisar plantas para verificar necessidade de mais fertilização para a época de frio

💙 Sugestão de menu para o Dia das Mães
5

✅ Fazer uma caminhada pelo bairro

✅ Checar aniversariantes do mês

💙 Escreva uma carta à mão
6

🕑 Treinamento GTD na Ernest & Young

✅ Analisar distribuição de entregas de projetos para as próximas semanas

💙 A responsabilidade sobre as nossas mães quando vamos ficando adultos
7

✅ Controlar as contas pagas e a pagar

✅ Separar roupas de frio para doar

💙 Como a minha mãe influenciou a pessoa que eu sou hoje
8

📅 Dia das Mães

🕑 Café-da-manhã com Paul e Anderson

🕑 Almoço com mãe e avó

💙 Linkagem de domingo
9

🕑 Treinamento GTD no Grupo Pão de Açúcar

💙 5 coisas para fazer enquanto está desempregado (além de procurar trabalho)
10

✅ Fazer backup de fotos e arquivos do computador

💙 Como organizar uma noite da pizza em casa
11

✅ Fazer uma lista de providências que precisa tomar em casa antes da chegada do inverno

💙 Meus recursos preferidos do Todoist
12

✅ Navegar pela Internet para descobrir os alimentos da estação e investir neles na próxima compra
13

✅ Montar um caderno com as receitas preferidas da família no Evernote
14

Turma aberta de GTD no RJ

🕑 Assistir Angry Birds no cinema
15

✅ Verificar estado das roupas de festa junina das crianças
16

✅ Começar a planejar as férias escolares
17

✅ Verificar medicamentos vencidos
18

✅ Fazer atualizações no computador
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✅ Pesquisar sobre soluções naturais para ajudar a saúde em época de frio

Turma aberta de GTD em SP
22

✅ Tirar tralhas do carro
23

✅ Fazer uma lista de atividades de inverno para as crianças
24

✅ Tirar o pó de todas as superfícies da casa

✅ Arrumar ferramentas de jardinagem
25

🕑 Show - Yngwie Malmsteen em São Paulo
26

📅 Corpus Christie
27

✅ Fazer backup de fotos do celular

🕑 Piquenique no parque
28

🕑 Curso online: Organize seu menu semanal

✅ Fazer um passeio legal e gratuito com a família

🕑 Fazer uma longa caminhada pela vizinhança de manhã
29

🕑 Churrasco em família

✅ Atualizar perfil nas redes sociais
30

✅ Verificar se todas as contas do mês foram pagas
31

✅ Revisar o mês que está acabando e quais foram os marcos, projetos concluídos e aprendizados

 

Linkagem de domingo

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Algumas vezes, eu gosto de reunir alguns posts, vídeos e notícias que li ao longo da semana e que achei que seria legal compartilhar com vocês.

Boa semana para vocês!

Minha checklist diária

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Um tema que frequentemente as pessoas me pedem para escrever aqui no blog é sobre como eu utilizo checklists. Para quem está chegando no blog agora, eu utilizo um método chamado GTD, que é um método de produtividade, portanto meu uso de checklists se baseia nas recomendações do método. Veja o post onde escrevi sobre isso: o uso de checklists no GTD.

Hoje vou falar sobre a minha checklist diária. Pretendo fazer posts sobre as outras checklists que uso. Não coloquei todas em um único post para ele não ficar grande demais.

É importante dizer que é uma checklist pessoal que atende as minhas necessidades do momento. Faço modificações sempre que sinto que preciso. Amanhã ela pode estar diferente.

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Atualmente, mantenho todas as minhas checklists no Todoist.

Lembrando que checklists não são listas de tarefas, mas listas de verificação. Que eu tenho que checar para verificar se aquilo que eu normalmente já faço em piloto automático foi realmente feito, e não para lembrar de fazer coisas. Se eu tenho que lembrar, se são lembretes, são ações, e então devem entrar em outro tipo de listas. Esse conceito é chave.

Minha checklist diária no Todoist

checklist-diaria

Quero esclarecer para vocês porque às vezes posto coisas do meu sistema em inglês. Estou treinando meu idioma, então para mim é importante trazê-lo para o dia a dia. Vou traduzir o que está no print acima:

Daily é “Diariamente”.

“Light the fire!” é uma expressão que significa “acender o fogo”, no sentido de… vou explicar adiante! rs

“GTD: Engage” é “GTD: Engajar”.

“Daily recurring actions” são “ações recorrentes diárias”.

Em “Light the fire” eu coloco a minha rápida rotina matinal de quando começo a trabalhar, para entrar no clima. Já falei sobre ela aqui no blog. Vivo mudando os gatilhos que uso para entrar nesse modo: concentração, mas ela sempre está presente.

Em “Gtd: Engage” eu listo as recomendações do GTD para a execução. São elas: verificar meu calendário, depois o tickler, depois as ações com prazo no Todoist. Depois trabalhar nas listas de ações de acordo com o contextos, tempo e energia disponíveis. Analisar prioridades (horizontes de foco) e as três naturezas do trabalho. Isso é um resumo em segundos do passo 5 (engajar) do método GTD.

Em “Daily recurring actions” eu separo as rotinas pelos períodos do dia, como se fossem rotinas, e aí uso emojis porque a ferramenta permite isso e deixa eu usá-la como se fosse um bullet journal virtual. 🙂

checklist-daily-emojis

Ao final de cada período, dou uma verificada em cada lista para ver se fiz tudo e, se faltou algo, dou uma dedicada de tempo para fazer e passar tranquila para o próximo. Funciona muito bem. E aí vem a importância de só ter aqui aquilo que realmente precisa ser feito, não “lista de desejos”. Eu até tenho algumas coisas que coloco assim: “se der tempo”. Mas elas estão bastante diferenciadas das que sei que são necessárias fazer todos os dias.

Manhã

  • Tomar meus remédios em jejum
  • Meditar
  • Tomar café-da-manhã decente
  • Recolher cocôs dos cachorros, colocar comida, limpar quintal
  • Ver a previsão do tempo
  • Processar caixa de entrada física
  • Ver horários da academia
  • Trabalhar em alguns posts do blog

Tarde

  • Processar e-mails pessoais
  • Processar e-mails profissionais
  • Gerenciar inscrições dos cursos do blog
  • Responder comentários do blog
  • Administrar Facebook: grupos, fan pages
  • Abastecer papéis nos banheiros, trocar lixeiras
  • Gerenciar roupas para lavar ou recolher do varal
  • Se der tempo: Checar novidades no GTD Connect
  • Se der tempo: Ler meus feeds
  • Se estiver em casa: Agitar janta
  • Processar novamente e-mails pessoais
  • Processar novamente e-mails profissionais
  • Se der tempo: Processar novamente a caixa de entrada física
  • Verificar agenda para amanhã

Noite

  • Guardar o que estiver fora do lugar
  • Dar uma geral nas pias
  • Verificar materiais do filhote
  • Se der tempo: Separar roupa para amanhã

Espero que este post tenha clareado um pouco como uso minha checklist diária. Lembrando que eu disse acima: não são lembretes! Se você precisa ser lembrada(o) do que está em uma dessas listas, é melhor colocar de oura forma – talvez em uma lista de ações ou em seu calendário (veja aqui o que vai em um ou em outro).

Até a próxima!

Aprenda GTD: Passo 4 – Refletir

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Você encontra toda a referência sobre o aprendizado do método GTD nesta página.

No post de hoje, vamos falar sobre o quarto passo do GTD, que é o refletir. Quando falamos sobre passos, estamos falando sobre hábitos. Leia este texto para uma compreensão melhor deste entendimento.

No caso do passo quatro, isso é muito real, porque de nada adianta você organizar as suas informações se você não revisá-las com frequência. Elas ficarão desatualizadas e você perderá a noção do que é prioridade. O David mesmo costuma dizer que sabe quem usa GTD pelo hábito de fazer ou não a revisão semanal, uma das revisões mais importantes.

A revisão semanal

A revisão semanal é um comportamento crítico para tornar seu sistema integrado, atualizado e refletindo suas prioridades.

Uma vez por semana, você deverá dedicar um tempo para revisar o seu sistema. O David sugere 11 passos em um tutorial didático com o que deve ser feito:

Parte 1 da revisão semanal: Esclareça

A ideia aqui é lavar a louça antes de começar a cozinhar – deixar o cenário limpo para começar a trabalhar.

Colete papéis perdidos e materiais diversos. Coloque em sua caixa de entrada tudo o que estiver espalhado por aí, na sua bolsa, mochila, notas de reuniões.

Processe sua caixa de entrada. Esclareça todos os itens que estiverem em sua caixa de entrada, incluindo e-mails e correios de voz. Se você estiver começando no GTD ou não tiver o hábito de processar sua caixa de entrada diariamente, ela poderá estar enorme aqui. Nesse caso, processe (excepcionalmente) o que será útil em sua revisão semanal, mas comprometa-se a processar o resto nos próximos dias e estabelecer o hábito diário para que isso não aconteça novamente. Quando for um hábito, a ideia é que você tenha aqui nesse momento da revisão semanal apenas as pendências de um dia para o outro, ou no máximo de 48 horas antes.

Esvazie sua mente. Além de tudo o que você processou, será que falta capturar alguma coisa que esteja na sua mente para permitir que você tenha completa atenção à revisão que virá na sequência? Existe alguma coisa te preocupando? Capture e esclareça.

Parte 2 da revisão semanal: Atualize-se

Esta parte é o supra-sumo da revisão semanal.

Revise sua lista de próximas ações. Marque ações como concluídas (às vezes as coisas acontecem tão rápido que a gente nem marca que concluiu algo no nosso sistema), mova algumas para “algum dia / talvez”, verifique se algumas ações não fazem parte de algo maior (um projeto?), se algo pode ser delegado ou mesmo deletado. As ações estão claras? Elas mostram claramente o que deve ser feito, sem obstruções? Sua lista de próximas ações deve representar o cenário que você quer ver quando for executar o seu trabalho.

Revise seu calendário anterior. Do dia de hoje para trás, se você analisar o seu calendário, ficou alguma coisa pendente? Revise os dias que passaram para ver se se lembra de algo. “Ah, esse compromisso me lembra de __________”.

Revise seu calendário futuro. Veja o que está por vir, a curto e longo prazo. Há alguma providência que você já pode tomar com relação a eventos vindouros? O que te deixaria tranquilo com relação aos prazos e outros eventos no seu calendário? Viagens, conferências, reuniões, feriados etc. Será que algo ali não viraria um projeto? Ou demandaria uma próxima ação?

Revise a sua lista de aguardando resposta. Precisa cobrar alguém? Marque aquilo que já foi concluído, agrupe itens que precisam ser cobrados de uma mesma pessoa (demandaria um telefonema? uma reunião, talvez?). Identificou alguma próxima ação?

Revise seus projetos e resultados maiores. Avalie o status dos seus projetos em andamento, objetivos e resultados desejados, um por um, e garanta que todos tenham ao menos uma próxima ação definida. Algum projeto poderia ir para a lista de ?algum dia / talvez”? Algum projeto precisa de mais planejamento? Verifique todos os planos de projetos, materiais de suporte e materiais relacionados para identificar próximas ações, itens para o calendário e que estão aguardando resposta. Lembre-se: é para revisar os projetos, não para trabalhar neles.

Revise quaisquer checklists relevantes. Tem alguma coisa que você deveria ter feito, que ainda não fez, e que demanda algum tipo de ação, de acordo com tudo o que você está engajado, de acordo com seus interesses ou responsabilidades? Por exemplo, se você tiver uma checklist com tudo o que costuma levar em uma mala em uma viagem internacional e você tem uma viagem internacional se aproximando, está tudo certinho ou você identificou uma próxima ação? Outro exemplo: você pode ter uma checklist com tudo o que precisa limpar mensalmente na sua casa. Já fez tudo o que deveria este mês ou falta alguma coisa? Defina próximas ações.

Parte 3 da revisão semanal: Seja criativo

A revisão semanal não trata apenas de obrigações. Ela pode desencadear alguns dos projetos mais criativos da sua vida.

Revise a lista de algum dia / talvez. Cheque se há quaisquer projetos que podem ter se tornado interessantes trabalhar agora ou que de repente você possa ter disponibilidade para abrigá-los em sua vida. Delete aqueles que não fazem mais sentido. Adicione outras ideias que surgiram e que podem ser interessantes no futuro. Você também pode inserir aqui projetos que poderão estar em andamento no futuro, mas não estão agora.

Seja criativo e corajoso. Será que existe alguma ideia meio louca, nova, maravilhosa, criativa, que surgiu até você recentemente? Algo que você nunca tinha pensado antes? Não a deixe escapar. Pergunte-se sempre: por que não?

Você pode reservar de uma a duas horas por semana para essa revisão, mas ela pode durar mais ou pode durar menos, de acordo com a sua disponibilidade. O que não pode é deixar de fazer “porque teve um imprevisto”. Se teve um imprevisto, faça antes ou depois, mas não deixe de fazer, senão todo o seu sistema ficará desatualizado.

Um bom dia para se fazer é na sexta pela manhã, pois você vem de uma semana fresquinha na sua cabeça e ainda tem a parte da tarde para resolver pendências. Muitas pessoas gostam de fazer aos finais de semana ou na segunda-feira cedo. Não tem dia certo – a recomendação é que você escolha apenas o melhor horário que tem menos chance de ser interrompido.

Algumas pessoas que ficam bastante tempo em trânsito gostam de aproveitar esse período para as revisões. Viajando de avião ou ônibus fretado, por exemplo. Qualquer que seja seu estilo de vida, você deve encontrar tempo para esse reagrupamento semanal.

Outras revisões

As revisões acontecem sempre, assim como você olha o seu celular várias vezes ao dia ou revisa o cesto de roupa suja algumas vezes durante a semana. Você não revisa tudo o tempo todo. Depende da função.

A revisão diária acontece a todo momento que você olha seu sistema para escolher no que pretende se engajar nesse momento. Isso vai ficar mais claro quando falarmos sobre o passo 5 – engajar.

Você pode realizar revisões mensais, trimestrais (sazonais), anuais no GTD. Pode revisar o que quiser quando quiser. O David diz muito: “O que está chamando a sua atenção? E o que é necessário para tirar isso da sua mente?” Muitas vezes, é sentar e pensar sobre aquele assunto, focado naquilo. Isso é refletir.

O foco da revisão semanal é revisar o seu sistema, mas especialmente acompanhar o andamento dos seus projetos. O David recomenda o seguinte nível de revisão para os diferentes horizontes:

Térreo – Calendário e ações
Quando eu tenho que saber o que tenho que fazer hoje
Comum: Todos os dias

Horizonte 1 – Projetos
Quando eu quero revisar os resultados que quero alcançar em curto prazo
Comum: Toda semana

Horizonte 2 – Áreas de foco e responsabilidade
Quando eu quero garantir equilíbrio
Comum: Mensalmente

Horizonte 3 – Metas e objetivos
Quando eu quero garantir que estou no caminho certo para alcançar aquilo que eu quero
Comum: Sazonalmente

Horizonte 4 – Visão
Quando eu preciso de inspiração e direção a longo prazo:
Comum: Anualmente

Horizonte 5 – Propósito e princípios
Quando eu tenho grandes decisões a tomar
Comum: Anualmente

Mas vejam que, apesar de ter uma recomendação comum de revisão, você pode revisar de acordo com as situações as quais os horizontes servem.

Revisar x Planejar

Revisar é analisar o todo. Planejar é pegar essa revisão e tomar providências, buscar se antecipar, ver como fará cada coisa.

A partir das suas revisões, você pode planejar o seu dia, a sua semana, o seu mês, o seu trimestre, o seu ano. O David Allen não apresenta um modelo fechado sobre como fazer isso. A chave sempre estará, segundo ele, nas revisões. Se você revisar o seu sistema adequadamente e identificar ações, projetos, objetivos etc, de certa forma você estará se planejando.

Por exemplo: se for quinta-feira, 9:22 da manhã, e você estiver no trabalho – como você “escolhe” o que você vai fazer? É isso o que a gente vai ver no passo 5 – engajar.

A Vida Organizada e a gestão de documentos

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Recebi com grande satisfação e orgulho o convite da Thais Godinho para utilizar este espaço tão conceituado do Vida Organizada e compartilhar eventualmente com seus milhares de seguidores algo sobre o tema ao qual me dedico há mais de duas décadas: Quais as melhores maneiras de lidar com a informação que produzimos e acumulamos.

Desejo que minha singela contribuição ajude a linkar este tema a este vigoroso movimento encabeçado pela Thais, reforçando a convicção de que os hábitos organizados são fundamentais para o alcance de uma vida mais produtiva e mais feliz.

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Por que precisamos dos Arquivos?

Os documentos fazem parte de nossa vida desde que nascemos, e nos acompanharão até o final da jornada. Ainda que seu formato se modifique com o tempo, e o suporte papel venha cedendo lugar ao digital, parece inconcebível uma vida sem registros documentais.

Ao longo de nossa existência e da vida em sociedade, inevitavelmente realizamos atividades e ações que resultam na produção de documentos de formatos os mais diversos. Os arquivos surgem basicamente porque informações contidas nestes documentos precisam ser, em algum momento, resgatadas.

O resgate destas informações é fundamental para que possamos tomar decisões, garantir direitos, evitar repetir experiências mal sucedidas e, em última análise, ajudar a contar a história de cada indivíduo, instituição ou comunidade.

Como evitar o “Arquivo Morto”?

Não basta, no entanto, acumular documentos. É preciso administrar esta massa de informações que a cada dia torna-se mais volumosa e diversificada, de tal forma que garanta que todas as informações estarão disponíveis e íntegras rapidamente quando necessárias.

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Para garantir que os arquivos cumpram este papel, e não se transformem em depósitos de utilidade duvidosa, ocupando cada vez mais espaço (físico ou virtual), é preciso assumir o controle sobre a produção/acúmulo, a guarda e a destinação final dos documentos, de modo que os documentos entrem na nossa vida – se forem importantes – sejam mantidos da forma adequada e por tempo determinado, e sejam descartados quando se tornarem desnecessários.

É a chamada Gestão de Documentos, um processo que se constitui de duas ferramentas principais:

Um Plano de Classificação, um mapa que posiciona cada conjunto documental dentro da estrutura que o produziu, da atividade que o gerou, e que define sua função e importância na vida daquela pessoa, daquela família ou daquela empresa.

Uma Tabela de Temporalidade, onde se defina o tempo de permanência de cada documento no arquivo, e a sua destinação final, que pode ser a eliminação ou a guarda permanente.

Nos próximos encontros pretendo conversar um pouco sobre cada uma destas ferramentas. Espero que você esteja por aqui.

Enquanto isso, que tal me dizer como lida com seus arquivos? Vou adorar saber!

Um grande abraço!

Tadeu Motta é historiador, Especialista em Organização de Arquivos, Designer de Interiores e Personal Organizer, proprietário d’O Organizador e estará sábado agora em São Paulo ministrando um curso incrível (que eu já fiz e recomendo – leia aqui!). Clique abaixo para saber mais. Ele escreverá mensalmente no Vida Organizada sobre gestão documental. Seja benvindo, Tadeu!

 

Montando a sua biblioteca pessoal

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Um dos temas que eu mais gosto de falar é sobre livros. E hoje eu gostaria de escrever sobre biblioteca pessoal, que seria o acervo que cada pessoa se propõe a ter em casa (ou no escritório) de livros de interesse. Eu comecei a pensar sobre esse assunto quando percebi que estava comprando muitos livros e que, na verdade, alguns eu não precisava ter em formato físico. Essa percepção é muito legal e é fruto da abertura do nosso mercado para livros digitais. Eu até cheguei a postar aqui no blog um texto sobre critérios que tenho usado para a compra de livros, e hoje quero aprofundar aquela ideia falando sobre biblioteca pessoal. Porque, afinal, quais são os livros que você quer ter em seu acervo? E é nisso que eu quero que você pense: sua biblioteca é um acervo. O que ele vai refletir?

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Seria muito fácil para mim falar para você ter em seu acervo apenas os clássicos da literatura, sendo que o conceito de “clássicos” pode variar de uma pessoa para outra. Mesmo dentro da categoria “clássicos” você pode ter gêneros que gosta mais do que outros e, enquanto você adora “Crime e castigo”, pode detestar “Dom Quixote”. Por isso, eu penso que montar uma biblioteca pessoal é muito mais uma questão de auto-conhecimento que algo que você encontra acessando listas dos 100 mais clássicos na Internet, apesar de elas serem um bom ponto de partida. O que a gente está buscando aqui, então, são quais são os clássicos para você.

E aí eu acredito que o primeiro passo seja você ter consciência dos seus gêneros preferidos, e isso não tem jeito – quais são seus interesses? Quais são os assuntos que você mais ama no universo? A essa altura do campeonato, você já deve ter algumas pistas. Se você adora Harry Potter, As Crônicas de Gelo e Fogo e O Senhor dos Anéis, a chance de gostar de outros títulos do universo fantástico é enorme. Analise sua estante de livros hoje. O que você vê? Quais são os títulos que você mais gosta? Quais foram os livros que você mais gostou quando leu?

E outra: você pode até mesmo perceber que não gosta de gêneros literários, mas de não-ficção. Livros de Direito, História, Informática. Só que isso pode te dar uma indicação legal do que você pode vir a gostar. Por exemplo, quem gosta de Matemática pode se interessar pela biografia de físicos e matemáticos famosos, por outros gêneros científicos, por livros de ficção científica, enfim, expandir ainda mais de acordo com os seus interesses.

E aí, onde eu quero chegar é no seguinte: descobrindo tais gêneros, você vai atrás dos clássicos desse gênero. E, ao descobrir os clássicos, você descobrirá os autores. Olha que legal. Dentro dos clássicos, o que por si só já é legal porque, ao ler os clássicos, você vai descobrir porque eles são referência dentro daquele gênero – você vai descobrir que autor se identifica mais, gosta mais. E aí pode ir atrás de outros livros desse mesmo autor. Também descobrirá, veja que bacana: outros autores que tenham a mesma linha de pensamento, estilo de escrita, escola, daquele mesmo autor. E vai atrás deles. A ramificação é sensacional e depende exclusivamente dos seus interesses pessoais, não de uma lista padrão, veja você.

A vida é um conjunto de anos que você pode dedicar à construção dessa biblioteca e à leitura dessas obras que vão, além de tudo, ajudar a construir você como pessoa porque, se você gosta de ler, já deve ter percebido que a coisa é uma via de mão dupla: você escolhe ler o livro e o livro pode influenciar em muitos aspectos da sua vida naquele momento e dali para a frente, como se trabalhasse na construção da sua personalidade e dos seus dias (e quem sabe não seja isso mesmo?). Portanto, ao construir uma biblioteca pessoal, o que você na verdade está fazendo é montar uma estante de diários escritos por terceiros – fazendo uma curadoria daquilo que reflete a sua vida mas, ao mesmo tempo, tem coisas ali que você ainda nem leu. Que louco, não?

E leve em conta também que não é necessário ter pressa para ler todos esses livros. Eu costumo dizer que existe a hora certa para ler cada livro na nossa vida. Cada livro é uma oportunidade, uma aventura. Vale muito mais a pena uma estante cheia de livros não lidos que uma cheia de livros lidos, já datados, já consumidos. (Veja aqui o conceito sensacional do Umberto Eco sobre “antibiblioteca” – vale a leitura!). Ah, e tem outra também: você nunca relê um mesmo livro. Porque o livro que você lê quando tem 15 anos vai ter um entendimento diferente de quando você tiver 35. Vai por mim. E pode ser que, com 35, você o considere realmente um clássico. Ou resolva que não é, e dê de presente para outra pessoa. Mas aí que está a magia da coisa toda: a sua biblioteca pessoal nunca será uma coisa estática. Ela é um organismo vivo. Sempre em construção, sempre em movimento. Como você.

Google agora encontra tempo na agenda para que você trabalhe em seus objetivos

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Apenas para as versões de celular e tablet no momento (em breve deveremos ter para a versão web e desktop), no Google Agenda podemos inserir compromissos relacionados às nossas metas e objetivos.

Ao criar um compromisso, o aplicativo perguntará se se trata de um evento, lembrete ou meta. Se você clicar em meta, aparecerão algumas opções como: exercícios, aprender algo novo, amigos e família, tempo só para mim e organizar minha vida. E, clicando em cada um desses, abre um leque de escolhas. Por exemplo, se eu clicar em “Organizar minha vida”, aparecem: “Planejar o dia,”, “Limpar”, “Realizar tarefas diárias” e “Personalizar”, onde você consegue customizar qual a meta relacionada.

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Se eu selecionar uma dessas atividades, o app vai me perguntar com que frequência em quero realizá-la. Uma vez por semana? Duas? Todos os dias? E depois: Por quanto tempo? 15, 30, 60 minutos? Ele também pergunta se o melhor horário é pela manhã, à tarde ou à noite. Ao selecionar todas essas configurações, o Google automaticamente escolherá os melhores dias na sua agenda para realizar essa meta – e tudo pode ser ajustado por você depois, claro.

Apesar de ser relacionado a metas, eu achei que tem mais a ver com hábitos. Fica aí a dica de mais um recurso para quem utiliza a agenda do Google então.

Rotina diária para cuidados com mente, corpo e espírito

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Atitudes muito simples que você pode fazer todos os dias para trazer mais significado à sua vida:

Manhã

Sente-se na cama, feche os olhos e preste atenção ao ritmo da sua respiração durante 5 minutos.

Beba um copo de água morna com limão ainda em jejum.

Chegue ao trabalho com a firma convicção: “Eu vou proteger a minha mente”.

Ajuste sua cadeira no escritório para que o computador fique na altura dos olhos, seus pés fiquem plantados no chão e seus cotovelos apoiados na mesa.

Tarde

Agradeça pela oportunidade de almoçar.

Almoce prestando atenção na comida. Não mexa no celular e não fale muito enquanto estiver mastigando.

Faça uma caminhada de 10 a 15 minutos ao ar livre para garantir sua dose diária de vitamina D.

Noite

Faça uma esfoliação corporal antes do banho utilizando uma bucha vegetal.

Faça algo que você realmente goste, sem distrações, durante 30 minutos.

Procure não usar celular, tablet ou computador até uma hora antes de ir dormir.

Tenha um bom dia. 🙂

Esta semana

O que fazer quando você tem 40 anos e ainda não...

Se você chegou na casa dos 40 sem ter pensado nadinha no período da sua aposentadoria, em algum momento já deve ter percebido que poderia...

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