Blog Página 20

30 ideias de coisas legais que eu gosto de fazer com o meu filho que são gratuitas ou muito baratas

19

O bichinho do minimalismo me picou novamente e eu acredito que desta vez não tenha volta, porque veio um pouco mais maduro que da outra vez. Estar de repouso me promove tempo para pensar e, quando pensamos, aprendemos a priorizar.

Uma das coisas que mais me pedem é para falar sobre a rotina com o filhote, que atividades fazemos com ele. Como estamos em uma época em que todos estamos economizando, achei que seria uma boa postar as atividades que fazemos que não custam quase nada em termos de dinheiro ou são essencialmente gratuitas. São elas:

  1. Ler histórias
  2. Jogar bola
  3. Desenhar
  4. Dar uma volta pela vizinhança
  5. Jogar jogo da memória
  6. Brincar na praça
  7. Brincar no parque
  8. Brincar de esconde-esconde
  9. Competição de quem aguenta mais tempo sem rir ao fazer cócegas
  10. Andar de bicicleta
  11. Assistir um filme
  12. Contar histórias da nossa família antes de dormir
  13. Conversar sobre como foi o nosso dia (recapitular tudo)
  14. Cuidar das plantas
  15. Ensinar a cozinhar
  16. Ir à livraria e passar um tempo na seção de livros infantis
  17. Gravar vídeos nossos no celular
  18. Tocar violão e cantar
  19. Visitar outras pessoas da família
  20. Escrever cartinhas para amigos e pessoas da família
  21. Olhar as estrelas
  22. Ver vídeos no YouTube (dos educativos a cachorrinhos fofos)
  23. Separar coisas em casa para doar para caridade
  24. Colocar música alta e dançar
  25. Fazer bolhas de sabão
  26. Tentar adivinhar a música que o outro está cantando
  27. Fazer aviões de papel
  28. Imitar vozes
  29. Contar piadas
  30. Fazer adivinhações

E você, costuma fazer que atividades com seus filhos? Compartilhe nos comentários!

Meu sistema GTD atual – Novembro 2015

60

Frequentemente eu costumo escrever um post mostrando como estou aplicando o GTD porque mudo constantemente. Você pode conferir todos os posts já publicados sobre esse assunto na tag: Meu uso do GTD.

Faz parte do meu trabalho testar diversas formas de fazer o GTD funcionar e também é parte do caminho da maestria no GTD buscar sempre melhorias no seu sistema. Eu vivo procurando maneiras de simplificar cada vez mais o que faço, ou pelo menos sempre trazer sentido ao gerenciamento da minha vida. Quando algo não está funcionando muito bem, sei que é hora de mudar. Quando a mudança é significativa, eu escrevo este post no blog. 🙂

Desta vez o que motivou a mudança foi perceber que eu estava acessando muitos sistemas de uma só vez, sem um processo claro entre eles. Como minha cabeça já funciona em “modo GTD”, isso é ok, mas sempre acho que posso simplificar mais. Por isso, decidi, como regra geral, utilizar a seguinte indicação para as ferramentas:

  • Todoist, Google Calendar e e-mails: para acessar todos os dias, gerenciando meu workflow diário
  • Evernote: para acessar semanalmente, revisando projetos e checklists necessárias, ou sempre que preciso consultar algo no meu arquivo de referência, sem frequência definida – sob demanda
  • Mind Meister: para acessar com frequência maior (um mês, 3 meses, 6 meses, 1 ano), revisando os horizontes mais altos do GTD

Essa indicação foi baseada nos três níveis do aprendizado no GTD (1: Fundamental, 2: Projetos e prioridades e 3: Foco e direção). Você pode ler mais sobre isso no capítulo 15 do novo livro do GTD em português (“A arte de fazer acontecer”, Ed. Sextante).

O objetivo é precisar olhar menos ferramentas no meu dia a dia, para não me distrair com o que não precisa (não quero ficar olhando para projetos e objetivos sendo que tenho coisas no nível mais mundano de todos para focar antes). Isso também direcionou a organização de cada um desses sistemas, que vou mostrar a seguir.

Calendário

O Google Calendar continua seguindo o meu hack de duas cores (mostrado aqui). Em vez de duas cores, uso duas agendas com cores diferentes (Agenda – Thais e Tickler). O motivo para usar duas agendas é apenas porque meu marido acessa a minha agenda principal e não quero confundí-lo com um monte de informações que ele não precisa ver. Se não fosse por isso, usaria apenas uma agenda (o que inclusive recomendo). A regra que eu sigo para o que entra em uma ou em outra está explicada no post linkado acima.

E-mails

Tenho várias contas de e-mails por ter trabalhos diferentes e já me conformei com isso. Para facilitar, aplico o mesmo padrão de pastas em todas as contas, a saber:

  • Inbox – Onde ficam todos os e-mails novos e ainda não processados
  • @ Action – E-mails que podem ser resolvidos dentro do próprio e-mail (e levam mais de 2 minutos); trabalho diariamente nessa pastinha
  • @ Action Support – E-mails que demandam alguma ação que leve mais de 2 minutos mas que eu prefiro gerenciar nas minhas listas de ações – ou porque penso serem mais importantes, ou porque preciso nomear adequadamente a ação (e o e-mail não deixa isso claro) ou porque fazem parte de um projeto
  • @ Waiting for – E-mails que estou aguardando resposta e não precisam de acompanhamento adicional além de aguardar a resposta no próprio e-mail ou cobrar as respostas uma vez por semana (ex: envio de convites ou respostas rápidas)
  • @ Waiting for support – Mesmo raciocínio da pasta @ Action support, mas para e-mails que estão aguardando resposta
  • Reference – Todos os e-mails que não demandam qualquer tipo de ação mas eu acho melhor guardar para referência futura

Esse padrão não é invenção minha, mas recomendação da David Allen Company.

Workflow diário

No Todoist entram próximas ações, que reviso diariamente de acordo com seus contextos, checklists importantes para verificar no dia a dia, assuntos a tratar (agendas) em reuniões ou com pessoas específicas, ações que estão aguardando resposta ou situações diversas e listas de compras que posso resolver no meu dia a dia, como mercado, farmácia, papelaria etc.

Tirei um print de cada categoria para ficar mais claro:

Captura de tela 2015-10-26 10.30.19

Estou organizando os contextos como se fossem listas, em vez de etiquetas, porque acho a visualização melhor e o manuseio mais simples. Também pode ser aplicado por quem tem a versão gratuita do programa, pois não depende de etiquetas (disponíveis apenas na versão paga). Como embaixadora da ferramenta, acho importante democratizar o seu uso.

Captura de tela 2015-10-26 10.31.43

Também simplifiquei meus contextos ao máximo para simplificar o meu dia a dia. Geralmente se um contexto tem mais de 40 ou 50 ações, eu já busco destrinchar mais.

Captura de tela 2015-10-26 10.33.23

Captura de tela 2015-10-26 10.33.32

As checklists não são listas de próximas ações – elas são listas de referência, para você verificar (por isso o nome – check – list) procedimentos, padrões, tarefas diversas que precisam ser feitas e, a partir dessa verificação, definir próximas ações ou não. Muitas vezes, uma checklist serve apenas para você ler e ficar esperta(o). Outras deixam de existir quando determinadas ações se tornam hábitos. O David fala mais sobre elas no livro novo e também existe um livro chamado “Checklist” (Atul Gawande) que é apenas sobre esse assunto.

Eu tenho checklists também em outros lugares mas, no Todoist, mantenho apenas aquelas que uso no dia a dia – esse é o objetivo. Isso também me ajuda a verificar sempre o que tem ali. Antes eu deixava todas no Evernote e não lembrava de verificar sempre. Sabendo que as checklists do dia a dia estão no Todoist, isso me força a verificar sempre o que tem por lá.

Por exemplo, as checklists com tarefas diárias e semanais eu vejo sempre, mas a checklist com coisas para fazer quando eu quiser me sentir criativa eu acesso apenas se estiver nessa situação.

Eu não “ticko” essas tarefas das checklists – elas estão ali apenas para verificação, ao contrário das próximas ações.

Captura de tela 2015-10-26 10.34.24

Aqui eu tenho duas listas: uma para acompanhar ações que estão aguardando resposta de terceiros e outra para listar ações que preciso fazer mas dependem de situações diversas (exemplo: preciso agendar uma reunião com Fulano, mas só depois que eu voltar de viagem). Eu poderia inserir esse lembrete no meu calendário (o GTD recomenda as duas formas), mas para mim funciona melhor assim nesse momento.

Captura de tela 2015-10-26 10.35.03

Sem muito segredo, apenas listo assuntos a tratar em reuniões periódicas ou com pessoas específicas (nível pessoal e profissional). Isso facilita quando estou em determinada reunião ou conversando com aquela pessoa, presencialmente ou via telefone.

Captura de tela 2015-10-26 10.35.30

Aqui listo apenas as compras que posso fazer no meu dia a dia, como mercado, farmácia, cosméticos, artigos para casa, papelaria e livros. Tenho outras listas de compras que ficam no Evernote e acesso apenas regularmente (por exemplo: coisas para comprar quando for para os Estados Unidos – não preciso ver isso no meu dia a dia porque não faz parte da minha rotina diária ir para o outro país – ao mercado, sim).

Evernote

Vou postar um print dos meus cadernos atuais no Evernote para ficar mais fácil de explicar coisa por coisa:

Captura de tela 2015-10-28 17.40.52

A minha pasta “Ler / Revisar” virtual fica no Evernote porque coleto muitos textos via Evernote Web Clipper, um aplicativo de captura do próprio Evernote (clique aqui para conhecer e baixar a extensão para o seu navegador). Esse caderno costuma ficar offline no meu tablet e celular e o acesso sempre que estou em alguma fila ou situação de espera do tipo. Apesar de guardar muitos textos, dou bastante vasão à ela. São textos interessantes que acho pela web e quero ler com calma, mas não no momento que o salvei.

O caderno @ Posts em rascunho foi criado apenas porque muitas vezes estou offline (por exemplo: viajando de avião) e quero escrever algum texto, post para o blog, trecho para algum livro, e prefiro ter isso no Evernote que salvar no Word e em outro lugar, por exemplo. É apenas um caderno de ação – por isso o uso do @ na nomenclatura. Gerencio semanalmente o que estiver ali porque jogo do rascunho para o WordPress, por exemplo, para já criar os posts no blog para aquela semana.

Tenha essa pilha @ Verificar semanalmente onde estão a caixa de entrada do Evernote (um caderno chamado . Inbox), Agendas e conversas arquivadas e Checklists.

Captura de tela 2015-10-28 17.42.08

Na caixa de entrada do Evernote eu jogo apenas arquivos de referência que, no geral, não precisam ser processados a cada 24 horas e posso levar até uma semana para processar.

No caderno de Agendas e conversas arquivadas eu mantenho um histórico de todas as reuniões e assuntos tratados ao longo da semana. Tenho um índice (uma nota com link para outras notas) para cada pessoa ou reunião e, assim, mantenho um histórico do que foi conversado nessas situações. Aprendi isso com o Daniel e acho o máximo ter esse registro. Acredito que sirva bem para médicos e vendedores que trabalham com histórico de clientes, mas para qualquer pessoa no geral também.

Em Checklists eu mantenho checklists diversas que eu verifico na minha revisão semanal, para identificar próximas ações possíveis. Além desse caderno, também tenho a tag “Checklists”, onde ficam as checklists de referência, que não precisam ser acessadas semanalmente, mas em situações esporádicas, tais como:

  • Compras para fazer nos Estados Unidos
  • O que fazer se alguém da família falecer
  • Da próxima vez em Curitiba…
  • O que levar em uma viagem internacional
    E por aí vai.

Na pilha Arquivo de referência geral, não tem muito segredo: arquivo tudo aquilo que não demanda nenhum tipo de ação, mas acho valioso guardar. Dentro dessa pilha tenho os seguintes cadernos: Arquivos correntes (para contas, prontuário médico e tudo aquilo que não é “arquivo morto”), Arquivos permanentes (tudo o que não mexo mais, está apenas como referência mesmo), Clipping de matérias legais (para reportagens arquivadas ou digitalizadas), Diário (onde registro fatos legais do meu dia a dia, escrevo, faço diários de viagens etc), Índices (estou montando essa ação do mesmo jeito que faço o registro das agendas, mas com assuntos – ainda em construção) e um caderno chamado Todoist Archive, que arquiva todas as ações concluídas no Todoist (via receita do site IF).

Captura de tela 2015-10-28 17.43.04

Evernote – Projetos

Logo abaixo vêm as pilhas de projetos, que organizo como faz sentido para mim em cada momento. Atualmente, organizo pelas áreas de foco que me chamam mais a atenção, não todas as áreas (percebam a diferença). Saúde, Casa e Família e Finanças são áreas que estou focando bastante no momento, então elas não ficam dentro da pilha Pessoais, por exemplo, que tem projetos em áreas como Espiritualidade, Hobbies etc.

PS – Até a publicação deste post, eu resolvi voltar a ter apenas uma pilha de cadernos com projetos, mas resolvi deixar a explicação acima porque acho que a indicação pode ser válida para algumas pessoas.

Tenho um caderno por projeto e estou fazendo algo diferente na nomenclatura de cada um deles, que é alocar o ano ou o ano-mês que vou ou pretendo concluir o projeto em si. Assim: 2015-10 – Concluir projeto X.

Isso me dá uma direção e, quando quero visualizar todos os projetos que preciso terminar este mês, por exemplo, vou na busca de cadernos do Evernote e digito 2015-10. Aí aparecem todos os projetos para terminar em outubro de 2015. Se eu digitar apenas 2015, aparecem todos os projetos para terminar ainda este ano. O mesmo vale para os projetos com prazo em 2016. Isso tem sido um hack bem legal que tenho usado muito para ter foco na minha revisão semanal. Eu reviso todos os projetos, claro, mas isso me ajuda a ver se não tenho coisas demais para um mesmo mês ou se algo demanda mais atenção que outro nesse momento.

Captura de tela 2015-10-28 17.44.09

Dentro de cada caderno, estou fazendo exatamente como expliquei no post: Como estou organizando meus projetos no GTD atualmente.

Eu gosto de gerenciar os projetos por cadernos porque o manuseio das notas é mais fácil que por tags, mas fica muito a critério de cada um. O conceito é o mesmo, sinceramente.

Por fim, tenho um caderno com Projetos delegados, que confiro semanalmente para ver se algo precisa da minha atenção, além de uma pilha com projetos e ideias para algum dia / talvez, que também reviso semanalmente. Aliás, tirando o caderno de leitura e os de referência geral, tudo o que está no Evernote é porque precisa ser revisado semanalmente.

Captura de tela 2015-10-28 17.45.47

Busco sempre simplificar essa lista e ela vive mudando. No momento, está assim. A “Lista de incubação” é nova e tem a ver com o coaching de GTD que estou fazendo com o pessoal da David Allen Company. Fiz um teste de personalidade para ver que sistemas e técnicas funcionam para mim e essa lista de incubação é importante para ideias que eu realmente preciso maturar antes de decidir onde vão.

Não preciso tirar print das etiquetas, que uso basicamente para o arquivo de referência geral, por assunto, em ordem alfabética, sem outra classificação. Então está mais ou menos assim:

Captura de tela 2015-10-28 17.46.50

Mind Meister

Eu cheguei a usar o aplicativo Free Mind durante um tempo porque ele gera mapas mentais com a extensão “universal” para mapas .mm, mas voltei a usar o Mind Meister porque gosto mais dos seus recursos. Mind Meister é um aplicativo na nuvem para criação e gerenciamento de mapas mentais e eu o estou usando para mapas mentais de referência e gerenciamento dos níveis mais altos do GTD.

Acho que esta parte do post é a mais legal para mim porque traz muitas coisas diferentes que eu já gerenciava em outros lugares mas nunca tinha mostrado aqui. Todas elas são fruto dos últimos cursos que fiz em Amsterdam e meus estudos recentes do GTD.

Captura de tela 2015-10-28 17.47.49

Eu organizo as pastas com dois critérios do GTD: horizontes e frequência de revisão.

A primeira pasta é H2 – Para revisar mensalmente e tem:

Captura de tela 2015-10-28 17.48.41

Seguem as outras pastas:

Captura de tela 2015-10-28 17.49.32

Captura de tela 2015-10-28 17.50.31

Captura de tela 2015-10-28 17.51.03

Tudo isso está em eterna construção. Novos mapas entram, alguns mapas saem, renomeio, mas acredito que dê para captar a ideia.

Muito do que a DAC ensina é: o que é necessário para tirar isso da sua cabeça? E sua resposta pode ser: se eu revisar isso aqui uma vez por ano, é ok para mim. Aí você pode se organizar dessa maneira. É o que eu tenho feito.

Bom, eu acredito que o post tenha ficado bem completo mas, se você tiver alguma dúvida, por favor, poste nos comentários.

Acho que o mais importante a dizer aqui é que não se trata de uma estrutura que se copia, mas muito pessoal. O que faz a coisa toda funcionar não é ter as listas feitas, mas você entender para que cada uma delas serve e acessá-las no seu dia a dia ou sempre que precisar do que tem dentro delas.

Eu acho que de todas as configurações da VIDA, desde que comecei a usar o GTD, esta é a que realmente me atende melhor. Não tem absolutamente nenhum furo, apesar de sempre ter algo a melhorar, claro. Estou bastante confortável com meu sistema e mal pensando nele, o que é o melhor sinal de que funciona.

Eu gosto de deixar os nomes das listas e pastas bem didáticos porque isso me ajuda a entender e a explicar.

A única coisa

31

081115-foco

Eu li um livro que me impactou muito ultimamente, que foi o livro “A única coisa” (Jay Papasan). Misturei ele com um aprendizado que eu tive lendo o livro “Ready for anything” (David Allen) também, em um capítulo onde ele fala assim: qual a melhor escolha que eu posso fazer hoje, dentro das circunstâncias que tenho, na minha vida?

Quando estou com muitos pensamentos ao mesmo tempo e tenho muitas coisas para fazer, agora eu me pergunto assim: qual é a única coisa mais importante que eu preciso fazer agora? Isso me dá um poder de foco tremendo, com decisão imediata. E quantas vezes a resposta não foi simplesmente dormir, beber água ou ir ao banheiro? E nós simplesmente ignoramos essas questões.

Se você tem uma lista de coisas a fazer hoje, qual é a mais importante para você fazer neste momento? Escolha e faça.

Sei que parece uma dica simples, mas tem me ajudado tanto na visão que tenho das coisas! Estou aplicando isso no meu dia a dia em praticamente tudo, e é incrível como nos dá foco e poder de decisão com boas escolhas. Porque, no final das contas, nossas atividades são apenas distrações. É mais fácil se manter no “modo: ocupado” que analisar se estamos nos engajando de forma correta com aquilo que é importante para nós. Responder uma mensagem no celular é mais importante que estar ali, presente com o seu filho?

Recomendo a leitura de ambos os livros citados mas, acima de tudo, o teste dessa dica. Tente responder essa pergunta sempre: qual é a única coisa mais importante que eu preciso fazer agora? Eu sinceramente acredito que pode mudar muitas vidas por aí.

Temos muitas coisas acontecendo, muitas circunstâncias, mas precisamos ficar tranquilos sabendo que tomamos a melhor decisão nesse momento, com os recursos que temos, para nos sentirmos tranquilos. Fazer esse exercício pode significar um passo importante em busca do resultado de cada vez mais melhores escolhas em nossa vida.

Melhores livros lançados em outubro 2015

11

Todo mês gosto de acompanhar os lançamentos das editoras e sempre compro livros para caramba, então achei legal fazer aqui no blog um post com frequência mensal mostrando os lançamentos que tenham a ver com os assuntos tratados no blog. Espero que seja útil para indicações legais de leituras para vocês.

“A arte de fazer acontecer”

A_ARTE_DE_FAZER_ACONTECER_144319744647113SK1443197446B

Autor: David Allen
Editora: Sextante

Acho que o lançamento mais significativo foi a edição 2015 do livro do GTD, já resenhado aqui!

“Felicidade agora”

ArquivoExibir

Autor: Daniel Gottlieb
Editora: Gente

Hoje é muito comum que deixemos a vida para depois, para quando tivermos tempo e dinheiro, por exemplo. Mas esse depois nunca chega… E com o passar dos anos nos tornamos infelizes, tomados por uma enorme descrença em nós mesmos.

Daniel Gottlieb, psicólogo e terapeuta familiar que ficou tetraplégico após um acidente automobilístico, é extremamente qualificado para oferecer conselhos sábios sobre aquilo que desejamos e aquilo de que realmente precisamos. O intuito dele é nos mostrar como:

  • Viver o momento presente
  • Acalmar mentes inquietas
  • Reconectar nossas emoções ao corpo
  • Descobrir as coisas indescritíveis que definem quem somos
  • Vivenciar plenamente a importância do amor

Neste livro, ele compartilha aberta e honestamente acontecimentos traumáticos de sua vida e dá voz às ansiedades de seus pacientes com o objetivo de mostrar que não estamos sozinhos em nossas lutas, não importa quão profundos sejam nossos sofrimentos. Com breves ensaios terapêuticos, Felicidade agora vai iluminar o reencontro com nossa própria sabedoria interior e nos revelar os caminhos para o bem viver.

“13 coisas que as pessoas mentalmente fortes não fazem”

13_COISAS_QUE_AS_PESSOAS_MENTA_1443791952529254SK1443791952B

Autor: Amy Morin
Editora: Sextante

Depois de superar uma séria crise pessoal, a psicoterapeuta Amy Morin escreveu em seu blog um post sobre as principais características das pessoas que conseguiam enfrentar as dificuldades sem se deixar abater. O artigo se tornou viral e foi lido por mais de 10 milhões de pessoas em uma única semana.

O texto se baseava no conceito de força mental – a capacidade de ser resiliente, de controlar pensamentos e emoções e de evitar comportamentos negativos, como sentir pena de si mesmo, ficar preso ao passado ou desistir depois do primeiro fracasso.

Neste livro, a autora aprofunda sua tese e apresenta pesquisas, histórias reais e estratégias práticas para que qualquer pessoa possa reprogramar os hábitos nocivos que comprometem sua saúde, sua produtividade e seu bem-estar.

“Mulheres em ebulição”

MULHERES_EM_EBULICAO_1443632870529253SK1443632870B

Autor: Dra. Julie Holland
Editora: Sextante

Baseado em estudos e pesquisas científicas, Mulheres em ebulição faz um raio X da vida e da saúde da mulher, abordando temas como TPM, sexualidade, casamento, envelhecimento, menopausa, anticoncepcionais, reposição hormonal, relação entre comida e humor, importância do sono, terapias naturais e depressão.

Especializada em psicofarmacologia e com mais de 20 anos de experiência clínica, Dra. Julie Holland afirma que a variação de humor que toda mulher vive – um dia cheia de energia, o outro se sentindo a pior das mortais – é uma característica feminina básica que não deve ser anulada com remédios nem encarada como um problema a ser resolvido.

A autora analisa a fundo esta questão e discute os prós e contras do uso de medicamentos, mostrando quando eles são indicados e quando só pioram a situação. Além disso, ela traz informações detalhadas sobre como os hormônios influenciam nossas decisões, nosso comportamento e nossos relacionamentos.

A variação de humor é um indicador poderoso de quem somos e do que queremos. Quando anulamos nossa emotividade, abrimos mão de uma parte importante de nós mesmas. E quando aprendemos a compreendê-la, podemos fazer dessa aparente fragilidade a maior fonte de nossa força.

“Ansiedade corporativa”

ANSIEDADE_CORPORATIVA_1443794773529569SK1443794773B

Autor: Adriano Silva
Editora: Rocco

Depois de O Executivo Sincero, em que aborda as relações humanas no mundo corporativo – uma metáfora da própria vida, com sua balança cotidiana de erros e acertos, sucessos e fracassos –, Adriano Silva oferece, em seu novo livro, um testemunho franco sobre temas considerados tabu no universo do trabalho e compartilha com o leitor suas experiências sobre como enfrentar sentimentos como ansiedade, depressão, medo e melancolia, dentro e fora do escritório.

“Pais superprotetores, filhos bananas”

PAIS_SUPERPROTETORESN_FILHOS_B_1442844123527909SK1442844123B

Autor: Jessica Lahey
Editora: Harper Collins

Neste livro, Jassica Lahey mostra como é importante oferecer às crianças a chance de errar durante o ensino fundamental e garantir que elas aprendam com seus fracassos e atrasos, que são inevitáveis na vida.

Linkagem de domingo {67}

4

A linkagem de domingo é uma coletânea de posts que eu li e gostei durante a semana anterior. Os assuntos não necessariamente têm a ver com organização, mas definitivamente sempre são relacionados ao blog. Os deste domingo são os seguintes:

Boa semana para vocês.

Inspiração: Quarto pequeno com closet

6

Eu sei que aqui no Brasil os imóveis são diferentes dos dos Estados Unidos e que nem sempre encontramos imóveis legais com o pé direito tão alto, mas achei a ideia tão legal que quis compartilhar com vocês.

021115-closetquarto
Imagem: Apartment Therapy

Olha só que legal: pouco espaço, mas pé direito alto, então a dona fez o closet embaixo e colocou a cama em cima, em uma espécie de mezanino. Talvez não seja uma ideia tão difícil assim de se aplicar por aqui – basta reduzir a altura do “closet”. Existem algumas camas de crianças e de adultos que têm esse espaço embaixo para escrivaninha, por exemplo. Que tal usar o mesmo raciocínio para closets?

Talvez em apartamentos seja mais difícil fazer isso (a não ser que sejam apartamentos antigos), mas em casas pode ser uma solução legal.

Enfim, não é para todo mundo, mas fica a ideia. Você pode ver o post completo com mais fotos no site do Apartment Therapy (em inglês).

Se você quiser saber mais sobre como construir seu estilo e organizar seu guarda-roupa, as inscrições para o nosso workshop ainda estão abertas. Será no dia 14 de novembro em São Paulo e falaremos exatamente sobre todo esse trabalho de conscientização para se vestir de acordo com a vida que se tem, de acordo com quem a gente é, e organizar nosso armário da maneira mais funcional possível para o dia a dia. Clique aqui para ver a programação do curso e se inscrever.

Aumente o espaço do seu guarda-roupa com dicas simples

5

É muito comum vermos guarda-roupas com poucas gavetas ou prateleiras, ou mesmo áreas mais altas que o necessário. Veja neste post dicas simples para aproveitar melhor o espaço que você tem.

O grande segredo está no uso de caixas organizadoras. Melhores do que gaveteiros (que geralmente são feios e ocupam muito espaço), as caixas possuem mobilidade melhor e você pode customizar da maneira como quiser. Por exemplo: um gaveteiro tem gavetas do mesmo tamanho, enquanto que as caixas você pode comprar do tamanho necessário para cada função (uma caixa para guardar malhas geralmente é maior que uma caixa para guardar lenços).

Pense nas caixas como gavetas. As caixas preenchem o guarda-roupa como se fossem gavetas mesmo, com a diferença que você pode montar do jeito que você precisa. Tudo o que pode ser guardado em uma gaveta pode ser guardado em caixas. Não parece ótimo?

Você pode literalmente guardar todo tipo de coisas: calcinhas, camisetas, meias, malhas e o que quiser:

Imagem: Imperfectly Polished
Imagem: Imperfectly Polished

Você pode guardar bolsas:

Imagem: Cury.net
Imagem: Cury.net

Você pode guardar sapatos:

Imagem: Fashionismo
Imagem: Fashionismo

Simplesmente acrescente caixas de acordo com sua necessidade e crie suas próprias “gavetas”!

Outras dicas para otimizar o espaço em guarda-roupas pequenos:

  • Tenha somente roupas que tenham a ver com seu estilo no seu armário! Quem tem pouco espaço não pode se dar ao luxo de comprar sem pensar.
  • Leve acessórios para a decoração do quarto, como chapéus pendurados na parede ou colares em um quadro com moldura. Assim, você libera espaço no seu armário.
  • Use caixas de sapato como divisores de gavetas, em vez de comprar produtos organizadores específicos.
  • Organize suas peças de roupas em gavetas na vertical. É simples: em vez de colocá-las deitadas, dobre uma vez mais para que fiquem “durinhas” e guarde-as em pé, uma atrás da outra.
  • Em vez de dobrar as roupas que vão em prateleiras de forma padrão, diminua a largura das pilhas para conseguir guardar mais peças.
  • Guarde as roupas de outra estação em uma mala em cima do seu guarda-roupa e deixe embaixo somente aquilo que usará durante os próximos meses. Faça escolhas.
Se você quiser saber mais sobre como construir seu estilo e organizar seu guarda-roupa, as inscrições para o nosso workshop ainda estão abertas. Será no dia 14 de novembro em São Paulo e falaremos exatamente sobre todo esse trabalho de conscientização para se vestir de acordo com a vida que se tem, de acordo com quem a gente é, e organizar nosso armário da maneira mais funcional possível para o dia a dia. Clique aqui para ver a programação do curso e se inscrever.

Guia do Vida Organizada para aplicar o GTD no Todoist – Parte 1

36

capa-gtd-todoist

Começo hoje oficialmente a série de implementação do GTD no Todoist. Ela servirá como exemplo de aprendizado da parte Organização da série Aprenda GTD. Ou seja, você que vem acompanhando a série, aprenderá agora a organizar todo o seu sistema com o exemplo do Todoist.

Acompanhe todos os posts desta série através da tag Guia GTD e Todoist.
Você também pode assinar os feeds do blog ou se cadastrar para receber por e-mail.
Por gentileza, leia antes o post Como usar o GTD no Todoist – uma introdução, que traz conceitos básicos sobre a ferramenta. Para conhecer o GTD, recomendo que leia todos os posts da série Aprenda GTD até aqui, pois é onde abordo didaticamente todos os conceitos do método. Nossa série abordará a implementação direta, sem esclarecer conceitos básicos que já foram vistos nesses posts anteriores.

O que você aprenderá neste guia:

  1. Parte 1 – Introdução
  2. Parte 2 – Como usar a caixa de entrada e organizar suas listas
  3. Parte 3 – Uso do calendário, datas e prazos
  4. Parte 4 – Organizando o workflow diário
  5. Parte 5 – Usando checklists de apoio
  6. Parte 6 – Organizando projetos em andamento e para algum dia / talvez
  7. Parte 7 – Organizando os níveis mais altos: opções
  8. Parte 8 – Opções avançadas para usuários Premium do Todoist

Até o próximo post!

O que é necessário?

29

Alguns de vocês têm comentado nos posts que eu não deveria estar escrevendo no blog para poder ficar em repouso (veja aqui: 40 dias), mas eu gostaria de dizer que escrever é a atividade mais relaxante que existe para mim (além de ler, é claro). Me sentir inspirada e com vontade de escrever é o que me mantém viva enquanto não posso sair de casa (quiçá da cama), então vejam cada post novo como uma coisa boa. 🙂 Estou descansando, mas escrever faz parte de mim e não me dá trabalho algum – é algo que faço realmente por inspiração, por curtir.

Muitos posts também já estavam pré-escritos antes de serem publicados. Há posts que levam bastante tempo para serem escritos e eu levo semanas até que estejam prontos, então a publicação em si é apenas uma etapa muito pequena do processo que já vem de tempos atrás.

Outra coisa é que estou buscando escrever posts mais curtos e leves, o que acaba sendo um reflexo da vida que estou tendo no momento.

Tudo em um blog são fases, e esta é a fase atual. 🙂

photo-1444703686981-a3abbc4d4fe3

Uma das coisas que estão acontecendo na minha vida pós-internação é a vontade de simplificar tudo. Assim como em 2008 eu tive a minha primeira fase de destralhamento, quando me desfiz de 80% das coisas que eu tinha em busca de uma vida mais simples, esse sentimento parece ter voltado, mas com mais maturidade.

Já não olho a minha estante de livros da mesma maneira. Quero ter poucas coisas, desapegar mesmo. E olha que eu tenho uma relação ok com os meus objetos – não sou fã de radicalismos. Eu simplesmente “troquei as lentes”. Acho que esse termo resume bem quando uma pessoa encontra a motivação que precisava para mudar qualquer tipo de hábito ou atitude na vida.

Da mesma maneira como acontece no ambiente físico, isso se aplica mentalmente. Eu sou aquela pessoa que sempre tem muitas ideias e a pressão interna pode ser um problema, porque quero fazer tudo, agradar a todos e ser uma pessoa melhor sempre. Foi justamente por ser uma pessoa assim que um dia eu comecei a praticar meditação – para acalmar a mente. Mesmo não me considerando uma pessoa ansiosa (felizmente não sou mesmo), eu me cobro muito, e estou tentando me desvencilhar disso.

Acho legal poder me abrir assim com vocês e faço isso sem medo porque penso que tudo faz parte da construção de quem somos e de se levar uma vida organizada (de acordo com o que eu acredito que a organização pessoal represente na vida de cada um).

Tudo o que nós fazemos é resultado de todo um processo que se constrói a cada dia e é resultado de um pensamento, de um livro que lemos, de uma frase que ouvimos. Essas experiências se acumulam e vão nos ajudando a entender como somos e o que queremos (e o que não queremos) para nós.

Quando se fala em minimalismo, muitas pessoas pensam que se trata de cortar tudo da vida e viver somente com o necessário. Mas, em primeiro lugar, o que significa “ser necessário”? Ser útil? Ser bonito? Ser gostoso? Ser legal? Ser confortável? O necessário de cada um é diferente. Eu acho que um bom parâmetro é pensar no necessário para ser feliz, porque isso engloba muitas coisas, do útil ao agradável. Falamos da casa, da comida, do trabalho, dos relacionamentos. Ser minimalista, ao meu ver, é ter esse modo de vida constante de buscar manter sempre somente aquilo necessário para ser feliz, deixando o resto de lado. E é isso o que eu estou fazendo nesse momento – aceitando essa condição e buscando aplicar no presente com tantas coisas que estão acontecendo.

No final, tudo se trata de uma boa faxina, mas quem dera ser tão simples quanto pegar uma vassoura e varrer tudo para fora de casa.

Ao mesmo tempo, será que não é?

Checklist de novembro 2015

12

Meu checklist pessoal de novembro está bem mais light porque estou pegando leve em praticamente todas as minhas atividades (veja por que: 40 dias). No entanto, não quis deixar de publicar aqui a minha sugestão para vocês, leitores, terem uma base do que pode ser legal fazer este mês.

Tarefas para fazer ao longo do mês

  • Montar a árvore de Natal
  • Separar alguns livros para doar
  • Ir ao Correio buscar uma cartinha para presentear uma criança (veja aqui)
  • Reciclar revistas antigas
  • Deixar a casa mais leve guardando tapetes e trocando as cortinas

Projetos para trabalhar neste mês

  • Comprar os presentes de Natal
  • Planejar com a família logística total no final do ano
  • Decorar a casa para o Natal
  • Planejar o que fazer no Carnaval
  • Planejar os gastos com as contas de início de ano

Para fazer todo mês

  • Analisar os marcos do mês anterior
  • Analisar áreas de foco e ver se algo precisa da sua atenção
  • Checar a pasta do mês no tickler
  • Definir metas para o mês
  • Checar aniversariantes do mês
  • Checar agenda do mês e compromissos já agendados
  • Controlar as contas pagas e a pagar
  • Fazer backup de fotos e arquivos do computador
  • Fazer backup de fotos do celular
  • Escolher um passeio legal e gratuito para fazer com a família este mês
E você, o que pretende fazer em novembro? Deixe um comentário contando!

Ideia: mapa mental com visão da semana

13

Esta semana eu li o livro “Mapas mentais no trabalho” (Tony Buzan) e me deparei com uma ideia muito legal que compartilhei no Instagram e gostaria de trazer aqui para o blog também.

Captura de tela 2015-11-02 13.38.38

Ele sugere que a gente faça um mapa mental de cada semana, com o que será feito em cada dia, além de aspirações, ideias, sentimentos – enfim, o que quiser colocar em relação ao dia em questão.

Eu fiquei imaginando a gente fazendo um mapa mental por semana e depois arquivando isso digitalizado no Evernote, por exemplo, e depois fazer uma revisão do ano para ter uma ideia de como foi cada semana que vivemos ao longo de um ano inteiro. Parece legal, não é?

Não sei se vou fazer, mas achei que era uma ideia que valia a pena compartilhar.

PS – O livro é muito legal e traz ideias incríveis de usos de mapas mentais no trabalho. Recomendo!

Pastas de arquivos de suporte a projetos

0

Postei no Instagram e gostaria de compartilhar com vocês como estou organizando meus arquivos de suporte a projetos.

Arquivos de suporte a projetos são arquivos que você está usando para projetos em andamento. Vale a pena tê-los facilmente à mão.

Eu organizo meus projetos no Evernote e muitos arquivos de suporte estão em formato digital, então eu organizo nos cadernos correspondentes. Porém, há muitos arquivos em papel que ou não vale a pena digitalizar ou precisam ficar em formato físico mesmo, como documentos assinados, certidões, apostilas de uso em curso etc. Para todos eles, destinei uma gaveta do meu arquivo físico para guardá-los.

Captura de tela 2015-11-02 13.25.46

Não criei uma pasta para todos os projetos que tenho em andamento mas apenas sob a demanda de organizar arquivos físicos. Ou seja, se preciso guardar algum papel que tenha a ver com algum projeto, crio a pasta do projeto. Se não tiver nenhum arquivo físico, não faz sentido criar uma pasta para ele.

A ordem para colocar as etiquetas é sempre colocar a letra inicial no mesmo buraco de cada pasta. Cada pasta tem seis posições para etiquetas, então fica mais ou menos assim: posição 1 = A, posição 2 = B etc.

Eu tenho um post novo pronto sobre como estou organizando atualmente meu sistema GTD, mas já simplifiquei algumas coisas com relação aos projetos, então o post vai demorar um pouco mais para sair porque vou fazer esses ajustes. Por exemplo, em vez de criar um caderno para cada projeto, estou criando apenas uma nota e, se necessário, crio o caderno de suporte, assim como estou fazendo com as pastas físicas. Isso me ajuda a simplificar e não precisar ficar criando um monte de coisas toda vez, sem necessidade.