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Dia 15 de agosto, das 19 às 22 horas, teremos uma nova edição do nosso evento GTD happy-hour. O propósito do encontro é juntarmos fãs da metodologia para bater papo e trocar experiências sobre o GTD. Para iniciantes e iniciados!

Foto do último GTD happy-hour gentilmente cedida pela Milena Teles

Tentamos seguir a seguinte programação:

Apresentações! Se você for novo, conte-nos o que faz e qual sua história com o GTD quando chegar.

Novidades da turma: O que estou usando? O que descobri? O que gostaria de compartilhar porque estou muitíssimo empolgado?

Faça acontecer: Projetos que concluí, objetivos que alcancei e outras vitórias do dia a dia através do uso do GTD.

Sessão tira-dúvidas: Traga suas dúvidas sobre GTD para discutirmos em grupo!

O local do encontro é um bar/restaurante que atende todos os gostos e bolsos. Consumação opcional! Evento gratuito.

Para participar e ter mais informações sobre o local, é necessário fazer parte do nosso grupo no Facebook (GTD Brasil) e confirmar sua participação no evento. Obrigada!

Thais Godinho
08/08/2017
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Em junho, postei aqui no blog sobre o meu armário-cápsula da estação, com fotos e observações. Hoje gostaria de contar um pouquinho como tem sido a experiência com esse armário, pois ela tem sido curiosa. Tenho perdido bastante peso e muitas roupas do armário deixaram de me servir, então a técnica que usei foi comprar substituindo uma peça por outra semelhante. Por exemplo: se perdi uma calça jeans, compro outra calça jeans, se isso fizer sentido de acordo com o meu estilo (não vou comprar apenas para substituir se for algo que eu não quero mais usar).

De modo geral, tem funcionado bem, mas acredito que o armário-cápsula de primavera será um pouco diferente. Estou caminhando mais para o guarda-roupa “cápsula por si só”, com peças essenciais que atendam as diversas estações, e não vejo sentido em guardar aquilo que não vou usar no momento. Eu quero usar tudo o que tenho enquanto ainda me serve – basicamente isso. Talvez, quando meu peso estabilizar, eu pense diferente.

Algumas pessoas me perguntaram sobre a mudança da cartela de cores. A mudança se deu porque fui para uma paleta neutra (em termos de temperatura) e com maior profundidade, porque meu cabelo está mais escuro. São termos técnicos de quem faz análise de cores. Mais uma vez, quem fez esse trabalho incrível foi a Ana Soares. Ainda estou em época de redescoberta dos tons que ficam bem em mim, e um hobbie interessante é visitar algumas lojas quando tenho um tempinho para esse passeio descompromissado e experimentar peças sem a intenção de comprar, apenas para testar os tons e estilos diferentes em mim. Tem sido uma experiência bem legal e que recomendo a quem estiver buscando suas cores (e não puder/quiser pagar um profissional para fazer a análise) ou estiver buscando seu próprio estilo.

 

Gostaria de reafirmar esse trecho que escrevi no post anterior: “(…) eu acho que meu estilo é mais clássico mesmo, uma coisa meio french rocker tomboy, com muitas listras, trench coats, sapatos oxford e tecidos naturais contrastando com tecidos mais estruturados. E eu meio que quero aceitar isso, porém aprendendo a fazer boas misturas – uma calça de linho com uma linda blusa colorida de seda, talvez? Esse é o tipo de coisa que vou explorar um pouco mais adiante”. Esses dois meses de armário-cápsula de inverno têm servido para me mostrar como esse é o estilo que me sinto mais “eu” mesma. Tem sido um barato brincar com isso, com essas misturas. Outro dia eu estava com uma calça jeans e bota marrom, com cinto marrom, um pacote meio country. Experimentei uma blusinha de renda em uma loja e adorei a mistura (um boho menos afetado)! Quando eu faço esse mix, fico bem feliz – acho que meu estilo é por aí mesmo. E tem sido muito gostoso não descobrir, mas reafirmá-lo pra mim mesma.

Vou revisitar as peças do armário para falar para vocês como tem sido trabalhar com elas:

Das calças acima, duas não servem mais. Comentei que eu tinha também uma calça jeans que estava lavando (também já não serve). Comprei uma calça preta e duas calças jeans para substituir as três que deixaram de servir. Resgatei uma calça mostarda que estava guardada, que não servia antes e agora já estou quase perdendo, então estou aproveitando para usar.

Dos vestidos acima, dois já não servem. O azul do meio ainda estou usando, e resgatei dois que estavam guardados que antes não serviam, para substituir os dois que saíram.

Dos casacos pretos, todos estão servindo, com exceção do blazer. Substituí por um blazer branco, que comprei mês passado.

A blusa e os casacos acima ainda estão servindo, ainda que largos. Porém, dá para usar até o final do inverno.

Todas as camisas estão largas, mas a verde e a florida ainda podem ser usadas. A preta não. Resgatei algumas camisas que estavam guardadas e que eu preciso usar antes que elas não sirvam mais: uma vermelha, uma branca e uma rosa pastel.

Das camisetas acima, duas ficaram grandes demais. O restante estou usando.

A blusa bege está extremamente larga. Todas as outras ainda estou usando.

Outras compras da estação: duas blusinhas para fazer treinamentos (estava completamente sem opções), um cinto preto (perdi o meu também), uma pashmina cor de canela, um anel e um colar.

Mais alguém está fazendo armário-cápsula de inverno? Como vocês têm se saído?

Thais Godinho
07/08/2017
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Tenho recebido uma quantidade enorme de mensagens com essa pergunta, então achei que seria mais eficiente escrever um post a respeito e usá-lo sempre como referência. Assim também tenho a oportunidade de esclarecer de maneira geral.

Queria dizer que não existe muito motivo para uma pessoa migrar de ferramenta. No meu caso, às vezes simplesmente dá vontade. Canso da cara de um aplicativo e quero testar outro. Foi mais ou menos o que aconteceu com o Todoist. Eu já estava usando a ferramenta há quase três anos e enjoei um pouco. Porém, vou ser sincera: não há um dia que passe que eu não sinta saudade de todas as funcionalidades do Todoist. Ainda acho que é uma das melhores ferramentas para ser utilizada por quem usa e por quem não usa o método GTD.

Eu quis voltar para o Evernote por dois motivos em especial:

  1. A versão instalada do Evernote me passa mais segurança que a versão instalada do Todoist (no Macbook). Pode ser algum bug para Macbook que até já pode ter sido consertado, mas às vezes eu acessava o Todoist offline em meu computador, e ele não abria. Nos computadores com Windows, ele abria normalmente (mas não uso computador com Windows). Então isso me chateava um pouco. Pode ser que eles já tenham consertado…
  2. Gosto muito da possibilidade de você inserir qualquer formato de informação dentro de uma nota do Evernote. Por exemplo: outro dia tirei uma foto com o celular de um produto em uma revista, que fiquei a fim de pesquisar mais a respeito. Essa nota no Evernote foi processada muito facilmente e fica claro para mim, ao acessá-la, do que se trata, porque a fotinho está ali. Você pode me dizer que no Todoist também dá para salvar anexos (e dá), mas a visualização é diferente. Eu sou uma pessoa essencialmente visual e essa variedade de visualizações faz diferença para mim.

Então, por hora estou usando o Evernote. Criei uma série inteira de posts para mostrar meu sistema nele, que você pode ver clicando aqui.

Agora, sinto muito a falta de alguns pontos infalíveis do Todoist, a saber:

  • Log de tarefas concluídas. Sei que dá para fazer no Evernote, mas optei por não fazer. No Todoist era automatizado e a consulta depois era bem fácil e rápida. É o que eu mais sinto falta. Porém, me pergunto se não existem maneiras mais eficazes de se fazer um log de atividades de maneira geral, e acho que é isso que preciso melhorar, e não sentir falta de uma funcionalidade do Todoist.
  • Marcar as tarefas como concluídas. Era tão gostosinho “tickar” uma tarefa!
  • As visualizações de ações com prazo para hoje e para sete dias. Imbatível. Me dava uma boa visão da semana como um todo. No Evernote eu consigo visualizar com os lembretes, mas não é igual.
  • A facilidade ao inserir informações. A sincronização do Todoist é fantástica. O visual é clean. Então, ao acessar pelo computador ou pelo celular, era muito fácil inserir, buscar e alterar informações de maneira geral. Eu sinto que o Evernote é mais robusto e pesado.
  • As cores das coisas (etiquetas, projetos, filtros). Quem usa o Evernote para Windows consegue manusear cores nos cadernos e etiquetas, mas eu uso Macbook e essa possibilidade ainda não é real lá. Logo, as listas ficam muito iguais, muito sóbrias. Sei que é totalmente subjetivo, mas sinto falta das cores.
  • A organização de um plano do projeto de acordo com o Modelo de Planejamento Natural do GTD ficava fantástica no Todoist. No Evernote, como a estrutura da nota é muito solta (e essa também é uma grande qualidade), às vezes fico incomodada pela falta de estrutura.

Quando as pessoas me perguntam que aplicativo elas devem usar para começar a se organizar, sempre recomendo o Todoist. Continuo acreditando demais no poder da ferramenta. Tanto que tenho até um curso bem completo para se organizar com a ferramenta. Já fiz testes de aprendizado com as pessoas usando ferramentas diversas, e nunca vi ferramenta mais fácil de se acostumar que o Todoist. Porém, preferências pessoais são muito particulares, e eu sou uma pessoa que gosta sempre de mudar.

Caso você tenha alguma dúvida sobre o tema, por favor, poste nos comentários. Obrigada!

Thais Godinho
04/08/2017
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