ou

Você se lembra de todos os gadgets que já usou? Se você gostar de tecnologia como eu, provavelmente vai reconhecer alguns dos itens abaixo. Na sequência, mostro o que uso hoje.

gameboy

Acho que o primeiro gadget que eu tive na vida a ponto de ficar levemente viciada foi o meu Gameboy. Eu adorava vídeo-games quando era mais nova, mas esse foi o primeiro vídeo-game portátil que eu tive, e o levava para todo canto. Eu gostava tanto dele que, sinceramente, se hoje ainda existisse, acho que teria. Eu prefiro jogos mais simples.

palm

Quando eu comecei a usar GTD, há dez anos (…), o palm era o que tinha de mais avançado em termos de tecnologia. Não existiam tablets. Lembro de ter namorado o meu na Fnac durante muitos meses até conseguir guardar dinheiro e comprá-lo. Eu usava muuuito para as minhas listas do GTD e me achava super moderna quando o levava para reuniões.

bip

Sim, eu tive um “bip”! Não me lembro exatamente o ano, mas quando eu comecei a namorar com o meu marido (em 1999), eu já usava, porque ele me mandava mensagens. Foi a minha avó que me deu, para me encontrar e avisar coisas facilmente, pois eu morava com ela e ela trabalhava o dia todo. Eu amava ter esse negócio também e lembro que, na época, era muito útil.

discman

Todo mundo teve um discman? Eu ganhei o meu de aniversário em 1995 e não me desgrudava dele. Mais para a frente, talvez em 2002, eu ganhei um que também tocava mp3 (foi a revolução).

ipodnano

Meu primeiro iPod foi um iPod nano que comprei em 2007 ou 2008. Lembro que foi uma compra cara na época, para mim, mas foi quando me apaixonei pela Apple. Eu levava meu iPod para todo lugar. Ele funciona até hoje! Subi todos os meus CDs de meditação para ele e usava para selecionar os CDs e as músicas e meditações guiadas. Depois, eu cheguei a ganhar um iPod shuffle de presente de uma marca, mas nunca o usei muito, porque eu já usava mais o meu celular para ouvir músicas.

ipad-1

O primeiro notebook que tive na vida comprei em suadas prestações quando fui promovida pela primeira vez, em 2006, a coordenadora de projetos na agência em que eu trabalhava. Era um computador MUITO bom para a época e que durou anos. Em 2011, quando voltei a trabalhar fora depois de o Paul ter nascido, percebi que precisava de algo mais leve para levar para o trabalho. Então eu troquei com a minha mãe o notebook pelo iPad. Foi meu primeiro iPad, mas senti falta do computador. Os teclados bluetooth eram muito incipientes e não cheguei a ter nenhum que realmente funcionasse bem na época a ponto de querer fazer o investimento. Por isso, comecei a guardar dinheiro para, na primeira oportunidade, comprar um notebook novamente.

macbookpro

No final de 2011, quando comecei a trabalhar em Campinas, finalmente me dei de presente o Macbook Pro, que virou meu fiel companheiro durante anos.

iphone3

Apesar de ser fã da Apple, nunca gostei de pagar muito caro por telefones celulares. Meu primeiro iPhone foi o 3S, quando já tinha o iPhone 4 e paguei mais barato por ele. Mas o bom de todos os iPhones é que eles duram muito anos super bem. Eu comprei meu iPhone em 2012, se não me engano, e fiquei com ele até 2015.

Gadgets que eu uso hoje

macbookair

Tenho uma rotina que envolve muitas viagens e levar coisas pesadas (materiais, cabos, apostilas) para ministrar treinamentos e palestras em outros lugares, então ter um Macbook Air foi uma escolha natural e da qual não me arrependo. Ele é levíssimo e com grande performance. No entanto, eu sinto falta de ter outro computador em casa para trabalhar, para não sobrecarregá-lo, que é uma coisa que está nos meus planos para um futuro a médio prazo.

ipadmini

Para não ficar andando muito com o computador por aí, sempre que possível levo apenas meu iPad mini 3. Ele me atende bem em reuniões, que faço muito, e também uso para leituras de livros e revistas no dia a dia, além de estudar textos diversos.

logitechk480

Para me ajudar com o iPad e o celular nas reuniões, tenho um teclado bluetooth da Logitech (k480), que é ótimo. Ele conecta até três aparelhos ao mesmo tempo e tem um suporte para colocar os gadgets – cabem o meu celular e o ipad mini certinhos ali. A única desvantagem dele é ser meio pesado (ele pesa mais que o Macbook Air), mas acho melhor levá-lo que o computador.

kindle

Como eu leio muito e também viajo bastante, tenho um Kindle Paperwhite para armazenar meus e-books. A leitura no Kindle é totalmente diferente da leitura no tablet. Em viagens, não costumo levar o meu iPad, e sim o Kindle. Tenho também um Kobo H20, mas ganhei de presente em uma ação do blog. Ambos são ótimos e eu alterno minhas compras de e-books entre eles, de acordo com os preços mais vantajosos.

iphonese

Meu iPhone atual é o SE com 64Gb, que me atende bem. Preciso de um celular com bastante capacidade de armazenamento porque uso para fazer fotos, vídeos etc no meu trabalho, além de testar aplicativos, digitalizar coisas para o Evernote e por aí vai. Nunca senti necessidade de ter um celular com tela maior e também prefiro celulares menores.

gravadordevoz

Outro gadget que eu tenho é um gravador de voz bem simples que utilizo para gravar os meus treinamentos e palestras. Ele não tem nem marca, mas funciona de maneira satisfatória.

rotuladora

Bom, por fim, vou encerrar com um gadget que tenho há muitos anos – ou seja, é antigo e novo também. Quando comecei a usar o GTD, em 2006, eu comprei uma rotuladora da marca Brother. Ela durou exatos dez anos. Este ano, ela finalmente se aposentou e eu comprei uma nova. De que marca? Brother. É excelente, fácil de manusear e muito prática.

E você, se lembra de todos os gadgets que você já teve? Deixe nos comentários!

Thais Godinho
Veja mais sobre:
15
Novidades bem legais do Evernote na EC4
[Vídeo] Organize suas metas em 2016 com Vida Organizada e Todoist
Log de tarefas no Todoist

Olá pessoal, chegou outubro! Neste post, darei algumas dicas para você se organizar nesta entrada de novo mês e também vou contar um pouco como eu faço isso!

Agenda

No post sobre como organizar setembro, eu comentei que estava fazendo um teste usando novamente agenda de papel. Bem, apesar de adorar agenda de papel, o teste não durou muito. Voltei a usar a minha agenda do Google, que continua firme e forte. Não tem jeito: para agenda, eu prefiro tecnologia. Uso muito o recurso de recorrências e confio nas informações que já alimentei ali, então prefiro manter o que for mais prático para mim.

agenda-cores

Ah, eu inclusive escrevi um post sobre como uso um modelo de agenda para planejar a minha “semana ideal”. Depois de algumas semanas testando, concluí um pró e um contra. Pró: me ajuda a organizar melhor quanto tempo posso dedicar esta semana para cada atividade, jogando para a semana seguinte quando eu não puder abrigar mais nada. Contra: me senti um pouco sobrecarregada fazendo isso, com um bloco de atividades colado no outro. Talvez eu tenha que espaçá-los mais.

Ainda com relação à agenda, eu gosto de ver meu mês como um todo, os compromissos já agendados, para ver se preciso tomar algum tipo de providência. Depois que eu comecei a trabalhar com coaching, meus dias ficam cheios de compromissos com facilidade, pois estão dedicados a sessões. Portanto, em outubro eu já tenho muitos dias praticamente fechados, então isso me mostra que tenho que ser criteriosa com tudo o que entrar. Vou viajar três vezes (Curitiba, Brasília e Rio de Janeiro), tenho o curso online do Todoist que entra no ar na primeira semana (e toma bastante dedicação de tempo de edição e gravação), uma palestra agendada (em evento fechado), Dia das Crianças e outros compromissos gerais já agendados. Eu tinha me planejado para tirar alguns dias de férias no final do mês mas, com as sessões de coaching, resolvi deixar para dezembro. Eu também não conseguiria fazer nada muito diferente com o meu marido e o nosso filho em período de aulas.

Outras coisas que eu costumo verificar toda entrada de novo mês: reuniões, treinamentos, eventos na escola do nosso filho, feriados, aniversários, shows, webinars e cursos. Pelo deslocamento que já sei que vou fazer em determinados dias, também verifico a possibilidade de fazer coisas que eu gosto (tenho uma checklist chamada “Coisas que eu gostaria de fazer mensalmente”), tais como: passear em alguma livraria, ir ao cinema, fazer um passeio bate e volta, sair com as minhas amigas, entre outras.

Este mês também tem eleições municipais, então eu deixei, em um compromisso no meu calendário, o número do meu candidato a vereador, para não esquecer.

Projetos

Eu tenho uma lista com todos os meus projetos em andamento e, como comentei outro dia, voltei a organizá-los por prazo de conclusão – geralmente o mês de entrega em questão.

projetos-conclusao-todoist

Bom, então, sinceramente, eu tenho que estar hoje com todos os meus projetos de setembro concluídos. E sim, isso foi feito! Na última semana, dei uma prioridade para eles, definindo ações bem certeiras para fazer ao longo da semana, me dando prazos internos, e eles foram concluídos.

Então agora eu altero a frase inicial, dizendo que se trata do meu guia para Outubro 2016 a Outubro 2017, e reviso os projetos alocados para outubro para garantir que sejam os projetos de outubro mesmo, se tem projetos demais, se algo pode ser concluído em novembro ou mesmo se falta alguma coisa.

No momento, eu tenho 28 projetos para concluir em outubro. São projetos mais simples como “Montar uma planilha com os lançamentos futuros dos meus cartões de crédito” e “Comprar presente para o Paul – Dia das Crianças”, até mais robustos ou complexos como “Colocar no ar o curso online Organize-se com Todoist em 08/10″, “Renovar o meu passaporte” e “Gravar curso online de refresh para o Nível 2″. Mas o que importa não é o volume de projetos, e sim que estejam todos muito bem definidos e com próximas ações claras. Eu consegui jogar uns 3 ou 4 para novembro, sem dramas. Quando isso envolve outras pessoas, eu costumo avisar logo no início do mês.

projetos-outubro

Eu organizo os meus projetos e ações no Todoist.

Áreas de foco

Também costumo revisar as minhas áreas de foco pelo menos mensalmente. O propósito é garantir que estejam caminhando bem para que fiquem estáveis e tranquilas. Ontem eu postei um texto sobre como reequilibrar as áreas de foco, que foi resultado da revisão mensal que fiz delas.

areas-de-foco-pessoal

Estou usando novamente o formato de mapas mentais para trabalhar com elas, porque gosto muito do modelo e do programa (Mind Meister).

Todo mês eu gosto de definir áreas de alavanca, que darei um pouco mais de atenção ao longo de todos os dias. Para outubro, profissionalmente certamente será a área de “coaching” e, pessoalmente, “finanças”.

Outras coisas que gosto de fazer quando entra um novo mês:

  • Organizar a pasta do tickler
  • Ler alguns pensamentos que me inspiram
  • Repassar a lista de possíveis pendências do livro de GTD para fazer uma captura completa
  • Administrar minhas finanças pessoais e da empresa, fazendo um balanço geral do mês anterior e projeções para o próximo
  • Conferir se todas as contas do mês passado foram pagas
  • Personalizar as zonas da FLY Lady para as semanas
  • Revisar as listas de limpeza detalhada para definir próximas ações
  • Revisar e fechar calendário editorial do blog
  • E outras coisas pessoais

Que você tenha um feliz mês de outubro!

Thais Godinho
Veja mais sobre:
6
Meu processo de escrita
Livros sobre organização que eu uso e recomendo

Neste post, vou comentar um pouco sobre como tenho feito um trabalho de reequilíbrio das minhas áreas de foco. David Allen recomenda revisá-las sempre que sentir necessidade de buscar equilíbrio. Eu tenho sentido desde a mudança de casa e também com algumas mudanças de rumo profissionais. Achei que seria legal compartilhar com vocês (leia o post linkado na primeira frase para entender sobre o que estou falando caso você nunca tenha lido nada sobre áreas de foco).

areas-de-foco-profissional

Essas são as minhas áreas de foco profissional nesse momento. Eu utilizo um programa chamado Mind Meister para fazer (adoro esse programa, embora existam outros que trabalhem mapas mentais também).

Quando eu penso no meu trabalho, existem seis grandes áreas pelas quais eu sou responsável hoje, e são essas áreas acima. Cada uma delas é um mundo de coisas a se tomar conta, então até que foi fácil distinguir exatamente quais são. Uma influencia na outra, claro, mas tê-las descritas me ajuda muito na definição do meu trabalho.

Definir o seu trabalho é uma das coisas que mais fazem diferença em termos de produtividade. Se você não tiver seu trabalho definido, ficará muito mais fácil dizer sim para tudo e para todos e se sobrecarregar. Aliás, é fato: toda pessoa sobrecarregada não sabe de verdade qual é o seu trabalho. Provavelmente não tem todo o inventário de coisas que precisa completar e entregar a curto prazo, não tem ideia dos seus compromissos nem das suas responsabilidades. Uma vez que você defina seu trabalho, você consegue analisar cada uma dessas definições e se perguntar: tá tudo certo por aqui? Isso me lembra algo? Quando eu analiso essa área e penso em sua estabilidade, o que eu preciso fazer para alcançá-la?

E essa é uma análise fundamental, porque mudamos o tempo todo. Aprendemos coisas novas, evoluímos (#pokemongo), queremos fazer coisas diferentes. Quando você é promovido ou muda de emprego, por exemplo, fatalmente precisará fazer uma nova análise das suas áreas de foco, pois tem muita coisa para colocar em ordem nos próximos meses.

Depois de listar as áreas principais, eu acrescento em um segundo nível as minhas grandes responsabilidades dentro de cada uma delas. Essa “categorização” não é coisa do GTD, mas minha mesmo. Para mim, fica mais claro fazer dessa forma (primeiro nível: grandes áreas, segundo nível: responsabilidades). Já tentei de outras maneiras e posso mudar daqui a algum tempo também, porque tudo isso é muito dinâmico – lida com a maneira como eu me relaciono com o meu mundo.

Quando eu penso, por exemplo, no meu trabalho como master trainer, as responsabilidades são muitas. Mas, se eu não fizesse essa descrição, não saberia dizer quantas.

area-de-foco-mt

O que isso aí em cima significa é que eu tenho essas responsabilidades como master trainer. No geral, esse segundo nível basta. No terceiro, coloco apenas detalhes que me ajudam a garantir que eu não deixe nada escapar quando revisar todas as áreas.

mt-area-de-foco-terceiro-nivel

“Mas Thais, o que você faz?” – fica até um pouco mais fácil responder essa pergunta quando as áreas estão definidas. 😀

Então, mensalmente, ou sempre que me sinto um pouco sobrecarregada, eu reviso essas áreas porque assim: o que é minha responsabilidade, eu tenho que dar conta. O problema é que se eu identificar que tenho mais responsabilidades do que posso abrigar, aí preciso tomar providências. As providências geralmente são delegar ou abandonar. Sempre me pergunto se sou a única pessoa que pode fazer aquilo. Em 80% dos casos, eu posso delegar. Então essa é uma análise muito bacana, que me permite ter mais foco naquilo que eu realmente preciso fazer.

Aí vem a grande jogada da coisa toda: quando uma área não está em “estado de cruzeiro” (navegando em águas tranquilas), o que eu preciso fazer para que esteja? Posso identificar projetos, que são coisas que quero concluir em até um ano e que demandam múltiplos passos. Ao identificar projetos, anoto todas essas ideias para depois esclarecer adequadamente e organizar no meu Todoist. Lá, cada projeto terá pelo menos uma ação definida que poderei trabalhar no dia a dia, e assim vou alcançando o que pretendo em cada um dos projetos e, com os projetos, a tranquilidade e estabilidade nas áreas de foco diversas.

O mesmo vale para as minhas áreas de foco pessoal, que faço em mapa separado. Por quê? Porque uma coisa é o detalhamento das minhas áreas de trabalho e outra são as minhas áreas da vida como indivíduo. Por exemplo, no meu mapa pessoal eu tenho uma área chamada “Carreira”, pois é a evolução da minha trajetória profissional, e não as minhas responsabilidades atuais no trabalho.

areas-de-foco-pessoal

Aqui aplico o mesmo raciocínio, mas de forma diferente, com uma camada a mais: em um primeiro nível, listo as áreas macro; em um segundo, as sub-áreas; e, em um terceiro nível, listo as minhas responsabilidades.

area-carreira

Por exemplo, uma área de foco que é muito forte para mim é “Criatividade”. Está ligada até ao meu propósito. Por isso, ela por si só merece ser uma área macro com sub-áreas e responsabilidades.

area-criatividade

Você pode ver tudo isso e pensar: quanta coisa! Mas não construí isso de um dia para o outro. Fui construindo aos poucos, refletindo a minha vida como um todo. E, a cada análise (geralmente mensal), tiro e adiciono coisas novas, reescrevo para deixar mais a ver com o que sou no momento (e mais dedutivo). É realmente um mapa da minha vida atual e, com esse mapa, eu consigo pensar em todos as diversas facetas dela com o carinho que elas merecem.

Por exemplo, eu posso olhar ali, em “Saúde”, que eu tenho uma sub-área chamada “Acompanhamento médico”, que faz tempo que eu não vou ao dentista. Eu capturo essa informação para processar e organizar na minha lista de coisas a fazer da maneira mais adequada.

“Ah, mas isso é muito controle. Sou uma pessoa livre, criativa, não gosto de limites assim. Parece que você engessa tudo, não vive.” Eu ouço muito isso (o David Allen também). E vou usar a resposta dele para isso: justamente por eu ser uma pessoa livre e criativa também eu faço isso. Porque, se eu não fizer, esses pequenos detalhes chatos, burocráticos e às vezes até enfadonhos da minha vida vão ficar tomando meu tempo e energia que eu deveria estar dedicando às coisas realmente importantes para mim. Por outro lado, ao fazer essa análise, eu garanto que não vou me esquecer de nenhuma dessas coisas importantes. Vou ter sempre a oportunidade de refletir sobre as responsabilidades que eu tenho com relação ao meu filho, à educação dele, à minha saúde, à nossa casa e todas as outras áreas. Não se trata de limitação, mas de expansão.

Claro que, sem dúvida, é apenas uma escolha sobre o modo como viver a vida, que não é obrigatória de maneira alguma.

Thais Godinho
Veja mais sobre:
Áreas de foco
20
Projetos em andamento – Julho 2014
Dúvida respondida: como começar no GTD?
Planos para o blog em 2015