Início Site Página 2

Aprendizados do meu primeiro evento acadêmico

14

Não vou escrever aqui os aprendizados teóricos específicos que tive, pois não vêm ao caso, querido leitor ou leitora do blog, mas vou falar sobre os aprendizados que tive de maneira geral com relação ao evento (que acaba hoje):

  1. Mestrando não é nada – é basicamente o universitário calouro da vida acadêmica. De fato, o mestrado em si é só uma extensão “mais séria” da graduação, quando você se especializa em algum tema visando uma carreira acadêmica. Até aí, tudo bem. Mas é curioso perceber isso de maneira tão clara quando você é a mestranda. Você fica se sentindo meio idiota mesmo sabendo que você não é.
  2. A hierarquia acadêmica é curiosa igualmente. Naturalmente, todos vão conhecendo “os seus lugares” e as pessoas só interagem verdadeiramente com aqueles que estejam no mesmo nível. Não acho que isso seja 100% proposital (em alguns casos, sim), mas inconsciente – você acaba gerando afinidade com quem está na academia há mais tempo e que também tem o mesmo nível de repertório que você. No final das contas, fiz amizades com outros mestrandos.
  3. Quando você aceita que é “apenas uma mestranda”, e assume isso, as coisas fluem melhor. Toda vez que fui fazer perguntas, eu comecei dizendo: “olha, estou começando agora o meu mestrado, minha pergunta pode ser muito iniciante (etc)”. Isso fez com que as pessoas olhassem de maneira diferente, querendo ajudar. Recebi muitas orientações e dicas legais – pessoas que me paravam no corredor para indicar um artigo ou um livro interessante para a minha pesquisa, e achei isso uma das melhores partes de ter participado de um evento como esse. As pessoas que estão no mesmo nível querem ajudar umas às outras, talvez por saberem como é ter passado por aquilo que você está passando. Adorei essa troca, e para mim ela foi uma das mais ricas.
  4. A banquinha de livros das editoras locais é o feliz ponto de parada obrigatório de todos os dias. Comprei bons livros a preços ótimos.
  5. Passar uma semana inteira em uma universidade diferente foi muito gostoso. A biblioteca é maravilhosa, os espaços ao ar livre também, as pessoas. Foi uma experiência incrível, de verdade.

É o último dia e eu tive “fases” nesse evento. No primeiro dia, quis ir embora. Achei o ritmo muito lento, as discussões, cheias de rodeios, além da questão da hierarquia que me deu uma desanimada. Depois que eu peguei o ritmo da coisa, no entanto, passei a querer focar mais no meu aprendizado mesmo, com o repertório mínimo que tenho, buscando aproveitar ao máximo o momento até mesmo para fazer amizades, e aí tudo começou a melhorar.

Chego ao último dia com um gostinho de quero mais e sabendo que ainda vou reencontrar muitas dessas carinhas por outros eventos Brasil afora, o que será muito legal. Também sei que ficarei feliz quando vir o artigo publicado de um colega que conheci por aqui, e vou querer ler. No final das contas, esses eventos servem para a gente aprender, com certeza, mas muito mais para gerar esses relacionamentos. O aprendizado mais importante para mim foi: trate bem todas as pessoas, não por “não saber o dia de amanhã”, mas porque você é só uma pessoa também.

Voltando para a realidade. Câmbio, desligo.

Por que eu deixo o meu filho assistir o Felipe Neto ou: crianças, Internet e YouTube

38

Este post é uma resposta ao artigo da Rita Lisauskas no Estadão, não como uma crítica, mas buscando uma forma de diálogo.

Às vezes eu acho que alguns adultos se esqueceram de como era quando eram crianças ou adolescentes.

Eu gostava de muita coisa “ruim”. Besteirol mesmo. Não tinha qualquer parâmetro e não adiantaria nada minha mãe ou meu pai me proibírem de ver. Aprendi com os meus erros. Cresci. Estudei. Firmei meu caráter.

Eu não acho que ver um cara xingando vá fazer com que eu tenha vontade de xingar também. A gente subestima muito as crianças. Eu já achava errado bullying desde cedo, assim como achava errado brigar, xingar, tratar mal. Se eu visse alguém na tv (na época) fazendo todas essas coisas, jamais que isso me influenciaria.

O que eu realmente acredito é no diálogo. E o diálogo só acontece quando a gente gera empatia e se aproxima do outro.

Comecei a acompanhar todos os canais no YouTube que o meu filho gosta de assistir. Felipe Neto, Gato Galático, Falaí Dearo, BRKS Edu. Ele só assiste com a minha supervisão ou com a do meu marido. E isso permite o diálogo. Dou risada das besteiras, o que gera uma aproximação que também me permite falar quando acredito que algo não seja tão legal: “olha, isso aí é errado!”. E ele me ouve.

A gente traz para situações do dia a dia. Trago sujeitos do cotidiano – a prima, a avó, o tio. E isso faz com que a gente problematize as coisas e dê risada das outras, que realmente são engraçadas (e que não envolvem debochar dos outros ou outras atitudes que não considero legais).

Se eu proibir em casa, ele vai ver escondido ou conversar sobre isso com os amigos, na escola, em outros lugares. E, quando crescer, ele vai esconder outras coisas de mim, pois a mãe não tem proximidade.

Lá em casa, ele vem me contar quando “fez bagunça” na escola e não conta para o pai, porque um dia eu comentei com ele que eu era da “turminha da bagunça, porém nunca ninguém na minha turma teve nota baixa, apesar das brincadeiras, e nem nunca desrespeitamos os professores”, e isso fez com que ele confiasse em mim para contar a verdade.

Não estou dizendo que o meu modo é o modo certo de se fazer as coisas. Existem tantas maneiras de educar crianças quando existem pessoas no mundo. Mas eu sinceramente acredito que o diálogo e a transparência são a base da minha maternidade, e se eu quero ter um relacionamento de confiança com o meu filho, tem que ter essa via dupla, sempre com respeito, é claro.

PS: Muitas das coisas que foram ditas no texto foram injustas. O Felipe Neto trabalha com o YouTube – é natural que ele divulgue os seus produtos. Ele não tem o canal para “dar uma de alegre”. O ponto sobre a participação dele no evento do supermercado, ele mesmo já fez um vídeo explicando, e já faz bastante tempo. Achei que foi bem tendencioso o texto da Rita de modo geral, e bem raivoso. Sei lá! No mais, eu, como creator, tenho aprendido muito acompanhando todos esses canais que, queiramos ou não, têm milhões de seguidores. Vale a pena nos abrirmos para o aprendizado, em todas as frentes…

Dá para ser pesquisadora e empresária ao mesmo tempo?

35

Bom, se você não se fez essa pergunta, saiba que eu a faço bastante. O tempo inteiro, eu diria.

Agora que entrei de cabeça na vida acadêmica eu percebo como a academia está distante do mercado. Só o fato de eu repetir essa frase, que é amplamente falada no meio acadêmico, já mostra como existe esse distanciamento. O distanciamento começa na diferenciação. Quem disse que a academia não é o mercado também? Mas voltemos.

O enfoque que eu quero dar neste texto é outro. É discutir como que se consegue ficar em um evento acadêmico recebendo mensagem de cliente no What’s App, precisando da sua resposta o quanto antes. E o que quero trazer como proposta é que a resposta não seja nem 8 nem 80. Vamos tentar problematizar.

Esta semana, estou participando de um evento acadêmico, como ouvinte (o meu primeiro – leia mais aqui). Já participei de outros como organizadora, mas como ouvinte/estudante é a primeira vez. E, no meio da conferência de abertura, olhando ao meu redor – só estudantes e professores, eu me fiz a seguinte pergunta: “para ser do meio acadêmico, é necessário ter a carreira de pesquisa como o meu ikigai?”

Ikigai, para quem não sabe, é uma palavra japonesa para a arte que te leva a descobrir o seu propósito de vida (em resumo).

Eu já acho que essa busca pelo propósito bota uma baita pressão na nossa vida de maneira geral. Por que eu tenho que ter um propósito grande, em primeiro lugar? E por que eu teria que ter apenas um? Foco? Mas não posso focar em mais de uma coisa? Foco em um único propósito não me limitaria? Eu não posso encontrar o propósito em pequenas coisas do dia a dia?

Fazendo aquela pergunta ali de trás para mim mesma, eu descobri que “apenas” ser pesquisadora “não é” o “meu” ikigai. Assim como ser empresária não é o meu ikigai. Eu vejo todas essas frentes apenas como formatos. Eu as vejo como o COMO, não como o O QUÊ. E isso é bom. Tirou uma carga das minhas costas.

Porque vejam, eu estava preocupada. “Será que não estou deixando minha empresa de lado para focar nos estudos?” Se eu deixar a minha empresa de lado, não vou ter dinheiro para pagar os estudos – para começar. Eu me dei um mês de empolgação (e imersão total) com o mestrado, mas agora é hora de colocar a cabeça no lugar e equilibrar as coisas.

Quando eu comecei no mestrado, tive uma semana bem punk. No sentido de ter muitos compromissos e agendamentos. Naquela semana, me dei de presente uma massagem. E, durante a massagem, eu pensei: “coloquei uma coisa grande e volumosa a mais na minha vida. Se eu não quiser abrir mão de outras coisas que são importantes para mim, eu vou ter que pensar em soluções diferentes”. Foi quando veio a ideia de finalmente contratar um auxiliar administrativo.

Durante a conferência de abertura do evento, em um momento meio de perguntas e respostas sobre um tema que não me interessou, fui checar as minhas mensagens para ver se tinha algo urgente. Tinha. Uma cliente que queria inscrever seis pessoas para um curso meu e precisava dos meus dados para fazer o pagamento. Obviamente pude respondê-la porque já tinha esses dados fáceis e bastava copiar e colar. Mas foi quando eu percebi que era o tipo de mensagem urgente que não precisaria ser respondida por mim, se eu já tivesse alguém trabalhando comigo. O auxiliar administrativo vai cuidar dessas coisas. O que sobrecarrega quem é empresário é querer abraçar tudo, e não focar em fazer as coisas certas = coisas que só a própria pessoa pode fazer.

Até ano passado, meu propósito de vida estava muito claro para mim. Eu falei sobre ele no post sobre propósito, que escrevi há pouco tempo. Com a entrada na vida acadêmica, eu abri um pouquinho o leque, no sentido de querer ir além. Não se trata de só ajudar as pessoas a serem menos estressadas. Se trata de pensar no macro, no sistema econômico que vivemos (e que impacta diretamente no mundo do trabalho) e em como eu posso minimizar a agressividade desse sistema sobre aqueles que trabalham e têm sonhos.

Faz pouco mais de um mês que eu comecei o mestrado e já dei um monte de dicas de organização e produtividade para os meus colegas de sala, e até alguns professores. “Você conhece o Evernote? ” Já ouviu falar em GTD?” “Não se sobrecarregue – encontre a dose mínima viável”. Etc. Porque eu faço isso naturalmente. Eu gosto de ajudar. E percebi que tenho uma grande contribuição com relação a isso quando me tornar professora e orientadora. Eu posso ajudar as pessoas nesse sentido.

O meio acadêmico tem muitas pessoas doentes. Que acham que é normal “surtar” em determinado momento da pesquisa. Que deixam a redação dos artigos para a última hora. Que não vinculam sua pesquisa às disciplinas. Mas, mais do que isso, que não vinculam a sua própria pesquisa ao tal “mercado”.

Outro dia, em sala de aula, perguntei para o meu professor de Metodologia como um mestrando poderia saber qual a melhor disciplina para ele dar aula um dia – se de acordo com a pesquisa, ou de acordo com a experiência de mercado, se ele a tivesse – e ele me deu uma resposta muito legal e experiente, que foi: você tem um conhecimento que vai te tornar conhecido na área, ponto, mas o que realmente vai direcionar é a demanda do mercado, da instituição.

Aí eu perguntei para alguns colegas que “vieram do mercado” se eles se sentiriam mais seguros para ministrar uma disciplina que refletisse os seus conhecimentos de mercado ou se refletisse a pesquisa, e TODOS responderam “minha experiência no mercado”. Eu mesma me sentiria mais à vontade (hoje) para ministrar disciplinas de criação de conteúdo para Internet que para epistemologias e teorias da Comunicação (minha pesquisa), por conta da bagagem mesmo. Mas isso deve mudar até o fim do mestrado, ou não.

A solução então seria sempre buscar estudar aquilo que nos é familiar? Mas qual o desafio nisso? Que novidade trarei com a minha pesquisa? Eu gosto da ideia de me aprofundar em um tema diferente, mas que de certo modo conversa com o que eu faço, porque isso me desafia a estudar, ler mais, pesquisar. Mas cada vez mais me convenço de que um pesquisador não está fora do mercado – é um mercado por si só, que existe. Agora, dá para fazer mais de uma coisa na vida? A cidadã aqui conseguirá ser empresária, professora e pesquisadora? Eu penso que sim, se eu vir tudo isso como meios, e não como fins por si só. O que eu acho que é uma abordagem disruptiva não só para o meio acadêmico como para o mercado em si (olha eu diferenciando os dois de novo!).

É possível sim a gente pesquisar, buscar significado, ensinar outras pessoas, e também ter uma relação saudável com a nossa “outra” profissão “de mercado”, gerenciando uma empresa, criando projetos. Do meu ponto de vista, basta não ver as atividades como fins em si mesmas, o que já as limitaria o suficiente. Se o propósito existe, tudo o que posso fazer é equilibrar os “COMOs”, e mais sensacional ainda é fazer com que esses “COMOs” se ajudem e se complementem.

Como participar de um evento acadêmico

6

Vou participar esta semana (como ouvinte) do meu primeiro evento acadêmico e gostaria de compartilhar algumas dicas que encontrei e recebi de amigos e professores para aproveitar bem a minha estada. Depois eu conto como foi. 🙂

Pesquise sobre os principais nomes do evento

Vale a pena fazer uma pesquisa rápida sobre quem é cada pessoa e tentar ler um ou dois textos de sua autoria. Isso vai fazer com que cada conferência seja melhor entendida.

Procure deixar as outras obrigações de lado

É muito difícil para quem tem uma empresa conseguir se afastar durante uma semana para participar de um evento como esse, mas eu fiz todo o necessário para reduzir o ruído “de fora” para conseguir focar nos meus estudos. Para evitar incêndios, pretendo responder e-mails e mensagens todos os dias, depois do evento. Tudo o que puder esperar, ficará para a semana que vem – e vale dizer que eu deixei livres, sem agendamentos, os dois primeiros dias da semana que vem, justamente para trabalhar no que ficou pendente.

Traga um “kit essencial”

O que eu chamo de kit essencial: caderno para anotar muito, canetas e lápis suficientes, blusa de frio (ar condicionado de sala é cruel), coisinhas para a garganta, por causa do ar (pastilhas, xaropes, sprays), filtro de linha e T (para as tomadas), cartões de visita, snacks / frutas, garrafinha de água, carregadores.

Conecte-se com as pessoas

Eu sou uma pessoa tímida e introvertida, e tenho dificuldades para fazer amizades. Porém, em eventos assim, acho importante pelo menos se apresentar e apertar as mãos de algumas pessoas que tenham a ver com a sua área de pesquisa, pois no meio acadêmico muita coisa depende desse tipo de relacionamento. Na medida do possível, tentar conhecer melhor quem está por trás daqueles artigos que você lê e utiliza como fonte em sua pesquisa é algo bacana a ser feito.

Esteja realmente presente

Do meu ponto de vista, nada pior que você se deslocar, fazer um investimento de tempo e dinheiro para participar de um evento, e ficar mexendo no celular enquanto o palestrante fala, ou fazendo alguma outra atividade durante uma conferência. Se estar ali foi o que você decidiu ser a coisa mais importante que você realmente deveria estar fazendo, aproveite.

Faça uma imersão no tema

Passar uma semana fora de casa é horroroso, por conta da saudade (estou no terceiro dia e já querendo voltar!). Mas o lado bom disso é a possibilidade de poder se dedicar inteiramente ao tema do evento. Quero aproveitar para estudar, conhecer a biblioteca da universidade, ler bastante, descansar. Já que estou aqui, preciso ficar tranquila com todo o resto.

E é isso. Aguardem cenas dos próximos capítulos. 😉

Checklist – Abril 2018

10

Todo mês, eu trago alguns lembretes de coisas que você pode querer ter no seu radar este mês. Você pode usar essa checklist para organizar em seu próprio sistema de organização como quiser. Alguns itens serão projetos, enquanto outros demandarão apenas simples ações, e outros podem virar compromissos em sua agenda. Você também pode imprimir essa lista e ir riscando à medida que for fazendo. Não existe certo ou errado na organização, contanto que a usemos para a realização.

  • Concluir a declaração do Imposto de Renda (veja como fazer aqui!)
  • Acompanhar o VEDA (vídeo todo dia em abril) no canal no YouTube
  • Revisar seus projetos e ver o que fez no primeiro trimestre
  • Doar roupas que não usou no último ano, ao revisar as roupas de frio
  • Listar as roupas que precisa comprar para toda a família neste inverno
  • Aquecer a casa com mantas, tapetes, cortinas e almofadas
  • Consertar o que estiver quebrado em casa e que pode ser importante para a época de frio
  • Destralhar os produtos de limpeza na área de serviço
  • Arrumar as luzes externas da casa
  • Reforçar a segurança do imóvel
  • Limpar e guardar o ventilador
  • Atualizar o seu currículo (documento, Linkedin e Lattes!)
  • Planejar o feriado de 1º de maio
  • Planejar as férias escolares de julho

E você, como pretende aproveitar este maravilhoso mês de abril?

Carta da editora: A motivação nasce da clareza

7

Eu venho pensando há algum tempo, refletindo mesmo, sobre o tipo de coisa que faz com que eu me sinta motivada para fazer o que preciso fazer no dia a dia.

Motivação será o terma “norte” deste mês no Vida Organizada. Quero estudar, abordar mais, trazer novas visões, entender as nuances.

Quando eu penso em motivação, para mim, surgem diversos pontos relevantes:

  1. O propósito das coisas – grandes e pequenas. Não só o “por que eu existo?” mas também o “por que é importante lavar a louça?”. Eu acredito, de verdade, que se a gente se perguntasse mais esses “por quês” no dia a dia, teríamos uma vida mais presente, uma mente mais plena e prioridades mais claras.
  2. A visão da vida que eu estou construindo para mim, em todas as áreas – minha empresa, minha carreira acadêmica, eu como mãe, eu como esposa, eu como filha… até finanças, saúde, hobbies, lazer, espiritualidade. Essa reflexão do estilo de vida que estou construindo diariamente, mas vendo também a longo prazo, me ajuda a ter clareza sobre o que é prioridade e, logo, me motiva a “colocar uma pedrinha a mais nessa montanha”.
  3. Metas e objetivos de curto prazo também me motivam. Perder mais 10kg. Alcançar a marca de 100.000 seguidores no YouTube. Concluir o mestrado até o final de 2019. Tendo metas assim e revisando-as de tempos em tempos (eu reviso a cada estação) eu encontro motivação para fazer diversas atividades no meu dia a dia.

De modo geral, esses três pontos são os que eu observo quando preciso me motivar.

Outra reflexão que fiz também foi com relação aos livros que eu sempre me volto quando quero me motivar. Já gravei um vídeo contando mais sobre cada um deles, que entrará no canal este mês.

Há diversas reflexões que podemos fazer sobre o que nos traz motivação. Você já pensou sobre isso? Você já tentou se conhecer o bastante para saber o que te motiva e o que te desmotiva? Se não, faça esse exercício urgentemente. Pode ser o que falta para você aprender a desapegar daquilo que não faz mais sentido na sua vida e, dessa forma, abrir espaço para aquilo que é realmente importante.

Obs 1: O mês de abril é o mês do VEDA (“vídeo todos os dias em abril”), então meu foco de atenção estará no YouTube, certamente. Eu tenho o blog há 12 anos, e continuo postando aqui diariamente (em 2018, passei a postar apenas durante os dias “úteis”, de segunda a sexta). Então, para quem prefere texto, continuo por aqui, trazendo coisas novas e encorajando você a revisitar posts antigos, pois tem muita coisa bacana já publicada. Mas para quem gosta de vídeo e quer revisitar os conteúdos em outro formato, o YouTube tem funcionado muito bem, além de ser um laboratório excelente para a minha didática e oratória como professora (olha a motivação aí!).

Obs 2: A todos que torceram e perguntaram sobre a minha avó, a cirurgia correu bem, mas ela segue internada, em observação. Creio que esta semana ela tenha alta. Estamos adaptando diversas coisas em casa, providenciando outras (cadeira higiênica para tomar banho etc), o que certamente pode render alguns aprendizados para postar por aqui. Se alguém tiver dicas e sugestões e quiser deixar um comentário, agradeço muito. Agradeço todas as energias e pensamentos positivos também. Obrigada!

Feliz mês de abril a todos nós. <3

Resumo do Mês – Março 2018

11

Concluímos o primeiro trimestre de 2018 e eu gosto de sempre refletir sobre esse período que passou para encontrar meu sentimento com relação a ele de modo geral. Para este trimestre, eu diria que foi “estranho”. Tive bons momentos, como viagens, início das aulas do Paul na escola nova, mas tive grandes desafios, como a internação dele, a cirurgia agora da minha avó, e estou coroando o final de março com uma crise de sinusite (gente!). Você pode ver um vídeo que eu fiz com um resumo dos projetos concluídos e objetivos alcançados no trimestre aqui.

Todo mês eu faço um resumo do que aconteceu para postar aqui no blog, então aqui vai o resumo do meu mês de março:

  • Acredito que o que mais me tomou tempo foi a adaptação ao mestrado, no sentido de organizar as leituras e priorizar as minhas atividades. Escrevi um pouco sobre esse foco em um post recente no blog.
  • Em termos de trabalho, o foco do meu mês foi a conclusão das gravações das aulas do curso Organize-se em 2018. Eu só não finalizei por conta da crise de sinusite que tive na última semana do mês, quando tinha me programado para fazer essas gravações. Ainda bem que eu planejei as aulas para o final de abril, então ainda tenho tempo para ficar 100% e gravar. 🙂 Você ainda pode se inscrever com o valor promocional antes do término da postagem das aulas. É um curso completo (totalmnte online) para quem quer aprender a se organizar em 2018 e para toda a vida.
  • Meu marido trabalhou e viajou bastante este mês, então foi interessante observar como conseguimos organizar a rotina com o filhote. Mas ele sentiu mais este mês, talvez porque esteja maior. Então chego a esse final de mês preocupada em ficar mais tempo com ele todos os dias. Tomei uma decisão importante este mês, que foi parar de dar aulas e fazer sessões de coaching à noite, para poder ficar mais tempo com ele. Tem sido muito bom e consigo descansar mais também, mas tenho que acordar mais cedo que o normal, o que ainda não me acostumei completamente.
  • A única viagem a trabalho que fiz este mês foi para Brasília, para ministrar um curso de GTD. Foi ótimo e também teve um encontro do pessoal de Brasília que usa GTD, e que para mim sempre é um prazer participar.
  • Foi um mês bom de contato com as minhas amigas de infância. A gente tem combinado de se ver mais. Consegui jantar com uma delas e viajei em um final de semana com outra. Foi bem legal, porque no dia a dia é muito difícil sair das responsabilidades como mãe, do trabalho e outras para ter um tempinho só para mim. Eu também fui ao cinema sozinha para ver um filme que só eu queria ver (“A Livraria”), e foi bom fazer isso! A gente faz atividades com outras pessoas o tempo todo. Esses momentos sozinhos são bem raros, mas eu sou uma pessoa introspectiva e, para mim, eles são importantes.
  • Certamente, o tema que mais chamou a minha atenção ao longo do mês foi a cirurgia da minha avó. Todo o planejamento do pré e do pós, cuidados diários etc. Para quem perguntou (obrigada pelo carinho!), ela foi operada na sexta-feira (santa), mas ainda está internada, em observação.

E seu mês de março, como foi?

Assuntos do momento

53,542SeguidoresSeguir
9,367SeguidoresSeguir
29,571InscritosInscrever