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O que eu aprendi sobre produtividade com Tim Ferriss: parte 4

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Sei que estou em dívida com vocês com relação a esta série. Apesar de não ter escrito a respeito, tenho revivido muitos dos ensinamentos do Tim deste livro no meu dia a dia. Eu estava bastante ocupada e trabalhando em muitos projetos quando resolvi que seria necessário tomar uma atitude antes que a atitude fosse tomada pelo meu corpo ou por outras situações ao meu redor. Portanto, o post de hoje é para falar exclusivamente sobre produtividade e qual a visão do Tim sobre o assunto.

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Tim Ferriss é autor do livro “Trabalhe quatro horas por semana”.

O Tim comenta em um determinado capítulo do livro que a gente deveria esquecer tudo o que a gente aprendeu até então sobre produtividade. Ele diz que podemos nos tornar especialistas em embaralhar pastinhas e batucar o teclado do computador apenas para disfarçar que não estamos sendo produtivos, mas apenas ocupados. Aliás, fazer a si mesmo/a essa pergunta ao longo do dia ajuda bastante a manter a produtividade: você está sendo produtivo ou está apenas ocupado?

Isso tem tudo a ver com a execução no GTD, que diz que precisamos fazer as coisas com significado. Fazer apenas por fazer não faz diferença alguma. Todo mundo consegue executar com uma lista na mão.

O Tim propôe o seguinte desafio: se o seu médico te disser que você vai ter um infarto e só pode trabalhar quatro horas por dia (meio expediente), o que você priorizaria? Certamente, você conseguiria dar conta de tudo o que era mais importante e precisaria fazer. O que ficou de fora foi simplesmente resultado da sua priorização.

Agora, e se alguém colocar uma arma na sua cabeça e disser que você pode trabalhar apenas duas horas por dia? O que você faria? Sim, você também conseguiria priorizar. Essa “mágica” vem do princípio de Paretto, que afirma que 80% dos nossos resultados vêm de 20% dos nossos esforços. Quem curte o assunto produtividade gosta de executar, mas será que o que está sendo executado era realmente a prioridade ou você está executando um montão de coisas que não importam para disfarçar aquela coisa mais importante que você não está fazendo?

E outra: não é para aumentar a quantidade de coisas que você está fazendo, mas diminuir! A visão do Tim sobre o trabalho é que a gente possa automatizá-lo da melhor forma possível. O livro todo é sobre isso. É sobre como você consegue ganhar dinheiro, trabalhar de forma suficiente e viver a vida – em vez de esperar para fazer isso na aposentadoria. Não foi a toa que o livro ficou na lista dos mais vendidos do NY Times durante tanto tempo e o Tim virou uma espécie de guru da produtividade no mundo inteiro.

Voltando ao princípio de Paretto, aplique ao seu dia a dia perguntando-se:

  • Quais são os 20% do meu trabalho responsáveis pelos 80% dos meus resultados?
  • Quais são os 20% das causas responsáveis por 80% da minha infelicidade?

Isso se aplica a clientes, colegas de trabalho, projetos e atividades pessoais da nossa vida. Faça uma reflexão a respeito. Pare de investir seu tempo em atividades que não trazem qualquer resultado (vale lembrar que descansar e se sentir bem também são resultados! revise seu conceito de utilidade). Ser seletivo e fazer menos coisas é o caminho da produtividade.

Falta de tempo é apenas falta de prioridades. Priorizar é gerenciar seu tempo.

Alguns aforismos:

  • “Noventa e nove por cento das pessoas no mundo estão convencidas de que são incapazes de conquistar coisas grandes, de modo que passam a objetivar coisas medíocres.”
  • “O oposto da felicidade é o tédio.”
  • “Amanhã vira nunca.”
  • “As ações mais importantes nunca são confortáveis.”
  • “Não se trata de aumento diário, mas de perda diária.”
  • “Fazer bem algo desimportante não o torna importante.”
  • “A maior parte das coisas não faz diferença nenhuma.”

Gostaria de falar também sobre outro conceito que ele explora no livro, que é a Lei de Parkinson. Não, não tem a ver com a doença – é outro Parkinson. Basicamente, a Lei de Parkinson diz que a gente desperdiça tempo porque tem muito tempo disponível. Uma tarefa aumentará de importância e de complexidade em relação ao tempo alocado para sua realização. É o que o cômico John Perry fala em seu livro “A arte da procrastinação”: não é que o procrastinador não faz as coisas, mas ele deixa para a última hora porque sabe, no fundo, que ele não precisa investir tanto tempo naquela atividade.

Especialmente quem curte organização pode ter a tendência de planejar demais porque gosta de planejar e fazer as coisas com antecedência. Eu, por ser autora do blog Vida Organizada, adoro trabalhar com antecedência e tranquilidade. Porém, é preciso avaliar se você não está apenas perdendo tempo. Não é para deixar para a última hora, mas executar as ações como se fosse a última hora – sem perder tempo. Se você cortar todas as suas atividades e manter apenas o essencial, ainda vai restar bastante coisa. Porém, por que ainda assim deixamos de fazer o essencial no nosso dia a dia e fazemos tais outras coisas? Encurte seus prazos para forçar uma concentração maior e evitar a procrastinação.

A recomendação do Tim é: identifique as poucas tarefas críticas que contribuem para a maior parte da sua renda e planeje realizá-las com um prazo bem curto e bem definido. Não invente coisas para evitar fazer o que realmente importa. Ou seja: definir o que você deve fazer é tão importante quanto definir o que você não deve fazer.

No GTD, fazemos a revisão dos nossos projetos semanalmente. Para integrar esse conceito ao que o Tim ensina, faça o seguinte (é como estou fazendo e recomendo no momento): revise seus projetos e determine aqueles que você pretende concluir na próxima semana (sua prioridade). Ao analisar as próximas ações dos seus projetos, verifique quais são aquelas que você fará ao longo da semana também. Todos os dias, veja sua lista de tarefas para o dia seguinte e priorize-as. No “dia seguinte”, apenas trabalhe nelas da forma mais produtiva possível.

No próximo post eu vou falar sobre como lidar no dia a dia com notícias, acontecimentos do mundo, leituras, interrupções e a arte de dizer não segundo o Tim. Até lá!

Como ajudar o Brasil no seu dia a dia

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As manifestações de ontem mostraram que muitos brasileiros estão dispostos e com força de vontade para ajudar o Brasil a ser um país melhor. O que podemos fazer além das manifestações? Resolvi escrever um post sobre isso porque acredito que tem muito de a gente se organizar no dia a dia para fazer as coisas acontecerem. Seguem dicas:

  • Estude História. Eu sempre amei estudar História e ouvia muitos colegas de classe questionando os professores sobre a importância de estudar a disciplina. Bem, é o conhecimento de quem somos, de onde viemos e para onde podemos ir, se não aprendermos com as experiências anteriores. A história não se repete, mas pode caminhar em um rumo muito esquisito se não nos interessarmos por ela, pois perdemos a autonomia de pensamento. A história do Brasil e do mundo tem muito a nos ensinar. Vale a pena ler sobre a formação do Brasil colonial, para entender como nosso país chegou onde está agora, sobre o Império e, principalmente, sobre o período mais conturbado do país, que foi a época da ditadura militar.
  • Saiba em quem você está votando. Pesquise sobre os candidatos e faça escolhas conscientes (ou seja, que você sabe o que está fazendo). E, depois disso, acompanhe os resultados das suas escolhas. O que o deputado está fazendo? O que o governador ou o prefeito estão fazendo? E os senadores? E a presidente? Contate essas pessoas. É claro que a presidente ou o governador não responderão pessoalmente seus e-mails, mas é provável que os deputados, senadores e sub-prefeitos até consigam. Por incrível que pareça, mesmo o melhor profissional do mundo não sabe o que fazer às vezes, e receber um feedback de fora, especialmente de um cidadão consciente, pode ser uma luz no caminho. Ajude ativamente.
  • Seja honesto/a no seu dia a dia. Isso inclui as mais variadas atitudes – desde ser ético em ambiente de trabalho até declarar o imposto de renda direitinho, devolver a carteira que você encontrou na rua ou não oferecer propina ao policial que te para depois da balada.
  • Se você sentir que tem vocação e gostaria de ir além, pesquise sobre cargos políticos. Você não precisa almejar ser presidente, mas pode ajudar muito auxiliando pessoas que trabalhem com isso. Visite a sub-prefeitura de sua cidade. O que você pode fazer lá? Será que haverá algum evento para crianças, por exemplo, onde você poderia ajudar de alguma maneira, nem que seja divulgando para os seus amigos? Existe uma praça abandonada que você pode ajudar a conseguir patrocínio para restaurar? Sim, tudo isso é obrigação do Governo, eu concordo. Porém, se o Governo não a cumpre, por milhões de razões, vamos deixar como está? O que é mais importante: ver o Governo “se ferrar” para provar que minhas críticas estão certas ou ajudar o próximo?
  • Ajude as pessoas. Qualquer um sempre tem condições de ajudar alguém em uma situação pior. O que você poderia fazer hoje para ajudar alguém, o mínimo que seja? Procure por ONGs em sua cidade, faça trabalho voluntário. O Governo não atende todas as pessoas que precisam, mas elas continuam precisando de assistência. Ajude como puder. Um pouco que você fizer já será melhor do que não ajudar de maneira nenhuma.
  • Eduque seus filhos de maneira consciente, para que eles sejam seres pensantes, trabalhem de maneira significativa e respeitem as pessoas.
  • Tome uma atitude sempre que se incomodar com alguma coisa, mas busque os meios certos para fazer isso. O metrô está lotado? Não adianta xingar a presidente no Facebook. A água está acabando? Não adianta reclamar sobre o governador com o melhor amigo. Busque informações, entre em contato com as autoridades, informe-se sobre o tema, veja o que pode ser feito para ajudar.
  • Não alimente a violência verbal e/ou física. Isso não gera uma vibe legal para ninguém e não ajuda em nada também.
  • Trabalhe por você, pela sua família, pelo seu bairro, pela sua cidade, pelo mundo. Não fique de braços cruzados. Seja um bom trabalhador para prosperar e gerar mais empregos ou ajudar outras pessoas a empreenderem.

Hoje é segunda-feira. O que você está fazendo?

Encontrando seu estilo de decoração e como isso influencia na organização da casa

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Não sou arquiteta nem designer de interiores – apenas adoro o assunto decoração e pesquiso sobre isso para postar aqui. Logo, leitores do ramo, se eu falar qualquer besteira, fiquem à vontade para me corrigir nos comentários. 🙂

Imagem: Binti Home
Imagem: Binti Home

Eu venho pensando no assunto “estilo de decoração” desde que conheci o blog da Nicole, Making it lovely (em inglês), por volta de 2009. Na época, achava o estilo dela tão formado, tão certinho, que anseava por encontrar o meu estilo de decoração para casa também. E por quê? Bem, nos últimos quatro anos, nossa família teve cinco casas diferentes. Nesse meio tempo, eu percebi algumas coisas com relação à decoração e ao por que é legal encontrar seu próprio estilo para decorar:

  • Não dá para ficar fazendo aquisições permanentes caras para o imóvel que você mora de aluguel, a não ser que isso seja descontado no valor mensal. Mas, mesmo assim, acho que isso só vale para aquisições práticas, como instalar as portas do box, por exemplo, ou fechar a varanda com vidro. Não vale a pena, por exemplo, trocar o piso ou instalar um painel de parede que vai servir somente nessa residência. Porém, aquisições precisam ser feitas. Como saber no que investir e no que não investir?
  • Ter um estilo de decoração pode ajudar você a fazer boas compras para a sua casa, assim como saber o que pode ser comprado “mais baratinho” (ou sem ser um investimento). Você sabe seu estilo e pode comprar uma cadeira que tenha a ver com ele, fazendo um investimento, pois poderá tê-la para sempre com você, mesmo se mudar de casa muitas vezes. Você não precisa pagar caro por um guarda-roupa, por exemplo, que pode precisar ser vendido quando você se mudar e já tiver um guarda-roupa embutido no local. Como saber quais são esses objetos que você vai querer para sempre?

Eu notei também que, enquanto eu não tinha um estilo de decoração muito definido, ficava mais confusa ao fazer compras para a minha casa. Eu acabava comprando algo pelo meu gosto pessoal mas nem sempre um objeto combinava com o outro e mesmo a mistura de estilos tem que ter uma ordenação para ficar legal. Tinha muita coisa que eu achava linda também mas que, na prática, não tinha nada a ver comigo. Eu estava perdida.

A utilidade real do Pinterest

No decorrer dos anos, então, eu fiquei em busca do meu estilo de decoração, observando o que eu gostava mais e tendo isso como referência. O Pinterest foi muito útil porque, quando você começa a alimentar seu canal com bastante conteúdo, aquilo vira um grande álbum de referências que você pode sempre consultar e se inspirar.

Então, quando eu pinava alguma imagem relacionada à decoração, eu me obrigava a pensar: Por que eu gosto desta imagem? É a disposição do sofá ou simplesmente as cores? Será que não é apenas a luz do ambiente que me agrada? Perguntas simples como essa me fizeram pensar sobre o que eu realmente gostava.

Deu muito certo porque comecei a ver que meu marido e eu tínhamos muitos gostos em comum (e várias coisas não, haha, mas faz parte). Então começamos a prestar atenção nessas referências que gostávamos em comum para pensarmos no que seria legal fazer em casa. Chegamos a algumas palavras-chave: industrial, rústico, urbano, contemporâneo, vintage. Alguns termos parecem se contradizer, mas de algum modo expressam o que consideramos nosso estilo de decoração preferido.

Imagem: The Grounds of Alexandria by nicoalaryjr
Imagem: The Grounds of Alexandria by nicoalaryjr

Isso também se reflete nos materiais que mais gostamos, que são: madeira, concreto, metais, vidro, tecidos naturais.

Imagem: Second Shout Out
Imagem: Second Shout Out

Além dos materiais, observamos também as cores que mais gostávamos quando compramos alguma coisa para a nossa casa: preto, branco, cinza, metais no geral, tons terrosos.

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Com base nessas informações, começamos a apurar melhor o que gostaríamos de fazer e ter em casa. Isso foi bom para não comprarmos e gastarmos dinheiro à toa. Também nos ajuda a ter um lar que nos agrade e nos deixe feliz.

Estou compartilhando isso com vocês porque notei que, depois que nosso estilo ficou claro para a gente, passamos a fazer aquisições mais certeiras e a economizar também, porque poderíamos buscar referências de transformações de objetos, por exemplo.  Recentemente, apliquei um papel contact de madeira na minha mesa do escritório e aproveitei para arrumá-la com alguns itens que eu já tinha e que expressam bem o que eu sou hoje.

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Tirando o papel contact que precisei comprar e paguei R$13,90 pelo rolo na Kalunga, todo o resto eu já tinha. Eu simplesmente precisava apenas “me encontrar” e passar a usar melhor os meus objetos. Ali no canto superior esquerdo da mesa vocês podem ver um cestinho de metal com os roteadores de Internet dentro. Sabem o que era isso? Um cesto para produtos de banho, que eu comprei há uns quatro anos.

E não é para sair comprando e gastando só porque descobriu seu estilo de decoração. Não! A ideia é que, sempre que você precisar comprar algo, agora você tem uma referência e a escolha fica mais fácil, mais certeira. Além disso, quando você precisar encontrar soluções diversas (como eu precisei para organizar os roteadores), ter um estilo pessoal pode te ajudar a reaproveitar objetos que você tem em sua própria casa e que provavelmente já foram comprados porque, no fundo, você sabe do que gosta.

E vale lembrar que a decoração da nossa casa expressa a nossa personalidade, assim como a expressamos nas roupas que usamos, por exemplo. Construir esse estilo pessoal é o trabalho de uma vida inteira mas, quando você sente que entrou no caminho certo, o restante fica mais tranquilo e direcionado. Eu me sinto à vontade no dia a dia porque sei que estou sendo autêntica até mesmo nessas coisas materiais do cotidiano.

E você, tem um estilo de decoração? Fale um pouco sobre a sua experiência nos comentários!

Testando o novo Kobo Aura H20, um e-reader à prova d’água (sim, você leu direito)

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Recebi há alguns dias como presente da Livraria Cultura o novo Kobo Aura H20. Para quem não sabe, o Kobo é um leitor de e-books, e essa nova versão é simplesmente… à prova d’água! Como assim, gente? Fiz a mesma pergunta mentalmente, mas eis como funciona:

O Kobo Aura H2O é o primeiro e-reader com design à prova de poeira e à prova d’água do Brasil (por até 30 minutos, sob 1m de água, com a tampa de vedação fechada), que você pode levar para a praia ou piscina sem precisar se preocupar. Se molhar ou derramar bebida sobre ele, ainda funcionará normalmente. Você pode secar com um pano e retomar a leitura. Quem mora em apartamento, frequenta muito a piscina ou vai à praia, já deve ter pensado que seria terrível se o e-reader molhasse e estragasse. Mesmo que o e-reader fique submerso, com esse novo Kobo nada vai acontecer. Achei meio incrível!

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Como vocês sabem, eu já tenho um Kindle simples, que foi o meu primeiro e-book. Sempre tive vontade de ter um Kobo para testar, além de ser da Livraria Cultura. <3 Quando o Kobo chegou, fiquei impressionada pela qualidade da imagem na tela. Apesar de ser em preto e branco (como a maioria dos e-readers), a resolução faz muita diferença. Pesquisei e descobri que ele tem uma tela diferente mesmo, com a tecnologia Tela Carta E-Ink HD.

Pois bem, tomei coragem e deixei ele deslizar para dentro de um balde água e, quando tirei, o resultado foi esse:

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Aparece uma mensagem dizendo que água foi identificada no aparelho, pedindo para limpar rapidamente. Eu fiz isso para tirar a foto, mas vocês podem ver a tela acima.

O novo Kobo Aura H20 pesa apenas 233g e possui capacidade para armazenar até 3 mil e-books (!), ou 30 mil (!!!), se você aumentar a capacidade com um cartão SD. Aliás, o fato de poder usar cartão SD é uma grande vantagem, se compararmos com outros modelos de e-readers.

A touchscreen desse novo Kobo é rápida como em um tablet, o que contou muitos pontos a favor. Não sei como era nos Kobos anteriores, mas achei bem rápida nesse modelo.

Outra característica que faz diferença é a luz interna, que não incomoda a vista e pode ser ajustada de acordo com o nível de luminosidade do ambiente. Se você não precisar, pode deixar totalmente sem luz, economizando ainda mais a bateria. Aliás, a bateria é um capítulo a parte – ele promete a duração de até 2 meses sem precisar carregar. Eu ainda não fiquei com ele todo esse tempo para postar aqui, mas vou comentando sobre a minha experiência nas redes sociais.

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Confira todas as vantagens incríveis do novo Kobo Aura H20 clicando aqui.

Eu acho que chegou o tempo que todos nós, bibliófilos de plantão, precisamos pensar em ter menos livros em casa e considerar o uso de um bom dispositivo desses como nosso aliado. Gosto de ter e ler livros físicos, mas percebo que muitos livros que eu tenho eu não precisaria ter em formato físico. É muito chato quando termino de ler um livro e não quero mantê-lo, porque tenho o leve trabalho de doar, dar de presente, vender ou trocar no Skoob Plus, por exemplo. Pode parecer mimimi mas, para quem compra e lê muito livro, gera um trabalhinho. É muito prático poder ter uma alternativa legal e de qualidade para armazenar e-books.

A organização que pretendo fazer com o Kobo será a seguinte: tenho um projeto de vida que é ler os grandes clássicos da literatura (obras de ficção). No geral, os livros que gosto de ter em formato físico são livros de não-ficção, que uso para estudar, grifar, estudar. Livros de ficção eu compro e leio uma, duas, três vezes, mas não interajo com o papel em si, mas com o texto. Por isso, vale a pena então utilizar o Kobo para os meus livros de ficção. É assim que pretendo me organizar daqui em diante.

Obrigada, Livraria Cultura, pelo super presente. <3 Agora vou atrás da minha capinha na loja para personalizá-lo e protegê-lo. Já estou apaixonada.

Para quem quiser adquirir o seu, a Livraria Cultura começa a vendê-lo hoje no site. Clique aqui para conferir.

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Como a meditação pode nos ajudar na conexão com nós mesmos e os outros

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Venho praticando meditação todos os dias há cerca de um ano e meio. Posso dizer sinceramente que aprender a meditar mudou a minha vida. Eu não alcancei a iluminação nem levitei (ao menos, literalmente!), mas é uma prática que faz parte do meu dia a dia e faz toda a diferença no meu estado mental para realizar minhas atividades.

A meditação nos ajuda nessa conexão com nós mesmos porque é um momento em que estamos sozinhos, prestando atenção em nosso corpo, respiração, pensamentos. Já encontrei soluções para problemas complexos e fiquei mais calma em algumas situações que achei que “não teria jeito”. Como meditação nos ajuda na concentração e a ter foco, e como ter essa consciência, essa execução com significado no dia a dia, tem tudo a ver com produtividade, é um tema que sempre acho valer a pena tratar no blog.

Veja como a meditação pode nos ajudar no dia a dia, de maneira prática:

Você encontra mais significado nas suas atividades

Qual é a sua motivação? Por que você levanta todos os dias de manhã para ir trabalhar? O que te mantém motivado/a ou criativo/a? A não ser que você esteja em um estado de consciência atento, você não tem como observar suas ações. A meditação traz a oportunidade de refletir sobre seus pensamentos e trazer foco, ou mesmo acalmar sua respiração para que você conheça melhor o ritmo do seu corpo. Você consegue se concentrar no momento presente, nem que seja por alguns poucos minutos. Em um mundo onde tudo é feito com tanta pressa, encontrar esse tempinho de grande significância no dia a dia é precioso.

Você diminui seu nível de estresse

Doenças como síndrome do pânico são simplesmente estados de alteração da respiração. O estresse também está associado ao ritmo que respiramos. Quando nos sentamos, fechamos os olhos e prestamos atenção em nossa respiração, nossa mente se acalma junto com o ritmo natural que respiramos. Mesmo as situações mais estressantes podem ser controladas com a atenção à respiração. Quando você se sentir nervoso/a ou ansioso/a, pare durante alguns minutos e simplesmente respire.

A meditação não precisa ser feita em um período específico do dia (apesar de algumas pessoas gostarem de meditar pela manhã ou antes de dormir) nem com uma determinada duração. Você pode fazer uma meditação a qualquer hora do dia, de um a cinco minutos, ou até mais, se quiser. um minuto de meditação já fará toda a diferença.

Você aprende a controlar suas emoções e a tomar melhores decisões

No Budismo, aprendemos que todos os problemas são causados pela nossa mente. Quando você medita, além de se acalmar, consegue refletir sobre os seus sentimentos e emoções. Será que estou tomando a atitude certa? Às vezes, no cotidiano, não conseguimos entender se escolhemos o melhor caminho. Ao meditar, conseguimos observar um pouco mais de perto tais emoções e aprendemos a controlá-las de forma consciente – “não vou me sentir mal por determinada situação porque entendo que isso e aquilo”.

Você aprende a lidar melhor com as pessoas

Como você diminuirá seu nível de estresse, aprenderá a controlar suas emoções e a tomar melhores decisões, é natural que consiga refletir isso em atitudes relacionadas às outras pessoas. Todos sentirão a diferença, inclusive você.

Você vai melhorando sua meditação com a prática

É muito difícil conseguir meditar quando você tenta pela primeira vez – parece que sua mente fica ainda mais agitada, com todos aqueles pensamentos vindo à tona! Na verdade, o que acontece é que você simplesmente para para prestar atenção à sua mente – ela está agitada e cheia de pensamentos assim o tempo todo. Quando você começa a desenvolver essa atenção, aprende a controlar um pouco mais os seus pensamentos.

No mais, com o tempo muitas coisas vão melhorando com a meditação. Você acostuma seu corpo a ficar mais tempo na mesma posição, aprende a meditar por mais tempo, a respirar melhor, enfim, uma série de mudanças que só a prática constante pode trazer. Meditar demanda treino assim como andar de bicicleta ou tocar um instrumento – não acontece sem treino e dedicação diários.

Você pode meditar em casa, no trabalho, no carro, na natureza, nos 15 minutos antes de voltar ao trabalho na hora do almoço. Aproveite esse momento consigo mesmo/a e traga mais paz e significado ao seu dia a dia.

Como eu me organizo: Fran Guarnieri

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Todo mês eu convido alguma pessoa bacana para participar da seção Como eu me organizo. Se você quiser ver alguém em especial aqui, envie sua sugestão neste link.

Em março, a convidada foi a Fran Guarnieri, autora do blog Morando Sozinha. Fran é blogueira, mora em Juiz de Fora e estuda engenharia de produção.

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Nome: Franciele Guarnieri Pasqualon
Onde mora: Juiz de Fora/MG
Uma palavra que descreva seu estilo de organização: Listas!

O que faz

Inicialmente trabalhei por 3 anos como desenhista projetista em uma empresa de engenharia e em paralelo criei um blog por puro hobby. Após 1 ano escrevendo nesse mesmo blog, ele virou o meu trabalho e eu literalmente troquei de área de atuação. Hoje sou blogueira, trabalho com criação de conteúdo, mídias sociais e, claro, empreendedorismo. Já que hoje o blog é uma empresa e, assim como qualquer outra, emite nota fiscal, tem funcionários, paga impostos etc. Também tive a oportunidade de transformar meu blog em livro (que será lançado esse ano). Atualmente também curso a faculdade de engenharia de produção, que para a minha atual profissão é um curso muito enriquecedor, principalmente no sentido de empreender. E nas minhas horas vagas adoro assistir séries, encontrar meus amigos, meditar, fazer exercícios físicos e tento ao máximo me desconectar de redes sociais e computadores, já que isso é algo tão presente no meu trabalho.

Modelo de celular que usa atualmente

iPhone.

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Computador que usa atualmente

Atualmente possuo dois: um desktop (um All In One da LG) que possuí um monitor bem grande e uma configuração ideal para Photoshop, editores de vídeo e os demais programas que uso no meu dia a dia e um notebook (Sony Vaio) que uso mais quando preciso trabalhar fora de casa.

Que ferramentas ou aplicativos de organização você não consegue viver sem?

Eu gosto muito de me organizar, mas tento ser o mais simples possível. Atualmente não vivo sem o meu planner e o Evernote. Na minha vida os dois se complementam.

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Como é o seu local de trabalho?

O meu local de trabalho é literalmente toda a minha casa. Pode até parecer curioso, mas basicamente todo o meu apartamento é uma ferramenta de trabalho. Na cozinha, por exemplo, é onde eu fotografo receitas para o blog. O demais cômodos acabam sendo cenários para os meus vídeos. Mas onde eu realmente passo a maior parte do meu tempo é na minha mesa de trabalho, com certeza.

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Qual sua melhor dica para otimizar o tempo?

Acredito que o principal é ter foco nas tarefas que precisam ser feitas. Se você mantiver uma sequência de início, meio e fim, sem se distrair com outras coisas, com certeza você otimiza (e muito) seu tempo.

Qual sua maneira preferida de organizar tarefas?

Já citei anteriormente quais as minhas ferramentas preferidas e literalmente não vivo sem elas. Mas a minha forma preferida de organizar as tarefas do meu dia é fazer listas. Eu simplesmente não consigo ter dias produtivos se eu não tiver uma lista com tudo que preciso fazer.

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Tirando o celular e o computador, qual sua ferramenta de organização que você não vive sem?

Escrever no papel, com toda certeza. Mesmo sendo uma pessoa super conectada e bastante ligada à tecnologia, muita coisa eu ainda só consigo fazer quando coloco no papel.

O que você acha que faz em termos de organização que é um passo à frente do que vê as outras pessoas fazendo? O que te diferencia, em termos de organização, das outras pessoas?

Hoje eu sou bem organizada, principalmente com o meu trabalho. Porém, diferente do que muita gente acha, eu faço coisas bem simples e que não tomam muito tempo.

A minha rotina é bem diferente da maioria das pessoas, mas acredito que algo que eu faço e que qualquer um também pode fazer, é escolher um dia na semana para analisar sua produtividade e se organizar. No meu caso, esse dia é sempre na sexta-feira, e eu tiro algumas horas do meu dia para analisar, acompanhar, elaborar e estudar coisas de diversas áreas na minha vida. Esse dia é de extrema importância, pois reviso muita coisa de trabalho, mas também aproveito o momento para fazer coisas da minha vida pessoal também. Nesse dia elaboro meu cardápio de refeições para a semana, aproveito e já faço a lista de compras do mercado, dou uma olhada em como está o andamento dos meus projetos e por ai vai.

Claro que eu gasto mais tempo olhando coisa de trabalho, mas em menos de 30 minutos eu consigo fazer todas as revisões pessoais. Eu acho que vale muito a pena, pois são apenas 30 minutos que organizam os demais sete dias da minha semana.

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O que você gosta de ouvir enquanto está trabalhando?

Nossa, é até difícil de falar, pois sou muito eclética. No meu blog tem uma seção só com playlists que eu mesma crio e compartilho com os meus leitores. Então na maioria das vezes estou ouvindo essas playlists.

Como é a sua rotina de sono?

Minha rotina de sono é um verdadeiro desafio, pois tenho uma forte tendência a ficar trabalhando até tarde. Adoro escrever de madrugada, me sinto muito criativa e consigo render muito mais que se eu tentasse escrever pela manhã, por exemplo.  Mas nos dias que eu consigo levar uma rotina “mais normal” levanto sempre às 8h e tento ir para cama depois da meia noite (antes disso não consigo dormir de jeito nenhum). Também tenho o hábito de ler na cama e isso me ajuda a pegar no sono. Mas infelizmente há aqueles dias que a mente não quer desligar e é ai que eu tenho muita dificuldade para dormir. Então costumo usar um aplicativo que se chama Calm. Ele tem sons de natureza e chuva, e também há pacotes que você pode comprar dentro do próprio app. O que eu mais uso é o de meditação para o sono. Através de uma narração você é conduzido a relaxar e rapidinho eu pego no sono, é ótimo! Há apenas um porém, a narração é inglês, o que dificulta um pouco para quem não tem familiaridade com a língua.

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O que você faz no dia a dia que melhora muito sua produtividade?

Como disse anteriormente, fazer listas ajuda muito, principalmente para pessoas que tendem a se distrair facilmente como eu. Elas são ótimas para nos ajudar a manter o foco.

Você prefere trabalhar em casa ou em outro lugar?

Gosto muito de trabalhar em casa, apesar da disciplina que isso exige.

Qual o melhor conselho para a vida que você já recebeu?

Eu me recordo de vários, mas um em especifico foi um ensinamento do meu pai, e até hoje ele diz: “Em qualquer coisa que a gente faça na vida não devemos ser bom, mas sim o melhor”. Ele sempre repetia isso na época da escola e levo isso comigo até hoje para qualquer coisa que eu faça.

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Eu adoraria ver a Patricia Lages (Autora do Livro Bolsa Blindada) participando dessa série.

Todas as fotos deste post foram cedidas pela Fran a partir de seu acervo pessoal.

Minhas listas preferidas no Spotify para trabalhar, limpar a casa e relaxar

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Considero o Spotify (aplicativo de streaming de músicas) uma ferramenta de produtividade porque ele influencia bastante no meu humor ao longo do dia, quando estou executando as minhas atividades. Para quem não sabe, o Spotify tem listas prontas para os mais diversos fins, como por exemplo quando você quer ter foco ou trabalhar em um ritmo mais pesado na segunda-feira. Tenho feito um monte de testes nos últimos meses e hoje eu resolvi compartilhar com vocês as minhas listas preferidas do aplicativo:

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Acho que essa é a playlist que eu mais ouço, tanto no trabalho, quando acordei mais desanimadinha e preciso pegar o ritmo, quanto no metrô. É uma maravilha ouvir metal quando você está querendo desligar um pouco a mente e só ficar olhando o movimento pela janela. Essa lista é boa porque traz os clássicos. Não tem erro.

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O Spotify tem uma categoria inteira chamada focus e, dentro dela, diversas playlists para te ajudar a focar em alguma coisa. A minha preferida é a Focus Now, com um compêndio de música clássica perfeito para ouvir no dia a dia quando tenho que me concentrar, como ao fazer a minha revisão semanal, por exemplo.

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Música clássica é perfeita para se concentrar, estudar, ler um artigo ou revisar algum documento. Música clássica barroca, melhor ainda (dizem estudos). Para não arriscar, vou direto de Bach, meu compositor preferido do estilo barroco.

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Depois de assistir Whiplash, fiquei com muita vontade de ouvir mais jazz e incorporar esse som no meu cotidiano. Percebo que me faz muito bem ouvir quando estou em algum processo de criação, como fazendo mapas mentais ou brainstorms diversos. Essa lista acima é a minha preferida, mais agitadinha, perfeita para a finalidade que eu gostaria.

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Outra playlist que uso para trabalhar e manter o ritmo.

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Às vezes estou de noite em casa, está chovendo e eu quero arrumar as minhas coisas antes de ver um filme ou ler um livro propriamente dito. Nesse momento, em que lavo a louça, guardo as minhas roupas e faço outras atividades domésticas, ou mesmo quando quero descansar um tempinho deitada no sofá, eu gosto de ouvir algo mais calmo e tranquilo. Essa playlist é ideal.

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Playlist perfeita para ouvir quando estiver limpando a casa! Se você nunca cantou “Welcome to the jungle” enquanto esfrega o chão, recomendo! Só cuidado para não escorregar ao imitar os passinhos do Axl Rose.

O aplicativo está disponível tanto para uso no computador quanto para tablet e celular.

Casais inteligentes conversam sobre finanças juntos

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Um dos temas mais importantes relacionados a organização é quando falamos sobre finanças. Depois de alguns anos de casada, pude perceber a importância de esse tema ser tratado em casal para que as expectativas sejam alinhadas e toda a família trabalhe em equipe com relação não só à economia financeira mas ao alcance de metas juntos. Gostaria de compartilhar aqui alguns aprendizados que tivemos nos últimos anos, então:

# Não vale a pena colocar a culpa no dinheiro para fazer atividades em casal ou em família. Exemplo: um jantar, ir ao cinema, viajar. Com planejamento, dá para se organizar e fazer tudo isso. E claro, não compensa se encher de dívidas por uma viagem tomada por impulso. Vale a pena viajar mais para a frente, mas guardando dinheiro para isso. Nós também aprendemos a reservar um orçamento para atividades juntos, como ir ao cinema uma vez por mês. Nós gostamos muito de ir ao cinema, então apenas organizamos essas idas para que ficassem dentro do nosso orçamento e investíssemos tempo em outras atividades. O que vale lembrar também é que existem muitas atividades gratuitas legais, como passear em parques, andar de bicicleta e visitar exposições.

# Não falar sobre dinheiro é um erro. A partir do momento que você se casa, é importante dividir as responsabilidade, saber quanto cada um ganha e ver como esse dinheiro está sendo gasto ou investido. Eu comento isso porque vejo acontecendo comumente com muitos casais (não saber quanto o outro ganha). O cenário ideal é ambos saberem e controlarem juntos o que ganham. Somos uma família ou não?

# Meu marido não liga muito para organização, então o que eu faço é ter uma planilha de finanças que atualizo semanalmente. Quando vejo algum gasto na nossa conta que não sei do que se trata, pergunto para ele, que me diz: “ah, foi gasolina” ou “foi aquele dia que precisamos comprar a fechadura para a porta”. Sempre que eu termino de atualizar, mostro para ele e comento sobre o orçamento que temos para determinadas atividades. Esse processo de mostrar leva menos de cinco minutos, mas é essencial para manter a coisa toda nos trilhos. Se a gente não tiver consciência do que está acontecendo na conta, é muito mais fácil ficar “passando tudo no débito” e entrar no cheque especial. (Muitas pessoas me pedem uma planilha financeira para download. Eu utilizo a planilha do Gustavo Cerbasi, que pode ser baixada aqui.)

# Definir prioridades é fundamental. Na prática, isso se aplica da seguinte maneira: levanta-se a possibilidade de investir dinheiro em um novo projeto (exemplo: viajar para o exterior). Então conversamos: Quando queremos fazer isso? Dentro das nossas possibilidades, quando poderemos fazer? Temos outros projetos mais importantes e necessários que são prioritários? O que pode ser deixado de lado para que a gente faça essa viagem? São questionamentos básicos que nos ajudam a tomar decisões em conjunto. Não adianta nada eu ter consciência das finanças e falar “não rola essa viagem”, sem que ele não saiba os motivos. Por isso, é muito, muito importante as decisões serem tomadas em conjunto.

# Cuidado com o estilo de vida que vocês levam. Gosto muito da “teoria dos baldinhos” do Gustavo Cerbasi, onde ele diz que, mensalmente, temos baldinhos a preencher com o nosso dinheiro. O primeiro baldinho é o das contas. Enchemos o balde e, só depois, vamos para o segundo, que é o de ínvestimentos (guardar dinheiro na poupança ou aplicá-lo, por exemplo). Só depois de pagar contas e guardar o dinheiro na poupança é que vamos gastar com outras coisas, como jantares, viagens e compras no geral. Na prática, é bem difícil ter essa disciplina, mas acredito que ter os gastos previstos em uma planilha ajude bastante.

# Planejar a curto e médio prazo é importante, mas e o longo prazo? O que vocês estão fazendo para garantir a “aposentadoria” de vocês? São questões para se pensar agora, não quando tiver 50 anos de idade. O dinheiro que você gasta hoje em um supérfluo apenas pelo consumo pode fazer falta depois.

# Procurem economizar no dia a dia com coisas simples. Dei o exemplo do cinema uma vez por mês (mesmo querendo ir quatro), mas pode se aplicar a tudo. Jantar fora, comprar uma coisinha no shopping, decorar a casa, viajar, analisar o plano da tv a cabo e por aí vai. São gastos que devem ser analisados, pensados.

# Evitem dívidas. Claro que há dívidas e dívidas (uma coisa é parcelar uma TV no cartão de crédito, outra é financiar um imóvel). No geral, procurem comprar coisas à vista. Para ter o dinheiro, guardem um montante todo mês ou comprem apenas o necessário. Com essas duas recomendações simples, as compras necessárias do dia a dia se tornam menos onerosas.

# Construam um fundo de emergência. A ideia do fundo de emergência é ter um dinheiro guardado caso aconteça o pior. Especialistas dizem que o montante ideal equivale a seis meses de ganhos da família hoje. Este é o primeiro passo. Depois de ter o equivalente para seis meses, tenha para um ano, e vá aumentando. A ideia é que, mesmo que vocês queiram comprar um imóvel ou usar seu dinheiro para algum projeto mais caro, não mexem nessa quantia emergencial. Ela é uma garantia de que sua família nunca ficará em apuros.

Alguns livros que eu recomendo para que vocês aprendam mais sobre finanças e possam conversar a respeito:

  • Casais inteligentes enriquecem juntos – Gustavo Cerbasi
  • Dinheiro: os segredos de quem tem – Gustavo Cerbasi
  • Adeus, aposentadoria – Gustavo Cerbasi
  • Investimentos inteligentes – Gustavo Cerbasi
  • Como organizar sua vida financeira – Gustavo Cerbasi
  • Bolsa blindada – Patrícia Lages

Por fim, a recomendação final é que vocês conversem sobre esse assunto para aumentarem o vínculo de vocês e tenham metas em comum. Sem isso, cada um vai querer fazer uma coisa e pode gerar brigas entre o casal. Vale a pena.

VO responde: prazos, souvenirs de viagens e vida pessoal

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Temos aqui no blog um formulário para envio de sugestões de pautas para posts e envio de dúvidas que todos os leitores podem usar. Você já enviou suas sugestões? (clique aqui para enviar)

Existem muitas dúvidas enviadas que não gerariam um post inteiro, por serem mais curtinhas. Para não deixá-las sem respostas, resolvi criar um post respondendo três perguntas de cada vez, para fazer em uma determinada frequência. Espero que gostem do formato.

Dúvida 1: Como lidar com prazos?

Olá, Thaís!
Sou sua fã e por meio de seu blog ainda estou tentando ser mais organizada…rsrsrs….
Sou Juíza e trabalho com prazos nos processos…os optamos que tenho para entregar minhas sentenças. Tenho uma planilha de Excel para controlar o que entra e o que sai, e, claro, os prazos que tenho para entregar as decisões…Mas acho bem desorganizada.
E outra, tenho a sensação de que se eu fizer esse controle de outra forma, riscando o trabalho do dia, não sei, ficaria mais aliviada, pois como os processos nunca param de chegar e por vezes posso trabalhar em casa, fico com aquela sensação constante de que nunca terminei de trabalhar e de que posso sempre fazer mais um.
Assim, minha sugestão seria a forma de controle para quem trabalha com prazos.
Espero que possa falar sobre o tema!
Um grande abraço e, desde já, meu muito obrigada!
Patricia

Querida Patrícia, trabalhar com prazos pode ser muito estressante. O que eu recomendo para você tem a ver com o uso do GTD (leia sobre a metodologia). Recomendo que você crie em seu Outlook uma agenda apenas para os prazos dos processos. A ideia de criar uma agenda separada é que você pode clicar para visualizá-la ou ocultá-la sempre que for necessário. Nessa agenda, insira o prazo de cada processo assim que ele chegar e você tiver controle sobre ele.

Você pode estabelecer um código para os processos, como por exemplo:

0024 – Prazo final
0024 – Revisão desembargador
0024 – Revisão escrevente

E por aí vai, inserindo essas informações como eventos em seu calendário. Assim, você consegue visualizar por data e também filtrar (através da busca do Outlook) por processo. Vale lembrar que o calendário do Outlook pode ser compartilhado com a sua equipe, se você quiser.

Semanalmente (pode ser sexta-feira pela manhã), dê uma olhada na agenda da semana que está terminando para ver se há algo pendente com relação a prazos e cobrar as pessoas envolvidas. Se você tiver alguma pendência, resolva na sexta-feira à tarde. Nesse momento, veja também o que está programado para a semana seguinte (e a outra) para ir tomando providências.

Dúvida 2: O que fazer com souvenirs de viagens e outros bibelôs?

Olá Thais. O que você sugere com relação aquelas lembrancinhas, suvenirs que trazemos de viagens ou ganhamos e presente. São canecas, copos, pratos, imãs, pedras, garrafas, porta-copos etc. Enfim, objetos que trazem um valor afetivo mas acabam amontoados por toda a casa. obrigada

Querida leitora, eu sou bastante prática com relação a esses objetos. Se eu amo e quero guardar, eu os incorporo à decoração. Você pode espalhá-los pela casa, colocando na estante de livros, na cozinha, no rack da tv. Se são muitos e caracterizam uma coleção, pergunte-se primeiro se é seu desejo manter isso como coleção. Se sim, você pode instalar uma prateleira em um lugar especial na sua casa apenas para agrupar essas lembranças. Não vale a pena guardar em caixas, pois ninguém (nem você) vê. Agora, se você não tem interesse em manter esses objetos, vale a pena dar de presente ou mesmo jogar fora.

Dúvida 3: Como conciliar vida profissional com a vida particular?

Como conciliar vida profissional com a vida particular?.

Querido leitor ou leitora, este é praticamente o tema de todo o nosso blog. Sugiro ler este texto, pois pode ajudar.

Por favor, me digam nos comentários se vocês gostaram desse formato de perguntas e respostas, pois assim continuarei fazendo para perguntas e dúvidas mais pontuais. Obrigada!

Desafio de organização – Março 2015

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Em 2015, teremos 12 desafios de organização aqui no blog. Postarei aqui no blog, todo início de mês, sobre o desafio atual. Escolherei um cômodo ou cantinho da casa para ser organizado e darei dicas ao longo das semanas para que todos consigam organizar. Cada desafio terá duração de um mês e, ao final do período, vou mostrar aqui no blog as fotos enviadas pelos leitores. Quem for blogueiro pode postar em seu próprio blog! E então, no final do mês, farei um post especial mostrando como eu apliquei o desafio aqui em casa e mostrando as fotos dos leitores e links dos blogueiros. Saiba mais aqui.

O objetivo dos desafios é incentivar os leitores a organizarem suas casas com a orientação de uma organizadora profissional. Vamos fazer um cômodo ou lugar específico por mês para dar tempo de fazer, sem pressa, pois sabemos como o dia a dia deixa a gente sem muito tempo para investir nessas atividades.

Desafio de março

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Em março, temos como verbo regente o Conecte-se e muitas das atividades do blog (como os workshops) giram em torno da organização da nossa rotina doméstica porque, se não conseguirmos nos conectar com a nossa própria casa e as pessoas que vivem nela, como poderíamos organizar o resto? Portanto, nosso desafio terá a ver com ele. O que nós vamos organizar em março será a nossa agenda da casa, ou control journal. A ideia é termos algo em formato físico ou digital, de acordo com o gosto de cada um. O objetivo deste desafio é criarmos algo que todos os leitores podem fazer, sem limitações.

Você poder criar sua agenda da casa no formato digital (em um documento Word, planilha Excel, Evernote ou outra ferramenta) ou em formato físico (fichário, caderno, cartolina, quadro e mural na parede). É para exercer a criatividade! Porém, mais do que isso, é para encontrar uma solução para organizar a rotina da sua casa.

Para entender o que é uma agenda da casa e o que você deve fazer, leia os textos abaixo. A leitura é imprescindível para entender o desafio:

O control journal, ou agenda da casa, serve basicamente para você organizar as sua rotina doméstica – listas de limpeza, menu semanal, informações importantes. Você pode personalizar como quiser, mas a ideia é que você tenha um centro de comando facilmente acessível para conseguir manter a casa arrumada.

Regras

Importante: Não é necessário ter Facebook ou blog para participar! Todos os leitores podem fazer os desafios em casa – eles apenas não terão como ser publicados no blog. As regras abaixo são para quem quiser participar nesses canais – blog e Facebook, ok?

Para participar, siga os passos abaixo:

Para leitores

  1. Inscreva-se no grupo Vida Organizada – Leitor no Facebook (obrigatório).
  2. Mudei as regras com relação à postagem das fotos para facilitar para vocês. Por favor, leiam com atenção:
  3. Poste a foto do antes (pode postar quantas quiser, mas recomendamos apenas uma, para facilitar) no álbum para fotos do antes (link aqui).
  4. Poste fotos do durante para pedir sugestões e ideias para os membros do grupo (link aqui).
  5. Quando finalizar a sua agenda da casa, poste uma única foto (ou print da tela, se for formato digital) do depois no álbum do depois (link aqui). Se você postar mais de uma foto, somente uma será escolhida e pode não ser a adequada.
  6. Fotos postadas fora dos álbuns criados no grupo para este fim não entrarão no desafio.
  7. Não poste fotos que estejam divididas com antes e depois, mas uma foto por situação (antes, durante e depois).
  8. Não é necessário usar a hashtag #desafiodeorganizacaovo, a não ser que você use Instagram. Atenção: as fotos do Instagram não entram no blog – servem apenas para interação.
  9. Poste a foto do depois até o dia 27 de março. Fotos postadas depois desse prazo não entrarão no post de resultados do desafio.

Para blogueiros

  1. Escreva um post explicando sobre o desafio de organização para os seus leitores com a foto do  antes (obrigatório).
  2. Pode escrever um ou mais posts nas semanas intermediárias documentando o seu progresso no desafio (opcional).
  3. Escreva um post sobre o desafio de organização com a foto do depois (obrigatório).
  4. Insira o link dos seus posts de “Antes” e “Depois” nos comentários DESTE POST até no máximo o dia 27 de março (obrigatório). Os blogs que não estiverem com o link do post final (do depois) neste post não serão divulgados no post com o resultado do desafio.

Por favor, é muito importante que vocês postem suas fotos no grupo ou os links nos comentários para que eu saiba quem está participando e possa divulgar os resultados de vocês no final do mês, em um post especial aqui no blog!

Quem vai participar? 🙂

Checklist de março 2015

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O mais chocante de estar em março é já estar mexendo no tickler de abril! Posso estar escaldada com essa questão de achar que o tempo passa rápido, mas desta vez fiquei realmente chocada. O ano de 2015 está passando muito rápido! Só eu estou com essa impressão?

Segue sugestão de checklist para você ter um mês organizado:

  1. Revisar seus objetivos e ver como evoluíram até aqui
  2. Revisar suas áreas de foco na vida
  3. Dar uma olhada geral na agenda do mês e se programar para eventos, viagens e aniversários
  4. Declarar o imposto de renda
  5. Aproveitar a chegada do outono <3
  6. Ir ao teatro (e levar as crianças!)
  7. Digitalizar tudo o que puder e reduzir a papelada em casa
  8. Tirar o CPF dos filhos para declarar o IR (novas regras)
  9. Planejar um passeio legal para o feriado da Páscoa
  10. Verificar sua caixa de medicamentos e descarte os que estiverem vencidos
  11. Buscar alternativas mais baratas e tão legais quanto ovos de páscoa caríssimos de supermercados
  12. Guardar as roupas para dias mais quentes
  13. Fazer o workshop Organize sua rotina doméstica
  14. Tirar uma cópia de todos os documentos
  15. Planejar as férias de inverno

O que você pretende fazer este mês?

Editorial: Conecte-se

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O mês de março chega com um gostinho de outono, trazendo uma brisa mais fresquinha aqui em terras paulistas. É a minha época preferida do ano e, como tal, costumo ficar bastante inspirada especialmente para escrever e me dedicar aos diversos trabalhos que tenho na vida.

Quando estive na Evernote Conference – EC4 no ano passado, uma das coisas que mais me chamaram a atenção foi a imagem principal do evento com a chamada: “o trabalho da sua vida”. Eu penso que, até muito pouco tempo atrás, a maioria das pessoas considerava trabalho como aquele emprego das 8 às 18, em um escritório ou local fechado, com chefe, ponto eletrônico e e-mails corporativos. Hoje, vejo trabalho como aquilo que eu produzo, independente do objetivo. Pode ser um emprego, como também pode ser a nova música que estou compondo ou um novo projeto de “faça você mesmo” no meu jardim. O trabalho da minha vida é tudo o que faço, produzo, com algum significado. Temos projetos.

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Essa definição é importante para chegarmos ao tema do mês de março aqui no blog, que é Conecte-se (saiba mais sobre os temas e os verbos da organização para entender a motivação de existir um tema por mês no blog este ano). Venho há uns bons dias refletindo sobre esse verbo para poder escrever sobre ele e definir o calendário de posts do mês inteiro. No geral, quando pensamos em conexão, logo lembramos de Internet e tecnologia. Eu quis fugir um pouco disso e pensar na conexão que temos com outras coisas também.

Afinal, nos conectamos com pessoas: nossa família, nossos amigos, filhos, namorados, namoradas. Recebemos pessoas em casa, precisamos conciliar vida pessoal e profissional, fazemos reuniões, celebramos momentos especiais. Nos conectamos com outras culturas quando viajamos para um lugar diferente ou encontramos um turista no metrô, ou recebemos um colega de outro país ou estado no trabalho, com costumes diversos aos nossos. Nos conectamos com a tecnologia, quando passamos a andar todos os dias com um celular no bolso e um fone nos ouvidos, trabalhando utilizando um computador ou tablet como interface e precisando de um imóvel maior para alocar um escritório em casa. Compramos smart tvs, smartphones e geladeiras que nos dão listas de compras já prontas. Utilizamos a tecnologia até mesmo para encontrar pessoas que não poderíamos encontrar se não fosse através dela, como o aplicativo Tinder e o site do Facebook. Nos conectamos com a natureza quando mergulhamos naquela onda quebrando em cima da gente, ou quando abrimos a janela e sentimos o vento em nossos cabelos. A conexão existe quando separamos materiais para reciclagem e fazemos carinho na cabeça do nosso cachorro. Nos conectamos com o divino toda vez que fazemos uma oração antes de dormir ou meditamos sobre a preciosidade da vida. Também nos conectamos com o mundo, quando fazemos algum trabalho voluntário ou vamos às ruas protestar por melhorias em nosso país. Estamos todos conectados.

Não podemos nos esquecer também da conexão que temos com nós mesmos. Aquele momento que olhamos para dentro para saber o que vai bem e o que vai mal – desde aquele frio na barriga quando precisamos tomar uma decisão até a necessidade de desligar o notebook e ir dormir. Precisamos relaxar, resgatar atividades que gostamos de fazer, ficar sozinho às vezes – ou aproveitar melhor os momentos com as pessoas que amamos.

E então você pode se perguntar: “o que organizar a vida tem a ver com isso?”. E eu responderei: tudo. Porque ter uma vida organizada não é sobre etiquetar pastas, mas sobre saber aproveitar o tempo que você tem. A sua vida. Os seus momentos. Por isso, em março, conecte-se. Abra-se para as possibilidades que você pode encontrar ao organizar alguns setores da sua vida. Talvez, ao fazer todos os dias um pouquinho com relação a cada um deles, você chegue em um momento de conexão plena que já não exija qualquer tipo de separação em sua mente. Você pensará na sua vida como um todo, com plena consciência dos seus papéis e responsabilidades. Vamos lá?

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Esta semana

O que são áreas de foco

Áreas de foco são um conceito bastante utilizado no método GTD e dizem respeito ao Horizonte 2. Tratam-se das responsabilidades que você tem na sua...

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